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O 2º Festival Internacional de Cinema de Surf de Ubatuba exibe filmes do mundo inteiro ligados à temática do surf. Durante 4 dias, contará com música, arte, sustentabilidade, valorização da cultura local, rodas de conversa e oficinas.Inspirada no sucesso da primeira, a segunda edição pretende expandir sua programação, mantendo a gratuidade do projeto, atendendo assim a um público maior e ampliando o acesso à cultura. Além disso, o FICSU vai estabelecer uma oficina de cinema de longa duração na cidade, gerando como resultado 4 curtas ligados ao surf, realizados pelos moradores de Ubatuba. O Festival vai novamente unir um público altamente diverso, desde os surfistas de gerações mais passadas que tem ali a oportunidade de relembrar um pouco os antigos festivais que ocorriam em Ubatuba, até os jovens da atualidade que tem a oportunidade de ver filmes do mundo todo e de ter acesso à formação cultural.
Mostra de FilmesSerão exibidos ao longo de 4 dias, divididos em 2 sessões cada, aproximadamente 20 filmes. A idéia é contemplar a diversidade do universo do surf através dos filmes selecionados: surf competição, surf de antigamente, a busca incessante e apaixonada por ondas perfeitas nos locais mais longínquos do mundo, a mística do esporte, o contato e o respeito ao oceano, o descobrimento das ondas no passado, a história e a saga de atletas profissionais, o surf como um estilo de vida próprio, dentre outros olhares para esse esporte tão singular. Busca-se também uma diversidade entre longas, curtas e animações. A exibição ocorrerá na praia com uma tela de 400 polegadas, de frente para o mar, com cadeiras de praia colocadas para maior comodidade do público. Oficina de longa duraçãoDurante 3 meses serão realizadas 4 oficinas em 4 pontos distintos da cidade. Por se tratar de uma cidade muito extensa, alguns locais de Ubatuba acabam não recebendo atividades do tipo e queremos contemplá-los. Serão 2 meses de elaboração de roteiros e 1 mês de execução de filmagens e edição dos curtas. Cada oficina vai gerar um curta-metragem, que será exibido no festival. OficinasNa busca de capacitar, compartilhar conhecimento e despertar novos interesses para os participantes, as oficinas durante o festival incluirão aulas de surf, pintura de pranchas, grafite e fotografia especializada de surf. Rodada de negóciosPara fortalecer o mercado do cinema de surf entre os produtores brasileiros, faremos uma rodada de negócios com canais nacionais e internacionais que buscam conteúdo audiovisual relacionado ao surf. Os produtores poderão se inscrever e apresentar propostas que serão analisadas pelos canais em conversas curtas, de 20 minutos. Convidaremos um canal de fora do país para participar e dar peso a esse momento. Rodas de conversaAproveitando o evento, a diversidade de público e o conhecimento local e de convidados, queremos fomentar o debate de temáticas relacionadas ao surf, não apenas relatando problemas e desafios, mas tecendo parcerias e gerando ideias para construção de soluções e novas iniciativas. Abordaremos temas como sustentabilidade, construção da narrativa de roteiros de filmes de surf, evolução e necessidade de empoderamento das mulheres no universo do surf, o momento atual do surf no Brasil e design de pranchas. Shows de músicaSurf e música sempre estiveram intimamente ligados. A proposta é promover shows de música que remetam aos festivais de antigamente, nos quais as pessoas dançavam e se divertiam livremente entre amigos e desconhecidos. Feira de artes, produtores e artesãos locaisA importância de valorizar a cultura local e mostrar os saberes e habilidades da população não poderia ficar de fora do evento. Será feito um chamado público e uma seleção de produtores, artistas e artesãos de Ubatuba que queiram expor e vender seus produtos. Festa oficialCelebrar é preciso. Para isso nada melhor que a realização de uma festa para comemorar a realização do evento. Coleta de ResíduosEm parceria com a cooperativa de catadores de Ubatuba, coletores serão dispostos no local do evento. Todo resíduo será coletado e um relatório com análise gravimétrica será produzido. Mutirão de limpeza de praiaAlém da limpeza em si, o mutirão serve para conscientizar e unir esforços mostrando o poder do coletivo. A idéia é deixar a praia mais limpa que antes do início do evento. YogaSaúde e bem-estar. Ao longo do evento, profissionais ministrarão aulas de yoga na areia da praia para um público de diversas idades, focando na respiração, em movimentos ligados ao surf e no equilíbrio entre mente e corpo.
Objetivo Geral O FICSU pretende, em sua segunda edição, fortalecer a sua missão inicial, de colocar a capital do surf, como é conhecida a cidade de Ubatuba, em um circuito mundial de festivais de cinema de surf. E valorizar o potencial de Ubatuba como uma cidade de turismo cultural, esportivo e ambiental. Objetivo específico Realizar 4 dias de evento, de 16 a 19 de junho de 2022, com mostras de filmes noturnos, shows de musica, rodas de conversa, feira de produtos e artes de Ubatuba, oficinas diversas relacionadas ao cinema, ao meio ambiente e ao surf. Serão realizadas, conforme o que já ocorreu na primeira edição, um minimo de 1 show de musica por dia, 1 roda de conversa pro dia, 1 oficina por dia de evento. A segunda edição pretende expandir sua programação, mantendo a gratuidade do projeto, atendendo assim a um público maior e ampliando o acesso à cultura para a população. Além disso, o FICSU pretende estabelecer uma oficina de cinema de longa duração na cidade, em 4 pontos distintos, gerando como resultado 4 curtas ligados ao surf, realizados pelos moradores de Ubatuba.
O surf é um esporte em alta no Brasil. São brasileiros alguns dos melhores surfistas do mundo que vêm ganhando campeonatos e figurando no topo do ranking mundial. Há diversas marcas que apoiam esses esportistas e eventos ligados ao esporte. Porém, ainda são poucos os eventos culturais ligados ao surf no Brasil. Em 2019, percebemos que existe muita demanda por eventos desse tipo, em que cultura e surf se apresentam. O mundo do surf tem seu público, seu mercado, seu potencial. Ano que vem estará pela primeira vez como um esporte olímpico, nas Olimpíadas que serão sediadas no Japão. As imagens ligadas ao surf também são bastante valorizadas ao redor do mundo. Existem canais que exibem apenas conteúdos com essa temática e fotógrafos especializados em técnicas para filmar o surf. No entanto, temos poucos festivais de cinema que potencializam essa produção no país, que concentram atividades ligadas ao cinema e à representação do esporte na arte. Em Ubatuba, cidade considerada a capital do surf no Brasil, O FICSU figura como único evento cultural de relevância relacionado ao surf. E diferentemente de sua vizinha Paraty-RJ, que promove diversos eventos que atraem turistas brasileiros e estrangeiros o ano inteiro, Ubatuba não tem nenhum evento cultural com tanto prestígio, nem nacional, nem internacional. O Festival Internacional de Cinema de Surf de Ubatuba mostrou ter potencial para ser pioneiro nesse sentido e tornar-se um festival internacional de alta relevância dentro e fora do Brasil. O FICSU pode contribuir, e muito, para fomentar a produção cinematográfica do surf no Brasil e fazer com que o país destaque-se também nessa área. Ubatuba tem todos os requisitos para ser esse polo de encontro e produção: lindas paisagens, praias excelentes para a prática do surf, histórico de relação com o esporte, alguns dos mais importantes surfistas do Brasil (como a família Toledo e a família Dantas) e carência de eventos culturais. Os jovens da cidade são sedentos de novas atividades e podem se tornar, a médio e longo prazo, os nossos futuros grandes cineastas do surf. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se faz necessário nesse projeto por ser ele oferecido com gratuidade à população, e por necessitar de recursos para pagamento de produtores, fornecedores, colcaboradores e materiais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tambèm vai alcançar os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: - concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; - instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; - produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Nossa parceria com o Espaço Hou já nos oferece uma série de facilidades, além de ser um ambiente atrativo e que complementa muito bem a energia do festival: BanheirosSalas para guardar materiaisPalcoRestaurante / cozinhaMesas e cadeiras do restauranteJardim para instalação da feira de produtores Parceria com festivais internacionais: O FICSU irá receber filmes do mundo todo e objetiva seguir firmando parcerias com os festivais internacionais. No primeiro ano foi feita uma parceria com o PSFF - Portuguese Surf Film Festival Ericeira, Portugal. Para a segunda edição, a proposta é expandir a rede de contatos e parcerias com festivais dos Estados Unidos e Austrália, de modo a qualificar sua programação e promover um intercâmbio maior com expoentes dos festivais de cinema de surf mundo afora. Premiação: No último dia do evento teremos a premiação. Ela será feita por um júri técnico, composto por 4 pessoas, 2 homens e 2 mulheres, de formações variadas (surfistas, filmmakers, roteiristas), de modo a ter um olhar mais abrangente. Serão 6 prêmios que receberão troféus: 1 de júri popular, 4 do júri especializado e 1 de homenagem. Os troféus serão criados por um artista local. Prêmio Praia Grande - a praia mais popular de Ubatuba, um prêmio para o filme mais popular. Prêmio Sununga - uma praia diferente, boa para a prática de skimboard, as ondas batem na pedra e voltam laterais, um prêmio para um filme inovador, que muda a forma de vermos as coisas. Prêmio Vermelhinha - uma praia de surf mais radical, com ondas que quebram bem perto da areia, um prêmio para um filme mais radical, que nos leva ao limite. Prêmio Itamambuca - uma praia que agrada a todos, com ondas regulares, durante o ano todo, um prêmio para um filme completo, com boa narrativa, bem feito em todos os seus aspectos. Prêmio Perequê-Açú - uma praia onde fica a escola de surf de Ubatuba, ideal para quem está começando, um prêmio para realizadores estreantes (primeiro ou segundo filme). Prêmia Praia da Justa - uma praia pequena, linda, especial. Um prêmio de uma justa homenagem a uma pessoa ligada ao surf ou ao cinema. II. Impacto da ação para a cadeia produtiva cultural e/ou artística - local, regional, nacional e internacional, caso haja. O FICSU gera impacto de diversas maneiras: Local: os fotógrafos, cineastas e aspirantes a cineastas da cidade e região se empolgaram com o festival. Querem produzir conteúdos específicos para exibir no FICSU. Pensando nisso, o festival irá promover 4 oficinas de longa duração, especialmente para jovens periféricos de Ubatuba, que já têm contato com a tecnologia, mas precisam de caminhos, repertório e referências para estabelecer uma produção mais sólida. Pensando a médio e longo prazo, Ubatuba pode se tornar um polo de produção desse tipo específico de cinema. Nacional: o Brasil já figura nos pódios dos melhores surfistas do mundo. Nossos filmes sobre o tema também começam a chamar a atenção do mundo, mas ainda sem a mesma potência dos nossos surfistas. Na 1ª edição do festival, a parceria que fizemos o PSFF - Portuguese Surf Film Festival rendeu a exibição em terras lusitanas do filme brasileiro Picuruta, do cineasta Alex Miranda. Ele recebeu o prêmio do público no FICSU. Internacional: existem vários festivais de cinema de surf pelo mundo, mas nenhum com as condições que temos em Ubatuba: uma natureza maravilhosa que mistura o mar e a montanha, Mata Atlântica preservada, cinema na areia e culturas tradicionais fortes, como a caiçara, a indígena e a quilombola. Assim, o FICSU se torna uma atração internacional dentro do circuito de festivais semelhantes. E essa troca internacional fortalece o mercado do cinema de surf e, mais importante, fortalece o espírito do surf, da integração com a natureza, do respeito ao meio ambiente e à plenitude do corpo. III. Perfil e trajetória do evento. O FICSU teve sua 1ª edição em junho de 2019. Teve apoio do PROAC Editais de 2018, apoio direto da cerveja Corona, apoio de mídia do Canal OFF, apoios institucionais da prefeitura de Ubatuba, Fundart, Associação de Surf de Ubatuba (AUS) e Aproven (Associação da Praia Vermelha do Norte); apoios do Clickup, Theobroma, Ubatuba Ecologic Hostel, Pousada do Dado, Pizzaria São Paulo, Café Pagu, Positiva, Flap e foi realizado pela Trapézio Produções Culturais e pelo Instituto Próneses. O festival foi pensado para realizar-se na mesma data de uma etapa do campeonato mundial de surf, que acabou não acontecendo em Ubatuba. Tivemos receio que nosso evento fosse um fracasso de público, até porque foi em um final de semana de junho, baixa temporada, sem feriado. No entanto, fomos surpreendidos pelo público que compareceu e pelo clima e espírito do festival. Foram dias e noites de lua cheia, clima agradável e boa energia. Um empresário local relatou que, em seus 37 anos vivendo em Ubatuba, o FICSU foi o melhor evento que ele já viu na cidade. Não foram poucos os relatos que incluiam “foi mágico”. De uma pessoa atuante na cultura local, ouviu-se que o FICSU conseguiu algo inédito: “reuniu em um único evento públicos de universos distintos e que, em geral, não se misturam”. Na carta que declara que o evento ocorreu, pedida ao Secretário do Esporte da Prefeitura de Ubatuba, Alberto Jacob diz: “Este evento colaborou significativamente para que a memória do surf brasileiro fosse resgatada, e ainda reaproximou gerações e (promoveu) o reencontro de velhos praticantes do surf. O Festival Internacional de Cinema de Surf de Ubatuba trouxe também uma nova forma de entretenimento para os munícipes e uma atração para os turistas de passagem na cidade. Diante do sucesso que foi e da forma excepcional que fora organizado, esperamos, e não mediremos esforços para que este evento se repita por longos anos e se torne uma tradição na cidade de Ubatuba.” Recebemos também contatos de pessoas querendo levar o modelo do festival para outros locais, como Santos, Maresias e Campinas. Apesar de ter apenas uma edição, o festival já tem um forte peso e uma grande expectativa de continuidade.
Sobre a atividade de formação: A contrapartida social do Festival Internacional de CInema de Surf será a Oficina de Capacitação em Curta-metragem, que irá trabalhar com jovens da cidade para um aprofundamento dos conhecimentos em cinema e experiência prática para a realização prática de cinema. Etapa 1 - mobilização O FICSU Formação irá mobilizar a rede pública municipal de professores e alunos com 2 encontros virtuais com os cineastas Victor Fisch e Rodrigo Guim, para até 400 participantes. São encontros de 1h30min cada, no qual os cineastas abordarão as seguintes temáticas: Roteiro e narrativa no cinema de surfFotografia no cinema de surf Os encontros provocarão os participantes a escreverem pequenas sinopses de ideias e projetos dentro do cinema de surf, que deverão ser submetidos para um processo seletivo, que é a segunda etapa do processo. Público: 400 participantes entre professores e alunos da rede pública Carga horária: 3 horas Etapa 2 - Processo seletivo Será aberto um processo de seleção para 16 vagas, para jovens interessados em participar da oficina aprofundada do festival. As inscrições são gratuitas e abertas a qualquer um, no entanto serão priorizados os jovens de até 25 anos. Etapa 3 - Oficina imersiva Durante 4 semanas, os 16 participantes selecionados irão ter encontros semanais presenciais com os coordenadores da oficina, Victor Fisch e Rodrigo Guim. Serão encontros de 2 horas nos quais serão aprofundados os conhecimentos adquiridos, resultando em um projeto de curta-metragem. Victor e Rodrigo abordarão aspectos práticos de produção para que os jovens saiam do processo formativo com 4 filmes de curta-metragem gravados e finalizados. Público: 16 participantes selecionados Carga horária: 8 horas Etapa 4 - Exibição Durante o festival, uma sessão terá a exibição especial destes 4 curtas-metragens criados pelos jovens nas oficinas. Sobre os profissionais: Victor Fisch Victor Fisch é formado em cinema, com mestrado em roteiro. Foi diretor e curador do Cinefest Gato Preto por 5 anos (2015 a 2019). Foi responsável pela criação do Gato Lab e da Novena Cinematográfica, projetos de formação de público. Criou o FICSU - Festival Internacional de Cinema de Surf de Ubatuba, que teve sua primeira edição em 2019. Criou e dirige o festival de artes de Franco da Rocha, Soy Loco Por Ti Juquery, que acontece anualmente desde 2018. Criou e dirigiu o Curtaflix, festival online de curtas-metragens de 2021. É professor, produtor, roteirista, montador, diretor, curador e membro do coletivo de produtores Vale Audiovisual e Icine, nos quais representa Ubatuba. Tem dois curtas exibidos em diversos festivais. "Gaiola", de 2018, estreou no Fest. Int. de Durban, África do Sul e "Onde Você Vai?", de 2011, que foi premiado no Fest. Int. de Curtas de São Paulo, Kinoforum. Roteirista premiado pela ABRA, pelo projeto "Guerras do Brasil.doc", de Luiz Bolognesi. Foi também curador do Curta Campos do Jordão em 2021 e presidiu o júri do festival em 2020. Fez parte ainda do júri do Curta Mazzaroppi, Cine Urutu, Corvo de Gesso e Cinefest Gato Preto. Foi roteirista da Mostra Monarquia Popular Brasileira (2021) e realizou com Maria Capai a série de 4 curtas documentais, com o olhar da escuta, “Dá Gosto Conhecer Ubatuba” (2021). Desenvolveu o curso Cinema da Escuta, uma oficina focada na arte da entrevista, na habilidade da escuta. A oficina já foi ministrada em diversas cidades, através da POIESIS e participou do festival Mais Amor por Favor, em Mannhein, Alemanha. Rodrigo Guim Rodrigo Gomes Guimarães (ou Rodrigo Guim) é documentarista, tendo realizado documentários há 21 anos, principalmente curtas metragens com povos indígenas pelo Brasil. Seu primeiro filme, Wai'á e o Mundo Xavante (38', ano 2000), pode ser visto no youtube, e a partir desse filme produziu outros documentários sempre em parceria com povos indígenas: Xavante, Munduruku, Kayabi, Apiaká, Guarani. Alguns desses curtas podem ser vistos no https://vimeo.com/user5483809. Também dirigiu um longa-metragem chamado EM NOME DO MEU POVO, filmado no Afeganistão, que conta os impactos das guerras dos últimos 40 anos em famílias vitimadas, um filme que ganhou dois prêmios internacionais. É professor de oficinas de fotografia e de cinema para povos indígenas no Brasil, e já ministrou oficinas para outros públicos também. É doutor em Audiovisual pela USP. Trabalha como fotógrafo e videomaker em diversos ramos incluso o surf, e é surfista de paixão.
O espaço parceiro do projeto, o HOU Beach Club, localizado na praia Vermelha do Norte, possui rampas de acessibilidade na entrada e para acesso aos banheiros. Do espaço é possivel assistir a todos os filmes do Festival, bem como participar da maioria das atividades como rodas de conversa e oficinas. Os filmes todos são exibidos com legendas em português. Cuimpriremos o seguinte: Audiodescrição (pelo menos 1 sessão) - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos -LSE-(pelo menos 1 sessão), consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes; Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS -(pelo menos 1 sessão) - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto vai conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Todas as atividades do Festival são gratuitas e abertas à população sem necessidade de ingressos. Além disso, teremos Oficinas de Capacitação em Curta-Metragens que ocorrerão nos meses anteriores ao Festival, visando formar 4 equipes de jovens e professores de Ubatuba a arte da cinematografia, levando a ao menos 4 filmes que serão exibidos no Festival. As oficinas serão presenciais em locais diversos de Ubatuba, visando atingir diversos jovens de bairros diferentes, até mesmo os mais afastados do centro. Vamos ensinar fotografia e filmagem, edição e roteiro e linguagem cinematográfica, bem como acompanhar o desenvolvimento e produção dos curta-metragens.
Victor Fisch, Direção Geral - Formado em Cinema pela FAAP e Mestre em Roteiro pela EICTV (Cuba). Roteirista do longa-metragem Formigas que Voam, desenvolvido em 2017 no Núcleo Criativo da Buriti Filmes, ao lado de nomes como Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi e Alê Abreu. Desde 2015, é diretor e curador do Cinefest Gato Preto, festival de curtas-metragens de Lorena, Vale do Paraíba, SP. Criador e diretor artístico do Soy Loco Por Ti Juquery, festival de arte, performance e novas mídias que acontecerá em 2018 em Franco da Rocha. Em 2019, idealizou e dirigiu o 1º FICSU. Roteirista, diretor e montador do curta-metragem Onde Você Vai?, premiado como melhor filme de diretor estreante no 22º Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo. Rodrigo Guim, Produtor - Fotógrafo e documentarista, com doutorado em Audiovisual pela USP. Dirige e produz documentários, ministra oficinas em fotografia e audiovisual pelo Brasil, foi professor da Unesp e da Fesp. Seu último filme, Em Nome do Meu Povo, sobre os ultimos 39 anos de guerras no Afeganistão, ganhou 3 prêmios em festivais nos EUA. Foi produtor do 1º FICSU. Caio Antunes, Coordenador de Comunicação - Especializado em Conteúdo e Storytelling. Foi redator e roteirista em agências e projetos para empresas como MasterCard, Club Med, entre outros. Diretor do curta-documental de surf A Onda da Pedra D'água, que ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Filmes Outdoor Rocky Spirit. Em 2019, foi produtor do 1º FICSU. Surfista há mais de 2 décadas, possui extenso conhecimento da história e evolução do esporte no Brasil, tendo colaborado com diversos projetos audiovisuais e publicações especializadas do segmento. Formado em Comunicação Social pela ESPM, também possui experiência nas áreas de marketing de conteúdo e comunicação digital. Maria Capai, Produtora - Bacharel em Artes Plásticas, MBA em Marketing na FGV e dirigiu a USI - Usina de Imagem, agência de fotografia e um dos bancos de imagem mais importantes do Brasil, no Espírito Santo, por 10 anos. Fez a produção de exposições como a ÊXODOS, de Sebastião Salgado. Desde 2009, dedica-se à cozinha e à transferência de conhecimento: escreve, desenvolve, executa e fotografa receitas. Criadora do DigaMaria.com (2009), foi produtora e apresentadora de duas temporadas do programa de TV DigaMaria para o Canal ChefTV (2010 e 2011), colunista no caderno Prazer&Cia do Jornal A Gazeta do ES, oficineira da BGourmet, na Casa Cor|SP (2011, 2012 e 2013). Foi curadora e produtora da Feira de Artes e do Produtor Local do 1º FICSU. Samuel Gabanyi, Produtor - é administrador público e mestre em desenvolvimento sustentável pela Macquarie University na Austrália. Já trabalhou com pesquisas e gestão de projetos nas mais diversas áreas para UNICEF, Greenpeace, Sesc, Edge Environmental, EASEP-FGV dentre outros. Idealizador e produtor da série documental Agricultura Urbana e Periurbana em São Paulo e autor do livro que leva o mesmo nome. Foi produtor da estação de reciclagem no Festival Planeta Terra. Organizador do 1º Festival Internacional de Cinema de Surf de Ubatuba. Surfista a quase 20 anos, morador de Ubatuba, Samuel já surfou em 4 continentes e espera nos próximos anos completar seu sonho de surfar os 6 continentes. OUTROS DIRIGENTES DA Trapézio: CAMILA TARIFA DE OLIVEIRA, RG 28996701 SSP/SP, CPF 336.444.098-03 OTAVIO WHATELY PACHECO E SILVA, RG 30790119 SSP/SP, 127.509.438-41 RAFAEL FISZBEIN COPEL, RG 33240194, CPF 307.721.428-82
Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 192/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1720556).