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PRONAC 193145Prestação de Contas AprovadaMecenato

2º Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense

Joacir Luz Filho
Solicitado
R$ 400,0 mil
Aprovado
R$ 400,0 mil
Captado
R$ 80,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itanhaém
Início
2020-01-01
Término
2021-12-31
Locais de realização (3)
Lages Santa CatarinaSão Joaquim Santa CatarinaUrubici Santa Catarina

Resumo

Realizar a segunda edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense - FICASC, nas cidades de Lages, São Joaquim e Urubici. Exibir gratuitamente aproximadamente 40 filmes de temática socioambiental, distribuídos em aproximadamente 80 sessões, realizar atividades paralelas como apresentações teatrais, plantio de mudas, exposições fotográficas, e promover um amplo debate com foco no desenvolvimento sustentável.

Sinopse

Não cabe.

Objetivos

Objetivo Geral: O festival tem como objetivo atrair público interessado e formar novas audiências, trazer cultura com informações de qualidade e gerar uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções e alternativas para um mundo mais sustentável. Promover debates entre cineastas, profissionais voltados para a área ambiental e o público com o intuito de se aprofundar nas questões abordadas nos filmes. Incentivar a ainda incipiente produção de cinema ambiental no Brasil oferecendo um novo canal de difusão, de trocas de informação e de divulgação. Incentivar a formação de público e a cultura com atividades em outras áreas da arte, sempre tratando de conteúdo socio-ambiental. Engajar professores das redes públicas municipais, estadual e particular, assim como, professores universitários das universidades públicas e particulares no projeto, de modo que os filmes, debates, e outras atividades possam subsidiar discussões posteriores em sala de aula. Criar espaços de inclusão social com a exibição de filmes e realização de atividades paralelas para públicos normalmente alijados destes espaços, tais como, pessoas em situação de rua, deficientes auditivos e visuais. Objetivos Específicos: Realizar 60 sessões de cinema na cidade de Lages, 10 sessões de cinema na cidade em Urubici, 10 sessões de cinema em São Joaquim. Realizar 02 atividades de educação ambiental que promovam o engajamento da comunidade local, na busca de soluções para os problemas socio-ambientais. Homenagear 01 diretor ou produtor e outros atores do cinema ambiental brasileiro e internacional com intuito de promover a produção audiovisual e o intercambio entre os realizadores e o público geral. Realizar 01 exposição fotográfica com temática socioambiental de um renomado fotógrafo brasileiro ou internacional, realizar 02 apresentações teatrais com a temática socioambiental, diversificando as expressões artísticas e atraindo desta forma o público. Realizar 02 oficinas sobre questões socioambientais, realizar 05 debates com especialistas de diferentes áreas do conhecimento sobre questões socioambientais, e uma apresentação musical no encerramento do evento.

Justificativa

Apesar do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense buscar recursos através de outras fontes de financiamento, como editais de apoio a cultura, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento é de fundamental importância para a realização da proposta. Salientamos que a primeira edição do festival foi realizada exclusivamente através da Lei de Incentivo a Cultura do Ministério da Cidadania. A proposta apresentada atende a Lei 8313/91, de 23 de dezembro de 1991, Art 1, Itens I, III, IV, V, VI e VII, e no Art 3 Item IV a. Ressaltamos que no Brasil, a relevância e a urgência da questão ambiental ainda hoje não encontram correspondência na realização de grandes eventos que reúnam em sua programação manifestações artísticas de grande apelo popular, como o cinema e a música. Nos órgãos de comunicação de massa, a defesa do meio ambiente vem ganhando cada vez mais espaço, adquirindo importância e atingindo índices de audiência cada vez mais altos. No entanto, é preciso ampliar o alcance desta temática e estimular a opinião pública para que a sociedade possa contribuir para a reversão do quadro de destruição ambiental atual. Nessa linha o cinema, a televisão e documentários podem e devem desempenhar um papel relevante para as mudanças. O Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense nasceu para transformar a vida cultural de uma das mais importantes e prósperas regiões do estado de Santa Catarina. A Serra Catarinense com seus 18 municípios que compõem toda essa região, a maioria com menos de 20 mil habitantes. Em todos eles, o turismo rural predomina. A beleza natural da Serra Catarinense impressiona. A paisagem, formada por florestas de araucárias, rios, cachoeiras, vales, campos de altitude e grandes cânions. Lugares como a Serra do Rio do Rastro, a Serra do Corvo Branco e o Morro da Igreja são visitas obrigatórias, com estradas sinuosas que cortam as montanhas até atingirem alguns dos pontos mais altos do país.

Especificação técnica

Não cabe.

Acessibilidade

As exibições de filmes e realização de debates acontecerão em salas que são adaptadas para receber portadores de necessidades especiais como, por exemplo, cadeirantes. Esses mesmos espaço atendem as necessidades de idosos, como por exemplo, rampas e elavadores que facilitam o acesso às salas de exibição. Serão realizadas sessões com acessibilidade. Sendo 3 para Lages: 1 sessão de áudio descrição, 1 sessão com Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, 1 sessão com Legendagem descritiva e 2 para o São Joaquim: 1 sessão de áudio descrição, 1 sessão com Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.

Democratização do acesso

O Festival acontece gratuitamente em sua totalidade nas cidades de Lages, Urubici e São Joaquim. Nas sessões de cinema e nos debates, os ingressos estarão disponíveis nas salas de exibição e devem ser retirados com uma hora de antecedência. Para participação nas oficinas, serão sorteadas 100 vagas entre estudantes e professores das redes municipais e estaduais de educação da cidade de Lages. As contrapartidas visam a conscientação para a importância da arte e da cultura, e se darão através de oficinas com temas ligados ao meio ambiente e ao cinema, tais como: oficinas de vídeo ambiental, oficinas de compostagem, de trabalho com materiais recicláveis etc. Além das oficinas serão realizados ao menos cinco debates com profissionais convidados para tal, os debates serão precedidos de sessões de cinema ambiental, e terão como temas os assuntos discutidos nos respectivos filmes. Serão realizados três debates na cidade de Lages com perspectiva de público na ordem de 300 pessoas, assim como, um debate na cidade de São Joaquim, com perspectica de público na ordem de 150 pessoas, e um debate na cidade de Urubici, com perspectiva de público na ordem de 100 pessoas. Os debates acontecerão em escolas e universidades públicas na cidade Lages, e em escolas da Rede Pública de Ensino no caso das cidades de Urubici e São Joaquim. O total de pessoas contempladas entre debates e oficinas será na ordem de 650. Essas medidas atendem aos incisos 1 e 2 do Art. 22 da Instrução Normativa n° 2, de 23 de abril de 2019.

Ficha técnica

Diretor Geral: Doty Luz - Há mais de 15 anos vem atuando nas áreas de audiovisual, educação, meio ambiente e políticas públicas. Nos últimos anos vêm exercendo cargos de direção no FICASC - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (2019) e Coordenação de Produção na Itinerância da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (2014), atua como Embaixador da Plataforma VideoCamp organizando exibições de filmes de caráter socioambiental. Trabalhou na produção executiva e direção de documentários de caráter cultural e educativo. Membro Fundador do Encontro de Realizadores de Cinema Ambiental do Brasil e da América Latina – SESC Santos (2017/2018), Coordenador das Oficinas de Vídeo Ambiental – SESC Santos (2017), Produtor do Documentário “Histórias do Mar e da Terra” – ONG Gaiato (2016). Atualmente leciona cinema e ministra cursos de formação para educadores do Sesc Santa Catarina no uso do cinema como ferramenta pedagógica (2019). Coordenação de Produção do Planeta.Doc Festival Internacional de Cinema Ambiental Florianópolis-Sc (2017), coordenador da oficina em Artes Visuais – Antônio Carlos – SC (2017),Diretor da Fósforo Produções (2011 – 2019), coordenador de Produção da 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Realização SESC (2014), coordenador de Oficina de Vídeo realizada no Município de Eldorado – SP. Oficinas Culturais do Estado de São Paulo - Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo de abril a julho de 2014, coordenador de Oficina de Vídeo e Imagem na Fundação Casa de Itanhaém de Abril a Julho de 2013, produtor do Projeto “Caminhos Maias” PROAC ICMS – livro de fotografia de Paulo Camargo (2014-2015), produtor do documentário “Caiçarada” – Cultura Caiçara (2012 – 2015), Produtor Cultural e Documentarista Audiovisual – Registro Ancine nº 18422, Projeto Cultural selecionado no curso de Documentários da Natureza da Escola Internacional de Cinema e TV Santo Antonio de los Baños - EICTV de Cuba - Programa de Intercâmbio Cultural – Fundo Nacional de Cultura (FNC) – Ministério da Cultura (Minc) – Julho 2012, Direção: “Estatuto dos Povos Indígenas – do jeito que a gente quer” (2009). “Aperreio” (2010) “Sociedade Maranhense de Direitos Humanos - SMDH – 32 Anos em Defesa da Vida” (2011), colaborador e consultor: Awá Ka’apará – À Vida Awá (2010), produtor em Audiovisual do Núcleo de Extensão e Pesquisa com Comunidades Rurais, Negras Quilombolas e Indígenas (NURUNI) – Universidade Federal do Maranhão. Oficina de Territorialidade e Controle Social de Políticas de Saúde em Comunidades Indígenas no Maranhão – Povos: Guajajara, Krikati e Gavião (2011), consultor ambiental da Vida Meio Ambiente - Realizando trabalhos para a ELETROSUL – SC (2008), COPASA - MG (2009) e INCRA – PR (2010), Educador Ambiental do Instituto Ilhas do Brasil – IIB, no Programa de Mobilização Comunitária Juventude e Pesca com o apoio do FIES – Fundo Itaú de Excelência Social (2009), Coordenador do Projeto Expedições Ilhas Marinhas do Brasil – Pró-Ilhas – Experiência embarcado - Instituto Ilhas do Brasil – IIB. Financiamento: Bovespa Social (2008 e 2009), Presidente de Honra da ONG – Sociedade Ambiental do Brasil – São Paulo (2008 a 2010), Coordenador do Laboratório de Ciências e de Projetos de Educação Ambiental Prefeitura Municipal de Florianópolis – SC. (2007), Professor de Biologia no Instituto Estadual de Educação de Santa Catarina. (2006 e 2007), Coordenador do Centro de Visitantes do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, Biólogo responsável pelas ações Socioambientais para criação da Reserva Extrativista de Cassurubá (RESEX) – BA (2006), Coordenador do curso de capacitação de monitores e condutores no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos – BA e Parque Municipal da Lagoa do Peri em Florianópolis (2006), Biólogo da Expedição Mistralis, realizando atividades de Educação Ambiental pelo litoral da Bahia através de um veleiro – Experiência embarcado (2005), Professor da Fundação de Apoio a Tecnologia (FAT) – Centro Paula Souza – São Paulo, ministrando a disciplina Inventário e organização de informações, no curso profissionalizante de Gestão Ambiental (2005), Consultor científico da Acesa Produções Cinematográficas – Rio de Janeiro na longa metragem: Árvore – Direção: Sérgio Bernardes (2005 a 2007), Biólogo do Programa de Educação Ambiental na Bacia Hidrográfica do Rio Itanhaém – SP, Prefeitura Municipal de Itanhaém (2004), Levantamento Socioambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Itanhaém – SP (2003 e 2004), Bolsista da UNESCO – Brasil, no Programa Escola da Família. – Educador Profissional na Escola Estadual Silvia Jorge Pollastrini – Itanhaém – SP. (2003 e 2004), Perito Ambiental com anotação de responsabilidade técnica (ART), credenciado no Conselho Regional de Biologia - CRBio – 1, emitindo laudos de Planos de Recuperação em áreas degradadas (PRAD), Plano de Controle Ambiental (PCA) e Relatório Ambiental Simplificado (RAS) nas seguintes localidades: Itanhaém – SP, Peruíbe – SP e São Sebastião – SP – (2003 e 2004), Professor de ciências e biologia na Escola Estadual Silvia Jorge Pollastrini – Itanhaém – SP de (2001 a 2003), Coordenador do Projeto Especial de Meio Ambiente na escola particular VIVER – Itanhaém de (2000 e 2001), Professor auxiliar da disciplina Técnicas de trabalho em laboratório marinho na Universidade Santa Cecília – Santos – SP (2000), Fundador e Presidente da Organização não governamental – ONG – PROJETO ÁGUA VIVA, desenvolvendo atividades de Educação Ambiental, pesquisa e preservação ambiental (2000 a 2003), Biólogo do Projeto Boto na (RDS) Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Estudo das Populações Tradicionais - Tefé - Amazonas de (1998 a 1999). Produção Executiva: Diretora da Base Cultural Produções Artísticas, Geóloga, Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC, trabalha com projetos culturais desde 2010. Coordenador de Curadoria e Assistente de Diretor: Cristovam Muniz Thiago Graduado em Ciências Biológicas, Mestre em Zoologia pelo Museu Nacional /UFRJ, Pesquisou Corais e Ambientes Recifais da Costa Brasileira, atua na área de Saneamento Ambiental. Coordenou a curadoria da primeira edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense, realizando a articulção com os produtores do filmes exibidos. Produtor Cultural com trabalhos realizados na área musical, produzindo dois CD's além de diversos shows no cenário catarinense.

Providência

Prestação de contas aprovada, consoante RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 250/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (disponível na seção de "documentos anexados").