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PRONAC 193155Apresentou prestação de contasMecenato

História (des)contada

17.638.565 ANA CLAUDIA MARQUES
Solicitado
R$ 40,4 mil
Aprovado
R$ 40,4 mil
Captado
R$ 1,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

CNPJ/CPFNomeDataValor
91305730000156Indústria de Plásticos MArau Ltda.1900-01-01R$ 1,0 mil
1763856500010017.638.565 ANA CLAUDIA MARQUESmarquesaninha@gmail.com
***110880**Ana Claudia Marques
03190073000181BUFFON INFORMATICA LTDA - EPP
09036879000104CAMARIM ESCOLA DE ARTE LTDAjeff.bittencourt@gmail.com
31699951000124ENTEOS PARTICIPACOES E ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDAtravelbuddiesbr@gmail.com
00388909000169ERNESTO SCHREIBER & CIA LTDA - ME
17572303000181Elisabeth Manicabethmanica@yahoo.com.br
35423816000102LUIS ANDRE NUNES LTDA
03509226000100PASSOGRAFIC INDUSTRIA GRAFICA E EDITORA LTDAfinanceira@passografic.com.br
01478589000109PROSOM COMERCIO DE APARELHOS MUSICAIS LTDAprosompassofundo@terra.com.br
13172047000184RDX ASSESSORIA CONTABIL LTDA - ME
95141891000102(não ingerido)

Linha do tempo

  1. 01/01/1900
    Primeira captação
    1 doação(ões) total
  2. 01/01/2019
    Cadastro PRONAC
    Ano 19
  3. 13/11/2019
    Início previsto
  4. 31/12/2022
    Término previsto

Eficiência de captação

2.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Passo Fundo
Início
2019-11-13
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto prevê a realização de 10 apresentações gratuitas do espetáculo teatral "História (des)contada" do Teatro Depois da Chuva, em escolas públicas na cidade de Passo Fundo/RS.

Sinopse

Era uma vez... Chapeuzinho que não é vermelho, numa majestosa missão: encontrar o sapato de cristal que sumiu do baú da vovó. O sapato foi presente de Cinderela, a Bela. Esta, com Chapeuzinho, seus sete amigos baixinhos, a cabeleireira Rá Púnpúnz Él, o Cavalo Bicicleta e os Porcos Trigêmeos, empenham-se em uma busca alucinante. Ao findar a busca, uma descoberta que seria surreal... se não fosse acontecível. Essa obra conta com texto inédito, criada pelas atrizes executoras, levando em conta textos clássicos como Chapeuzinho Vermelho, Os 3 porquinhos, Rapunzel, etc. As referidas temáticas foram desconstruídas, dando lugar a História (des)contada, que mescla o universo fantástico e situações corriqueiras. Essas situações são recheadas de detalhes e acontecimentos surpreendentes, trazendo ao público, questões de valores éticos fortemente tratados em nossa sociedade atual. O espetáculo estreou em 2015 e, desde então, já circulou por diversas cidades do RS, sendo apresentado, especialmente, em escolas.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar apresentações do espetáculo teatral "História (des)contada" em escolas públicas da cidade de Passo Fundo/RS, contribuindo para a formação de plateia, difusão da arte teatral e proporcionando o acesso de crianças de baixa renda que, costumeiramente, não tem oportunidade de apreciar esse tipo de atividade cultural. Objetivos específicos: - Realizar 10 apresentações do espetáculo teatral "História (des)contada" de forma gratuita, no ambiente escolar - Visitar 10 diferentes escolas públicas da cidade de Passo Fundo/RS - Atingir um público estimado em 1.500 pessoas com as apresentações - Realizar 02 palestras sobre o fazer teatral, para alunos e professores do ensino médio da rede pública como forma de contrapartida social - Abranger um público de 150 pessoas nas palestras

Justificativa

O Teatro Depois da Chuva trabalha fora das convenções de teatro comercial: realizamos uma pesquisa do trabalho de ator e buscamos levar ao público o conhecimento de linguagens e estéticas teatrais distintas das costumeiramente oferecidas. No espetáculo "História (des)contada", a dramaturgia navega livremente das obras tradicionais de grandes nomes da literatura universal, para lugares comuns da vida cotidiana. Num vai e vem contínuo, mescla-se com a dança das ações físicas e vocais das atrizes constituindo, assim, um universo extremamente lúdico, envolvente, divertido e porque não dizer, intrigante. Um dos elementos mais fortes da encenação é o elemento imaginativo de diferentes espaços e adereços. Não há a intenção aqui de se trabalhar apenas com elementos ‘reais’ ou mesmo com um grande cenário que possa representar cada lugar. Tudo é sugerido no palco pelas múltiplas dramaturgias escolhidas, por pequenos elementos de cena e um por um trabalho corporal e textual, que procura aprofundar o afeto que as atrizes evocam da plateia, a partir da narrativa e do contato. O espetáculo possui uma estrutura que pode adequar-se a qualquer espaço. Essa condição nos permite apresentá-lo diretamente nas escolas, facilitando às crianças de baixa renda, o acesso à arte teatral. Além disso, o fato de não precisarmos deslocar as crianças do ambiente escolar, permite que as famílias e a própria escola tenham mais tranquilidade em relação à segurança dos pequenos. O Teatro Depois da Chuva é um exemplo ímpar em cidades interioranas. Buscando subsídios junto a distintos mestres nacionais e internacionais, tornou-se um notório exemplo de resistência em teatro de grupo, ou de pesquisa, como preferem denominar alguns. Obviamente não é um caminho fácil. É preciso não esquecer de salientar o vital significado dos patrocinadores que sustentam o trabalho e, antes ainda, das leis de incentivo que possibilitam a esses apoiadores, isenções fiscais que sejam transformadas em arte. Não fosse o discernimento destes todos de que, a arte, se bem executada, é um meio hábil de promover a dignidade humana, por certo o Teatro Depois da Chuva não teria essa vida longa e profícua. Sabemos que ampliar o interesse do público pelas artes em todas as possibilidades, não priorizando os estilos mais facilmente circulantes no mercado, é um dos objetivos essenciais da Lei de Incentivo à Cultura. Acreditamos na importância de dar subsídios ao teatro não comercial, aquele que não menospreza a potência de compreensão intelectual e sensorial do espectador, especialmente da criança e que, por isso, propõe obras elaboradas de maneira a fugir do tradicional ‘riso fácil’. Para desestimular o pensamento crítico já contamos com a cultura de massa, essa, felizmente percebida e criticada pelos cidadãos que se empenham em possibilitar um contraponto através da participação política e da administração de amparos como esse da Lei de Incentivo à Cultura. Reafirmamos que a proposta do Teatro Depois da Chuva, desde sua fundação há 20 anos, é a de levar ao público a possibilidade de encontros que extrapolem o banal entretenimento fácil e fugaz. Primamos por propor uma experiência de convívio e sensibilização a partir de elementos estéticos e sinestésicos desenhados pelas montagens cênicas. Ousamos comentar que a sobrevivência de um grupo de pesquisa em teatro é uma extraordinária proeza de pouquíssimos exemplos. Ela só é possível quando sustentada por uma ideologia consistente, por uma visão de mundo enraizada no sentido firme do ‘fazer’ como atividade digna e propulsora, por uma fé risonha na validade das artes cênicas como instrumento de promoção humana. É o que temos aqui, e é o que queremos compartilhar com o público através das apresentações de nossos espetáculos. Dito isso, podemos concluir que este projeto se enquadra perfeitamente no Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, ainda, atingirá os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Visto que o espetáculo irá ao encontro dos espectadores, diretamente na escola, há uma vantagem em relação a acessibilidade física, pois crianças e/ou professores que necessitem de facilitadores de locomoção, certamente já estarão acostumados a estes ambientes. Considerando-se, ainda, que visitaremos escolas públicas, ou seja, geridas pelo poder público (municipal ou estadual), acreditamos que estes espaços já estejam de acordo com a legislação vigente. Em relação ao acesso ao conteúdo, o grupo estará acompanhado de um tradutor de libras nas escolas onde houver alguma criança com essa necessidade, tanto para o espetáculo quanto para as palestras propostas como contrapartida social. Além disso, o espetáculo possui uma linguagem extremamente sensorial buscando valorizar todos os sentidos sem que haja necessidade de um complementar o outro. Ou seja, é possível desfrutá-lo apenas vendo ou apenas ouvindo, sem prejuízo de seu conteúdo. Podemos falar com segurança, pois não se trata de uma suposição e, sim, de uma prática do grupo: ao longo dos nossos 20 anos de existência, temos tido a felicidade de compartilhar espetáculos tanto com deficientes visuais quanto auditivos, sempre a partir de cuidadosas escolhas.

Democratização do acesso

Art. 21, inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: Com este projeto, 10 escolas públicas receberão o espetáculo de forma totalmente gratuita. Ao selecionarmos as escolas, priorizaremos aquelas que possuam um número maior de crianças carentes ou em situação de vulnerabilidade social. Sabemos que muitas dessas crianças, certamente, estarão assistindo a um espetáculo de teatro pela primeira vez. Levar a arte até a população é uma forma de ampliarmos o acesso à cultura. Após cada espetáculo, ainda ofereceremos ao público a possibilidade de realizar um bate-papo com as atrizes, possibilitando que as crianças esclareçam dúvidas e/ou curiosidades sobre o processo de montagem de um espetáculo ou o funcionamento de um grupo de teatro. Ainda, em consonância com o inciso IV do art. 21 da IN nº 02/2019, o grupo permitirá a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizará sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

- A proponente Ana Claudia Marques é a coordenadora geral do projeto, sendo assim responsável por todas as decisões relativas ao mesmo, tais como: definição de empresa responsável pela contabilidade, realização de orçamento e acordos com gráficas, definição das escolas que receberão as apresentações, realização dos pagamentos dos envolvidos, etc. Além disso, como integrante do Teatro Depois da Chuva, realizará as funções de atriz e produtora do espetáculo. Ana Marques formou-se em 2010 no Curso Superior de Tecnologia em Produção Cênica da Universidade de Passo Fundo. Desenvolveu atividades com o Grupo Ritornelo de Teatro entre 2011 e 2013 como atriz e assistente de produção. Iniciou sua busca pela arte teatral em 2003 e, desde então, vem aprofundando seu conhecimento na área, participando de importantes cursos, entre os quais merecem destaque: Residência Artística com Odin Teatret (conduzida por Eugênio Barba) e Workshop "A dança das intenções", com Roberta Carreri. Atualmente é atriz e produtora do Teatro Depois da Chuva e professora de teatro em escolas de Passo Fundo. Já realizou diversos projetos culturais como proponente/produtora ou assistente de produção, tanto via Lei de Incentivo à Cultura quanto editais públicos. - Elisabeth Manica (em artes Betinha Mânica) é atriz, diretora, fundadora e coordenadora do Teatro Depois da Chuva. É pós-graduada em Teatro pela Universidade de Passo Fundo. Foi membro do Grupo de Teatro da UPF desde sua fundação em 1992, realizando as funções de atriz, figurinista, coreógrafa, caracterizadora, orientadora de treinamento de atores e produtora executiva. Em 1998 funda com Marcio Bernardes o Teatro Depois da Chuva, dedicado essencialmente à pesquisa do trabalho do ator. Junto ao Projeto Viramundos - ônibus palco - além de fazer parte da formatação original desempenhando as funções já descritas, trabalhou na montagem de espetáculos de 2000 a 2004. No mesmo período foi orientadora do grupo de Contadores de Histórias do Mundo da Leitura/UPF. Foi professora do CST Produção Cênica da Universidade de Passo Fundo e, atualmente, é professora de teatro do ensino médio, na mesma instituição. Desde 1993 tem ministrado oficinas de teatro para atores, professores e alunos de todos os níveis de formação. Dedica-se hoje ao aprofundamento das práticas corpóreas e vocais para o treinamento do ator, estabelecendo parcerias com outros grupos e realizando direção de espetáculos. Faz parte do Patuanú – Núcleo de Pesquisa em Dança Pessoal de Ator, orientado por Carlos Simioni, do LUME.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

06/05/2026Prestação
Apresentou prestação de contas

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Passo Fundo Rio Grande do Sul