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Circular com o espetáculo FRANCESCO, de Dario Fo, direção de Neyde Veneziano, interpretado por Paulo Goulart Filho pelas capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Florianópolis e Recife. Realizar, como contrapartida social, 06 palestras sobre a arte e o teatro de Dario Fo.
Francesco não é um espetáculo “realista” que conta a vida do Santo de Assis. Este Francesco, de Dario Fo, é a reunião de cinco quadros baseados em episódios populares, ou seja, baseado nas histórias que o povo contava e que eram transmitidas através da oralidade. A estrutura do espetáculo obedece às convenções do teatro popular, ou seja, estamos diante de um espetáculo “fragmentado”. Um espetáculo em quadros no qual você pode assistir o segundo quadro sem precisar ter visto o primeiro, e assim por diante. Ao se abrir a cortina, deparamo-nos com um cardeal da Idade Média, plenamente de acordo com a Inquisição, explicando ao público porque a biografia oficial de São Francisco foi modificada e por qual motivo as primeiras tentativas bibliográficas não foram aceitas pelo Santos Tribunal. Em seguida, dá-se início ao espetáculo, de forma narrativa e, ao mesmo tempo, teatralizada. Cinco quadros são apresentados.: 1. Francesco sai da prisão e volta para Assis; 2. O santo jogral e o lobo de Gubbio; 3. Francesco ensina o evangelho como um jogral; 4. Quem tem boca vai a Roma; 5. É chegada a hora. O episódio 1 mostra Francesco ainda jovem, fanfarrão, divertido e disposto a aproveitar a vida. Porém, neste mesmo episódio, acompanharemos as transformações de Francesco que o levarão a uma vida de desapego e amor ao próximo. O episódio 2 conta a fábula do Lobo de Gubbio, que assustava a aldeia destruindo tudo e comendo as ovelhas. Aqui o divertido é que o Lobo, realmente, aceita a proposta de paz de Francesco, porém dá uma lição sobre leis da natureza, sobre respeito aos animais. O pensamento do lobo é muito moderno e propões uma reflexão; O episódio 3 mostra Francesco numa festa de casamento, contando um episódio do evangelho em língua popular, o que era proibido na época. A prédica de Francesco é feita como um “jogral”, aquele ator medieval popular que andava de cidade em cidade contando casos de forma simples e cômica. Neste quadro, Francesco é ameaçado por um padre que o ouviu contando o evangelho de modo divertido. Por este motivo, Francesco vai a Roma pedir permissão ao Papa para contar o evangelho fora da Igreja, para as pessoas do povo. No episódio 4, dá-se o encontro de Francesco com o Papa Inocêncio III. Nesta cena vemos que os dois (Papa e Francesco) são grandes atores. Na visão de Dario Fo, ambos são grandes jograis. Depois de ir no chiqueiro pregar aos porcos, como o Papa o teria aconselhado, Francesco obtém a permissão e sai para a praça, conversando com os pássaros. Estamos, aqui, diante da cena mais poética do espetáculo. No último episódio, os frades levam Francesco de volta para Assis. As doenças o consomem. Francesco vai morrer em casa, debaixo do teto esburacado da Porciúncula, enquanto os frades cantam um Laudate Dominum. O espetáculo termina nesse ponto: com uma morte sem tristezas. Uma morte feliz e repleta de significados. Humor e poesia se uniram na narração de uma história universal de paz. Paulo Goulart Filho interpreta 23 personagens. Ele passa de uma figura a outra sem nenhum adereço ou figurino. A música e a luz desenham no cenário clean algo que “parece, mas não é”... porque a imaginação é convidada a trabalhar junto com a cena. E então, somos capazes de “ver Assis, Roma e tantas catedrais. O espetáculo encanta durante 60 minutos.
Circular com o espetáculo FRANCESCO, de Dario Fo, direção de Neyde Veneziano, interpretado por Paulo Goulart Filho pelas seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Belo Horizonte, Florianópolis e Recife, totalizando 18 sessões atingindo um público de aproximadamente 5.400 pessoas, sendo: -03 apresentações em São Paulo em teatro de até 300 lugares; -03 apresentações no Rio de Janeiro em teatro de até 300 lugares; -03 apresentações em Brasília em teatro de até 300 lugares; -03 apresentações em Belo Horizonte em teatro de até 300 lugares; -03 apresentações em Florianópolis em teatro de até 300 lugares; -03 apresentações em Recife em teatro de até 300 lugares. Objetivos específicos: a. Promover a arte e o teatro de Dario Fo e sua importância na cena cultural brasileira;b. Estimular a formação de plateia para as artes cênicas no Brasil, através da realização de 18 sessões por diversas capitais brasileiras. Como contrapartida social, ofereceremos 06 palestras sobre a arte e o teatro de Dario Fo para 600 pessoas (100 em cada cidade), totalizando 600 pessoas. O tema será voltado para alunos e professores da rede pública de ensino de forma completamente gratuita aos beneficiários. As palestras serão ministradas pela Professora Doutora Neyde Veneziano, da UNICAMP e terão duração de 04 horas (cada palestra em cada cidade). O título da palestra: A Cena de Dario Fo: o exercício da imaginação. Conteúdo: A vida e o teatro de Dario Fo e Franca Rame (sua esposa) foram marcados por uma linguagem inspirada na commedia dell’arte dos séculos XV e XVI e na arte "Jogralesca" da Idade Média, a qual suscitou a opção do autor pelos monólogos. Só que este procedimento não vem como imitação ou opção formal. Trata-se de um formalismo seriamente comprometido com o conteúdo poético e social. Ou seja, Dario Fo usa a poética e os fatos do passado como chave para compreensão do presente. Trata-se de uma grande metáfora, pronta para nos revelar a natureza mais profunda do ser humano. - Para Dario Fo, a importância da comédia reside no fato de sempre haver uma tragédia por trás. Não se trata do riso fácil como jogar tortas na cara do outro ator. Através de situações cômicas e divertidas, assuntos sérios são abordados. E é assim que se dá a quase tragi-comédia de São Francisco de Assis. - Dario estreou o seu Francesco em 1999 e continuou com ele até o fim de sua vida, em 2016. É, portanto, um texto da maturidade, que traz um Dario Fo mais humanizado. O antigo cômico em revolta sai de cena e entra o artista que ama e se aproxima do público, como em um grande abraço coral. - E como se mostra essa transformação? Pela escolha do tema. Dario Fo, que se declarava ateu, foi buscar no santo mais popular da igreja católica as ideias de paz, de tolerância e de amor ao próximo. Este é seu grande personagem, aquele que sempre o interessou e veio a se concretizar nos seus últimos anos, como apoteose do conjunto de sua obra premiada. - Estamos, portanto, diante de um texto de extremo valor intrínseco e artístico. Para expressar a ideologia de Francisco de Assis somada ao formalismo estético-cômico de Dario Fo, são encenados cinco episódios populares, ou seja, cinco histórias que o povo contava. Histórias não escritas, colhidas e recolhidas tempos depois da morte de Francesco, e que foram transmitidas pela tradição oral. Dario era um grande pesquisador reconhecido mundialmente. Depois de Shakespeare, e até 2016, considerado o autor vivo mais encenado no mundo. - O protagonista Francesco é um personagem real que viveu entre os difíceis séculos XII e XIII. Seu estranho modo de encarar o cristianismo era moderno e suas lições de vida são aplicadas até hoje. Dario Fo as transforma em puro teatro. O espetáculo segue pleno de informações históricas, sobre guerras na Europa, sobre as Cruzadas, sobre os antigos costumes. Porém tudo vem envolvido em fabulação típica de Dario Fo, contaminada pelos jograis e menestréis das praças medievais. - E o que seria uma "fabulação"? O episódio em que o santo amansa um Lobo que apavorava a vila de Gubbio, por exemplo, é verdadeiro. Os camponeses batiam no lobo que, assustado, atacava ovelhas e pastores. Na "fabulação de Dario", o Lobo "conversa" com Francesco, mostrando-lhe como os humanos são injustos e violentos com os animais. Os homens matam para comer e, o que é pior, por puro prazer. E é Francisco quem, afinal, aprende a lição com o lobo. A fábula e a arte entram metaforicamente no tema da responsabilidade sociocultural e ambiental. Todos os objetivos serão mensurados através de borderôs de comprovação, além de registro em foto e vídeo das metas alcançadas.
O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como nos objetivos do Art. 3 da referida norma,assim elencados:a. incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais;II - promover e est imular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difund ir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; b. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Muitos consideram Dario Fo um dos maiores cômicos da modernidade. Muitos respeitam Dario Fo pelo Prêmio Nobel, sem saber exatamente os motivos pelos quais lhe legaram a honraria. Muitos acham que fazer Dario é garantia de sucesso, por sua ironia, por suas poderosas metáforas e por sua dramaturgia cuja principal chave é a "referência do passado como metáfora do presente". Poucos, porém, tiveram a oportunidade de ver Dario ao vivo, de conviver com ele, de estudar sua linguagem cênica para retransmitir ao povo brasileiro o vigor desse teatro no qual o centro absoluto é o Ator. Mostrar ao público brasileiro, o último texto de Dario Fo, que foi, também, seu último espetáculo, é nossa primeira intenção. Em 2000, Neyde Veneziano chegava em Milão para seu pós-doutorado sobre o Nobel dramaturgo. E foi este o primeiro espetáculo de Dario assistido e registrado pela diretora. Até 2001, ano de seu regresso ao Brasil, Veneziano assistiu a inúmeras apresentações do mesmo Francesco, acompanhando Dario por diferentes cidades italianas. Dessa sua pesquisa resultou sua tese de Livre-Docência publicada em 2002 sob o título A Cena de Dario Fo: o exercício da imaginação. O relatório final da Universidade de Bologna classifica o trabalho como um "atento olhar brasileiro sobre a obra de Fo". Diferenciais desse projeto: - A vida e o teatro de Dario Fo e Franca Rame (sua esposa) foram marcados por uma linguagem inspirada na commedia dell’arte dos séculos XV e XVI e na arte "Jogralesca" da Idade Média, a qual suscitou a opção do autor pelos monólogos. Só que este procedimento não vem como imitação ou opção formal. Trata-se de um formalismo seriamente comprometido com o conteúdo poético e social. Ou seja, Dario Fo usa a poética e os fatos do passado como chave para compreensão do presente. Trata-se de uma grande metáfora, pronta para nos revelar a natureza mais profunda do ser humano. - Para Dario Fo, a importância da comédia reside no fato de sempre haver uma tragédia por trás. Não se trata do riso fácil como jogar tortas na cara do outro ator. Através de situações cômicas e divertidas, assuntos sérios são abordados. E é assim que se dá a quase tragi-comédia de São Francisco de Assis. - Dario estreou o seu Francesco em 1999 e continuou com ele até o fim de sua vida, em 2016. É, portanto, um texto da maturidade, que traz um Dario Fo mais humanizado. O antigo cômico em revolta sai de cena e entra o artista que ama e se aproxima do público, como em um grande abraço coral. - E como se mostra essa transformação? Pela escolha do tema. Dario Fo, que se declarava ateu, foi buscar no santo mais popular da igreja católica as ideias de paz, de tolerância e de amor ao próximo. Este é seu grande personagem, aquele que sempre o interessou e veio a se concretizar nos seus últimos anos, como apoteose do conjunto de sua obra premiada. - Estamos, portanto, diante de um texto de extremo valor intrínseco e artístico. Para expressar a ideologia de Francisco de Assis somada ao formalismo estético-cômico de Dario Fo, são encenados cinco episódios populares, ou seja, cinco histórias que o povo contava. Histórias não escritas, colhidas e recolhidas tempos depois da morte de Francesco, e que foram transmitidas pela tradição oral. Dario era um grande pesquisador reconhecido mundialmente. Depois de Shakespeare, e até 2016, considerado o autor vivo mais encenado no mundo. - O protagonista Francesco é um personagem real que viveu entre os difíceis séculos XII e XIII. Seu estranho modo de encarar o cristianismo era moderno e suas lições de vida são aplicadas até hoje. Dario Fo as transforma em puro teatro. O espetáculo segue pleno de informações históricas, sobre guerras na Europa, sobre as Cruzadas, sobre os antigos costumes. Porém tudo vem envolvido em fabulação típica de Dario Fo, contaminada pelos jograis e menestréis das praças medievais. - E o que seria uma "fabulação"? O episódio em que o santo amansa um Lobo que apavorava a vila de Gubbio, por exemplo, é verdadeiro. Os camponeses batiam no lobo que, assustado, atacava ovelhas e pastores. Na "fabulação de Dario", o Lobo "conversa" com Francesco, mostrando-lhe como os humanos são injustos e violentos com os animais. Os homens matam para comer e, o que é pior, por puro prazer. E é Francisco quem, afinal, aprende a lição com o lobo. A fábula e a arte entram metaforicamente no tema da responsabilidade sociocultural e ambiental. - Francesco era culto e conhecia técnicas da comunicação oral. Era também um ator e cantor. Sua enorme capacidade vocal o permitia projetar um discurso a multidões que, frequentemente, superavam 5000 pessoas. Além disso, ele se expressava também com o corpo _ "de todo o seu corpo fazia palavras", disse um cronista que presenciou seu discurso diante do papa. Segundo este depoimento, "naquele dia, o papa gargalhou e se emocionou, ao mesmo tempo. Com certeza, o próprio Deus também se divertiu". - Para tanto, o ator-narrador-personagem é Paulo Goulart Filho. Ele comunica humanidade e humildade, ao mesmo tempo em que, também ele, "fala com o corpo". Um corpo disponível de bailarino. E uma história de vida artística que lhe possibilita interpretar, com destreza, 23 personagens sem qualquer adereço. - A equipe de "criativos" é de altíssima competência. Cenário, figurino, luz e música, tudo é aparentemente simples e franciscano. Porém eficaz para ambientar a trajetória com muitas alusões e nenhum adereço figurativo. São Francisco de Assis teve sua vida e sua história marcadas pela solidariedade com os marginalizados e discriminados. Dario Fo, Prêmio Nobel de Literatura, foi o dramaturgo mais reivindicador dos anos 1970. O Santo e o Autor se juntam na cena de Francesco, em conteúdos atualíssimos de amor ao próximo e inclusão. Este texto, ainda inédito e desconhecido no Brasil, diverte, instrui e traz mensagens de paz e amor ao próximo. Um espetáculo completo concentrado em um só ator. Simples. Jovem. Alegre. Emocionante. Singular.
não se aplica
Como se trata de espetáculo teatral e palestras, declaramos para os devidos fins que o teatro escolhido atenderá todas as exigências da Lei no que rege os artigos 27 inciso II, do decreto 5761/06 que diz: “Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999”. Quanto à Acessibilidade Física: o teatro escolhido pussuirá rampas de acesso que visam facilitar a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida, além de banheiros adaptados para atender as necessidades deste público. Quanto à acessibilidade de conteúdo: haverá uma sessão com tradução em Libras e uma sessão com áudio descrição em cada cidade para a compreensão do conteúdo do espetáculo por parte dos deficientes visuais e auditivos.
Haverá venda de 20% dos ingressos das apresentações a preço popular, garantindo a democratização do público.Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos os incisos do artigo 21 da IN 05/2017: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
A proponente Veneziano Produções Teatrais e Cinematográficas tem como responsável a diretora Neyde Veneziano que será responsável pela direção do espetáculo e responsável pela gestão administrativa/técnicofinanceira. Autor: Dario Fo Direção: Neyde Veneziano Ator: Paulo Goulart Filho Direção de Produção: Michelle Gabriel Operador de Luz e Som: André Lemes Assistente de Produção: Ioneis Lima Breve Currículo: Neyde Veneziano - diretora - tem Mestrado, Doutorado, Pós-Doutorado e Livre-Docência em Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É especialista em Teatro de Revista Brasileiro tendo introduzido a pesquisa sobre o tema na Universidade Como diretora, encenou 40 espetáculos. Algumas Encenações (direções): 2012 - Mistero Buffo, de Dario Fo, com o Grupo LaMinima (Domingos Montagner e Fernando Sampaio). Direção, Tradução e Adaptação. Produção SESI/FIESP. 2009 – Um Dia (quase) Igual aos Outros, de Dario Fo e Franca Rame, com Débora Duboc. Centro Cultural Banco do Brasil. Direção, Tradução e Adaptação 2007 – Direção cênica de Orfeu no Inferno, a paródia. Ópera de Jacque Offenbach no Theatro São Pedro; 2007 – Arlequim e seus dois Patrões, de Goldoni. Tetro de Caminda – Campinas - SP 2005 – “...e o Céu uniu dois Corações” (drama circense), em Florianópolis, no TAC, entre outros. Paulo Goulart Filho - ator - estreou como ator aos 11anos na novela "Papai Coração" na TV Tupi e no Teatro aos 15 anos na peça "Dona Rosita, a solteira" com direção de Antônio Abujamra, aos 20 anos fez sua estreia como bailarino na casa de espetáculos "Palladium" com direção de Abelardo Figueiredo, desde então atuou como ator e bailarino em mais de 60 espetáculos entremusicais, dramas, comédias, shows, Cias de Dança, novelas e séries para televisão, a partir dos anos 2000 iniciou sua carreira como diretor e coreógrafo em espetáculo de teatro-dança, comédias e dramas, atualmente é jurado do programa "Dancing Brasil" Com apresentação de Xuxa Meneghel na Rede Record de televisão. André Lemes - iluminador - Formado pela Academia Brasileira de Vídeo em 1993, é produtor cultural há 23 anos, além de designer de iluminação da Companhia Razões Inversas, desde 1995. Durante 05 anos, realizou direção de imagens para a ESPN Brasil e fez registros em filmagem de inúmeros artistas estrangeiros, entre eles: John Mowat (diretor Inglês), João Garcia Miguel (Portugal), Enrico Bonavera do Piccolo Teatro de Milano (Itália), Donato Sartori e Paola Piizzi, do Centro Maschere e Strutture Gestualle (Itália), Grupo Jangada (Portugal), Theather Ad Infinitum (Inglaterra), Jose Sanches Sinisterra (Espanha), Jorge Blandón, fundador da Rede Colombiana de Teatro em Comunidade (Colômbia). Participou de diversos festivais nacionais tais como Festival de Curitiba, Porto Alegre em Cena, Festival Internacional de Salvador, Festival de Umuarama e pelo interior do estado e também festivais internacionais como a Copa Cultural da Alemanha em 2006, Festival Internacional do Chile, Temporada em Lisboa em 2003, FITEI - Festival Internacional de Teatro do Porto em Portugal, Congresso Mundial de Teatro na Venezuela, Temporada em Córdoba, na Argentina e o festival de humor Constantin Tanese, na Romênia. Michelle Gabriel- produtora - Produtora de projetos culturais e sociais desde 2000; Proprietária da empresa M Gabriel Produções Artísticas – Bacharel em Artes Cênicas pela ECA-USP; Mestre em História do Teatro pela ECA-USP; Pesquisadora do Centro de Documentação Teatral ECA-USP; Ex-Presidente da Comissão de Incentivo Municipal de Projetos Culturais – PROMAC. 2019: Produção Executiva do espetáculo Francesco, com Paulo Goulart Filho, no Centro Cultural Banco do Brasil; 2018: Coordenadora do Núcleo de Fomento às Artes da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; Membro do Conselho Deliberativo do Theatro Municipal de São Paulo; Presidente do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – Pro-Mac, Secretaria Municipal de Cultura; Parecerista da Lei de Incentivo à Cultura (antiga Rouanet) do Ministério da Cultura (desde 2014). 2017: Lançamento do livro resultado da pesquisa de mestrado “Os 25 Anos da Companhia Razões Inversas”, produção executiva do espetáculo “Fausto” com direção de Neyde Veneziano, através do edital Zé Renato de Fomento ao Teatro.
PROJETO ARQUIVADO.