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PRONAC 193168Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARCABOUÇO

Cleide Maria Piasecki
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2020-04-06
Término
2021-02-28
Locais de realização (22)
Agudos do Sul ParanáAlmirante Tamandaré ParanáAntonina ParanáAraucária ParanáCampo Largo ParanáCampo Magro ParanáColombo ParanáContenda ParanáCuritiba Paraná

Resumo

ARCABOUÇO é um projeto que prevê a realização de um espetáculo interativo de contação de histórias, teatro, música e movimento, inspirado em Luis da Câmara Cascudo; oferecido gratuitamente a comunidades carentes sem acesso ou com acesso limitado a bens culturais e em situação de risco e vulnerabilidade; oficinas de adaptação de obras para teatro, "VIVÊNCIA NA ARTE II", tendo como resultado um roteiro para montagem teatral a partir de contos da literatura brasileira; para professores e multiplicadores em atividades artístico-culturais e público interessado; o projeto prevê ainda rodas de conversa ao final de todas as apresentações e oficinas a fim de consolidar os conteúdos.

Sinopse

APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO – Serão realizadas 28 (vinte e oito) apresentações gratuitas do espetáculo “ARCABOUÇO”, um trabalho interativo de contação de histórias, teatro, música e movimento, oferecido gratuitamente para crianças e adolescentes de 7 a 12 anos em comunidades carentes (escolas públicas, bibliotecas, casas de acolhimento, ONGs, associações e espaços comunitários) sem acesso ou com acesso limitado a bens culturais e em situação de risco e vulnerabilidade. Ao final de cada sessão, haverá uma roda de conversa a fim de consolidar conteúdos e esclarecer dúvidas. As apresentações serão feitas em Curitiba e região metropolitana, cidades do Paraná e Santa Catarina. TEMA: Com roteiro original de Cleide Piasecki inspirado nas seguintes obras de Luís da Câmara Cascudo: - “Literatura oral no Brasil”; “Folclore no Brasil”; “Coisas que o povo diz” e “Lendas brasileiras”, o espetáculo tem como objetivo principal a valorização de nossa cultura e referenciais do povo brasileiro transmitidos pela oralidade, canto, dança, e lendas recolhidas por Luís da Câmara Cascudo que falam sobre o espírito popular em sua intimidade criadora. APRESENTAÇÃO INICIAL DOS PERSONAGENS (20 minutos): As crianças serão dispostas em um círculo em lugares previamente marcados. Cada lugar terá uma caixa contendo: um figurino, um adereço de cena e um instrumento de percussão. No centro do círculo haverá um adereço de cenário que representa uma fogueira. A apresentação inicial será feita pela personagem NADÍ, uma velha senhora descendente dos índios Tamoios, conhecedora da história de seus ancestrais. Ela é a responsável por passar adiante a cultura, história e tradições de seus antepassados. NADÍ é uma curandeira experiente, com seus poderes mágicos é capaz de fazer chover, conhece os rituais e o poder de cura das plantas. É também uma líder espiritual e sabe entrar em contato com os espíritos e deuses protetores da tribo. No início da apresentação NADÍ falará sobre a importância de contar histórias, sobre a nossa tradição oral e o folclore no Brasil. SEGUNDA PARTE DO ESPETÁCULO (20 minutos): Será apresentada uma contação de história e encenação sobre a “A LENDA DA GRALHA AZUL”. O texto é inspirado na obra “Lendas brasileiras” e terá a participação das crianças e adolescentes interagindo na atuação, manipulando objetos de cena e executando efeitos sonoros. A ideia é trabalhar a criatividade e incentivar as crianças a buscarem um repertorio sonoro e de movimento a partir de suas referências. A LENDA DA GRALHA AZUL: “Fidêncio Silva foi descansar por uns dias na fazenda do amigo José Fernandes. Este colocou a fazenda dos Pinheirinhos à disposição de seu hóspede pelo tempo que desejasse. Num domingo os dois saíram para caçar e, depois de andarem por muito tempo, notaram que não haviam encontrado um só animal. Começaram então a procurar por aves de carne saborosa. A certa altura Fidêncio parou, fez um sinal de silêncio ao amigo, engatilhou sua arma, firmou pontaria e súbito, um tremor sacudiu-lhe o corpo e Fidêncio caiu para o lado. Mesmo assim já era tarde, o som do tiro ecoou pela mata. Ouviu-se o ruflar de asas ligeiras por entre a folhagem, um sinal de que o atirador errara o seu alvo. José Fernandes exclamou: - Parabéns!? Qualquer caçador que erre o tiro em uma gralha azul merece os meus cumprimentos! Sem saber se o amigo estava sendo irônico ou não Fidêncio respondeu: - Concordo que sou um péssimo atirador, porém não entendi o porquê do seu contentamento. Emendou logo o fazendeiro: - Pois eu lhe explico. Há quinze anos, era inverno, havia muita seca, e o gado caía de tão magro. Numa tarde eu saí por aí levando minha velha espingarda para tentar salvar alguma criação que porventura estivesse caída. Quando regressava vi um bando de gralhas azuis descerem à beira de um capão e resolvi caçar uma delas. Aproximei-me cauteloso e notei que remexiam o solo com o bico. Fiz pontaria e puxei o gatilho, mas a espoleta estraçalhou e vários estilhaços misturados com resíduos da pólvora atingiram o meu rosto e eu desmaiei. - Não sei quanto tempo fiquei desacordado, mas antes de recuperar os sentidos, tive um sonho fabuloso. Nele eu me via novamente de arma em punho e quando atirei o clarão iluminou uma ave à minha frente, ela caminhou em minha direção olhando diretamente nos meus olhos, com as asas abertas e o peito sangrando. Estremeci diante daquela visão e deixei cair a arma. Estático, estarreci ao ouvir os compreensíveis sons que a ave emitia. Disse-me ela: "Você é um assassino! Tuas leis não te proíbem de matar um homem? E quem faz mais do que um homem não vale tanto quanto ele? Eu, entoando meu canto, faço elevar-se toda a floresta de pinheiros; bordo a beira das matas com o verde dessas árvores porque eu multiplico, na medida de minhas forças, a madeira que te serve de teto, que te dá o verde das invernadas, que te aquece o corpo, que te locomove dando o nó de pinho para substituir o carvão nas vias férreas. E você ignora o meu valor!... Acompanhe-me até o local onde você interrompeu o meu trabalho, para que eu te mostre qual a minha missão. Vê? Ali está a cova que eu fazia e, mais adiante, está o pinhão já sem cabeça que eu deveria colocar nela com a extremidade mais fina para cima. Eu tiro-lhe a cabeça porque ela apodrece em contato com a terra e assim apodrece o fruto também. Por isso eu o planto de bico para cima para favorecer o broto. Agora vá e não mate mais ninguém, melhor seria que se esforçasse por compartilhar comigo este valoroso trabalho". Quando a gralha desapareceu eu voltei à razão. Levantei-me e fui ao local escavado pelas aves. Uma delas jazia com o peito manchado de sangue, ao lado de um pinhão que estava já sem cabeça. Admirado, verifiquei a certeza da minha visão. Mais adiante cavouquei com as mãos a terra remexida e descobri um pinhão sem cabeça e plantado com a ponta para cima. Aí está meu caro amigo o motivo pelo qual me tornei um plantador de pinheiros. Quero valer mais que um homem. Quero ser tão valoroso como aquela gralha azul”. TERCEIRA PARTE - (20 minutos) NADÍ propõe encerrar sua participação com uma cantiga tradicional: “A Velha a Fiar”. A ideia é explorar múltiplas linguagens e propor aos espectadores criação de movimento e interatividade na encenação. Será utilizado um novelo de lã que interliga todos os personagens indicados na cantiga: - mosca – aranha – rato – gato – cão – galho – fogo - água - jarro – boi e homem. As crianças utilizarão adereços que representam cada um desses personagens. No final do trabalho, abre-se o espaço para uma roda de conversa (entre 20 e 30 minutos) para consolidar os conteúdos, estimular o pensamento crítico, promover a participação das crianças e contribuir para o desenvolvimento de habilidades sociais. A duração do programa é de aproximadamente 1h30min.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Estabelecer uma conexão entre a arte e os problemas reais da sociedade, entre eles, a falta de acesso à cultura e a deficiência na formação e aprendizado; - Causar um impacto positivo na vida das pessoas que vivem em comunidades carentes, buscando a transformação em sua maneira de ver o mundo e a ampliação de seus horizontes; - Proporcionar às crianças e adolescentes uma experiência artística a fim de estimular o interesse das comunidades carentes pelas atividades culturais; - Democratizar o bem cultural através de ações gratuitas para a comunidade; - Promover o reconhecimento e fortalecimento de nossa identidade cultural; - Difundir histórias de tradição oral como fonte de educação e entretenimento para crianças; - Contribuir para o fortalecimento dos processos de formação e aprendizado; - Preservar nosso patrimônio imaterial valorizando a importância das tradições orais; - Desenvolver nas crianças e adolescentes o raciocínio simbólico, a imaginação criadora e a capacidade de abstração; - Incentivar as crianças e os jovens à leitura mostrando que as histórias são fonte de diversão e também de instrução; - Proporcionar o resgate da consciência histórica brasileira e uma visão otimista sobre nossas origens; - Incentivar a reflexão e argumentação através das rodas de conversa propostas ao final de cada apresentação e oficina. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 28 (vinte e oito) apresentações gratuitas do espetáculo ARCABOUÇO, um trabalho interativo de contação de histórias, teatro, música e movimento com dramaturgia inspirada em obras de Luis da Câmara Cascudo;com censura livre e duração de 1h e 30 minutos aproximadamente, em escolas públicas, bibliotecas, casas de acolhimento, ONGs, associações e espaços comunitários; - Viabilizar o acesso à cultura de crianças e adolescentes de 7 a 12 anos, das comunidades carentes em situação de risco e vulnerabilidade social, em Curitiba e região metropolitana e em cidades do Paraná e Santa Catarina; - Realizar após as apresentações, uma roda de conversa com a diretora Cleide Piasecki e a participação do elenco a fim de consolidar os conteúdos, estimular o pensamento crítico, promover a participação das crianças desenvolvendo sua autonomia, autoestima e habilidades sociais; - Desenvolver a criatividade e musicalidade das crianças através de e um espetáculo interativo; - Promover a formação de plateia; - Promover acessibilidade a cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida sempre que os espaços apresentarem condições físicas para tanto; - Realizar 04 oficinas de oficinas de adaptação de obras para teatro VIVÊNCIA NA ARTE II a fim de incentivar a formação de multiplicadores em atividades artístico-culturais; - Gerar empregos diretos e indiretos.

Justificativa

Para conhecermos uma história não precisamos da palavra escrita e sim da palavra falada. A forma mais antiga de conhecer histórias é através da oralidade, a história ouvida por nossos avós, que foi contada por nossos bisavós e que hoje ouvimos de nossos pais. A tradição oral tem a função de preservar histórias e garantir às novas gerações o conhecimento de seus antepassados. Para muitos grupos a oralidade é a única forma de resgatar e preservar sua ancestralidade. Uma das principais características do homem contemporâneo é a crença de que o novo é sempre melhor do que o velho. Este homem está convencido que o mundo de infinitas possibilidades a sua volta é obra do acaso. É como se o esforço de gerações para atingir o nível tecnológico, econômico e político atual, não tivesse existido. Ele desconsidera o passado e se atém apenas ao presente. O homem moderno vive numa crise de sentidos, fruto dos processos de modernização da sociedade com consequentes perdas de referências estáveis e seguras; certamente isso gera anseios e desorientação. "... Um homem normal talvez seja aquele capaz de contar a sua própria história. Ele sabe de onde vem (tem uma origem, um passado, uma memória), sabe onde está (sabe de sua identidade) e acredita saber aonde vai (ele tem projetos). Portanto, se situa no movimento de um relato, ele é uma história e pode se narrar. Caso esta relação indivíduo-história venha a se romper por qualquer razão, eis aí o relato partido, a história perdida, a pessoa projetada para fora do tempo. Ela não sabe mais nada, nem o que é, nem o que deve fazer. Se agarra a algumas aparências da existência. O indivíduo surge à deriva, e ainda que seus mecanismos corporais funcionem, ele se perde no meio do caminho, não existe mais". OLIVER SACKS (neurologista) O que diferencia o homem do animal não é a inteligência, mas a capacidade de reter memória. O comportamento antissocial, a descrença e o desrespeito pelo semelhante revelam os resultados de uma sociedade onde as pessoas não se encontram para conversar, para contar e ouvir histórias, para trocarem suas experiências. Nas escolas públicas, muitas crianças e jovens das populações chamadas de risco têm dificuldade de compreender e interpretar a leitura ou não conseguem elaborar fios narrativos. Os contos populares, patrimônio cultural da humanidade de narrativas acumuladas em milhares de anos, podem ajudar os jovens sem individualidade-história a se inventarem, a criarem, através de uma experiência artística, a própria história. A importância da tradição oral que acompanha o homem desde que ele conseguiu juntar palavras em frases e frases em narrativas mais longas é narrá-lo tanto coletivamente como individualmente. Luís da Câmara Cascudo é um dos maiores defensores das narrativas orais e do conto popular tradicional como formador de uma memória emocional, social e antropológica. Em suas obras ele ressaltava a importância do processo de construção da narrativa: a memória como a base estruturante e a imaginação com seus acréscimos e transformações. Somos um país predominantemente oral. No Brasil, uma das maneiras mais usuais de transmissão do conhecimento ainda é a fala. O acervo da tradição oral, recurso que serviu de arcabouço para a literatura de povos de várias partes do planeta, contribui para reverter os problemas de aprendizado, leitura e escrita. Os contos fazem parte dos primórdios da humanidade, neles se encontra o embrião de toda produção literária da humanidade. Sabe-se que a arte narrativa favorece a oportunidade para a simbolização, para o desenvolvimento da capacidade de abstração, para o fantástico, para o desenvolvimento da imaginação criadora. Resgatar o exercício de contar e ouvir uma boa história é uma atividade capaz de produzir novas histórias, criar novos significados para restabelecer nossa confiança em um mundo mais harmonioso e mais humanizado. O projeto "ARCABOUÇO" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. § 3o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento - O projeto cumpre também com os objetivos do artigo supracitado, pois em suas atividades prevê medidas de acessibilidade a cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida; LEGENDAS: Produção de materiais videográficos de teor artístico e formativo com legendas, distribuídos a todas as instituições atendidas pelo projeto a fim de democratizar o acesso ao bem cultural.

Estratégia de execução

Informação não existente.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO ESPETÁCULO: 28 (vinte e oito) Apresentações de “ARCABOUÇO”, um espetáculo interativo de contação de histórias, teatro, música e movimento de 1h aproximadamente; Rodas de conversa ao final de cada apresentação com duração de 30 minutos. Material Gráfico e de divulgação - Flyer Eletrônico; - Banner do espetáculo: tamanho 90 x 1.60m, 4 x 0 cores; - Criação de páginas em redes sociais; Vídeo institucional para divulgação do projeto e do espetáculo; Descrição: O projeto será realizado no Paraná e Santa Catarina para crianças e adolescentes de 7 a 12 anos sem acesso ou com acesso limitado a bens culturais e em situação de risco e vulnerabilidade. Será oferecido gratuitamente em escolas públicas, casas de acolhimento e comunidades carentes, visando a democratização do acesso a arte; PÚBLICO ESTIMADO POR APRESENTAÇÃO: 35 pessoas. Totalizando 980 pessoas; PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO: ampla divulgação na rede pública de ensino, secretarias de educação, associação de moradores e instituições pertinentes; RESULTADOS ESPERADOS: O resultado esperado para esta ação do projeto é a valorização de nossa cultura e referenciais do povo brasileiro transmitidos pela oralidade, canto, dança, e lendas recolhidas por Luís da Câmara Cascudo que falam sobre o espírito popular em sua intimidade criadora, além de contemplar 980 crianças e adolescentes, formando plateia e democratizando o acesso à arte; OFICINA: - 04 aulas práticas da oficina “VIVÊNCIA NA ARTE II”; PROJETO PEDAGÓGICO: técnicas de escrita criativa e adaptação de obras para teatro com apresentação de roteiro no encerramento da oficina e roda de conversa ao final; COORDENAÇÃO: Cleide Piasecki; CARGA HORÁRIA: 14h. LOCAL DE REALIZAÇÃO: rede pública de ensino em cidades do Paraná e Santa Catarina; PÚBLICO ALVO: Esta é uma ação formativa cultural de contrapartida social do projeto, será oferecida gratuitamente e corresponde a pelo menos 10% (dez por cento) do público previsto no plano de distribuição 980 pessoas. Contemplará 104 pessoas, sendo que pelo menos 50% do quantitativo de beneficiários desta ação será constituída de estudantes e professores de instituições públicas de ensino; VALOR: Entrada franca. PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO: As vagas serão amplamente divulgadas na rede pública de ensino, secretarias de educação, prefeituras e instituições pertinentes. As vagas serão distribuídas por ordem de inscrição. As inscrições ficarão disponíveis 20 dias antes do evento e os participantes terão acesso a todas as informações (Cartaz, flyer eletrônico e ficha de inscrição) através das instituições pertinentes e página do projeto nas mídias sociais; OBSERVAÇÃO: As rodas de conversa ocorrerão com Cleide Piasecki, idealizadora, coreógrafa, autora e diretora do projeto. O conteúdo das rodas de conversa abordará o processo criativo desenvolvido na montagem e debate sobre o teatro e a atividade artística em Curitiba. Todas as atividades serão registradas em foto e vídeo com legendas para surdos e portadores de deficiência auditiva e serão disponibilizadas para todas as instituições atendidas pelo projeto. A captação de imagens das atividades também será permitida.

Acessibilidade

O projeto "ARCABOUÇO" adotará as seguintes ações para promover a acessibilidade às pessoas com deficiência: CADEIRANTES E PORTADORES DE MOBILIDADE REDUZIDA: O projeto pretende atender o maior número de comunidades em situação de risco e realizar as ações em locais com acessibilidade para cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida. A escolha de espaços para as apresentações priorizará locais que contam com dispositivos de acessibilidade, bem como locais adequados para sua acomodação na plateia, sempre que os locais oferecidos tenham estrutura para atender a esse público. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: A medida adotada para promover o acesso ao conteúdo dos produtos às pessoas com deficiência auditiva será a disponibilização do vídeo legendado tanto do espetáculo como da oficina para todas as comunidades e escolas atendidas pelo projeto. OBSERVAÇÃO: O projeto prevê a disponibilização de uma pessoa da produção para dar suporte a idosos e a portadores de deficiência física em todas as ações do projeto.

Democratização do acesso

O projeto "ARCABOUÇO" adotará as seguintes ações para democratização de acesso: AÇÃO FORMATIVA CULTURAL: Espetáculo – Vinte e oito (28) apresentações do espetáculo "ARCABOUÇO". LOCAL: em Curitiba e região metropolitana, cidades do Paraná e Santa Catarina. VALOR: Gratuito. PÚBLICO ALVO: Estudantes e professores de escolas públicas crianças e adolescentes de 7 a 12 anos, comunidades carentes, bibliotecas, casas de acolhimento, ONGs, associações e espaços comunitários, sem acesso ou com acesso limitado a bens culturais e em situação de risco e vulnerabilidade. NÚMERO DE VAGAS: 35 por espetáculo. FORMAÇÃO DE PLATEIA: vinte e oito (28) rodas de conversa oferecidas após cada espetáculo; OFIINAS - Quatro (04) oficinas de adaptação de obras para teatro “VIVÊNCIA NA ARTE II”. LOCAL: em Curitiba e região metropolitana, cidades do Paraná e em Santa Catarina. VALOR: Gratuito. PÚBLICO ALVO: Estudantes e professores de escolas públicas; NÚMERO DE VAGAS: 26 por oficina. FORMAÇÃO DE PLATEIA: Quatro (04) rodas de conversa oferecidas após cada oficina; - Público beneficiado pelos produtos culturais: A) Total estimado de público considerado como “formação de plateia”: 980 pessoas para os espetáculos e rodas de conversa; B) 104 pessoas para as oficinas e rodas de conversa; C) Total estimado de público impactado diretamente, com todas as ações do projeto: 1.084 pessoas. PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO: ART. 21 DA IN Nº 02/2019 DO MINISTÉRIO DA CIDADANIA V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - Serão realizadas rodas de conversa após cada espetáculo com o objetivo de consolidar os conteúdos apresentados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Além de permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculo será realizado um vídeo com o registro dos conteúdos apresentados. Este material será oferecido gratuitamente para todas as entidades contempladas com o espetáculo, para o Ministério da Cidadania e patrocinadores; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; - O projeto é composto por: um espetáculo interativo de contação de histórias, teatro, música e movimento, para crianças e adolescentes de 7 a 12 anos; CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINAS DE ADAPTAÇÃO DE OBRAS PARA TEATRO: VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; - Na contrapartida social do projeto serão realizadas 04 oficinas de adaptação de obras para teatro, “VIVÊNCIA NA ARTE II”, para professores e multiplicadores em atividades artístico-culturais e público interessado com apresentação de roteiro no encerramento da oficina e roda de conversa ao final; O objetivo é a inclusão social, o desenvolvimento da cidadania, a conscientização da importância da arte e da cultura, o contato direto com atividades culturais, o desenvolvimento no aprendizado, o desenvolvimento socioemocional, o fortalecimento da auto-estima e consequente transformação social. O projeto garantirá a democratização de acesso a todos os produtos previstos elencados no plano de distribuição e devidamente aferidos na prestação de contas/comprovação de execução.

Ficha técnica

PROPONENTE/COORDENAÇÃO/DIREÇÃO – CLEIDE PIASECKI - Autora, roteirista, diretora de teatro e cinema, coreógrafa e atriz com 39 anos de experiência. Bacharel em Dança pela PUC/PR; formou-se em Cinema Digital pelo Centro Europeu e trabalhou com: Balé Teatro Guaíra, Grupo G2 do Teatro Guaíra, Lala Schneider, Edson Bueno, Gabriel Villela, Ariel Coelho, Raul Cruz, Curso Positivo, Centro Europeu, Núcleo de Ópera Comunitário de Curitiba sob a direção do maestro Ivan Moraes, Associação Beneficente São Roque sob a direção do maestro Alessandro Sangiorgi, entre outros. Seus trabalhos: A Feia, O Dedo Volúvel do Destino, O Cara de Botina, Eis o Cidadão e Levar Flores sem lhe ver conquistaram 26 prêmios e 32 indicações. É autora, diretora e coreógrafa dos espetáculos “La Cena” (em cartaz desde 2016) e “Blow Elliot Benjamin” (em cartaz desde 2011), que fazem parte do repertório da Cia G2 do Teatro Guaíra. PRODUÇÃO – MICHELE MENEZES - Produtora cultural, publicitária (formada pela PUC PR) e especialista em Comunicação Organizacional pela USP. É sócia da Pró Cult, de Curitiba, criada em 2009, onde elabora, capta recursos, administra e produz projetos para diversas companhias de teatro e projetos culturais. Nos últimos 5 anos produziu mais de 20 espetáculos teatrais. Trabalha com a Súbita Cia de Teatro, o Teatro de Breque e Fala Cia de Teatro. Idealizou e realiza a Mostra Novos Repertórios (desde 2007) e a Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças (desde 2015), que integram a Rede de Festivais Internacionais do Brasil. Entre 2010 e 2013 foi parecerista técnica do MinC para projetos da Lei Rouanet. Em 2013 foi membro da Comissão Julgadora do Prêmio Troféu Gralha Azul. Ministra disciplinas de produção em teatro para cursos de formação em artes cênicas (Cena Hum) e pós graduação em produção cultural (PUC PR) e faz parte da banca de direção de produção do SATED - PR. CENÓGRAFO E ADERECISTA - LEOPOLDO BALDESSAR - Desenhista, pintor, escultor, instalacionista, aderecista e cenógrafo. É membro da APAP-PR. Realizou esculturas e adereços para o cenógrafo Gianni Ratto, nos espetáculos A Vida de Galileu e a Ópera Rigoleto e também para o cenógrafo José Carlos Serroni, nas óperas: e as Tosca, Ópera dos Três Vinténs, Don Giovanni e no espetáculo Maria Borralheira. Trabalhou com Hélio Auschbauer, na Ópera La Bohème e em Rei Lear. Foi responsável pelos adereços, arte e acabamentos de cenário realizados para Rosa Magalhães, no espetáculo Paisagem de Meninos. Atuou ao lado do cenógrafo Maurice Vaneau, na Ópera Aída. Criação de arte e acabamentos de cenário para Carlos Kur, na Opereta A Viúva Alegre. Trabalhou em várias montagens do Teatro de Comédia do Paraná. Vencedor do Troféu Gralha Azul de Melhor Aderecista e Melhor Cenógrafo. Foi premiados em diversos salões e mostras e possui obras nos acervos do Museu de Arte (Americana/SP), Casa da Cultura (Itajaí/SC) e Casa da Cultura (Criciúma/SC). VISAGISMO E CARACTERIZAÇÃO - MARCELINO DE MIRANDA - Maquiador e caracterizador de cinema, teatro e publicidade desde 1995, também é ator, cenógrafo e figurinista. Foi maquiador no Carnaval do Rio de Janeiro de 2001 a 2013 nas Escolas: Mocidade Independente de Padre Miguel, Viradouro, Império Serrano e Vila Isabel. Ministrou diversos cursos e foi professor de Maquiagem no Curso de Estética e Imagem Pessoal da Universidade Tuiuti (PR) e Maquiagem e Caracterização no curso de cinema da FAP/PR; Centro Europeu (PR); Art Studio (RJ - MG - ES - PR). Principais trabalhos: Filme Nervo Craniano Zero - Prêmio de Melhores Efeitos Especiais no Thriller Chiller Grand Rapids (Michigan - EUA/2012); Filme Gol a Gol – Indicado a melhor maquiagem no Festival Nacional de Cinema (2009); Longa Metragem Mistéryos - Prêmio de melhor maquiagem no festival de cinema da Lapa (2008); Longa Metragem Estômago - Indicado ao Prêmio da Academia Brasileira de Cinema por Melhor Maquiagem (2007). Prêmios Governador do Estado do Paraná: recebeu 7 indicações, conquistando o prêmio por Otelo (2009); Circo Mundi (2008); Medeamaterial (2004); Com Ciência (2003). ATRIZ - CLEIDE PIASECKI - Profissionalizou-se como atriz em 1980 e já atuou e dançou em mais de 35 espetáculos, participou da companhia de dança de Rita Pavão e estudou com Val Folly e Lu Grimaldi; foi diretora e coreógrafa da Carmin Companhia de Dança e da Escola de Dança do SESC da Esquina em Curitiba; tem experiência com teatro empresa (SESI, SEBRAE e Boticário), ações culturais e eventos. Já foi dirigida por Ariel Coelho (O Despertar da Primavera), Luthero de Almeida (A Lenda do Vale da Lua), Antônio Carlos Kraide (Os Saltimbancos; A Passagem da Rainha; Rock Horror Show, As Bruxas de Salém, A Arca de Noé), Edson Bueno (A Falecida; O Beijo no Asfalto, Gnomos), Raul Cruz (A Outra), entre outros. Atuou em mais de 10 espetáculos sob sua direção (A Feia, O Dedo Volúvel do Destino, Maionese, O Cara de Botina, Para Sempre, As Kamikazes, Eis o Cidadão, Levar flores sem lhe ver, Memórias de um Sargento de Milícias, O Santo e a Porca e Xô) e em sua carreira conquistou 5 prêmios Governador do Estado do Paraná de atriz e atriz coadjuvante: Cataratas (2018) Eis o Cidadão (2000), A Pequena Sereia (1998), O Dedo Volúvel do Destino (1995), Cristóvão Colombo – O Genovês Alucinado (1992). ATOR - NATHAN DIEGO MILLÉO GUALDA – Graduado em Bacharelado em Artes Cênicas – Interpretação pela Faculdade de Artes do Paraná – UNESPAR, formado no curso de Formação de Atores da Cena Hum Academia de Artes Cênicas e, durante três anos, integrou o Núcleo de Encenação SESI – Teatro Guaíra. Em 2013, ganhou o Troféu Gralha Azul pela atuação no espetáculo “Algum Pontinho no Caminho entre o Céu e a Terra” da Companhia de Teatro Regina Vogue, grupo especializado na linguagem dos musicais para crianças. Entre seus trabalhos de maior destaque estão: Os espetáculos "Hoje é dia de Rock" e "Estado de Sítio" com direção de Gabriel Villela, o espetáculo "Mommy" da Setra Companhia e a série "Rarefeito" da Diadorim Filmes. O ator é reconhecido como um dos atores mais promissores da nova geração, tendo participado de festivais como o FILO, Cenas Curtas do Galpão Cine Horto e Breves Cenas em Manaus. Foi aluno de importantes personalidades do teatro, da tv e do cinema, como por exemplo: René Guerra, Tomás Rezende, Marcio Abreu, Duda Maia, Almir Ribeiro, Babaya, entre outros. ATRIZ - MELISSA GIOWANELLA - Formada em Biologia/UFPR (2009) e Fotografia/Centro Europeu (2013) é atriz, videomaker e produtora. Profissionalizou-se como atriz em 2013 e estudou com Mauro Zanatta, Daniel Berbedés e Roger Sena. Em 2018 dirigiu o clipe “Splatterhead”, selecionado em festivais no Brasil, Inglaterra e Colômbia. Principais trabalhos com Cleide Piasecki: La Valse (em pós-produção); Teaser Academia ArtMaster e Drama Filme (2016); Xô (2015); Hamlet Machine (2014); Clipe The Feeling (2012); Levar Flores sem lhe ver (2012). Trabalhou com Tiago Luz - “Cuca” e “Lobisomem” (2017); Eliziana Schuster – Peripécias (2009) e Emerson Rechenberg - “O Homem do Princípio ao fim” (2008) e “A Mais Forte” (2007). Foi pesquisadora para a Cia G2 de Dança do Teatro Guaíra nos espetáculos “La Cena” (2016) e “Blow Elliot Benjamin (2011). Possui trabalhos premiados em salões de fotografia e atualmente é Coordenadora e Professora do Curso de Teatro e Formação Cultural para jovens em situação de vulnerabilidade social no Projeto Tiê.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Fazenda Rio Grande Paraná
Lapa Paraná
Mandirituba Paraná
Morretes Paraná
Pinhais Paraná
Piraquara Paraná
Quitandinha Paraná
Rio Negro Paraná
Tijucas do Sul Paraná
Garuva Santa Catarina
Joinville Santa Catarina
Mafra Santa Catarina
São Bento do Sul Santa Catarina