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PRONAC 193213Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Praga de Unicórnios

LIGA PRODUCAO CULTURAL LTDA.-ME
Solicitado
R$ 554,0 mil
Aprovado
R$ 554,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-11-19
Término
2022-12-31
Locais de realização (8)
Goiânia GoiásCuiabá Mato GrossoCampo Grande Mato Grosso do SulBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Esta peça de teatro para crianças, baseada no livro de Ana Maria Machado é uma fábula urbana que trata do direito da criança à felicidade. A peça utilizará o conceito de protagonismo de plateia, quando esta se torna além de espectadora, agente do acontecimento cênico. As crianças receberão estímulos criativos desde a chegada ao teatro. Com espaço brincante temático na área de espera, performances convidadas e interações no decurso dos acontecimentos em cena, contribuindo para as resoluções da história. O conceito estético transitará por diversas referências imagéticas, como as formas animadas, a trucagem (originalmente um recurso cinematográfico para criar efeitos inesperados e divertidos) com sombras, objetos do cotidiano. Com consultoria pedagógica, a peça é formadora de plateia e da compreensão e interpretação das crianças. A Peça será acompanhada de uma oficina de 4h, em 4 cidades, ministrada duas por cidade, pela arte educadora. Serão abertas inscrições através da divulgação.

Sinopse

ROTEIRO E PERSONAGENS: TODO O ROTEIRO ESTÁ ANEXADO NA PROPOSTA POR TER ULTRAPASSADO O LIMITE DE CARACTERES. A Praga de Unicórnios Adaptação para teatro do livro Praga de Unicórnios de Ana Maria Machado por Lisiane Medeiros, Carlos Azevedo, Marina Fervenza, Amanda Gatti, Lauro Fagundes. Cenário: O exterior de um condomínio constituído por painéis, tendo a iluminação como elemento de modificação do ambiente. Objetos cênicos que surgem e desaparecem pela ação do elenco. Personagens: O Síndico. Bernardino, Mariana e Agnes. Demais personagens são representados por sombras e impressões de luz, bonecos, objetos do cotidiano. Cena 1 Recepção do Público Invertendo o conceito tradicional de espaço cênico, a peça iniciará com a plateia iluminada cenicamente e o palco neutro. A trilha sonora já interfere no ambiente. O Síndico entra com o público e senta na plateia. As crianças/personagens estão brincando pela plateia com seus bichinhos de estimação, representados por bichos de pelúcia e cumprimentando quem chega como se fossem vizinhos. A trilha sonora e a iluminação determinam a modificação do espaço da plateia para o palco e início da história. Cena 2 Apresentação do Condomínio Narração – Até que o tal edifício era “bem bom”. Pelo menos na opinião dos adultos. Tanto que colocaram o nome de Condomínio Felicidade. Tinha garagem, esquadrias de alumínio e vidro fumê. Na entrada do prédio tinha uma palmeirinha solitária e desbotada num vaso. Tinha um tal de playground, assim mesmo , com nome em inglês...que a s crianças preferiam chamar de pracinha. Até que era um lugar legal pra brincar. Mas o playground era todo de cimento. Nada de terra, minhoca, capim, pedra e nem um besourinho ou caramujo. Mas ali as crianças brincavam de imaginar que galopavam lindos unicórnios em um campo enorme; que fugiam da onça-pintada que saía da mata para atacar; que dragões voavam acima do prédio. Criança tem muita imaginação! Cena 3 O Síndico O Síndico levanta da plateia, apresentando-se, cumprimentando e apertando mãos do público/moradores do condomínio. As crianças percebem sua presença com curiosidade. O Síndico dirige-se ao palco para seu pronunciamento: Síndico - Muito prazer. Eu sou o Síndico, novo administrador deste maravilhoso condomínio e eleito pela grande maioria de três moradores que estiveram presentes na assembleia de escolha. (A tudo que o Síndico irá dizendo, as crianças reagem com uma sequência de movimentos atrás dele). Síndico – Para o bom funcionamento do condomínio, vou aproveitar os moradores aqui presentes para comunicar as novas regras: 1- A partir de hoje são proibidos vasos de plantas com terra nos corredores e área externa porque atraem insetos, as folhas secas caem no chão e terra faz sujeira. Desobedeceu: Multa! 2- Fica proibido fazer qualquer barulho das 22 h até as 22 h do outro dia. Conversem em tom baixinho. E não chamem pelos filhos gritando, usem GPS do celular pra saber onde estão e se comuniquem só por whatsapp. Desobedeceu: Multa! 3 – As crianças estão proibidas de brincar pelo prédio. O playground só ficará aberto aos domingos das 14 h até às 14 h e 15 minutos. Tempo suficiente para brincar, pois o trabalho da criança é estudar! Se desobedecerem: Multa! 4 – E a regra mais importante de todas: A partir de hoje fica proibido possuir animais domésticos de qualquer espécie ou tamanho. Bicho transmite doenças, faz barulho, cheira mal e faz sujeira. Como sou um homem tolerante, darei o prazo de 24 h para quem tem bicho, doar, mandar embora, soltar na rua bem longe daqui. Bicho se vira. Desobedeceu: Multa! (A cada regra, as crianças vão expressando espanto, medo. Na quarta regra, as crianças protegem seus bichinhos). Síndico – Dito isto, espero que tenhamos uma ótima e pacífica convivência. Vou afixar as regras pelo condomínio. Bem à vista de todos. As crianças juntam as mãos como quem firma um pacto e à frente do Síndico e da plateia, executam um estranho gestual de transformação e saem galopando de cena. O Síndico reage com estranhamento. Cena 4 O Novo Condomínio À saída das crianças, o Síndico, demonstrando confiança e poder, observado o cenário, abre os braços como um mago e profere uma rima: Batatinhas quando nascem fazem sujeira pelo chão Crianças quando brincam só arrumam confusão Silêncio: Silêncio ou multas ganharão Animais fedorentos, eu não permito, não! A iluminação e o som modificam o ambiente, tornando-o neutro. O Síndico retira todo objeto que contradiga suas regras e sai satisfeito. Um breve momento de vazio se instala na cena. Cena 5 Barra Limpa As crianças, uma a uma, entram em cena executando uma partitura corporal como quem investiga o espaço. Encontram-se no centro da cena, incluindo a plateia na conversa: Bernardino – Barra limpa! O Síndico não tá aqui. Mariana – Não gostei desse Síndico. Ele disse que foi eleito pela maioria. Mas na assembleia só tinha três moradores. Agnes – O prédio tem trinta apartamentos! Bernardino – Trinta apartamentos, tira sete, noves fora...dá só dez por cento dos moradores! Todes – Isso não é a maioria. Mariana – Isso é muito triste. O prédio vai deixar de ser Felicidade, vai ficar sem brincadeiras, sem plantinhas nos vasos, sem música, sem gente conversando, sem bichinhos, sem vida… Vai parecer uma caixa, um caixote, um caixão! (Desaba “morta” no chão. Bernardino e Agnes a socorrem). Agnes – Calma. Vai dar tudo certo. O Síndico não vai poder mandar a gente embora porque a gente tá aqui há muito mais tempo que ele. Bernardino – Isso mesmo! Ele não vai botar a gente pra fora porque nós somos uma turma, um grupo, um coletivo, uma… Mariana – Uma patota! Agnes e Bernardino – O quê? Mariana – Somos uma patota. Bernardino e Agnes – Uma patota? Ah! Um clubinho! Mariana – Isso! Bernardino – E no nosso clubinho tem você, Mariana, que é a mais nova da turma, a menina colorida. Que é meiga, gosta de artes marciais, dança balé. É criativa e faz teatro e tem o seu porquinho-da-índia… Como é mesmo o nome dele? Mariana – Carlos. Bernardino – Isso, o Carlos. Com vocês, Mariana ! Mariana (se apresenta) – Oi. Eu sou a Mariana e vou apresentar um poema de minha autoria para vocês: O Mundo dos Adultos O mundo dos adultos é mesmo muito estranho lá é tudo meio feio Além do grande tamanho Lá não pode ter bichinho Nem fazer nenhum barulho Para onde vai meu pequenino Esse meu grande orgulho Mas agora chega de drama Prazer, sou Mariana Meu porquinho da índia se chama Carlos E eu gosto muito dele Dos meus amigos também Vocês vão logo conheceles, conhencernes, conhercelos... E esse poema eu fiz pra você Bernardino – Palmas pra Mariana! Mariana – Nosso clubinho tem a Agnes. Ela é inteligente e sempre encontra solução pra tudo. Ela gosta de rock e está aprendendo a tocar guitarra com o pai dela. A Agnes tem um gato chamado Bibis que é esperto como ela. E ela também gosta de fazer mágicas. É assim que ela encontra solução pra tudo. (Aplausos). Agnes apresenta seu número de desaparecimento com a participação de Bernardino e a ajuda da plateia. (A cada apresentação os demais puxam o aplauso da plateia). Agnes – Quem juntou esse trio foi o Bernardino. Às vezes as pessoas acham o nome dele estranho, mas ele nem liga e adora ser Bernardino. Ele é muito curioso. Adora ler, cantar e dançar. Tem um papagaio chamado Nelson que sabe recitar poemas. O Bernardino tem um montão de alergias. Mas isso não impede o Bernardino de fazer nada porque ele é muito determinado e feliz. Bernardino – De Gonçalves Dias: A Canção do Exílio com passos de hip hop que eu mesmo criei. Eu gostaria de dizer aqui a distinta plateia que eu não ganhei o prêmio do show de talentos por este número porque disseram que não entenderam nada. Tudo bem. Sem ressentimentos. DJ, solta o som!

Objetivos

Objetivo geral: Oferecer uma experiência cênica na qual a proposta de protagonismo de plateia, compartilhando das soluções encenadas, sirva como estímulo ao pensamento criativo, à empatia e ao sentido de pertencimento das crianças, incluídas como agentes transformadores do meio em que vivem. Objetivos específicos: Levar o teatro de forma democrática e gratuita à crianças de oito estados localizados em distintas regiões do país, com 16 apresentações, duas por cidade. Oportunizar para que 4.800 crianças de 08 cidades, vejam o teatro como representação da infância, plena de imaginação e sensibilidade. Formar plateia para o teatro infantil e adulto, oportunizando o despertar do prazer pela arte dramática ou alimentando-o através boas experiências Ministrar 08 oficinas para 15 crianças em cada uma, com a plano pedagógico anexado ao projeto

Justificativa

A Praga de Unicórnios é a nova versão idealizada pelo Grupo Oazes de outra montagem feita em 1999, na qual parte dos integrantes do grupo participaram, há exatos 20 anos. A brusca mudança nos costumes, sem dúvida impulsionada pela comunicação sem fronteiras e em tempo real, nos possibilita uma interação mais rápida com um número maior de pessoas, que não se traduz em qualidade de relação ou de conteúdo. Estamos com menos capacidade empática e nossa sensação de pertencimento bastante fragilizada. Hoje somos mais diversos e estamos mais intolerantes com o outro. Neste contexto, os conceitos de social, educacional e cultural na infância, evoluíram desde então, Lisiane Medeiros, que assina a atual direção e atuou na primeira montagem, vem construindo há anos um trabalho de pesquisa e aplicação do teatro-educação para o desenvolvimento humano nos primeiros anos escolares. São estimuladas em projetos como o do Coletivo A Barca no colégio João XXIII (em Porto Alegre/RS), estimulando as potencialidades individuais e de grupo através do processo criativo vinculado ao conceito pleno do brincar e o prazer de construir ações e elaborar ideias conjuntas para alcançar objetivos. Destas experiências surgiu a vontade de aplicar a mesma metodologia na elaboração de uma montagem teatral profissional, visto que estamos em tempos em que se valoriza a eficiência, competitividade e metas, mas a importância das relações interpessoais e emocionais é negligenciada. Assim foi montada esta versão que estreia em Porto Alegre, com Centro Municipal de Cultura. De 26 outubro a 17 de novembro.Sextas, sábados e domingos, sempre às 16h.Na Sala Álvaro Moreyra, no centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, av Erico Veríssimo, 307 O texto se mostra tão atual e tão rico em elementos para reimaginação da obra quanto há vinte anos. Tratando da urgência do sonhar e brincar na infância para o pleno desenvolvimento pessoal e para uma sociedade mais feliz, os unicórnios reforçam toda esta proposta como representação da infância; plena de imaginação e sensibilidade. Este texto não é inédito e esta montagem estreia antes do final do edital, por este motivo enviamos as fotos dos ensaios e todo o material que conseguimos da montagem de 20 anos atrás, levando em conta a dificuldade e o custo dos registros naquela época. Na lei 8313/91 Art. 1 este projeto se enquadra nos seguintes incisos: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Na lei 8313/91 Art. 3 este projeto se enquadra nos objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Esta peça, na montagem atual, irá estrear em Porto Alegre, com Temporada na Sala Álvaro Moreyra: De 26 outubro a 17 de novembro/2019.Sextas, sábados e domingos, sempre às 16h.Na Sala Álvaro Moreyra, no centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, av Erico Veríssimo, 307

Especificação técnica

a peça terá duração 55 minutos Que praga é essa? O livro da ilustríssima Ana Maria Machado trazido à cena por si só já representaria a produção de um potente artefato cultural às crianças. Contudo, a montagem do grupo Oazes vem sendo construída de modo a dar atualidade a obra da autora, e com isso, o clássico se refaz, e brinda pequenas e pequenos espectadores contemporâneos com o encontro à "Praga de Unicórnios". A peça, em meio ao desenrolar da história, irá apresentar uma determinada imagem de criança, e desde o olhar pedagógico que posso lançar a ela, esse é um grande feito: apresentar as criança como sujeitos ativos em suas escolhas, competente para expressar seus sentimentos e vontades, e, sobretudo, capazes para a proposição de soluções simples e eficazes para problemas que, talvez, aos olhos dos adultos são de difíceis resoluções. Sendo assim, parece-me possível dizer que, as crianças vão se reconhecer no clássico, atualizado pelo grupo, pois poderão ver -se representadas em imagens potentes sobre si mesmas. E, esse é um aprendizado e tanto ( para crianças e - adultos!)! Ao meu ver, essa é a Praga! Catharina Silveira -orientadora pedagógica do espetáculo OFICINA PARA CRIANÇAS: “Atenção: Criança Brincando!” é uma oficina que utiliza jogos e brincadeiras da infância aplicadas à técnica teatral. Imagine “Batatinha,um,dois,três”, “Pega- pega em Câmera lenta”, “A Hora do Chá”,“Passa Chapéu”, “Gato e Rato”, “Mamãe Posso Ir”, “Chefe Manda”. “Mímica’ ,entre outras brincadeiras,aplicadas a criação de personagens e cenas, desenvolvendo foco, atenção, concentração, consciência espacial,desinibição, empatia e descobrindo soluções em grupo. O teatro como instrumento de socialização na infância tem o potencial de desenvolver aptidões, relações interpessoais e reforçar a autoestima através do faz de conta, do lúdico como expressão individual e grupal.“Atenção: Criança Brincando!” faz parte da didática teatral que Lisiane Medeiros, atriz, diretora e arte educadora em teatro vem desenvolvendo desde 2014 no Colégio João XXIII em Porto Alegre e em oficinas livres em diversos espaços culturais com lindos e afetuosos resultados pedagógicos e artísticos entre as “crianças criativas”, forma carinhosa como se refere às incontáveis pequenas pessoas com quem tem a alegria de trabalhar. Aprender e crescer devem ser tarefas prazerosas e felizes. Onde a criança possa se sentir agente transformadora no meio em que vive.Carga Horária: 4 horasPúblico: Crianças dos 06 aos 10 anos de idadeNúmero de participantes: até 15 criançasNecessidade: de sala com espaço para as brincadeiras ou área coberta CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA TÉCNICA -ADULTOS Público Alvo: pessoas adultas trabalhadoras e trabalhadores na área de ensino e aprendizado de artes cênicas. Carga Horária: 2 horas, até 30 pessoasSúmula: O curso procura orientar profissionais, professores e professoras e estudantes dasáreas de artes cênicas no processo de pedido de equipamento adequado às necessidades dosdiferentes trabalhos de artes cênicas e a utilização adequada do mesmo. Pontos do Curso:● Os diferentes tipos de sistema de sonorização e suas aplicações● Os diferentes tipos de microfones básicos e suas aplicações● Normas básicas de segurança na utilização de sistemas de sonorização● Princípios básicos da utilização de microfones Necessidades:1 projetor e parede branca ou tela para projeção1 caixa de som amplificadas profissional com entradas independentes para microfone(XLR/Combo) e computador (P10/Combo)1 microfone dinâmico direcional (opcional. Informar na ausência deste para que seja providenciado pelo ministrante)Ambiente adequado ao público esperado OFICINA PARA EDUCADORES E EDUCANDOS Teatro Para Ensinar e Aprender Brincando – Oficina de Prática Teatral ComoComplemento Educacional é uma oficina voltada para pessoas adultas, educadoras e educandas das áreas de artes cênicas e arte educação.Segundo o psicanalista Donald Winnicott o exercício artístico teatral é recomendado para o desenvolvimento emocional e cognitivo em qualquer idade porque as dinâmicas teatrais acionam diversas áreas cerebrais ao mesmo tempo, permitindo maior domínio na execução de atividades integradas, desenvolvendo o pensamento criativo que articula soluções, integrando lógica e criatividade e equilibrando as relações interpessoais.A atriz, diretora e educadora teatral, Lisiane Medeiros, une este conceito ao método de teatro educação criado pela célebre professora Viola Spolin, que utilizava as estratégias de jogo em equipe para encontrar soluções cênicas, para, através da utilização de brincadeiras da infância, demonstrar suas utilizações para o desenvolvimento de consciência espacial, coordenação motora, foco, atenção, concentração, abstração,desinibição, empatia e como aplicá-las no cotidiano e na prática de ensino e aprendizado de artes cênicas e arte educação. público alvo: educadores e educandos de arte educação, artes cênicas tempo de duração 2h, até 60 alunos

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Duas das cidades da turnê terão acessibilidade total, com tradução em libras e roteiro audiodescritivo preparado a partir das características de cada espaço de apresentação e iniciado desde o momento da chegada ao teatro, na ante sala do espetáculo, onde receberão estímulos criativos. Com espaço brincante temático na área de espera, performances convidadas e interações no decurso dos acontecimentos em cena, contribuindo para as resoluções da história. Serão 04 apresentações com acessibilidade total, 25% das cidades. OFICINA PARA CRIANÇAS - Oficina de Jogos e Brincadeiras Aplicadas ao Teatro, Para Crianças dos 06 aos 10 anos, Ministradas por Lisiane Medeiros- para estas oficinas serão contatadas instituições que trabalham com crianças com deficiência auditiva para garantirmos o público para as oficinas onde teremos tradutor em libras nas 02 oficinas, em duas cidades. Priorizamos locais para apresentações e oficinas que tenham rampas de acesso e banheiros para cadeirantes. Disponibilizaremos um monitor para ajudá-los ao acesso no local. CONTRAPARTIDA SOCIAL – Teatro Para Ensinar e Aprender Brincando – Oficina de Prática Teatral Como Complemento Educacional é uma oficina voltada para pessoas adultas, educadoras e educandas das áreas de artes cênicas e arte educação. Serão ministradas pela profª Lisiane Medeiros. Previsto 4 oficinas, sendo uma em cada cidade. Serão contatadas instituições que trabalham com deficiência auditiva para que possamos atingir, prioritariamente, os professores e educandos destas instituições. As 4 oficinas terão tradutor em libras. Também teremos prioridade em executarmos todas as ações em locais com acessos para cadeirantes e disponibilizaremos um monitor pata recebê-los e direcioná-los.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Todas as apresentações terão entrada franca e os ingressos esgotam-se por ordem de chegada, quando lotar o teatro. Teremos uma reserva de 10% dos acentos para o patrocinador, e 30% para alunos de escolas públicas, o restante será distribuído gratuitamente, configurando-se uma democratização do acesso à arte. Todas as crianças que quiserem participar das oficinas ministradas em 04 cidades, mesmo sem participar do espetáculo serão convidadas. A participação nestas oficinas infantis também será gratuita. Com relação ao art 21 da IN 02/2019, nos enquadramos nos incisos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do Art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; CONTRAPARTIDA - Serão ministradas duas oficinas: técnica e educativa, conforme planejamento e conteúdo programático inseridos neste projeto. As oficinas serão ministradas para alunos e professores da rede de ensino, que serão chamados através das secretarias de educação ou Cursos de Artes dramáticas das Universidades. Estas serão integralmente gratuitas. Serão ministradas por um técnico e uma arte educadora. Serão doze oficinas no total, sendo 08 para profissionais e aprendizes técnicos para 30 alunos, uma por cidade; e quatro oficinas para 60 educadores/educandos cada uma, em 4 cidades.

Ficha técnica

Liga Produção Cultural - Direção de Produção e coordenação adiministrativa A Liga fez direção de produção e administração de diversos projetos, bem como políticas culturais para institutos e centros culturais.Políticas culturais e administração: Centro Histórico-Cultural Santa Casa (2013); Instituto Ling (2014); Biblioteca Sicredi (2010).Administração e direção de produção: Peça de teatro "Caravana dos Poupedis", Fundação Sicredi (2011-2012); Peça de teatro "Rir e Poupar", Fundação Sicredi (2012-2013); Peça de teatro "Zum, Zum, Zum", Fundação Sicredi (2013-2016); Livro Retratos de um Brasil que coopera, Fundação Sicredi (2014); Festival de Cultura em Miniciclos, Pró-Cultura RS (2017); Peça de teatro "Qual vai ser?", Fundação Sicredi (2014-2018). Direção: Lisiane Medeiros registro 304 é atriz e arte-educadora com longa trajetória na cena teatral de Porto Alegre com seu nome ligado a direção de Camillo de Lélis, Luciano Alabarse, Margarida Peixoto, Roberto Oliveira, Dilmar Messias, Ricardo Zigomático entre outros. Premiada no Troféu Tibicuera como atriz,menção honrosa e homenageada no Troféu Açorianos. Foi supervisora da Coordenação de Descentralização da Cultura de Porto Alegre.É professora em A-Barca Escola Aberta de Teatro/Colégio João XXIII. Elenco: Amanda Gatti – registro 12169 é atriz, dubladora, produtora cultural e realizadora audiovisual. Graduada em Produção Audiovisual pela PUCRS com período sanduíche na Universidad de Jaén (Espanha). Sua formação permeia por diversas linguagens artísticas aperfeiçoando-se com artistas renomados. Trabalha em artes cênicas desde 2010, tendo atuado em espetáculos e performances. Pesquisa o cruzamento do teatro e cinema. É co-fundadora do Estúdio X, ao qual dedica-se como fotógrafa. Carlos Azevedo – registro 3385 é ator e inicia em 1982 fundando com Camilo de Lelis e outros o grupo FACE&CARRETOS, com o espetáculo “Sabão, O Menino do Joelho Sujo”. Entre este ano e o presente conta com 34 espetáculos de temporada realizados, 4 longas metragens, cerca de uma dúzia de curtas e diversos trabalhos para vídeo. Macário, o Afortunado (prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Pelotas), Dois Perdidos Numa Noite Suja e O Ferreiro e a Morte são exemplos de trabalho. Lauro Fagundes – registro 14147 é ator e licenciando em Teatro (UFRGS). Prêmio Revelação como Melhor Ator por GRANDES bênçãos/dáDIVAS preciosas. Fez Carícias, Expedição Monstro vencedor de prêmios Tibicuera, e REMONTAGEM – o nosso amor a gente inventa. Participa de TREMOR – Sobre como as coisas foram chegar a esse ponto, FEITO CRIANÇA, GURIZADA MEDONHA , Cabaré da Vagabundagem e Cabaré do Amor Partido, A Bela e Fiel Ariadne, Wonderland e o que Michael Jackson Encontrou Por Lá e A Menina do Cabelo Vermelho. Marina Fervenza - é atriz, performer e graduanda em Bacharelado em Teatro na UFRGS. Desde 2010 realizou oficinas com Teatro Sarcáustico, Mona Kloos (ALE) e na Casa de Teatro de Porto Alegre. Entre seus trabalhos estão o espetáculo “90 Ceias” (2017), dirigido por Vitória Titton (Prêmio Açorianos Revelação de 2018 de Melhor Espetáculo e Melhor Direção), a performance “Andorra” (2018) dirigido por Nina Ludemann e o espetáculo “Neva” (2018) dirigido por Silvana Rodrigues. Equipe Técnica: Casemiro Azevedo – registro 1083 é designer de Iluminação. Vencedor do Prêmio Tibicuera de Melhor Iluminação (2012) por "As Aventuras no Fundo do Mar" e o Prêmio Tibicuera de Melhor Iluminação (2016) por "É Proibido Miar". Trabalha com grandes nomes do teatro gaúcho. Seus principais trabalhos como Iluminador: “Nós por Nós” e “CNPJ: Uma Comédia Totalmente Ficcional” do Grupo Teatro Sarcáustico, “Yerma Ou Quanto Tempo Até Transbordar o Balde” do grupo Atelier, “Rubro” espetáculo de dança do grupo Khaos Cênica. Vitório O. Azevedo – registro 1170 integrante do Grupo Oazes, trabalha desde 2013 como técnico de som e engenheiro sonoro, tendo trabalhado com diversos grupos e festivais de teatro, dança, circo e música de relevância. Trabalha desde 2015 com desenho de som e composição de trilha sonora, tendo realizado a trilha de diversos trabalhos de teatro, dança e audiovisual como “Nós Por Nós” - Teatro Sarcástico, “Às Vezes Eu Kahlo” - GEDA Cia. De Dança Contemporânea, “Milhões Contra Um” - Grupo Oazes, entre outros. Também será oficineiro da parte técnica. Produção executiva: Ursula Collischonn – registro 9928 Bacharel em Teatro UFRGS. Produz A Última Peça; Lúcia e o navio espaçonave. Produziu: O Sobrado em mostras universitárias em Lisboa e Coimbra. Fez Qual vai ser?; Lúcia e o navio espaçonave; Nós por Nós; Yerma, ou quanto tempo leva para transbordar um balde; O Sobrado e Incidente em Antares; Fantástica Fábrica de Natal e Natal Pelo Mundo; O Linguiceiro da Rua do Arvoredo; Wonderland e o que M. Jackson encontrou por lá Açorianos de 2010; Desvario; entre outras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.