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PRONAC 193214IndeferidoMecenato

Festival Audio Rebel Instrumental

AUDIO REBEL COMERCIO DE CDS LTDA
Solicitado
R$ 69,6 mil
Aprovado
R$ -0,00
Captado
R$ 20,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-06
Término
2020-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar um festival com apresentações de música instrumental de relevância no cenário atual da música contemporânea, além de masterclass com os músicos participantes do festival.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O projeto consiste na realização de 08 shows de artistas brasileiros com foco na música instrumental, a partir de uma curadoria pautada na produção independente nacional e local, e na música de vanguarda brasileira. Para tanto, selecionamos artistas de relevância no cenário contemporâneo e de gêneros musicais diversificados. O festival terá duração de oito meses, com uma apresentação por mês. Os shows serão realizados na casa de shows Audio Rebel no Rio de Janeiro. Antes de 04 das 08 apresentações, serão realizadas masterclass gratuitas com os músicos participantes do festival. Programação sugerida (poderá haver mudança após a captação de recursos): 1- Nivaldo Ornelas 2 - Bernardo Ramos 3 - Abayomy 4 - Bruno Abdala 5 - Wallace Função Godoy 6 - Marco Scarassatti 7 -Idriss Boudrioua Base & Brass 8 - Lise Objetivos específicos: _ Contribuir para o fomento e o fortalecimento do cenário musical contemporâneo, sendo palco para esses trabalhos e atuando numa frente consolidada de formação de público para a música independente; _ Realizar 08 shows de música instrumental de artistas contemporâneos a preços populares e com cota de gratuidade para alunos da rede pública de ensino; _ Contribuir para a democratização do acesso a bens e produtos culturais através das 04 aulas do masterclass gratuito e apresentações a preços populares; _ Disponibilizar transporte gratuito (locação de ônibus) para estudantes e professores da rede pública de ensino que assistirão um bate-papo com o curador do festival e depois poderá assistir a uma das apresentações gratuitamente (PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL);

Justificativa

Com este projeto pretendemos preencher uma lacuna importante no calendário da cidade: o de shows de música instrumental contemporânea de artistas com relevância na cena contemporânea nacional, de diferentes regiões do Brasil, e de diferentes gêneros e estilos musicais. Com o projeto será possível garantir um cachê base para as bandas para que os ingressos tenham preços populares, além de uma cota de gratuidade para estudantes da rede pública de ensino e masterclasses gratuitos com os músicos participantes. A primeira edição do Festival Audio Rebel aconteceu entre os anos de 2017 e 2018 com nove shows e nove master classs. Os artistas que paticiparam da primeira edição foram: Idriss Boudrioua Brass Band; Space Charanga Quarteto (Thiago França, Amilcar Rodrigues, Marcelo Cabral e Sergio Machado); Duplexx, Chelpa Ferro e In-Sone; Bella & Cadu e Dedo; Bemônio; Kassin, Monteiro e Mekler; God Pussy; Marlon Sette; e Carlos Malta. A Audio Rebel é um espaço que engloba uma sala de shows para 80 pessoas, estúdio de ensaio, estúdio de gravação e uma loja de discos, vinis e artigos musicais. Fundada em 2005 por Pedro Azevedo, a Rebel vem se consolidando ao longo de dez anos como referência nacional e internacional no cenário da música independente e experimental na cidade do Rio de Janeiro. Ao longo de seus dez anos, a Audio Rebel tornou-se não só referência no cenário nacional e internacional de rock independente/música de vanguarda, como se tornou o principal espaço para uma nova cena carioca de canção/experimentalismo sonoro. Junto do Quintavant, a casa tem sido palco para o surgimento de uma nova geração de artistas cariocas interessados em criar dinâmicas colaborativas entre gêneros e estilos e desenvolverem ampla pesquisa de criação de linguagem musical, preparação e utilização diversificada de instrumentos, técnicas de gravação, etc. Essa inauguração de novas estéticas e experiências propostas por esses artistas estão extremamente imbricadas com a abertura para outras formas de produção e difusão da música que não a mercadológica vigente, só podendo se dar em um contexto como o possibilitado por espaços e redes como a da Audio Rebel. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Festival Audio Rebel estão em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Alínea: Inciso II, Alínea "c": realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDA SOCIAL A palestra/bate-papo com o curador do festival + músico convidado não terá custos com cachês, os profissionais abriram mão de serem remunerados para essa ação.

Especificação técnica

Oito shows de música instrumental para 80 pessoas com duração de uma hora e meia. Ingressos por R$ 10,00 e R$ 20,00. MASTERCLASSES Sempre com duas horas (02h) de duração. Vagas: 80 por masterclasses gratuitas. OS TEMAS SERÃO DEFINIDOS APÓS A CAPTAÇÃO DE RECURSOS. PLANO DE EXECUÇÃO CONTRAPARTIDA SOCIAL Palestra com o curador do festival + um músico convidado para estudantes e professores da rede pública de ensino. Carga horária: 01 hora. Conteúdo programático: O curador do festival e o músico convidado falarão sobre o que é a música instrumental contemporânea (tema do festival) e suas experimentações com diferentes gêneros músicais durante 20 minutos e depois será aberto um debate/bate-papo com o público, com duração máxima de 40 minutos.

Acessibilidade

O festival será realizado no espaço da Audio Rebel para um público máximo de 80 pessoas por show e 80 pessoas por masterclass. o local estará adaptado para recebimento de cadeirantes e pessoas com necessidades especiais e idosos através de rampas de acesso e banheiros adaptados. O masterclass irá acontecer no mesmo espaço acima citado, estando apto a receber pessoas com necessidades especiais, além do ônibus ser acessivel a portadores de deficiência. A ação de CONTRAPARTIDA SOCIAL será realizada no mesmo local acima citado, estando apto a receber pessoas com necessidades especiais, além do ônibus ser acessivel a portadores de deficiência.

Democratização do acesso

PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL 20% dos ingressos para os shows serão distribuídos gratuitamente para estudantes da rede pública de ensino, que deverá ser retirado pelos alunos com a carteira de estudante até 15 minutos antes da apresentação. Serão aceitas apenas carteirinhas de escolas/universidades públicas. Além de convidar participantes de ONGs que trabalhem com a cultura como forma de inclusão social. Total de 16 ingressos por show. 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para patrocinadores. 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para divulgação. 60% dos ingressos serão vendidos a preços populares (R$20,00 normal e inteira e R$10,00 o promocional) Art. 21 da IN nº2/2019: III - Os registros audiovisuais dos shows serão disponibilizados gratuitamente na internet; IV - Será permitida a captação de imagens dos espetáculos, além de autorizarmos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. PRODUTO Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual _ As 04 aulas do masterclass serão gratuitas para todo tipo de público. _ Serão produzidos vídeos das apresentações para serem vinculados gratuitamente na internet. _ Será permitida, também, a captação de imagens das atividades e de espetáculos com autorização para sua veiculação por redes públicas de televisão. Art. 21 da IN nº2/2019: III - Os registros audiovisuais dos shows serão disponibilizados gratuitamente na internet; IV - Será permitida a captação de imagens dos espetáculos, além de autorizarmos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. CONTRAPARTIDA SOCIAL _ Palestra com o curador do festival + um músico convidado para estudantes e professores da rede pública de ensino. Após o bate-papo os estudantes e professores poderão assistir gratuitamente o show da noite. Será disponibilizado transporte gratuito (locação de ônibus). _ 100% dos ingressos serão para professores e estudantes da rede pública de ensino. _ A palestra terá 01 (uma) hora de duração no total, no qual o curador do festival e o músico convidado falarão sobre o que é a música contemporânea (tema do festival) e suas experimentações com diferentes gêneros músicais durante 20 minutos e depois será aberto um debate/bate-papo com o público, com duração máxima de 40 minutos. Art. 21 da IN nº2/2019: II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deciência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - Os registros audiovisuais serão disponibilizados gratuitamente na internet; IV - Será permitida a captação de imagens, além de autorizarmos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Pedro Azevedo - Coordenação do Projeto (proponente) - Responsável pela plena execução de todas as etapas do projeto. Pedro Azevedo formado em comunicação social pela PUC-Rio e músico guitarrista da banda Riveraid, banda que se apresentou em mais de 50 shows em 9 estados brasileiros durante os anos de 2000 e 2005, com uma CD demo lançado. Trabalhou como técnico de gravação e mixagem em diversas álbuns como:Chinese Coockie Poets, El Efecto e Daniel Higs. Fez produção executiva de mais de 60 bandas internacionais, e bandas nacionais com destaque na mídia como: Dead Fish, BlindBigs, Holly Tree, Darvin, ForFun, Strike, CPM22, Mukeka di Rato. É sócio fundador e administrador executivo da casa de shows Audio Rebel e produtor de eventos beneficentes para finalidades tanto culturais como sociais e ambientais, como “Festival de Música Anajé” (para a ONG Anajé), festa para arrecadação de fundos para produção de filmes universitários, etc. Trabalhou voluntário na ONG Projeto Anajé, não somente produzindo eventos como também participando ativamente do seu processo de pesquisa para sua fundação (viagens de pesquisa, contatos acadêmicos). Trabalhou como voluntário na realização da festa do Dia das Crianças no Jardim Zoológico de Niterói, trabalhando na montagem do evento. Músicos/Grupos artísticos: 1- NIVALDO ORNELAS - saxofonista, flautista, compositor e arranjador, autor de 200 obras (entre composições para a música popular, instrumental e erudita). Foi um dos fundadores do Berimbau Jazz Clube, ponto de encontro dos músicos mineiros nos anos 60. Logo depois, participou do Clube da Esquina. Ao longo de 50 anos de carreira, produziu 14 discos autorais. Entre os 16 prêmios que recebeu, destacam-se: Troféu Villa-Lobos pelo disco Portal dos Anjos, Troféu Chiquinha Gonzaga pelo álbum Viagem Através de um Sonho, Prêmio Sharp pelo álbum Arredores sobre o folclore mineiro e Prêmio de Melhor Trilha Sonora (filme Dança dos Bonecos, de Helvécio Ratton). Em 2014 recebeu o Prêmio Jazz de Minas durante o Savassi Festival e, em 2016, o Prêmio do Festival de Inverno da UFMG. Transitando muito bem entre o erudito e o popular, sua arte abrange também composições para cinema, teatro e balé. Entre os trabalhos mais recentes estão: a idealização da Jazz Mineiro Orquestra e a Série Brasil Holanda – ensaio poético musical sobre a influência Holandesa no nordeste. www.nivaldornelas.com.br. 2 - BERNARDO RAMOS Integrou a Itiberê Orquestra Família durante 10 anos, com a qual gravou três álbuns e se apresentou nas mais importantes salas de concerto do Brasil e da América Latina, além dos mais representativos festivais de jazz do país. Nesse período, Bernardo teve a oportunidade de absorver profundamente os princípios e técnicas da escola hermetiana, podendo desenvolver sua própria voz, uma abordagem particular da riqueza legada pelos mestres.Como instrumentista, atuou junto a importantes artistas da música brasileira, tais como: Hermeto Pascoal, Idriss Boudrioua, Arismar do Espírito Santo, Nenê, Leny Andrade, Dori Caymmi, Joyce Moreno, entre outros.Bernardo integra o grupo Bamboo, trabalho de grande destaque na cena de jazz contemporâneo brasileira, com o qual gravou dois álbuns autorais: Bamboo (2010) e Abertura (2012). Em 2016, gravou para o selo japonês Spiral Music o álbum Gesto, em trio com Joana Queiroz e Rafael Martini.Atua também em duo com o pianista Rafael Vernet, no sexteto de Joana Queiroz – com o qual gravou dois álbuns: Uma maneira de dizer (2012) e Boa noite pra falar com o mar (2016) – além de trabalhar como guitarrista, produtor e arranjador em projetos como o recém lançado disco da cantora Fernanda Gonzaga, Toda pessoa pode ser Invenção, em homenagem ao pai, Gonzaguinha.Em parceria com Naná Vasconcelos, compôs a trilha musical do espetáculo teatral Capitães da Areia (adaptação de Vitor Hugo), indicada ao prêmio Shell na categoria melhor música. Bernardo foi o vencedor da edição de 2009 do Festival Instrumental de Guarulhos.Atuou como diretor musical nas gravações dos discos do sexteto de sopros Inventos e, na edição de 2013 do Festival Villa-Lobos, Bernardo atuou como guitarrista, arranjador e diretor musical do concerto em homenagem aos 70 anos de Dori Caymmi, no Espaço Tom Jobim, com a participação do próprio Dori, Nana e Danilo Caymmi, além de Joyce Moreno. 3 - ABAYOMY apresenta neste início de ano o show “Afrobeat, Afrontas e Lacrações”, que trará toda a musicalidade da banda em um repertório que visita seus 10 anos de carreira. Além de faixas dos álbuns Abayomy e Abra sua Cabeça, o setlist contará com releituras representativas para a banda, como Meus Filhos, Meu Tesouro (Jorge Ben), Baba Alapalá (Gilberto Gil) e canções da Orquestra Afro-Brasileira. Os músicos prometem também apresentar uma faixa inédita, parte do trabalho que será lançado ainda em 2019.Neste novo ciclo, a sonoridade da Abayomy se volta ainda mais para a música brasileira, explorando ritmos do Norte e Nordeste do país. Expande as experimentações dentro da música africana, e aprofunda a crítica social sem perder a verve dançante e divertida, que são características importantes do som da banda. “Temos que nos divertir e entreter. Acho que de alguma forma nos dedicar a issovai ser a melhor resposta contra aqueles que nos entristecem. Estamos buscando explorar melhor a poesia dentro da mensagem e musicalmente queremos dar um passo adiante sempre. Já temos alguns esboços de músicas e temas já bem encaminhados e esperamos em breve mostrar algumas delas para o público”, comenta o guitarrista Gustavo Benjão.A Abayomy nasceu no Rio de Janeiro como um tributo ao criador do afrobeat, o nigeriano Fela Kuti. Alguns dos 13 músicos já se conheciam, outros se conheceram nos ensaios no Cosme Velho. O que nenhum deles podia prever naquela época é que o show no primeiro Fela Day realizado no Brasil, em 2009, seria um sucesso e despertaria em todos uma vontade irresistível de levar o projeto a outro patamar.Então surge o nome Abayomy, uma celebração às raízes africanas e à convergência de energias e objetivos de seus integrantes: O significado em Iorubá é (entre outras coisas) “encontro feliz”. 4 - BRUNO ABDALA Abdala é produtor musical e utiliza instrumentos eletrônicos para criar um universo sonoro instrumental onde synthetizadores e máquinas se misturam à tradições culturais do Brasil profundo, Ásia e do norte africano. Abdala, que também utiliza as alcunhas de Xinelah Dih Mankuh e Kinah Hamilton, tem trabalhos lançados em diversos formatos por alguns países do globo e parcerias com membros das bandas Hurtmold, Baiana System, Boogarins, Elma, dentre outras. 5 - WALLACE FUNÇÃO GODOYNovo projeto de Renato Godoy que desde 2000 atuando na área de Audio profissional onde pude experienciar momentos diversos do mercado fonográfico. Passei por estúdios como Discover digital Studio 2000-2004 (Primeiro estúdio digital do país sob direção de Guilherme Reis e Fabio Henriques), Cia dos técnicos, Toca do Bandido 2008-2011 (Estúdio projetado e montado por Tom Capone), Monoaural (Estúdio dos produtores Kassin e Bernard Ceppas), Nas nuvens (Estúdio do produtor Liminha) e Audio Rebel.No projeto Wallace Função Godoy mistura suas influencias de free jazz, rock e improvisação que eram características do CCP e outras bandas que já participou, com a vivencia do Rio de Janeiro, zona norte dos anos 80/90. Funck, noize e vinhetas se misturam ao som tocado por Renato na bateria acústicas, samplers, efeitos e eletrônicos. 6 - MARCO SCARASSATTIArtista sonoro e compositor, realiza pesquisas em educação musical, pesquisa e constrói esculturas, instalações e emblemas sonoros. É professor da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Participou e/ou compôs peças musicais que foram apresentadas nos seguintes festivais: ISIM Conferência (EUA, 2007), 3ª Bienal PATAGONICA (2007), Encontro de Arte Sonoro Tsonami (Chile, 2007), Buenos Aires 2009 e 2011, Festival Zeppelin 2008 (Espanha ), Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, MIA (Portugal 2013 e 2014). Criou e participou o grupo Stracs Harampálaga, dedicado à intervenções sonoras em espaços públicos; grupo OlhoCaligari, composto de uma fusão entre poesia e música experimental; e Grupo Sonax, com quem ainda atualmente realiza projetos. Com este grupo lançou o álbum Sonax (2008), que foi lançado em CD pelo selo europeu Creative Sources Recordings. Com um Mestrado em Multimeios e doutorado em Educação, publicou artigos nas áreas de composição, trilha sonora, Educação Musical e Curadoria de Música Contemporânea. Foi idealizador e curador da exposição Paisagens Sonoras Plásticas (2005); do Primeiro Encontro de Música Improvisada, realizado na Unicamp em dezembro de 2007, e criador do Encontro de Costas, que reuniu músicos experimentais portugueses e brasileiros. Compôs ainda Novelo Elétrico, lançado em CD (Clew Eléctrica, Creative Sources Recordings, 2014), Rios Enclausurados (Rivers Cloistered, Seminal Records, 2015) e RUMOR, projeto coletivo com Gloria Damijan, Eduardo Chagas e Abdul Moimême (Creative Sources gravação, 2015) e autor do livro Walter Smetak, o alquimista de sons, publicado pela Perspectiva / SESC (2008). 7 -IDRISS BOUDRIOUA BASE & BRASSCom uma formação que reproduz a alma e a sonoridade de uma compacta big band, Idriss Boudrioua Base & Brass é um supertime de músicos que interpretam o melhor do jazz brasileiro e internacional. O septeto tem dois CDs gravados, sendo o primeiro em homenagem ao saxofonista americano Phil Woods (2007), instrumentista que influenciou uma geração de músicos; e o segundo dedicado ao saxofonista brasileiro Íon Muniz (2013), autor de “Arrocho na Boca”, música presente em praticamente todo o repertório.Com produção, arranjos e composições de Idriss Boudrioua, os dois trabalhos reúnem o que há de melhor no roteiro musical do Base & Brass: das valsas “Waltzin” e “Waltz for Phil”, de Victor Assis Brasil, à bossa nova “Só danço samba”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, passando pelo consagrado jazz internacional com “Ornithology”, de Bennie Harris e Charlie Parker; e “I Wish I Knew”, de M.C. Gordon e M. Warren. Também não podem faltar no repertório composições próprias de Idriss, como “Trois Ami`s Blues”, “Bop for Me” e “Playing for Canuto”.O Base & Brass (que significa base e sopros) conta nos metais com Idriss Boudrioua (sax alto), Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Thiago Ferté (sax tenor) e Henrique Band (sax barítono). Na base, Sérgio Barrozo (contrabaixo), Eduardo Farias (teclado) e EmileSaubole (bateria).Biografia- Consagrado pelo público e pela crítica como um dos melhores instrumentistas do país, o saxofonista Idriss Boudrioua é um francês de alma brasileira. Desde que chegou ao Brasil, em 1982, sabia que aqui passaria muitos anos da sua vida e decidiu viver no Rio de Janeiro, a “Cidade Ímã”, na qual foi personagem no documentário do cineasta Ronaldo German, em 2011. É um dos restauradores de saxofone mais requisitados do país, habilidade que aprendeu na oficina da Selmer, famosa fábrica de instrumentos em Paris. Com nove CDs gravados, Idriss é reconhecido como um dos principais nomes do cenário musical tocando em diferentes formações em casas de shows, teatros, restaurantes e festivais de jazz no país e no exterior. Já dividiu o palco e o estúdio com grandes personalidades da música brasileira e internacional como Marcos Valle, João Donato, Ed Lincoln, Luiz Eça, João Carlos Assis Brasil, Tom Jobim, Djavan, Johnny Alf, Eric Seva, Rosa Passos, Michel Legrand, Fátima Guedes, Leny Andrade, João Bosco, Ed Motta, Alexandre Pires, Tito Madi, Kenny Barron, Jean-Loup Longnon, Célia Vaz, Toninho Horta, Chico Buarque, Joanna, Moacir Santos, entre outros nomes. 8 - LISELise é o projeto solo de Daniel Nunes, no qual explora sonoridades que absorvem elementos da música contemporânea aliados a eletrônica, rock e música ambiente.partindo de temas instrumentais, cria diálogos simultâneos entre a música experimental e a minimalista, convidando os ouvidos a experiências individuais desde o movimento mais consciente, até o mais raro lampejo casual. Lise está em constante transformação indo além do universo musical, permitindo trocas com artistas de outras vertentes que passam pela vídeo-arte e performance.Sobre Daniel NunesDaniel Nunes Coelho compõe trilhas para cinema, longas e curtas-metragens e teatro. É um dos fundadores do selo independente mineiro "La Petite Chambre", dedicado à música experimental e idealizador do festival de música livre "Pequenas Sessões". Já apresentou trabalhos no Itaú Cultural(SP), na Oi Futuro (RJ), MIS (SP), SESC Paulista (SP), Santander Cultural (RS), SXSW (EUA), Focus Wales (Reino Unido), ESMAE (Portugal) e Centro de Arte Contemporáneo (Equador). É membro da banda Constantina e projeto lise com discos lançados na Inglaterra e nos Estados Unidos, shows apresentados em várias capitais brasileiras e países como Argentina, Equador, Estados Unidos, Portugal, França, Inglaterra, País de Gales, Suíça e Bélgica. OBS: OS DEMAIS PROFISSIONAIS SÓ PODERÃO SER CONFIRMADOS APÓS A CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

Providência

Projeto indeferido