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O projeto dá continuidade às oficinas realizadas 3o Panorama Setorial da Cultura Brasileira (PRONAC 151069) que consiste em projeto de pesquisa e compartilhamento de seus resultados em múltiplas apresentações. Como contrapartida social, o projeto oferece a realização de oficinas com atividades formativas e de capacitação para profissionais atuantes no setor cultural. Tanto as apresentações da pesquisa como as oficinas são oferecidas em capitais brasileiras, para propiciar a troca de conhecimentos e informações entre os agentes da cadeia produtiva da cultura. O conteúdo das apresentações tem como base a apresentação e discussão dos resultados da pesquisa Panorama Setorial da Cultura Brasileira em suas 3 edições, realizadas em 2011/2012 (PRONAC 100904), 2013/2014 (PRONAC 1112569) e 2017/2018 (PRONAC 151069). O conteúdo das oficinas de contrapartida social é estruturado a partir das informações coletadas com públicos da cadeia produtiva da cultura.
Resumo dos conteúdos que serão ministrados nas Oficinas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira Atividade 1: Apresentação dos dados, análises e percepções acerca da atuação dos difusores (distribuidores e divulgadores de atividades culturais) na cadeia produtiva da cultura brasileira. O conteúdo base para a atividade será originário dos produtos "pesquisa" e "livro" do projeto cultural do Panorama Setorial da Cultura Brasileira em suas 3 edições. Atividade 2: Práticas e dinâmicas para o ofício do produtor executivo de atividades culturais e para o desenvolvimento de sua atuação, com base em dados e análises apontados pelas 3 edições do PSCB que terão sido realizados até o momento de execução dos ciclos de palestras. Atividade destinada a suprir a falta de conhecimento que os produtores culturais têm sobre a cadeia produtiva brasileira e a dinâmica de ação do setor no país. Atividade 3: Apresentação do ambiente de atuação dos divulgadores e distribuidores de atividades culturais no Brasil e capacitação para a melhoria da ação desses atuantes na cadeia produtiva da cultura. A oficina será elaborada a partir, principalmente, dos dados e análises aferidos pelo 3º PSCB. Atividade 4: Apresentação da relação existente entre marca e patrocínio, como indicada pelas pesquisas do PSCB, bem como as percepções do público sobre as empresas patrocinadores e demais informações que contribuam para a compreensão da ação dos agentes viabilizadores na cadeia produtiva da cultura. Atividade da contrapartida social: Apresentação e discussão com professores e alunos da rede pública de ensino sobre as dificuldades encontradas no desenvolvimento de pesquisas voltadas à cultura. Apresentação da utilização dos resultados em contextos próprios.
Objetivo Geral Dar continuidade à série de oficinas realizadas no projeto 3o Panorama Setorial da Cultura Brasileira (PRONAC 151069) · 1º Fomento: Por meio da disponibilização das informações do setor, será possível aos empreendedores culturais, aos investidores e a outros atores do setor cultural compreenderem como se dá o acesso a recursos - financeiros, logísticos, de comunicação etc. - melhorando a gestão no setor. O projeto apoia-se em contribuir para o livre acesso às fontes de financiamento da cultura através da organização, distribuição e publicação de conhecimento a todos os produtores e profissionais da cultura atuantes no território nacional. As oficinas prestam-se também a favorecer a igualdade de conhecimentos e informações sobre critérios de avaliação e seleção de projetos, facilitando o desenvolvimento de projetos culturais e a consequente democratização da viabilização artística, promovendo a inclusão de quaisquer interessados nessa viabilização. · 2º Qualificação: Propiciar aos atuantes da cadeia produtiva da cultura o conhecimento da dinâmica dos mercados da economia criativa. Estimular a qualificação desses profissionais, que ainda não encontraram oportunidades de construir uma maneira mais articulada de se relacionar com a nova realidade do fazer cultural. O projeto intenciona instrumentalizar os núcleos de produção de conhecimento e cultura, da preservação da memória nacional e pontos de difusão da cultura nacional por meio da democratização de informações restritas a núcleos de maior condição de acesso a esses dados, cumprindo com o objetivo de estímulo à produção e difusão de bens culturais. · 3º Compreensão da diversidade: No Brasil, as práticas culturais acontecem das formas mais diversas. Encontramos diferentes necessidades de infraestrutura para a realização completa da produção cultural, que vai desde a criação, produção, distribuição, circulação, consumo e fruição de bens e serviços culturais. As oficinas prestam-se a fornecer informações qualitativas, para incentivar iniciativas em regiões menos favorecidas em informações, investidores e desenvolvedores culturais, de modo a entregar não só números relativos ao fazer cultural mas, principalmente, estudos de caso e avaliações locais sobre a produção cultural e, assim, favorecer a viabilidade econômica das iniciativas regionalizadas; difundir iniciativas bem sucedidas em sua realização e em seus propósitos culturais, apresentando os diferentes modos de pensar, expressar e fazer, síntese do entendimento do conceito genérico de cultura; · 4º Favorecer aos atuantes do setor cultural o acesso à visão panorâmica e interdependente dos públicos da cadeia produtiva da cultura e suas ações; · 5º Instrumentalizar os produtores executivos de atividades culturais com informações e práticas relativas ao setor cultural, para que possam desenvolver e planejar melhor suas atividades; · 6º Capacitar e instruir os atuantes em divulgação e distribuição de atividades culturais a partir da apresentação de dados, análises e informações obtidos no Panorama Setorial da Cultura Brasileira, para que estes públicos possam compreender a dinâmica de ação da cadeia produtiva da cultura e desenvolver melhorias em suas atividades; · 7º Apresentar aos públicos viabilizadores da cultura informações que contribuam para a compreensão da prática de patrocínio e fomento à produção cultural, além de apresentar percepções (obtidas nas pesquisas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira) acerca das relações existentes entre viabilizadores e produtores, artistas e público consumidor das atividades culturais. Objetivos Específicos Realizar 12 oficinas em capitais braileiras para propiciar a troca de conhecimentos e informações entre os agentes da cadeia produtiva da cultura, tomando por base os resultados da pesquisa Panorama Setorial da Cultura Brasileira em suas 3 edições, realizadas em 2011/2012 (PRONAC 100904), 2013/2014 (PRONAC 1112569) e 2017/2018 (PRONAC 151069). As oficinas serão realizadas nas seguintes capitais: Rio Branco (AC), Maceió (AL), São Luís (MA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Curitiba (PR), Recife (PE), Teresina (PI), Natal (RN), Porto Velho (RO) e Aracaju (SE). Cada oficina, dividida em 4 atividades, tem duração de 12 horas. As oficinas serão oferecidas de forma gratuita ao público. Objetivo da contrapartida social Desenvolver 4 ações educativas-culturais. Disponibilizar para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, e interessados em geral, atividade formativa educativo-cultural sobre como tentar resolver as dificuldades que se apresentam para desenvolver pesquisas sobre cultura e sobre o setor cultural, além de como aplicá-las nos seus contextos. A ação educativa-cultural realizada nas seguintes capitais: Rio Branco (AC), Cuiabá (MT), Recife (PE), Teresina (PI) e Aracaju (SE).
O Panorama Setorial da Cultura Brasileira é um estudo amplo, nacional, em constante desenvolvimento, com a intenção de fornecer um painel sobre a cultura artística no país. Destinado à cadeia produtiva da cultura, fundamentou-se na percepção de que o setor cultural carece de informações e de material de referência para o planejamento de suas atividades. Para tanto, este projeto de abrangência nacional tem como objetivo disponibilizar informação de qualidade, pioneira e inovadora no setor cultural e facilitar a atividade dos atores dessa cadeia produtiva - agentes, viabilizadores, difusores e o público consumidor. Entende-se por agentes os responsáveis pela produção e administração de bens e serviços culturais/artísticos. Constam neste grupo, os artistas e os produtores/ gestores culturais. Os viabilizadores concentram dois atores responsáveis pela viabilização destes bens e serviços culturais/artísticos: o governo, responsável pelas políticas e financiamento do setor, e a iniciativa privada, com contribuições de financiamento e parceria com o governo. Os difusores contemplam todos os atores responsáveis pela distribuição e divulgação dos bens e serviços culturais/artísticos. Veículos de imprensa, teatros, bibliotecas, aparelhos culturais, pontos de venda, críticos etc., entre outros, são atores que estão neste grupo. O ator nomeado como público inclui os consumidores/beneficiados pelas atividades culturais. A primeira edição, Panorama Setorial da Cultura Brasileira 2011-2012, investigou os agentes e os viabilizadores da cultura artística no Brasil. A segunda edição, Panorama Setorial da Cultura Brasileira 2013-2014, dedica-se aos consumidores de cultura, ou melhor dizendo, à população brasileira. Nessa segunda etapa da pesquisa, o objetivo foi compreender as motivações do consumo das artes por parte dos brasileiros. A terceira investigação, Panorama Setorial da Cultura Brasileira 2017-2018 observou os difusores (distribuidores, como livrarias, lojas de CD, teatros, pontos de venda de ingressos online e físicos etc. e os divulgadores, como imprensa, blogs e críticos, entre outros), intencionando compreender suas contribuições para o setor e para a fruição dos bens e serviços culturais/artísticos. Para fechar, um quarto volume de interpretação e análise para relacionar todos os dados completará a visão panorâmica do setor. Tal investigação tem a intenção de ser contínua por meio de diversas formas de coleta e análise de informações para, no longo prazo, formar coletâneas e séries históricas e, portanto, fornecer subsídios de qualidade crescente, contínua e periódica. Além de investigar e produzir informações para o setor cultural, o Panorama Setorial da Cultura Brasileira tem o compromisso de difundir os dados e percepções obtidos no projeto, para que eles possam contribuir no planejamento de atividades culturais e na pesquisa e compreensão da dinâmica de ação da cadeia produtiva da cultura no Brasil. As três publicações já realizadas e impressas foram distribuídas gratuitamente e estão também disponíveis online, para acesso de todos interessados, no site do projeto. A realização de oficinas de apresentação de resultados e capacitação para produtores culturais, artistas, imprensa e demais interessados, já realizadas em 12 capitais brasileiras no ano de 2019, contribui ainda mais para o desenvolvimento e melhoria de desempenho dos atuantes da cadeia produtiva da cultura brasileira, por meio desse contato presencial, troca de conhecimentos e informações. As oficinas são gratuitas ao público. Assim, este novo projeto pretende dar continuidade com a realização de mais 12 oficinas, em outras 12 capitais, no intuito de disseminar os resultados e criar redes de troca e discussão entre a cadeia produtiva da cultura. A Lei de Incentivo à Cultura é mecanismo fundamental para obtenção de recursos para a realização deste projeto, assim como foi para a realização das três publicações mencionadas. De acordo com o Art. 3o. da Lei 8.313, o projeto cultural ora apresentado atende aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante oferecimento gratuito das oficinas aos participantes da cadeia produtiva da cultura: II - fomento à produção cultural e artística, mediante disponibilização das informações do setor, possibilitando aos empreendedores culturais, aos investidores e a outros atores do setor cultural compreenderem como se dá o acesso a recursos - financeiros, logísticos, de comunicação etc. - melhorando a produção e a gestão no setor. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Este projeto atende, ainda, aos preceitos do Art. 1o. da mesma Lei, ao I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Em atendimento ao Art. 22 da Instrução Normativa n. 2 de 2019, propôs-se uma ação de formação educativo-cultural especialmente voltada a estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Em 2019 foram realizadas Oficinas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira, dentro do projeto 30 Panorama Setorial da Cultura Brasileira (PRONAC 151069) em 12 capitais, a saber: Brasília (DF), Manaus (AM), Belém (PA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Palmas (TO), Salvador (BA) e Goiânia (GO). Este projeto dará continuidade a essas oficinas em outras 12 capitais, além de 5 atividade de contrapartida social.
Projeto pedagógico das Oficinas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira As Oficinas do PSCB são divididas em 4 atividades: Atividade 1 – A cadeia produtiva da cultura e os resultados do estudo PSCB Objetivos: Apresentar dados para o planejamento de ações culturais; sensibilizar para a importância do planejamento estratégico no desenho de ações culturais. Descrição da atividade: O estudo Panorama Setorial da Cultura, já com 10 anos em curso, investigou a cadeia produtiva da cultura brasileira por meio da perspectiva de seus atores: iniciativa privada, governo, produtores, artistas, consumidores, distribuidores e divulgadores. A atividade apresenta os principais dados das coletas nacionais, colocando em discussão pontos de atenção necessários a qualquer desenvolvimento cultural, seja no âmbito de produções artísticas, seja na dimensão de políticas culturais. A atividade é subsídio para o processo de planejamento cultural. Público: Proessores e estudantes da rede pública de ensino; atuantes da cadeia produtiva da cultura: agentes viabilizadores, artistas, produtores, distribuidores, divulgadores, estudantes universitários de produção cultural, artes, comunicação, administração e demais ciências humanas, fornecedores, imprensa, difusores digitais de cultura e interessados em geral. Atividade 2 – A produção cultural brasileira Objetivo: Conhecer os perfis dos produtores culturais, a partir dos resultados da pesquisa, em uma cultura tão diversa quanto a brasileira. Desenvolver a formação de um pensamento estruturado, os conhecimentos necessários para o exercício da profissão e sua estreita relação com as políticas culturais. Pensar sobre a lógica das leis de incentivo à cultura. Público: Aberta a produtores executivos de atividades culturais, gestores de bens e atividades culturais, estudantes universitários de produção cultural, artes, comunicação, administração e demais ciências humanas, artistas, fornecedores e interessados no tema. Atividade 3 – Distribuição e divulgação de atividades culturais Objetivo: Entender como a difusão das artes constrói, junto com a produção e com o consumo, os sentidos da cultura. Verificar a dimensão de importância dos processos de comunicação (e, portanto, dos processos de difusão) na construção da produção e consumo culturais. Conhecer os fluxos de influência nas artes e as redes de comunicação operantes. Público: Voltada a atuantes na divulgação e distribuição de atividades culturais, imprensa, gestores de equipamentos culturais, gestores de redes digitais da cultura, difusores digitais de cultura, assessores de imprensa e interessados no tema. Atividade 4 – Como pensam os viabilizadores de cultura Objetivo: Entender as práticas de investimento e atuação em cultura, o funcionamento do investimento em cultura e a avaliação dos resultados destes investimentos na percepção dos gestores e decisores dos investimentos em cultura e seu contraponto com os produtores culturais. Público: Voltada aos investidores culturais da iniciativa privada e governo, gestores e decisores de investimentos em cultura, produtores e gestores culturais públicos e privados e interessados no tema Número estimado de participantes e duração por atividade Ativ. 1: 200 participantes - 4 horas de duração Ativ. 2: 150 participantes - 3 horas de duração Ativ. 3: 150 participantes - 3 horas de duração Ativ. 4: 150 participantes - 2 horas de duração Carga horária 12 horas de atividades de formação por oficina. Metodologia Palestras e aulas expositivas, apresentação de casos exemplo, discussões abertas aos participantes, espaço para reflexão em grupos acerca do tema abordado. Material didático Todas as atividades de formação ofertadas pelo projeto terão como base teórica as edições do PSCB (as já concluídas e a que se realizará com o presente projeto). Também serão utilizados recursos audiovisuais desenvolvidos pelos profissionais que ministrarão cada atividade. Locais de realização: Rio Branco (AC), Maceió (AL), São Luís (MA), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Curitiba (PR), Recife (PE), Teresina (PI), Natal (RN), Porto Velho (RO) e Aracaju (SE). Atividade de formação educativo-cultural da contrapartida social: Resumo dos conteúdos: Apresentação e discussão com professores e alunos da rede pública de ensino sobre as dificuldades encontradas no desenvolvimento de pesquisas voltadas à cultura. Apresentação da utilização dos resultados em contextos próprios. Objetivo: Entender as dificuldades encontradas no planejamento e desenvolvimento de pesquisas voltadas à cultura. Auxiliar na construção de metodologias e coleta de dados. Encontrar soluções para a utilização do material resultante em seus contextos. Público: Voltada a professores e alunos de instituições públicas de ensino e interessados no tema. Número estimado de participantes e tempo de duração por atividade: As atividades serão realizadas em 5 capitais - Rio Branco (AC), Cuiabá (MT), Recife (PE), Teresina (PI) e Aracaju (SE). São esperados por volta de 50 participantes por cidade, totalizando 250 pessoas. Cada atividade terá duração de 3 horas, totalizando 12 horas de atividades. Todas as atividades são gratuitas para os participantes. As atividades contarão com tradução em Libras e software de leitura; serão realizadas em locais com acessibilidade para os que apresentam problemas de locomoção ou visão.
Medidas de acessibilidade física e de conteúdo do Produto Principal - Oficinas: - Realização das oficinas em locais que ofereçam facilitadores para a locomoção de pessoas com necessidades especiais, tais como banheiros adaptados, rampas e sinalizadores, que servem de apoio para os que tem dificuldades de locomoção e de visão; - As oficinas terão acompanhamento de tradutores em Libras; - As oficinas são faladas, o que permite o acompanhamento do deficiente visual. Para complementar as informações apresentadas, o site de apoio - www.panoramadacultura.com.br - possui programação que permite sua leitura em softwares de leitura para pessoas portadoras de deficiência visual, o que permite estas pessoas possam escutar seu conteúdo. Medidas de acessibilidade física e de conteúdo do Produto Contrapartidas Sociais: - Realização das atividades das Contrapartidas em locais que ofereçam facilitadores para a locomoção de pessoas com necessidades especiais, tais como banheiros adaptados, rampas e sinalizadores, que servem de apoio para os que tem dificuldades de locomoção e de visão; - As atividades das Contrapartidas são faladas, o que permite o acompanhamento do deficiente visual.
Como medidas de democratização de acesso às Oficinas (Produto Principal) apresentadas neste projeto, de acordo com o Art. 21 da IN 2/2019: I – Todas as atividades constantes no projeto são oferecidas de forma gratuita ao público; II – Permite-se a utilização dos resultados das pesquisas por outros pesquisadores, gestores culturais, estudantes e outros interessados, mediante a citação da fonte pesquisadora; III - Disponibilização gratuita na internet do conteúdo das oficinas; IV - As três publicações do Panorama Setorial da Cultura Brasileira estão disponíveis em formato digital para download gratuito; V - Estabelecem-se parcerias visando à capacitação de agentes culturais. Como medidas de democratização de acesso às atividades de Contrapartida Social apresentadas neste projeto, de acordo com o Art. 21 da IN 2/2019: I – Todas as atividades de Contrapartida Social do projeto são oferecidas de forma gratuita ao público; II – Permite-se a utilização dos resultados das pesquisas por outros pesquisadores, gestores culturais, estudantes e outros interessados, mediante a citação da fonte pesquisadora; IV - As três publicações do Panorama Setorial da Cultura Brasileira estão disponíveis em formato digital para download gratuito; V - Estabelecem-se parcerias visando à capacitação de agentes culturais.
Gisele Jordão, dirigente da empresa proponente 3D3 Comunicação e Cultura - Coordenação geral, administração e palestrante Graduada em Comunicação Social, mestre em Gestão Internacional, doutora em comunicação e práticas de consumo (ESPM-SP), Gisele Jordão é professora da ESPM São Paulo, nos cursos de graduação em Comunicação Social e Cursos de Férias de Marketing Cultural e temas afins, desde 1999. É coordenadora do curso de Cinema e Audivisual nesta mesma instituição. Desde 1993, como sócia da 3D3 Comunicação e Cultura, é responsável pela pesquisa e desenvolvimento de estratégias de gestão cultural e ampliação do acesso à cultura bem como o fomento de expressões artísticas. Valores como a comunicação consciente e a sustentabilidade tem pautado seus últimos anos de experiência. Desde o início de sua carreira, realiza pesquisas de comunicação no intuito de compreender formas para a ampliação da participação e da relevância da produção cultural. Compreende que a partir do diálogo entre sociedade civil e artistas, produtores e gestores isto é possível. É autora de livros no campo da comunicação e da cultura e utiliza a tecnologia de stakeholders para aplicar em suas diversas atividades: do fazer cultural à atividade acadêmica. Algumas realizações da 3D3: No cinema, direção de produção e produção de "Cama de Gato" (longa-metragem digital) em 2000; produção executiva de "Mutante..." (curta-metragem), em 2002; direção de produção de Cama de gato. doc (documentário de longa-metragem digital) em 2008 e direção de produção de Vidas no Lixo (documentário de curta-metragem) desenvolvido para exibição no Marco Universal dos Direitos Humanos. Mais de 300 minutos produzidos e exibidos. Na música, parceira da Dubas Música, desde 1999 - selo musical de Ronaldo Bastos, produtor musical e compositor parceiro de Tom Jobim, Milton Nascimento, Lulu Santos, Ed Motta, entre outros. Produção da Semana da Canção Brasileira em São Luiz do Paraitinga, projeto de discussão sobre a Canção Popular Brasileira, recheado de shows, palestras, oficinas com grandes nomes da academia e do mercado musical de todo o país. Esse projeto, ainda, gera um excelente conteúdo que pode ser partilhado e distribuido para contribuir com a discussão das formas de criar e produzir canção popular brasileira. Nos últimos anos, o trabalho é realizado em diálogo contínuo com a cidade e, como fruto desta parceria, parte da equipe é formada por cidadãos luizenses, que foram capacitados e qualificados pelos processos produtivos e educativos instituídos neste evento, frutos de planejamento ininterrupto e flexível. Produção do Coreto Paulista - Festival de Bandas, evento anual, 2008, 2009 e 2010. Em dança, realização da turnê do Balé da Cidade de São Paulo, por ocasião de seu 35º aniversário, e edição de livro comemorativo, em 2003. Produção de eventos e gerenciamento de investimentos privados em cultura, destacando-se Papo-Cabeça, em 2002, evento multidisciplinar do CCBB-São Paulo; trabalho de assessoria cultural e curatorial de projetos para a Associação Alumni, em 2005; assessoria em comunicação para a editora CosacNaify, em 2007 e produção do núcleo educativo do evento Philips, Sense and Simplicity, em 2008. Produção para o WMTF (Wereld Musiek Theatre Festival), Holanda, Bélgica e Itália, do espetáculo Bodas de Sangue. (2006) Desenvolvimento do projeto, produção, criação gráfica e edição do livro Brincadeiras para Crianças de Todo o Mundo, projeto resultante da parceria das ongs CISV e AMBAR, chancelado pela UNESCO como "projeto de cooperação internacional". (2007) Criação e desenvolvimento do A Música na Escola, projeto que tem como objetivo a contribuição para a instrumentalização de professores de música, em resposta à lei que determina a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas de ensino básico. conteúdo disponível para download gratuito em www.amusicanaescola.com.br. Criação e desenvolvimento do Panorama Setorial da Cultura Brasileira. Destinado à cadeia produtiva da cultura, fundamentou-se na percepção de que o setor cultural carece de informações e de material de referência para o planejamento de suas atividades. Tem como objetivo disponibilizar informação de qualidade, pioneira e inovadora no setor cultural e facilitar a atividade dos atuantes dessa cadeia produtiva - agentes (artistas, produtores e fornecedores), viabilizadores (iniciativa privada e governo), difusores (pontos de distribuição de produtos culturais e divulgadores) e o público consumidor. É um projeto de pesquisa, desenvolvido a partir de 3 metodologias combinadas, que tem como recorte a economia da cultura como objeto de estudo; pesquisada em dois âmbitos: do ponto de vista de quem produz e do de quem investe em cultura. Tal projeto tem a intenção de ser contínuo e anual para formar uma série histórica e, portanto, fornecer subsídios de qualidade crescente, contínua e periódica. Outros participantes Renata Allucci - Palestrante e produtora executiva Graduada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie, pós-graduada em Comunicação pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM, especialista em Bens Culturais: Cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas - FGV. Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Doutoranda em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Sócia da Allucci & Associados, atua desde 1994 na produção e gestão cultural, realizando trabalhos em áreas diversas como teatro, música, dança, entre outros. Sua pesquisa inclui os temas patrimônio cultural, festas populares e cadeia produtiva da cultura. Trabalha em parceria com Gisele Jordão há quase 20 anos, tendo participado de grande parte dos projetos realizados pela 3D3 Comunicação e Cultura. Leonardo Birche - Palestrante e produtor executivo Mestrando em Educação pela USCS, graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP, ator formado pelo Teatro-escola Célia Helena e pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena e em Interpretação na mesma instituição, com extensão universitária em História do Teatro na Université d’Avignon et des Pays des Vaucluse. É produtor e ator do Coletivo Cronópio desde 2013, com trabalhos premiados pelo Proac Edital e Prêmio Zé Renato de Incentivo ao Teatro. Professor de interpretação dramática do curso técnico de formação de atores do Teatro-Escola Célia Helena. De 2012 a 2015, foi artista orientador de artes cênicas da Casa do Teatro. Ministrou oficinas no Centro Cultural São Paulo e em unidades do SESC. Desde 2014 é diretor colaborador do Projeto Conexões de Teatro Jovem, realização do National Theatre-UK e do British Council. Trabalha desde 2012 na 3D3 Comunicação e Cultura, como produtor e pesquisador.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.