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PRONAC 193238Prestação de Contas AprovadaMecenato

Plano Anual Observatório de Favelas 2020

OBSERVATORIO DE FAVELAS DO RIO DE JANEIRO-OF/RJ
Solicitado
R$ 3,52 mi
Aprovado
R$ 3,52 mi
Captado
R$ 1,62 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33372251000156IBM BRASIL-INDUSTRIA MAQUINAS E SERVICOS LIMITADA1900-01-01R$ 1,20 mi
73178600000118CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES1900-01-01R$ 400,0 mil
08644821000172ADV ESPORTE E SAUDE LTDA1900-01-01R$ 14,0 mil
13266676000173ASNSMART ACADEMIA DE GINASTICA LTDA1900-01-01R$ 8,0 mil
17147843000118M2 - ACADEMIA E EVENTOS ESPORTIVOS LTDA. - ME1900-01-01R$ 2,8 mil

Eficiência de captação

46.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-01
Término

Resumo

Plano Anual de Atividades dos programas de cultura do Observatório de Favelas. Contempla a realização de exposições de artes visuais; residências artíticas de artes cênicas, artes visuais e música; programa de formação artística e oficinas culturais; palestras, debates, pesquisas para mapeamento de práticas artísticas, e publicações.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivos Gerais - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivos específicos I. Galpão Bela Maré *2 exposições de artes visuais com um programa educativo contínuo; *Manutenção das atividades na biblioteca de artes visuais; II. Imagens do Povo *2 exposições de fotografia; *Eixo de Formação: cursos e oficinas sobre fotografia; *Eixo de acompanhamento e difusão: Manutenção de agência e Banco de Imagens. III. Arena Dicró (Residências Artísticas) *Ensaios Abertos: 12 propostas _ 6 de multilinguagem e 6 de dança - para micro-residências de 3 dias; *#LABDICRÓ: 6 propostas _ 3 de teatro e 3 de dança - para laboratório de 45 dias; *Edital de ocupação da Galeria L: 6 propostas para exibição de artes visuais pelo período de um mês; *Vivências: 4 grupos atendidos em processo de ocupação contínua. IV. Cultura de Periferias *Formação para 50 agentes locais residentes e atuantes nos territórios prioritários do programa, no campo da produção cultural; *Desenvolvimento de 4 linhas de pesquisa sobre instituições, produção e práticas culturais nas áreas de periferia e favelas da cidade do Rio de Janeiro; *2 exposições resultantes do material levantado pelos pesquisadores, com publicações decorrentes em versão impressa e digital; *3 seminários sobre práticas econômicas e culturais de comunidades populares do Rio de Janeiro. V. Amarelo *Oficinas de fotografia, produção textual, produção cultural e design; *Festival de Cinema Independente; *Feira de Afro empreendedorismo; *Festival de Música; *Seminário e publicação de caderno temático sobre intelectualidade negra na contemporaneidade; *Exposição Fotográfica com imagens decorrentes das oficinas de fotografia. PARA UMA MELHOR APRECIAÇÃO DAS ATIVIDADES PREVISTAS SOLICITAMOS CONSIDERAR O PLANO DE TRABALHO COM INFORMAÇÕES COMPLETAS ANEXADAS NO SALIC NO CAMPO ‘MEMORIAL DESCRITIVO’.

Justificativa

O Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Buscamos afirmar uma agenda de Direitos à Cidade, fundamentada na ressignificação das favelas, também no âmbito das políticas públicas. Criado em 2001, o Observatório é desde 2003 uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP). Com sede na Maré, no Rio de Janeiro, sua atuação é nacional. Foi fundado por pesquisadores e profissionais oriundos de espaços populares, sendo composto atualmente por trabalhadores de diferentes espaços da cidade. Temos como missão a elaboração de conceitos, metodologias, projetos, programas e práticas que contribuam na formulação e avaliação de políticas públicas voltadas para a superação das desigualdades sociais. Para serem efetivas, tais políticas têm de se pautar pela expansão dos direitos, por uma cidadania plena e pela garantia dos direitos nos espaços populares. Reconhecendo a multiplicidade de fatores implicados na reprodução das desigualdades, atuamos em cinco áreas distintas: · Políticas Urbanas; · Educação; · Comunicação; · Arte e Território; e · Direito à vida e segurança pública. Com suas iniciativas organizadas a partir destas cinco áreas, o Observatório de Favelas persegue os seguintes objetivos: · Ampliar sua rede sociopedagógica para influenciar na elaboração de políticas públicas, torná-las efetivas e criar práticas de intervenção social nos espaços populares; · Avaliar políticas públicas destinadas à cidade e, em especial, aos espaços populares, a partir da produção de instrumentos conceituais e metodológicos plurais; · Elaborar conceitos, produzir informações e representações que ponham em perspectiva visões estereotipadas e homogeneizantes sobre as favelas e espaços populares; · Incidir no campo das políticas culturais, para que a definição destas reconheça e contemple as manifestações e práticas presentes nos espaços populares; · Formular e implantar práticas exemplares em educação, geração de trabalho e renda, moradia e regularização fundiária urbana, cultura, comunicação, segurança pública e valorização da vida; · Constituir referências inovadoras de produção do conhecimento, dentro e fora de nossa rede social e política, para viabilizar propostas de Direito à Cidade. ÁREA DE ARTE E TERRITÓRIO DO OBSERVATÓRIO DE FAVELAS A história conta que as favelas são territórios fundamentais para criação cultural. Nelas a mistura de arte com a vida faz com que a esperança cotidiana também seja chamada de cultura. Além de patrimônio materialmente inscrito, cultura é conhecimento de nós mesmos. Um sentido de pertencer a algo que nos pertence: o território. É aí que a cultura realiza as possibilidades de apropriação como conceito e de visibilidade como prática social. No entanto, a cultura funciona muitas vezes como uma série de expressões práticas que reforçam hierarquias sociais. Desta forma, alguns sujeitos passam a ser considerados mais "valiosos" em função da sua maior capacidade de acessar e operar com produtos culturais distintivos. Esta lógica ainda encontra forte correspondência entre as políticas culturais, se expressando inclusive na distribuição desigual dos equipamentos e serviços culturais, geralmente concentrados em áreas nobres das cidades. Desde sua fundação, o Observatório de Favelas vem trabalhando para esvaziar de significado as representações estereotipadas das favelas e periferias urbanas. Nosso objetivo neste campo é romper fronteiras e construir "arquipélagos de centralidades" e não "ilhas" isoladas nas áreas já privilegiadas das cidades. Temos certeza que estas novas centralidades não podem ser criadas se não houver troca e encontro entre pessoas de diferentes cantos da cidade. Portanto, nossas iniciativas buscam impactar as políticas públicas de arte e cultura, evidenciando o papel dos espaços populares como matrizes da produção criativa. Para isto, buscamos legar metodologias de mobilização social e produção de conhecimento que assegurem que as práticas e manifestações culturais presentes nas favelas, figurem no conceito de cultura dos formuladores de políticas. O observatório de Favelas acredita na centralidade política da cultura para a construção de um projeto transformador da cidade. A solicitação de apoio ao projeto Plano Anual Observatório de Favelas 2020 junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não há.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

GALPÃO BELA MARÉ Tendo em vista a inclusão de indivíduos que necessitam especial atenção, a produção do projeto desenvolverá estratégias de participação, como o atendimento do Programa Educativo ao público de pessoas cegas e/ou surdas, que necessitam de outras abordagens para contemplar e se aproximar da arte. Será elaborado um programa que estimule os diversos sentidos, abrindo as obras de arte para outras maneiras de contemplação fora da visão e da audição, possibilitando a participação deste público. Além disso, para o público com dificuldades motoras, serão feitos percursos pelo espaço que colaborem para seu acesso às obras expostas e atividades do projeto. PROGRAMA IMAGENS DO POVO As ações do Programa Imagens do Povo acontecem na sede do Observatório de Favelas, local que possui todos os requisitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira, apto a receber pessoas com necessidades especiais. No âmbito das exposições, asseguraremos a sinalização adequada dos espaços, áudio-descrição e descrição em braile das obras expostas. Na necessidade de realizar as ações do Programa em outros espaço, a adequação aos critérios de acessibilidade contará como item de decisão do espaço a ser utilizado. ARENA DICRÓ A acessibilidade física é integral. Possui rampas para acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade limitada. CULTURA DE PERIFERIAS Publicação com versão da publicação final em formato de audiobook.

Democratização do acesso

Todas as atividades propostas neste projeto são gratuitas e atendem a um público diverso: crianças, jovens e adultos sem distinção. A manutenção do site, bem como das redes sociais do Observatório de Favelas, amplia o alcance do projeto, permite que mais pessoas acompanhem e acessem o conteúdo que está sendo produzido pelas atividades do projeto. Ações de articulação e mobilização local: serão mantidas e amplaidas as parcerias com escolas e organizações locais. Serão realizadas sinalizações e atividades em pontos estratégicos da Maré para mobilizar o público. Documentação em foto e vídeo: a documentação será colocada no site e nas redes sociais e enriquecerá o conteúdo de consulta e pesquisa que permanecerá para além dos períodos de atividade do projeto. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de programas e equipamentos culturais, como pode ser verificado nos projetos já realizados. Realização, Coordenação Geral e Comunicação: Observatório de Favelas O Observatório de Favelas é uma organização social de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Sua característica central é o fato de ter sido fundado por moradores das periferias e favelas cariocas. A partir desse “lugar de origem”, a instituição se dedica a construir um projeto de cidade sustentado no reconhecimento e legitimação das diferenças, na afirmação da igualdade de exercício da dignidade humana e no direito à convivência. Todos os conceitos, metodologias, estudos e proposições políticas do Observatório de Favelas têm, assim, o Direito à Cidade como princípio condutor. O Projeto Bela Maré, portanto, é uma expressão material das possibilidades de afirmação da riqueza dos encontros possíveis na cidade, com as práticas culturais como eixo central para a ressignificação das práticas sociais e das formas como as favelas são representadas e reconhecidas. Diretoria de projetos de arte e território do Observatório de Favelas: Isabela Souza: Isabela Souza é Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Mestre em Planejamento Urbano e Reginal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem MBA em Gestão de Projetos pelo IBMEC - RJ e é Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Isabela nasceu e cresceu na Maré e desde 2011, integra o quadro da OSCIP Observatório de Favelas do Rio de Janeiro. Atualmente é diretora de Projetos de Arte e Território da organização. No Instituto Maria e João Aleixo, Isabela integra o projeto GlobalGRACE e atua no desenvolvimento de articulações institucionais. Pesquisa os temas "mulheres", violências e cidade. Jorge Barbosa: Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980), mestrado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990) , doutorado em em Geografia pela Universidade de São Paulo (2002) e Pós-Doutorado em Geografia Humana pela Universidade de Barcelona - Espanha. Atualmente é professor associado da Universidade Federal Fluminense. Fundador e diretor do Observatório de Favelas. Coordenação de projetos de Arte e Território do Observatório de Favelas: Monique Bezerra da Silva: Doutoranda em Geografia pela UFF. Mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Possui Especialização em Gestão de Projetos da Engenharia de Produção, pela UERJ e Especialização em Educação Tecnológica, no CEFET/RJ. Gerente de projetos nas áreas de cultura e inovação social. Danielle Francisco: É jornalista e produtora cultural com 15 anos de atuação. Em 2008 criou a primeira produtora cultural da Baixada Fluminense, a Terreiro de Ideias: Arte, Comunicação, Cultura, assinando a concepção e a direção de produção de mais de 40 projetos em Cinema (curtas e médias-metragens, festivais e mostras), Teatro (espetáculos e oficinas), Música (mostras e festivais), Artes Integradas (projetos e oficinas), Artes Visuais (exposições e videoinstalações) e em projetos sociocriativos como Território Baixada e Festival Roque Pense. É Mestre em Educação, na linha de pesquisa Educação, Comunicação e Cultura em Periferias Urbanas, pela UERJ (2012), com foco nos coletivos culturais da BF. Foi consultora em Educação e Cultura na secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro - projeto Incubadora Rio Criativo (2009–2013). Foi docente da Universidade Unigranrio (2014-2016) nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. É co-fundadora do Gomeia Galpão Criativo e conselheira da Casa Fluminense. Ministra a disciplina ‘Projetos Culturais: do planejamento à avaliação’ no MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, na FGV|Rio, coordenado por Eliane Costa. Rebeca Brandão: É baixadense, produtora cultural, pesquisadora e curiosa da cultura independente carioca e fluminense. Foi produtora de ações realizadas em espaços públicos, como Sarau do Escritório (2014-2016) e Leão Etíope do Méier (2015-2017) e, com esses coletivos, participou da produção do Festival O Passeio É Público (2015 e 2016) e do Mapeamento de Saraus lançado em 2015 (MUFA/Sarau do Escritório). Foi colunista fixa da Agulha - Calendário de Cultura entre janeiro e outubro de 2017. Atualmente está na coordenação da Arena Carioca Carlos Roberto de Oliveira Dicró, equipamento público de cultura localizado na Penha, co-gerido pelo Observatório de Favelas, onde tem desenvolvido projetos de participação ampliada visando construir um modelo de gestão para equipamentos culturais fora do eixo centro- zona sul. Entre as metodologias desenvolvidas nesse espaço estão: Sextabs da Casa, Edital Ensaios Abertos, Edital LabDicró, etc. Priscila Rodrigues: é jornalista do Observatório de Favelas e atua nas áreas de Cultura, Educação, Direitos Humanos, Cidade, Gênero, Relações Raciais e Comunicação. Em 2015, foi Mentora de Mídia Geo Lead do projeto Adobe Youth Voices, no Brasil. Participou também do planejamento e concepção da plataforma digital “Onlaje” e da campanha Favela 3D - Diversidade, Disposição e Direito, projetos da Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC). Roteirizou o curta-metragem “Rotulada – sapatão, preta, gorda e favelada”. E publicou o conto “CaminhoNEGRA” no livro “Um Rio de Cores – Coletânea de Contos & Poesias Homoafetivas”, da editora Metanoia. Está envolvida em projetos relacionados à comunicação popular, favela e ao enfrentamento da LGBTfobia, racismo e machismo. Aruan Braga: Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) com licenciatura completa em Sociologia (FE/UFRJ). Mestre pelo Programa de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (IE/UFRJ). Atuou como gerente de projetos na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (IPP/PCRJ) e também como consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Programa UPPSocial. Jean Carlos Azuos: Artista-Educador, Bacharel em Artes Visuais e Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos | UERJ. Participou de diversas mostras coletivas e foi assistente de curadoria no Festival Mais Performance. Atuou nos educativos do Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Moderna, Museu do Amanhã, entre outros espaços culturais. Integrou as equipes do Travessias 2, 3 e 5, Diálogos Ausentes. Atualmente Organizou e compõe a equipe educativa da exposição Bela Verão. Pesquisadores: Diogo Cunha: Pesquisador de música popular e coautor, com André Diniz, dos livros Nelson Sargento (Olho no Tempo), Na passarela do samba (Casa da Palavra) e a República Cantada: A história do Brasil através da música (Zahar). Coordenou a publicação de Monarco, a soberania do samba (prefeitura do Rio de Janeiro), de João Baptista M. Vargens é coautor com João Carlos Carino do livro Geografia da música carioca (Muriqui Livros) e Zé da Velha e Silvério Pontes: A menor Big Band do Mundo (no prelo). Atuou como pesquisador do Observatório de Favelas nos projetos Estações Musicais da Leopoldina e Memórias dos Domingos de Sol nas Praias do Recôncavo Carioca. Ana Thereza Andrade: Bacharel em Relações Internacionais e Ciências Políticas pelo IUPERJ. Atuou como assistente de pesquisa nos projetos Estações Musicais da Leopoldina e Memórias dos Domingos de Sol nas Praias do Recôncavo Carioca. Produtoras: Marina Lima: Graduada em produção cultural pela Universidade Federal Fluminense e Pós Graduanda (Lato-sensu) em Ensino de Histórias Africanas e Afro- Brasileira no Instituito Federal de Tecnologia e Educação campus São Gonçalo. Idealizadora da Associação Cultural Conexão das Artes em Anchieta, no subúrbio do Rio de Janeiro. O espaço atua no campo cultural nas áreas de cinema, através de oficinas artísticas. Possui experiência em atividades relacionadas à produção executiva e na elaboração de projetos culturais. Atua na Arena Carioca Dicró desde 2017, como produtora de articulação e mobilização, tem como principais atribuições buscar parcerias com as instituições locais, escolas públicas e parceiros do território além de garantir o acesso de público as programações do Equipamento Cultural. Priscilla Souza: Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, pós-graduada no MBA em Gestão Cultural pela Cândido Mendes e há onze anos atua, na elaboração de projetos, organização orçamentária, produção executiva, administração e prestação de contas de projetos culturais além de relacionamento com patrocinadores e operacionalização das leis de incentivo. Ana Paula Gualberto: Produtora empírica desde 2011, iniciou sua trajetória em eventos independentes de hip hop em conjunto com o grupo de pichadores que fazia parte. Com experiência em organizações relacionadas a movimentos sociais, já produziu festivais de teatro como colaboradora do Sesc, além de diversos projetos de artes visuais, graffiti, entre outros. Graduanda em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro, atualmente é produtora executiva da Arena Carioca Dicró. Educadoras: Michelle Barros: Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Fotógrafa formada pelo Ateliê da Imagem. Trabalha na área de forma independente. Atua na área de Produção Cultural desde 2012, onde foi estagiária do SESC Rio e assistente de produção em diversos projetos. Atualmente trabalha com Arte Educação no Galpão Bela Maré, onde atuou nas seguintes exposições Travessias, 3, 4 e 5, Exposição NÓS, Diálogos Ausentes e Bela Verão. Carolina Aleixo: Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, tendo concluído o curso no primeiro semestre de 2017. Atualmente, trabalha como artista-educadora no Galpão Bela Maré, onde trabalhou anteriormente também como artista-educadora nas exposições Travessias 2, 3 e 4. Foi mediadora de duas oficinas de Stop Motion para crianças na Arena Carioca Dicró, nos anos de 2015 e 2017. Trabalhou como estagiária de produção na produtora Imagem Cultural em 2016 e 2016. Durante o estágio, suas principais tarefas estavam relacionadas à produção de imagens. Assina a direção de arte do curta-metragem Vazio do Lado de Fora (Cinéfondation - Festival de Cannes 2017) e de dois videoclipes.

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 569 de 13 de outubro de 2022, publicada no DOU em 14/10/2022.

2020-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro