Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193242Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CORA CORALINA - A ESCRITORA DO BRASIL

MPB FILMES E PRODUCOES ARTISTICAS E ENTRETENIMENTO LTDA
Solicitado
R$ 194,8 mil
Aprovado
R$ 194,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-09
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O documentário tem como proposito mostrar à trajetória de vida da grande poetisa CORA CORALINA, a escritora do Brasil, como ficou conhecida. Esta média metragem mostrará às dificuldades que a poetisa enfrentou até ser reconhecida aos seus 76 anos de idade, mostrar a importância da literatura brasileira e o que essa poetisa representa até os dias de hoje. Nosso olhar está voltado para os elementos sociais, culturais, educacionais e didático. Com duração de 50' minutos. Formato de Finalização FULL HD Clássificação indicativa: Livre

Sinopse

Nascida em 20 de agosto de 1989, ano da proclamação da República, Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas seria apenas mais uma de muitas mulheres que romperam o preconceito e o machismo de sua época, para defender suas ideias. Ela era diferente e assim o foi até a morte. Porém, o artista sobrevive pela sua arte. Ana Lins sobreviveu como Cora Coralina, uma mulher de aparência frágil, mais que era uma gigante na defesa de seu pensamento. E, principalmente, por sua arte. No final do século passado o estudo da mulher não era prioridade para as famílias. Assim, Ana Lins ou Cora Coralina fez apenas os três anos iniciais, o suficiente para ser alfabetizada. Porém, isso já foi o suficiente para despertar a paixão pelas letras. E foi assim que ainda adolescente deu os primeiros passos na poesia. Há registros de 1908 com publicações de suas poesias no jornal A Rosa, do qual era uma das dirigentes ao lado de outras três pessoas que se preocupavam com a cultura no centro-oeste brasileiro. Já com o pseudônimo de Cora Coralina, em 1910, publicou no Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás, o conto "Tragédia na Roça". No ano seguinte, muito jovem, muda-se com o marido para Jaboticabal, no interior de São Paulo. O casal precisava de paz para iniciar a vida. Nesta cidade nasceram os seis filhos. Com a morte do marido, em 1934, dona Cora passou a fazer doces com as receitas que aprendeu com a família, em Goiás e vender livros para Livraria José Olympio. Fez muito sucesso. Dois anos depois, mudou-se para Penápolis. Seu espírito combativo a fez participar de várias ações na cidade, como a criação da Associação Comercial e Industrial e outras. No início da década de 1940, atraída pela farta propaganda de Antônio Joaquim de Moura Andrade quanto à fertilidade das terras de Andradina e as facilidades para comprar o lote, foi para aquela cidade, fundada em julho de 1937. Dona Cora, via a oportunidade de trabalhar na gleba. Assim, como tantos outros, "restos de outras plagas", como escreveu no Cântico de Andradina, foi para a nova cidade. Antes da gleba estabeleceu no comércio com uma loja de armarinhos, o Bazar Borboleta. Mais uma vez mostrou a sua liderança e participou efetivamente de ações políticas da cidade, até mesmo fazendo discursos em palanques improvisados. Tornou-se uma referência para a elite pensante da nova cidade. Pouco tempo depois, finalmente conseguiu o sonho de comprar o lote. O sítio ficava no Bairro Barro Preto, na estrada que ligava Andradina a Nova Independência. Nesta estrada, havia um aclive muito acentuado ao lado do sítio de Cora Coralina. Por muito tempo, o local ficou chamado como "Subida da Dona Cora", era uma referência geográfica para alertar viajantes, principalmente em período de chuva. Em Andradina, Cora Coralina fez uma das obras mais emblemáticas. Para muitos pensadores, pode ser considerada o "Lusíadas" de Andradina, que é o "Cântico de Andradina". Um trabalho que sintetizou a gênese do povo andradinense. Por conta desta vinculação com a cidade, Cora Coralina foi homenageada com a denominação da Biblioteca da Escola Francisco Teodoro de Andrade e da Casa da Cultura. Pouco antes de falecer, aos 95 anos, retornou à cidade para receber o Título de Cidadã Andradinense. Nas Faculdades Integradas Rui Barbosa, participou de ação social com o leilão de livros para beneficiar uma creche. Foi neste evento que um repórter de uma importante emissora de TV perguntou a sua idade. Direta, como sempre foi, ela respondeu-lhe: "Independente da idade, jamais cometa a indelicadeza de perguntar a idade a uma mulher". Dona Cora Coralina retornou a Goiás em 1956. Tinha a missão de evitar a demolição ou venda da casa em que nasceu. Mais uma vez foi vencedora. Hoje na casa funciona o Museu Cora Coralina. Aos 75 anos de idade, em 1965, Dona Cora realiza o sonho de publicar o primeiro livro, com o título "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976 lança seu segundo livro: "Meu Livro de Cordel". Até dezembro de 1980 manteve o nome apenas no círculo literário, mas sem grande projeção nacional. Tudo mudou com o elogio que recebeu de do escritor Carlos Drummond de Andrade, e com o lançamento do seu terceiro livro: "Vintém de Cobre: Meias Confissões de Aninha". Em 1.983, recebeu "O Prêmio Juca Pato" da União Brasileira dos Escritores, como Intelectual do ano de 1.983, já em 1.984 foi nomeada para a Academia Goiana de Letras, onde ocupou a cadeira de número 38, passando assim a ter seu pseudônimo conhecido nacionalmente. Seu quarto livro: "Estórias da Casa Velha da Ponte" foi lançado em 1.985, pouco antes de sua morte, que ocorreu em 10 de abril do mesmo ano. Mesmo após a sua morte, suas obras mágicas continuaram a serem publicadas, tendo a seguinte sequência: 1986 o conto infantil "Meninos Verdes", em 1.996 o livro de poesias "Tesouro da Casa Velha", em 1.999 mais um conto infantil "A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu", no ano de 2.001 poesias no "Vila Boa de Goiás" e finalmente em 2.002 sua terceira obra infantil que recebeu o título "O Prato Azul-Pombinho". Devido a representatividade de Cora Coralina junto a cultura brasileira e a todas as cidades por onde ela passou e deixou seu "rastro" maravilhoso de cultura, poesias e literatura, que hoje, seu nome é um dos destaques da literatura nacional, na qual realmente merece o título de A ESCRITORA DO BRASIL

Objetivos

Objetivos Gerais: O objetivo principal é a divulgação do conhecimento alimentado pela história de vida da Poetisa Cora Coralina através da literatura e poesia, propondo uma reflexão sobre a preservação da literatura brasileira. - Proporcionar através do documentário a percepção transformadora que os bens culturais trazem a sociedade. - A preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, conforme Art. 1º da lei nº 9.313\91. - Incentivar o desenvolvimento e a valorização do acervo literário brasileiro. Objetivos Específicos: Transmitir aos telespectadores, (professores em geral, estudantes, críticos de literatura etc.), através de festivais e mostras - A partir da história de vida da reconhecida poetisa, com destaque em suas obras poéticas. - Sobre a evolução da literatura ao longo do século XX e sobre as relações que a literatura pode estabelecer, enfim, seja com a História, seja com a poesia, literatura, etc. - Estimular a reflexão crítica interdisciplinar; ampliar o conhecimento das obras literárias de Cora Coralina, sobretudo nos meios universitários brasileiros; contribuir para o fortalecimento e a preservação dos patrimônios culturais brasileiros.

Justificativa

Os bens culturais dizem respeito às práticas e domínios da vida social, formas de expressão. O patrimônio cultural é transmitido de geração a geração, criando constantemente a natureza de sua história, gerando sentimento de identidade e continuidade e contribuindo para promover a cultura e a criatividade da sociedade. Conhecer e relembrar a história de uma das maiores poetisas do país, autora de uma rica obra poética que retoma os valores históricos e culturais. O documentário Cora Coralina - A Escritora do Brasil objetiva ampliar a visão cultural e intelectual do público. Tendo Cora Coralina como inspiração para ultrapassar obstáculos, visando que dona Cora começou a escrever com 11 anos de idade mas veio a ser reconhecida aos seus 76 anos, apesar desse tempo Cora continuou se dedicando a poesia pois era sua paixão. O público deverá se sentir privilegiado por suas obras fazerem parte de gerações. Esse documentário nasceu do desejo de estimular a valorização pela literatura brasileira, possibilitando-lhes refletir sobre a relevância das obras de sua criadora e principalmente incentivando-os à preservação dessas obras literárias.

Especificação técnica

Atendendo ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. - Realização de quatro oficinas gratuitas sobre técnicas de produção para cinema e televisão para alunos e professores da rede pública de ensino. Cada oficina terá capacidade para 25 pessoas, sendo beneficiados 100 pessoas no total. ( Contrapartida).

Acessibilidade

Utilizaremos no filme acessibilidade de conteúdo para viabilizar o acesso de pessoas com deficiências como: -Audiodescrição: Que visa tornar a produção acessível às pessoas com deficiência visual.-Língua de Sinais (Libras): Feito por tradutor e intérprete no qual o conteúdo do filme será traduzido num quadro reservado, exibido simultaneamente à programação.-Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE): tradução das falas do documentário em forma de texto escrito.

Democratização do acesso

- Distribuição de cópias em DVD, conforme plano de distribuição, para várias instituições como escolas, ONGs, Universidades, dentre outros locais que possam usar o produto como forma de discussão, exibição, pesquisa e etc. - Inscrição do filme em diversos festivais e mostras, nacionais e internacionais, focando a sua exibição pública em diversas esferas. A maioria desses festivais é aberta ao grande público e têm sessões gratuitas. - Exibição do média-metragem em cineclubes diversos, com a presença do diretor sempre que possível, possibilitando um debate entre a realização e o público. Visando dar relevância ao tema abordado para a apreciação do público e renovando os aspectos trilhados no que diz respeito a literatura e poesia Brasileira.

Ficha técnica

Direção Geral: Nivaldo Franco Bueno: Como diretor geral desde a inauguração da SRCTV no ano de 2012, já esteve à frente de projeto como o documentário: 83 Anos de Andradina. Assina também a direção geral de programas como:Jornal Meio Dia, Repórter Barra Pesada, Sport Show, Auto Estima, Ponto de Encontro.E também coberturas sobre eventos como: Eleições Municipais, Estaduais e Nacionais, desde o andamento da votação até a apuração final das mesmas. Direção Cinematográfica: Paulo Peres Lucas Sócio e Diretor da Produtora de conteúdo MPB Filmes. Conhecido em artes como Paulo Lucas, começou sua carreira em 1992 no litoral de São Paulo, no grupo Atribuna passando pelas emissoras do grupo Tribuna FM e Tv tribuna (rede globo). No litoral de São Paulo Foi diretor da rádio Jovem Pan e Transamérica. Em 1995 trabalhou no Programa Perfil do SBT, Apresentação Otávio Mesquita onde criou e desenvolveu vários quadros para o programa, inclusive foi o responsável pela estreia de Luciano Huck na Tv em um quadro no programa Perfil. Trabalho também com o diretor de tv Roberto Talma (ex diretor artístico da rede Globo), onde desenvolveu vários projetos para a tv, como o programa Trupe extinta tv manchete, programa Terraw na Band entre outros especiais e programas. De 2009 a 2012 trabalhou como diretor no núcleo de projetos especiais da emissora SBT. Em 2013 fundou a produtora de conteúdo MPB Filmes junto com o também diretor Marcelo de Nóbrega. Sócio Presidente da produtora, tem vários projetos no portfólio como: Destaque para o documentário do Chorão líder da banda Charlie brown Jr. morto em 2013, direção Paulo Lucas e Produção MPB Filmes. Criação e direção do espetáculo teatral do programa A Praça é Nossa adaptado pela primeira vez ao teatro, produção de shows, programas de tv- criação e direção do programa de rádio com o elenco da Praça é Nossa na rádio transamérica, entre outros. Produtor Executivo: Marcelo Fernandes Rocha: Produtor executivo do documentário: 83 Anos de Andradina.Também dos programas: Ponto de Encontro e Sport Show. Atuou na mesma função nas coberturas das eleições municipais, estaduais e nacionais desde a fundação da SRCTV no ano de 2012, sobre o andamento das votações, até as suas apurações finais, além de eventos sociais, culturais e jornalísticos da cidade de Andradina e região. Roteirista\Repórter Natali Medeiros Peixoto, – Jornalista MTB- 0087732\SP. nascida em Araçoiaba da Serra no interior do estado de São Paulo e conhecida no meio artísticos por suas produções no entretenimento. Trabalhos realizados: Musical Marcelo Nova no teatro; produções de shows e eventos com parceria com Sesc, produção executiva em musicais para tv com Marcelo de Nóbrega; produção e roteiro do programa a praça é nossa no teatro; pesquisa e produção do argumento do Filme Chorão do Charlie Brown Jr; produção do programa a Praça é Nossa versão para rádio transamérica; Produção de Stand up; assessoria de imprensa para artistas; desenvolvimento de roteiros para programas de tv e seriados. Cinco anos de experiência em produção e entretenimento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.