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PRONAC 193243Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Documentário Jaraguá 2026 em ação

G.A. MORETTI PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 162,4 mil
Aprovado
R$ 162,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SC
Município
Jaraguá do Sul
Início
2020-02-17
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Jaraguá do Sul Santa Catarina

Resumo

Realização de um documentário de 52 minutos, com finalização em HD, sobre a relação entre geografia e memória nos habitantes doVale do Itapocu em Santa Catarina,em Jaraguá do Sul/SC. Aabordagem, ainda que documental, terá foco na ligação pessoal/afetiva que os moradorestem com o lugar onde habitamcom temas sobre cultura, desenvolvimento urbano, mobilidade, resíduos sólidos, meio ambiente, saúde e educação. O filme irá promover um resgate histórico, apresentar o panorama atual e os projetos existentes na cidade para gerar reflexão sobre os temas atuais. O documentário de 52 minutos nos formatos MOV e MP4 comresolução Full HD. Classificação livre.

Sinopse

A obra de documentário seriado em questão tem como objetivo explorar assuntos do cotidiano das cidades do Vale do Itapocu, no Norte de Santa Catarina, retomando aspectos históricos, mostrando arealidade atual e os planos e ideias para as temáticas que impactam o dia a dia das pessoas, mas nem sempre são percebidos na sua complexidade. Os temas são abordados de forma didática, lúdica ecom o intuito de fazer o espectador refletir sobre a sua realidade local, a sua participação na percepção do problema e na construção das soluções, que partem das atitudes individuais e “contaminam” o coletivo.Os assuntos a serem abordados são desenvolvimento urbano, mobilidade urbana, resíduos sólidos, meio ambiente, saúde, educação, patrimônio e memória, matriz econômica. Ainda que os assuntos dos vídeos estejam definidos, uma parte significativa da produção de documentários não se organiza em torno de um roteiro escrito cena a cena, já que parcela importante da construção da obra reside na situação, no local e nas pessoas com as quais a equipe de filmagem se depara no momento da produção propriamente.O roteiro de um documentário se mostra duplamente desafiante. Pois, se é muito “fechado”, anula o fator surpresa e os achados espontâneos da filmagem. E se é muito “aberto”, supõe um importante risco de dispersão. Ainda assim, vale destacar que, o roteiro de documentário se “reescreve” mais tarde, quando da montagem do filme, porque se mantém aberto até a publicação.A forma de abordar o tema e o tratamento que será dado à obra são parte importante do processo de planejamento. Esta ideia geral do documentário coloca as bases para que ele seja entendido, ainda que mantenha uma flexibilidade para receber mudanças criativas. O plano de direção, conforme segue, possibilita fazer um esboço do cronograma e do orçamento preliminar da obra como um todo.Os argumentos iniciais são:1) Patrimônio e memóriaCom as mudanças arquitetônicas, novos modelos familiares, diferentes estruturas comerciais; as cidades modernizam suas características visuais. Alguns imóveis históricos que simbolizavam uma época acabam por se deteriorar ou serem demolidos. Instituições e símbolos que marcaram a transformação de gerações ganham novos significados. Os equipamentos culturais destinados a guardar a memória da cidade, seus documentos e suas referências, são pouco atrativos para a população. Ao resgatar lugares e acontecimentos, o mini-documentário busca suprir a carência de memórias aos moradores da cidade, de valorizar sua história, de conhecer o seu passado para construir um futuro melhor.2) Desenvolvimento econômicoA discussão sobre a nova matriz econômica passa pelas novas regras do Plano Diretor e da atração de indústrias de segmentos não-tradicionais nos municípios da região, além da oferta de infraestrutura e logística. O mini-doc busca apresentar os diversos aspectos que pesam na decisão de empreender ou não em uma cidade, quais realidades já foram alvo de investimentos por parte do setor público e como o setor privado responde a estes estímulos. As profissões do futuro, como as novas gerações se preparam para o mercado de trabalho, quais as novas formas de relacionamento com o público e com fornecedores, como a tecnologia ampliou as oportunidades de negócio e de que forma a cidade está receptiva para a nova revolução industrial.3) MobilidadeJaraguá do Sul é uma cidade que, em 2018, contabilizava 118.907 veículos (Detran-SC) para uma população estimada em 177.697 habitantes (IBGE), a malha cicloviária é de 63 quilômetros (PMJS) e o sistema de transporte coletivo por ônibus tem registrado quedas constantes no número de passageiros (PlanMob). O debate sobre as formas de locomoção passa pela infraestrutura disponível e segurança dos modais, mas também pela cultura da carona solidária, do respeito entre os usuários do trânsito, e adesão a novos equipamentos, como carros e bicicletas elétricos, e patinetes, por exemplo.4) Resíduos sólidosQuase dez anos depois do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a maioria das cidade não conseguiu resolver satisfatoriamente a questão do lixo urbano e poucos cidadãos estão verdadeiramente engajados em mudar a realidade local. Jaraguá do Sul implantou com relativo sucesso um sistema de coleta de materiais recicláveis e estímulo à separação, no entanto as cooperativas de reciclagem ainda lamentam a falta de qualidade das cargas. O lixo orgânico há uma década é enviado ao Aterro Sanitário em Mafra, cidade que fica a 100 Km de distância, gerando gastos e sobrecarregando estradas já congestionadas. Experiências com usinas de biogás e modelos consorciados estão em andamento, e se mostram viáveis num futuro bastante próximo.5) Meio AmbienteMais do que defender as plantas e animais que vivem nos ecossistemas à nossa volta, é preciso fazer a comunidade perceber que o maior beneficiário da preservação da qualidade da água, do ar e do solo é o ser humano. A história da região do Vale do Itapocu remete com freqüência a enchentes, enxurradas e desmoronamentos provocados por volume abundante de chuvas; e alguns momentos de baixo nível dos rios por escassez de precipitação que gera insegurança hídrica. Mas estes episódios são esquecidos, e não raro se verifica despejo de entulhos e desmatamento das margens de rios. Entendemos que a bandeira da valorização do rio, a não poluição, o não desmatamento, as construções que respeitem o limite legal, por exemplo, são questões que passam por reaproximar os cidadãos dos recursos para que percebam a riqueza e só então se sintam responsáveis diretos pelo que acontece no seu meio.6) SaúdeO senso comum relaciona a temática saúde com o tratamento das doenças e oferta de medicamentos para tratá-las. Projetos como o Blue Zones, por exemplo, já demonstraram que práticas simples e a adoção de hábitos alimentares e de atividade física conseguem promover saúde, evitar moléstias e ampliar a longevidade, melhorando a qualidade de vida da população. Em Jaraguá do Sul, registram-se algumas experiências positivas neste sentido. Bairros e postos de saúde já implantaram hortas de ervas medicinais; Academias da Saúde realizam caminhadas com moradores da localidade de baixa renda; grupos de idosos aumentaram a auto-estima e a socialização ao participar de oficinas de artes no Centro da Sociedade e Cultura Artística (SCAR).7) EducaçãoComo manter os alunos interessados nas salas de aula quando tantos estímulos tecnológicos oferecem mais conteúdo, direcionado, e geralmente de forma mais atrativa do que os professores são capazes perante uma turma inteira? A introdução de computadores e aulas de robótica parecem iniciativas tímidas se confrontadas com a velocidade que as mudanças acontecem fora das escolas. Os alunos de hoje estão sendo preparados para amanhã assumirem postos de trabalho, serem líderes nas comunidades, realizarem inovações nos modos de produção, enfim, serem os propulsores da nova economia enquanto precisarão lidar com os problemas da sociedade, tais como o envelhecimento, o bem estar, a saúde, o futuro da educação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realização de documentário com temas sobre desenvolvimento urbano, mobilidade, resíduos sólidos, meio ambiente, saúde e educação; busca-se levar informações e conhecimento às comunidades atingidas, gerando reflexão sobre o passado, a construção do presente e incentivando a população a participar ativamente da construção do futuro da cidade e região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: O documentário será produzidos na região norte de Santa Catarina, e será veiculado na internet através de plataformas digitais (como Facebook e Youtube). Desta forma, assegura-se a capilaridade e acessibilidade ao produto. O documentário terá foco nos seguintes temas: cultura, desenvolvimento urbano, mobilidade, resíduos sólidos, meio ambiente, saúde e educação. Os assuntos são bastante relevantes na atualidade, mas as populações de cidades de pequeno e médio porte raramente têm a oportunidade de ver e refletir sobre suas próprias realidades. Busca-se portanto oferecer à população do Vale do Itapocu - estimada em 271 milhões de pessoas (IGBE 2018) - material de reflexão, pesquisa e entretenimento sobre os temas sugeridos. O projeto também inclui a confecção de um livreto destinado a professores de escolas da região, para servir de material de apoio didático de conteúdo local. O livreto será publicado nas redes sociais, sendo digital e de livre acesso. O documentário poderá ser utilizado nas redes municipal e estadual de ensino como apoio às aulas de história, geografia, e ciências. Almeja-se confeccionar material de apoio complementar às escolas locais e assim levar a reflexão dos temas atuais ao público infanto-juvenil.

Justificativa

O projeto será realizado na região do Vale do Itapocu, importante pólo industrial catarinense, com uma população estimada em 271 mil habitantes. Por serem cidades atrativas de mão de obra durante as últimas três décadas, grande parte da sua população é oriunda de outros municípios e Estados, com sentimento de pertencimento muito heterogêneo e escasso conhecimento a respeito da história local. Este projeto busca suprir essa lacuna, municiando os moradores de informações sobre a história, o presente e os projetos futuros, incentivando assim a reflexão sobre a realidade local e o sentimento de pertencimento. O projeto contribui ainda para a criação e o fortalecimento da identidade das famílias que se instalaram na região e criaram raízes, ajudando a incorporação de novos elementos pela dinâmica natural das cidades. O documentário terá sua produção audiovisual no Sul do Brasil, fomentando a descentralização cultural por se tratar de municípios do interior catarinense. A equipe de produção é composta por profissionais experientes, homens e mulheres, que trabalham na região e conhecem a realidade local. O presente projeto estimula que os profissionais permaneçam nas cidades do interior realizando seu trabalho, sem a necessidade de se transferirem para capitais ou eixo Rio-São Paulo. O documentário traz visibilidade e reflexão a temas da atualidade junto à sociedade em geral, especialmente aos jovens estudantes. Serão consultados acervos públicos e pessoais para o resgate de imagens, ouvidas pessoas de notório saber para resgate de histórias da comunidade e órgão oficiais e de planejamento urbano. Pela divulgação nas redes sociais, o projeto conecta o viés histórico e cultural às tecnologias de acessibilidade de conteúdo e participação social no diálogo sobre as cidades. A ausência de limites geográficos possibilita um maior alcance de público, e a linguagem didática é bem aceita por pessoas de diferentes faixas etárias. Como entidade defensora das memórias da cidade, conforme previsto em seu estatuto, o Observatório Audiovisual - que é parceiro nesta produção - busca alcançar, através deste projeto, as seguintes finalidades,: No curto prazo, manter um registro audiovisual dos aspectos evolutivos da cidade e assim gerar análise e reflexão sobre as características urbanas, e por conseguinte fortalecer o exercício da cidadania. No médio prazo, promover a valorização da memória audiovisual da cidade, incrementando assim o resgate e o debate sobre essa memória e estimulando o desenvolvimento da produção audiovisual nas cidades do Vale do Itapocu. No longo prazo, implementar um acervo audiovisual histórico e difundir as memórias audiovisuais coletivas. Em quais incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra, bem como quais objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados: Art. 1°I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3°II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

Esse projeto originalmente seria um documentário, depois chegamos a alterar para uma websérie, mas chegamos a conclusão por diversos motivos, que é um Documentário média metragem, com 52 minutos de duração, com distribuição de 700 DVDs físicos + distribuição gratuita pela internet. Refizemos o plano de distribuição e a planilha respectiva.

Especificação técnica

Documentário de 52 minutos, será captado através de câmeras FULLHD de uso terrestre, GoPro e drone, equipamentos de monitoração, movimento e áudio. A iluminação será natural e LED à bateria, de fácil manuseio, que dará agilidade no estúdio ou em ambientes fechados. A pós-produção trabalhará com o sistema Apple; softwares Final Cut, After Effects e Smoke, e outros complementares. Após aprovação da montagem, o projeto entrará para a etapa de finalização e colorização.

Acessibilidade

O documentário será publicado na internet, com acesso livre e gratuito, terá áudiodescrição, legendagem descritiva em português e janela com intérprete de Libras, contribuindo assim para a quebra de barreira de comunicação para permitir e incentivar a fruição dos produtos e participação no debate da sociedade a pessoas portadoras de necessidades especiais, conforme prevê a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Democratização do acesso

O documentário será publicado na internet, com acesso livre e gratuito. Haverá ampla divulgação junto à escolas, nas redes sociais e em mídia espontânea sobre o projeto. O livreto de material didático de apoio também será publicado na internet, com acesso livre, gratuito e irrestrito, e um trabalho intenso de divulgação junto às redes de ensino. Será amplamente divulgado o produto final junto a professores e diretores escolares, e será incentivado o uso de material didático complementar sobre os temas abordados no filme, para utilização em sala de aula.

Ficha técnica

Gilmar A. Moretti - produtor executivo e diretor geral Diretor de cinema e teatro, idealizou e dirigiu espetáculos de dança, música, teatro multimídia, e publicou dois livros de poesia e um livro de pesquisa sobre a matriz econômica da região do Vale do Itapocu. Dirigiu os documentários em longa-metragem “Padre Aloísio - A santidade cotidiana”, “Jaraguá 2010. E agora?” e “Idades da Moda”, em co-direção com Marcelo Machado. E também trabalhou com filmes institucionais para Hospital São José, Marisol e WEG. Coordenou o projeto de oficina e produção de baixo orçamento “Jaraguá em Curtas”, “Mostre a cara do seu Bairro 1 e 2”. É produtor executivo e apresentador da websérie documental “Jaraguá do Sul 2026”. Carlos Daniel Reichel - roteirista Roteirista e diretor de cinema, Carlos iniciou sua carreira como estagiário da produtora O2 Filmes. Co-escreveu e dirigiu os curtas metragens Quinta Coluna e Garoto VHS, ambos exibidos e premiados em festivais dentro e fora do Brasil. Foi vencedor da bolsa de roteiro cinematográfico CAPES / Fulbright e cursou mestrado em escrita dramática na New York University, onde desenvolveu projetos sob a supervisão de Annie Baker, Walter Bernstein e Spike Lee. Escreveu e dirigiu o documentário “Vale Tombado”, sobre o tombamento histórico dos bairros Rio da Luz e Testo Alto em Santa Catarina, além de assinar a adaptação cinematográfica do livro infantil “A Flauta Mágica” e os roteiros do projeto documental “Jaraguá do Sul 2026”, Carlos ministra cursos de roteiro em parceria com o SESC e prepara o seu primeiro longa de ficção, cujo projeto foi vencedor do Edital Catarinense de Cinema. Atualmente escreve a primeira e segunda temporada da sitcom infantil “Bugados” para o canal Gloob, além de ter co-roteirizado a experiência imersiva em VR (Realidade Virtual) “A Linha”, narrada por Rodrigo Santoro e selecionada para a prestigiada mostra competitiva do 76o Festival Internacional de Veneza. Débora Remor - pesquisadora e diretora de produção Jornalista formada na UFSC, trabalhou 10 anos em jornais impressos em Florianópolis e Jaraguá do Sul (SC): Diário Catarinense, A Notícia (como repórter e colunista) e O Correio do Povo (como repórter e editora) e na revista Empreendedor. Atua com produção audiovisual desde 2016, nos projetos audiovisuais Um vereador pra chamar de meu (2016), Cineminha nas Escolas (2016) e na websérie documental Jaraguá 2026 (2017 até 2019), e como assessora de comunicação e gestão de redes sociais para a produtora Escritório de Cinema (2016 até 2019). Atuou como produtora local do programa Almanaque Saúde (Cinegroup e Canal Futura) em 2018, e na produção do vídeo institucional de inclusão/acessibilidade do Museu WEG de Ciência e Tecnologia. Realizou trabalho de pesquisa e relacionamento com entidades para aceleradora de startups Spin (2018). Taís Urquizar - direção de fotografia Diretora, fotógrafa, filmmaker e editora de documentários e projetos audiovisuais. Trabalhou como diretora de fotografia nos documentários longa-metragens “Vale Tombado”, “Padre Aloísio - A santidade cotidiana”, “Hospital São José 80 anos”, “Jaraguá 2010. E Agora?”, e no filme educativo “Vovô Emílio e o caminho do Peabiru”. Participou dos espetáculos teatrais multimídia “O que matou Porfíria Reis” e “O Cavalinho azul”. Ministrou cursos e oficinas de fotografia, e atualmente é coordenadora do projeto educativo experimental 'Audiovisual na Aldeia Piraí', dentro da aldeia guarani Tekoa Piraí. Sandra Simioni - montadora e finalizadora Graduada em Educação Artística com habilitação em Desenho pela UDESC, trabalha com edição, montagem e finalização de vídeo desde 1997. Atuou com animação em 2D, 2.5D e montagem multimídia para peça teatral, como a "Valsa n.6", "O Cavalinho Azul" e "Rigobello - O Inspetor Geral". Ministrou cursos de edição e montagem para alunos do ensino médio em projetos culturais. Desenvolve trabalhos em montagem, finalização, restauração digital de fotografia, colorimetria, e tratamento de imagem, em documentários institucionais como Marisol e WEG, e em longa-metragens como "Idades da Moda", "Jaraguá 2010 E agora?", e "Padre Aloísio - a santidade cotidiana".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.