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O projeto tem por finalidade a realização do festival Cultura na Praça, um evento audiovisual itinerante e ao ar livre, que acontece em espaços públicos das cidades de todo país. Além das exibições cinematográficas, o projeto conta com: 1) apresentações de artistas/grupos locais; 2) oficinas audiovisuais sobre o fazer cinematográfico.
Não se aplica.
O projeto tem por finalidade a realização do festival Cultura na Praça na Grande Vitória, um evento audiovisual itinerante e ao ar livre, que acontece em espaços públicos de cidades de todo país. Através desse projeto pretende-se atender a região metropolitana de Vitória (ES). Além das exibições cinematográficas, presenciais e virtuais, o projeto conta com oficinas audiovisuais e o evento conta com apresentações de artistas e grupos locais.O projeto oferecerá gratuitamente à população:03 eventos em espaços públicos da grande Vitória (ES), sendo que cada evento contará com a seguinte programação:· 01 sessão de cinema ao ar livre;· 01 apresentação artística de grupo local.03 oficinas, sendo:· 01 oficina de cinema para estudantes, onde os participantes irão produzir um filme de curta documentário sobre tema definido pelos próprios alunos, que tenha conexão com a comunidade local;· 02 oficinas de flip book para estudantes, onde os alunos irão aprender conceitos básicos sobre técnicas de animação para o cinema.O filme produzido na oficina de cinema será exibido em escolas da região (contrapartida social), em sala de exibição virtual, durante 4 meses, e nos 03 eventos em espaços públicos, durante as sessões de cinema ao ar livre.Sobre o evento:Um caminhão equipado com a estrutura de projeção percorrerá por 03 localidades da grande Vitória, proporcionando às comunidades sessões gratuitas de cinema ao ar livre. Cadeiras, lixeiras, placas de sinalização, tendas e banheiros químicos serão contratados localmente e disponibilizados nos espaços escolhidos para os eventos.A plateia receberá, gratuitamente, pipoca (preparada e embalada com insumos comprados nas cidades e com emprego da mão de obra local) e água mineral gelada (compradas em cada localidade de exibição).Antes das sessões de cinema, uma atração artística local terá a oportunidade de se apresentar ao público presente. O curta documentário produzido na oficina de cinema pelos alunos será exibido na tela de cinema, com projetor de alta definição, criando identificação imediata com o público. Pessoas, paisagens e histórias serão conhecidas e reconhecidas, proporcionando um momento de grande empatia entre os alunos das oficinas e a comunidade. O evento culminará com a projeção de um longa-metragem de repercussão nacional. Para ampliar a democratização do acesso aos benefícios gerados pelo projeto, o filme produzido na oficina de cinema será também exibido em escolas públicas da região.Para as oficinas serão disponibilizados todos os equipamentos e materiais (câmera, tripé, ilha de edição, equipamento de captação de áudio, drone, entre outros.) necessários à consecução dos objetivos propostos na ementa que será estruturada pelo professor, sob orientação da curadoria do projeto, após sua contratação (que se dará na pré-produção). SOBRE A CURADORIAA curadoria do projeto terá o desafio de compor e organizar uma programação coerente, que conjugue todas as atividades do projeto em um contexto único e que corresponda com o propósito de oferecer ao público diverso, conteúdos culturais atrativos, que proporcionem:· oportunidade de convívio entre os moradores da região e com o próprio núcleo familiar.· ocupação e apropriação dos espaços públicos.· reconhecimento e valorização da cultura local.Além de selecionar os filmes que serão exibidos o curador irá orientar a temática das oficinas e buscar no mercado profissionais competentes e experientes que irão compor o conteúdo programático e executar essa atividade. Também caberá ao curador fazer a seleção dos grupos e artistas locais que se apresentarão antes das sessões de cinema. Ficará a cargo do curador, selecionar o professor para as oficinas que serão ministradas nas localidades.OBJETIVO GERALRealizar o festival Cultura na Praça, um evento audiovisual itinerante e ao ar livre, a ser realizado em espaços públicos da Grande Vitória, com oficinas de cinema, exibições de filmes e apresentações de grupos artísticos locais.OBJETIVOS QUANTITATIVOSComo objetivos quantitativos o projeto tem por meta realizar:· 01 oficina de cinema de cinema, com produção de 01 curta documentário;. Exibição virtual, durante 4 meses, do curta documentário produzido na oficina de cinema;. 02 oficinas de cinema, técnica flipbook;· 03 apresentações artísticas de grupos locais em espaço público;· 03 exibições do filme curta documentário produzido na oficina de cinema;· 03 exibições de filmes nacionais (longa metragem) em espaço público.
O proponente pleiteia recursos junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura, por meio da Secretaria Especial da Cultura, para ampliar os benefícios do projeto levando suas ações a outras comunidades. Para tanto, apresenta objetivos e metas completamente alinhados à legislação vigente, expressa pelo art. 1º da Lei 8.313/91, tendo clara as seguintes finalidades: · contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; · promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; · salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; · estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; · estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; · salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Quanto aos objetivos previstos no art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto pretende alcançar: · incentivo à formação artística e cultural, · fomento à produção cultural e artística; · estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Para tanto, o projeto foi inscrito com dois produtos principais: · Festival/Mostra · Oficinas HISTÓRICO: O projeto vem sendo realizado há 2 anos, no Pará e Maranhão, ocorrendo 17 eventos neste período, sendo uma edição em setembro/outubro de 2017, outra em maio/junho de 2018, e uma em junho/agosto/2019. O projeto utilizou um caminhão, equipado de projetor e tela de projeção, como infraestrutura para realização das sessões de cinema em praças públicas. Além das sessões de cinema em praça pública, as cidades participantes receberam uma oficina cinematográfica realizada em escola pública e uma apresentação artística, de grupos locais, que antecedeu cada sessão de cinema. Cada ação beneficiou um público de cerca de 1.000 pessoas (por localidade), num total aproximado de 17 mil pessoas até hoje Para a Grande Vitória o fio condutor das ações continuará se baseando em três vertentes de extrema importância, que, por si só, já justificam a existência do projeto, sendo elas: · a difusão da produção audiovisual nacional e formação de público para o cinema, por meio das sessões de cinema em praça pública; · a formação, por meio das oficinas de cinema; · a valorização da cultura local por meio da ocupação de espaços públicos e das apresentações de artistas das localidades. Além disso, o projeto preenche as seguintes lacunas: 1. Carência de programação cinematográfica nas localidades O cinema ainda é uma arte elitizada, e as periferias acabam não tendo acesso às mesmas, uma vez que uma sessão custa em média R$42,00 e, além disso, a grande maioria das salas de cinema da capital são comerciais, excluindo assim boa parte da produção brasileira. 2. Impacto da linguagem cinematográfica O cinema, enquanto linguagem artística, destaca-se frente a outras expressões artísticas. O cinema na rua, aberto e gratuito, permite que esse estímulo trazido pela sétima arte alcance os mais diversos públicos, propiciando vivências, aprendizados históricos, políticos, sociais, científicos, culturais, dentre outros. 3. Valorização da produção cinematográfica brasileira O quadro atual do consumo cinematográfico nacional continua a ser desanimador, mesmo frente ao aumento na produção brasileira, afinal não há muitos espaços para exibição, e os poucos que existem acabam por preferir a exibição de filmes hollywoodianos, e as produções brasileiras ficam pouquíssimo tempo em cartaz. Visando iniciar um processo para alterar essa realidade foi aprovado o Decreto da Cota das Telas, que obriga a exibição de filmes brasileiros nas salas de cinema. Mas, fato é que esses problemas são difíceis de serem enfrentados, pois disputar espaço com produções americanas é uma relação desequilibrada e de hipossuficiência. Dessa forma, tendo em vista que o mercado exibidor vivencia hoje um sério quadro de dificuldade decorrente do baixo consumo das produções nacionais, torna-se clara a necessidade de se desenvolver ações voltadas para a formação de público no setor cinematográfico no Brasil. E por fim, pretende-se cumprir qualitativamente os seguintes objetivos: · Fornecer opções de cultura e lazer para comunidades carentes, contribuindo para a sua integração e educação sociocultural, bem como para a valorização e reconhecimento de manifestações da cultura local. · Criar um espaço de discussão, aprendizado e troca de experiências aberto aos mais diversos públicos; · Propiciar para as comunidades assistidas conhecimento de novas linguagens artísticas; · oferecer atividade cultural gratuita para todos os públicos, promovendo, com isso, um espaço de trocas, encontros, diálogos e convivência; · Ampliar, garantir e democratizar o acesso à produção audiovisual brasileira; · Despertar o interesse do público infanto-juvenil pela linguagem cinematográfica; · Estimular e ampliar o prazer pela fruição dos bens culturais, promovendo, com isso a formação de público para as artes; · Proporcionar a inclusão social de famílias através da arte e da cultura, estimulando o surgimento de novos talentos e a formação de agentes culturais multiplicadores; · Oferecer uma programação de qualidade para diversas faixas etárias, gerando oportunidade de convívio entre os moradores da região e com o próprio núcleo familiar; Gerar uma oportunidade de renda para a economia informal local.
PLANO DE DIVULGAÇÃO Cartazes Banner/Faixas adesivas Folder Mídias sociais Sobre os documentos exigidos no Anexo III da IN 02/19 a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: Beneficiários: jovens moradores das localidades atendidas Seleção: através de inscrição prévia, com ampla divulgação das oficinas, e se caso haja um número de inscrito superior ao número de vagas, a seleção se dará por ordem de inscrição b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; Sobre o conteúdo/acervo a ser exibido, os filmes a serem exibidos serão selecionados pelo curador na pré-produção do projeto, além da apresentação filmes produzidos pelos alunos da oficina. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento: Os eventos seguirão o seguinte formato, oferecendo gratuitamente para população: · 1 oficina de cinema prévia · 1 apresentação artística de grupo local · 1 sessão do produto da oficina ao ar livre · 1 sessão de cinema (longa metragem nacional) ao ar livre d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver: O curador é GILBERTO SCARPA, membro da equipe do projeto que possui vasta experiência na área audiovisual, conforme currículo constante da FICHA TÉCNICA. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, à especialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; O plano pedagógico segue anexo.
OFICINA DE CINEMA (CINEMA E TV) CARGA HORÁRIA: 49h divididas em 7 dias, com atividades em sala de aula, externas para pesquisa de locação e filmagem e ilha de edição para montagem e finalização dos filmes. ALUNOS POR TURMA: 15 participantes EMENTA: · Breve introdução teórica sobre a história do cinema e dos dispositivos para a produção e realização de obras audiovisuais. · Exercício prático de realização desde a concepção até a montagem do filme. OBJETIVOS: Proporcionar aos jovens alunos uma experiência introdutória do processo de realização de uma obra audiovisual. Instrumentalizar os alunos da técnica e conceitos narrativos através da teoria e da experiência prática de realizar um filme participando de todas as etapas do processo ( escolha de temas, criação do argumento, pré-produção, filmagem e edição) para que estejam aptos a materializar suas potencialidades criativas através do audiovisual assim como aguçar a capacidade analítica e crítica sobre a experiência como espectadores de filmes e produtos audiovisuais. A intenção é ensinar os alunos a produzir, roteirizar, filmar e editar um documentário, a partir de um processo de investigação sobre o patrimônio cultural (seja material ou imaterial) de cada localidade. Esse pequeno inventário cultural ficará à disposição da comunidade, perpetuando o resultado das oficinas para além do período de execução do projeto. RESULTADO: Os alunos irão conceber um curta documentário que será exibido em sessão de cinema em espaço público e em escolas da região. OFICINA DE FLIP BOOK (INTRODUÇÃO A TÉCNICA DE ANIMAÇÃO) CARGA HORÁRIA: 4h (1 DIA) EMENTA: A oficina de Flip Book propõe aos participantes na faixa etária de 08 a 12 anos, a confecção de um pequeno livreto, composto de desenhos feitos em sequência que ao ser folheado passa a impressão de se ver um desenho animado. Ao participar da oficina, que tem duração de 4 horas, o aluno receberá o conhecimento dos princípios básicos do cinema de animação. RESULTADO: Os alunos irão produzir um pequeno livreto de desenhos em sequência.
O projeto buscará sua realização em espaços públicos que permitam o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e contará com espaço dedicado a idosos, gestantes e pessoas com necessidades especiais. PRODUTO: FESTIVAL MOSTRA AUDIOVISUAL O filme longa metragem contratado para o Festival já contará com acessibilidade completa: Audiodescrição; Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS; e Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE. PRODUTO: OFICINA DEFICIENCIA VISUAL: Disponibilizar monitor para acompanhar alunos com deficiência visual, mediante inscrição prévia. DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Disponibilizar intérprete de libras para acompanhar alunos com deficiência auditiva, mediante inscrição prévia.
Todas as ações serão gratuitas e em locais de fácil acesso.PRODUTO: FESTIVAL MOSTRA AUDIOVISUALArt. 21, III: disponibilizar, na internet, os vídeos produtos dos alunos (produto das oficinas) que serão exibidos durante os eventos.PRODUTO: OFICINASArt. 21, VII – as oficinas de flipbook serão voltadas ao público infantil ou infanto-juvenil;A proposta é atingirmos no total de todas as ações, um público aproximado de 3 mil pessoas, ou seja, 1.000 pessoas por evento.Público previsto:03 eventos presenciais - 100 pessoas por evento = 300pessoasExibições virtuais, durante 4 meses = 2.700 visualizações03 oficinas - 15 alunos por oficina = 45 pessoas03 sessões especiais, presenciais e gratuitas, com alunos de escolas públicas (contrapartida) - 100 alunos = 300 pessoas
PROPONENTE: INSTITUTO MORADA VIVAS FUNÇÃO: GESTOR DO PROJETO DIRETORIA: Luísa Rubião Resende: Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNI-BH, pós-graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e Curso de Extensão de Média Duração pelo IBMEC em Planejamento e Gestão de Marcas em Redes Sociais. ??? Solanda Steckelberg: Sócia da Vivas Cultura e Esporte. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência.?? GILBERTO SCARPA FUNÇÃO: CURADOR e PRODUTOR EXECUTIVO Artista plástico formado pela Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard, participou das seguintes exposições: Individual 2003 - Arte Pública e Pinturas no Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Coletivas 2004 – Seleção de Pinturas Galeria da Escola Guignard ?120 formigas? 2004 – Seleção de Gravuras Foyer da Escola Guignard ?VDSPE 01- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo? 2005 – Sala de Arte Galeria Brito Cimino - SP ?VDSPE 02- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo? 2005 – zerokilometrozero Pace Galeria de Arte ?45 formigas? Atua também no mercado audiovisual desde 1998 como diretor, roteirista e produtor. Estreou nas salas de cinema em 2008 com o média-metragem OS FILMES QUE NÃO FIZ, que recebeu mais de 40 prêmios em festivais do Brasil e no exterior. Em 2009 dirigiu e produziu o média O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO que dentre outros prêmios recebeu o de melhor direção no 33o Guarnicê. Ainda em 2009 co-produziu o média-metragem BALA NA CABEÇA de Cristiano Abud, que participou da mostra competitiva do Festival de Havana. Em 2010 realizou o curta UM U.R.S.O NA MINHA RUA que foi finalista do ART.MOV. Apresentou, dirigiu e co-produziu duas temporadas do programa GENIAL!! (2010/2011) para o Canal Brasil e produziu e dirigiu o documentário de 52 minutos, O PODER E O BANG-BANG para TV CULTURA em 2011. Co-produziu no mesmo ano o documentário "SILÊNCIO 63" de Fábio Nascimento sobre o violento embate entre grevistas da Usiminas e o exército brasileiro. Em 2012 produziu e dirigiu o média-metragem MERDA! que estreou em janeiro de 2013 na 16 Mostra de Tiradentes e recebeu o Kikito de Melhor Montagem no 41º Festival de Gramado e Melhor Curta de Ficção e Montagem no 36º Guarnicê. Em dezembro de 2012 produziu o longa-metragem CADA DIA UMA VIDA INTEIRA de Cris Azzi, comercializado com o Canal Brasil. Em 2013 produziu o curta-metragem de André Amparo MAX UBER que em outubro de 2014 recebeu o prêmio de Melhor Curta pelo Voto Popular no Festival do Rio. Dirigiu e produziu dezenas de filmes publicitários e vídeos institucionais antes de se dedicar ao cinema autoral. Ministrante de Oficina de Roteiro - Cine aberto, Belo Horizonte, 2011. Ministrante de Oficina de Argumentos Cinematográficos - Festival Ver e Fazer Filmes, Cataguazes, 2011. Ministrante Oficina de Argumentos Cinematográficos - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Oficina de Montagem Cinematográfica - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Consultoria de Roteiros Cinematográficos FUNCINE - Florianópolis 2013 Jurado da Mostra Nacional de Curtas do XIII Cine-PE, Recife. Jurado da Mostra de Curtas do Festival Primeiro Plano. Juiz de Fora, 2009. Jurado da Mostra Catarinense do FAM, Florianópolis, 2011. Jurado do Edital Municipal de Cinema de Florianópolis 2012. Jurado da Mostra Pernambuco de Curtas do XV Cine-PE. Jurado 1º Concurso de Vídeos Estrada Real / FIEMG Jurado no Edital de Cinema de Pernambuco 2013. Prêmios pelo filme: Os filmes que não fiz. XII CINE PE - RECIFE Melhor Curta 35mm Melhor Direção de Arte 19o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE SÃO PAULO Prêmio Melhores do Público Aquisição Canal Brasil Aquisição Espaço Unibanco de Cinema Menção Honrosa ABDeC de São Paulo 10o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE BELO HORIZONTE Melhor Curta Metragem Brasileiro - Júri Popular 16° FESTIVAL DE CINEMA E VIDEO DE CUIABÁ Melhor Filme – Júri Popular 19o CINE-CEARÁ Melhor direção FAM- FESTIVAL DO AUDIOVISUAL MERCOSUL - FLORIANÓPOLIS- SC Melhor filme Melhor ficção Melhor direção Melhor roteiro Prêmio Vivo - Melhor filme Prêmio Quanta - Melhor filme 2o BRAFFT - BRASILIAN FILM FESTIVAL OF TORONTO Melhor Curta - Escolha do Público 9o PRIMEIRO PLANO FESTIVAL DE CINEMA DE JUIZ DE FORA Melhor Curta Metragem - Júri Popular Melhor Roteiro Melhor Montagem Melhor Trilha IV CURTA CANOA - CE Melhor Direção de Arte 10o MONSTRA LONDRINA DE CINEMA Melhor Direção de Arte FESTIVAL DO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL DE ATIBAIA Melhor Filme 35mm Melhor Direção conferido pelo SINDICINE Menção Honrosa pela Associação Internacional de Cineclubes 17° FESTIVAL DE CINEMA E VÍDEO DE CUIABÁ Melhor ator (Geraldo Carrato) 8° FESTCINE AMAZÔNIA Melhor filme Prêmios pelo filme: MERDA! 41º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO Kikito de Melhor Montagem. 36º GUARNICÊ Melhor Curta de Ficção Melhor Montagem CRIS AZZI FUNÇÃO: PROFESSOR Cris Azzi é diretor, produtor e roteirista. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Tem 40 anos. É graduado em Comunicação Social na Faculdade de Comunicação e Artes da PUC –MG. Assistente de Direção por mais de uma década, contribuiu para a realização de mais de 20 projetos entre longas metragens e séries de TV. Como diretor estreou com o longa metragem documentário Sumidouro em 2007, eleito melhor longa-metragem internacional no FICA 2008 e exibido na mostra competitiva do Festival É TUDO VERDADE do mesmo ano. É o criador do filme O DIA DO GALO, documentário que tem sua versão curta disponivel no youtube e que já alcançou mais de 600.000 visualizações. A versao longa, vencedora do juri popular da Mostra de Cinema de Tiradentes, ficou 6 semanas em cartaz nos cinemas de Minas Gerais e chegou a ser o terceiro filme brasileiro mais visto na época de seu lançamento. O filme foi licenciado para a Netflix. Em 2018 lançou duas novas produções. A série de TV Sou Amor, em co-direção com André Amparo em projeto premiado pelo PRODAV 11 exibida nas TVs públicas e o filme de ficção LUNA que foi exibido na Mostra Competitiva do Festival de cinema Brasileiro de Brasília, no Festival do Rio, no Festival Internacional de Cine de Cartagena na Colômbia e no Panorama Internacional Coisa de Cinema em Salvador onde recebeu o prêmio de melhor longa-metragem.Ministrou oficinas de realização e direção audiovisual no MIS Cine Santa Teresa em Belo Horizonte, no Centro de Referência de Moda de Belo Horizonte e na ONG Contato, incubadora audiovisual. Foi convidado para ministrar a aula inaugural do curso de cinema da PUC-MG no ano de 2018.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.