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Realização da 19ª edição da Mostra do Filme Livre (MFL), que prevê a exibição de aproximadamente 150 filmes (fora os filmes convidados), nas cidades RJ, SP e DF, no período de 3 semanas a 1 mês em cada cidade, sendo em média 3 sessões por dia em cada cidade, totalizando um público estimado de 10.000 pessoas. O objetivo da mostra é valorizar filmes que buscam alternativas em seu modelo de produção e em suas soluções estéticas/narrativas. A MFL aceita filmes de todos os formatos, durações, gêneros e feitos em qualquer época.
O principal produto é a mostra em si, sua programação de 3 a 4 semanas em cada cidade. Além das sessões, a MFL realiza cursos e/ou oficinas de vídeo, debates e sessões comentadas com realizadores convidados de todo o Brasil. Em média são exibidos cerca de 200 filmes brasileiros, entre selecionados e convidados. No site são publicados textos sobre o cinema independente brasileiro, assim como fotos e informaçoes de todos os filmes, além da programação em cada cidade. Os debates, assim como a programação geral e os cursos, serão definidos após a seleção de filmes. A classificação indicativa de idades de cada filme eou sessão será sabida após a seleção de filmes e será publicada tanto no site da MFL quanto e no material de divulgação do evento, seja virtual ou impresso. O conteúdo dos cursos de 2020 serão definidos em breve, de acordo com a seleção de filmes do evento. Idem para os debates a serem promovidos em cada cidade no evento de 2020. A MFL faz parte do Fórum dos Festivais.
A MFL tornou‐se, graças ao CCBB, onde nasceu em 2002 (a partir de 2006 com apoio da Lei Rouanet), o principal evento de difusão da crescente produção audiovisual independente brasileira, sendo HOJE a maior vitrine nacional deste tipo de cinema feito normalmente sem muita verba mas com muita criatividade e cada vez maior excelência técnica. Os principais objetivos da MFL são:‐ manter-se e consolidar‐se como o principal evento audiovisual de difusão e discussão da produção independente nacional; apresentar o CCBB como principal incentivador do cinema alternativo nacional, por sediar, por meses seguidos, a MFL e seus 150 filmes brasileiros, - promover diversos debates e cursos; ‐ valorizar e potencializar os filmes que fazem parte da MFL, assim como seus realizadores; ‐ chamar a atenção para o cinema independente nacional, cada vez com mais filmes sendo feitos e que precisam de espaço, mídia e possibilidades de chegar ao público, já que a maioria das obras não tem perfil comercial. Acontecer da melhor forma possível nas 3 cidades onde o CCBB atua, com as seguintes ações: MOSTRA REGULAR As principais sessões da MFL são os Panoramas Livres, os Longas Livres e os Premiados (os diretores dos filmes premiados serão convidados a irem nas quatro MFLs, com transporte, hospedagem e alimentação pagas pelo projeto para apresentarem seus filmes). SESSÕES ESPECIAIS A MFL realiza diversas sessões especiais, a saber: MUNDO LIVRE (única do tipo no Brasil), com filmes feitos por brasileiros no exterior e/ou por estrangeiros no Brasil; SEXUADA, de temática erótica/sexual; MOSTRINHA LIVRE, com filmes infantis; PÍLULAS, sessão com cerca de 30 filmes de até 3 minutos cada; DESTAQUE, com filmes convidados de homenageados nas MFLs passadas; BIOGRAFEMAS, com filmes que tratam de artistas; e TERRITÓRIOS, com filmes que tratam do tema da territorialidade, além de possíveis sessões especiais criadas de acordo com os filmes inscritos para esta edição 2020. CABINE LIVRE Outra ação original e muito importante, que realizamos pela primeira vez em 2012. Trata‐se de um espaço de videoarte focado na exibição de obras sem uma narrativa linear, com um viés mais abstrato, conceitual e ligados ao cinema expandido, por isso cabem melhor se exibidas num espaço específico. Os filmes passam em loop, a cada dia, das 14h às 20h, com entrada do público a qualquer momento. O total de público das Cabines Livres nas quatro cidades representa cerca de 30% do público total do evento. No RJ, SP e BH a cabine será em espaços já existentes mas em Brasilia, este ano, devemos ter que montar um espaço ao ar livre pois o CCBB DF estará com uma grande exposição na época, usando todos os espaços já existentes. O custo desta montagem da cabine em DF esta no orçamento. Cursos // OFICINAS DE VÍDEO (nas três cidades) Desde 2002 já realizamos 32 oficinas de realização e/ou cursos de cinema e/ou vídeo; foram 520 alunos de todo o Brasil e realizaram mais de 50 curtas em variados formatos. Para 2020 a idéia é realizar a oficina de realização em Super8, com orientação de Renato Coelho e Priscila Bettim, que desenvolvem este trabalho de formação e difusão em Super8 há vários anos, no RJ. A ementa do curso está em anexo. O curso será gratuito e aberto ao público. Em SP e DF vamos definir esta ação mais próximo ao início do evento. PREMIAÇÃO MFL Criamos o troféu "Filme Livre!" que entregamos aos realizadores dos filmes premiados quando estes vão a uma das MFLs. A definição dos premiados é feita através de júri convidado, em cada cidade. A direção dos filmes premiados é convidado para receber seu troféu e debater com o público em cada cidade. DEBATES Vários debates serão programados a partir da seleção e programação dos filmes. Os diretores dos filmes premiados são convidados a apresentarem suas sessões e conversarem com o público após dos filmes nas quatro cidades. Além destes debates com realizadores premiados, também buscamos fazer debates de temas que surgem no processo de seleção. Os 14 debates de 2019 nas 3 cidades podem ser vistos na internet em http://mostradofilmelivre.com/19/pub.php?c=77 REGULAMENTO para inscrições de filmes será publicado na abertura das inscrições, no site, em janeiro.
São muitas as justificativas para se apoiar um evento como a MFL, a começar pelo seu caráter democrático, de aceitar filmes de todos os gêneros, durações, formatos e durações, algo talvez hoje mais comum no cenário de festivais brasileiros e que a MFL faz desde sua primeira edição, em janeiro de 2002. Cremos que o papel de uma lei de incentivo à cultura seja o de permitir que ações eou eventos de cunho mais cultural do que comercial (como a MFL) possam chegar, com qualidade, ao grande público, visto que os filmes que exibe, por terem aspectos mais artísticos e culturais do que industriais e comerciais, não teriam como ter apoio de empresas para a sua realização se não fosse através desta lei de incentivo a cultura. O mesmo não ocorre para ações e eventos que tem vies mais comercial e que podem se bancar através da venda de ingressos eou produtos atrelados, já que são voltados mais para entretenimento do que ao desenvolvimento de novas soluções estéticas e seus respectivos debates, como é o caso do trabalho que a MFL desenvolve há 18 anos nos CCBBs. O relevante papel cultural que a MFL representa tem sido confirmado pelo grande número de filmes interessados em participar (em 2018 foram 1.150 inscritos) assim como o cresdente aumento de público que vai nas sessões, assim como curte e/ou frequenta a MFL nas redes sociais. Nosso público em 2019 foi de 10.000 pessoas nos 3 CCBBs. A mostra tambem se justifica porque o Brasil é um dos países que mais produz audiovisual no Mundo. Os 800 filmes inscritos na edição 2019 confirmam isso e indicam que há uma grande oferta reprimida de filmes prontos que buscam espaço para serem vistos. A MFL acredita na arte e potência do encontro entre realizadores, público, crítica e profissionais de todas as áreas que envolvem o fazer audiovisual hoje no Brasil. Ou seja, são milhares, quiçá milhões de pessoas envolvidas direta e/ou indiretamente neste movimento que é, ao mesmo tempo, cultural e artístico, comercial e industrial, televisivo e da internet. Tais questões amplas e complexas serão expostas e debatidas na MFL através de diversos encontros a serem propostos. Antes da MFL, a maioria dos festivais de cinema e vídeo no Brasil destacava filmes com produções caras, em formatos profissionais como 35mm e HD, com artistas televisivos e técnicos consagrados e/ou famosos, em detrimento aos filmes realizados em lugares distantes por (e com) gente desconhecida. A MFL ajudou a quebrar este modelo adotando todas as bitolas como sendo obras (filmes), sem distinção com relação ao seu formato de captação e seu formato final. Até porque, hoje em dia e cada vez mais, com dinheiro você transforma qualquer formato em qualquer formato. Neste momento em que a produção audiovisual brasileira independente alcança grande visibilidade, coroada pelas seleções e premiações em diversos festivais mais tradicionais, de filmes como "Estrada para Ythaca", do coletivo Alumbramento (CE), "Ela volta na Quinta" (MG) e "Batguano" (PB), entre tantos curtas e longas como os do CAVI, PEPA ou Filmes de Plástico, de qualidade inquestionáveis, precisam de mais espaço. Esta novíssima cena, que não é tão nova assim, se confunde com todo um caminho mais remoto, que podemos considerar que se deu numa nova configuração ao longo dos últimos anos e que a MFL foi parte relevante nesse movimento de mudanças e evolução, destacando a cada edição um tipo de produção audiovisual que une criatividade, ousadia e capacidade de se fazer muito com pouco e não o contrário. Hoje, quando outros festivais nacionais (e a crítica) reconhecem cada vez mais o amadurecimento da cena independente do nosso cinema (o termo cinema novíssimo foi usado pela revista Veja Rio em março de 2005 com parte da equipe da MFL na foto da capa da revista e na matéria de 8 páginas), é importante destacar que esse movimento de renovação do nosso cinema é fruto de um processo que dura algumas décadas. Mas se com relação a produção o cenário é ótimo, quando se pensa na difusão deste gigantesco material, os problemas surgem também não são de hoje. Como exibir tantos filmes que também são tão distintos entre si? O papel pioneiro da MFL neste cenário começou e segue desde a primeira edição, em 2002, quando pela primeira vez um festival no CCBB exibiu numa mesma sessão filmes de todos os gêneros e formatos, do Super8 ao VHS e/ou MiniDV. Desde sempre notamos que a influência e o poder do vídeo ultrapassaria as fronteiras, quando hoje não se fazem mais filmes em película e as projeções neste formato, antes intocável, estão cada vez mais raras também pelo alto custo de manutenção dos equipamentos. A MFL se fez presente neste ambiente de mudança e renovação, quando acompanhamos ano a ano a diversidade de formatos de filmes recebidos até o padrão se tornar totalmente HD, digital e/ou 4K, para se filmar e para se exibir. Assim, percebemos que a quantidade de filmes feitos por ano tem sido inversamente proporcional a quantidade de novos espaços, centros culturais, cineclubes ou mesmo cinemas comerciais interessados em exibir esta produção que, a despeito de suas qualidades, não tem diretores ou elenco famosos, nem são feitos com milhões de moedas, justamente porque o que tais filmes buscam vão além do aspecto meramente comercial. As principais características que fazem da MFL um evento singular são: 1) pioneiro na aceitação de todos os formatos, gêneros, anos e durações e na exibição destes filmes misturadamente na mesma sessão; 2) valorização das obras realizadas com recursos próprios, sem apoio estatal direto; 3) aceitação de filmes feitos há mais de 2 anos; 4) busca por obras que tenham soluções estéticas diferenciadas; 5) catálogo com 200 páginas com a programação completa,imagens e textos originais escritos pela curadoria sobre a cena do audiovisual independente nacional e sobre os filmes premiados; 6) sessões comentadas, debates e oficinas de vídeo; 7)gratuidade geral; 8) sessão para deficientes visuais/auditivos; 9) sessão em escolas
As datas que propomos são: RJ em marçol, SP em abril, DF em maio, de 3 a 4 semanas em cada cidade. Os CCBBs ainda naõ definiram as datas exatas em cada cidade. A meta é atingir 10.000 pessoas no total. Outras informações que achamos importante salientar neste momento: A seleção de filmes e a programação do evento nas cidades será definida pelos curadores até o final de fevereiro de 2020. Estimamos em 3 filmes premiados e colocamos no orçamento o valor relativo a 6 convidados (2 por filme), num valor médio de passagem aérea e hospedagem pois não temos como saber, hoje, de onde serão os realizadores premiados. No orçamento não há valores para taxas, impostos e recolhimentos, pois o projeto é feito pela Lei Rouanet e nós só trabalhamos com pessoas jurídicas e/ou MEIs, cujos impostos são pagos pelas empresas e não pelo projeto. Toda a MFL é gratuita e faz parte do Fórum dos Festivais.
O site da MFL pode ser visto em www.mostralivre.com (para a versão do evento 2019, clicar na aba ´MFLs passadas') As especificações técnicas das demais peças gráficas serão as que temos usado a cada ano: Cartazetes A3, Cartazes A2, Banners em lona de variados tamanhos (a depender do CCBB), idem para os adesivos e demais peças. Nos últimos anos não temos impresso catálogo devido ao alto custo de sua produção e impressão. Temos então usado o site do evento como central de todas as infos relativas ao evento em si, aos filmes e demais ações realizadas pelo evento em cada cidade. RESPOSTA À DILIGÊNCIA: Plano de execução contendo carga horária, público-alvo e conteúdo programático das oficinas. Oficina de Cinema Experimental em Super 8 - Realização e intervenção na películaMostra do Filme Livre Duração: 4 diasCarga horária: 16 horas + 4h de revelaçãoA oficina aborda o processo de realização experimental em película Super 8mm e o histórico das bitolas cinematográficas e duas respectivas utilização ao longo da história do cinema. As técnicas de fotometria e filmagem, as câmeras e equipamentos de projeção Super 8 e 16mm, os processos de revelação. A ideia é que os filmes sejam produzidos em tomada única (editados durante a própria filmagem), e exibidos durante uma sessão especial do festival, com sonorização ao vivo, realizada pelos próprios participantes da oficina. Durante a oficina abordaremos também técnicas de intervenção direta na própria película, feitas em mesa de luz, como pintura, colagens, raspagem e outras formas de intervenção. CronogramaEncontro 1:Histórico da película Super 8; apresentação de equipamentos; proposta de trabalho prático e divisão dos grupos. Encontro 2:Exibição de curtas e trechos de longas realizados em Super 8; técnicas de fotometria e filmagem; orientação para os filmes. Encontro 3:Dia: Produção e filmagem dos curtas.Noite: O processo de revelação dos negativos. Encontro 4: Intervenção direta na própria película, nos filmes produzidos pelos participantes e em materiais (películas) de arquivo cedidos pelos ministrantes. Ministrantes: Priscyla BettimÉ cineasta e pesquisadora. Dirigiu e produziu mais de uma dezena de curtas-metragens, além de atuar como produtora em mostras de cinema. É mestra e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Multimeios da Unicamp, onde desenvolve pesquisa sobre o cinema de Andrea Tonacci. Professora na graduação em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos, nas áreas de Direção e Montagem, e nos cursos de Audiovisual e Fotografia do Centro Universitário Senac. Atualmente trabalha na produção de seu primeiro longa-metragem como diretora, “A cidade dos abismos”, contemplado pelo programa de investimentos da Spcine. É sócia da Cinediário Produções Culturais. Renato CoelhoAtua como professor universitário desde 2009, tendo passado por instituições como UFSCar, Belas Artes e Anhembi Morumbi. Realizou curtas-metragens em Super 8mm como “Trem” (2015) e "A propósito de Willer" (2016), entre outros. Foi produtor, curador e organizador dos catálogos das mostras de cinema "Jairo Ferreira: Cinema de Invenção", no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo e Brasília (2012) e"Os Filmes Zanzibar: Dândis de Maio de 68", na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2013); além de curador e organizador do catálogo da mostra "Rosemberg 70 - Cinema de afeto", na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2015), e produtor da mostra “Cinema de Invenção”, no CineSesc (2016). Em livro publicou "O cinema e a crítica de Jairo Ferreira" (2015). Doutorando e mestre pela Unicamp. É sócio da Cinediário Produções Culturais, produtora sediada em São Paulo, desde 2012. Público-alvo Estudantes de artes em geral e artes visuais, interessados em cinema, vídeo e arte visual, pessoas de qualquer classe social, a partir de 14 anos.
A MFL acontecendo nos CCBBs, garante o cumprimento das leis relativas à acessibilidade. TODOS OS ANOS TEMOS FEITO, MESMO SEM OBRIGATORIEDADE, SESSOES ESPECIAIS PARA DEFICIENTES. Lembramos que os 3 CCBBs podem receber em seus cinemas pessoas com deficiência de locomoção (cadeirantes). Em 2016 realizamos, no RJ, 2 sessões para pessoas com autismo, durante a semana de conscientização do autismo, no início de abril. EM 2017 relizamos sessões com Audiodescrição; com Legendagem descritiva e na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Em 2018 e 2019 realizamos sessões para deificientes visuais e auditivos no RJ, SP e DF. Assim, em 2020 faremos as seguintes ações, de acordo com acordos em cada cidade: Serão selecionados filmes que já possuam os seguintes recursos de acessibilidade: Audiodescrição, Legenda descritiva e Libras, sendo assim, não haverá custos para o projeto.
Todo o evento é gratuito. Não há processo de escolha do público, ou dos beneficiários, o evento é gratuito para todos, independente da renda. Os monitores da MFL ficarão dentro (e nas proximidades) dos CCBBs divulgando o evento e distribuindo as entradas gratuitamente. Faremos 1 sessão, seguida de debate, em cada cidade em que ocorrer a MFL regular. A sessão será para alunos/professores de escolas públicas. EM RESPOSTA À DILIGÊNCIA: Será realizado um cinedebate em cada cidade em que ocorrer a MFL. A sessão será para alunos/professores de escolas públicas. Estimativa de público: 10% do público regular da MFL na respectiva cidade.
COORDENAÇÃO GERAL, PRODUÇÃO EXECUTIVA e CURADORIA Guilherme Whitaker, 50 anos, Produtor e diretor de filmes, Produtor e curador de eventos audiovisuais Desde 2002, Idealização e Produção da Mostra do Filme Livre, MFL, desde 2002, nos 4 Centros Culturais Banco do Brasil e Cineclubes Livres; Idealização e Produção do site Curta o Curta (ativo desde 2000) e curadoria de seu Cineclube; Produção da mostra "Cinema em Carne Viva David Cronenberg"; Produção da mostra "A imagem e o incômodo o Cinema de Michael Haneke"; Produção da exposição A Pintura em Pânico Fotomontagens de Jorge de Lima; Produção da mostra Cinema de Garagem; Produção da exposição fotocelular; Produção da ação CINEFANTASMA, com projeções em excinemas de rua no RJ; Produção de mais de 50 curtas e médias. PRODUÇÃO EXECUTIVA E CURADORIA Diego Franco Pesquisador, produtor e curador. Estuda História da Arte na UFRJ, onde desenvolve o Grupo de Estudos em Arte Asiática, junto ao departamento de Crítica e História da Arte. Foi curador e produtor do primeiro festival de Arte Urbana da Escola de Belas Artes e pesquisou novas práticas em educação ambiental, por três anos, junto ao Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, através do programa PIBEX. No momento, é bolsista do projeto Outros Orientes, pelo programa PIBIAC, no qual produz um encontro Bienal com pesquisadores de arte oriental, além de uma mostra de cinema Japonês; participa do coletivo Bota na Roda, uma plataforma horizontal de colaboração entre artistas de diversas áreas que realiza eventos onde se possa experimentar e explorar a percepção a partir de estímulos audiovisuais, sonoros, visuais e sensoriais. Além disso, termina seu TCC em uma viagem pelo cinema experimental americano dos anos 1960 a 1970, e encorpa o time de curadores da Mostra do Filme Livre desde 2016. CURADORA Scheilla Franca de Souza Produtora Cultural, graduada em Administração pela UNIB, pesquisadora de Economia Criativa livre do grupo Educativo Bienal, atuando a mais de 8 anos na área de projetos independentes e Leis de incentivo, Rouanet, ProAC, editais, prestação de contas, com experiência em produção executiva e local de projetos como: Flip 2016(14ª Festa Literária Internacional de Paraty), 2º Mostra de Choro do CapãoChapada DiamantinaUFUBA, 15 º MFL CCBB SP, Virada Cultural de 20082014, 17º e 18º Cultura Inglesa Festival, SWU, Rio+20 Palco Sonora Brasil, 25º Festival internacional de Curtasmetragens de SP Kinoforum,entre outros. CURADOR Gabriel Sanna ( Gabraz) Artista visual, realizador de cinema e curador. Trabalha em diversos formatos e linguagens, alternando e por vezes acumulando funções de diretor, fotógrafo e montador. Enquanto autor sua obra transita entre o documentário direto e o cinema experimental, anti industrial, realizado por equipes mínimas ou muitas vezes sozinho. Dirigiu seu primeiro curta em 2004 e desde então lançou mais de 15 filmes em festivais no Brasil e no exterior. Em 2006 estabeleceu uma parceria com a escritora e psicanalista Lucia Castello Branco para a realização de uma série de filmes com alguns sujeitos singulares da literatura em língua portuguesa. Daí nasceu a trilogia 'Absolutamente sós', entre encontros com Manoel de Barros, Maria Gabriela Llansol e Maria Bethânia. Em 2016 lançou o curta 'We are Dreamers!' (coprodução com França e Inglaterra) no Festival de Curtas de Clermont e também Ruína, que estreou na Berlinale em fevereiro. CURADOR Chico Serra Produtor e diretor de cinema e video. Desde 2004 é um dos curadores da Mostra do Filme Livre, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil. Entre 2014 e 2015 trabalhou como pesquisador para as séries 100 Anos de Samba e A Trilha do Rock no Brasil, produzidas pela B2 Filmes e exibidas no Canal Brasil. Desde 2006 trabalha como produtor em diversas exposições, oficinas, videoinstalações e mostras com o Projeto Morrinho no Brasil e exterior (EUA, Colômbia, Holanda, Alemanha, entre outros países). Trabalhou como produtor dos longas Morrinho Deus Sabe Tudo Mas Não é X9 (2008), de Fabio Gavião e Markão Oliveira, Troca de Olhares (2010), produção do Vídeo nas Aldeias, e da série para MTV Overdose (2013), dirigida por Arnaldo Branco. Produziu e dirigiu curtas e documentários como Filme Tucuju (2011), realizado no Amapá com o prêmio do Edital Interações Estéticas da Funarte, além de Operação Morengueira (2005) e Kino Copa (2003). DIREÇÃO ARTÍSTICA, CURADORIA ESPECIAL Christian Caselli Destaque no audiovisual alternativo carioca por sua produção acelerada: fez direção, roteiro e edição de cerca de 40 curtas e clips de baixo orçamento. Ganhou retrospectivas de sua obra em alguns festivais nacionais (RJ, SP, MG, PR, MA, GO, ES) e internacionais (Portugal e Peru), sendo seu filme mais conhecido é o viral O PARADOXO DA ESPERA DO ÔNIBUS. Trabalha atualmente na Mostra do Filme Livre (RJ/SP/DF/MG) e no projeto Maranhão na Tela (São Luís, MA), onde costuma ser professor de vídeo, artista videográfico (making ofs, vinhetas etc) e curador de curtas e longasmetragens. Em 2013 foi instrutor de direção no projeto São Luís nos 4 Cantos; assim como ministrou oficinas em vários estados do Brasil (RJ, SP, MG, DF, MA, GO, BA, ES). Na TV, trabalhou nas séries "TRASH!" e nos programas "A TV que o Brasil está pensando" e "TV & Grandes Autores" PROFESSORES CURSO CINEMA Super8 Priscyla Bettim É cineasta e pesquisadora. Dirigiu e produziu mais de uma dezena de curtas-metragens, além de atuar como produtora em mostras de cinema. É mestra e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Multimeios da Unicamp, onde desenvolve pesquisa sobre o cinema de Andrea Tonacci. Professora na graduação em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos, nas áreas de Direção e Montagem, e nos cursos de Audiovisual e Fotografia do Centro Universitário Senac. Atualmente trabalha na produção de seu primeiro longa-metragem como diretora, “A cidade dos abismos”, contemplado pelo programa de investimentos da Spcine. É sócia da Cinediário Produções Culturais. Renato Coelho Atua como professor universitário desde 2009, tendo passado por instituições como UFSCar, Belas Artes e Anhembi Morumbi. Realizou curtas-metragens em Super 8mm como “Trem” (2015) e "A propósito de Willer" (2016), entre outros. Foiprodutor, curador e organizador dos catálogos das mostras de cinema "Jairo Ferreira: Cinema de Invenção", no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo e Brasília (2012) e "Os Filmes Zanzibar: Dândis de Maio de 68", na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2013); além de curador e organizador do catálogo da mostra "Rosemberg 70 - Cinema de afeto", na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2015), e produtor da mostra “Cinema de Invenção”, no CineSesc (2016). Em livro publicou "O cinema e a crítica de Jairo Ferreira" (2015). Doutorando e mestre pela Unicamp. É sócio da Cinediário Produções Culturais, produtora sediada em São Paulo, desde 2012.
PROJETO ARQUIVADO.