Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193251Prestação de Contas AprovadaMecenato

13ª MOSCA - Mostra Audiovisual de Cambuquira

ROMA PRODUTORA CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 123,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

61.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acervo e conteúdo audiovisual
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-03
Término
2022-02-01
Locais de realização (1)
Cambuquira Minas Gerais

Resumo

A 13ª MOSCA _ Mostra Audiovisual de Cambuquira, é uma mostra de filmes que acontecerá entre 6 e 19 de julho de 2020. A mostra principal acontece em Cambuquira-MG, entre 8 e 12 de julho, e nos dias restantes a mostra realiza sessões em circuito regional. A programação é tradicionalmente composta por sessões de curtas-metragens divididos nas Mostras Brasil, Internacional, Mineira e Infantojuvenil; debates com realizadores; oficinas de introdução ao audiovisual; MOSCA na Escola (reprises agendadas para Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio); Clubinho para crianças; e o Café da MOSCA, que é o ponto de encontro com shows de bandas locais. A novidade para a próxima edição é o circuito regional em 4 cidades. A MOSCA é gratuita e a previsão do desenho de programação em Cambuquira é de 19 sessões de filmes de curta-metragem.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral A Mostra Audiovisual de Cambuquira, que em 2020 chega a sua 13ª edição, tem como principal objetivo a difusão da cultura cinematográfica na região de Cambuquira e cidades adjacentes, assim como a manutenção da formação de público construída nos últimos anos nessa região. Objetivos específicos - realizar 19 sessões de exibição de curta-metragens gratuitas em Cambuquira; - debates com realizadores (nas sessões em que pelo menos um realizador/representante do filme estiver presente); - realizar 1 oficina gratuita para crianças; - realizar 2 oficinas gratuitas para jovens e/ou adultos; - realizar 6 sessões gratuitas de filmes infantojuvenis voltadas para estudantes da rede pública; - realizar 16 sessões gratuítas em 4 outras cidades da região (4 sessões em cada cidade integrante do Circuito Regional); - implementação do Café da MOSCA, espaço de socialização e alimentação que durará pelo tempo do festival, com entrada gratuíta e circulação livre; - realizar 2 apresentações musicais de artistas locais no Café da MOSCA; - realizar 3 exposições de artes visuais com artistas regionais (fotografia, desenho, pintura, etc).

Justificativa

A cidade de Cambuquira, importante estância de águas minerais, viu a diminuição de suas atividades turísticas na segunda metade do século passado. Muitos hotéis e estabelecimentos comerciais fecharam suas portas ao longo desse processo. O Cine Elite (sala de cinema com fachada Art Déco, construída em 1946) conseguiu se manter até o início dos anos 80 quando acabou encerrando suas atividades. Em 2001, foram reabertas as suas portas como um espaço voltado às manifestações culturais locais; retomando assim este ponto de encontro da população da cidade. A 1ª MOSCA _ Mostra Audiovisual de Cambuquira surgiu em 2005, da iniciativa de um grupo de recém formados em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (SP), que buscavam trabalhar em consonância com o movimento de descentralização cultural e difusão cinematográfica, especialmente de curtas-metragens, em um contexto no qual a internet ainda não representava um modelo popular de exibição como nos dias atuais. Após a realização da 1ª edição, ficou evidente que a comunidade ansiava pelo retorno do cinema local, questão que inclusive se tornou tema do documentário "Cine Elite _ Um Sonho Possível", realizado por moradores da cidade em uma das oficinas na edição de 2006,. A MOSCA passou então a integrar o calendário de eventos de Cambuquira, e apesar de ter sido iniciada por uma equipe de produtoras paulistas, o projeto foi apropriado pela população e se tornou algo bastante particular do seu contexto, com notória evolução de profundidade de diálogo e debate a cada ano. Tais características acabam atraindo os cineastas pela possibilidade de exibirem seus filmes em uma mostra popular e pela vivência de experiências na cidade de Cambuquira. A mostra é gratuita e se firmou no panorama de festivais de cinema exibindo filmes de curta-metragem premiados nacional e internacionalmente, lado a lado com produções regionais. A exibição de produções cambuquirenses se iniciou logo na 2ª edição, e foram aumentando a cada ano, até a consolidação (desde 2012) de um programa só com filmes cambuquirenses. Na 11ª edição competitiva, em 2017, o curta mais votado pelo Júri Popular foi "Maria Roxinha _ Ofício e Arte das Rezadeiras", da mostra Cambuquira. Já na edição de 2019, com o patente aumento nas inscrições de filmes produzidos em outras cidades mineiras, decidimos expandir o panorama regional. Sendo assim, a Mostra Cambuquira se tornou a Mostra Mineira, que celebra e premia a produção do interior do estado de Minas Gerais, revigorando o compromisso da Mostra MOSCA com a produção cultural e audiovisual do estado. Ao mencionar a participação regional, percebe-se também um aumento do interesse das cidades vizinhas em estabelecer parcerias e sediar itinerâncias, que já aconteceram em Três Corações, Lambari, Campanha, São Thomé das Letras e Lima Duarte (Minas Gerais), assim como em cidades do estado de São Paulo: Américo Brasiliense, Jundiaí, Itupeva, Araraquara e São Paulo-SP. Os processos de aprendizado e troca cultural estabelecidos na mostra MOSCA já foram tema de artigos científicos e de uma tese de doutorado. Atualmente, a Mostra MOSCA está sendo estudada por uma aluna da UEMG _ Universidade Estadual de Minas Gerais, ex-estagiária do evento. Dentre os trabalhos concluídos, estão: - REALIZAÇÃO AUDIOVISUAL EM UM CONTEXTO DE EDUCAÇÃO POPULAR E COMUNICAÇÃO POPULAR: APROPRIAÇÃO DOS MEIOS E CONSTRUÇÃO DOS SIGNIFICADOS, por Djalma Ribeiro Jr / UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS / 2010. Disponível em: http://33reuniao.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT06-6282 - O CINEMA CAMBUQUIRENSE: AUTORES, IDENTIDADE CULTURAL E PERTENCIMENTO, por Ananda Maria Alves Guimarães / UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO / Pós graduação em Mídia, Informação e Cultura, do Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação da Universidade de São Paulo CELACC) / 2012. Disponível em: http://www.usp.br/celacc/?q=celacc-tcc/258/detalhe - PROCESSOS EDUCATIVOS VIVENCIADOS EM EXPERIÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO POPULAR NA MOSTRA AUDIOVISUAL DE CAMBUQUIRA-MG (MOSCA), por Djalma Ribeiro Jr / UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS /Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação e Ciências Humanas / 2016. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/bitstream/handle/ufscar/7281/TeseDRJ.pdf?sequence=1&isAllowed=y Além de dar continuidade ao processo de formação de público, que se iniciou em Cambuquira em 2005, a MOSCA expandiu sua área de atuação através de diversas parcerias com instituições de cidades da região, no intuito de realizar debates mais amplos sobre o contexto nacional e o fazer audiovisual como processo de reafirmação de identidades em diversas comunidades. Para a 13ª edição, o objetivo é focar na ampliação de salas da própria mostra e do programa MOSCA NA ESCOLA, que sempre apresenta bons resultados tanto em relação à aceitação do público e dos educadores, quanto à abrangência na difusão dos filmes em termos de número de público e interação com a área de educação, um dos focos da mostra. O Estado de Minas Gerais é bastante rico em atividades culturais. Na categoria de mostra audiovisual, apesar de ser produzida com baixíssimo orçamento, a MOSCA aparece como uma iniciativa de difusão cinematográfica bastante sólida entre as cidades do Circuito das Águas do sul mineiro. Na 12ª edição (2019) a mostra lançou a MOSTRA MINEIRA, que, em seu primeiro ano, contou com a participação de 14 produções de 11 cidades diferentes do estado na mostra. O evento atrai visitantes de cidades da região, muitas vezes carentes de projetos desse tipo. Os vários cineastas que já visitaram a mostra costumam manifestar seu interesse nas discussões geradas pela participação ativa da comunidade. Tais elementos são importantíssimos para _ apesar do trabalho com poucos recursos financeiros - impulsionar a continuidade da mostra, que este ano muda de proponente para a recém fundada Romã Produtora Cultural Ltda., mas continua sendo produzida em parceria com a Associação Sinhá Prado.

Estratégia de execução

Sobre a curadoria da MOSCA A seleção de obras apresentadas na MOSCA é feita a partir dos curtas-metragens inscritos para o evento, de acordo com regulamento divulgado no site oficial da mostra. Além dos curtas inscritos, podem também vir a compor a programação outros filmes convidados. Há 15 anos o comitê de seleção é coordenado por Ananda Guimarães, uma das fundadoras da mostra. Nota-se mudanças expressivas que deixam claro o crescimento do evento, como o surgimento da Mostra Internacional em 2012 e a Mostra Mineira em 2019. Desde 2015 o número de inscrições ultrapassa 1.000 títulos, entre brasileiros e internacionais, número expressivo para uma mostra de caráter regional e baixo orçamento. Já foram exibidos filmes selecionados para o Festival de Cannes, Rotterdam, Clermont-Ferrand, Sundance e os melhores festivais do Brasil e do mundo. Na 12ª MOSCA foram inscritos 1.488 títulos e selecionados 98. A mostra não exige ineditismo, no entanto em média conta em sua programação com pelo menos 5 estreias nacionais/mundiais entre filmes brasileiros. Há ainda espaço reservado para curtas produzidos na região de Cambuquira, o que têm se mostrado estimulante não apenas aos realizadores desses curtas, mas também ao público – que sempre lota a sessão de curtas cambuquirenses o que proporciona debates muito ricos para a comunidade, que ainda contribuem para um melhor entendimento dos visitantes da mostra sobre o local e seus espectadores.

Especificação técnica

Projeto pedagógico oficinas da MOSCA / diretrizes para a 13ª MOSCA: 1.INTRODUÇÃO E OBJETIVOS: As oficinas da MOSCA tornaram-se um importante espaço de troca de informações acerca do fazer e do pensar o audiovisual. Do ponto de vista técnico, os participantes das oficinas entram em contato com os processos de produção em aulas práticas. Ao mesmo tempo, a prática vem aliada com as discussões que fomentam as produções: diferenças de olhares e pontos de vista; o imaginário coletivo; a temática; a estruturação da linguagem e outras; assim, é possível unir prática e reflexão de uma forma interativa e colaborativa. Muitos ex-alunos de oficinas se tornaram realizadores e já exibiram curtas na mostra; espectadores assíduos; ou trabalharam nas equipes de produção, making of e cobertura fotográfica da mostra. 2. JUSTIFICATIVA: Com a popularização dos meios de produção e difusão online de audiovisual, é bastante comum encontrar vídeos amadores dos mais variados temas. Contudo, se por um lado, os avanços tecnológicos permitiram a democratização dos recursos, por outro, conceitos do cinema, da história da arte, da interpretação imagética, das leituras simbólicas ainda devem ser um foco para a formação de criadores e de platéias. As proposta é buscar a aproximação do universo de criação com um intuito de desenvolver nos alunos um sentimento de pertencimento ao mundo da arte. A sensação de pertencer permite a exposição, a atitude de compromisso com a sociedade, a coragem de experimentar, de se arriscar com falas guardadas no corpo que esperam por um destinatário, por um olhar externo de confirmação. 3.DESENVOLVIMENTO E METODOLOGIA: A partir do tema gerador, que varia conforme a oficina ministrada, aceita-se saberes anteriores, gera-se discussões, apontamentos, experimentações. O professor provoca um ambiente fértil para a aprendizagem, organiza o fluxo investigativo e realizador dos alunos, fornece as ferramentas necessárias para conclusões individuais e coletivas. Por conta de seu caráter significativo, é bastante motivador e desafiador tanto para oficineiros quanto oficinantes. As oficinas são ministradas por profissionais capacitados e de diferentes áreas, com experiências acadêmicas e/ou práticas relacionadas. Elas acontecem no período de realização da mostra e possuem duas etapas: teórica e prática. O módulo teórico normalmente ocupa de 15 a 20% da carga horária total da oficina. Após a explanação, alunos e professor(es) partem para o módulo prático, etapa que se desenvolve de acordo com a dinâmica e objetivos da oficina. Elas carregam em comum a ideia de que todos serão protagonistas do trabalho, sendo instigados a interferir criativamente durante todo o andamento. Quando o trabalho de conclusão é a produção de um vídeo, normalmente o oficineiro faz a edição final em período extra carga horária, por questões de limitação de tempo. Todos os trabalhos realizados em oficinas são exibidos na sessão de encerramento da mostra e disponibilizados na internet. A MOSCA emite um certificado de participação para os alunos com 75% de presença nas atividades. Os recursos materiais são normalmente: sala de aula; equipamentos (projetor, computador, gravador, câmera, tripé); papelaria – de acordo com a proposta da oficina. 4. PROPOSTAS PARA A 13ª MOSCA: 4.1) Animação Stop Motion – Ministrada por Analucia Godói Público alvo: 05 a 13 anos (2 turmas) / mín 14 anos (1 turma) | Carga horária: 6h/turma | vagas: 6 vagas/turma, 18 vagas no total. Introdução à animação stop motion (quadro a quadro) com a utilização de objetos, massa de modelar ou desenhos. A partir de referências de animação, a oficina propõe de forma lúdica as possibilidades infinitas do trabalho em animação, para a experimentação de cores, traços e texturas diferentes numa mesma sequencia de ação. Os grupos são pequenos, a fim de que todos participem ativamente de todas as etapas da produção da animação. De qui 09/07 à sáb 11/07, serão realizadas 3 turmas com o seguinte plano de aula: - Exibição de referências em animação de diferentes estilos e técnicas (30 min) / Orientações sobre o conceito quadro a quadro (10 min) / Criação de um roteiro curto ou cena (50 min) / Desenho ou montagem de personagens e cenários (1h30) / Processo de animação e visualização do resultado (3h). Biografia da Oficineira: Analúcia Godoi é sócia e diretora do estúdio de animação Giroscópio Filmes, desde 2008. Entre as suas produções estão séries de interprogramas premiadas para o Canal Futura, e vinhetas de abertura para o Anima Mundi e para o FICI. Dirigiu o curta metragem "Virando Gente" premiado pelo juri infantil do Festival de Cinema Infantil de Florianópolis e finalista do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro. 4.2) Realização audiovisual - Ministrada por: Djalma Ribeiro Jr Público alvo: mín 15 anos | Carga horária: 18h | vagas: 15 Oficina de introdução à realização audiovisual. Trabalhando em um processo de criação coletiva, os participantes terão contato com a teoria e prática audiovisual a partir da criação do roteiro de ficção; apresentação de conceitos de decupagem; enquadramento; movimentos de câmera; plano de filmagem e gravação de um curta-metragem, sempre com indicações de referências audiovisuais e material bibliográfico, a fim de estimular a continuidade do aprendizado por parte dos alunos após a oficina. Plano de aula: Dia 1 – qui 09/07 (carga horária 6h): Introdução ao cinema (base teórica) / Criação de Roteiro / Estudos sobre decupagem Dia 2 – sex 10/07 (carga horária 6h): Plano de Filmagem / Funcionamento de equipe / Gravação Dia 3 – sáb 11/07 (carga horária 6h): Gravação / Discussão de idéias sobre a montagem e finalização do curta-metragem. Biografia do oficineiro: Djalma Ribeiro Junior é bacharel em Imagem e Som, Mestre e Doutor em Educação pela UFSCar. Desde 2004, atua como Técnico de Laboratório Audiovisual do Departamento de Artes e Comunicação e na Coordenadoria de Cultura da UFSCar. Tem experiência na área de Comunicação e Educação, atuando principalmente na área de educação e comunicação popular. Na MOSCA já ministrou diversas oficinas de Realização Audiovisual (2006 - 2010) e mediou debates sobre o audiovisual em espaço educativos. 4.3) Ensaio fotográfico - Narrativas Digitais Contemporâneas – Ministrada por Mariane Goldberg Os alunos serão convidados a construir narrativas em fotografia a partir de um exercício literário, com o intuito de inverter o raciocínio e gerar reflexão acerca da enorme quantidade de imagens que consumimos na internet atualmente. Como contar uma história em uma imagem e por quê a cena quase ficcional das selfies e fotos de grupos de amigos é tão atraente especialmente aos jovens. A oficina terá um espaço para o desenvolvimento dos textos, e a seguir serão elaboradas e produzidas as fotografias em ensaios com os próprios alunos, ou convidados. Ao final, será realizada uma exposição fotográfica.. Público alvo: mín 13 anos | Carga horária: 18h | vagas: 15 Plano de aula: Dia 1 – qui 09/07 (carga horária 6h): Introdução teórica / Apresentação por imagens / Exercícios de análise fotográfica / Criação de textos Dia 2 – sex 10/07 (carga horária 6h): Finalização de textos / Produção das cenas / Instruções técnicas sobre equipamento e set / Fotos Dia 3 – sáb 11/07 (carga horária 6h): Continuidade das fotos / Análise do material / Preparação da Exposição. Biografia da oficineira: Mariane Goldberg é formada em cinema pela UFSCar, com pós graduação em Fotografia pelo Senac-SP. Já participou da produção de diversos curta-metragens, séries para Televisão e publicidade, além da experiência na coordenação e produção de projetos culturais de exposição de fotografia, publicação de livros e ações sociais/educacionais que envolvam as artes visuais como ferramenta para formação e desenvolvimento pessoal. Foi educadora do Projeto CulturAção, no qual trabalhou com crianças e adolescentes pela Frida Projetos Culturais.

Acessibilidade

O Espaço Cultural Sinhá Prado, sala de exibição onde acontece a mostra, suas oficinas e atividades paralelas, possui rampas de acesso e facilidade para portadores de necessidades especiais. Em relação ao conteúdo, serão programadas sessões com legendagem descritiva, audiodescrição e tradução em libras.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é parte essencial da proposta da mostra, e na prática ocorre através da gratuidade de todas as sessões, oficinas e outras atividades da MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira. O Espaço Cultural Sinhá Prado, sede da mostra, fica na rua principal da cidade, local de fácil acesso para a maioria da população. Para assistir as sessões da mostra não é necessário retirar ingressos com antecedência. São concentrados esforços em divulgação através de cartazes, panfletos, anúncio em carro de som, assessoria de imprensa e principalmente na presença da mostra nas redes sociais e grupos de discussão online da região, a fim de garantir que todos se sintam pertencentes à mostra e possam usufruir da programação. Para o programa MOSCA NA ESCOLA, em Cambuquira são convidadas todas as escolas da cidade (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e EJA). Nota-se que a médio prazo, uma criança ou adolescente que frequenta a mostra com a escola, continua vindo por conta própria nos anos seguintes. Em relação ao público alvo, grande parte do público frequentador da mostra é residente na cidade de Cambuquira. No entanto, a mostra recebe também muitos visitantes da região, e público de estudantes de cinema e realizadores de Minas Gerais e dos estados mais próximos (São Paulo e Rio de Janeiro). Em uma cidade pequena (13.000 habitantes) há a vantagem de não possuir um público tão segmentado em um evento cultural, o que acontece pela escassez de alternativas de entretenimento, mas também pelo objetivo da proposta que é de atrair um público variado e de larga representatividade. Sendo assim, é possível afirmar que a MOSCA recebe espectadores e visitantes de todas as faixas etárias e camadas sociais nas diferentes atrações que compõem a programação: - Sessões, clubinho e oficinas para crianças; - Sessões e oficinas para adolescentes; - Sessões e oficinas para adultos; - Café da MOSCA com bar e shows noturnos para o público jovem e adulto, e que conta também com a presença de muitos idosos frequentadores assíduos da mostra nos últimos anos. O acesso a todas as atividades que compõem a programação da mostra é irrestrito e gratuito. A programação da MOSCA busca ser bastante convidativa a todos da cidade: A) Sessões de exibição: O júri popular, premiação da mostra, incentiva a participação ativa dos espectadores. Após cada sessão, o público é convidado a participar de um debate com realizadores presentes, sempre mediado por um membro do comitê de seleção. B) Oficinas: os temas variam de ano a ano, mas elas sempre permeiam a prática cinematográfica e artística (realização, videodança, interpretação, palhaço, animação, fotografia, entre outros assuntos). Elas são oferecidas a um número determinado de pessoas por turma (que depende diretamente do que será trabalhado), com inscrição prévia, e acontecem, normalmente, durante 3 dias. A restrição de idade também varia bastante de acordo com o tema proposto, e é definida pelo oficineiro responsável. Porém, levando em consideração o histórico de todas as oficinas já realizadas, notamos a predominância absoluta de oficinas de classificação livre para todas as idades. A divulgação procura ser bastante ampla para despertar o interesse de crianças, adolescentes e também de adultos. C) Clubinho da MOSCA: acontece no jardim que fica no fundo do prédio do cinema. Após as sessões infantis, muitas vezes com a presença de escolas que são agendadas previamente, os alunos, pais e professores são convidados ao clubinho, onde poderão exercitar a criatividade. Os monitores assessoram as crianças, que conversam sobre os filmes e são estimuladas a trabalhar na realização de um desenho, pintura e/ou colagem sobre os filmes que acabaram de assistir. Sendo assim, os monitores fazem um direcionamento, mas toda a atividade segue um fluxo bastante livre. Um exercício que é extremamente estimulante e que tem grande adesão, contando inclusive com a eventual participação dos próprios realizadores. D) Café da MOSCA: É montado um restaurante no Espaço Cultural para atender os visitantes e atrair os espectadores cambuquirenses, que tem como objetivo ser um ponto de encontro da mostra, ao lado da sala de cinema. Isso acontece nos salões do antigo Cassino da cidade, mesmo espaço que abriga as exposições. A entrada no Café da MOSCA é gratuita, e há a preocupação em alinhar os valores do cardápio (restaurante terceirizado) com os preços de outros restaurantes da cidade. Em algumas noites, são programados shows musicais com as bandas da região e, neste caso, poderá acontecer a cobrança de couvert artístico durante a apresentação. E) Projeto itinerante da MOSCA: o processo de expansão através de itinerâncias já é executado desde 2011, com a MOSCA 6 ½ (projeto de retrospectiva de filmes), e desde a 7ª edição, caracteriza-se principalmente por uma programação especial para exibição em escolas, em sua maioria estaduais e municipais, mas também atendendo algumas de rede particular, com o projeto intitulado MOSCA NA ESCOLA. Por exibirmos dentro das próprias instituições de ensino, e contando com todo o apoio delas, o público nas itinerâncias é sempre alto e interessado. O projeto também busca parcerias nas cidades que visita através de associações e outros grupos organizados, o que possibilita fazer outros tipos de exibições abertas a diferentes públicos.

Ficha técnica

A Romã Produtora Cultural Ltda. Foi fundada em janeiro de 2018, e traz consigo a experiência e a continuidade de alguns dos projetos de suas sócias, Ananda Guimarães e Mariane Goldberg, ambas graduadas em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos, e produtoras com 15 anos de experiência em festivais, educação audiovisual e gestão de projetos culturais. Desde sua criação, a Romã passou a ser a proponente da MOSCA - Mostra Audiovisual de Cambuquira. DIREÇÃO GERAL, CURADORIA E PROGRAMAÇÃO Ananda Guimarães é fundadora da MOSCA - Mostra Audiovisual de Cambuquira, na qual atua na direção, curadoria e produção desde 2005. Graduada em Imagem e Som pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e Especialista em Mídia, Informação e Cultura pela USP (CELACC/ECA), já atuou na produção de filmes de longa e curta-metragem, além de outros projetos culturais. Foi Produtora Cultural da AIC-Academia Internacional de Cinema em 2009 (São Paulo/SP); programadora do Benedita Cineclube (Cambuquira/MG) entre 2010-15; educadora de oficinas audiovisuais do projeto CulturAção em 2012 e 2014 (Suzano e São Paulo/SP) e do Projeto Super Curtas (Ferraz de Vasconcelos/SP) em 2016 (Frida Projetos Culturais), ambos para público infantil e adolescente. Integra desde 2010 a equipe do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários (SP/RJ) e tem experiência em outros festivais de cinema como Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e FIM-Festival Internacional de Mulheres no Cinema. PRODUÇÃO EXECUTIVA Mariane Goldberg é produtora cultural. Formada em cinema, já participou da produção de diversos curta-metragens, séries para televisão e publicidade. Há 10 anos atua na gestão, coordenação e produção de projetos culturais no segmento das artes visuais (exposições, publicações e festivais) e ações sócio-educativas que envolvam o audiovisual como ferramenta para formação e desenvolvimento pessoal. Já trabalhou em projetos na Academia de Filmes/Globo, Prodigo Filmes, Girafa Filmes e Organização ImageMagica. Produziu exposições de artes visuais no SESC, CCSP, Caixa Cultural, MubE, Instituto Cervantes, Pivô, Funarte, dentre outros espaços culturais. Na MOSCA - Mostra Audiovisual de Cambuquira já atuou no Comitê de Seleção (2005), ministrou Oficina de fotografia (2010) e na Produção Executiva (2017). É também diretora de projetos na Frida Projetos Culturais. PRODUÇÃO ESPAÇO CULTURAL SINHÁ PRADO Bernadette Guimarães é artista plástica, fundadora da Escola Paraíso e professora de Educação Artística e Filosofia (em Américo Brasiliense-SP), formada pela Faculdade Santa Marcelina (São Paulo- SP); e licenciada em Filosofia pela Faculdade Sedes Sapientiae -PUC (São Paulo-SP). Atualmente é presidente da Associação Comunitária Educacional e Cultural Sinhá Prado Guimarães, parceira da Romã Produtora Cultural. Na equipe da Mostra Audiovisual de Cambuquira, atua na produção do Espaço Cultural Sinhá Prado, desenvolvendo parcerias regionais e na contratação e gestão de equipe local para o evento. COORDENAÇÃO DE FILMES Sofia Diniz é graduanda em Letras pela Universidade de São Paulo, atua em produção de mostras de cinema desde 2014, em assistência de produção executiva e principalmente em assistência da equipe de coordenação de filmes no festival É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Trabalhou em equipes de produção de videoclipes, espetáculos e catalogação de acervos. Na MOSCA trabalhou na equipe de produção da 11ª MOSCA (2017) e MOSCA 11.5 - itinerância São Paulo (2018). CONCEPÇÃO DA IDENTIDADE VISUAL Mateus Rios é graduado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos, já atuou como diretor de fotografia e atualmente é um premiado ilustrador de livros infantis. É responsável pela identidade visual da MOSCA, e contribui para o desenvolvimento das linhas temáticas da edição. Até as etapas de preparação e pré-produção serão definidos outros profissionais para compor a equipe, assim como integrantes do comitê de seleção e assistentes de produção.

Providência

Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 262/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1721137).