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Produção, montagem e temporada do espetáculo "Édipo", em formato de musical com canções de Vicente Celestino e cinco atrizes se revezando nos papéis escritos por Sófocles.
Édipo Rei foi escrito por Sófocles e é um dos pilares da cultura ocidental, considerada uma das mais perfeitas tragédias da Grécia Antiga. Édipo acredita que é filho dos reis de Corinto. Um oráculo profetizou que mataria o pai e se casaria com a própria mãe, por isso foge. Encontra um homem idoso e seus cinco criados, e tendo se desentendido com eles, mata-os. Ao chegar a Tebas, livra a cidade da terrível Esfinge, decifrando um dos seus enigmas. Como recompensa, é feito Rei de Tebas e casa com Jocasta, a Rainha, cujo antigo marido, o Rei Laio, fora assassinado pouco tempo antes. Tempos depois a peste abate sobre a cidade, e Édipo, tentando revelar os motivos ocultos de tal praga, acaba por descobrir que o velho que matara na estrada era o antigo Rei Laio, e que este era seu verdadeiro pai e Jocasta sua mãe.
OBJETIVO GERAL - Produção e Temporada da peça teatral "Édipo". OBJETIVO ESPECIFICO - Investir na troca de experiências entre atores veteranos e novos talentos. - Apresentar para novas gerações canções do cancioneiro brasileiro. - Geração de 40 empregos diretos e mais diversos empregos indiretos. - Temporada de 24 apresentações na cidade de São Paulo.
Édipo Rei é uma das tragédias mais montadas ao redor do mundo. A tragédia do herói grego sempre comoveu e despertou muitas interpretações e estudos que apontam várias direções. Todas essas leituras são indispensáveis para a preparação de uma nova montagem teatral. Neste caso, produziremos uma versão musicada, com canções célebres de Vicente Celestino, entre elas: "Porta Aberta", "Matei", "Noite Cheia de Estrelas", "Retrato", "Coração Materno", entre outras; e que se passa no Rio de Janeiro nos anos 40. Vicente Celestino nasceu em Santa Teresa em 1894, teve onze irmãos (cinco se dedicaram ao canto e um ao teatro). Foi sapateiro, vendedor de peixe, jornaleiro e chefe de seção numa indústria de calçados. Formou companhias de revistas e operetas com atrizes-cantoras excursionando por todo o Brasil e tornou-se um dos maiores cantores brasileiros. Morreu em 1968, quando se preparava para gravar um programa de televisão em que seria homenageado. Ele passou mal no quarto do hotel, falecendo do coração minutos depois. Nesta obra, justificaremos a vida e canções compostas e gravadas por Celestino, com a trama de Sófocles, transpondo a história para o Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Na trama de Sófocles, tudo existe de antemão, vai apenas se desenvolvendo, e na ação da peça o que é irrevogável torna-se aterrador. Ao contarmos esta história com seis atrizes de diferentes perfis, potencializamos o poder da palavra onde todas são "Édipos" em potencial. Todas passam pela experiência de viver o personagem título da trama, em diferentes situações. Como num ritual, esta tragédia Sófocles se desenvolve a partir da experiência de um personagem renegado, criado fora dos muros do palácio e que foi desenganado. Por fim, é importante ressaltar que o texto será adaptado para o período em que a história se passa, trazendo para o público uma nova visão da obra de Sófocles. A música permeará metade da trama embasada pelas trágicas composições e gravações de Vicente Celestino.
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O projeto prevê atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, responsabilizando-se pela locação de teatros dotados de rampas de acesso e/ou plataforma elevatória, banheiros adaptados, locais para cadeirantes e acompanhantes, assentos adequados para obesos permitindo o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". A produção do espetáculo terá um funcionário uniformizado, exclusivamente, para atendimento e informações ao público presente nos dias, sobre a localização de rampas de acesso, banheiros adaptados, locais para o cadeirante e o seu acompanhante na plateia, assim como qualquer dúvida sobre a casa. Dessa forma possibilitará a todos os espectadores um maior conforto e comodidade na sua diversão. O espetáculo realizará 02 sessões com tradução em libras.
O projeto doará 20% do total de seus ingressos à população de baixa renda, sendo instituições sem fins lucrativos (ongs, escolas públicas). Além disso será doado 10% dos ingressos aos patrocinadores e 10% destinado a divulgação. Será vendido a preço normal (no valor de R$ 60,00 reais) 50% dos ingressos e a preço promocional (R$ 30,00) 10% dos ingressos. Será realizado um ensaio aberto, gratuito, para a população, com debate após a apresentação. Contrapartidas Sociais A produção do espetáculo "Édipo" realizará uma palestra gratuita para 480 pessoas, composta 100% por estudantes e professores do ensino médio, de escola pública da cidade de São Paulo (a escola será definida assim que a produção estiver começado). O tema da palestra será sobre a importância da obra Édipo no Teatro moderno e na sociedade contemporânea.
A ficha técnica deste projeto compreende os seguintes profissionais: Fabio Camara – PRODUTOR E ASSESSOR DE IMPRENSA Será o responsável pelo projeto, através de sua empresa, Lugibi Produções Artísticas, executando as seguintes funções: Diretor de produção e Assessor de Imprensa. Também será o responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira do projeto "Édipo". Produtor formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo em 2007, pós-graduado em Produção Executiva e Gestão em TV pela FAAP em 2010. Produziu espetáculos “Manual para Dias Chuvosos” (2014), “Antes de Tudo” (2015), “Enquanto as Crianças Dormem” (2017) e “Diga que Você já me Esqueceu” (2018) todos com texto e direção de Dan Rosseto. Também produziu o IV Ciclo de Teatro Documentário Irlandês da Cia Ludens (2015), “Eles Não Usam Black-Tie” (2018), “O Planeta dos Esquecidos” (2018), “Tadzio” (2018), entre outros. Em 2016 produziu os espetáculos, “Memórias (Não) Inventadas” com direção de André Garolli, “As Loucuras que as Mulheres Fazem” de Luciana Guerra Malta com direção de Dan Rosseto e “As Duas Mortes de Roger Casement” de com texto e direção de Domingos Nunez. Dan Rosseto – DIRETOR Graduado em Comunicação Social, Cinema e Pós-Graduado em Crítica de Arte. É diretor fundador da Applauzo Produções. Dirigiu mais de vinte montagens entre elas: "Nunca Fomos Tão Felizes" (seu texto recente), “Diga que Você já me Esqueceu” (de sua autoria) e “As Loucuras que as Mulheres Fazem”, “O Colecionador de Universos”, “O Falcão Vingador”, “Lisbela e o Prisioneiro – O Musical”, “Tadzio” e “Antes de Tudo” (seu segundo texto montado). Dirigiu os espetáculos, “Manual para Dias Chuvosos” (também de sua autoria), “O Primo Basílio – O Musical”, “Valsa nº 6”, “Eles não usam Black-Tie” (em duas versões: 2011 e 2018), “Quando as Máquinas Param”, “Maldito Coração”, “O Colecionador”, “Dois Irmãos”, entre outros. É fundador da Cia. Eventual de Teatro e esteve em países como México e Chile com a peça “Marcas de um Crepúsculo”. Como ator, esteve em “Roleta-Russa”, “Imperador e Galileu”, “O Beijo no Asfalto”, “Canãa – A Terra Prometida”, “Mão na Luva”, “Ponto de Partida”, “Madame Blavatsky” entre outros. Dan Rosseto – ADAPTADOR Desde os anos 2000 escreve roteiros para publicidade e teatro. Professor de dramaturgia, tem em seu currículo aproximadamente 15 textos originais, dos quais destacam-se: “Enquanto as Crianças Dormem”, premiado como Melhor Dramaturgia no VI Prêmio Aplauso Brasil de Teatro 2017, “Antes de Tudo”, “Manual Para Dias Chuvosos” e “Diga Que Você Já Me Esqueceu” (todos encenados); além de mais de 10 adaptações para o teatro entre musicais e clássicos. Vale ressaltar: “Eles Não Usam Black Tie”, “O Auto da Compadecida”, “Quando as Máquinas Param”, “O Colecionador”, “Dois Irmãos”, entre outros. Atualmente trabalha na pesquisa para os textos “O Óbvio”, “Gaza” e “Aliens”. “O Último Concerto para Vivaldi” é o seu texto mais recente. Kleber Montanheiro – FIGURINISTA Kleber Montanheiro é ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Destaca-se na criação de cenário, figurino e luz do espetáculo “Misery”, com Marisa Orth e Luis Gustavo; “Cada um com seus ‘pobrema’”, de Marcelo Médici; cenário e iluminação de “Madame de Sade”, direção de Roberto Lage, “Macbeth”, dir. de Regina Galdino, entre muitos outros. Foi integrante do projeto de humanização hospitalar “Doutores da Alegria”, de 1993 a 2003. Recebeu indicações ao prêmio FEMSA por “Chapeuzinho Vermelho” (figurinos-2001); “O Rouxinol” (iluminação e figurinos-2002); “Marias do Brasil” (figurinos-2003); “Amazônica” (cenário e iluminação-2005); “O Doente Imaginário” (cenário-2007) e “Sonho de uma Noite de Verão” (figurinos e direção-2008). Ganhou o prêmio APCA 2008 por “Sonho de Uma Noite de Verão” e o prêmio FEMSA 2009 por “A Odisséia de Arlequino”, ambos de melhor diretor. Foi indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de “Cabeça de Papelão” e vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Suas últimas direções no teatro em 2014/2015 foram: “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque de Hollanda; “Navio Fantasma – O Holandês Voador” e “O Cigano e o Gigante”, ambos de Paulo Rogério Lopes; “Sobre Cartas & Desejos Infinitos”, de Ana Luiza Garcia e “Os Dois Cavalheiros de Verona”, de William Shakespeare, para a Cia. da Matilde. Em 2016 dirigiu “Blink”, de Phill Poter e o musical “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo”. Dirige artisticamente a Cia da Revista. Luiza Curvo - CENÓGRAFA Formada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá e Direção Teatral pela UFRJ. É assistente do premiado cenógrafo Cássio Brasil, tendo assinado com ele mais de 05 espetáculos. Em 2016 assinou seu primeiro cenário no espetáculo “O Corte”. Também é responsável pelos cenografia das peças “O Quarto Estado da Água”, “Enquanto as Crianças Dormem”, “Vox”, “Jornada de um Imbecil até o Entendimento” e “Nunca Fomos tão Felizes”. Débora Reis– ATRIZ Cantora e atriz paulistana, criada no Rio, iniciou a carreira ainda criança cantando em jingles publicitários e no teatro amador do colégio. Aos 17 anos estreou profissionalmente em teatro musical com o diretor Oswaldo Montenegro. Trabalhou com diretores renomados como Wolf Maya, Miguel Fallabella, Jorge Fernando, entre outros. Entre os espetáculos em que atuou destacam-se: “Hair”, “Cazas de Cazuza”, “Rita Lee Mora ao Lado” e “Hebe – O Musical” em que interpretou a apresentadora. Este trabalho que lhe rendeu indicação aos prêmios “Reverência 2018”, “Bibi Berreira” e “APCA” como Melhor Atriz; e venceu na mesma categoria nos prêmios “Destaque Imprensa Digital” e “Aplauso Brasil”. Integrou a banda da cantora Rita Lee como vocalista, com quem permaneceu por 14 anos. Alessandra Verney – ATRIZ Cantora, atriz e compositora, nascida em Santa Maria (RS), é considerada um dos principais nomes do Teatro Musical e tem mais de 25 anos de carreira. Começou sua extensa trajetória no ramo dos musicais com a dupla Moeller e Botelho com quem esteve em: “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava”, “7 – O Musical”, “A Noviça Rebelde” e “Kiss Me Kate”. Por seu trabalho em “Kiss Me Kate – O Beijo da Megera” recebeu o prêmio “Cesgranrio” de Melhor Atriz, sendo indicada aos prêmios “Shell”, “APTR” e “Reverência”. Com Miguel Falabella esteve nos musicais: “Império”, “Memórias de um Gigolô”, “Alô Dolly” (ao lado de Marília Pêra) e na comédia “O que o Mordomo Viu”. Na Rede Globo esteve em “O Sexo e as Negas” e “Verão 90”. No cinema atuou nos longas: “Veneza”, “Apolônio Brasil” e “Jovens Polacas”.
PROJETO ARQUIVADO.