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PRONAC 193262Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CASCAVEL

MOIRA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA. - ME
Solicitado
R$ 765,0 mil
Aprovado
R$ 765,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-11-20
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produto Principal: Produzir e apresentar a peça teatral denominada Cascavel, de Catrina McHugh, baseada em histórias reais de mulheres que enfrentaram e sobreviveram à violência doméstica. A peça narra o diálogo entre as duas mulheres e um homem muito perigoso e violento, explorando questões do controle coercivo dentro dos relacionamentos. Contrapartida Social: Promover a formação de platéia, através de palestras sobre a relevância da cultura, da arte e do teatro, bem como sobre a violência física e moral contra as mulheres.

Sinopse

Uma cobra venenosa com um veneno potencialmente mortal. As cobras são criaturas hipnóticas, nem todas são perigosas, mas outras são. A cascavel é perigosa e duvidosa, chocalhando para avisá-lo que está lá, chocalhando para ter certeza de que você não interfere. Tal qual a cobra, James cerca e controla as mulheres em sua vida. Ele se protege enquanto destrói a vida de duas mulheres. Elas falam sobre como conheceram James, e como ele era quando eles se conheceram. Suas histórias são muito parecidas, na verdade, às vezes, exatamente iguais, à medida que o relacionamento delas com James progride. Ao deixá-lo entrar em suas vidas, James começa a controlar e podar Suzy e Jen, afastando-as do mundo e fazendo dele, e de seu comportamento repressor e agressivo, o centro de sua existência. CASCAVEL foi originalmente desenvolvida como parte de um programa de treinamento para aumentar a conscientização de policiais do norte do Reino Unido, local onde as mulheres nunca tiveram voz. A lei do Reino Unido foi alterada em 2015 para tornar o controle coercivo em relacionamentos um crime. Agora, a peça filmada, está sendo usada no treinamento da polícia de Cleveland.

Objetivos

1) O objetivo geral deste projeto é apresentar ao público a peça teatral Cascavel, que aborda histórias reais de mulheres que sofreram abusos fisícos e psicológicos de seus companheiros. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o feminicídio geralmente envolve o assassinato intencional de mulheres apenas por serem mulheres. Diante deste cenário de horror e apoiados em reflexões sobre o nosso "fazer" artístico, a presente obra pretende ser porta-voz de seus contemporâneos através da exposição clara da história escrita pela nossa sociedade a fim de despertar e irmanar os seus espectadores. O relatório sobre feminicídio da ONU mostra que "no mundo todo, em países ricos e pobres, em regiões desenvolvidas e em desenvolvimento, um total de 50 mil mulheres são assassinadas todo ano por companheiros atuais ou ex-companheiros, pais, irmãos e outros parentes, devido ao seu papel e à sua condição de mulher". Segundo o documento, o lar é o "lugar mais perigoso para as mulheres" já que a maioria dos casos é cometida por conhecidos da vítima, sendo que as mulheres negras são ainda mais violentadas e o Brasil é o 5º país que mais mata mulheres. 2) O objetivo específico é a produção do espetáculo teatral "Cascavel", para uma temporada de três meses (36 apresentações), em teatro de aproximadamente 200 lugares, na cidade de São Paulo - SP, com sessões às sextas, sábados e domingos, com público estimado em 7.200 pessoas. Os ingressos custarão R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia entrada) e R$ 20,00 o ingresso promocional.

Justificativa

Esta peça abordará a temática da violência contra a mulher, seja física, seja emocional, assunto que está diariamente nos jornais e nas redes sociais. A partir do conflito das personagens o público refletirá sobre as violações aos direitos das mulheres e a sua integridade física e psicológica. A violência contra as mulheres se manifesta de diversas formas. De fato, o próprio conceito definido na Convenção de Belém do Pará (1994) aponta para esta amplitude, definindo violência contra as mulheres como "qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado" (Art. 1°). É de extrema relevância trazer aos palcos este tema, pois impacta também no desenvolvimento social e econômico do país. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Cultiurais é necessário para viabilização do projeto em questão, em virtude de que o valor inserido no plano de distribuição é apenas uma previsão/estimativa máxima de alcance de público, desde que se tenha o teatro lotado todos os dias. Ocorre que, a realidade do segmento teatral atualmente é outra, mesmo produções com elenco de nomes conhecidos, raramente tem-se casa cheia e não se pode contar com uma estimativa de lucro para pagar elenco, teatro, equipe e fornecedores. Diante do acima exposto optou-se por inscrever o projeto sob o que dispõem os artigos da Lei Rouanet, com intuito de aprovação do mesmo para que assim se possa realizá-lo com segurança jurídica e econômica. Justifica-se a realização do projeto através deste Mecanismo de Incentivo em virtude de o mesmo se enquadrar no Art. 1º, incisos III e VIII e Art. 3º, inciso II, alínea c, da Lei 8.313/91.

Estratégia de execução

A Proponente anexou arquivo com documentos que comprovam suas atividades culturais (flyers, programas, jornais), sendo seu último projeto a apresentação da peça "A Serpente", de Nelson Rodrigues, no Teatro Viradalata (2017), Teatro Faap (2018) e no CCBB do Rio de Janeiro (2018), sendo que nas imagens consta a logomarca da empresa MOIRA Produções Artísticas e também com o nome das duas representantes da empresa proponente Carolina Lopes e Fernanda Heras que protagonizaram a peça. A título de esclraciemento a peça "A Hora Perigosa", realizada em 2014, também com as referidas atrizes e sócias, tem em seu material a logomarca CL Produções (Carolina Lopes Produções), que era o nome da empresa antes da última alteração contratual.

Especificação técnica

Não se enquadra.

Acessibilidade

Pretende-se locar um teatro com localização privilegiada, o qual possibilite maior conforto, segurança e acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e idosos. O teatro deverá obrigatoriamente ter rampas de acesso e/ou elevadores, lugares reservados para cadeirantes e banheiros com dimensões apropriadas, além de funcionários treinados para orientar os idosos. Realizaremos três apresentações com acessibilidade garantida, com a presença de um tradutor em libras e três apresentações com audiodescrição, com divulgação em todo material gráfico e anúncios (impressos e/ou audiovisuais). Para promover a acessiblidade de todos às palestras que serão realizadas para formação platéia, as mesmas serão gravadas em vídeo, editadas com tradução em libras e disponiblizadas na íntegra gratuitamente na internet.

Democratização do acesso

Em conformidade com o Inciso V, do Art. 21 da IN Nº 2/2019, realizaremos um ensaio aberto gratuito antes da estreia do espetáculo para 200 alunos de teatro, seguido de conversa/debate com diretor e elenco sobre o tema tratado na peça. Em conformidade com o Inciso V, do Art. 21 da IN Nº 2/2019, será contratado um estagiário de artes cênicas para trabalhar no projeto. Em conformidade com o Inciso I, do Art. 21 da IN Nº 2/2019, serão distribuídos 1.440 ingressos gratuitamente (20% dos ingressos do produto principal) para população de baixa renda, através de Instituições Beneficentes. Em conformidade com o Inciso V, do Art. 21 da IN Nº 2/2019, para promover a formação de platéia serão convidados 720 alunos e/ou professores de escolas públicas (10% do público estimado no plano de distribuição) para assistir a palestras sobre a relevância da cultura, da arte e do teatro, bem como sobre a violência física e moral contra as mulheres .

Ficha técnica

A empresa proponente é representada por suas sócias, as atrizes Carolina Lopez Cezar e Luciana Fernanda Heras que estão no elenco da peça e administram o projeto (rubrica elenco protagonista). Carolina Lopez Cezar (atriz) Carol Cezar é publicitária, atriz e sócia da produtora MOIRA ProduçõesArtísticas. No cinema participou de curtas-metragens, sendo “Encantação” direção de Bruno Costa e “Berenice” direção de Adriano Espínola, os mais recentes. Em São Paulo atuou em diversas peças de teatro: “A Via Crucis do Corpo” de Clarice Lispector, com direção de Marco Antônio Bráz (2011), “O Despertar da Primavera” de Frank Wedkind com direção de Jair Assumpção (2012). No Rio de Janeiro atuou em “As (piores) cenas da minha vida” (2012), “A mulher existe?” (2013) e “A hora perigosa” de Clara Meirelles (2014), todas dirigidas por Daniel Herz. Atuou em “Viúva porém honesta” de Nelson Rodrigues com direção de Giulia Grandis (2014). Na TV Globo, participou das novelas ”Além do tempo”, “A regra do jogo”, “A Lei do Amor” (2017) e “Malhação - vidas brasileiras” (2018). Seu último trabalho foi a peça “A Serpente” dirigida por Eric Lenate, que foi indicada ao Prêmio Shell na temporada de Sâo Paulo. Em setembro de 2018 a peça reestreou no CCBB-RJ, também com indicação à prêmios. Atualmente ensaia e produz a peça “Amor é Química” que tem a sua estreia marcada para setembro de 2019 no Rio de Janeiro. Luciana Fernanda Heras (atriz) Formada em artes cênicas, ballet clássico pela Escola Municipal de Bailado do Teatro Municipal de São Paulo e Royal Academy of Dance of London e sócia da produtora MOIRA Produções Artísticas. No cinema atuou em diversos curtas-metragens, sendo “Encantação” direção de Bruno Costa, o mais recente. No teatro atuou em montagens como: “Pequenas Histórias” de Tenesse Williams com direção de Brian Penido (2010), “O Interrogatório” de Peter Weizz com direção de Sergio Ferrara (2012) e “A hora perigosa” de Clara Meirelles com direção de Daniel Herz (2014). Na Tv Globo participou de “Haja Coração” e fez a personagem “Eunice” na novela “Verdades Secretas” de Walcyr Carrasco. Seu último trabalho foi a peça “A Serpente” dirigida por Eric Lenate, que fo iindicada ao Prêmio Shell na temporada de Sâo Paulo. Em setembro de 2018 a peça reestreou no CCBB-RJ, também com indicação à prêmios. Atualmente ensaia e produz a peça “Amor é Química” que tem a sua estreia marcada para setembro de 2019 no Rio de Janeiro. Sérgio Ferrara (diretor) O diretor Sérgio Ferrara depois que deixou o CPT (Centro de PesquisaTeatral) supervisionado pelo diretor Antunes Filho, dirigiu espetáculos como Antígona de Sófocles na jornada Sesc de teatro com o ator Paulo Autran, Tarsila de Maria Adelaide Amaral, Barrela e Abajur Lilás de Plínio Marcos, Mãe Coragem e seu sfilhos de Brecht com a atriz Maria Alice Vergueiro. Recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor diretor pelo espetáculo Pobre Super-Homem de Brad Fraser. - Com o ator Raul Cortez realizou a peça Fica Frio do dramaturgo Mario Bortoloto. No seu espetáculo O Mercador de Veneza de William Shakespeare, o ator Luis Damasceno recebeu o Prêmio Shell de melhor ator. Em 2005, em parceria com o escritor Ignácio de Loyola Brandão e a artista plástica Maria Bonomi realizou o espetáculo A Última Viagem de Borges, sobre o escritor argentino indicado ao Prêmio Shell de melhor cenografia. Foi diretor convidado da EAD (Escola de Arte Dramática) da USP, onde dirigiu a peça Vereda da Salvação de Jorge Andrade. Dirigiu O Inimigo do Povo de Henrik Ibsen, em comemoração ao Centenário de morte do dramaturgo norueguês, com o apoio da Embaixada Real da Noruega no Brasil. Participou também da viagem teatral do Sesi, percorrendo um circuito de 11 cidades do interior paulista e de alguns Festivais de Teatro. - Juntamente com o Grupo dos SATYROS, desenvolveu um projeto sobre a Praça Roosevelt, onde dirigiu o texto: A Noite do Aquário de Sérgio Roveri. Convidado pelo diretor Antunes Filho, em 2007 dirige seu primeiro trabalho para a Televisão. Em parceria com SESCTV, a TV CULTURA abre espaço para os novos teleteatros. Dirige O Encontro das Águas, repetindo a parceria com o dramaturgo Sérgio Roveri, premiado como o melhor dramaturgo do ano, pelo Prêmio Shell. Dirigiu em 2008, dando sequência ao estudo da obra do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, IMPERADOR E GALILEU com o ator Caco Ciocler e parceria com o SESC São Paulo. Lecionou na PUC, no curso de teatro da Pontifícia Universidade Católica e atualmente é Diretor de montagem da Escola de Atores Wolf Maya em São Paulo. - No SESC Vila Mariana estreou seu novo espetáculo DUETO DA SOLIDÃO, com Clara Carvalho e Leonardo Miggiorin. - Dirige no SESI PAULISTA a peça POROROCA de Zen Salles uma parceria do SESI com o BRITISH COUNCIL, no projeto do Núcleo de Dramaturgia do SESI que procura fomentar novos dramaturgos. Em 2011 dirige o texto do Ariano Suassuna “O Casamento Suspeitoso” no Teatro do SESI. Recebe a indicação de melhor diretor do ano no Prêmio APCA pela direção do texto do Ariano Suassuna. - 2011/ 2017– Curador artístico do Projeto Ademar Guerra (Programa de Qualificação em Artes) projeto da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo que supervisiona e orienta 56 grupos de teatro do interior do estado. - Em 2018 dirige o Balé da Cidade de São Paulo a convite do Diretor Artístico Ismael Ivo o espetáculo: RISCO- Uma instalação Cênica, no Theatro Municipal de São Paulo com a Orquestra Sinfônica. - Em 2018 dirige no SESC 24 de maio o espetáculo (O Eterno Retorno) do dramaturgo Samir Yazbek em comemoração aos trinta anos de carreira do dramaturgo. Aline Santini (Designer de Luz) Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016, também cursou AIC (Academia Internacional de Cinema), foi aluna do fotógrafo Carlos Moreira e assistente do iluminador Wagner Pinto. Trabalha com iluminação há 17 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança e performance em São Paulo, como Gerald Thomas, Zé Celso, Denise Stoklos, Marta Soares, Ricardo Gali, Eric Lenate, Edith Derdyk, LuaTatit, Rodrigo Gontijo, Dudu Tsuda, Paula Garcia, Nelson Baskerville, Anne Kessler (Comédie Française), Georgette Fadel, Cia. São Jorge, Galpão do Folias, Parlapatões, Maria Thaís e outros. Em 2013 foi indicada ao prêmio Shell na categoria iluminação com o espetáculo As estrelas cadentes do meu céu são feitas das bombas do inimigo, em 2015 foi indicada ao prêmio Shell pelo espetáculo Ludwig e suas irmãs, dirigida por Eric Lenate e indicada ao prêmio Aplauso Brasil com o espetáculo Mantenha fora do alcance do bebê, dirigida por Eric Lenate também em 2015 e em 2016 indicada ao prêmio Shell pelo espetáculo Cabras, cabeças que voam, cabeças que rolam, da Cia Balagan. Também faz projetos de iluminação para exposições (exposição permanente do acervo no Centro de Memória do Circo, projeto expográfico Carla Caffé), executa projetos de iluminação arquitetural e ministra cursos e oficinas de criação para iluminação cênica. Atualmente também tem criado instalações artísticas com luz e contribuído para performance art. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia e Portugal. Indicada ao prêmio APCA de dança em 2017 pelo espetáculo SHINE, da Cia Perversos Polimorfos. Em 2017 foi indicada ao Shell pelo espetáculo “A Serpente” dirigida por Eric Lenate. Kleber Montanheiro (Cenógtafo e figurinista) Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Kleber Montanheiro é um profissional que atua em diversas áreas do fazer teatral. Com formação plural, trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros. Prêmios: Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de A História do Incrível Peixe Orelha. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Em 2016 UM DEZ CEM MIL INIMIGOS DO POVO - produtor, diretor, cenógrafo e figurinista de Cassio Piressobre a obra de Henrik Ibsen Espaço Cia. da Revista - SP HOJE É DIA DE MARIA - cenógrafo e figurinista de Carlos Alberto Sofredini Teatro Cetip - Instituto Tomie Othake. 2017 BRAGUINHA - HISTÓRIAS E CANÇÕES - cenógrafo e figurinista de Paulo Rogério Lopes Teatro SESC Ipiranga. ALÔ ALÔ THEATRO MUSICAL BRAZILEIRO - produtor, diretor, cenógrafo e figurinista de Kleber Montanheiro e Amanda Acosta Teatro Morumbi Shopping. A VIDA EM VERMELHO - PIAF & BRECHT - Figurinista de Aimar Labaki Teatro SESC Santo André.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.