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PRONAC 193265Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

15º Festival Palco Giratório - Etapa Porto Alegre

SESC - ADMINISTRACAO REGIONAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 1,43 mi
Aprovado
R$ 1,43 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2020-01-01
Término

Resumo

O Festival Palco Giratório em Porto Alegre, hoje, é reconhecido pelo público, críticos da área e pela mídia como o maior evento de artes cênicas do Estado. A sua programação é composta por renomados grupos e artistas de teatro, dança e circo do País. Como propósito há uma importante representatividade de espetáculos vindos de todas as regiões brasileiras. São realizadas mais de 60 sessões de teatro, dança e circo no período de realização, utilizando os principais espaços da cidade de Porto Alegre (Theatro São Pedro, Teatro Renascença, Teatro do Sesc, Teatro de Arena, Sala Álvaro Moreyra, Casa de Cultura Mário Quintana), além de espaços abertos em bairros periféricos da cidade.Destacam-se na programação as ações formativas que são realizadas no modelo de seminários, workshops e vivências artísticas. Também, o projeto é referenciado pelo trabalho de formação de plateias, que é realizado sistematicamente e atinge mais de 6.000 educandos, comunidades, ONGs a cada edição, além do público geral da cidade.

Sinopse

Essa edição do Festival foi construída a partir dos espetáculos selecionados por uma curadoria nacional, formada por programadores do Sesc de todos os Estados brasileiros que, conjuntamente, estabelecem um circuito de apresentações que percorrem todo o território nacional, sendo que a seleção dos espetáculos para apresentação em Porto Alegre, passarão por um processo de inscrição feita por um edital público disponibilizado em site próprio no qual serão escolhidas 10 propostas representativas da produção gaúcha, completando a programação. SINOPSES VAGA CARNE: VAGA CARNE é um solo de Grace Passô, que também assina o texto do espetáculo. A peça é um campo de jogo entre palavra e movimento, onde um corpo de mulher vive a urgência de discurso, à produra de suas identidades e de pertencimento. Em sua narrativa, uma voz errante, capaz de invadir qualquer matéria sólida, líquida ou gasosa, resolve, pela primeira vez, invadir um corpo de mulher e, a partir dessa experiência, narra o que sente enquanto sujeito, o que finge ser, o que é insondável em si, o que sua imagem é para o o outro e sonda o que significa um corpo enquanto construção social. VAGA CARNE inaugura o Projeto Grãos da Imagem, que reúne trabalhos em torno de temas identitários. PNEUMÁTICO: O espetáculo pneumático tem concepção cênica do bailarino, diretor, coreógrafo e autor da obra Klinger Trindade, sua direção artística juntamente com Alice Trindade que também faz parte da equipe técnica e laboratórios iniciais da obra.Pneumático é o diálogo entre dois corpos manipulados pela força ar, onde ambos se complementam na sua fragilidade, fôlego e pressão. Sua inquietação partiu de como seria um diálogo de um corpo morto, estático na qual não possui nenhum sentido em sua dimensão espacial dentro da caixa cênica, mas que pode fluir como se estivesse vida própria, então o bailarino viu-se como o ar e um simples pneu tornou-se seu próprio corpo, essa é uma das varias reflexões filosóficas dentro da obra. INTERIOR: “Interior” traz para a cena duas velhinhas que insistem em não morrer. Elas já cruzaram diversas gerações e sabem tudo a respeito da vida. Dão conta de todas as histórias prováveis e improváveis. O espetáculo nos convida a um olhar criativo e amoroso perante a vida, onde o impossível é mero detalhe. Com muito bom humor, “Interior” é irreverente e, ao mesmo tempo, singelo. Cheio de afeto, igual a bolo feito por avós. ENQUANTO A CHUVA CAI: Espetáculo bilíngue, dirigido a toda família e encenado em Português e Libras simultaneamente, voltado a integração do público surdo e ouvinte na mesma plateia. Interpretado por uma atriz surda e um ator ouvinte, "Enquanto a Chuva Cai" acompanha o encontro e a aproximação de duas crianças órfãs dentro de uma casa em ruínas durante a guerra. A menina se comunica utilizando a Libras e o menino, a Língua Portuguesa. Numa guerra, um amigo é como uma fonte no deserto. A barreira linguística, portanto, não pode ser um empecilho para que os dois personagens se tornem amigos e cúmplices na luta pela sobrevivência. Assim, em delicados jogos de cena, com brincadeiras simples e ternas, a aparente barreira entre os dois é resolvida e a comunicação entre eles acontece. KINTSUGI, 100 MEMÓRIAS: KINTSUGI, 100 memórias é uma proposta cênica que, partindo dos limites da teatralidade e de modo fragmentário, tenta aproximar-se de uma ideia de memória não linear nem bucólica, mas sim uma memória que apresenta o gesto da vontade no ato de lembrar. Para nós, a memória não é nem monumentalista nem autocomplacente; é, sim, um exercício do presente para revisitar as crises passadas, os erros cometidos, as cicatrizes - pessoais e coletivas - que a história nos deixou e, assim, corrigir o nosso futuro; é o reencontro com a dor como ato de superação.Kintsugi, ou a beleza da imperfeição, é uma palavra japonesa que significa emenda com ouro. Essa arte consiste em reparar cerâmica quebrada com uma mistura de laca e pó de ouro, prata ou platina. BOQUINHA, E ASSIM SURGIU O MUNDO: "Boquinha... E Assim Surgiu O Mundo” une teatro, circo e música para falar sobre osurgimento do mundo segundo diferentes culturas. O espetáculo se passa no sótão da casa domenino João Vicente (Orlando Caldeira), onde ele encontra uma caixa com as pesquisas de seuavô escritor. Através dessas pesquisas, João Vicente e Boquinha, um pequeno ser feito dedobraduras de papel, viajam pelas culturas cristã, africana, chinesa, pela cultura dos índiosbrasileiros e pela ciência, para entender como o mundo foi criado. O CIRCO A CÉU ABERTO: O espetáculo “O circo a céu aberto” resgata aos espaços públicos a atmosfera poética do encontro, do aplauso, do sorriso, do despertar para a imaginação, por meio da linguagem do palhaço, da comédia física e da arte de rua. É idealizado e dirigido por Fabiano Freitas, o palhaço Piter Crash, que recria números inspirados em esquetes tradicionais da palhaçaria brasileira, utilizando em cena objetos como argolas, diabolô, malabares, jornais, bexigas, fita crepe, entre outros, e revela a potência da tradição circense na experiência de um “humor em estado puro”. RODA: Circulando ele vem, trazendo pra roda os domínios fantásticos e misteriosos do reino da imaginação. Na bagagem, a alegria genuína de um brincante popular. E vai "arrodeando" e fazendo surgir uma surpresa a cada volta, e a roda vira circo, e do encontro brota magia. Arrodeia: ele chama pra cena. E lá vem os sons, os brinquedos, os meninos, o povo... E tudo se torna folia, seja na mágica, malabares, no circo ou no teatro revelado naquele corpo poesia. O brincante é de inspiração nordestina mas tem linguagem universal. A Roda vai gerando energia, é moinho de risada, de festa multiplicada, ciranda de gente vestida de infância. Roda é ciclo de alegria, virando noite e dia nos arrodeios dos sonhos e destinos desejados. Sem começo,sem fim, a Roda é o meio de tudo que de tudo um pouco tem. MEIA NOITE: O espetáculo explora a capoeira como elemento criador e motivador do movimento, construindo um procedimento de uso de imagens/memória do corpo do dançador, dialogando dramaturgicamente a relação pai e filho, mestre e discípulo, sendo o intérprete filho do mestre Meia-noite ( mestre de capoeira co-fundador do Centro de Educação e cultura Daruê Malungo, periferia do Recife), aspectos da ancestralidade pessoal colocados em evidência, revelando princípios motores e imaginário poético-político do corpo negro na cena. 2 MUNDOS: Inspirado na colonização da América e dos territórios do mundo todo, o espetáculo conduz o espectador a viajar por um tempo passado que encontra analogias continuas com o presente. 2 MUNDOS conta a historia do encontro de duas culturas opostas, onde se revelam os sentimentos e motivações mais profundas da humanidade. Quando no embate das diferenças explode a luta pela vida, a morte de um jovem acontece trazendo uma nova esperança. TERREIRO ENVERGADO: Terreiro envergado é uma obra construída na relação que estabelece com o público, uma sucessão de pequenos ritos cotidianos, resignificados no corpo e no lugar, em constante transformação. Inspirado livremente nos ecos das obras do escritor Paraibano José Lins do Rêgo em sua série sobre o ciclo da cana de açucar (Menino de engenho, Doidinho, Banguê, Usina e Fogo Morto).Nesse terreiro "circulam" ambulantes, bêbados, mendigos, brincantes entre outras figuras místicas que povoam o imaginário popular e que nosconvidam a dividir o mesmo espaço, seja palco ou praça para celebrar o encontro.Um verdadeiro caleidoscópio de imagens e sons que se traduzem no corpo atravessado e recortado pela força midiática e memória pessoal dos intérpretes. O VAZIO É CHEIO DE COISA: Um corpo humano e um bambu se bastam. Do encontro minimalista entre um bambu oco e um corpo recoberto de experiências da artista, uma profusão de imagens e significados invadem o imaginário do público. Num vazio, se desenrola uma dramaturgia ilustrada por meio da poesia, do corpo, do vegetal, do gesto, do olhar, do som e da luz. MACBETH E O REINO SOMBRIO – SHAKESPEARE PARA CRIANÇAS: Os generais de guerra Macbeth e Banquo voltam triunfantes de uma batalha contra a Noruega. Passando por um pântano, se deparam com três bruxas que lhes apontam algumas previsões: Macbeth será barão de Cawdor e futuramente rei. E Flaêncio, filho de Banquo, também será rei. A ambição de Macbeth e de sua esposa, Lady Macbeth, diante das profecias das bruxas os leva a cometer um gesto de traição contra o rei, gerando tempestuosos conflitos. SALÃO: O espetáculo Salão é uma indicação da Ação de Curadoria realizada em Manaus, em setembro de 2018, quando um grupo de curadores participou do Festival Mova-se e de ações do Sesc AM, sob coordenação de Mariana Pimentel. O espetáculo traz para o centro da discussão questões de gênero na dança, quando se questiona por que os casais da dança de salão só podem ser formados por um homem e uma mulher. Plasticamente lindo, têm cenas memoráveis, como a parte em que um dos bailarinos balança-se em corda no centro do palco ao som de Flutua (Johnny Hooker). Impossível não se afetar com as histórias contadas ao longo do espetáculo e não se impressionar com a excelência técnica dos bailarinos. ÍCARO: Em cena, um artista desdobra-se em 6 depoimentos ficcionais de pessoas cadeirante. Luciano Mallmann, autor e ator do espetáculo traz a luz, através de ÍCARO promove uma reflexão acerca da fragilidade humana a que todos estamos expostos. Inspirado em suas próprias experiências e também de pessoas que conheceu após sofrer uma lesão medular em 2004. O monólogo mistura realidade e ficção num mosaico sobre a diversidade humana, partindo de temáticas universais, como relacionamentos interpessoais, abandono, gravidez, maternidade, preconceito e resiliência. MINI CABARÉ TANGUERO: Um fabuloso e variado Cabaré Porteño onde os espectadores mais exigentes poderão contemplar o melhor da dança e da música Rio-Platense. Seria tudo formidável, não fosse um pequeno “porém”: a excêntrica Julieta pode aparecer e roubar a cena. Um solo onde manipulação, mágica, danças excêntricas, humor e panaquice surpreendem e emocionam a cada instante. SOBRE AZARES FUTUROS: Um prólogo. Quatro cenas. Uma atriz. Cinquenta minutos de narrativas políticas, poéticas, singelas, dolorosas e alegres sobre ser mulher no mundo, sobre as lutas diárias do universo feminino. Os azares futuros; os assédios; os abortos; as maternidades e o direitos sobre o corpo; são essas as questões políticas em debate, na cena, no corpo e nas marcas da atriz. O espetáculo “Sobre Azares Futuros” trata sobre os contratempos cotidianos do universo feminino, que ao longo dos tempos foram, equivocadamente, naturalizados. O espetáculo costura marcas individuais, experiências familiares, relatos, memórias e modos diversos de estar e ser mulher no mundo. O mundo enquanto território, lugar, espaço habitado, que é permeado de dificuldades, sonhos, desejos e resistências. Além de um fomentador da cena cultural, o Festival Palco Giratório já se consolidou como um instigador do pensamento em torno do universo cênico. A fim de discutir temáticas e aprofundar o conhecimento em torno do fazer artístico é que se realiza o: SEMINÁRIO PALCO GIRATÓRIO - Em seu quinto ano de existência, o Seminário Palco Giratório no RS, promovido em parceria com o Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFRGS, se afirma como um espaço de encontro e reflexão sobre questões fundamentais de nosso tempo, articulando práticas cênicas com discussões, conceitos e teorias de outros campos do saber, enfocando a dimensão política e social do fazer artístico. O Seminário se propõe como celebração de encontros, de corpos em aliança, da festa, dos cruzamentos de saberes e pessoas, da arte, da cena. Da vida que insiste em continuar. Perceber e fortalecer nossas alianças, redes, encontros, voar na queda, escutar, insistir, desviar, inventar. Aprender com outros imaginários, buscar descolonizar nosso pensamento, burlar a programação esperada. Pensar junto, com o corpo, com o outro, imaginar outras possibilidades, reconstruir-nos, compondo alianças e redes que nos fortaleçam. INTERCÂMBIO E CONEXÕES – Além de fomentador da cena cultural, o Festival Palco Giratório também já possui tradição na formação de plateia e, cada vez mais, na promoção de ações que convidem o público à reflexão mais profunda sobre os temas abordados, o fazer artístico e o universo cênico. Desta forma, diversas iniciativas visam essa aproximação, como o tradicional “Discutindo a Cena”, momento em que atores dialogam com o público sobre o trabalho apresentado. A ação tem o intuito de promover a conexão entre o espectador e o artista, assim como permitir o aprofundamento dos temas abordados em cena e do próprio fazer artístico. A programação formativa conta ainda com espaços de “Encontros e Diálogos”, “Conversas”, “Mediações”. PONTO DE ENCONTRO – É um espaço de conexões, trocas e confraternização entre público, produção, artistas, técnicos e todos que se envolvem nesta cena cultural. Na ocasião, um DJ estará apresentando um repertório variado para receber o público do Festival, artistas, técnicos e agentes culturais. As ações serão aos sábados, após os espetáculos, no Centro Municipal de Cultura (Teatro Renascença e Sala Álvaro Moreyra).

Objetivos

O projeto 15º Festival Palco Giratório se reafirma como um dos importantes festivais de artes cênicas do país que permanece atento aos compromissos firmados com a representatividade e diversidade da produção cênica contemporânea, com o constante diálogo com o público, fundamentado numa curadoria reflexiva e consciente de sua ação para a definição da programação. - Apresentar uma programação diversa que atenda a diferentes interesses do público; - Apresentar um panorama da produção de artes cênicas produzida no País; - Contemplar na programação espetáculos e grupos de todas as regiões do País, bem como um maior número de estados representados; - Desenvolver atividades que possibilitem o intercâmbio entre artistas de diferentes regiões do País; - Promover o encontro entre grupos de artes cênicas e o público participante do Festival; - Realizar ações formativas que instiguem o pensamento sobre as linguagens de artes cênicas, mas com ampliação para discussões que permeiam o processo civilizatório das comunidades; - Atender 30.000 espectadores nessa edição; - Fomentar a produção artística do Estado do RS; - Fomentar, através da sua realização, a economia através da utilização de hospedagens, restaurantes, transporte, além de setores ligados a produção de artes cênicas; - Atender, através do projeto de formação de plateias, 6.000 estudantes, professores e comunidades da periferia do centro da cidade. - Promover a acessibilidade com 2 (dois) espetáculos que contarão com interpretação de libras, e 1 (um) espetáculo com audiodescrição e/ou mediação acessível com o reconhecimento tatil do elenco e cenários. - Realizar 20h de capacitação técnica em cenografia, iluminação e sonorização para profissionais da cidade e interior do Estado.

Justificativa

A 15ª edição do Festival Palco Giratório em Porto Alegre inicia e se reafirma como um dos importantes festivais de artes cênicas do país que permanece atento aos compromissos firmados com a representatividade e diversidade da produção cênica contemporânea, com o constante diálogo com o público, fundamentado numa curadoria reflexiva e consciente de sua ação para a definição da programação. O projeto vem acontecendo regularmente desde 2006, é reconhecido como um dos mais importantes festivais de artes cênicas, ocupando esse lugar de referência (estadual e nacional). Caracteriza-se pela diversidade na programação e pelo trabalho de formação de plateias que movimenta mais de 30 mil espectadores. No plano do desenvolvimento da cultura local, é notável sua consolidação. A cada ano vêm se tornando importante eixo de oferta, distribuição e acesso da cadeia produtiva das artes cênicas, estreitando laços culturais e fortalecendo o caráter comunitário e de pertencimento na cidade. Conscientes da nossa missão de estabelecer conexões com as produções culturais e as plateias, o SESC ao promover mais uma edição do Festival Palco Giratório em Porto Alegre, fortalece e consolida os propósitos da instituição na promoção do bem estar, na qualificação e aperfeiçoamento dos fazeres artísticos, na integração, no desenvolvimento social e econômico da cidade e vai além, firmando nosso propósito maior que é de encantar e fazer as pessoas felizes. Artistas, técnicos, agentes culturais e plateias terão a oportunidade novamente da fruição e aproximação com a cena produzida nas cinco regiões brasileiras, um momento de trocas e descobertas, de encontros para além da relação palco e plateia. Como premissa, a identificação de espetáculos de todas as regiões do país é fundamental para acentuarmos os traços de identidade, o crescimento e o fortalecimento da cena, para além de obras apresentadas, consideramos a trajetória, os processos de construção, o estabelecimento, manutenção e o apoio em seus locais de origem. Essa edição do Festival foi construída a partir dos espetáculos selecionados por uma curadoria nacional, formada por programadores do Sesc de todos os Estados brasileiros que, conjuntamente, estabelecem um circuito de apresentações que percorrem todo o território nacional, sendo que a seleção dos espetáculos para apresentação em Porto Alegre, passarão por um processo de inscrição feita por um edital público disponibilizado em site próprio no qual serão escolhidas 10 propostas representativas da produção gaúcha, completando a programação. Dessa forma, o projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a espetáculos musicais e de artes cênicas em festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Em síntese, o 15º Festival Palco Giratório mantém vivo o objetivo de aproximar as artes cênicas da população gaúcha ao oferecer espetáculos de reconhecida qualidade por preços acessíveis há mais de duas décadas, valorizando obras que toquem o público de forma sensível e bela e impactem cada indivíduo de maneira única. E faz-se cada vez mais necessário, ao expor histórias e sensações sobre as quais o público reflete e com as quais se identifica. O uso das Leis de Incentivo à Cultura são essenciais para a completa realização dos projetos com a participação de empresas e assim usufruirem destes mecanismos de isenção fiscal.

Estratégia de execução

A remuneração do proponente se dará nos custos administrativos.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Quanto ao acesso físico, a coordenação do Festival prioriza a realização dos espetáculos em espaços culturais localizados em zonas centrais da capital e que tenham acessibilidade total para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, para que se trate de fato de um projeto inclusivo e não restritivo. Para o 15º Festival Palco Giratório em seus locais de realização já definidos: Theatro São Pedro, Teatro Renascença, Teatro do Sesc, Teatro de Arena, Sala Álvaro Moreyra, Casa de Cultura Mário Quintana. Uma das apresentações, de cada um dos 10 espetáculos da programação local, os quais ainda serão selecionados, 2 desses contarão com interpretação de libras, ressalvados trabalhos de dança ou outros no qual não haja falas e sejam naturalmente acessíveis. Buscando cumprir com a acessibilidade universal, 15º Festival Palco Giratório irá oportunizar em sua programação um espetáculo com audiodescrição e/ou mediação acessível com o reconhecimento tatil do elenco e cenários.

Democratização do acesso

O 15º Festival Palco Giiratório oportuniza a população espetáculos de alto nível artístico e técnico a valores populares e acessíveis, contribuindo decisivamente para a democratização do acesso à cultura com uma grande procura pelo público quando da abertura da bilheteria. Além da prática de preços populares, o projeto executa todas suas atividades em conformidade com a lei da meia-entrada, tal como prevê a legislação vigente. Ampliando as possibilidades de acesso a fruição, existirão diversas outras modalidades de desconto, tais como 50% para a classe artística, buscando desta forma também o intercâmbio de saberes e a formação local através da fruição artística. Todas as atividades formativas disponibilizadas nessa edição, as quais acontecerão no decorrer de todo o período de realização do Festival estão contemplando o artigo 21 da Instrução Normativa, serão realizados debates com temáticas relacionadas às artes e a cultura de forma geral, bem como farão relação com os espetáculos apresentados, sempre de forma gratuita. Artistas, técnicos, agentes culturais e plateias terão a oportunidade novamente da fruição e aproximação com a cena produzida nas cinco regiões brasileiras, um momento de trocas e descobertas, de encontros para além da relação palco e plateia. Como premissa, a identificação de espetáculos de todas as regiões do país é fundamental para acentuarmos os traços de identidade, o crescimento e o fortalecimento da cena, para além de obras apresentadas, consideramos a trajetória, os processos de construção, o estabelecimento, manutenção e o apoio em seus locais de origem. Como Contrapartida Social teremos: Realizar 20h de capacitação técnica em cenografia, iluminação e sonorização para profissionais da cidade e interior do Estado. Serão também distribuídos 20% dos ingressos gratuitos ao público desprovido de acesso a cultura, vinculados à rede de ensino médio da rede estadual e municipal, bem como, entidades socioculturais vinculadas à secretaria municipal da cultura de Porto Alegre, universidades públicas e centros dedicados ao ensino da arte. Formação de plateia – proposta pedagógica: A equipe do festival disponibiliza para as escolas interessadas (escolas da rede municipal e estadual), comunidades civis organizadas (jovens e mulheres em situação de risco; comunidades mais distantes do centro da cidade; grupo de pessoas com deficiência) a opção de espetáculos que constam na programação do Festival. O contato é realizado sob duas perspectivas: - grupos/escolas que já participam da programação do Festival em outras edições, bem como de outras atividades ocorridas fora do período do Festival. Essa participação e disponibilização de acesso para os já participantes é entendida como parte do processo de formação de públicos para atividades culturais, entendendo a sistematização como ponto importante para despertar o hábito de consumo à bens culturais; - grupos/escolas que ainda não tiveram acesso a alguma programação, sendo divulgado o projeto e contato em redes sociais, material gráfico e a partir de ferramentas da Instituição. O agendamento e reserva das entradas aos espaços é realizado conforme essa demanda que é coletada entre 45 a 30 dias antes do início da ação. Está previsto o agendamento de 6000 espectadores no projeto de formação de platéias. Paralelo e ampliando a atuação para sensibilização e mudança de hábitos culturais do público, são oferecidas para escolas e comunidades vivências culturais a partir da programação (aproveitando a participação de coletivos de teatro, circo e dança). As atividades a serem propostas são de: - workshop realizado pelo grupo de artes cênicas em 5 escolas da rede pública = 05 ações - 15 em cada escola = 75 estudantes - vivência artística (encontro programado de grupos de artes cênicas diretamente nas comunidades e/ou escolas) = 4 encontros programados = 30 em cada = 120 estudantes - realização de conversas entre artistas e plateias após os espetáculos, apresentando informações sobre a obra vista, bem como sobre a produção de determinado espetáculo = 20 realizações dessa atividade = 100 em cada = 2000 estudantes - professores/líderes de comunidades alcançados nas ações = 120

Ficha técnica

Luiz Tadeu Piva - Direção Regional Sesc-RS - Proponente Luiz Tadeu Piva é natural de Carazinho, 50 anos, viúvo e pai de Pietra Piva. É Bacharel em Ciências Contábeis, com especialização na mesma área pela Universidade de Passo Fundo. Possui MBA em Gestão Estratégica pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro e PMD pela IESE Business School de Barcelona. Profissionalmente já exerceu atividades como contador, perito judicial, professor de cursos técnicos e preparatórios para concursos e professor universitário na Universidade de Passo Fundo. Desde 1996, atua no SESC do Rio Grande do Sul, onde ingressou como gerente da Unidade de Carazinho. Foi gerente regional das Unidades do SESC Carazinho, Passo Fundo e Erechim, e posteriormente foi transferido para o Departamento Regional. Já exerceu as funções de gerente corporativo das áreas de Educação, Saúde, Cultura, Esporte e Lazer, Hotelaria e Turismo, Controladoria de Programas Sociais, Planejamento e Desenvolvimento e de Tecnologia da Informação. Desde 2015 responde pela Direção Regional do SESC no Estado e é Gerente de Avaliação do Comitê Setorial de Comércio e Serviços do PGQP. Jane Teresinha Schoninger - Coordenação Geral É gestora cultural e professora. Desde 1999 atua na área cultural através da gestão e produção de projetos culturais nas linguagens de: literatura, artes cênicas, cinema, música e artes visuais. Coordenou e implantou projetos de educação complementar e projetos através de políticas públicas na área de educação e cultura. Desenvolve projetos de circulação de artes cênicas no âmbito estadual e nacional. Realiza circuitos estaduais nas demais linguagens artísticas. Curadora nacional de projetos de artes cênicas e produtora executiva de festivais e mostras de música e teatro. Atualmente, coordena a área de cultura de instituição de nível nacional. Participa de comissões nacionais, estaduais e municipais para avaliação de editais na área cultural. Responsável pela edição e distribuição da Revista Arte Sesc – Cultura por toda parte Assessoria de Imprensa - Assessoria de Comunicação do Sesc Produçao Executiva - A contratar Assistente de Produçao - A contratar

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2020-06-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul