| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 38486817000194 | Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SA | 1900-01-01 | R$ 496,7 mil |
Há 20 anos, o Prêmio BDMG Instrumental fomenta e valoriza compositores, arranjadores e instrumentistas mineiros ou residentes no Estado há mais de dois anos.
O Prêmio BDMG Instrumental é um projeto de continuidade que ocorre por 19 anos consecutivos e é patrocionado deste sua primeira edição pelo mantenedor da instituição, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. O projeto tem o patrocinio garantido para depósito em dezembro de 2019. Sua vigésima edição será iintegralmente executada em 2020.Compositores, arranjadores e instrumentistas mineiros, ou residentes no estado há mais de dois anos, são consagrados pelo Prêmio BDMG Instrumental, responsável por fomentar e valorizar o cenário da música no estado há 19 anos.Os músicos se inscrevem com duas músicas autorais inéditas e um arranjo para composição brasileira, de autor consagrado.Para a edição de 2021 a seleção dos premiados será gravada ao vivo e transmitida para o público através do canal do YouTube do BDMG Cultural, de acordo com as normas sanitárias vigentes da pandemia da Covid-19. . Serão selecionados os 4 vencedores que recebem premiação em dinheiro e apresentações em Belo Horizonte, ao lado de um músico renomado como convidado. Produção de um show em São Paulo, dentro do programa Sesc Instrumental, a partir da parceria entre BDMG Cultural e SESC SP. Ressalta-se que a realização deste show presencialmente em São Paulo está condicionada às regras sanitárias vigentes no período e também à confirmação das condições do Sesc SP para tal.
OBJETIVO GERAL (SEM ALTERAÇÃO)O Prêmio BDMG Instrumental é dedicado a compositores, arranjadores e instrumentistas de música instrumental, mineiros ou residentes no estado há mais de dois anos. Os participantes devem se inscrever na premiação com duas músicas autorais inéditas, além de uma composição arranjada para reconhecido compositor da música popular brasileira.O material é gravado em CD e enviado para a produção do Prêmio, composto portrês etapas: pré-seleção, premiação e shows dos vencedores, uma importanteoportunidade para divulgar a música instrumental que se faz em Minas e otrabalho de talentosos artistas que se dedicam a este ofício artístico, além, éclaro, de fomentar o cenário no estadual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (ALTERAÇÃO PARCIAL)1. RECEBER NO MINIMO 50 INSCRIÇÕES; (SEM ALTERAÇÃO)Na primeira fase, as inscrições sãoenviadas via Correios. São recebidas, em média, 50 inscrições, avaliadas poruma comissão julgadora formada por três músicos de alto nível técnico eartístico, com conhecimentos em composição e arranjo. Estes profissionais realizam a pré-seleção, que define os 12 melhores compositores/arranjadores. O resultado é divulgado no site do BDMG Cultural e na mídia.2. SELECIONAR 12 FINALISTAS; (ALTERADO e JÁ EXECUTADO)Os finalistas selecionados se apresentam em três dias de audições abertas ao público, em formações com até seis integrantes. Neste momento, é convocado um segundo júri, formado por 10 membros, entre eles, dois críticos de música instrumental; quatro músicos, compositores e arranjadores de destaque; três jornalistas eeditores de cadernos de cultura, e dois produtores indicados pelo Sesc São Paulo. Nos dois primeiros dias, apresentam-se os 12 concorrentes. No terceiro, os seis melhores sobem ao palco novamente, quando são selecionados os quatro vencedores da premiação, que recebem R$ 13.000,00 cada. Os outros doisfinalistas, recebem R$ 5.000,00, e os dois melhores instrumentistas e o arranjador destaque, levam para casa R$ 3.000,00 cada. (ALTERAÇÃO E JÁ EXECUTADO)A apresentação do prêmio será no Teatro Sesiminas, nos dias 23, 24 e 25 de julho, sem público com a transmissão pelo canal do Youtube do BDMG CULTURAL para atender as medidas sanitárias da COVID-19.Serão 6 apresentações no primeiro dia, 6 no segundo dia e no terceiro os 6 selecionados para a escolha dos 4 vencedores.Os jurados realizarão o trabalho de julgamento online, sem presença física no teatro, desta forma não há alteração na formação da comissão. 3.PREMIAR 4 FINALISTAS; (SEM ALTERAÇÃO)Cada um dos quatro vencedores recebe umprêmiode R$ 13.000,00 e participa da série de shows BDMG Instrumental,realizada em Belo Horizonte, no período de agosto a novembro de 2019, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). As apresentações são gravadas pela Rede Minas e exibidas na programação da emissora. Os músicos também se apresentamno projeto ?Instrumental Sesc Brasil?, em São Paulo, uma parceria de 13 anosentre o Sesc SP e o BDMG Cultural. As datas das apresentações na capitalpaulista são definidas pela coordenação local. 4. REALIZAR INTERCÂMBIO ARTÍSTICO DOS 4 FINALISTAS COM APRESENTAÇÕES NO SESC SÃO PAULO E EM BELO HORIZONTE; (SEM ALTERAÇÃO)Em Belo Horizonte, os vencedores indicam um músico brasileiro consagrado para participar dos seus shows. Além de subirem ao palco ao lado de um ídolo, esses músicos têm a oportunidade de conhecer melhor o artista e trocar experiências, estimulando as suas carreiras e abrindo portas para parcerias. As apresentações são vitrine para o mercado da música instrumental, proporcionando aos compositores/arranjadores vencedores a divulgação de seus trabalhos autorais e deste gênero pouco apoiado atualmente. 5. REALIZAR O PRÊMIO MARCO ANTÔNIO ARAÚJO. (ALTERADO E JÁ EXECUTADO)Simultaneamente ao Prêmio BDMG Instrumental XX acontece o Prêmio Marco Antônio Araújo. A premiação é dedicada a trabalhos autorais e instrumentais, e consagra o melhor disco autoral e de produção independente do ano. O vencedor é eleito pela comissão julgadora da primeira etapa do Prêmio BDMG Instrumental, formada por três músicos renomados, e recebe incentivo de R$10.000, além do pocket show realizado na final do Prêmio em Belo Horizonte. Desde 2003, apremiação que homenageia um dos pioneiros da produção autoral, instrumental e independente no estado, reconhece e fomenta a música instrumental em Minas que, a cada ano, revela o crescimento e a qualidade musical que se têm por aqui.ALTERAÇÃO (JÁ EXECUTADO)O pocket continua sendo realizado ao final do prêmio no final do Prêmio nos dia 30 de julho. sem público no teatro e com transmissão no canal do Youtube do BDMG Cultural. 6. CONTRAPARTIDA (ALTERAÇÃO ATUAL 21/09)Realizar 02 (dois) bate papo sobre os desafios da execução da música instrumental para o público de alunos e professores de música, DE MANEIRA ONLINE - gratuita, com mestres de renome e ensino inteiramente gratuito e voltada para a população de baixa renda.
O projeto atende a legislação conforme a Lei 8313/91, se enquandrando no Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Bem como atende os objetivos do Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: ... b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;.... II - fomento à produção cultural e artística, mediante:.... c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; .... IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; .... V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: .... c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Realizar um projeto de longa duração como o Prêmio BDMG Instrumental, que completa seu 20º ano, só é possível a partir do incentivo da Lei Rouanet, que possibilita o fomento à música instrumental e aos compositores, arranjadores e instrumentistas de Minas, um Oásis de verdadeiros talentos. Para valorizá-los e contribuir com o desenvolvimento de suas carreiras, mostrando que estão no caminho certo, a premiação concede o prêmio em dinheiro que, com certeza, é um importante estímulo, e a oportunidade de levar até o público o seu trabalho, principalmente o autoral. Somado a isso, a chance de se apresentar ao lado de um nome consagrado e de ir além dos horizontes, performando em uma das principais capitais do país, São Paulo, é um marco importante em suas carreiras. Pensando neste cenário de fomento, a formação de público também é abordada pelo projeto. Por meio de ingressos gratuitos e a realização dos eventos, em todas as suas etapas, em locais com acessibilidade, o Prêmio amplia a sua visibilidade, proporcionando a participação de um público maior. Prova disso, é o aumento do número de pessoas que têm prestigiado as apresentações a cada ano. Plateias com espectadores de todas as gerações e interessadas em ouvir a música boa que se produz em Minas. Muitos, são incentivados a participar em próximas edições como candidatos ou acompanhar a programação com frequência, cumprindo o papel de formação de público, tão importante para a educação e cultura em nosso país. O estado de Minas Gerais é território privilegiado da música instrumental, feita com originalidade, técnica e emoção, representada por artistas cada vez mais jovens. Nossos músicos alçam voo para além das montanhas e ganham o país e o mundo. Desde a primeira edição do Prêmio BDMG Instrumental, foram 68 músicos mineiros, de nascimento ou de coração, que marcaram com sua participação a música instrumental em Minas e no Brasil. Esta é a trajetória do Prêmio, que se tornou uma grande oportunidade para compositores, arranjadores e instrumentistas divulgarem o seu talento e seus trabalhos, contribuindo para impulsionar carreiras e realizar sonhos. E não foram somente os mineiros que abraçaram a premiação. Nomes consagrados de todo o país acompanham a história do BDMG Instrumental e percebem, nessa iniciativa, excelente exemplo de fomento à boa música que se faz em nosso país. O BDMG Instrumental tornou-se patrimônio da cultura do estado. É um privilégio ter um projeto consolidado e duradouro que apresenta Minas Gerais para todo o Brasil. Para somar essa atuação expressiva no mercado instrumental, o BDMG Cultural também realiza o Prêmio Marco Antônio Araújo. A produção autoral, instrumental e independente sempre foi uma marca da música mineira, com grandes referências, como o saudoso Marco Antônio Araújo, homenageado neste prêmio. Desde 2003, o programa fomenta artistas e produções do gênero, consagrando o melhor trabalho produzido no ano anterior à premiação e que driblou as dificuldades de se lançar discos atualmente.
CUSTOS DIVULGAÇÃO Especificações técnicas das peças gráficas e de divulgação que poderão ser propostas para a divulgação. As peças listadas abaixo serão feitas para divulgação do edital do Prêmio BDMG Instrumental e Marco Antônio Araújo, para etapa final do Prêmio que é realizada no Teatro Sesiminas e para os 4 shows dos ganhadores no Centro Cultural Banco do Brasil. • BANNER ENTRADA - Tamanho: 1 x 1,5 metros - Cor: 4 x 0 cores - Material: lona comercial - Quantidade: 1 unidade - Acabamento: bastões superior e inferior e cordão para fixação • CARTAZ A2 - Tamanho: 42 x 59,4 CM - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco • CARTAZ A3 - Tamanho: 29,7 x 42 CM - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco • FLYER - Tamanho: 13 x 20 CM - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco • PROGRAMA BH - Tamanho: 20 x 28 CM - Cor: 4 x 4 cores - Material: papel couchê fosco - Acabamento: vinco, dobra e corte seco • EDITAL - Tamanho: 20 x 28 CM - Capa: 4 x 1 cores - Material: AP 150 gramas - Miolo: 4 páginas - 1 cor - Material: AP 75 gramas - Acabamento: vinco, dobra e corte seco • PROGRAMA SHOW VENCEDORES - Tamanho: 29,7 x 42 CM - Cor: 4 x 4 cores - Material: papel couchê fosco - Acabamento: vinco, dobra e corte seco • TROFÉUS obs.: Os formatos propostos podem sofrer alterações em função de aões de economicidade.
Não é o caso.
PRÊMIO (ALTERAÇÃO)As medidas de acessibilidade previstas na Lei 13.146/15 terão impacto na comunidade local de surdos e cegos que passarão a ter acesso ao Edital de forma mais clara e expressiva.1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador nos;2. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas;3. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis;4. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;5. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;6. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas;7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas;8. Rampas e elevadores para acesso das pessoas com deficiência e idosos9. Sanitários adaptados para pessoas com deficiência e idosos;10. Sinalização ambiental para orientação,11. Lingua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguiístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissção de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida na internet na divulgação do Edital.ALTERAÇÃODevido a transposição do público do teatro para a transmissão online as medidas de 1 a 10 não serão adotadas. APRESENTAÇÃO MUSICAL (SEM ALTERAÇÃO)As medidas de acessibilidade previstas na Lei 13.146/15 terão impacto na comunidade local de surdos e cegos que passarão a ter acesso ao Edital de forma mais clara e expressiva.1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador nos;2. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas;3. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis;4. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;5. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;6. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas;7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas;8. Rampas e elevadores para acesso das pessoas com deficiência e idosos9. Sanitários adaptados para pessoas com deficiência e idosos;10. Sinalização ambiental para orientação,11. Lingua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguiístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante o espetáculo. CONTRAPARTIDA - BATE PAPO (UFMG E BITUCA) - (ALTERAÇÃO 21/09)O projeto também prevê a acessibilidade conforme a Lei n. 13.146/15 e nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei, a saber: com a comunicação: forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as linguas, inclusive a Lingua Brasileira de Sinais (Libras) e o Braille.1) Lingua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguiístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissção de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.ALTERAÇÃODevido a transposição do público dos auditórios para a transmissão online as medidas de 1 a 10 não serão adotadas.
PRÊMIO (ALTERAÇÃO)Há 20 anos o projeto colabora com o processo de democratização da cultura. Em todas as suas edições, foram priorizadas o fácil acesso do público, de todos os perfis e origens. Os eventos são gratuitos e limitados, na primeira etapa, que é o prêmio da seleção, as apresentações serão no Teatro Sesiminas com capacidade para (700 lugares).Evento gratuito. Distribuição dos ingressos na bilheteria disponível ao público em geral.ALTERAÇÃODevido a medida de restrição sanitária não haverá público no Teatro Sesiminas, o acesso da população será via internet com transmissão pelo canal do YouTube do BDMG Cultural.APRESENTAÇÃO MUSICAL (SEM ALTERAÇÃO)E, na segunda etapa, que são as apresentações dos 4 ganhadores o local é limitado à capacidade do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte - 210 pessoas.O projeto incentiva o público a aprender e apreciar qualquer tipo de manifestação musical, principalmente a instrumental, que normalmente não tem o mesmo alcance, em termos de divulgação, que outros generos musicais.Os ingressos destinados aos beneficiários do Ministério da Cultura serão encaminhados para o projeto Raio de Luz e para a Terra da Sobriedade. As instituições sugeridas são entidades que atendem pessoas que possuem algum processo de exclusão social.CONTRAPARTIDA - BATE PAPO (UFMG E BITUCA) - (COM ALTERAÇÃO 21/09)Será realizada um bate papo com os 4 músicos vencedores do prêmio para um público de estudantes de música e professores de música da rede pública ONLINE. Transmissão ao vivo e gravação de vídeo da atividade com disponibilização no canal do Youtube do BDMG Cultural.Evento gratuito. Distribuição dos ingressos na bilheteria disponível ao público em geral.
FUNÇÃO: COORDENADOR GERAL (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE): - DIRIGENTE INSTITUIÇÃO: GABRIELA MOULIN - Atual diretora presidente do BDMG Cultural, instituição de cultura mantida pelo Banco de Desenvolvimetno de Minas Gerais. Tem formação em jornalismo pela PUC de São Paulo e especilização em Relações Públicas pela USP. Atua há mais de vinte anos em estratégia e conhecimento para o setor de investimento social privado e para organizações da sociedade civil. Desenvolveu experiências em análise de cenário, sistematização e gestão de conhecimento, bem como em planejamento, avaliação e alinhamento com políticas públicas. Atuou em inúmeros projetos institucionais com museus e centros de cultura, bem como em projetos de educação e desenvolvimento territorial. FUNÇÃO: COORDENADOR ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE): - DIRETOR ADMINISTARIVO FINANCEIRO DA INSTITUIÇÃO: CLARISSA PERNA - Atual diretora financeira do BDMG Cultural, instituição de cultura mantida pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Tem formação em direito, pós-graduação em Gestão Pública pela UNIRIO, MBA em gestão de projetos pela Universidade Estácio de Sá e é mestranda em Governo e Políticas Públicas pela Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais. Atuou por mais de 8 anos no Sebrae/RJ, fazendo a interlocução das políticas públicas com a atividade empreendedora, além de ações estratégicas de desenvolvimento territorial. FUNÇÃO: COORDENADOR DO PROJETO (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE) - ELIZABETH SANTOS - Coordenadora Operacional do BDMG CULTURAL- Instituto Cultural Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, desde 1989. Elizabeth dos Santos tem, desde a criação do BDMG-Cultural, atuação fundamental no desenvolvimento, execução e operacionalização de eventos e projetos envolvendo, principalmente, artistas mineiros e instrumentistas de diversas tendências e estilos. Idealizadora do projeto Música para Crianças, que em 2017 realiza sua 10ª Edição. Foi sócia da empresa Veredas Produções de 1995 a 1999. Entre os trabalhos realizados como sócia empresa, Veredas Produções destacam-se:. Os Irmãos Assad;. Hermeto Pascoal; Olivia Byngton; Teca Calazans;O Mistério das Vozes Búlgaras; Madredeus; Bill Evans; Mike Stern; Joe Zawinul Syndicate; Betty Carter. FUNÇÃO: ASSESSORA DE IMPRENSA (REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE) - LUIZA SERRANO - Trabalhou realizado na empresa Simultãnea Comunicação Empresarial, em apoio ás atividades de divulgação do Programa Semeando, da Federção da Agricultura de Minas Gerais. Na ocasião, além da distribuição de release e atualização do mailing, cuidava da seleção de matérias para atualização do site do Programa Semeando, a partir de busca na internet de assuntos relativos ao Meio Ambiente, Sustentabilidade e Educação Ambiental. Atualmente é coordenadora de comunicação no Instituto Cultural Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG Cultural). Trabalha, também, na administração dos sites e das redes sociais das empresas Artelivre Produção e Comunicação e Harmonia Academia. FUNÇÃO: JURADOS - Alguns nomes possíveis para compor essa comissão são: Alguns nomes possíveis para compor essa comissão são: Vale destacar que a composição da comissão proposta acima poderá sofrer alterações a partir da disponibilidade da agenda no período de execução do projeto. Rodrigo Toffolo Doutorando em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo estudou regência com o Maestro e Compositor Ernani Aguiar – um dos principais compositores brasileiros em atuação e também um dos grandes pesquisadores de música brasileira. Ouro-pretano, iniciou seus estudos acadêmicos em música no Instituto de Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto, no ano de 1989, através do violino com o professor Moisés Guimarães. Em 1993 prosseguiu seus estudos na Escola de Formação de Instrumentistas de Cordas (EFIC/SESI), em Belo Horizonte, continuando o aperfeiçoamento no instrumento. Em 1998, deu continuidade aos estudos de violino no Curso de Extensão da Universidade Federal de Minas Gerais, sob a orientação do Professor Edson Queiroz. Seguindo para o Rio de Janeiro, estudou com Mariana Salles e posteriormente com Ricardo Amado. Atuou durante anos como violinista do Quarteto Ouro Preto e do Grupo Trilos, este último com gravação de programas em rede nacional e internacional. Integrante do grupo Bateia, formação camerística que tem como propósito a pesquisa e interpretação da música brasileira, por meio de conceitos interdisciplinares, abre o seu campo de pesquisa através da Música, História, Antropologia e Sociologia, em projetos que culminaram na criação do Instituto Ouro Preto, uma associação de artistas e pesquisadores, cuja finalidade é a difusão da cultura de Minas Gerais e do Brasil. Fundador da Orquestra Ouro Preto, é seu Diretor Artístico desde sua fundação, no ano de 2000, assumindo, em 2007, a Regência Titular do grupo. Heloisa Feichas Possui graduação em Musica (Bacharelado em Piano) pela Universidade Federal de Minas Gerais (1994), graduação em Letras pela Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajuba (1987), Mestrado em Educação Musical - Institute of Education, University of London (2000) , Doutorado em Educação Musical - Institute of Education, University of London (2006) e Pós-Doutorado em Educação Musical pela UNESP (2015). Professora da Escola de Música da UFMG desde 1997, atua também como pianista em grupos de câmara especialmente em música popular e jazz. Na área de Educação Musical tem se especializado na sub-área de sociologia da educação musical orientando trabalhos de mestrado e doutorado nessa área além de participar de congressos nacionais e internacionais com publicações. Tem participado de diversos congressos internacionais, ministrando também palestras, workshops e oficinas sobre Educação Musical. Trabalhou em parceria com a Escola de Música de Piteá, da Universidade de Lulea (Suécia), e com a Guidhall School of Music and Drama, de Londres. Thiago Delegado Thiago Delegado é violonista, arranjador e compositor. O artista vem mostrando seu valor ao logo dos anos ao conquistar importantes premiações (BDMG Instrumental 2011, Jovem Instrumentista BDMG 2009, Prêmio Marco Antônio Araújo 2011 – o melhor disco instrumental independente de 2010 produzido em Minas Gerais) e ao ser selecionado por importantes projetos como “Novos Talendos do Jazz”, “Festival de Jazz da Savassi, Conexão Vivo, Festa da Música, Festival de Jazz de Ouro Preto, MIMO, dentre outros. Apresentou-se em duo ao lado do maestro Wagner Tiso em 2012 e 2015, e recebeu o bandolinista Hamilton de Holanda e o violonista Yamandu Costa, na programação do festival Natura Música. Em 2012, foi selecionado, via edital do Programa Música Minas, para se apreentar na “Womex” – World Expo Music, realizada em Thessaloniki na Grécia e considerada a maior feira de World Music do mundo. Nos shows de lançamento de seu segundo algum, teve como convidado, em Belo Horizonte, o pianista João Donato, Fabiana Cozza, em São Paulo e Toninho Horta no Rio de Janeiro. Em 2013 Thiago Delegado se apresentou em Ouro Preto, Ipatinga, Salvador e Belo Horizonte, ao lado de Roberto Menescal. Além disso, o músico segue como anfitrião nos projetos “Delegas Samba Clube”, que em 2016 recebeu Arlindo Cruz, e “DelegasCia”. Este último, uma Jam session semanal, tem registro em DVD e em 2018, comemora dez anos. Em 2014/15, Thiago fez turnê em duo com a cantora Leila Pinheiro. Viamundo, o terceiro trabalho do artista comta com as participações de João Donato, Leila Pinheiro, Fabiana Cozza, Roberto Menescal, dentre outros que marcaram a trajetória do violonista. Além da turnê nacional de lançamento de “Viamundo”, em 2016 ele lançou o primeiro DVD da carreira. Ainda em 2016, Thiago Delegado foi convidado a integrar o projeto Prata da Casa do Sesc Pompéia (SP), sendo a única atração de música instrumental. Ao lado do do rapper Flávio Renegado, fez o show de abertura do Savassi Festival, maior festival do gênero da América Latina. Em 2018 lançou o disco em vinil Sambetes Vol 1. Atualmente apresenta o programa semanal A Hora do Improviso, na Rádio Inconfidência FM e Rede Minas que está em sua terceira tempora. Debora Gurgel Arranjadora. Pianista. Flautista. Compositora. Estudou piano com Fernando Mota. Orquestração e piano com Amilton Godoy. Orquestração e flauta com Roberto Sion. Ministrou aulas na CLAM (Escola de Música do Zimbo Trio), em São Paulo. Autora de métodos para piano e instrumentos de sopro. Como multiinstrumentista trabalhou com Sylvio Mazzurco Jr., Nico Assumpção, Luiz Chaves, Litlo Robleto, Rubinho Basortti, Adriano Busko, Vinicius Dorin, Paula Valente e Wesley Izar, entre outros. Integrou, como pianista, os grupos Terno de Damas e Conrado Pualino Quartet. Como flaustista fez parte do conjunto Dica, integrado também por Celso de Almeida (bateria), Arrmando Longhini Jr, (piano) e Itamar Collaço (baixo).Em 2000, integrando o grupo Dica, participou do "1º Festival de Música de Tattuí". Ainda fazendo parte do Dica, lançou o CD "Colcha de retalhos", no qual foram incluídas oito composições de sua autoria. Trabalhou como arranjadora da Orquestra Jovem Tom Jobim. Fez arranjos para Chico Pinheiro (faixa "Passagem"); Maurício Einhorn na música "Estamos aí" e para Claudete Soares na faixa "Brigas nunca mais". Teve gravada pelo grupo Zimbo Tria as composições "Trilhos de Itatinga" e "Jobiniando". No ano de 2011 participou como pianista e arranjadora do CD e DVD ao vivo de Dani Gurgel, gravado no topo do edifício Viadutos, no centro da cidade de São Paulo. Andrea Ernest Dias Filha de Odette Ernest Dias. Formou-se pela Universidade de Brasília e completou sua pós-graduação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, defendendo a tese "A expressão da flauta popular brasileira - uma escola de interpretação". Fez cursos de especialização em Paris e Siena. Estudou com Odette Ernest Dias, Pierre-Yves Artaud e Aurele Nicollet. Atuando como solista e integrante de conjuntos de diferentes formações, apresentou-se, ao longo de sua carreira, pelo Brasil e no exterior (Portugal, França e Estados Unidos). Em 1988 e 1991, participou do Free Jazz Festival, como integrante da Orquestra de Música Brasileira, de Roberto Gnattalli. Em 2000, destacou-se no III Festival Internacional de Flautistas e apresentou-se, com o grupo Pife Muderno, no Festival Brasil, em Caracas, e novamente no Free Jazz. Atuou em gravações com vários artistas como Caetano Veloso, Gal Costa, Zeca Pagodinho, Johnny Alf e Djavan, entre outros, e nos CDs "Orquestra Brasília", "Orquestra Pixinguinha" e "Pixinguinha 100 anos", os dois últimos indicados para Prêmio Sharp, em 1997 e 1998, respectivamente, nas categorias Melhor Grupo e Disco Instrumental. Participou de várias trilhas sonoras para o cinema brasileiro, com destaque para os filmes "Tieta do Agreste", "O Quatrilho", "Pequeno Dicionário Amoroso" e "Quem Matou Pixote". Como solista, estreou e gravou, com a Orquestra Opus-Rio, o "Divertimento para Flauta em Sol e Cordas", de Radamés Ganattalli. A partir de pesquisa iniciada em 2007 sobre a obra de Moacir Santos, que gerou sua tese de doutorado, a flautista idealizou o Festival Moacir Santos, que teve lugar em Recife, no Teatro Santa Isabel, em 2013, com a participação de músicos brasileiros e estrangeiros tocando e debatendo o trabalho do compositor e arranjador falecido em 2006. Nas palavras da própria instrumentista, o evento representou uma “tradução sonora da tese, que reflete sobre a relação entre popular e erudito a partir da obra de Moacir Santos”. O Maestro aparece representado em suas três fases: os choros da juventude, a sofisticação de seu trabalho a partir da chegada à Rádio Nacional (época em que estudou com Guerra-Peixe e Koellreuter, que o apresentou a estratégias dodecafônicas aplicadas em seu antológico LP “Coisas”, de 1965) e finalmente a fase que se inicia em 1967, quando o compositor se mudou para os Estados Unidos, onde trabalhou com artistas como Henry Mancini. O Festival contou com a participação de Mark Levine, que tocou com The Latin Tinge, da Banda Ouro Negro (integrada pela flautista, ao lado de Mario Adnet e outros músicos), do Quarteto Coisas, formado por Maurício Carrilho (violão), Marco Cesar (bandolim), Paulo Braga (piano) e a própria Andrea (fleauta), e da Clare Fischer Big Band. Os temas do debate foram “Moacir Santos: o Duke Ellington brasileiro?” e “O acervo Moacir Santos em perspectiva”. Ao fim de cada debate, houve apresentações da Banda Filarmônica Maestro Israel Gomes, composta por 20 jovens músicos de Carnaíba. Márcia Taborda Violonista, autora do livro "Violão e identidade nacional: Rio de Janeiro 1830-1930". Gravou para a Acari Records o CD Choros de Paulinho da Viola com a obra do compositor escrita para o violão. É professora da Escola de Música da UFRJ. Doutora em História Social pela UFRJ, mestre em violão (UFRJ) com dissertação sobre o violonista Dino Sete Cordas. Com fomento da CAPES, realizou pós-doutoramento vinculado à Universidade Nova de Lisboa (2015), com o projeto A tradição portuguesa da violaria carioca. Lançou o DVD Viola e Violão em terras de São Sebastião (2017), trabalho premiado pela FAPERJ com o edital de celebração dos 450 anos da Cidade do Rio de Janeiro. Contemplada pelo Programa Nacional de Apoio a Pesquisadores Residentes da Biblioteca Nacional (PNAP-R 2015) para desenvolver o projeto O violão na corte imperial, recebeu em 2012 o prêmio Pesquisador Visitante Sênior da Fundação Casa de Rui Barbosa para realizar a pesquisa As senhoritas e o violão: os anos 20 na Capital Irradiante. Ganhadora do Prêmio Funarte de Produção Critica em Música (2010), publicou pela editora Civilização Brasileira o livro Violão e identidade nacional: Rio de Janeiro 1830-1930. Presidente da Fundação Koellreutter (2007-2009), foi responsável pela curadoria do Espaço Koellreutter abrigado no Centro Cultural da Universidade Federal de São João del-Rei. Integrou a equipe de pesquisadores do Dicionário Houaiss ilustrado da música popular brasileira, para o qual produziu cerca de 200 verbetes. Única brasileira a receber o prêmio The J. F. Kennedy Center Fellowships of the Americas, realizou em Nova Iorque especialização na interpretação do repertório contemporâneo. Gravou para a Acari Records o CD Choros de Paulinho da Viola com a obra do compositor escrita para o violão e para o selo ABM Digital o CD Musica Humana, com obras do repertório brasileiro contemporâneo. Como pesquisadora do CNPq, desenvolve o projeto Da viola à viola grande: a música no Rio de Janeiro dos artistas viajante Nelson Ayres Arranjador. Instrumentista (pianista). Regente. Compositor. Iniciou seus estudos musicais com Paul Urbach entre os anos de 1959 e 1962. Foi aluno ainda de Luís Schiavo (1963-1965) e Conrad Bernhard (1966-1967). Foi professor e diretor do Centro de Desenvolvimento Artístico, de São Paulo, de 1966 a 1969. No mesmo ano, fez o curso de regência com Diogo Pacheco e viajou para os EUA para estudar na Berklee School of Music (Boston), sendo o primeiro brasileiro a receber bolsa para a renomada escola de música. Ainda nos Estados Unidos, estudou piano com Margareth Chaloff e composição com John Adams. Em 1985, foi co-realizador do "Projeto Prisma" (disco e show) com César Camargo Mariano, realizando turnês de dois anos pelo Brasil. Desde 1992, é diretor artístico e regente da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Integrou, como pianista, o conjunto São Paulo Dixieland Band entre 1961 e 1968, tendo gravado pela primeira vez em 1963. Em 1967 e 1968, foi pianista do grupo Os Três Morais. Nesse mesmo ano, passou a fazer arranjos para LPs, jingles e trilhas sonoras para publicidade, tendo alguns arranjos premiados. Ainda em 1968, fez a direção musical da peça "Chiclete com banana", de Augusto Boal. Durante o seu período nos Estados Unidos, participou, como pianista, do conjunto de Airto Moreira, com quem se apresentou em shows e gravou o LP "Free". Atuou, também, com a cantora Astrud Gilberto. Em 1973, já no Brasil, formou a Banda de Nelson Ayres, ou Big Band de Nelson Ayres, compondo "Jeová", "Augusta 18h" e "Samba-rock", entre outras músicas. Obteve, em 1975, o 1º lugar no Festival Abertura (Rede Globo) com seu arranjo para "Como um ladrão", de Carlinhos Vergueiro. Em 1979, atuou como organizador e solista do I Festival de Jazz de São Paulo. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro LP. Fundou o grupo instrumental Pau-Brasil, com o qual excursionou pela Europa e Japão, além de gravar três discos. Teve participação em concertos e gravações com artistas como Benny Carter, Dizzy Gillespie, Milton Nascimento, Chico Buarque, Simone, Dori e Nana Caymmi, entre outros. Atua como principal orientador musical e presidente do corpo de jurados do Prêmio Visa de Música Brasileira, instituído em 1997 pela Rádio Eldorado (SP) e pelo Jornal "Estado de São Paulo". Em 2003, lançou o CD “Perto do coração”, contendo clássicos da música popular brasileira e composições próprias, como “Mantiqueira” e “Cidade encantada” (c/ Milton Nascimento). O disco contou com a participação dos músicos Bob Wyatt, Rogério Botter Maio, Teco Cardoso, Nailor Proveta, Zeca Assumpção e do cantor Renato Braz. Fez show de lançamento do disco no Theatro São Pedro (SP). Em 2010, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD “Ayres e Hime - Concertino para percussão o Concerto para violão”, registro ao vivo de apresentação realizada na Sala São Paulo (SP) em 2008 pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, interpretando “Concertino para Percussão e Orquestra”, de sua autoria. Também no CD, “Concerto para Violão e Orquestra”, de Francis Hime. Em parceria com Monica Salmaso e Teco Cardoso, lançou, em 2011, o CD “Alma lírica brasileira”, contendo suas canções “Veranico de maio” e “Noite”, além de “Carnavalzinho (Meu Carnaval)” (Lisa Ono e Mario Adnet), “Lábios que beijei” (J. Cascata e Leonel Azevedo), “Samba erudito” (Paulo Vanzolini), “Cuitelinho” (Paulo Vanzolini e Antônio Xandó), “Meu rádio e meu mulato” (Herivelto Martins), “Derradeira primavera” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes), “Mortal loucura” (José Miguel Wisnik), “Casamiento de negros” (recolhido e adaptado por Violeta Parra), “A história de Lily Braun” (Edu Lobo e Chico Buarque), “Promessa de violeiro” (Raul Torres e Celino), “Melodia sentimental” (Heitor Villa-Lobos) e “Trem das onze” (Adoniran Barbosa). Em 2013, foi lançada a caixa “Alma Lírica Brasileira”, contendo o álbum homônimo em CD, DVD (dirigido pelo cineasta Walter Carvalho e produzido em parceria com o Canal Brasil) e Blu-ray. Nesse mesmo ano, fez show de lançamento da caixa no Teatro Net Rio. Cainã Cavalcante Nascido em Fortaleza em 1990, Cainã vem de uma família musical e iniciou os passos na arte aos 7 anos de idade. Dois anos depois, já tocando profissionalmente, foi considerado pelos músicos, críticos e jornalistas como um prodígio da música. Aos 10 anos conquistou o 1° lugar no IV Concurso Nacional de Violão “Musicalis”, realizado em São Paulo no ano de 2000. Em 2001 gravou seu primeiro CD “Morador do Mato”, com produção de Manassés de Sousa, Tarcísio Sardinha, Aroldo Araújo e participação mais do que especial do poeta e padrinho de batismo, Patativa do Assaré. Em 2005, esteve no 19° Festival Internacional de Musique Universitaire de Ville, em Paris, apresentou-se no Espaço Cultural Jemmapes (Paris) com o integrante do Trio Madeira Brasil e Época de Ouro Ronaldo do Bandolim e seu irmão Rogério Sousa. Cainã, hoje vive em São Paulo, divide sua carreira trabalhando ao lado de artistas como Mestrinho, Elba Ramalho e Arismar do Espírito Santo. Também se dedica ao ensino musical de crianças, adolescentes e adultos, participando como professor de diversos festivais de música que atuam no campo da formação musical, oferecendo oficinas, workshows unindo sempre a vivência do músico, técnica e musicalidade.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.