| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 23274194000119 | Furnas Centrais Elétricas S.A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 202,0 mil |
| ***064417** | Fernanda de Freitas Leitão | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
O GABRIEL SÓ QUER SER ELE MESMO é um musical infantil inédito de Renata Mizrahi, com direção dela e Priscila Vidca. A peça conta a história de um menino de 8 anos que quer apenas ser ele mesmo, sem precisar se justificar, para se enquadrar nas regras sociais. O espetáculo terá musicas originais composta por Renata e Marcelo Rezende. Vamos construir todo o espetáculo em cima de acessórios e apenas alguns elementos cênicos que simbolizam as mudanças de ambientes pátio da escola, sala de aula, apartamento, play).
O espetáculo conta a história do menino Gabriel que está fazendo 9 anos e acha que ninguém vai sua festa de aniversário porque durante o ano questionou a conduta de educação de sua escola: meninos jogam futebol, meninas dançam ballet. Meninos não fazem poesia, meninas não brincam de lutar. Gabriel faz todos os amigos da escola e os professores a repensarem seus comportamentos e se perguntarem de onde essas frases feitas vieram. Aos poucos, ele vai fazendo todos refletirem sobre as opressões que sofrem e cometem.
OBJETIVOSGERAL:-Realizar a montagem do espetáculo inédito de qualidade para o público infanto-juvenil, com texto de uma premiada dramaturga, que vem escrevendo para o público infantil, com temas profundos, tratados com leveza e humor, sem subestimar a lógica da criança.- Levar o espetáculo para um maior público possível, e causar uma identificação direta entre crianças e adultos a partir dessa história que fala de aceitação e transformação.- Levar a plateia musicas originais criadas para o espetáculo.-provocar a reflexão sobre nossa educação em relação aos meninos, o quanto o estamos deixando serem quem são, ou se estamos oprimindo a partir de uma conduta social automatizada. A peça vai mostrar que existem meninos sensíveis, conectados com mundo em que vivem e que questionam a padronização da educação. Gabriel vai falar diretamente com a plateia, explicar tudo o que aconteceu e porque estava se sentindo mal durante o ano escolar, só porque foi ele mesmo. Fomentar a cultura nacional produzindo um espetáculo de autoria brasileira (Renata Mizrahi), destaque na nova dramaturgia brasileira, através de um espetáculo de qualidade voltado para o público infanto juvenil, onde mistura entretenimento com reflexão.-Promover o acesso ao teatro com temporada a preços populares e distribuição de 20% dos ingressos gratuitamente conforme prevê a lei.-Promover uma oficina prática de dramaturgia voltada para o público infanto-juvenil gratuita para estudantes/alunos e professores com a dramaturga premiada Renata Mizrahi, nas cidades do rio de janeiro, maranhão e pará;- Produzir uma encenação totalmente original, assinada por uma equipe criativa brasileira e com experiência comprovada no mercado teatral nacional, gerando um espetáculo de alta qualidade técnica e artística;- Promover o enriquecimento do pensamento crítico, visto que o teatro contribui para a formação de um indivíduo mais questionador; - Contribuir para o crescimento do mercado cultural brasileiro, valorizando o teatro como expressão artística e movimentando a economia nacional;- Contruibir para a formação de plateia e para a democratização do acesso à cultura, oferecendo ingressos a preços populares;- Gerar empregos, através da contratação direta e indireta de profissionais em diversas categorias; ESPECÍFICOS:- Realizar um total de 30 apresentações teatrais da peça teatral nos Estados do Rio de Janeiro, Maranhão e ParáDetalhamento: 24 apresentações na cidade do Rio de Janeiro; 2 apresentações no Maranhão; 2 apresentações no Pará; 2 apresentações no interior no município de itaguaí; - Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs, associações de crianças e de portadores de necessidades especiais);- Realizar, em cada praça, uma apresentação com tradução simultânea em LIBRAS , a fim de contemplar o público deficiente auditivo, nas praças (Rio de janeiro, Maranhão e Pará); totalizando 3 apresentações.· Detalhamento: 1 apresentação em libras (Rio de Janeiro), 1 apresentação em libras (Maranhão), 1 apresentação em libras (Pará).- Realizar como contrapartida 3 (três) oficinas teatrais gratuitas: uma de interpretação, ministrada pelo autora Renata Mizrahi, nos estados do Rio de Janeiro, Maranhão e Pará;Detalhamento: 1 oficina em Rio de Janeiro, 1 oficina no Maranhão, 1 oficina no Pará.- Realizar 2 (duas) apresentações gratuitas do espetáculo teatral, no interior do Estado do Rio de janeiro (Itaguaí).
A ideia surgiu depois que Renata assistiu ao documentário americano "The Mask You Live In". Segundo o filme, desde a infância os garotos começam a brigar se alguém lhes diz "Quem aqui é a mulherzinha?", demonstrando como o não reconhecimento da sua masculinidade parece torná-los fracos e "menininhas". Ser "menininha" é considerado insulto. Isso tem início nos primeiros anos e se arrasta por toda a vida. A hipermasculinização e hiperfeminilização se impõem às crianças desde a determinação de que azul é cor de menino e rosa de menina. Até os brinquedos que são destinados para um ou para o outro sexo são reflexo de uma tentativa de simplificar o mundo baseado em estereótipos de gênero, cuja origem não passa de mera construção social. Com o documentário em mente Renata idealizou uma peça inspirada em seu próprio filho, Gael, hoje com dois anos de idade. Quando estiver 8 anos, será que Gael vai aceitar ser manipulado para se enquadrar nos padrões sociais que levam à separação de gêneros e não à união e ao respeito? Todo a sua educação tem sido voltada para isso não acontecer. Mas quando foge ao controle do lar? Quando na escola, entre amigos, em outros lugares esse comportamento automatizado ainda estiver solidificado? No texto, o protagonista Gabriel provoca uma reflexão sobre esses comportamentos a fim de mudar a forma de pensar e agir de quem está a sua volta, principalmente no ambiente escolar. A peça vai mostrar que existem meninos sensíveis, conectados com mundo em que vivem e que questionam a padronização da educação. Gabriel vai falar diretamente com a plateia, explicar tudo o que aconteceu e porque estava se sentindo mal durante o ano escolar, só porque foi ele mesmo. Suas maiores referências são as mulheres que convive: sua mãe, sua avó, as amigas de sua mãe. São grandes mulheres para ele, por isso não aceita quando as diminuem, comparando algo grandioso como um feito de menino e menor como um feito de menina. Seus professores perceberão que repetem frases feitas, sem pensar no conteúdo e com isso repensarem suas atitudes. A música ajudará a contar essa história, que vai fazer refletir, com muito humor, como os pais têm educados seus filhos meninos e como os filhos não precisam ter medo de aceitar ser quem realmente gostariam de ser. Eles mesmos!
Espetáculo de Artes Cênicas:Rio de Janeiro - Rio de Janeiro (24 apresentações) = 2400 espectadoresMaranhão (2 apresentações) = 200 espectadoresPará (2 apresentações) = 200 espectadoresRio de Janeiro - Itaguaí (2 apresentações) = 200 espectadores Oficinas (contrapartidas):Rio de Janeiro - Rio de Janeiro (1 aula/oficina) = 80 espectadoresMaranhão (1 aula/oficina) = 40 espectadoresPará (1 aula/oficina) = 40 espectadores Apresentações Online (formato Fakelive)10 apresentações = 500 pessoas
Não há especificação técnica pois se trata de um espetáculo teatral.
O proponente se responsabiliza por adotar as medidas necessárias ao cumprimento do Art. 18 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, que prevê medidas de acessibilidade obrigatórias e a inclusão dos custos relativos ao seu cumprimento no orçamento do projeto. Para tanto, o proponente se compromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia.Além disso, será realizada por praça (Rio de Janeiro) uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete a contratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhor aproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público.A realização do projeto nas praças de Maranhão e Pará e mais 1 apresentação no interior do estado do rio de janeiro o proponente se compromete a realização de 1 apresentação em cada uma das praças com tradução em libras, totalizando 3 apresentações com tradução em libras.
Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê o Art. 21 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de Abril de 2019, o proponente se compromete a:a) comercializar 20% (vinte por cento) do total de ingressos a preços populares, no valor máximo de R$50,00; (acrescentando os Estados do Maranhão e Pará).b) destinar um mínimo de 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, de acordo com o inciso I, sub item (a) do mesmo artigo, da referida Instrução Normativa; (acrescentando os Estados do Maranhão e Pará).c) realizar 2 (dois) ensaios abertos/apresentações gratuitas do espetáculo, conforme previsto no Art. 21, inciso V da Instrução Normativa supra citada, no interior do Estado do Rio de Janeiro na cidade de itaguaí.
AUTORIA: Renata Mizrahi (proponente do projeto)DIREÇÃO: Renata Mizrahi e Priscila Vidca (proponente do projeto)DIREÇÃO MUSICAL: Marcelo RezendeELENCO: Aline Carrocino, Elisa Pinheiro, Paulo Verlings, Nathália Colón, Udylê-Procópio e Clara SanthanaCENOGRAFIA: Mina QuentalFIGURINO: Flávio SouzaILUMINAÇÃO:Ana Luiza Di SimoniPRODUÇÃO: Bruno MariozzIDEALIZAÇÃO: Teatro de Nós RENATA MIZRAHI (autoria e direção)É dramaturga, roteirista e diretora de teatro. É Professora orientadora do Curso de Formação Livre de Roteiro da Academia Internacional de Cinema RJ (AIC RJ). Trabalhou como roteirista da Conspiração Filmes (2011), TV Globo (2013/2014) e Record (2018). No Teatro, está em cartaz com a peça “O que é que ele tem?” monólogo escrito para Louise Cardoso, inspirado no livro de Olívia Biyghton, direção de Fernando Philbert. É vencedora do Prêmio Shell 2014 por “Galápagos”, direção de Isabel Cavalcanti. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010 pelas peças “Coisas que a gente não vê” e “Joaquim e as estrelas”. Em 2013 e Cesgranrio 2013 de Melhor Texto pela sua peça adulta “Os sapos.” Pela mesma peça também foi indicada na FITA 2013 ao prêmio Revelação de Melhor Direção ao lado de Priscila Vidca. A peça recebeu os prêmios de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante no mesmo festival. Tem mais de 20 peças montadas. PRISCILA VIDCA (direção)Atriz formada pela cal. Diretoras dos premiados espetaculos "OS SAPOS" e "SILENCIO!", tendo sido indicada ao premio FITA 2013 de revelação pela direção de "OS SAPOS". Indicada ao prêmio CBTIJ 2016 pela direção de movimento do espetaculo "LUDI NAREVOLTA DA VACINA". Recentemente assinou a codireção de "A LENDA DO SABIÁ", a direçao de movimento dos espetaculos "DEIXA A DOR POR MINHA CONTA" diregido por Marcos França e "THE BALCONY" dirigida por Jonh Mowat, ex diretor da renomada cia portuguesa o chapitô. Ao lado do diretor Cesar Augusto desenbolveu diversos trabalhos como "OS INOCENTES", "O MEDICO E O MONSTRO O MONSTRO", entre outros. Tambem já trabalhou com diretores como Joao Fonseca, Victor Garcia Peralta, Joana Lebreiro, entre outros. MARCELO REZENDE (direção musical)Marcelo Rezende é músico formado pela UNIRIO. Atuou como músico em diversos espetáculos: “Tim Maia – Vale Tudo” (2011), “Paletó de Lamê” (2012), “Coisas que a Gente não Vê” (2012) e “Mamonas Assassinas” (2016). Estreou como diretor musical em 2012 em “Funk Brasil: 40 anos de Baile”, seguido de “É dos Carecas que Elas Gostam Mais” (2013), “Trilogia Poética” (2014) e “Valentim Mestre” (2015). Recebeu o Prêmio Zilka Salaberry na categoria Música pela direção musical e arranjos do espetáculo “Bisa Bia, Bisa Bel”, também indicado ao prêmio CBTIJ na mesma categoria. Em 2017 assinou a Direção musical e arranjos do espetáculo “Trá Lá Lá”, indicado aos prêmios Zilka Salaberry e CBTIJ na categoria música. Atualmente acompanha o ator e cantor Tiago Abravanel, assinando a direção musical do “Baile do Abrava”. BRUNO MARIOZZ (produtor)Formado pela Universidade Cândido Mendes em Ciências Sociais com ênfase em Produção e Política Cultural, e cursando MBA de Bens Culturais na FGV - Fundação Getúlio Vargas. Atua na área de produção teatral, música e de festivais desde 2008, onde já executou trabalhos, como: Principais realizações: TEATRO: Cia Histórias Pra Boi Dormir produzindo os espetáculos: GUERRA DENTRO DA GENTE ; Uma Peça Como Eu Gosto (Direção de Lúcio Mauro Filho e Duda Maia - 2012) e; Bloco Infantil Boi Dormir (2017); Espetáculos infantis: PATRÍCIA PIOLHO (Direção Morena Cattoni - 2014 a 2016); A GAIOLA 2017 (Direção de Duda Maia) e; CONTOS PARTIDOS DE AMOR (Direção Duda Maia - 2018); Espetáculos adultos: TUDO O QUE HÁ FLORA (Direção Daniel Herz - 2018); MEU SABA (Direção Daniel Herz 2018); PERDOA-ME POR ME TRAÍRES (Direção Daniel Herz 2018). UDYLÊ PROCÓPIO (elenco)Cantor, ator, dançarino, compositor, escritor e produtor musical este é Udylê. Nasceu no Rio de Janeiro em 1981 e começou sua carreira artística aos 11 anos. Fez Unicirco com Marcos Frota, dança na MC consultoria de dança contemporânea, teatro no Martins Pena e música na Unirio. Atualmente protagoniza o espetáculo musical infantil “Bituca Milton Nascimento para Crianças”, 2017. Ganhou, em 2018, o Prêmio CBTIJ como melhor ator protagonista de “Bituca Milton Nascimento para Crianças” e “A vida não é um Musical” – O MUSICAL de João Fonseca. Em março de 2018 estará na série DESNUDE, na GNT, com direção de Carolina Jabor e Anne Pinheiro Guimarães da Conspiração Filmes. ALINE CARROCINO (elenco)2015- Prêmio Cbtij Melhor Atriz Por Luiz E Nazinha: Luiz Gonzaga pra Criança. 2015 – Prêmio Cbtij Atriz Coadjuvante Por Todo Vagabundo Tem Seu Dia De Glória 2017- Prêmio Cbtij Atriz Coadjuvante Por Bituca, Milton Nascimento Para Crianças.Prêmio Botequim Cultural Por Atriz Em Espetáculo Infanto-Juvenil. Principais Trabalhos: Projeto Grandes Musicos Para Pequenos, com Os Espetáculos Bituca, Milton Nascimento Para Crianças, E Luiz E Nazinha, Luiz Gonzaga Para Crianças. Dir. Andre Dias; Bossa Novinha, Sambinha, A Revista Do Ano: O Olimpo Carioca, Dir Sergio Módena; Eu Quero Um Milionário, Dir Joaquim Vicente; Noel Feitiço Da Vila, Dir. Edio Nunes E Doddy; E Muita Mulher Pra Pouco Musical, Dir. Claudia Ricart, Porta Dos Fundos/2014, Novelas: Alto Astral/2015, Guerra Dos Sexos/2013 Aquele Beijo/2012, Seriado Aline/2011, A Grande Família/2010, Maysa/2009. PAULO VERLINGS (elenco)Formou-se na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Como ator, tem experiências na TV, Cinema e Teatro. Na TV Globo atuou nas novelas ROCK STORY, JÓIA RARA, EM FAMÍLIA e BABILÔNIA; e nas séries SUBURBIA de Luiz Fernando Carvalho e FORÇA TAREFA de José Alvarenga. No Teatro, tem em seu repertório: CACHORRO! (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Direção 2007) e REBÚ. Em 2015 integrou o elenco de BEIJE MINHA LÁPIDE com Marco Nanini. Em 2014 idealizou e atuou em MARAVILHOSO. Entre outros espetáculos atuou em CONSELHO DE CLASSE, DOROTÉIA e O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS. CLARA SANTHANA (elenco)Clara Santhana é atriz, formada em Artes Cênicas/ Interpretação pela UNIRIO (2009). No Teatro, atuou em "Marias Brasilianas", Direção de Denise Mendonça, "Noel, Feitiço da Vila, Dir. de Edio Rodrigues e "A Lenda do Vale da Lua", com texto e direção de João das Neves. Produziu e atuou na peça "Profetas da Chuva", com supervisão artística de Nara Keiserman, trabalho que lhe rendeu prêmio de melhor atriz. Idealizou e protagoniza "Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes", sob Dir. de Isaac Bernat,Participou da série “Homens?”, de Fábio Porchat, no Comedy Central Brasil. NATHALIA COLÓN (elenco)É diretora da Utópica Cia de Teatro, Cia premiada pelo Edital Viva a Arte! 2015 da SMC/RJ. Sua formação em direção, interpretação e dramaturgia incluem referências como Tablado, CAL, Grupo Moitará, entre outros. Ganhou o Prêmio Botequim Cultural de melhor dramaturgia por “O Pequeno Autor” em 2014 (CCBB/RJ). Trabalha atualmente como atriz e locutora da MultiRio, leciona teatro na escola Ieda Ribeiro Casting e no Teatro Miguel Falabella. MARCOS FRANÇA (elenco)É ator, dramaturgo e diretor teatral pós-graduado pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras). Formou-se no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, de Aderbal Freire Filho onde encenou diversas peças, entre elas: O TIRO QUE MUDOU A HISTÓRIA e TIRADENTES, A INCONFIDÊNCIA NO RIO. Em 98 foi indicado para o PRÊMIO MAMBEMBE como melhor ator coadjuvante pelo espetáculo CORAÇÃO MAMULENGO, de Carmen Leonora. Em 2004, junto com Joana Lebreiro, criou o Núcleo Informal de Teatro, grupo dedicado a investigar nomes da música popular brasileira e realiza os espetáculos musicais de sua autoria AQUARELAS DO ARY (2007/2008); AI, QUE SAUDADES DO LAGO! (2006) e A NOITE É UMA CRIANÇA (2004), sempre com foco na narrativa e em compositores nacionais.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.