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PRONAC 193271Apresentou prestação de contasMecenato

A menina Akili e seu tambor falante

BALUARTE AGENCIA DE PROJETOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 818,6 mil
Aprovado
R$ 859,6 mil
Captado
R$ 818,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17469701000177ARCELORMITTAL BRASIL S.A.1900-01-01R$ 558,0 mil
75315333000109ATACADAO S.A.1900-01-01R$ 260,0 mil

Eficiência de captação

95.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-01-01
Término
2023-12-20

Resumo

"A Menina Akili e Seu Tambor Falante" é um musical infantil que traz aos palcos uma menina negra, nascida em uma aldeia africana, que, junto com seu o meu melhor amigo, um tambor falante de nome Alafiá, conduz uma narrativa que se propõe a contribuir para uma discussão cada vez mais necessária e urgente: a representatividade e o empoderamento do povo negro (especialmente das mulheres negras), no imaginário infantil e a valorização da diversidade. Tudo isso, num espetáculo leve, divertido, simples e educativo. A peça apresentará para as crianças uma África vibrante, colorida, generosa, força ancestral da identidade do povo brasileiro. Será realizada uma circulação em 05 cidades. Como contrapartida social serão realizadas oficinas brincantes em escolas da rede pública de ensino.

Sinopse

Apresentação do espetáculo teatral “A menina Akili e Seu Tambor Falante” em formato de musical, voltado para o público infanto-juvenil. A peça traz aos palcos uma menina negra, nascida em uma aldeia africana, que junto com seu o meu melhor amigo, um tambor falante de nome Alafiá, aborda temas sobre o feminino negro e a identidade negra infantil. Um musical lúdico que mistura diferentes linguagens artísticas como performance, música, dança, brincadeiras e projeções, trazendo uma África encantada nos reconectando com nossa ancestralidade.

Objetivos

Objetivos gerais: Realizar e circular com o espetáculo "A menina Akili e seu tambor falante". Objetivos específicos: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICA - Circular com o espetáculo pelas cidades de São Paulo,Vitória, Curitiba, Salvador e Feira de Santana, realizando 3 apresentações em cada cidade; PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar 10 apresentações em escolas da rede pública de ensino nas cidades de São Paulo e Salvador, com a "Oficina brincante de Akili" Qualitativos: - Contribuir para o empoderamento negro infantil (especialmente o feminino); - Ampliar representatividade da criança negra nas artes; - Contribuir para valorização da cultura negra e da diversidade dos povos; - Através do lúdico, trabalhar mensagens positivas sobre a cultura negra no imaginário infantil; - Colaborar para formação da identidade negra infantil, principalmente a feminina; - Incentivar a reconexão com a ancestralidade africana através da apresentação de elementos dessa cultura.

Justificativa

Por que a maioria dos livros infantis só tem heróis e heroínas, príncipes e princesas brancos e de olhos claros? Por que as bonecas e bonecos têm características físicas que não se assemelham à maioria da população brasileira? Por que nas canções e contos infantis o branco é belo e puro e o preto não? Com texto de Veronica Bonfim (adaptação de seu livro de mesmo nome), direção de Rodrigo França (O Pequeno Príncipe Preto "A menina Akili e seu tambor falante" surgiu de uma inquietação a respeito da representatividade da criança negra nas artes. Temos uma dívida histórica no imaginário infantil no que se refere à negritude positiva, lúdica e inspiradora. A infância brasileira é ainda, infelizmente, marcada por protagonistas brancos que não se conectam com nossa ancestralidade africana. As crianças negras tem poucas oportunidades de sentirem-se representadas e, portanto, valorizadas na sua beleza e potência de seus corpos. Akili é uma menina nascida em uma aldeia africana em que a conexão com o encantado, com a natureza e com as pessoas é sempre celebrada através de rituais em que o tambor é o grande elemento de comunicação oral. Toda criança nascida já é vista como rainha/rei, com uma importância profunda na formação da comunidade, e com um protagonismo construído a partir dos saberes ancestrais. Akili e seu tambor são, portanto, nossos elementos de condução dessa narrativa que traz um olhar simples e extremamente positivo sobre a negritude, não deixando de abordar aspectos marcantes na formação dessa identidade negra infantil e, principalmente, feminina. O cabelo, a cor da pele, as características físicas que dão vida à personagem e que constroem esse imaginário poderoso de gostar de si da forma como se é. A aceitação de sua própria beleza e o entendimento de sua origem provoca um senso profundo de afirmação de seu valor. Chegamos com Akili e toda a sua África colorida e vibrante nos palcos de 5 cidades brasileiras para um musical infantil que trata da diversidade como aspecto primordial de nossa formação. Num palco em que há uma miscelânea de linguagens (performance, música, dança, ), o musical exalta a valorização da cultura negra e retrata o quanto é bonita a diversidade de cada povo. Buscamos assim abrir essa conexão com as crianças negras, trazendo esse espelho para o palco, e abrir a visão de todas as crianças sobre a importância de honrarmos nossa ancestralidade e nossa identidade, diminuindo essa supervalorização do que é europeu/ocidental em detrimento do que herdamos dos povos originários e dos africanos. Queremos com isso gerar empatia, construir respeito pelo outro e encantamento pelo todo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Todos os materiais produzidos no projeto serão confeccionados em papel reciclado. Os materiais produzidos em lona serão posteriormente doados às cooperativas que trabalhem com este material, para reciclagem. Será feita compensação referente ao gasto de carbono com as passagens aéreas, através de iniciativas de replantio da Mata Atlântica.

Especificação técnica

Espetáculo teatral destinado para o público infanto-juvenil (crianças de 0 a 12 anos) com duração aproximada de 45 minutos sem intervalo. A peça é baseada no livro de Verônica Bonfim (de mesmo nome) publicado em 2016 pela Editora Nandyala e tem como elemento cênico principal o tambor. A interação da atriz com o tambor falante é apoiada por um elenco que executa a trilha ao vivo com instrumentos de matrizes africanas que cenicamente também ilustram o espetáculo. Serão ao todo 15 apresentações sendo 3 em cada cidade: São Paulo, Salvador, Feira de Santana, Curitiba e Vitória.

Acessibilidade

O projeto prevê as seguintes medidas de acessibilidade: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICA a) Acessibilidade física: Teatros com disponibilização de infraestrutura para pessoas com deficiência física como rampas de acesso e elevadores, acentos reservados e banheiros adaptados; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de Teatro b) Acessibilidade para deficientes visuais: realizar 01 apresentação com audiodescrição em todas as cidades; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição c) Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de intérprete de libras para todas as apresentações em todas as cidades; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL a) Priorizaremos escolas com disponibilização de infraestrutura caso haja participante com deficiência física e/ou adaptação de espaço para facilitação de acesso a estas pessoas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica b) Acessibilidade para deficientes visuais: Para as oficinas brincantes, as próprias escolas participantes, caso tenham alunos com deficiência visual, já oferecem um monitor/professor/instrutor para acompanhar o aluno na atividade. Quando isso acontece, também posicionamos a criança na primeira fila, desta forma pode ouvir melhor a apresentação. Caso não haja um profissional específico para este acompanhamento na escola, nossa equipe conta com um Monitor para prestar este tipo de auxílio aos alunos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitor c) Acessibilidade auditiva: Para as oficinas brincantes, as próprias escolas participantes, caso tenham alunos com deficiência auditiva, já oferecem um intérprete para acompanhar o aluno na atividade. Caso não haja um profissional específico para este acompanhamento na escola, nossa equipe contratará um intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Em atendimento ao artigo 21º da IN 02/2019, através de suas ações, o projeto atende ao seguinte inciso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural: todos os ingressos serão vendidos a preços populares R$ 50,00 a inteira e R$ 25,00 a meia entrada (idosos e estudantes).

Ficha técnica

Proponente: Baluarte Agência de Projetos Culturais LTDA. A Baluarte Cultura é uma empresa especializada em consultoria, gestão e capacitação cultural com mais de 90 projetos realizados no Brasil e exterior. Acreditamos que a cultura é um poderoso meio de transformação social e por isso buscamos um mundo com maior potência criativa. Nosso negócio é a Responsabilidade Cultural: Pensamos a cultura de forma estratégica para gerar impactos positivos para a sociedade e empresas. Em 2018 recebemos o Prêmio Profissionais da Música na categoria Projetos Educativos com nosso case do “Brasil de Tuhu” e, em 2019, fomos contempladas com o Prêmio ODS Brasil com o case de um de nossos projetos – o Estúdio Escola de Animação.Desde 2017 figuramos no ranking das empresas “Best for the World” anualmente elaborado pelo Sistema B Internacional, na categoria “Customers” e, em 2019, também na categoria “Change Makers”. No projeto A Menina Akili e seu tambor falante a Baluarte Cultura assina toda a realização, respondendo pela gestão do projeto tanto em sua produção executiva quando administrativa, colocando seus profissionais dedicados à operacionalização do projeto. Também a empresa cuidará da supervisão da comunicação e montagem. Rubricas relacionadas às atividades do proponente: Diretor de Produção, Coordenador de Produção e Produtor Executivo. Direção artística, dramaturgia e elenco: VERÔNICA BONFIM Verônica Bonfim é baiana, Doutora na área socioambiental e artista brincante. Cantora, compositora, escritora e atriz, vem acumulando trabalhos na TV, cinema, teatro, literatura e música. Já trabalhou com diretores consagrados: Spike Lee, Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, Cláudio Segóvia, Oswaldo Montenegro, Jaime Álem, Jaques Morelenbaum, Tim Rescala e Ciro Barcelos. Atualmente integra o premiado elenco de Elza, o musical, dirigido por Duda Maia e direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet, está na terceira temporada da série Sob Pressão (estreia em breve), integrou o elenco da segunda temporada da série “De Sonhos e Segredos” no Canal Brasil e dá vida à Justina, ao lado do humorista Paulo Gustavo e grande elenco na série “Além da Ilha”, no Canal Multishow. No cinema, em breve estreia o seu segundo longa “Sick, Sick, Sick”, da diretora Alice Furtado. Atualmente integra o grupo Pianorquestra, como percussionista. Fez várias campanhas publicitárias, ganhou prêmios pela atuação no Elza, o musical e foi indicada a melhor atriz no Festival de Cenas Curtas do Ziembinski, pela sua performance autoral Fragmentos de um Descompasso; Em 2016 publicou seu primeiro livro infantil “A menina Akili e seu tambor falante”, pela Editora Nandyala e circula com suas Oficinas Brincantes afroeducativas. Em 2007 lançou seu primeiro CD Olhos d’África (independente), excursionando pelo exterior com este trabalho entre 2010 e 2015; Integra o Grupo Ayó de contadores negros de história, no Rio de Janeiro; Integrou o elenco de grandes musicais: Orfeu dirigido por Aderbal Freire Filho, com direção musical de Jaques Morelenbaum e Jaime Álem (2011); Brasil Brasileiro Tour Europa, dirigido pelo argentino Cláudio Segóvia (2014); Tropicalistas com direção de Tim Rescala e Ciro Barcelos (2016); Filhos do Brasil, com direção de Oswaldo Montenegro (2011). Direção cênica: RODRIGO FRANÇA Cientista Social, ativista dos Direitos Humanos, Dramaturgo, ator, articulador cultural, professor e psicopedagogo. Rodrigo França é um multiartista que constrói sua carreira sempre baseado em sólidos princípios sociais. A questão do empoderamento negro tem se tornado uma assinatura de seu trabalho, especialmente voltado para crianças com seu espetáculo “O Pequeno Príncipe Preto”, que circulou por todo país apresentando um universo de diversidade e empatia. Uma das caras do movimento que surgiu nos últimos anos e agora salta aos olhos como uma ação de empoderamento cultural comandado por toda uma geração de grupos, autores, diretores, produtores, técnicos e empreendedores culturais negros, Rodrigo tem criado trabalhos em série com diversos parceiros, entre eles as diretoras Valéria Monã e Mery Delmond. Ele assina o texto e a direção do infantil “O pequeno Príncipe Preto”, coassina o texto e a direção de “O inimigo oculto”, atuou na peça “Contos negreiros do Brasil”, e interpretou Martin Luther King (1929-1968) na peça “O encontro”. Produziu o musical “O Grande Circo dos Sonhos”. Ele também integra a equipe da Segunda Black. Cenografia: MINA QUENTAL Cenógrafa e arquiteta, Mina Quental tem como assinatura recentes em seus trabalhos o reaproveitamento de materiais e o design sustentável. Indicada ao Prêmio Shell pela peça 'Mata teu pai’, seu trabalho pode ser também visto nos espetáculos “O abacaxi”, “ELA”, “O marido ideal” e “O Pequeno Príncipe Preto”. Seus cenários ambientaram espetáculos como : Isso Vai Funcionar E Alguma Forma - 2018 A Peça Escocesa - 2018 Primeira Morte – 2018 O Pequeno Príncipe Preto - 2018 O Abacaxi - 2017 Mata Teu Pai - 2017 Gisberta - 2017 Ela - 2017 Círculo Da Transformação Em Espelho - 2017 Doce Pássaro Da Juventude - 2017 Dançando No Escuro - 2017 Alguém Acaba De Morrer Lá Fora - 2016 Bonitinha, Mas Ordinária - 2015 Infância, Tiros E Plumas - 2015 Neurótica - 2014 Diretora de Produção: PAULA SUED Formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas (UERJ), Paula Sued atua com produção há 13 anos, assinando a Direção de Produção de mais de 50 projetos na Baluarte Agência de Projetos Culturais, dentre os quais iniciativas realizadas em escolas da rede pública de ensino. Também atuou como Assistente de Produção da Planmusic nos shows do Elton John (Apoteose, Jan/2009) e dos Rolling Stones (Praia de Copacabana, Fev/2006), como produtora executiva do grupo Songoro Cosongo e como parecerista de projetos culturais da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis. Possui certificado da Project Lab em Gerenciamento de Projetos e da FGV em Gestão e Liderança.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Locais de realização (6)
Feira de Santana BahiaSalvador BahiaVitória Espírito SantoCuritiba ParanáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo