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Montagem e 16 apresentações do espetáculo E O CÉU UNIU DOIS CORAÇÕES, clássico da dramaturgia brasileira no gênero circo-teatro. E também oficinas teatrais gratuitas.
Uma narrativa dramática e romântica onde a música suspira, comenta, elogia e fala metaforicamente dos sonhos e da obra dos inspiradores do projeto: Carlos Alberto Soffredini e Antenor Pimenta. Dois jovens, uma moça e um rapaz, sonham em montar O Céu Uniu Dois Corações, de Antenor Pimenta, mas não sabem como, quando descobrem uma tia do rapaz que fez teatro na década de 70 e com a ajuda dela e os integrantes de um antigo grupo de teatro ensaiam para a montagem. O nosso objetivo com esta recriação da obra de Antenor Pimenta e ter um olhar sobre o Teatro Popular Brasileiro, o que era feito nos antigos circos mambembes, e os caminhos possíveis de atualização da sua linguagem, passando pelas propostas de Carlos Alberto Soffredini dos anos 70, para os dias de hoje. Como trazer a emoção, a aparente simplicidade e os mistérios que emocionava os expectadores daqueles idos tempos para os corridos dias de hoje? Enfim, uma reflexão sobre a permanência de uma obra, a perenidade do amor diante das mudanças do homem e do mundo em que ele vive e a arte como um eterno processo se adaptando aos tempos que se transmutam sempre.
GERAL Montagem e apresentações do espetáculo "E o céu uniu dois corações", de Antenor Pimenta, que terá sua dramaturgia atualziada por Calixto de Inhamuns. O projeto além de relembrar a memória e preservar o legado cultural do circo-teatro também pretende ser um espetáculo aliado ao prazer de assistir ao teatro e para isso conta com uma equipe artística de comprovada competência e qualidade. E neste momento atual e tão virtual, como preservar culturas firmadas num país de tão memória cultural... O circo-teatro outrora parte integrante dos espetáculos circenses com diversas variedades, têm sido guardado nas memórias dos artistas que o fizeram e do público que o prestigiou, por isso nosso intento em mostrar para aqueles que não tiveram a oportunidade de contemplar as montagens circenses, um espetáculo capaz de reavivar e preservar a memória cultural do teatro popular brasileiro. ESPECÍFICO - 16 sessões do espetáculo E o céu uniu dois corações. Todas as sessões do espetáculo contarão com preços populares de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). 04 sessões terão Intérprete de Libras e 01 sessão terá audiodescrição. - 05 oficinas teatrais gratuitas com duração de 3h/cada, com 40 participantes/cada.
Várias décadas separam o momento atual à da época de ouro do circo-teatro, que era realizado com capricho e disciplina pelos artistas circenses. É muito difícil que voltemos a ter em cena as companhias de circo-teatro que possuíam qualidade estrutural e artística. Porém, o interesse dos grupos teatrais brasileiros pelos textos do circo-teatro, como E o céu uniu dois corações, faz com que o circo-teatro continue sendo referência e Antenor Pimenta e sua obra continuarão vivos na memória do público. O texto original de Antenor Pimenta mostra a diferença entre os antagonistas na condução da trama e construção dos personagens, sendo os maus mais audaciosos e impetuosos, fazendo com que os bons assumam seu protagonismo, o seu lugar de fala, por oposição. Segundo Ermínia Silva, doutora pela Unicamp e pesquisadora sobre circo-teatro do Centro de Memória da Unicamp, nos últimos anos houve um aumento significativo pelo resgate da memória circense. Com a entrada dos novos sujeitos históricos na produção da linguagem circense: alunos, mestres e proprietários de escolas de circo, autodidatas, circo social, houve também um aumento de alunos e pesquisadores para dentro dos campos universitários. Particularmente no campo da investigação, realizados pela diversidade desses sujeitos, acadêmicos ou não, a produção teatral circense tornou-se objeto de estudo nas pesquisas teóricas e práticas nos processos criativos da cena contemporânea. É possível fazer teatro no circo com as peças antigas, mas atualizando-as em todos os sentidos estéticos inventados até esse século XXI. O circo-teatro teve um papel fundamental na divulgação da arte teatral por todo o Brasil que por ter uma vocação mambembe visitou milhares de cidades e vilarejos e, para muitos desses públicos, esse era o único contato com o fantasioso universo da representação. Na Lei Rouanet, 8313/91, o projeto enquadra-se: Artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Este projeto nasceu dos sonhos de outros artistas. O primeiro, o padrinho, o inspirador, é Antenor Pimenta, um dos maiores artistas circenses do Brasil e, o outro, o pai literal, o imaginador de ideias cênicas que ficaram vivas até hoje em nossos corações, Carlos Alberto Soffredini. O Céu Uniu dois Corações, era o terceiro projeto do Grupo Mambembe, um dos principais grupos das décadas de 70 e 80. O primeiro foi A História do Dom Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança, inspirado na obra de Antônio José da Silva, o Judeu; o segundo, criado a partir da canção de Vicente Celestino, Coração Materno, Vem buscar-me que ainda sou teu, textos de Carlos Alberto Soffredini; e, o grande sonho do diretor e do grupo que, infelizmente, nunca foi concluído, a montagem de O Céu uniu dois corações, de Antenor Pimenta. Hoje, mais de quarenta anos depois, Maria do Carmo Soares, uma das integrantes do Mambembe que participou de quase todos os seus trabalhos, retoma este sonho, não nas condições que sonhou Carlos Alberto Soffredini, ciar um grande musical a partir do texto, e nem nas condições que foi criado por Antenor Pimenta, para ser apresentado por sua trupe circense pelas cidades brasileira, mas com o objetivo de homenagear, com uma reflexão sobre a arte popular nos dias de hoje, estes dois grandes artistas da Cultura Popular Brasileira. O texto de Antenor Pimenta é um melodrama de qualidade que até hoje é sucesso nos circos-teatro de todo o Brasil e é esta força dramatúrgica, onde a arte namora resquícios de um romantismo que insiste em sobreviverem na nossa alma, que queremos mostrar ao público dos grandes centros urbanos. Um enredo maduro, uma história bem contada, são outros atributos da obra. Uma das maiores qualidades dos dois projetos anteriores criados por Carlos Alberto Soffedini, o primeiro, A História do Dom Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança, feito sob a direção dele, e o segundo, Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu, dirigido por Iacov Hillel, além dos estudos teóricos e ensaios exaustivos dos atores, era a beleza e a funcionalidade dos cenários, em cima dos tradicionais telões da arte circense, e dos adereços, quase obras de artes artesanais, criados pelo artista plástico Irineu Chamiso. A mão de obra, o trabalho de artesãos artistas, ou vice-versa com a mesma redundância, baseados em uma pesquisa sobre o que seria hoje, no urbano, uma linguagem popular é o que sustenta nosso projeto. Sonho? Sim, um sonho musical, mas respaldado por um projeto onde seja possível o sonho de se sonhar um sonho impossível. O projeto é ancorado no trabalho realizado junto de Carlos Alberto Soffredini nos anos 1970 e 1980 na companhia O Mambembe pelos artistas: Maria do Carmo Soares, Tato Fischer e Calixto de Inhamuns, que novamente se unem para a montagem de E o céu uniu dois corações, numa justa e sincera homenagem à Soffredini. O texto original de Antenor Pimenta será trabalhado por Calixto de Inhamuns para uma dramaturgia mais contemporânea e que contemple a musicalidade de Tato Fischer. As Tias está de posse dos direitos autorais liberados por Helton Pimenta, filho e herdeiro do autor, conforme anexo deste projeto. O elenco será formado por sete pessoas entre atores e atrizes que serão acompanhados por um músico com direção artística de Lígia Pereira. É antes de tudo uma homenagem ao querido Carlos Alberto Soffredini, seu trabalho incansável de pesquisa de linguagem transcendeu o campo do divertimento e da cultura, seu legado influenciou e formou muitos autores, atores e diretores, pois suas palavras falam daquilo que é mais caro à sobrevivência da alma do homem, o amor. Sua pesquisa voltada ao circo-teatro, uma das primeiras manifestações dentro das artes cênicas tão difundidas no nosso país. Soffredini fez escola, fundou grupo de teatro. Seu trabalho de pesquisa de linguagem é ideológico e contundente. Foi assim que ele nos inspirou nessa busca de pesquisa da linguagem do circo teatro que tem como representante máximo “E O CÉU UNIU DOIS CORAÇÕES” de Antenor Pimenta. Uma dramaturgia que casa poesia e música.
01 espetáculo teatral intitulado: E O CÉU UNIU DOIS CORAÇÕES, com duração de 1h10 minutos com 16 sessões.
ACESSIBILIDADE FÍSICA:As sessões serão realizadas em teatros que possuam rampas de acesso e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 04 sessões do espetáculo com intérprete de libras e 01 sessão com audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01 oficina com intérprete de libras e 01 com audiodescrição.
E o céu uniu dois corações cumprirá temporada de 16 sessões em algum teatro da cidade de São Paulo. Todas as sessões contarão com preços populares de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). PARA ATENDIMENTO DO ARTIGO 21 da IN 02/2019: Inciso III O espetáculo gravado será disponibilizado na internet através do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCQwQYv3hkY7OusrGkqqgxwQ?view_as=subscriber e no site: www.theatron.com.br
FICHA TÉCNICA Autor: Antenor Pimenta Dramaturgia: Calixto de Inhamuns Direção: Lígia Pereira Diretor de Produção e Captação de Recursos: Marcos Thadeus (O proponente será remunerado neste item) Será o responsável por toda gestão do processo devisório durante a realização do projeto. Direção e Composição: Tato Fischer Elenco: Marcos Thadeus (O proponente também será remunerado neste item), MARIA DO CARMO SOARES, SALETE FRACAROLI, TATO FISCHER, JOSELI RODRIGUES, NAYARA ROCHA e HENRIQUE VASQUES. CURRÍCULOS DA EQUIPE: MARCOS THADEUS é pós-graduado em Gestão Cultural pela FAINC – Santo André e mestre em Teoria e Prática do Teatro pela ECA-USP. Estudou e atuou na CETA – Companhia Estável de Teatro Amador de Piracicaba onde trabalhou com Marcília Rosário, Reinaldo Santiago, Gustavo Trestini e Simoni Boer. Em 2011 atuou no espetáculo “O Mentiroso” de Carlo Goldoni, sob direção de Maria Eugênia de Domênico. Como Produtor Cultural realizou: “Paixão de Cristo de Piracicaba”, 2007 a 2018; Exposição: “Um panorama do trabalho de Cyro Del Nero em mais de 60 anos de cenografia”, em 2011; Programador Cultural, Teatro Commune, 2009 e 2010, São Paulo; Exposição: “A máscara teatral na Arte dos Sartori”, 2008. Em 2011 e 2015 foi professor do SENAC no curso Técnico de Artes Dramáticas, disciplina Produção e Gestão Cultural. Coordenador Editorial do livro: “Paixão de Cristo, Paixão de Piracicaba”, 2015. Lígia Pereira – Direção ArtísticaLígia Pereira formou-se atriz pela EAD – Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, no ano de 1979 e, desde então, atuou no teatro em diversas áreas. Como atriz, atuou em espetáculos memoráveis sob direção de Márcio Aurélio. Diretora Assistente de Márcio Aurélio nos espetáculos: “A BILHA QUEBRADA”, de Heinrich Von Kleist, (1994); “ANATOMIA FROZEN”, de Bryony Lavery, (2009); “MARICA”, de José Cibrián Campoy; “OE”, de Kenzaburo O; Assistente de direção de Gabriel Vilela de 1996 à 2001; “CARTA A UMA FILHA” de Arnold Wesker, direção Márcia Abujamra (2007). Calixto de Inhamuns – Dramaturgo. É diretor teatral, produtor, dramaturgo, autor de telenovelas e radionovelas e, também, exerce atividades didáticas com cursos sobre direção, interpretação e dramaturgia. Foi um dos fundadores do Grupo Mambembe em 1976, onde atuou em espetáculos como Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu, Noites dos Assassinos, Foi Bom, Meu Bem? e outros. Fundador do Grupo Arte Viva onde produziu e atuou em Bela Ciao, direção Roberto Vignati, e Juiz de Paz na Roça, direção de Rubens Brito; dirigiu O Santo e a Porca e produziu Círculo de Cristal, de Luís Alberto de Abreu, direção de João das Neves. Como roteirista, para TV, escreveu, em 2000, os últimos 110 capítulos de novela Mandacaru, na TV Manchete e foi coordenador, de 2004 a 2005, de textos de novelas e responsável pelas oficinas de Dramaturgia no SBT; em radionovelas, escreveu Um Passado sem Perdão, para o Núcleo de Novelas da Gessi Lever, apresentada em várias emissoras de rádio. Escreveu e dirigiu: Viva Malasartes, Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo (2008/09); Como Tudo Começou, Circo Grafitti (2010); A Esperança de Família, episódio do Projeto Tríptico Alfrediano, (2011); De Onde Vem as Histórias de Clarice, com o Grupo Tecelagem; O Vale Encantado da Paraíba, com o Grupo Piraquara, de S. J. dos Campos (2012); O Auto de Natal Brasileiro, para a Escola Viva de Guarulhos (2014); em parceria com Luis Alberto de Abreu, dirigido por Ruy Cortez, indicações para dramaturgia nos prêmios Aplauso e APCA (2014); Um dia de Benedito, para o Núcleo Pavanelli de Circo e Teatro de Rua (2015); e, Cândido, o homem do mar que morreu na terra salgada, montado pela Cia. Mundo Teatral, de São José dos Campos (2015); Sonhos Roubados, ou, A Arte do Melodroma, com a Cia. da Cidade, de São José dos Campos, direção de Neide Veneziano (2016); Antigonas, direção de Mario Santana, com a Cia. Fábrica de São Paulo (2016); Fausto, Uma alucinação inspirada no Fausto de Goethe, direção de Neyde Veneziano (2017); e, que ainda não estreou, Figuras, uma parceria com Luis Alberto de Abreu, para a Cia. Mundu Rodá. Foi membro da Comissão Estadual de Teatro, júri em vários Festivais (São José dos Campos, Piracicaba, Amapá, Ponta Grossa, Cuiabá, São Mateus, Pindamonhangaba, Arneiróz e muitos outros) e prestou assessoria na área de dramaturgia para vários grupos. Tato Fischer - Músico e Diretor Musical - Cantor e compositor. Nascido em Penápolis (SP) e formado pelo Conservatório Musical de Lins (SP), está no teatro desde 1972; seu primeiro show como cantor foi em 1979, tendo sido anteriormente o primeiro pianista da Banda Secos & Molhados, com Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad, até julho de 1973.Membro do Clube Caiubi de Compositores desde 2003, Mágico desde os 10 anos de idade, quando partner de seu pai "Dr. Abramus". Sua ligação com o Teatro o faz produzir "Música de Cabaré". Um dos fundadores do legendário Grupo Mambembe de Teatro, com Carlos Alberto Soffredini e muitos outros. Maria Do Carmo Soares – Atriz - Trabalhos na TV: O Brado Retumbante, 2012; Aline, 2011; O louco dos Viaduto, 2009; O telescópio, 2008. No cinema: A Hora da Estrela, 1985. No Teatro é uma das fundadoras do Espaço Mambembe. Trabalhou com os diretores: Roberto Vignatti, Sofredini, Gabriel Vilela, Mário Masetti, Roberto Lage, Eduardo Tolentino. E atuou nas montagens: "Coisa de Louco"; "O amor move o sol e outras estrelas"; "Divinas palavras“, " O Mambembe" (Montagem produzida pelo SESI) e “Amargo Siciliano”. Salete Fracarolli – Atriz - Atriz formada pela FPA – Faculdade Paulista de Artes em 2008, também estudou na EAD – Escola de Artes Dramáticas – USP em 1975 e 1977.Experiência como arte-educadora, na formação de jovens e realização de projetos com adultos. Trabalhou em teatro com os diretores Celso Nunes; João das Neves; Mário Masetti; Iacov Hillel; Roberto Vignati; Ednaldo Freire; Carlos Sofredini; Milani e Jairo Mattos e Bárbara Bruno. Na TV: A CEIA DOS CARDEAIS” (TV Cultura); O COMETA” (TV Bandeirantes); “O MUNDO DA LUA” (TV Cultura); “ACAMPAMENTO LEGAL” (TV Record). No Cinema: “ATO DE VIOLÊNCIA” (Guilherme de Almeida Prado); “A FLÔR DO DESEJO” (Eduardo Escorel) e “TAPETE VERMELHO” (Luís Alberto Gal Pereira). Jô Rodrigues – Atriz - Licenciada em Educação Física, Bailarina pela Escola de Bailado, Atriz pela Escola Macunaíma e especializada em Mímica e Teatro Físico com Luis Louis. Como bailarina trabalhou na Cia. Ballet Teatro Emproart, Cia. Renovação de Dança entre outras. No Teatro trabalhou com os diretores Mário Mazetti, Angela Barros, Denise Stoklos, Luis Carlos Moreira, Luis Louis entre outros. Atualmente é produtora e atriz da Cia. Re-União de Pessoas. Nayara Rocha é atriz, palhaça, arte-educadora e pesquisadora teatral. Formada em Atuação pela SP Escola de Teatro, em palhaçaria pelo PFPJ (Programa de Formação de Palhaços Jovens dos Doutores da Alegria) e bacharela e licenciada em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, tendo se formado com a dignidade acadêmica Summa cum Laude pelo desempenho durante o curso. Fundadora e palhaça da Cia Popular de Circo e teatro. Foi atriz da CETA (Companhia Estável de Teatro Amador de Piracicaba), durante dois anos. Como atriz também participou dos seguintes espetáculos: Pira e Ossildo em- O baú secreto do circo (Cia Popular de Circo e Teatro, 2018); O país está consternado (Texto: Matéi Visniec; Direção: Marcelo Braga, em 2017); Borandá (Texto: Luís Alberto de Abreu; Direção: Simoni Boer,em 2016); Enfim, sãos! (Texto: criação coletiva; Direção: Thaís Ferrara, em 2015); Um bonde chamado desejo (Texto: Tennessee Willians; Direção: Renata Zanetta, também em 2015); Eles não usam Black-tie (Texto: Gianfrancesco Guarnieri; Direção: Deborah Serretiello, em 2014); Clowns Fabulando (Texto: Criação coletiva; Direção: Cida Almeida, em 2012); O ferreiro e a morte (Texto: Autor desconhecido; Direção: João Scarpa e Ricardo Araújo, em 2011); Beira- Rio (Texto: Reinaldo Santhiago; Direção: João Scarpa e Ricardo Araújo, em 2010). Também trabalhou como educadora em espaços culturais como o SESC Belenzinho e o Museu da Diversidade Sexual. Henrique Vasques é ator, palhaço e músico. Bacharel e licenciado em teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, vencedor por duas vezes do prêmio Honor's de distinção acadêmica, também é formado em humor pela SP Escola de Teatro e atuação pelo Conservatório Carlos Gomes. Foi ator do grupo de teatro Os Geraldos e trabalhou durante 3 anos no Projeto Ademar Guerra, orientando artisticamente grupos de teatro do interior do Estado de São Paulo. Fundou em 2018 a Cia Popular de Circo e Teatro. Desde 2010 estuda e trabalha com a linguagem do palhaço e comicidade física, tendo como mestres-orientadores importantes nomes da palhaçaria nacional e internacional.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.