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PRONAC 193278Análise de resposta de diligência - ObjetoMecenato

Bom de Nota, Bom de Dança - Plano Anual 2020

ASSOCIACAO PRO-ESPORTE E CULTURA
Solicitado
R$ 2,11 mi
Aprovado
R$ 1,13 mi
Captado
R$ 953,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07674341000191Usina Uberaba S/A1900-01-01R$ 263,0 mil
71304687000105Pedra Agroindustrial S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil
61082988000170Maringá S/A - Cimento e Ferro Liga1900-01-01R$ 136,9 mil
61231478000117Companhia Agrícola Usina Jacarezinho1900-01-01R$ 132,0 mil
06940439000180NUTRIX.SP COMERCIAL DE PRODUTOS DE LIMPEZA LTDA - ME1900-01-01R$ 68,0 mil
09496544000160AUTO POSTO TAMANDUA SERRANA LTDA1900-01-01R$ 64,0 mil
19537471000161USA - USINA SANTO ÂNGELO LTDA1900-01-01R$ 50,0 mil
05642147000107ROSATEX DO NORDESTE PRODUTOS SANEANTES LTDA EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL1900-01-01R$ 39,9 mil

Eficiência de captação

84.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2020-01-01
Término

Resumo

Por meio deste Plano Anual, a Associação Pró‐Esporte e Cultura (APEC) atenderá, com ações relacionadas à dança, comunidades de regiões periféricas. A metodologia da proposta, desenvolvida pela APEC, permite que crianças da rede pública de ensino realizem aulas de Balé e Danças Urbanas acompanhadas por profissionais qualificados que fazem dos passos de dança uma extensão da escola. No fim do ano, produz-se um espetáculo de encerramento em cada núcleo atendido. Será realizado como contrapartida, ação de formação de plateia junto à comunidade acadêmica de Ribeirão Preto.

Sinopse

Os roteiros e temas de cada um dos espetáculos serão definidos após o início da execução do projeto, em um trabalho conjunto entre os coordenadores, as equipes técnicas e o roteirista contratado.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo principal do plano é impactar positivamente a formação integral de crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade, utilizando‐se da Dança como ferramenta principal. Seus objetivos específicos são: - Realizar 08 oficinas de balé e 08 oficinas de Danças Urbanas com duração de 12 meses cada; - Produzir 08 espetáculos de dança ao final do projeto, cada um em um dos municípios atendidos; - Realizar 01 ação de formação de plateia junto à comunidade acadêmica de Ribeirão Preto e garantir que o conteúdo trabalhado no evento seja replicado a cada um dos núcleos atendidos pelo projeto; Vale destacar que nosso objetivo não é formar bailarinos profissionais, mas caso alguma das crianças evidencie enorme talento (como já ocorrido em outros projetos que desenvolvemos), faremos o encaminhamento a companhias que trabalhem com a profissionalização de bailarinos.

Justificativa

A Associação Pró-Esporte e Cultura tem como preceitos a valorização da educação, do consumo e da produção cultural como caminhos para resolução de problemas relacionados à desigualdade social, saúde coletiva, meio ambiente e demais desdobramentos. Buscamos desenvolver, então, técnicas e instrumentos simples que possam atingir facilmente crianças e jovens e, quando aplicados, auxiliem a promoção da educação formal e não formal, garantindo, assim, o desenvolvimento da cidadania. A relação professor-aluno tem sido a base para o sucesso do "Bom de Nota, Bom de Dança", que já vem sendo realizado pelo quarto ano consecutivo com recursos da Lei 8313/91. A atual proposta de Plano Anual representa a renovação da ação pelo quinto ano, com ampliação no número de atendidos e núcleos, buscando-se assim prezar pelo inciso I do Art. 1º da referida lei, este projeto abrange os seguintes pontos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Trabalhamos com as vivências socioculturais das crianças atendidas, entendendo que "a dança, hoje, retrata as ansiedades, ideias, necessidades e interesses da nossa época, aliadas à forte necessidade do ser humano de extrapolar a sua essência ou transcender a sua existência em evasões positivas e significativas nas circunstâncias de sua vida real" (NANNI, 2002). Portanto, o ato de dançar não é por nós entendido como privilégio de alguns, mas sim como um excelente método capaz de auxiliar na formação pedagógica e capaz de desenvolver em seus praticantes uma consciência corporal enquanto sujeitos transformadores do tempo e do espaço. Logo, no que tange ao Art. 3° da Lei 8313/91, temos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Nesse contexto, trabalhamos com uma metodologia de ensino que motiva os professores a sairem do lugar comum e se dedicarem à relação de aprendizagem implícita nas práticas corporais. Mais do que treinar e desenvolver habilidades motoras e técnicas, entendemos como nossa tarefa desenvolver a capacidade de resolução de conflitos, promoção de autonomia e criatividade, entre outros aspectos da conduta que serão apreendidas pelos alunos a partir da prática cultural. Com tudo isso, temos visto reais e significativos ganhos no que tange à formação integral das crianças atendidas. E entendemos que a continuidade do trabalho com cada beneficiário se configura como aspecto de extrema importância.

Especificação técnica

Consideração importante acerca do método empregado no projeto está relacionada ao Boletim de Talentos. Os alunos serão estimulados a executarem missões, é papel do professor, monitor e assistente de coordenação estimular e ser agente facilitador destas missões. Isto é, incentivar e encorajar as crianças nas atividades e, ao mesmo tempo, organizá-las e contribuir para que elas desenvolvam as missões da maneira delas. Portanto, algumas aulas são reservadas para o desenvolvimento desse papel de tutoria dos grupos. A configuração do boletim de avaliação tem como principal objetivo manter uma atenção constante e ampla ao desempenho do aluno no projeto. Para isto, volta-se o olhar também ao ambiente escolar e familiar. Desta forma, este dispositivo contém alguns indicadores diversos com caráter autoavaliativo, abordando a auto avaliação nas esferas: escola, projeto e casa. Além desses indicadores, o boletim comporta uma ferramenta de mapeamento da rede de apoio do aluno, também nestes três planos. Este dispositivo visa estimular uma reflexão do seu cotidiano e, assim, pretende que este aluno se perceba cada vez mais consciente e responsável pelo seu desenvolvimento. Para isso, o aluno terá adesivos que variam entre -1, 0 e +1, para colar no seu boletim de acordo com a autoavaliação nas três esferas.No campo escola, ele atribuirá pontos a sua frequência, utilizando os dados da escola. Ou seja, de acordo com sua assiduidade nas aulas. Ainda no campo escola, ele se avalia tendo como base a nota emitida pela escola. Isto é, a partir da nota obtida nas matérias escolares (Português e Matemática) ele irá refletir, com o auxílio do professor do projeto, e escolherá o adesivo que mais representa sua nota.Por último, no campo escola, ele se auto avaliará utilizando os critérios Solidariedade, Cooperação e Respeito. Assim, ele atribuirá a si mesmo um adesivo de acordo como ele pensa estar sendo seu comportamento na escola com base nestes 3 valores.Já no campo projeto, o aluno terá que completar 2 espaços, um reservado a sua frequência no projeto, outro ao seu comportamento. Um terceiro espaço será reservado para a avaliação do professor. Dessa forma, no primeiro espaço ele atribuirá pontos de acordo com sua assiduidade no projeto.No segundo espaço, é o aluno quem refletirá a respeito do seu comportamento no projeto e se auto avaliará, com base nos mesmos valores (Solidariedade, Cooperação e Respeito). É interessante neste espaço que o aluno seja estimulado a refletir sobre suas condutas, sobre o que fez e sobre o que se comprometerá a fazer para os próximos bimestres. E o terceiro momento da avaliação no projeto fica a cargo do professor que, em um diálogo com este aluno, mostrará os seus motivos para a escolha de determinado adesivo, sempre utilizando como critérios os valores Solidariedade, Cooperação e Respeito para avaliar comportamento.No último campo, casa, o aluno atribuirá uma nota, levando em conta os mesmos critérios citados (Solidariedade, Cooperação e Respeito) e escolherá um adesivo que melhor represente sua avaliação. É papel do professor ficar atento neste campo, estimular e se interessar pela forma como esse aluno está realizando esta avaliação. Se preciso, este profissional poderá entrar em contato com a equipe gestora do projeto para um olhar mais profundo e cuidadoso para esta criança. No mapeamento das redes de apoio, a criança preenche um pequeno universo, no qual ela é o centro e, em espaços vazios nas 4 órbitas, ela deverá completar com as pessoas que mais a apoiam. Portanto, a figura será preenchida a partir da pergunta: Quem mais te ajuda em casa? E no projeto? E na escola? Assim, a avaliação pretende compreender como esta criança está se desenvolvendo nestes três planos, a partir de indicadores. Entretanto o diálogo entre professor e aluno buscará garantir que a mensuração dos pontos não será o maior objetivo deste boletim. Pelo contrário, os pontos são importantes, mas compreender e estimular a apropriação deste aluno para com seu desenvolvimento nestes três planos citados é o objetivo deste dispositivo. Na sequência, existe um outro mecanismo que pretende trabalhar a coesão grupal, trabalhando temas transversais e estimulando a inserção e intervenção do grupo na comunidade em que ocorre o projeto. O intuito disto é o desenvolvimento de ações autônomas que motivem um engajamento em grupo para cumprir missões. Para isto, a cada bimestre os alunos têm uma missão que deverá ser executada em grupo. Portanto, em grupos eles deveram executar uma tarefa relativa ao tema transversal abordada pelo projeto.Os grupos serão avaliados nesta missão preenchendo individualmente um quadro que contém a seguinte questão: “Cumpriu a missão?”. Como resposta, eles podem escolher entre sim, não ou em partes. E em seguida este mecanismo pretende explorar o caráter auto avaliativo dos alunos. Então, utiliza-se uma linguagem moderna e acessível para que o aluno assinale entre duas opções: “curtir” ou “não curtir”.Importante lembrar que o professor do projeto também conduzirá essa avaliação, e neste momento ele informará às crianças que eles deverão levar em conta os valores cooperação, solidariedade e respeito para avaliar seu trabalho no grupo. Assim, este profissional deverá estimular o posicionamento, discussões e reflexões acerca do trabalho executado pelo grupo. Lembrando que serão atribuídos pontos para estas atividades em grupo contabilizados também com o desempenho individual, cada um com sua proporção. Então, o grupo inteiro terá que atingir um número X de pontos somados ao final para conseguirem ganhar um prêmio eles escolherem dentro das opções apresentadas. Por fim, os temas das missões serão, no primeiro bimestre: “passe o livro”, uma tarefa conjunta em torno da circulação de livros na comunidade. Já no segundo bimestre o tema da tarefa será o meio ambiente, trabalhando isso na comunidade. O terceiro ficará livre, estimulando e dando oportunidade para que os próprios alunos escolham a tarefa. O quarto e último inclui tarefas relacionadas aos espetáculos. A primeira missão tem 4 passos. O 1º passo consiste na busca do maior número de livros possíveis pelos grupos, não só dentro de casa, mas na comunidade como um todo. O 2º passo é, após essa coleta de livros, cada grupo escolher seu livro preferido. O 3º passo é a circulação dos livros coletados. Este passo será efetuado em dois momentos, em um primeiro momento os grupos trocaram entre si os livros coletados. Em um segundo momento eles distribuíram na comunidade da maneira que acharem melhor. Cabe aqui sugestões dos professores para executar esta parte da missão, como por exemplo, a criação de uma mini feira do livro para a comunidade. No 4º passo, por fim, o livro escolhido deverá ser apresentado pelo grupo. Qualquer forma de expressão é válida, desde que criada pelas crianças. A segunda missão, do meio ambiente, consiste em plantio de árvores obrigatório. Após isso, haverá uma outra ação que consiste em quatro passos. O primeiro é a escolha de um local próximo onde ocorre a execução do projeto. É interessante que este local possa futuramente ser frequentado pelos alunos, ou que necessite de melhoras para melhor ocupação do local. O segundo passo é promover a limpeza do local. Dessa forma, os grupos deverão se organizar, sob tutoria do professor, um exemplo é a distribuição de tarefas. O terceiro passo é a elaboração de um mecanismo para manutenção da limpeza e usabilidade do local. Deste modo, as crianças deverão ser instigadas a pensar maneiras de conservar a limpeza do local, como por exemplo, a construção de lixeiras, folhetos de orientação, assim como uma palestra para a comunidade sobre o trabalho feito e como devem cuidar do local. O quarto e último passo dessa missão consiste na fomentação de mecanismos de divulgação da ação realizada na comunidade. Assim, eles pensarão em maneiras de disseminar estas ações pela população próxima ao local que foi desenvolvida a ação.

Acessibilidade

Curso/Oficina/Estágio: As aulas serão realizadas em locais acessíveis a todos os públicos. Mas, além do local em si, é importante destacar que as atividades do projeto estarão completamente abertas para a participação de pessoas com deficiência. Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Isso porque a entidade já possui expertise com projetos voltados especificamente a este público e, inclusive, organiza vivências e workshops acerca do tema. Espetáculo de Artes Cênicas: Nos espetáculos de encerramento, contaremos com intérpretes de LiBras realizando tradução simultânea de todas as falas. Plano Anual: Haverá confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual que se interessarem por participar das atividades da Associação Pró‐Esporte e Cultura. Para a execução desta ação de acessibilidade, não será necessário incluir rubricas na planilha orçamentária do Plano Anual, uma vez que a entidade já possui uma impressora específica para a confecção desse item. Contrapartida O evento será realizado em local de fácil acesso, com piso tátil, banheiro adaptado e vagas exclusivas para pessoas com deficiência no estacionamento;

Democratização do acesso

No que concerne ao atendimento do Art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas de democratização do acesso às atividades, conforme produto cadastrado: Curso/Oficina/Estágio: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: Todas as oficinas serão gratuitas e voltadas a estudantes de 07 a 14 anos. Espetáculo de Artes Cênicas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Todas essas iniciativas serão registradas com fotos e filmagens. Os vídeos e imagens serão disponibilizados na íntegra no canal do Youtube e na página do Facebook da Associação Pró-Esporte e Cultura.

Ficha técnica

Os membros da diretoria da Associação Pró-Esporte e Cultura serão responsáveis, de forma voluntária, pela gestão do Plano Anual, além de fornecer todo o método de trabalho aos profissionais contratados. Com mais de duas décadas de atuação com projetos de cunho social, a entidade desenvolveu propostas metodológicas que combinam elementos culturais e esportivos à educação formal, além de trabalhar conceitos de cidadania e participação social com crianças e adolescentes. Com base nos instrumentais metodológicos produzidos pela Associação, será realizada capacitação inicial de todos os técnicos contratados e acompanhamento frequente do desenvolvimento do projeto. ALINE LUCERA – Assistente de Coordenação (Ribeirão Preto/SP) – Estudante de Pedagogia no Centro Universitário Moura Lacerda. Fez um curso de Alfabetização e Letramento e fez estágio na Escola de Educação Infantil Culturativa (Ribeirão Preto/SP) ANGÉLICA DENISE SANTANA SARNE - professora de ballet (Serrana/SP), possui Bacharelado em Educação Física – 2009 – 2012 pelo Centro Universitário Claretiano/Batatais e realizou Curso Técnico em Dança teórico e pratico modalidades balé clássico, jazz, sapateado – 2005 – 2008 pela Escola Adriana Paula Ballet. Experiência Profissional: 2008-2014 – Escola Infantil Clube do Mickey (Cargo: Professora Dança e recreação); 2009-2015 – Escola Atheneu Lev Vygotsky física (Cargo: Professora Dança e educação); 2009-2010 – Escola Colégio Laura´s (Cargo: Professora Dança); EDUARDO ZANELLO (COORDENADOR GERAL) - Formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), já atuou como jogador de futebol profissional nas equipes do Botafogo F.C., Portuguesa de Desportos, Clube Atlético Mineiro e El Paso Patriots/Texas. Possui MBA em Gestão de Marketing pela Fundace/USP e em Gestão Empresarial GV/COC. É fundador da Associação Pró‐Esporte e Cultura (APEC). ELISÂNGELA DE MOURA MACHADO KICHE - Assistente de Coordenação (Serrana/SP) – Tem experiência como monitora infanto-juvenil (04 a 14 anos de idade) em projetos esportivo-culturais na cidade de Serrana/SP. Tem formação técnica em Secretariado Executivo pela Escola Industrial. EVANDRO LUIZ SILVEIRA (ASSISTENTE DE PRODUÇÃO) - Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Educação Física pela UNAERP e ex-árbitro da Federação Pualista de Futebol. Tem experiência com promoção de eventos recreativos desde 2011 como o Futebol de Rua e o Esporte na Rua, articulando parcerias com empresas e setores públicos. FAENA SIENA (SECRETÁRIA EXECUTIVA) – Formada em Administração pela Faculdade Anhanguera e pós-graduação em Coaching e Liderança para Gestão de Pessoas na Faculdade Metropolitana em andamento. GABRIEL HENRIQUE CAMARGO - Monitor de Ballet e Professor de Danças Urbanas (Ribeirão Preto/SP), deu inicio na dança urbana com 18 anos (2013); hoje em dia atua no grupo FORMOVE, como um dos dançarinos e coreógrafos. Desde então, varias apresentações pela cidade de Lins e região e ministrando alguns workshops dentro da mesma. Participou dos Workshops: Les Twins (07/09/14, São Paulo); Roddy Rodrigues (Chorão) (17/10/15, Barra Bonita); Danilo Bourog (17/10/15, Barra Bonita); Jeff Moreira (18/10/15, Barra Bonita); Andre Bidu (13/03/16, Rio Preto); Marcio Alves (26/05/16, Rio de Janeiro); Salah (26/05/16, Rio de Janeiro); JP Black (26/05/16, Rio de Janeiro); Salah (27/05/16, Rio de Janeiro); Lyle Beniga (27/05/16, Rio de Janeiro); Josh Willians (27/05/16, Rio de Janeiro); Kid Eyez (29/05/16, Rio de Janeiro); Kapela (29/05/16, Rio de Janeiro); GREICE ARIANE ELIAS DA SILVA VERIDIANO – professora de Ballet (Ribeirão Preto/SP), e Formada no Curso Técnico em Dança pelo Centro Avançado de Dança - CAD (Dezembro/2015). É Bailarina/Coreógrafa no Centro Avançado de Dança (CAD) - de inicio ministrando aulas para turmas de jazz infantil e atualmente com turmas de jazz infantil, jazz juvenil e jazz adulto intermediário; ballet 1º/2º ano. Período: Fevereiro/2013 até hoje. Alguns dos Cursos Complementares que realizou: Worshop de Street Dance - Curso de Férias: Dança, o que foi, o que é, o que será - Centro Avançado de Dança (CAD) (Professora: Mara Dias); Curso de Férias Hip Hop - Centro Avançado de Dança (CAD) (Professor: Érik Júnior); Curso de Férias Ballet para crianças - Centro Avançado de Dança (CAD) (Professora: Adriana Solazzo); MARIANA CARLA ÁVILA SIQUEIRA – Monitora de Danças Urbanas (Ribeirão Preto/SP) – Técnica em Teatro pelo SENAC. Foi professora de Danças Urbanas da Wellness Sport Club e do Rauds Dance Studio. Participou dos Festivais Hip Hop Internacional Brasil 2012 e 2014. MARIANA DE BARROS SOUZA (COORDENADORA ARTÍSTICA) - é bacharela em administração pela Universidade de São Paulo (USP), mestra e aluna de doutorado pela mesma instituição. Possui experiência em gestão de projetos culturais, além de publicações acadêmicas na área. MELINA CÂNDIDA CÔCO RAFAGNIN BATISTA – Assistente de coordenação (Jacarezinho/PR) – Graduada em Psicologia e aluna de pós-graduação em Psicologia do Trabalho pelo Instituto Brasileiro de Formação. Possui experiência em projetos sociais voltados à desenvolvimento humano. MIGUEL AFONSO DE SOUZA FILHO - monitor de ballet (Serrana/SP), Técnico em Dança, eixo Tecnológico; Produção cultural e Designer (Instituição: CAD-Centro Avançado de Dança-Desde: 2015). Experiência Profissional: Savegnago supermercados, como Empacotador, Operador de caixa, Cartazista; Projeto Dança Bacana, como professor de danças urbanas. CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO: Hip Hop Dance Prof° Ralf Willian (BRA); Hip Hop Dance Prof° Henrique Bianchini(BRA); Hip Hop Dance Prof° João Victor Fernandes (BRA); Hip Hop Dance Prof° Marcelo Fernandes (BRA); Ragga Jam Prof° Laure Courtellemont (FRA); Ragga Jam Prof° Carla Mendes (BRA); Wacking e Locking Prof° André Pires (BRA); MIRELLA FIGUEIREDO DOMINGUES DOS SANTOS – Professora de ballet (Serrana/SP) – Possui curso técnico de Dança e habilitação para Bailarina de Corpo de baile pela Academia de Artes Garima Augusta. É estudante de graduação em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência como professora de ballet clássico para Educação Infantil (Escola Pedrita e BamBam) e como professora de ballet clássico e jazz na Academia de Ginástica Geral e Ballet Lelli-Su. QUÊNIA REIS GONÇALVES – Professora de Ballet (Comendador Gomes/MG) – Possui formação em Ballet Clássico e Jazz no Studio de Dança Garra e Harmonia e graduação em Educação Física (Unicid). Foi professora de Ballet Clássico e Contemporâneo na Escola Coffee Ballet, no Studio de Dança Marcelo Benevides e na Escola de Dança Rita Camilo. RICARDO MARINHO DE MELLO DE PICOLI (COORDENADOR PEDAGÓGICO) - Psicólogo formado na Universidade Federal de São Carlos. Mestre e aluno de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP). Membro da Diretoria Executiva da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (Gestão 2018-19). Vice-Presidente do Conselho Municipal de Esportes e Lazer de Ribeirão Preto/SP. SCORE. Psicólogo voluntário em projetos sociais. RODRIGO SALOMÃO (COORDENADOR PEDAGÓGICO) - Psicólogo formado pelo Centro Universitário de Franca/SP, é mestre do programa de pós-graduação em Psicologia, da Universidade de São Paulo e integrante da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte; THAMIRES TEIXEIRA DE ALMEIDA – Monitora de ballet (Jacarezinho/PR) – Formada em Arte Dramática no Instituto Federal do Paraná. Formação incompleta em Bacharelado e licenciatura em Dança na Universidade Estadual do Paraná e em licenciatura em Pedagogia na Universidade Estadual do Norte do Paraná. Foi professora de ballet do SESC Jacarezinho/PR, da Prefeitura Municipal de Jacarezinho/PR. Também tem experiência de ser coreógrafa no Conjunto Banda Aqua de Maringá/PR.

Providência

16.03.2022. Transferido para o Pronac n. 211457 o valor de R$ 68.813,60 com rendimento, referente ao saldo remanescente, em atendimento à solicitação do proponente de 09/03/2022. Transação de acordo com o disposto no Artigo 42, da Instrução Normativa n. 2/2019. Planos Anuais.

2020-12-31
Locais de realização (5)
Nova Ponte Minas GeraisUberaba Minas GeraisJacarezinho ParanáRibeirão Preto São PauloSerrana São Paulo