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Produção, estreia, temporadana capital e itinerância em 5 cidades do interior do estado de Rondônia, com o espetáculo "O que tem na boroca?". Propõe-se uma peça teatral de comédia dramática, duração de 60 minutos, classificação indicativa livre que traz reflexões acerca do fazer artístico no norte e nordeste, trabalhando em cena mães solo, miscigenação dos povos, xenofobia, lendas regionais e a busca pelo resgate da identidade cultural do estado de Rondônia. A dramaturgia será ao estilo brechtiano, onde o personagem narrador revive o passado no discurso presente.
Maria Lua, uma jovem artista de rua do nordeste, cheia de questões pessoais mal resolvidas e defensora do movimento armorial, encontra Apiúna um jovem ator do norte que viaja o país levando sua arte e buscando desesperadamente alguém que lhe olhe com encantamento que olhavam todos quando ele era criança. Carregam consigo apenas uma boroca de sonhos, desilusões e muita história, que serão narradas em uma mesa de bar da cidade de Curitiba. A frieza da cidade e o calor desses dois corações prometem uma experiência emocionante!
GERAL: Produção, estreia, temporada e itinerância de um espetáculo de 60 minutos. ESPECÍFICOS: * Estreia do espetáculo na cidade de Porto Velho, com 10 apresentações para o público geral e 5 apresentações para escolas públicas; Público previsto de 2000 pessoas * Itinerância do espetáculo por 5 cidades do interior do estado de Rondônia. 2 apresentações em cada cidade; público previsto de 1500 pessoas. * Realizar oficina de iniciação teatral para crianças e adolescentes (Contrapartida Social); * Realizar oficina de produção cultural para artistas e produtores culturais (Contrapartida Social); * Produção de mini documentario sobre o processo de produção. * Formação de plateia; * Fomento da produção cultural do estado de Rondônia.
O estado de Rondônia é muito jovem e miscigenado, isso dificulta a consolidação de uma identidade cultural, logo é importante que as obras culturais produzidas aqui tenham reflexões sobre nossa história, geografia, folclore, culinária dentre outras. O espetáculo "O que tem na Boroca?" foi escrito a partir de pesquisas sobre a teatralidade de Brecht, o Movimento Armorial idealizado por Ariano Suassuna na década de 70 e o regionalismo nortista e nordestino. De Brecht utiliza-se o estilo dramatúrgico do olhar épico do distanciamento do personagem com a intenção de instigar o imaginário do público, trazendo-o para dentro do espetáculo, quebrando a quarta parede e dizendo tudo que as paredes costumam esconder mundo afora. Do movimento Armorial que traz consigo o erudito da cultura nordestina, busca-se enriquecer a construção do personagem e do texto, apresentando, não apenas a seca e a desigualdade social do nordeste, mas a esperança que há em cada ser humano que vive dentro de um contexto tão árido, física e emocionalmente. Nas regionalidades, serão pautadas as problemáticas sociais, a identidade linguística, a relação do ser com a geografia do lugar, tornando o texto dramatúrgico poético, lúdico e filosófico, garantindo o diálogo com o grande público e com os críticos. Os personagens são cômicos e melancólicos, uma mistura que é feita de modo hamônico, no intuito de trazer maior profundidade psicológica aos personagens. Por meio deles abroda-se discussões sobre o feminino e as problemáticas de se ser mulher em uma sociedade tão retrógada; regionalidades; ressiginificação de lendas e mitos como o do "Boto" que é um personagem machista, além de discussões sobre o amor e as relações que surgem por acaso e precisamos guardá-las para que não sejam apenas acasos. Deste modo a obra contribuirá com o contínuo processo de formação de plateia para o teatro local e terá potencial para outras circulações em todo país. O PROJETO, de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 pretende. * contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; * promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; * apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; * priorizar o produto cultural originário do País. ALÉM DISSO, para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projetos cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão o seguintes objetivo: * fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
* O espetaculo terá duração de 60 minutos. * A oficina de iniciação teatral terá duração de 3 horas. * A oficina de produção cultural terá duração de 4 horas. * O vídeo do espetaculo ser disponibilizado na internet terá 60 minutos FULL HD. * O mini documentario terá 10 minutos e qualidade FULL HD.
Acessibilidade Física: Todos os espaços de apresentação do espetáculo e contrapartida, estarão aptos a receber portadores de necessidades físicas, adaptados com elevadores, rampas, poltronas especiais para obesos e espaços especiais para cadeirantes. Além disso, a produção se compromete a auxiliar pessoas portadoras de deficiência física e idosos. Acessibilidade de Conteúdo: Faremos duas sessões do espetáculo com "Visitação Tátil" ao cenário e personagens e tradução em LIBRAS. Liberaremos trechos do espetáculo pela internet com Libras e audiodescrição. Pelo menos duas ações de CONTRAPARTIDA SOCIAL terão LIBRAS.
I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (50% dos ingressos serão disponibilizados gratuitamente.) II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; (Disponibilizaremos ônibus em 5 apresentações para buscar alunos em escolas públicas.) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; (Disponibilizaremos via YouTube e Facebook, trechos do espetáculo gratuitamente.) IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. (Ensaios Abertos; Haverá uma itinerância do espetáculo, levando o espetáculo para 5 cidades do interior estado, locais onde há pouca circulação de espetáculos; Todos ingressos serão a preços populares.)
PROPONENTE: ÉDIER WILLIAM MEDEIROS DA SILVA 00095766227 FUNÇÕES NO PROJETO: Coordenação de projeto/Prestação de contas PORTIFÓLIO EM ANEXO ______________________________________ ÉDIER WILLIAM MEDEIROS DA SILVA Nome artístico: Édier William Dramaturgia/Ator FORMAÇÃO /TITULAÇÃOLetras – Português/Inglês e LiteraturasDRT: 0812/RO (Ator)Técnico em Produção de Áudio e Vídeo – Colégio Estadual do Paraná – 2015DRT: 8454/PR (Cenógrafo/Fotógrafo/Montador de fimes/Operador de câmera/Editor) https://edierw.wixsite.com/portifolio TRABALHOS REALIZADOS 2019 – MADEIRA FESTIVAL DE TEATRO DE RONDÔNIA Função: Coordenador Geral e Produtor. https://madeirafestivais.com https://www.facebook.com/MadeiraTeatro 2017 - ESPETÁCULO "O CORAÇÃO DE OLENKA" Personagens: Kukin, Pustovalov e Platonitch 2017 – Festival de Teatro de Curitiba – ESPETÁCULO ANA, AVENTUREIRA Funções: Ator e criador de iluminação; personagem Saci-Pererê 2015/2016 – Festival de Teatro de Curitiba e Campo Largo – “A MANDINGA E O MENDIGO” Diretor, Produtor e Ator (Personagem Pai Dadim) 2016 – Festival de Teatro de Curitiba – “ O BAÚ DE LÚCIA” Personagens: Saci Pererê; Chapeleiro Maluco; Joãozinho e Peter Pan 2015 - Festival de Teatro de Curitiba Diretor, Produtor e Ator (Personagem Pai Dadim) 2015 - Festival de Verão RPC – Espetáculo Golpe de Mestra Personagens: Cremoso e Fula 2014 - Julgamento dos Vilões – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem: Ali Babá 2014 - Tintino – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem – Palhaço Bandeira 2014 - Os Mensageiros – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem – Velho Assassinado; Irmão de Fernando; Demônio 2014 - A Pior Peça do Mundo – Festival de Teatro de Curitiba Personagem: Espectador (Várias outras peças entre 2009 e 2014) 2013 - Intercâmbio Cultural Ariquemes-Monte Negro Organizador Diretor e Apresentador. 2010 – 2013 Saraus Literários Organizador; Diretor e Apresentador. 2012/2013 - Monitor voluntário de Teatro no Programa Mais Educação ______________________________________ MARILSA SANTANA DOS SANTOS NOME ARTÍSTICO: MARI SANTOS FUNÇÃO NO PROJETO: Dramaturgia/Atriz · Atriz desde 2006, atuou em: · Paz para o Brasil, intervenção urbana na praça do setor 06 (2006) · A família atrapalhada, noite cultural em Rio Crespo (2007). · As fofoqueiras, mostra de teatro do centro cultural de Ariquemes - (2008). · O causo das sagradas escrituras, FESTICARI (festival cultural de Ariquemes)- 2009. · A briga dos deuses, centro cultural de Ariquemes (2010). · Participou do seminário de critica de teatro de rua e oficina de produção cultural no festival de teatro de rua AMAZONIA EM CENA em Porto Velho, 2010. · Caderno de poesia infantil, projeto SESC Itinerante – 2010. · A luneta magica, dramatização SESC – 2011. · Participou do seminário nacional de critica teatral de palco e oficina de dramatização e criação do personagem no festival de teatro do AMAZONAS -2011. · Politicando - dramatização de poesia, mostra paralela de intervenção urbana no festival de teatro do AMAZONAS – 2011. · Arlequim e Colombina, FESTICARI (festival cultural de Ariquemes) 2012. · Arlequim e Colombina - praça da vitória Ariquemes – 2012. · Nós que amávamos a revolução – Sarau ALARI (academia de letras de Ariquemes)- 2013. · Num cantinho do norte há comedia delarte – Edital Cultura 2014 – grupo de teatro Opalcos · 2015 compõe o grupo de Hip Hop Comunidade Manoa · 2016 – Projeto hip hop Negra Mari · 2017 – Rondon Rock Festival – Ji paraná. · 2018 - Apresentadora na segunda edição do Rondon Rock Festival; · Festival internacional de compositoras Sonora. 2019 - Performance poética - SESC Amazônia das Artes - Ji Paraná. 2019 - Produtora no Festival Madeira de Teatro. _________________________________ Nome: Francisco Santos Lima Nome artístico: Chicão Santos FUNÇÃO NO PROJETO: Diretor artístico. Registro Profissional: 22296/DRT/RJ Função: Ator, Produtor e Diretor de Teatro. Formação: Especialista em Educação/pós-graduado em gestão comunitária. Chicão Santos 35 anos na cena lutando por uma biopolítica para as artes cênicas na Amazônia, sempre ao lado de expoentes do teatro de rua do Brasil, como Amir Haddad, Adailton Alves, Marcos Pavaneli, Junior Santos, André Garcia, Wlad Lima, Licko Turle, Marcelo Bones, Chico Pelúcio e tantos outros. Participou da Confenata, da criação da Rede Brasileira de Teatro de Rua e do Redemoinho. Principais atividades desenvolvidas, no campo do TEATRO Na qualidade de Ator: Espetáculos: Pluft, o fantasminha, de Maria Clara Machado - Corra enquanto é tempo, de Eid Ribeiro - O Saltimbanco, de Chico Buarque de Holanda - A Formiga Fofoqueira, de Luiz Nobre - A Cidade nos consome, de Chicão Santos - Arvoredo Secular, de Autoria de Chicão Santos - Amazônia, a Saga, de Chicão Santos - Chapeuzinho Vermelho, do Conto de Peraut. - Aqui tudo pode, do Grupo Escola de Rua - A revolta dos brinquedos, de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga - O Mistério do Fundo do Pote ou de como nasceu a Fome, de Ilo Krugir Leitura Dramatizada: A Dança Final, de Plínio Marcos - Chapeuzinho Vermelho, do conto de Peraut. - Sófocles, Adaptação de Veríssimo - As estrelas do Orinoco, de Emílio Carbalido - O Arquiteto e o Imperador da Asiria, de Arrabal Na qualidade de Diretor: - Cacoal, passado e presente, de Autoria Coletiva - A Escada do Sucesso, de Maria Aparecida Casagrande - Corra enquanto é tempo, de Eid Ribeiro A revolta dos brinquedos, de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga - Brasil 500 anos, espetáculo de abertura do JOER/1999 - A Chegada do novo Milênio, espetáculo de abertura do JOER/2000. - Os Olhos Verdes da Neurose/2007 e que continua em cartaz - Filhas da Mata, espetáculos premiado e selecionado no palco giratório/2010. - Varadouro, espetáculo resultado da pesquisa Oralidade e Cameloturgia, premiado pelo Rumos Teatro do Itaú Cultural – 2010/2012. - A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado (selecionado pelo Prêmio Funarte Artes de Rua 2011). - Memórias de Guerra (2012), selecionado para o Festival de Campo Limpo São Paulo. - Psiu! O Quarteto vem aí! Uma comedia circense (2013) que circulou em 17 cidades, de Rondônia e Mato Grosso.
PROJETO ARQUIVADO.