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O projeto se propõe a produzir, montar e apresentar a exposição A Forca do Metal - Joias Étnicas, que vai expor aproximadamente 1000 peças de joalheria e adornos criados por artistas das etnias de diferentes regiões da Ásia Central, Índia e Oriente Médio,criadas no final do século XIX e primeiras décadas do século XX, cujas raízes remetem ao trabalho de ancestrais artesãos. As peças pertencem à coleção da historiadora Thereza Collor de Mello Halbreich. A exposição será apresentada na cidade de Maceió, durante o ano de 2020, em local ainda indefinido. Como contrapartida social, sera~o ministradas 2 palestras, oferecidas gratuitamente à coletividade, ministradas pela curadora da exposição, que discorrerá sobre o tema dos adornos que têm como fonte criativa a tradição e a herança cultural e sobre sua experiência com grupos étnicos da Ásia Central.
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OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo geral organizar, produzir e apresentar a exposição "A Força do Metal - Joias Étnicas", composta por adornos de artistas que tem sua fonte criativa na tradição, na herança cultural, nas técnicas e nas artes ancestrais. O acervo se resume a um recorte da coleção de joias étnicas pertencente à historiadora Thereza Collor de Melo Halbreich e, nessa versão, serão apresentadas cerca de 1000 peças. O recorte curatorial mostra como as rotas comerciais da antiguidade propiciam a formação de vibrante herança cultural por meio da circulação e da interconexão de etnias, de culturas e de materiais, metal e pedras preciosas, e impulsionam o potencial criativo de hábeis artistas de joias e adornos étnicos. A exposição será apresentada na cidade de Maceió, durante o ano de 2020, em local ainda indefinido. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Organizar, produzir e apresentar a exposição "A Força do Metal - Joias Étnicas" em espaço expositivo da cidade de Maceió ainda não definido, por um período de três meses; - Contratar e elaborar proposta de curadoria para a coleção de jóias étnicas; - Contratar, elaborar e construir projeto expográfico, gráfico e luminotécnico, criados e desenvolvidos para garantir o melhor diálogo entre as obras e o espaço expositivo; - Criar e imprimir material de apoio para mediação do projeto com o público em geral; - Divulgar a exposição e as palestras realizadas a título de contrapartida social; - Realizar 2 (duas) palestras, a título de contrapartida social, nos moldes do artigo 22 da IN nº 2/2019. OBSERVAÇÃO: O projeto expográfico será elaborado após a definição do espaço que receberá a exposição. Da mesma forma, a relação das obras que comporão o acervo da exposição será elaborada pela curadoria, na etapa de pré-produção.
A exposição se justifica culturalmente ao disponibilizar ao público esse acervo com peças fazem parte de uma Coleção Étnica pouco conhecida do público brasileiro, mas, reconhecida internacionalmente por abrigar objetos de alto valor histórico e um número representativo de peças únicas. A maior parte das joias, adornos e vestimentas que constituem o acervo da Coleção datam do final do século XIX e primeiras três décadas do XX, período representativo da criação artística que trás no seu interior a presença e a força da herança cultural que está passando pela influência das transformações que sacodem o período. O mundo vive a Primeira Guerra Mundial, sente a vertiginosa aproximação da Segunda Guerra Mundial e é impactado por desordens e desintegração tais como, quebra de valores, sucessivas turbulências racistas e religiosas, perseguições a grupos populacionais minoritários, enfrentamentos ideológicos, fortalecimento dos movimentos de independência colonial que conduzem para a presença emergente de novas forças sociais que se expressam na criação artística e mexem com os princípios estéticos e com o gosto. O recorte territorial escolhido para a Exposição, Ásia Central, Índia e Oriente Médio não escapa desse cenário de transformações no qual se insere a criação artística do período escolhido, final do XIX e primeiras décadas do século XX. A Índia inicia sua luta contra a colonização inglesa já no final do século XIX. O Oriente Médio vê o surgimento de movimentos nacionais com a desintegração do Império Otomano com a Primeira Guerra Mundial. E a Ásia Central sofre o impacto da Revolução Russa de 1917. Por essas razões, as peças étnicas da Exposição mostram a presença do antigo e do novo materializados na confluência da herança cultural, do gosto e das técnicas criativas de artistas de outras regiões e tempos. Motivos que fazem da Exposição uma oportunidade impar para se conhecer e apreciar esses objetos. A exposição será oferecida gratuitamente a todo o público. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E ainda, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
O projeto conta com patrocínio, que será depositado logo após a aprovação inicial. O arquivo com a carta de intenção de patrocínio está anexado nos documentos do projeto.
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-Para garantir a ampla acessibilidade ao projeto, as seguintes medidas serão adotadas, em atendimento ao prescrito na Lei13.146/2015 e no Decreto no 9.404, de 2018: Produto EXPOSIÇÃO - Não haverá cobrança de ingressos. A exposição será realizada em local com acessibilidade universal e equipado com cadeiras de rodas, que ficarão à disposição de idosos e portadores de necessidades especiais; - Será colocado à disposição dos deficientes visuais o serviço de audiodescrição; - Por tratar-se de uma exposição de artes visuais, não será necessária a adoção de medida de acessibilidade para deficientes auditivos. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS - Não haverá cobrança de ingressos. As palestras serão oferecidas graciosamente; - Serão reservados na plateia lugares para portadores de deficiência visual e monitores ficarão à disposição dessas pessoas para facilitar o acesso; - As palestras serão realizadas em local com acessibilidade garantida aos cadeirantes e pessoas com necessidades especiais; - Para atender os deficientes auditivos, as palestras contarão intérprete de libras. Obs.: Tanto na local de realização da exposição como no local onde serão realizadas as palestras, teremos monitores para auxiliar no acesso de deficientes visuais, idosos ou portadores de necessidades especiais.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN no 2 de 23 de abril de 2019,do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes medidas para ampliação do acesso, aplicáveis a todos os produtos do projeto, quais sejam, a exposição e as palestras, realizadas a título de contrapartida social: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuizo do disposto no paragrafo 2o da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Observando que o inciso, engloba as palestras, que serão realizadas a título de contrapartida social: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22; A exposição terá três meses de duração, não haverá cobrança de ingressos, tampouco comercialização de produtos.
Ponto de Produção | Patricia Galvão | Coordenação de produção Advogada e produtora cultural, natural de Belo Horizonte, atua profissionalmente na área da cultura há mais de 30 anos: como bailarina, de 1976 a 1995 (no Balé da Fundação Clóvis Salgado e no Balé da Cidade de São Paulo), e como produtora cultural, a partir de 1996.Como diretora de produção e gerente executiva, esteve à frente de importantes projetos culturais, como na Mostra do Redescobrimento, em comemoração ao aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e na implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, na cidade de Belo Horizonte. Com vasta experiência em diversas áreas do setor cultural, produziu inúmeras exposições, shows musicais, CDs, DVDs, peças teatrais, espetáculos de dança, em trabalhos envolvendo artistas como Paulo Pederneiras, Lenine, Caetano Veloso, Tom Zé, Marco Nanini, Ivaldo Bertazo, Zeca Baleiro, dentre tantos outros. Responsável pela produção executiva do Grupo Corpo de 2005 a 2014 e pela itinerância da exposição GENESIS, do fotógrafo Sebastião Salgado. Patrícia Galvão é representante legal da empresa proponente, a Ponto de Produção Ltda., e será remunerada através das atividades de produção executiva, coordenação geral, bem como por todo o trabalho executado relacionado às atividades de administração e prestação de contas do projeto. Thereza Collor de Mello Halbreich | Curadora Bacharel em História pela Universidade Federal de Alagoas/UFAL e especialista em História da Arte. Defensora do respeito à diversidade cultural dos povos e da preservação da sua memória, há 20 anos, se dedica ao trabalho de pesquisa e colecionismodas joias e dos adornos de várias minorias étnicas de diferentes partes do mundo. Seu trabalho tem sido significativo e resulta em uma das coleções mais representativas que se conhece. Parte da Coleção Thereza Collor foi exposta, em 2011, no Palácio de Inverno de Campos de Jordão do Governo do Estado de SP e, em 2012, mil e quinhentas peças na Galeria da FIESP- SP sob o tema “Joias do Deserto”. Esta Exposição recebeu a visitação de mais de cinquenta mil pessoas nos dois meses em que esteve aberta ao público. Sua vida profissional foi dedicada à política de cultura e turismo. Ocupou cargos junto ao Governo do Estado de Alagoas como Secretária de Turismo; presidente da Empresa Alagoana de Turismo/EMATUR; membro do Conselho Estadual do Desenvolvimento Industrial/CONDIM; conselheira do Conselho Estadual de Cultura; presidente da Fundação Teatro Deodoro; vice - presidente de Turismo para a Região do Nordeste no Fórum Nacional de Secretários de Indústria - Comércio e Turismo eSecretária Extraordinária do Governo de Alagoas no Estado de São Paulo. Autora do livro Alagoas um Olhar- Editora Anima publicado com apoio da Lei Rouanet, atualmente, se dedica à preparação de uma edição ampliada deste trabalho e à elaboração de um projeto voltado para publicação dedicado à algumas peças exclusivas da sua Coleção. Haron Cohen | Cenógrafo Arquiteto, formado em 1963, pela Faculdade de Arquitetura Mackenzie, São Paulo. Foi professor na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado; na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo; na Faculdade de Arquitetura de Santos e no curso de arquitetura da Escola de Belas Artes de São Paulo. Cursou a Pós Graduação da FAU-USP e obteve o título de mestre em 1984; Foi diretor do Instituto de Arquitetos do Brasil, departamento de São Paulo, durante os biênios 1972/73, 1974/75 e 1976/77; Vice-presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana, CPPU, de 1989 a 1992. Realizou várias exposições como: Exposição de fotografias Maureen Bisilliat – Galeria Ruth Cardoso, São Paulo Exposição As Construções de Brasília – IMS – Galeria SESI, São Paulo Feira do livro Frankfurt da Imprensa Oficial - Frankfurt, Alemanha Exposição Arte da Precisão - A mecânica do movimento – Galeria SESI, São Paulo Exposição Nelson Leirner – 2011-1961 = 50 anos – Galeria SESI, São Paulo Exposição A arte de Tecer: Tradição e Modernidade – Galeria SESI, São Paulo Exposição Joias do Deserto - Thereza Collor – Galeria SESI, São Paulo Exposição Floração - Paulo Von Poser – Museu de Arte Sacra de São Paulo, São Paulo Exposição de fotografia inglesa “Observadores” – Galeria SESI, São Paulo Exposição Grandes Mestres da arte popular Ibero Americana – Galeria SESI, São Paulo Exposição Brecheret: sua visão do sagrado – Museu de Arte Sacra de São Paulo, São Paulo Exposição Leonardo da Vinci: a natureza da invenção – Galeria SESI, São Paulo Maria José Birraque | Coordenação de Conteúdo Doutora em Economia do Setor Público pelo Instituto de Economia – IE - UNICAMP, mestre e bacharel pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras – FFCL- USP. Foi professora convidada de Teoria do Conhecimento do Curso de pós-graduação da Faculdade de Arquitetura- FAU – USP, professora titular de História da Administração Pública e professora de Teoria do Estado Moderno do Departamento de Administração Pública e do Departamento de Política – FFCL - UNESP de Araraquara. Vice Presidente da ONG Ecofalante de estudos sócio ambientais, Consultora para Políticas Públicas junto ao setor público e instituições particulares e internacionais (UNESCO, PNUD e BID). Tem desenvolvido atividades de assessoria e coordenação de projetos nas áreas de Políticas Públicas voltadas para cultura, educação, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
PROJETO ARQUIVADO.