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Este projeto propõe manter as as atividades musicais anuais da Associação Cultural Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras por meio da disseminação e aprendizagem de aulas de Viola Caipira, canto, ensaios e apresentações musicais. A associação vem desde a sua fundação contribuindo para a formação musical, inclusão social e educacional de jovens e adultos, atendendo diversas regiões e também de forma beneficente. As aulas serão aplicadas durante todo o ano. A formação dos jovens, principalmente na parte cultural, é considerada essencial para o alcance dos objetivos do Instituto São Gonçalo, que tem como objetibo promover a cultura e o ensino da música de raiz. Serão oferecidas gratuitamente bolsas de estudos para as instituições públicas de ensino, exposições e palestras, estas como contrapartida social, ações socioeducativas.
Objetivo Geral Este projeto tem como finalidade a manutenção das atividades da Associação Cultural Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras por meio das suas atividades musicais, fortalecendo o processo de aprendizagem com o oferecimento de bolsas de estudos para alunos da rede pública de ensino, apresentações musicais por meio da Orquestra Paulistana de Viola Caipira, exposições e palestras a serem realizadas na instituições públicas de ensino. Objetivos Específicos: - Promover e sustentar por um período de 12 meses a Associação Cultural Instituto São Gonçalo de Estudo Caipira com suas atividades musicais; - Contribuir para o desenvolvimento nos aspectos sociais e culturais por meio de aulas de Viola Caipira; - Incentivar a formação de novos talentos para a cultura brasileira; - Divulgar o trabalho do Instituto para a população; - Instigar, através das palestras, formas de debates sobre diversos temas relacionados à cultura e a música; - Democratizar e promover o aprendizado nas instituições públicas de ensino, associações e instituições culturais visando incentivar o conhecimento do instrumento Viola Caipira, da música de raiz e seus precursores; - Criar um importante documentário sobre o projeto, desde o seu início, com entrevistas, fotografias, filmagens e depoimentos durantes as aulas, exposições e palestras. - Proporcionar melhores condições de ensino e formação dos professores tendo em vista oportunidades que surgirão para uma maior inclusão social para os alunos bolsistas; - Dar conhecimento, difundir e estimular a arte, valorizando e respeitando as diversas formas artísticas e culturais promovida pelo projeto.; - Divulgar a música popular brasileira e as diversas formas de como a Viola Caipira é apresentada; - Oferecer gratuitamente 60 bolsas de estudos de Viola Caipira para estudantes da rede pública e população. a) PLANO ANUAL: - Beneficiários - Professores/Associação/Orquestra; - Número de Beneficiários - 150 pessoas; - Nº de Bolsas - 60; - Locais das Aulas - Instituto São Gonçalo - Duração _ 12 meses; - Tempo - 45 minutos ( uma aula por semana); - Acesso - Livre, sem restrições de idade. b) APRESENTAÇÃO DE MÚSICA INSTRUMENTAL: Distribuição de forma gratuita e presencial. - Beneficiários - População/Associações/Escolas; - Número de Beneficiários - 5.000 pessoas; - Nº de apresentações - 05; - Locais das Apresentações: Praças; Escolas públicas, Teatro e Associações; - Duração _ 01h;30 minutos; - Acesso - Livre, sem restrições de idade. c) EXPOSIÇÃO: Distribuição de forma gratuita. - Beneficiários - População/Associações; - Número de Beneficiários _ 3.000 pessoas; - Nº de exposições - 02; - Local de realização: Associações - Duração - 09:00hs às 17;30 hs; - Acesso - Livre, sem restrições de idade. d) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Presencial e gratuita Como ação formativa cultural (contrapartida social) para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a ação formativa cultural será oferecida a alunos e professores de qualquer nível; - Beneficiários - Instituições públicas de ensino, estudantes e professores; - Nº de Beneficiários - 450 pessoas; - Nº de Palestras- 05 palestras; - Duração - 20 minutos; - Local de realização: Instituições públicas de ensino, alunos e professores; - Acesso - Livre e gratuito, sem restrições de idade e de forma presencial. Demais: Beneficiários: Associações/Instituições; Tempo - 20 minutos por palestra que serão aplicadas antes das apresentações musicais; Quantidade - 05 palestras; Estimativa de público: 450 pessoas; Acesso - Livre e gratuito ao público sem limitação de idade e de forma presencial. Observação: - As instituições de ensino serão definidas pela Secretaria de Educação com as devidas autorizações; - Outras localidades serão definidas quando da proximidade da realização do projeto. - Todas as visitas dos produtos serão de forma presencial.
É uma necessidade social e educacional o ensino e aprendizagem das nossas raízes culturais - Diante do crescente avanço do processo de globalização mundial, seja este de caráter econômico, social e também cultural isso significava, para muitos, o fim ou pelo menos o início do fim dos costumes e das tradições dos povos submetidos a esse fenômeno contemporâneo. No entanto, o que fora observado é que no tocante à cultura houve sim uma resposta contrária ao esperado, onde cada povo, talvez para encontrar sua identidade e se diferenciar em meio a esse cadinho cultural , reforçou suas bases originais e mostrou, através das diferenças e riquezas culturais, quem de fato é , de onde veio e aonde quer chegar. Uma das facetas desta contra revolução é a prática e o cultivo da Viola Caipira. Primeiro instrumento musical europeu a desembarcar aqui no Brasil, trazido pelos Jesuítas para o processo de catequização indígena teve o seu primordial ensino feito através da transmissão oral , de pai para filho , desaparecendo aí a sua prática devido ao êxodo rural provocado pelos ciclos econômicos industriais, interrompendo então a citada cadeia de aprendizado e hoje , após séculos de sua chegada , um dos instrumentos que mais se destaca no universo musical. Portanto, a criação de escolas, associações, núcleos e cursos de Viola Caipira é resposta natural e precisa à necessidade de nossa cultura tradicional e do próprio movimento histórico vivo da Música Popular Brasileira. É fundamental oferecer para as crianças e jovens a possibilidade de conhecer e reconhecer os elementos dessa cultura que estão próximos a si, formando um elo entre as gerações, possibilitando uma oportunidade única de se apropriarem, associarem e criarem a partir dessas referências. O projeto ofertará materiais didáticos orientadores, professores, bolsas de estudos, exposições, apresentações com a Orquestra Paulistana de Viola Caipira, e como ações educativas e culturais estão previstas palestras para as instituições públicas de ensino onde atividades pedagógicas serão sugeridas para desdobramento nas atividades escolares. Assim sendo, é de tamanha importância e necessário a utilização da Lei de Incentivos à Cultura para financiar este projeto cultural, pois ela, é um dos principais mecanismos para a viabilizição de projetos culturais em nosso país.Este projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, principalmente: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados serão: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Plano Pedagógico - Aulas de Viola Caipira MÓDULOS: Módulo I Dissertação Histórica · As Origens da Viola Caipira; · A Chegada da Viola Caipira no Brasil Colônia; · Origens da Música Caipira; · A Difusão da Música Caipira – A Saga de Cornélio Pires; Dissertação Técnica · Fundamentos Básicos de Música; · Propriedades do som ( altura, intensidade, duração , timbre ); · Notas musicais; · O Conceito de Acordes ( modos maior e menor ); · Escala Cromática – O Conceito de Intervalos · Afinações da Viola Caipira; · O Mecanismo de Formação de Notas no Braço da Viola; Prática do Instrumento Ritmos Tradicionais da Música Caipira : Aprendizado das levadas com o respectivo repertório : · Toada · Moda Campeira · Rasta-Pé Módulo II Dissertação Histórica · O Êxodo Rural e o Desaparecimento do Uso da Viola Caipira · O Ressurgimento da Viola Caipira nos Grandes Centros Urbanos · A Música Caipira x Música Sertaneja - Diferenciações quanto ao aspecto musical e quanto ao aspecto sociológico ; · A Viola e a Música Caipira Contemporânea; Dissertação Técnica · Iniciação à Leitura Musical; · Conceito de Pentagrama e Claves; · Figuras Musicais; · Escalas Diatônicas ( modo maior e menor ); · Associação da Escrita Musical ao Braço da Viola; · Transcrição Partitura / Tablatura; Prática do Instrumento Ritmos Tradicionais da Música Caipira : Aprendizado das levadas com o respectivo repertório : · Cururu · Recortado · Cipó Preto Módulo III Dissertação Física Sobre o Instrumento · Princípios e fundamentos de Luthiaria ; · Processos e Critérios para a Fabricação de Cordofones em Geral; · Tipos e Aplicações de Madeiras Funcionais; · Xiloteca : Exposição ao Vivo das Principais Madeiras Utilizadas; · Critérios Para a Escolha de Uma Viola ; · Cordas – Escolha , Troca e Quebra Durante a Execução; Dissertação Técnica · Conceito e Classificação de Intervalos; · Formação de Acordes e Respectivas Possibilidades no Braço da Viola Sob Diversas Afinações ou em Outros Cordofones Temperados ; Prática do Instrumento Ritmos Tradicionais da Música Caipira : Aprendizado das levadas com o respectivo repertório : · Guarânia · Cateretê · Corta Jaca Módulo IV Dissertação Técnica · Noções de Compasso – Associação às Células Rítmicas Desenvolvidas Sob os Ritmos Tradicionais da Música Caipira · Noções de Divisão Rítmica – Aplicações Sob Melodias Conhecidas ; Prática do Instrumento · Principais Escalas Duetadas; · Práticas de Ponteios; · Aplicações das Escalas Duetadas nas Modas de Viola; Ritmos Tradicionais da Música Caipira : Aprendizado das levadas com o respectivo repertório : · Querumana · Pagode Caipira · Batuque CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Presencial e gratuita Como ação formativa cultural (contrapartida social) para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a ação formativa cultural será oferecida a alunos e professores de qualquer nível; - Beneficiários - Instituições públicas de ensino, estudantes e professores; - Nº de Beneficiários - 450 pessoas; - Nº de Palestras- 05 palestras; - Duração - 20 minutos; - Local de realização: Instituições públicas de ensino, alunos e professores; - Acesso - Livre e gratuito, sem restrições de idade e de forma presencial. Demais: Beneficiários: Associações/Instituições; Tempo - 20 minutos por palestra que serão aplicadas antes das apresentações musicais; Quantidade - 05 palestras; Estimativa de público: 450 pessoas; Acesso - Livre e gratuito ao público sem limitação de idade e de forma presencial.
De acordo com a Instrução Normativa do MINC e Legislação específica, será garantido o acesso de pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida e idosos, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais com participação efetiva no projeto, com atividades, informações, serviços e conhecimentos. I) - PLANO ANUAL - Forma presencial - Deficientes visuais - Conteúdo - Disponibilização de dispositivos de áudio das aulas e descrição do conteúdo do ambiente e sinopse. De forma física no ambiente serão oferecidos: banheiro adaptados, rampas, corrimões e colaboradores; - Deficientes auditivos -Disponibilização do conteúdo com a participação do intérprete de libras; De forma física no ambiente serão oferecidos: banheiro adaptados, rampas, corrimões, faixas, adesivos e colaboradores; II) - APRESENTAÇÃO DE MÚSICA INSTRUMENTAL; - Deficientes visuais - Conteúdo - Disponibilização de dispositivos de áudio das aulas e descrição do conteúdo do ambiente e sinopse. De forma física no ambiente serão oferecidos: banheiro adaptados, rampas, corrimões e colaboradores; - Deficientes auditivos -Disponibilização do conteúdo com a participação do intérprete de libras; De forma física no ambiente serão oferecidos: banheiro adaptados, rampas, corrimões, faixas, adesivos e colaboradores; II) - EXPOSIÇÃO; - Disponibilização do conteúdo - Os itens da exposição serão legendados (autodescrição) democratizando o acesso a pessoas com deficiência de fala ou auditiva; Os itens para a exposição serão expostos de uma forma simples e seguros, criando facilitadores para o contato e visualização do público. Legendas e descrição em texto sobre as obras/peças e sobre a exposição; Monitores para apresentação do projeto e sanar as dúvidas dos deficientes visuais e auditivos; Utilização de mobiliário e altura adaptada aos diferentes tipos de público com as devidas sinalizações. IV) CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Distribuição de forma gratuita e presencial. - Deficientes visuais - Conteúdo - Disponibilização de dispositivos de áudio e descrição do conteúdo do ambiente e sinopse. De forma física no ambiente contará com banheiros adaptados, rampas, corrimões e colaboradores; - Deficientes auditivos -Disponibilização do conteúdo com a participação do intérprete de libras; De forma física no ambiente serão oferecidos: banheiro adaptados, rampas, corrimões, faixas, adesivos e colaboradores; Observação: Todos os locais escolhidos (físico) serão observados quanto à: sinalização adequada no piso, orientadores, rampas especiais de acesso e/ou elevadores para esse fim, tablados, cartazes e indicativos.
PRODUTOS: a) PLANO ANUAL: forma presencial e gratuita; - Beneficiários - Professores/Associação/Orquestra; - Número de Beneficiários - 150 pessoas; - Nº de Bolsas - 60; - Locais das Aulas - Instituto São Gonçalo - Duração – 12 meses; - Tempo - 45 minutos ( uma aula por semana); - Acesso - Livre, sem restrições de idade. Em complemento e de acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso os incisos de acordo com o produto: PRODUTOS: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial sem prejuízo no disposto no § 2 o art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outrasmídias. b) APRESENTAÇÃO DE MÚSICA INSTRUMENTAL: Distribuição de forma gratuita e presencial. - Beneficiários - População/Associações/Escolas; - Número de Beneficiários - 5.000 pessoas; - Nº de apresentações - 05; - Locais das Apresentações: Praças; Escolas públicas, Teatro e Associações; - Duração – 01h;30 minutos; - Acesso - Livre, sem restrições de idade. Em complemento e de acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso os incisos de acordo com o produto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial sem prejuízo no disposto no § 2 o art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outrasmídias. c) EXPOSIÇÃO: Distribuição de forma gratuita. - Beneficiários - População/Associações; - Número de Beneficiários – 3.000 pessoas; - Nº de exposições - 02; - Local de realização: Associações - Duração - 09:00hs às 17;30 hs; - Acesso - Livre, sem restrições de idade. Em complemento e de acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso os incisos de acordo com o produto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial sem prejuízo no disposto no § 2 o art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
FICHA TÉCNICA DO PROJETO- Professor; Coordenador Geral e Gestão Financeira – Lucas Magri Torneze de Araujo (Proponente - Associação Cultural Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras) - Responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. As atividades Professor; Coordenador Geral e Gestão Financeira, serão realizadas de forma voluntária; - Edição de Imagem, Comunicação e Assessoria de Imprensa: Lais Cristina dos Santos; - Assessoria Pedagógica, Textos, Pesquisas: Rui Torneze de Araujo e Rene Faria Filho; - Fotografias e Vídeos - Lais Cristina dos Santos ASSOCIAÇÃO CULTURAL INSTITUTO SÃO GONÇALO DE ESTUDOS CAIPIRAS Fundado solenemente em junho de 2001,com a presença de grandes nomes da música caipira como Inezita Barroso e Pena Branca, entre outros, o Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras ,criado à princípio apenas para abrigar a sede da Orquestra Paulistana de Viola Caipira – OPVC, tornou-se um centro de referência para o estudo e pesquisa da cultura caipira no Brasil. Localizado no bairro da Penha, região leste da cidade de São Paulo, numa das maiores metrópoles da América Latina, é um reduto natural e espontâneo de resistência cultural de diversos caipiras históricos, frutos do êxodo rural (aqueles que deixaram o campo em busca de melhores oportunidades na cidade grande, onde tornaram-se proletários da mão-de-obra industrial) e de seus descendentes aqui gerados, mas que carregam em suas raízes os costumes e tradições de um Brasil com o pé no campo. Principais atividades do Instituto São Gonçalo Aulas de Viola CaipiraO ensino de Viola Caipira no Instituto São Gonçalo é uma das atividades mais destacadas desta instituição. É um oásis em meio ao deserto das escassas possibilidades em se estudar a Viola Caipira com metodologia e fidelidade às raízes de origem do instrumento. Pessoas de diversas partes do Brasil já vieram às suas instalações em busca do domínio desse instrumento que encanta dos mais simples aos mais apurados ouvidos, sendo que quase a totalidade dos grupos e violeiros surgidos nos últimos 14 anos marcaram sua passagem pelo Instituto ou se utilizaram dos recursos e materiais nele gerados. Sob a orientação e acompanhamento técnico do professor e maestro Rui Torneze, regente da OPVC (e ex professor da ULM –Universidade Livre de Música Tom Jobim - hoje EMESP- Escola de Música do Estado de São Paulo) o Instituto conta com professores altamente qualificados, todos, sem exceção, integrantes ativos e destacados da OPVC. LUCAS MAGRI TORNEZE DE ARAUJO - Iniciou os estudos musicais aos nove anos de idade. Bastante influenciado por seu pai, o maestro Rui Torneze. Já vem de uma família de músicos. Como bom paulistano aprecia e cultua diversos gêneros musicais e culturais, que além de lhe servirem de alicerce em seu trabalho, lhe propiciam conhecimento e prazer. Desde 2004 é professor do Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras, um centro de referência no ensino da viola caipira e da cultura caipira em São Paulo e no Brasil. Possui também o trabalho de formação de orquestras de viola caipira por todo o país, como forma de disseminar o instrumento e a cultura caipira. É Spalla da Orquestra Paulistana de Viola Caipira, e juntamente com essa maravilhosa Orquestra, tem como discografia 2 DVDs e 5 CDs. Além das apresentações em todo o território nacional e também experiências de dividir o palco com grandes artistas como: Almir Sater; Renato Teixeira; Inezita Barroso; entre outros... Em 2010 esteve junto da Orquestra Paulistana de Viola Caipira numa turnê por Portugal. Frequentemente participa do júri de festivais de música tradicional de raiz, estando sempre interado das novidades e revelações do meio. Com sua leveza e sensibilidade, em cada nota extraída de seu instrumento, encanta e surpreende, de ouvintes leigos a especialistas no assunto, deixando sempre sua marca pelos palcos onde passa. Atualmente é presidente, professor e coordenador da Associação Cultural Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras. RUI TORNEZE DE ARAUJO - Natural de São Paulo capital à 06 de março de 1963. Teve sua iniciação musical formal aos 11 anos de idade. Nasceu em família envolvida ao meio musical ( pai trompetista e mãe cantora ) aperfeiçoou-se em violão erudito aos 14 anos com o maestro Carmelo Crisafulli e no Conservatório Marcelo Tupinambá/SP; Violeiro autodidata, pesquisou em campo, por todo o interior do sudeste e centro-oeste a viola caipira e o seu tocar, onde aproveitando-se da sua bagagem musical elaborou e desenvolveu uma metodologia de ensino estruturado do instrumento “por música”, possuindo 4 livros didáticos publicados pela editora Irmãos Vitale, hoje adotado na maioria das instituições que lecionam o instrumento, como o Projeto Guri a título de exemplo. Foi durante 13 anos professor de viola caipira da Universidade Livre de Música – ULM , hoje denominada Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. Pioneiro na elaboração e criação de arranjos específicos para orquestras de viola caipira, bem como a sua sistematização. Formou nos últimos 15 anos , em projetos de parceria com a Secretaria de Estado da Cultura e de iniciativa própria, mais de 16 orquestras de viola caipira, a maioria no estado de São Paulo como Itapira , Monte Alegre do Sul , Socorro , Bragança Paulista , Moji Mirim , Andradina , Joanópolis, Bom Jesus dos Perdões , Piracaia , Guarulhos , Mairiporã , Atibaia , Nazareth Paulista , Tuiuti , Pedra Bela , São José dos Campos, além das orquestras de outros estados do Sul do País como as do Rio Grande do Sul ( Orquestra Sul Riograndense de Viola Caipira ,em Araricá e Orquestra Gaúcha de Viola Caipira, em Sapiranga ), Paraná ( Orquestra Paranaense de Viola Caipira, em Cascavel, Orquestra De Viola Caipira São Domingos Sávio, de Londrina) e tantas outras. Através destas agremiações floresceram núcleos de ensino do instrumento e conseqüentemente , da cultura caipira, as quais estavam latentes e foram reavivadas neste processo. Fundador e regente da Orquestra Paulistana de Viola Caipira ( fundada em 29 de outubro de 1997 ). Gravou em outubro de 2002 um CD e um DVD ao vivo no Theatro São Pedro , o qual ( o CD ) obteve uma indicação ao Grammy Latino no ano de 2004 e em 2008 e 2009 no Theatro Pedro II , em Ribeirão Preto – SP - o CD e DVD “Viola in Concert” , onde destacaram-se arranjos de peças eruditas e MPB para orquestra de violas, conquistando à viola um público de alta exigibilidade e fazendo dessa vertente um marco e um diferencial entre as orquestras do gênero. Atualmente a discografia da OPVC conta com 5 CD’s e 2 DVD’s de qualidade internacional. Atuou como consultor técnico junto à fábrica de cordas Medina Artigas ( Argentina), onde desenvolveram-se cordas especiais e inéditas para a viola caipira (lixadas, para evitar o desgaste das unhas do músico). Colaborador da Revista Viola Caipira na seção “Executando a Danada” , com matérias didáticas e transcrições para a viola caipira; Foi Professor de Viola Caipira do Festival de Música de Londrina,com o patrocínio cultural da Universidade Estadual de Londrina - UEL, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2016. Nos últimos dois anos, dedicou-se à apresentações com a Orquestra em diversas cidades do interior do Brasil. RENE FARIA FILHO - Professor, Escritor, Historiador, Compositor, Produtor Cultural, Produtor Musical. Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Londrina – UEL- 1989/1994 e Pós- Graduado pela Fundação Getúlio Vargas - FGV – SP. - Finanças Corporativas – 2004 - Projetos Culturais – Viola em Roda, Curso pela Orquestra de Viola de Maringá, Curso de Oratória - Oficina para Projetos Culturais, Produção para Cinema e TV com Chris Rodrigues, Violão, Viola Caipira e Canto - Academia de Música Santa Cecília/Mestre Paraíba/Escola AT. Participou de vários Projetos Culturais de Música, Festas tradicionais, Shows e produção de CDs em Londrina e região. É autor de 06 (seis) livros, sendo que as Obras Compêndio Musical e Memórias Sertanejas foi um projeto concretizado com o apoio do MINC., através da Lei de Incentivo à Cultura. Participou de diversas Oficinas Culturais, Palestras, Exposições Agropecuárias no Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerias expondo o seu trabalho. Também em eventos culturais como Tributo a Tião Carreiro - Paranavaí - Pr., Orquestra Maringaense de Viola Caipira - Maringá-Pr. Organizou e participou do Festival de Violas, Oficinas e Exposição Memória Caipira no Teatro Barracão em Maringá – Pr. em 2016. Em 2017, Rene participou da 36ª Semana Literária SESC & Feira do Livro realizando palestras e a Mostra “Memórias da Cultura Caipira” com grande sucesso. Atualmente, desenvolve vários projetos como Coordenador Geral e Produtor Cultural. Alguns projetos seus em andamento no ano de 2019/20 - Espaço Cultural da Memória Caipira - idealizado para receber estudantes e professores da região; Projeto Biblioteca Itinerante da Memória Caipira e os projetos Ao Som da Viola – Obra sobre Tonico e Tinoco, além de atualmente ser o Coordenador de Produção do projeto Oficinas de Música Gratuitas no Centro Cultural e de Integração das Artes – Londrina – Pr. FABIANA LENARDÃO - Nascida em Arapongas-Pr. em 22 de agosto de 1974, Advogada que tendo seu primeiro contato com a música no próprio seio familiar ao ouvir seu pai dedilhar alguns acordes ao violão e a embalar o acordeom em bailes rurais, não resistiu aos encantos sonoros. Interessou-se pelo violão no ano de 1987, aos treze anos de idade. Seu aprendizado foi dedicado ao violão popular nos primeiros anos e logo depois pela leitura de algumas obras clássicas. Lecionou o instrumento por cerca de cinco anos consecutivos para crianças e adultos. Foi regente de um coral infantil religioso por oito anos consecutivos entre seus 17 e 22 anos de idade. Teve a oportunidade de participar de eventos, aulas e oficinas com grandes nomes da música clássica, popular e contemporânea como José Miguel Wisnik, Janete El Haoly, Inácio Rabaioli. No ano de 2002, teve o primeiro contato com a viola caipira em uma oficina presidida pelo violeiro Braz da Viola com o qual teve a oportunidade de dividir o palco ao lado de Pena Branca (in memorian) no ano de 2003 no Cine Teatro Ouro Verde em comemoração ao Aniversário do Município de Londrina (onde reside atualmente). A partir de então, a prática em conjunto movimentou sua veia musical e a viola completou todos os espaços vazios. Logo mais, lhe foi oportunizado participar de uma oficina de viola com o grupo musical “Viola Quebrada” da cidade de Curitiba-Pr. de onde, dada sua dedicação e interesse pelo instrumento, surgiu o convite para acompanhar o grupo em um evento cultural promovido pela Secretaria de Estado da Cultura no ano de 2005, dividindo palco com sua viola e voz junto ao mencionado grupo. Participou entre os anos 2002 e 2004 do extinto grupo “Viola de Coité” no município de Londrina, apresentando-se em vários espaços culturais do município e região, inclusive nos espaços culturais da Exposição Agropecuária do município e o espaço cultural Concha Acústica. Tocou, como convidada, junto a Orquestra Paulistana de Viola Caipira sob a regência do Maestro Rui Torneze. Frequentou diversas oficinas e workshops com renomados violeiros como Roberto Correia, Rui Torneze, Braz da Viola, Pereira da Viola e Fernando Deghi. De fevereiro de 2016 a julho de 2016, atuou como instrutora, voluntariamente, em oficinas semanais de viola caipira coordenada e promovida pelo Instituto Viola Caipira (IVC) de Londrina. Fez parte da Orquestra Londrinense de Viola Caipira, naipe solo, do ano de 2013 a 2017 sob a regência do Professor/ Maestro Edson Murari. Lecionou viola caipira na Escola de Música Sol Maior de abril de 2016 a junho de 2017. Atualmente está como coordenadora didático/ pedagógica (ação voluntária) na CIA Ouro Verde de Viola Caipira e como Professora de Viola no Projeto Oficina de Música do Centro Cultural em Londrina-Pr. LAÌS ARAÚJO DOS SANTOS - A comunicação é sua paixão. Formada em Marketing e Comunicação, Marketing e Propaganda e Jornalismo com MBA Executivo em Estratégias Empresariais - Univel Cascavel-Pr. e MBA em Assessoria de Comunicação, Imprensa e Mercado - Pitágoras Londrina-Pr. Sua experiência profissional compreende diversos segmentos do mercado e agências de publicidade. Atualmente desenvolve projetos de coordenação de Marketing Digital e produção de conteúdo na Agência Immigrants (Londrina) no setor de agronegócios para o Brasil e América Latina, gestão de projetos de inbound marketing e produção de conteúdo. Na música e entretenimento, Oficinas de Música Gratuitas no Centro Cultural e assessora de Imprensa e responsável por conteúdos na Agência ICOMP, empresa que atua no marketing e desenvolvimento de sites de artistas como Luan Santana, Michel Teló, Ludmilla, Ana Vilela e Paula Fernandes. É ainda jornalista responsável pelo Camisa Xadrez, portal de informações e lançamentos musicais de âmbito nacional. Um dos maiores portais especializados do segmento. . Jornalista Responsável e Editora - Revista Amigos do Teodoro & Sampaio (2017/2018); Editora e Jornalista Responsável - Camisa Xadrez e Assessora de Imprensa e Comunicação no Projeto Oficinas de Música Gratuitas realizadas no Centro Cultural de Integração e das Artes e Escola de Música Sol Maior. Área de Atuação: Marketing, Planejamento Estratégico, Assessoria de Imprensa, Marketing Musical - Mercado Sertanejo, Consultoria, Marketing Digital: Assessoria, Planejamento, Produção e desenvolvimento de campanhas e conteúdos para Mídias Sociais, Inbound Marketing, Sites, Edição e correção de Textos.
PROJETO ARQUIVADO.