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PRONAC 193343Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Musical Planeta Azul

BALLET VERA BUBLITZ-ESCOLA DE DANCAS LTDA
Solicitado
R$ 516,4 mil
Aprovado
R$ 516,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-11-20
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Apresentação do Musical Planeta Azul, projeto sócio-cultural de conscientização ecológica, que propõe através da linguagem de musical despertar um novo olhar sobre cuidados com o nosso planeta.

Sinopse

Resumo do Musical Ao deixar a fazenda onde nasceu e mudar-se para a cidade grande, Seu Ratão, um rato bondoso por natureza, descobre que a poluição descoloriu o céu e que o lugar é repleto de lixo. Caberá a ele e a um exército de crianças cativadas por sua bondade impedir o plano de Fiodor, um rato pomposo e perverso de construir uma fábrica de poluição e deixar o mundo todo cinza, além de destruir a última árvore existente na cidade. O espetáculo terá duração de 60min de duração. Não tem classificação etária, todos podem assistir Whorkshop a atividade de oficina do Musical Planeta Azul, promove a educação, a inclusão, a acessibilidade e a democratização do acesso à cultura. O ambiente musical saudável propicia autoestima elevada, agrega valores e responsabilidades, cria disciplina e amplia a noção de cidadania (https://www.cidadefutura.net.br/artigos/educacao-ambiental-e-cidadania/) , além de ransformar positivamente a comunidade em geral. Serão abordados temas relevantes como: A relevância da consciência ecológica como tema, traz ao espetáculo caráter educacional. Porém, trata de forma lúdica dos principais problemas ambientais do nosso Planeta. Por sorte, Seu Ratão, o protagonista, intuitivamente segue as diretrizes da Agenda 21 e das agendas ambientais marrom, verde e azul, buscando reduzir os impactos negativos que as intervenções de Fiodor, o vilão, causam sobre o meio-ambiente. A Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica. (https://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21) A Agenda Marrom é o conjunto de temas a serem considerados na gestão do ambiente urbano, abrangendo aspectos como poluição atmosférica, saneamento e gerenciamento de resíduos industriais. (http://www.sema.ap.gov.br/interno.php?dm=771) A Agenda Azul tem como objetivo o fortalecimento da gestão das águas nos estados através do incentivo financeiro, por meio de pagamento por resultados nas metas propostas e alcançadas. (http://www.sema.ap.gov.br/interno.php?dm=752) A Agenda Verde é implantada para coordenar, acompanhar e avaliar a implementação das Políticas e Normas Ambientais de uso e acesso aos Recursos Naturais existentes na biodiversidade dos estados brasileiros. (http://www.sema.ap.gov.br/interno.php?dm=772) Usar como tema a consciência ecológica traz um parâmetro diferente a este conteúdo tão relevante. De uma forma fluída e harmônica, com uma estética diferenciada, acreditamos que este musical desperte a consciência sobre nosso planeta e, principalmente, nossa responsabilidade enquanto cidadãos. Ao vivenciar um espetáculo cultural, como um musical,. a criança desenvolve a capacidade cognitiva, o desenvolvimento psicomotor e a capacidade de interpretar mensagens. Beneficia, sobretudo, o rendimento escolar. Contribui também no aumento do sentimento de responsabilidade social e promove a transmissão do conteúdo para familiares e amigos. Contrapartida social - Apresentação didática. Esta apresentação tem carater formativo através de palestra e detalhes tecnicos da ideia do Musical, de como funciona o roteiro, as musicas e a dança.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar apresentações do Musical Planeta Azul, e demais ações socio-educacional como forma de conscientização ecológica aliada a cultura. Objetivos Específicos Executar 16 apresentações do musical Planeta Azul, em 8 dias (2 por dia) no Theatro São Pedro em Porto Alegre; Realizar 1 whorkshop, como forma de formação de plateia, com ações educativas sobre meio ambiente e preservação, com 880 vagas abertas ao publico em geral (pessoas interessadas). Atender um publico específico em uma das apresentações, que são trabalhadores de usina de reciclagem, escolhidos através de pré-inscrições. Propor trabalho didático junto a escolas com antecedência dos espetáculos, como forma de consciência ambiental, propondo ações através de uma cartilha de atividades vinculadas a educação ambiental e cultura, como forma de ação social Aumentar a abrangência, a inclusão e a democratização de acesso ao espetáculo através de ampla divulgação através de redes sociais. Levar um espetáculo Musical de alta qualidade de forma gratuita para a população Promover um processo de socialização, responsabilidades e organização entre as crianças e os jovens, através do contexto de Musical, potencializando suas capacidades de interagir na vida comunitária.

Justificativa

Acreditamos que a cultura promove a melhoria da qualidade de vida, além de auxiliar na transformação social e no desenvolvimento econômico, uma vez que, eventos como Musical Planeta Azul, fomentam a cadeia produtiva e ao mesmo tempo promovem em seu escopo a educação, inclusão, a acessibilidade e a democratização do acesso. O ambiente musical saudável propricia auto estima elevada, agrega valores e responsabilidades, cria disciplina e forma cidadãos conscientes, além de transformar a comunidade em geral. Apresentar como tema a consciência ecológica através de um musical, traz um parâmetro diferente a este tema tão relevante. De uma forma fruída e harmônica, com uma estética diferenciada, acreditamos que este musical faça despertar a consciência sobre nosso planeta e nossas reponsabilidades enquanto cidadãos. Quando as crianças vivenciam um espetáculo cultural dentro de um processo de arte, como o musical, então, ela é capaz de melhorar o raciocínio, o desenvolvimento psicomotor e a interpretação de mensagens _ beneficiando, inclusive, o rendimento escolar das crianças e adolescentes. Os benefícios indiretos, mas não menos importantes, também, são a responsabilidade social, e a transmissão desse conteúdo a família, entre outros. Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade: O projeto atende as seguintes finalidades do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Conforme Art. 22 da IN 02/2019, está prevista contrapartida social com ação formativa cultural que promove conscientização sobre a relevância da música na sociedade através de whorkshop que atendem escolas da rede publica para formação de plateia e consciencia ambiental. Este projeto esta concorrendo ao Edital da Eletrobras de Consciencia Ambiental através da Arte.

Especificação técnica

Texto do Musical PRIMEIRO ATO Antes de se mudar para a lua, a mãe de Seu Ratão lhe diz que o único defeito do mundo é ser pouco infantil, e aconselha-o a “ter sempre, desenhado à mão, um sorriso no olhar”. Sozinho na fazenda onde nasceu, Seu Ratão sonha com o cenário de uma fotografia presa à parede do celeiro: a cidade grande. Decidido a viajar tão logo alcance a maioridade, o rato repete “somente lá será feliz, onde o céu é azul e o chão é de verniz”. Enorme é sua decepção quando, ao realizar a viagem, descobre que a cidade já não é mais como a fotografia: as árvores transformaram-se em arranha-céus e o ar é poluído. O céu é cinza. Somente uma árvore, a última, abastece de oxigênio a cidade, ligada a tubos e máscaras para recarga dos seres humanos. Os adultos são descoloridos e andam a esmo. Enredados pelos próprios afazeres e pela correria advinda da pressa, não percebem que só fazem andar em círculos, para sempre estagnados numa rotina vazia e caótica. Vagando pelas ruas cinzentas, Seu Ratão encontra um beco, no qual decide se instalar. Muito bem recebido pelos ratos que ali habitam, logo descobre que o beco está sob ameaça. Há boatos de que Fiodor, “O Lorde do Caos”, rato pomposo e perverso, pretende destruir as residências e construir uma fábrica de poluição que contemplará todas as formas possíveis de degradação ambiental. Seu Ratão entende que, movido por um ideal sádico, Fiodor sonha em ver o mundo somente em tons de cinza. Crianças brincam por ali, e Seu Ratão se torna amigo de todos. Cabe a ele ensinar às crianças que o segredo da felicidade é “o adulto andar de mãos dadas com a criança que foi”, valorando a infância como o bem mais precioso da vida. Em seu covil, todos os dias Fiodor ordena que seus empregados corvos lhe ouçam cantar ópera, e cabe à Ratazana, a raposa que, além de servo, é conselheiro do vilão, garantir que tudo ocorra de acordo com as vontades de seu mestre. Depois da rotineira apresentação e de uma ovação forçada, Fiodor debate possíveis planos para expulsar os ratos do beco e iniciar a instalação de sua “fábrica de poluição”, ao que Ratazana responde que “se eles não saem por bem, sairão por mal”, e sugere que seja provocada uma enchente. O rato, acostumado a dar ouvido às sugestões maliciosas de seu conselheiro, acata de pronto, ressaltando a sorte que é ter os adultos ao seu lado: “sem que saibam, me ajudam”. Uma vez que os adultos entopem os bueiros e prejudicam o meio ambiente sem exigir nada em troca, torna-se viável a perpetuação de sua tirania. Ao explodir a barreira da represa que ladeia o beco, Fiodor provoca a enchente, Seu Ratão se vê forçado a salvar os novos amigos. Ajudado pelas crianças, ele recolhe o lixo dos bueiros, o que possibilita o escoamento da água. Durante a tormenta, duas ratas boiam em uma cesta, e são salvas por Seu Ratão. Trata-se de Bolota e Serafina, que em pouco tempo viram, além de protegidas, amigas de seu salvador. Os três ratos unem-se contra Fiodor, prometendo não se separar e assegurados de que “nenhuma ratoeira pega três de uma vez”. SEGUNDO ATO Em um bem humorado pedido de socorro, a última árvore canta sobre o destino de seus parentes, repetindo que “da árvore genealógica da família, a única que sobrou fui eu”. Visando reverter os danos causados pela enchente, Seu Ratão, Bolota e Serafina propõem às crianças que seja construída uma máquina que funcione como cérebro do beco, ao mesmo tempo produtora de oxigênio e mudanças climáticas, além da plantação de um enorme jardim no beco. As crianças aprendem que pequenos gestos são sementes, e que cabe a elas garantir que as gerações vindouras tenham o que colher. As plantas serão regadas pela máquina, e o ar será sempre limpo. Furioso, Fiodor decide, como forma de punição à própria derrota, nunca mais cantar ópera, mas não resiste quando Ratazana liga o gramofone. Sentado em sua poltrona e massageado por seus corvos, aconselha-se com a raposa. Ratazana diz que, revirando o baú do falecido pai de Fiodor, ao qual também servira, encontrou o protótipo de uma máquina causadora de incêndios. O rato ordena que ele se cale e nunca mais mencione o pai. Conta, então, sua história: em sua juventude, o rato decidiu tornar-se cantor de ópera ao invés de gênio do mal. Com inclinação para o belo e para as artes seria o primeiro descendente de Smog, seu tataravô, a não seguir o caminho das trevas. Contrariado, seu pai prometeu jamais assisti-lo. Mas assistiu. Na grande estreia de Fiodor, enquanto o filho atravessava o primeiro ato, o pai incendiou o teatro. Provando do próprio veneno, o velho rato ficou preso no camarote que ocupava, graças a uma coluna de mármore que bloqueou a porta. Escapando por pouco, Fiodor assistiu ao teatro desabar e despediu-se, amargurado, do rato que arruinou seu sonho. Tomado de súbito por uma raiva descontrolada, decidiu que não vale a pena ser bonzinho num mundo onde a felicidade de um está ao alcance de outro para ser destruída. Ratazana, ávido por ver o beco em chamas, diz ao mestre que usar a invenção do pai para realizar-se, agora, será uma forma de vingar-se dele. Convencido, Fiodor aproveitará a máquina de oxigênio construída pelas crianças como propulsor do fogo, e pretende que o incêndio se alastre por toda a cidade até queimar a última árvore. Sozinho no jardim recém-construído, Seu Ratão canta sua esperança por um mundo melhor, questionando seus propósitos e enxergando na estrutura de um jardim o reflexo da sociedade. Descobre que seu propósito é fazer as crianças compreenderem que “quanto menor a mão, cabe menos entre os dedos. Cabe a imaginação, mas não tem lugar pros medos”, e que são, portanto, as únicas capazes de reescrever o mundo. Cabe às crianças, agora, resgatarem seus pais. Bolota e Serafina o encontram perdido nos próprios pensamentos, e pedem que os compartilhe com elas, tornando-se cúmplices de seus votos para o futuro. Em um embate parental, os adultos tentam tingir de cinza os rostos dos filhos, mas fracassam graças à chegada de uma consciência induzida: as crianças lhes perguntam se também já não sentiram medo daquele mesmo monstro debaixo da cama. Se não construíram os mesmos castelos invisíveis e se também não pensavam ter o mundo na palma da mão. Cantam em coro: “pai, te descasca do adulto que há em ti. Deixa a tua criança sair”. Os adultos, numa árdua tentativa de reencontrar o que foram, permitem-se desabar nas cadeiras que os filhos ocupavam e baixam os pincéis de tinta cinza. Cantam “a fada não vem mais me visitar”, ao que as crianças respondem “bateu na porta, mas cansou de esperar”. Têm os rostos limpos pelas crianças, retomando a cor. Cantam os adultos: “o monstro debaixo da cama só quer deitar também. É como um filho que chama, mas nunca vem ninguém. O monstro que era meu, talvez já seja eu”. À noite, Serafina e Bolota fingem dormir, mas passam a madrugada em claro. Sem saber que sentem a mesma coisa, ambas cantam sobre o amor por Seu Ratão, assistindo-o dormir: “Alguém lê o fim da história, do livro que eu sou, e me diz se no final o Seu Ratão também me amou”. Contentadas com o carinho fruto da amizade e dos cuidados fraternos que o rato nutre por elas, tratam como platônica sua paixão. Ratazana traz de seu laboratório a máquina causadora de incêndios e Fiodor comemora que logo esteja devastado o terreno no qual construirá sua fábrica: “O tal Seu Ratão é bom contra a água, mas veremos o que é capaz de fazer contra o fogo”. Os corvos de Fiodor sobrevoam o beco e arremessam no jardim a máquina, que se camufla entre os arbustos e não tarda a soltar uma fumaça verde. Da fumaça, saem faíscas, e em pouco tempo o beco está em chamas. Ratos e crianças entram em polvorosa, até Seu Ratão, mentor, reunir o grupo e discutir estratégias. Seu plano é usar a máquina de oxigênio e mudanças climáticas para, desregulando seu funcionamento, fazer com que a água destinada a regar o jardim caia na proporção de uma tempestade. Apavoradas, as crianças argumentam que outra enchente mataria as plantas do jardim. Seu Ratão explica que a humanidade possui uma balança, e que às vezes o prato dos infortúnios deve pesar para que em seguida o equilíbrio se estabilize. Comenta sobre gestos terríveis cometidos em prol de outros melhores, costurando um zigue-zague nas ações humanas. Uma enchente destruirá o jardim, mas impedirá que o fogo se alastre por toda a cidade e mate a última árvore, principal e mais poderosa fonte de oxigênio. De seu covil, Fiodor assiste a tudo com binóculos de ópera. Percebendo o plano de Seu Ratão, se enfurece. Encolerizado, Fiodor vai ao encontro de seu arqui-inimigo, o conselheiro seguindo atrás. O vilão com sua bengala e o mocinho com um bastão de madeira, os dois ratos travam um embate em meio ao fogo. Serafina e Bolota lutam com Ratazana, a raposa tentando arranhá-las. As crianças alertam o amigo sobre o risco de a máquina de oxigênio explodir com o fogo, uma vez que a tempestade recém se forma no céu e a água apenas ensaia desabar. Seu Ratão empurra Fiodor e Ratazana contra máquina, a tempo de a máquina explodir. Depois de a tempestade apagar o fogo e escoar pelos bueiros, as crianças olham com pesar para o solo queimado e para o pouco que restou do jardim. Seu Ratão lhes conforta dizendo que o importante é estarem todos bem e de a árvore permanecer de pé, e que devem enxergar a catástrofe como página em branco, aproveitando o fato de somente as crianças e os ratos conhecerem a cor do invisível. Que a má sorte seja o ponto de partida para a restauração. Perguntado sobre o porquê de Fiodor, diferentemente de outros ratos, não ser capaz de enxergar a cor do invisível, Seu Ratão diz que “ele enxerga, apenas não se lembra de olhar” e explica que às vezes a realidade faz com que tudo o que é imaginário pareça irreal, e que o nome disso é “crescimento”. “Deve ter havido um tempo”, diz ele, “em que até mesmo Fiodor foi capaz de sorrir. Ele optou pelo que é fácil. Optou por só acreditar no que se pode ver e tocar. Abriu o peito à dúvida e se perdeu”. Decididos a construir um jardim que compreenda toda a cidade, as crianças deixam o beco com a palavra “crescimento” ressoando nos ouvidos e a palavra “esperança” presa entre os lábios. Seu Ratão olha em volta e sorri. Há muito que fazer, e ele promete adorar cada degrau galgado. Assim que o rato deixa o beco, Fiodor e Ratazana surgem dos escombros. A raposa limpa o monóculo no colete e tira o pó dos ombros do mestre. O rato grunhe o nome de seu rival.

Acessibilidade

Conforme a Lei 13.146/15, artigo 42, e Art. 18 da IN 02/2019 o projeto prevê ações de acessibilidade: As apresentações acontecem no Theatro São Pedro que já possui acessibilidade, onde já há locais adaptados para cadeirantes, e será reservado espaço especial para pesssoas portadoras de necessidades especiais e idosos. Este teatro fica na região central de Porto Alegre que possui fácil acesso por transporte coletivo. Para plateia ou alunos cegos será feito material em braile, conforme item na planilha orçamentária, visto que o texto tem que ser traduzido para braile. Para surdos: nos concertos teremos programa impresso, e tradutor em Libras Para atingir o objetivo de numero de plateia, vamos disponibilizar ônibus para buscar alunos da rede publica de ensino e o publico especifico das usinas de reciclagem.

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, adotaremos exposto nos artigos 20 e 21 da IN n. 02/2019 do MinC: Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Propiciar o envolvimento e integração da família com o projeto através dos recitais e concertos; Promover um processo de socialização e organização entre as crianças e os jovens, potencializando suas capacidades de interagir na vida comunitária. Para os concertos: Entrada franca para toda comunidade em todos os espetáculos Ampla divulgação em redes sociais e jornais da região, podendo ser mensurada através das publicações impulsinadas do face book e também junto as escolas envolvidas para que façam divulgação com flyers e cartazes no bairro do seu entorno, o fotografo contratado fará esses vídeos. Convites específicos para pelo menos uma entidade de Catadores de Lixo, próximas dos locais de realização dos concertos, participar. Oferecer entrada franca e doação espontânea de 1kg de alimento não perecível, agasalho ou produto de higiene e limpeza. Estas doações serão destinadas as familias de catadores vinculados a usinas de reciclagem de lixo e ilhas do entorno de Porto Alegre (que atendem crianças e jovens que são catadores de lixo);

Ficha técnica

Ballet Vera Bublitz - Proponente Ballet Vera Bublitz ha 40 anos trabalhando com arte na capital gaucha. Realizou uma série de eventos e tomou parte em diversas ações culturais e educativas que promovem a arte da dança clássica e compartilham dos valores e ideais intrínsecos à Escola desde a sua fundação. O Ballet Vera Bublitz busca expandir amplamente sua atuação na sua comunidade local e a níveis nacional e internacional. O ultimo grande projeto elaborado e realizado pelo BVB foi o Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, o qual ja tomou grandes proporcoes nacionais e internacionais. A empresa será o responsável, através da sua diretora Carla Bublitz, pela gestão administrativa e financeira do projeto, e também receberá pelo captação dos recursos patrocinados. Carlla Bublitz - Diretora geral iniciou seus estudos de Ballet Clássico com sua mãe Vera Bublitz. Aos dez anos ingressou como aluna regular do Instituto Superior de Artes do Teatro Colón de Buenos Aires. Formou-se no “Cursus d’Études Superieur en Danse” de Sorbonne, Paris IV, França. Coreografou Coppélia para Fernando Bujones, iniciando assim, um período de remontagens de grandes clássicos em sua carreira. Trabalhou também, como coreógrafa e remontadora com Ana Botafogo em “A Bela Adormecida”, Peter Boal em “Apollo”, Albert Evans, Nikolay Hubber em “O Lagos dos Cisnes” (primeiros bailarinos do NY City Ballet), Johan Renval em “La Fille Mal Gardée” (primeiro bailarino do American Ballet Theatre), Alexander Pereda em “Dom Quixote”. Formou Carla Körbes, Norton Fantinel, Martha Bayona, Rejane Duarte, Bruna Weber…entre outros bailarinos. Obteve os diplomas de “Licence en Arts du Spectacle”, menção dança, e de “Maîtrise en Sciences de L’Éducation” na Universidade de Paris VIII, França. Há seis anos integra o grupo de professores do Festival de Dança de Joinville. É diretora, coreógrafa e professora do Ballet Vera Bublitz em Porto Alegre. Patrick Bublitz– Coordenador geral do projeto Patrick Bublitz, bailarino do Ballet Vera Bublitz. Bailarino renomado no Brasil e premiado internacionalmente. Obteve primeiro lugar em diversos festivais no Brasil e no Mundo como: Concorso Internazionale Danza Spoleto 2019; Tanzolymp 2017, 2018, 2019; Youth America Grand Prix 2017/2018; Danzando en Lima 2017; Festival Internacional de Goias 2017, Bento em Danca 2016, 2017, 2018; Tanz Festival de Danca 2019; entre outros. Agora com obejetivo de elevar o nivel de teatro musical em Porto Alegre, com muitas idas para Broadway e West End, monta esse novo espetaculo. Ana Cristina Froner – Produtora Atuou desde 1999 na área da música e produção executiva da Orquestra de Câmara da ULBRA, executando concertos de música clássica, concertos didáticos e também a série Populares Concertos DANA*, além da coordenação e gerenciamento dos projetos via Lei Rouanet. Em 2006 trabalhou na produção do CD da Orquestra da ULBRA, que foi premiado com o Troféu Açorianos, de melhor interprete de música instrumental, e organizou a turnê, no mesmo ano, pela Argentina. Em 2008, sob sua produção executiva o espetáculo Beatles Magical Classical Tour, ganhou o Troféu Açorianos de melhor espetáculo da cidade de Porto Alegre. Atualmente trabalha na Coordenação Cultural da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, gerenciando as atividades da Orquestra Unisinos Anchieta. Dentre as quais, destaca-se: contratação de solistas, fornecedores, gerenciamento da equipe de produção, organização de turnês pelo interior do estado do RS, produção executiva de óperas (Il Campanello e A Flauta Mágica), concertos de música clássica e concertos populares, com atrações internacionais e grandes nomes da música popular brasileira, como: Jair Rodrigues, Renato Borghetti, Diogo Nogueira, Paula Toller, Gilberto Gil e Fafá de Belém. Cadastra e acompanha os projetos pela Lei Rouanet, e gerencia junto ao MINC os projetos culturais da orquestra. Faz assessoria a outros projetos incentivados para: Opus Promoções (Concertos Comunitários Zaffari), UCS (Univesidade de Caxias do Sul), Atmosfera Produções (Orquestra de Carlos Barbosa) e Rimoli Associados (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e Casa da Música (Orquestra Jovem AACM). De 2012 a 2015 trabalhou no Festival Internacional SESC de Música na cidade de Pelotas, na área de produção executiva para Orquestra Sinfônica Acadêmica, Orquestra Residente do Festival e Banda Sinfônica Acadêmica. Leticia Krenzinger - Diretora Artistica Fisioterapeuta (PUCRS) especializada em cinesiologia pela UFRGS, em Pilates pelo Physicalmind Institute, atuou durante anos na área de reabilitação no Hospital Moinhos de Vento e na clínica Physique. Instrutora dos métodos Gyrotonic (r) e Gyrokineis (r). Bailarina do Ballet Vera Bublitz há 32 anos, já participou de montagens de grandes ballets como Giselle, O Lago dos Cisnes e Dom Quixote, fez aula com importantes professores nacionais e internacionais. Fez reposição coreográfica de ballets como Giselle, Paquita e La Esmeralda e montagem cenica de Peter Pan e Alice no País das Maravilhas. Henrique Cambraia - Cantor Henrique Cambraia é escritor, ator, cantor, dramaturgo e tradutor. Estudou teatro com a atriz Nena Ainhoren e com o ator e escritor Celso Sisto; foi ator mirim da companhia teatral "Arte e Ação"; ingressou na escola de música da OSPA; atuou em três temporadas do espetáculo "A Sbórnia Kontr'atracka", comandado por Hique Gomez; estuda canto lírico com o cantor e preparador vocal Ricardo Barpp; integrou o elenco da "Bublitz Academia de Musicais" Oritz Adriano Adams de Campos - Cantor Oritz Adriano Adams de Campos, natural de Porto Alegre, 47 anos, Barítono. Do Lírico ao popular. Participou do canto coral na década de 90, a exemplo do Coral da UFRGS e Coral do SESC. Foi solista na montagem do musical Bem Brasil, com direção geral e regencia do maestro Linus Lerner. Em 2019 atuou no coro cênico do musical Chiiicago - nem tudo é jazz! regencia maestro Guilherme Rodrigues. Participou também da montagem inedita do medley do espetáculo Les Miserables - Noite de Gala, do Festival Internacional de Dança 2019, no Teatro São Pedro, produção e direção geral Patrick Bublitz, Bublitz Academia de Musicais. Débora Neto - Cantora Há mais de 15 anos no ramo musical, a gaúcha Débora Neto, cantora e jornalista, já atuou em diversos projetos renomados ao longo de sua trajetória. Como cantora, ficou entre os 60 melhores cantores do Brasil no Reality Show Ídolos, da Rede Record. Foi vice-campeã do Festival da Canção Francesa 2016 e terceira colocada no ano seguinte. Além disso, já subiu à importantes palcos como no Copacabana Palace, no RJ, Hotel/Cassino Conrad, em Punta Del Este, Araújo Vianna, ao lado da Orquestra Unisinos Anchieta em diversos espetáculos, e Concerto Comunitário de Natal Zaffari, apresentando-se, na ocasião, para 35 mil pessoas. Atualmente, integra o grupo acappella Voice In, que é atração confirmada do Rock in Rio 2019. Como jornalista atuou na assessoria de imprensa de rádio da Prefeitura de Porto Alegre, no setor de reportagem da Rádio Gaúcha e CBN, e foi produtora do programa “Bom Dia, Segunda-feira!” com Claudio Britto. Júlia Leiria Hameister – Cantora Soprano. Bailarina desde os 7 anos e atriz de teatro musical desde os 18. Estudou artes cênicas a partir de 2014, em escolas como Teatro Geração Bugiganga (TGB), Academia de Teatro Musical de Porto Alegre (ACTEMUS) e Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-RIO). Estuda canto com a orientação de Lúcia Passos (desde 2015) e de Ricardo Barpp (desde 2018). Foi solista em quatro espetáculos de teatro musical pelo grupo Música e Cena, dentre eles Mamma Mia! O Musical (2015-2017), no papel de Sophie Sheridan, e Marilyn - O Musical (2018-2019), no papel de Norma Jeane/Marilyn Monroe. Em 2019, Júlia participou do coro na montagem inédita do espetáculo Les Miserables, na Noite de Gala do Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, no Theatro São Pedro, pela Bublitz Academia de Musicais (BAM). REGENTE - Guilherme Leal Rodrigues Começou a cursar Regência Coral na UFRGS em 2015. Desde então teve a oportunidade de estudar com regentes consagrados e tem estado à frente de vários projetos como a regência da Big Band do Instituto de Artes, assim como a regência de um concerto com a orquestra Berliner Sinfonietta no ano passado, quando foi selecionado para participar de um Curso em Berlim com o aclamado maestro Johannes Wildner. Também foi maestro e diretor musical do espetáculo Chicago, em parceria com a escola Ballet Art (SP) e com direção cênica de Marietta Pirágine. Foi Pianista acompanhador, Diretor Musical e Maestro do Musical Chicago, em uma fusão da Big Band do Instituto de Artes com os alunos do Departamento de Artes Dramáticas da UFRGS, realizando quatro sessões lotadas na Sala Qorpo Santo da UFRGS em Porto Alegre. Atualmente Guilherme organiza e rege concertos com o Grupo Provox, é Regente da Big Band da Universidade do Rio Grande do Sul e cantor do Coro Sinfônico da OSPA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.