| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 62073200000121 | MERRILL LYNCH | 1900-01-01 | R$ 3,10 mi |
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 2,20 mi |
| 02670590000195 | Merril Lynch S/A Corretora de Títulos de Valores Imobiliários | 1900-01-01 | R$ 686,0 mil |
| 53518684000184 | HSBC Leasing Arrendamento Mercaltil (Brasil) S.A | 1900-01-01 | R$ 192,1 mil |
| 45762077000137 | Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 44673382000190 | OMINT - Assistencial Serviços de Saúde S/C Ltda | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 01795309000188 | Veirano Advogados Associados | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 27819937000140 | VEIRANO E ADVOGADOS ASSOCIADOS | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| ***886348** | José Ribeiro de Andrade | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| ***973268** | ALEXANDRE GALINDO SILVA | 1900-01-01 | R$ 17,0 mil |
| ***419268** | Guilherme Bittencourt Ramos de Oliveira | 1900-01-01 | R$ 7,0 mil |
| ***528598** | ANDRE MOREIRA RALISCH | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***640208** | ELISABETH TOHI | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***479628** | WAGNER BERNA | 1900-01-01 | R$ 220,00 |
| ***706888** | LEONARDO ROBERTO CERON | 1900-01-01 | R$ 1,00 |
A proposta tem por objetivo a manutenção e continuidade das atividades do Instituto Brasil Solidário (IBS) dentro de seu Plano Bienal e consiste: (i) na realização de ações de capacitação e treinamento de excelência para crianças, jovens, adolescentes e educadores da rede pública, com o fortalecimento de bibliotecas públicas através da doação de acervos; (ii) na realização de um seminário de formação e intercâmbio cultural para gestores e educadores da rede pública; (iii) na produção de um livro apresentando os resultados alcançados ao final do projeto; e (iv) como contrapartida, ações culturais, em formato de palestras presenciais. Todas as ações acontecem em municípios socialmente vulneráveis da região Norte e Nordeste, são inteiramente gratuitas, e contribuem para o desenvolvimento social, cultural e educacional do público atendido.
1. Ações de capacitação e treinamento de pessoal 1.1. Ações de capacitação e treinamento de pessoal em manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura e formação de bibliotecas: Recorrência: treze ações a. Programa Formativo/Formação continuada da equipe b. Doação de acervo composto por 200 livros c. Avaliações Aonde acontece: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Cora/RN e Barreirinhas/MA. Estrutura programática das atividades Apresentação: As ações de capacitação e treinamento em manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura tem como proposta possibilitar aos professores e alunos serem usuários competentes do acervo doado e fluídos na escrita e na leitura, capacitando-os para uma efetiva participação social e fazendo com que construam o hábito de ouvir e contar histórias e de sentir prazer nas situações que envolvem estas atividades literárias. As atividades acontecem de forma continuada e com aprofundamento dos assuntos, e abordam técnicas de mediação e contação, postura corporal e linguística, além de organizar, junto com os participantes, espaços literários aconchegantes dentro e fora da biblioteca, incluindo estratégias diversificadas que estimulem o prazer pela leitura literária. Objetivos gerais: Oferecer 24 horas de atividades de capacitação e treinamento em manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura com doação de acervos (200 títulos por município) para 260 crianças, adolescentes, jovens, e educadores nos municípios que integram esta proposta. • Público: 20 pessoas por atividade por município; • Duração total: 24 h; • Doação de acervo (200 livros para cada espaço); • Período: 2020 e 2021 • Formato: 1 visita única de formação a cada cidade, distribuídas no período; • Lista anexo – 200 livros/títulos usados na formação; Conteúdo programático da atividade: Dia 1 • Atividade educativo-culturais para o incentivo à leitura: Possibilitar a formação continuada dos professores e alunos, para que os mesmos sejam mediadores na construção de conhecimento de forma contextualizada, fomentando a leitura, fazendo com que os participantes se aproximem, cada vez mais, dos livros. As atividades consistem, na realização de rodas de leituras, contação de histórias, indicação literária e dinâmicas em grupo. Pois, o mediador de leitura é o agente que apresenta e aproxima o livro de forma prazerosa ao leitor. Ele introduz o leitor no mundo mágico da leitura e compartilha com o leitor o prazer de ler, de conhecer e de descobrir o que os livros têm a oferecer. Dia 2 • Atividade de Leitura e Escrita: Os participantes na função de mediadores de leitura, tem a oportunidade de tratar de diferentes aspectos que envolvem o universo literário: compartilhar títulos, autores e ilustradores; conversar sobre estratégias e hábitos leitores; refletir acerca dos diferentes sentidos presentes nos textos. Em todas essas situações, os professores/mediadores se apresentam, também, como modelo de leitor para os nossos alunos e assumimos o papel de “ensinar a ler”. Dia 3 • Organização da biblioteca escolar: esta atividade tem o objetivo de apresentar os aspectos da organização de uma biblioteca, contribuindo com o pleno funcionamento deste espaço. Organizar uma biblioteca não é uma tarefa simples. Exige uma série de cuidados que devem ser observados para que se atinjam os objetivos aos quais se propõe. • Orientação sobre práticas de catalogação e manutenção do acervo: para o bom funcionamento de uma biblioteca e o início de atividades de incentivo à leitura é necessário que o acervo esteja devidamente catalogado, organizado e cuidado. Para o pleno funcionamento da biblioteca escolar é de suma importância criar uma “memória externa”, como catálogos, bases de dados e outros mecanismos necessários para que se tenha o controle eficiente de um acervo, que permita encontrar de forma rápida aquilo de que se necessita. A catalogação é um dos processos técnicos utilizados para se recuperar informações. É importante se ter em mente que catalogar é muito mais que registrar itens, ele controla o acervo com vistas a sua disponibilização, o que faz do catálogo um canal de comunicação entre a biblioteca e os usuários. Metodologia da formação da proposta técnica de mediação: Nossa experiência como leitores, educadores e formadores de leitores tem nos revelado o valor da presença dessa produção artística na formação do leitor. Incluir o tema na atividade atualiza os mediadores e os provoca especialmente para a questão da interlocução entre eles, os leitores e a obra. O mediador de leitura deve estabelecer um canal de comunicação eficaz, com uma linguagem de fácil compreensão, atraindo o leitor para o contato com o livro e com a leitura, sentando-se junto, acompanhando as reações, estabelecendo laços de intimidade com a palavra escrita e com o objeto livro. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: - Mediação de leitura: o sentido, procedimentos, uma concepção - Conto de fadas: o era uma vez da literatura - Livro álbum ficcional: uma arte além da linearidade - Livro álbum: o jogo entre ficção e não ficção - Poema Poesia: conceitualização; poema; elementos constitutivos; panorama brasileiro da produção poética para crianças. - Poema: apreciação e análise; vivência do jogo verbal. - A poética na formação das crianças: O que as crianças podem aprender; A prática na sala de aula. - Poema Poesia parte II: conceitualização; poema: elementos constitutivos; panorama brasileiro da produção poética para crianças. Aprofundamento do tema - Poema: apreciação e análise; Vivência do jogo verbal. Aprofundamento do tema - A poética na formação das crianças: O que as crianças podem aprender; A prática na sala de aula. Aprofundamento do tema 1.2. Ações de capacitação e treinamento de pessoal em produção audiovisual: Recorrência: treze ações a. Programa Formativo (fotografia) b. Cessão de equipamentos c. Avaliações d. Apresentações Aonde acontece: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/ RN e Barreirinhas/MA Estrutura programática das atividades de produção audiovisual: Apresentação: As atividades de produção audiovisual têm como proposta ampliar o diálogo cultural por meio da fotografia, estabelecendo canais de comunicação para que as pessoas consigam se manifestar, expressar sua voz, “e edificar o que chamamos de ecossistema “comunicativo” por meio da imagem, principalmente. Desenvolvemos nessas atividades um processo continuado, dinâmico e prazeroso que acompanha os fatos culturais do cotidiano para cada uma das linguagens. Além do impacto no processo pedagógico, as atividades trazem um contexto técnico e atualizado acerca dos diversos meios de comunicação. Objetivos gerais: Oferecer atividade com 24 horas de duração sobre fotografia, para crianças, adolescentes e jovens, e ainda para educadores, em escolas públicas nos municípios atendidos pelo projeto, além da cessão de equipamentos para os espaços escolares aonde acontecerão as formações. A proposta das ações de capacitação em produção audiovisual, com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados: tem como foco novas escolas. • Público: 20 pessoas por atividade; • Duração total: 24 h; • Cessão de equipamentos específicos da atividade para cada espaço; • Período: 2020 e 2021; • Formato: 1 visita única de formação a cada cidade, distribuídas no período; Conteúdo programático da atividade: A atividade de produção audiovisual se faz como um elemento que promove a transdisciplinaridade e a transversalidade dentro das áreas de conhecimento. E, portanto, os temas dentro das ações do Instituto Brasil Solidário estão estruturados a partir de estratégias de “fazeres”, como fazer: vídeo, fotografia, documentários, locuções, entrevistas, debates e escrever textos informativos, descritivos e narrativos. “Cada um deles traz uma linguagem, um repertório específico que precisa ser contextualizado, por não ser inerente à linguagem”. Dia 1 • Palestra sobre o uso da Comunicação e suas ferramentas no aprendizado: O objetivo da palestra é explicitar as vantagens de agregar ações de Comunicação à rotina escolar para que os professores e coordenadores se sintam motivados a adotar essas práticas como forma de atrair o interesse dos estudantes para as disciplinas curriculares. • Ação de capacitação de fotografia - introdução: A atividade de fotografia amplia o universo estético do aluno por meio do refinamento do olhar, do corte e da composição, além de fornecer subsídio para geração de renda, com possibilidade de atuação profissional em periódicos e eventos. Dia 2 • Saída fotográfica: Observar e vivenciar a realidade de perto, numa observação cuidadosa e atenta aos seus detalhes e problemas é uma atividade impactante aos jovens, que aguça seu o interesse pela investigação e estudo do mundo do qual fazem parte. Além disso, os participantes têm contato com o estúdio fotográfico, montado como parte da atividade, e equipamentos profissionais de uso coletivo. Dia 3 • Montagem de uma mostra fotográfica: Após aprofundamento nas possibilidades fotográficas alcançadas nos dias anteriores, ao expor em público as fotografias realizadas pelos participantes do curso, valoriza-se o trabalho desenvolvido pela turma, que se sentirá motivada a continuar fotografando, além de ampliar as discussões sobre o tema proposto. 1.3. Ações de capacitação e treinamento de pessoal em Artes: Recorrência: treze ações a. Programa Formativo (teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork) b. Público: 20 pessoas por 7 atividades (total de 1.820 participantes entre 12 a 17 anos) c. Duração total: 24 h – período 2020 a 2021 d. Formato: visita de formação a cada cidade, distribuídas no período, de forma continuada; e. Cessão de equipamentos f. Avaliações g. Apresentações Aonde acontece: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/RN e Barreirinhas/MA. Estrutura programática das atividades de artes: Manter uma relação de proximidade e cooperação cultural, fortalecendo os vínculos com a arte e a responsabilidade no desenvolvimento cognitivo e no âmbito das habilidades socioemocionais, entre elas questões relacionadas ao meio ambiente, cidadania e finanças pessoais, são alguns dos aspectos trabalhados nas oficinas de artes propostas. Reaproveitando diversos materiais como retalhos de tecido e outros para criar fantoches, marionetes e cenários, construídos e confeccionados através das técnicas ministradas e que, ao final, poderão ser aplicados a outros projetos culturais. Objetivos gerais: Oferecer ações de capacitação, em módulo de 24 horas cada, de teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork, para crianças, adolescentes e jovens, e ainda para educadores, em escolas dos municípios atendidos pelo projeto, além da cessão de equipamentos para os espaços escolares aonde acontecerão as formações. A proposta das atividades em artes (teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork), com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados, tem como foco novas escolas (expansão). Atividade em Teatro Conteúdo programado: A prática teatral proporciona desenvoltura, desinibição, criatividade e desperta o interesse das crianças pelos temas abordados, além de cultivar a colaboração entre os participantes e exercitar a memória. Sendo assim, é um ótimo exercício de criação e convivência que reverbera em todas as áreas do conhecimento. Dia 1 Atividades em Jogos Teatrais: Através dos jogos teatrais e improvisação possibilitaremos aos alunos a vivência do fazer teatral explorando a criatividade, a voz, o corpo tanto como atores como também expectadores. Dia 2 Palestra “A Contação de Histórias! como aliada do professor na sala de aula”: Apresentada de forma performática, com cenas intercaladas, em uma forma de palestra/espetáculo, a atividade visa oferecer aos professores ferramentas para trabalharem a Contação de Histórias na Sala de Aula, apresentando subsídios práticos e teóricos sobre essa prática milenar. Dia 3 Atividade “A Contação de Histórias aliada ao Trabalho do Professor/Estudante/Ator”: A atividade visa resgatar a oralidade utilizada pelos contadores de histórias para auxiliar no desenvolvimento do potencial criativo e expressivo do ator. O processo criativo se fortalece a partir do momento em que o ator se apropria das ferramentas do contador de histórias e dá vida a diferentes narrativas através do seu corpo e de sua voz. Conteúdos: Narração; Técnicas de Contação de História; Mobilização corporal; Foco; Ação e reação; Variação de movimento, velocidade e peso; Atenção; Ação vocal; Improvisação Teatral; contra encenação. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: · Atividades de Sensações Literárias: O teatro inspirado na literatura: Teatro e Literatura podem caminhar lado a lado, num encontro de saberes. O teatro é um instrumento para encontrar o outro. A Literatura apresenta o outro de diversas formas sendo todas elas construídas pelo imaginário do leitor. Essa atividade propõe exercitar possibilidades de transposição de situações literárias de contos da Literatura Brasileira para a cena teatral. · Atividade Construindo uma história: Grande grupo em círculo. O coordenador escolhe um jogador que iniciará contando uma história. A história pode ser conhecida ou inventada. Em qualquer momento na história, o coordenador aponta aleatoriamente para outros jogadores que devem ser imediatamente continuar a partir de onde o último jogador parou, mesmo que seja no meio de uma palavra. · Atividade Criando as próprias encenações: Colocar os professores e estudantes em contato com diversos livros de autores com estilos variados e observa o tipo de texto (tragédia, comédia, situações do cotidiano, mistério etc.) que mais chama a atenção do grupo. Em uma encenação, podem ser transmitidos conhecimentos culturais, históricos, científicos ou morais, por exemplo, mas eles não devem ser vistos como objetivo, e sim como consequência. O ideal é que os professores e estudantes se envolvam com a trama e os personagens e sintam prazer em representar. · Atividade Dramatizando fábulas: o teatro de fantoches: Recontar fábulas por meio do texto dramático; trabalhar expressão vocal e desenvolver habilidades manuais. · Atividade O teatro na sala de aula: Compreenda o modo de organização e a função social do gênero textual: “peças teatrais”; compreenda globalmente o texto lido; use a língua de acordo com a situação focalizada, empregando os recursos linguísticos adequados. · Atividade Criação de Personagens: Compreender as múltiplas possibilidades de criação de um personagem; perceber seu corpo como ferramenta de construção de um personagem; exercitar o trabalho corporal como impulso criativo; estimular a criação de personagens próprias a partir das ferramentas estudadas. Unir todos os elementos trabalhados e criar uma apresentação teatral. Atividade em Teatro de Bonecos Conteúdo programado: A preocupação com o incentivo à leitura e o desenvolvimento da produção de textos mais criativos e com apropriação de um vocabulário mais rico, que tornam a leitura e sua própria produção pelas crianças de uma forma mais interessante e motivada, é a ação principal deste trabalho. O teatro de bonecos desenvolve a criatividade, a desenvoltura e o espírito de equipe, além de proporcionar a interpretação e o aprendizado sobre os temas e histórias a serem adaptadas, o que reflete positivamente em outras disciplinas do currículo escolar. O uso da técnica tem se mostrado eficaz meio de se alcançar um índice de leitores e usuários das bibliotecas dentro dos programas do Instituto Brasil Solidário. Dia 1 Palestras e dinâmicas sobre o Teatro de Sombras, Bonecos de Vara e Marionetes a fio: No início de cada atividade será escolhido um tema que pode ser um poema, um texto de determinado livro, lendas tradicionais da localidade ou do folclore regional, o texto (fio narrativo condutor) também poderá ser construído durante a atividade, a partir da discussão com os participantes. Da escolha do texto em conjunto com a turma, elabora-se o roteiro do texto trabalhado e extrapola-se o texto original pelo uso da imagem poética. Começa-se então a produção de bonecos, que construirão uma apresentação. Dia 2 Inicia-se a confecção dos bonecos personagens, utilizando diversos materiais como: garrafas PET, embalagens de amaciante de roupas e outras com formas interessantes, retalhos de tecido, roupinhas, retalhos de lã, botões variados, cabos de vassoura de madeira, fios de nylon, caixas de papelão de tamanhos diversos, cabaças e cuités. Músicas serão escolhidas conforme as histórias, textos gravados ou narrados, sonoplastia utilizando instrumentos de percussão, apitos e guizos construirão a ambientação e cenários para a apresentação. Dia 3 Finalizando os bonecos o foco fica no ensaio para a apresentação, que representa a culminância do curso um espetáculo da peça para toda a comunidade. Atividade de Pintura e Desenho Conteúdo programado: A arte na educação tem a qualidade de propiciar uma relação mais consciente do ser humano no mundo e para o mundo, contribuindo para a formação de indivíduos mais críticos e criativos que um dia, no exercício do seu papel de cidadão, atuarão para transformar a sociedade. Dia 1 Atividade Fazendo Arte: Oferecer aos professores e estudantes a oportunidade de conhecer várias formas de Arte e com isso desenvolver a imaginação criadora, a percepção, fazendo aflorar a sensibilidade através da estética, destacando assim a contribuição afetiva e cognitiva para a expressão de adultos, crianças e adolescentes. Dia 2 Atividade Educar por meio da Arte: Ampliar o repertório de leitura e construção de imagens por meio da leitura do mundo e das imagens da Arte, utilizando pinturas, livros, vídeos, slides, visitas a museus e galerias (visitas de campo) quando possível, ou filmagens são parte integrante desta ação; Dia 3 Atividade de Desenho e Pintura: Conhecer algumas técnicas de pinturas, como pintar na tela, na madeira, na pedra, no tecido, na parede e como misturar as cores e texturas diferentes. Observar a natureza como grande fonte que nutre as ideias, imagens e expressão do aluno. O objetivo é possibilitarmos aos alunos, um contato direto com a Arte do Desenho e da Pintura. O conhecimento da arte abre perspectivas para que o aluno tenha uma compreensão do mundo no qual a dimensão poética esteja presente: a arte ensina que é possível transformar continuamente a existência, que é preciso mudar referências a cada momento, ser flexível. Isso quer dizer que criar e conhecer são indissociáveis e a flexibilidade é condição fundamental para aprender. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: · Atividade Educar por meio da Arte (Módulo 2): Criação / Produção – O fazer artístico - Função estética. Apreciação significativa da arte e do universo a ela relacionado, leitura, crítica (nesse caso a linguagem não verbal). · Atividade de Desenho e Pintura (Módulo 2): Reflexão – o desenho como a mais antiga linguagem e a mais utilizada para contar a história da humanidade. Atividade - Desenho de Observação e Desenho de Memória. · Atividade de Pintura "Emplaque o Bem": Trabalho de desenho e pintura trabalhando o conteúdo do projeto “Emplaque o Bem”, produção de placas com palavras conceituais e afetivas que farão parte da decoração da Escola e da Comunidade. · Atividade de desenho de observação: esta atividade está relacionada com a desconstrução das ideias pré-concebidas relativas ao desenho e com o abandono de vícios inerentes à sua construção. Muitas vezes os professores e alunos adquirem certos hábitos, que condicionam a construção do desenho, devido aos receios que têm em desenhar e ao medo de errar. O resultado é um desenho preso, enrolado e com um tipo de traço intermitente. Esta fase pretende exatamente que os professores e alunos se desprendam desses estereótipos, que soltem o traçado e aceitem o erro como um processo de construção do desenho. · Dinâmicas sobre criatividade: através da observação e experiência pelas atividades realizadas notou-se forte inclinação para o desânimo diante de trabalhos artísticos nas escolas parceiras. Diante da constatação do descrédito das pessoas em relação à própria criatividade, sugerimos essa palestra. Iniciando com a “Dinâmica do Ponto”, que levanta uma primeira discussão sobre o assunto, são abordados tópicos como a criatividade diária, como surgem as soluções e como se desenvolve a imaginação e, consequentemente, a criatividade. · Pintura mural inspirada em música: Ao unirmos música e artes visuais, a imaginação passa a ser estimulada, proporcionando aos participantes uma vivência intensa e plena de descobertas. Com o intuito de fixar os resultados por mais tempo e instigar maior número de pessoas, apresenta-se a possibilidade da pintura mural, com o desejo de que os resultados ultrapassem os muros da escola e sejam multiplicados em todo o município; Atividade de Xilogravura Conteúdo programado: Iniciação à linguagem e às técnicas da gravura e xilogravura, sua discussão e prática enquanto linguagem artística introduzindo na comunidade escolar uma técnica tradicional, simples e econômica que pode ser utilizada didaticamente estimulando a imaginação e a criação e, como alternativa para a geração de renda. Dia 1 Introdução à Xilogravura: esta atividade inicial está relacionada com a apresentação da evolução da história da gravura; conhecer algumas técnicas de impressão e de gravura; conhecer alguns gravadores e gravuras; ter conhecimento teórico e prático das xilogravuras de cordel, comercial e artística. Dia 2 Atividade de Xilogravura (Módulo 1): sentir-se estimulado a produzir a partir da observação de desenhos e produção pessoal; produzir gravuras tendo como suporte a madeira. E por ser uma técnica simples e econômica, a xilogravura adapta-se bem ao ambiente escolar, proporcionando aprendizado na área de Artes, desenvolvendo a criatividade e a sensibilidade, e a possibilidade de integração com outras disciplinas com o História, Geografia, Física, Língua Portuguesa, entre outras. Dia 3 Atividade de Impressão com a Xilogravura: Matriz em uma só cor: “claro e escuro”, colorido e texturas; Impressão de Gravura, cartaz, convites, cartões (material comunicativo). O processo de ensino/aprendizagem em arte-educação necessita integrar experiências coletivas, sociais e pessoais significativas que considerem os atores envoltos neste processo enquanto pessoas capazes de desenvolverem uma parceria rumo ao percurso artístico criador. Atentando-se ainda para o fato de que a arte interfere positivamente no desenvolvimento da cognição, na habilidade de solucionar conflitos, na facilidade de expressão, persistência, imaginação, criatividade, espírito de colaboração, cortesia, entre outros. Por ser uma técnica simples e econômica, a xilogravura adapta-se bem ao ambiente escolar, proporcionando aprendizado na área de Artes, desenvolvendo a criatividade e a sensibilidade, e a possibilidade de integração com outras disciplinas com o História, Geografia, Física, Língua Portuguesa, entre outras. Indo além do aprendizado desta técnica de impressão e estamparia é proporcionada a oportunidade de gerar renda para a escola e para a família dos alunos, além de estimular a imaginação e a criação. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: · Atividade Impressão alternativas com professores: desenvolver com os professores outras formas de trabalhar impressão sem o uso de ferramentas cortantes, para que também possam aplicar noções de xilogravura com os alunos mais jovens. As ferramentas de corte não são apropriadas para o desenvolvimento de trabalhos com crianças pequenas. Sendo assim, apresentam-se atividades alternativas de impressão, sem o uso dessas ferramentas como a impressão com: carimbos, utilizando vários materiais alternativos. · Atividade de gravura (Módulo 1): proporcionam integração entre educação e cultura ao trazer o estudante para um espaço de convivência em ateliê onde as atividades de mandam a contribuição coletiva entre os participantes. As atividades oferecem diálogos com a produção artística e cultural, abordando aspectos teóricos e históricos da linguagem da gravura, bem como a demonstração dos procedimentos práticos. · Atividades utilizando o isopor para confecção da xilogravura: Utilizamos materiais de fácil acesso e que não causariam nenhum acidente para os alunos confeccionaram as xilogravuras. · Atividade de Xilogravura (Módulo 2): sentir-se estimulado a produzir a partir da observação de desenhos e produção pessoal; produzir gravuras tendo como suporte a madeira para estamparia em tecidos. · Atividade de gravura (Módulo 2): esta etapa traz como proposta inicial o resgate e o fortalecimento da cultura local, suas tradições e paisagens, através da integração e valorização da Gravura como expressão artística. · Atividade Estamparia com Xilogravura: o aprendizado desta técnica de estamparia proporciona a oportunidade de gerar renda para a escola e para a família dos alunos, além de estimular a imaginação e a criação. Quando pintamos, desenhamos ou esculpimos realizamos uma obra única. O interessante da gravura é a possibilidade que ela oferece de ser multiplicada, ou seja, podemos obter cópias a partir de um único exemplar, como por exemplo utilizando as técnicas de impressão e estamparia. Oficina de Jogos Conteúdo programado: Por meio de jogos de tabuleiro (Piquenique) e cartas (Bons Negócios), implementamos conceitos culturais e de ludicidade na grade de educação local, promovendo reflexões sobre decisões de consumo - entre elas alimentação, sustentabilidade, finanças pessoais, mobilidade urbana e cidadania - para jovens a partir dos 6 anos, com uso de jogos de tabuleiro. Já com uso de cartas, provoca-se reflexões sobre aspectos negociação e habilidades de empreendedorismo e investimento, entre pessoas a partir dos 10 anos, incluindo reflexões sobre temas transversais diversos. Entre as estratégias com uso de jogos, são abordadas ainda temáticas de formação como: Habilidades meta-cognitivas: são normalmente conceituadas como um conjunto integrado de competências para aprender e pensar. Incluem-se muitas das habilidades culturais necessárias para uma aprendizagem ativa: o pensamento crítico, o juízo reflexivo, a resolução de problemas e tomada de decisão sobre assuntos diversos. Respeito e cooperação: o uso de jogos trabalha o espírito de coletividade e cooperação, e auxiliam no sentimento positivo entre as pessoas e, também ações especificas e condutas representativas daquela estima. O respeito também pode ser trabalhado nas atividades, promovendo um sentimento específico de consideração pelas qualidades reais do respeitado seguindo-se as regras dos jogos e do grupo. Por meio de suas conexões locais e globais, o propósito dos jogos é promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas, garantindo economias estáveis, com foco em sustentabilidade, educação financeira, empreendedorismo de impacto e desenvolvimento econômico. Através do aspecto lúdico dos jogos, o aluno desenvolve habilidades para lidar com situações contextualizadas desde cedo, trabalhando habilidades de autocontrole, estratégia, planejamento, tomada de decisão, adiamento de gratificações e raciocínio lógico. O uso de jogos e ludicidade em escolas impacta diretamente no letramento, na matemática e outras matérias da grade escolar, além de contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais bem estruturada. Oficina de Música Conteúdo programado: Acreditando que por meio da Educação Musical há a possibilidade de se proporcionar aos educandos a vivência com outros contextos socioculturais. Assim, estamos certos que a proposta desta atividade servirá para desenvolver a autoestima, valorizar os dons apresentados para a musicalização e destaca-se ainda a oportunidade de ampliação da bagagem cultural com o aprendizado de músicas em outras línguas. Dia 1 Atividade de Música (Módulo 1): proposta para ser executada nas atividades tendo como base a Educação Musical, abordando em diferentes graus os seguintes assuntos: composição, canto, instrumento e apresentações musicais. Dia 2 Instrumento Musical "Vidro-Fone" (Parte 1): apresentando o instrumento vidro-fone, construir o instrumento reutilizando pedaços de vidro e carteiras escolares; criar a peça musical que será apresentada ao final das atividades. Dia 3 Instrumento Musical "Vidro-Fone" (Parte 1): ensaios com o instrumento "vidro-fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das atividades e da apresentação final. Entre as linguagens artísticas, a música é uma das mais acessíveis e presentes no cotidiano dos estudantes. A ação que envolve de música, tem um papel muito importante no contato da criança com esse tipo de manifestação cultural. Assim, garantimos que se tome consciência dos elementos que fazem parte da linguagem musical (o som e o silêncio, os diferentes timbres dos instrumentos, a noção de ritmo, etc. Temos por finalidade, oportunizar a aplicação dos conteúdos estudados durante as aulas e propor a vivência da interdisciplinaridade, alicerçada na habilidade de desenvolver uma aula interdisciplinar lúdica pedagógica que favoreça o aprendizado dos alunos. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: · Atividade de Música (Módulo 2): proposta para ser executada nas atividades tendo como base a Educação Musical, abordando em diferentes graus os seguintes assuntos: composição, canto, instrumento e apresentações musicais. · Instrumento Musical "Garrafa-Fone" (Parte 1): apresentando o instrumento "garrafa-fone", construir o instrumento reutilizando garrafas de vidro e canos de pvc; criar a peça musical que será apresentada ao final das atividades. · Instrumento Musical "Garrafa-Fone" (Parte 2): ensaios com o instrumento "garrafa-fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das atividades e da apresentação final. · Atividade de Música (Módulo 3): Nesta etapa trabalharemos com os três instrumentos construídos nas oficinas: vidro-fone, garrafa-fone e o tubo fone, além dos outros instrumentos e músicos convidados para participarem das atividades. · Instrumento Musical "Tubo fone" (Parte 1): apresentando o instrumento "tubo fone", construir o instrumento reutilizando tubo de pvc de 100mm e chinelos (o instrumento é executado através de pequenas chineladas); criar a peça musical que será apresentada ao final das atividades. · Instrumento Musical "Tubo fone" (Parte 2): ensaios com o instrumento "tubo fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das atividades e da apresentação final. Atividade de Patchwork Conteúdo programado: Diversas aptidões e habilidades sócio emocionais conseguem ser aprimoradas durante a prática das atividades, aonde abre-se um novo cenário incluindo a possibilidade de melhorar os índices de desempenho tradicionalmente avaliados e, ao mesmo tempo, promover as novas aprendizagens produzindo materiais para as atividades desenvolvidas na área de incentivo à leitura. Dia 1 Atividade Patchwork (Módulo 1): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a ação e como estes materiais serão reutilizados para confecção da tela para o teatro de sombras e da tela para o teatro de fantoches. Dia 2 Atividade Patchwork (Módulo 1): confecção da tela para o teatro de sombras utilizando a técnica do patchwork. Dia 3 Atividade de Patchwork (Módulo 1): confecção da tela para o teatro de fantoches utilizando a técnica do patchwork Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: · Atividade de Patchwork (Módulo 2): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a atividade e como estes materiais serão reutilizados para confecção dos: fantoches e dos aventais literários. · Atividade de Patchwork (Módulo 2): confecção dos fantoches utilizando a técnica do patchwork. · Atividade de Patchwork (Módulo 2): confecção dos aventais literários utilizando a técnica do patchwork. · Atividade de Patchwork (Módulo 3): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a ação e como estes materiais serão reutilizados para confecção de sacolas e tapetes literários. · Atividade de Patchwork (Módulo 3): confecção das sacolas literárias utilizando a técnica do patchwork. · Atividade de Patchwork (Módulo 3): confecção dos tapetes literários utilizando a técnica do patchwork. 2. Seminário Como parte integrante do Programa Bienal do Instituto Brasil Solidário, realizamos, ao final da execução do projeto, um seminário formação e intercâmbio, na cidade de Jijoca de Jericoacoara (CE), que busca promover a troca cultural de saberes alcançados entre gestores e educadores da rede pública sobre temas de relevância cultural abordados durante as ações de capacitação e treinamento ministradas pelo proponente. Para esta atividade espera-se um público estimado em 150 pessoas e a sua realização está prevista para 2021. O evento tem duração de 7 dias sendo 10 horas de trabalho por dia quando são apresentados os resultados e realizados seminários e debates culturais. Esse é um momento em que profissionais envolvidos partilham ideias, ensinam e aprendem na coletividade, com o propósito de promover o fortalecimento do processo cultural, por meio da análise dos indicadores - inclusive - educacionais, dos valores e da cultura das escolas e temáticas trabalhadas, como meio ambiente, história e cultura local, finanças pessoais e estratégias utilizadas nos processos e oficinas ministradas nas cidades atendidas pelo proponente no Plano Bienal. Trata-se de um espaço coletivo de organização da continuidade do trabalho cultural desenvolvido, que envolve professores e gestores de todas as escolas municipais e/ou estaduais e que, também, é aberto para os estudantes, as famílias e representantes das comunidades locais, incluindo-se o poder público. Além das apresentações e debates, inclui ações culturais gratuitas diversas como resultados das atividades de teatro e música com alunos e comunidade (alcançadas durante a execução das ações de capacitação e treinamento), abertas ao público da cidade em que o evento é realizado. 3. Livro Produção e impressão de livro de resultados das ações entre 2020 e 2021, bilíngue (inglês), tiragem de 1.000 exemplares, contendo 200 páginas, com fotos dos locais e depoimentos dos beneficiários do projeto, ressaltando tanto o aspecto natural, como os resultados das ações de capacitação e treinamento de pessoal. As fotografias serão tiradas ao longo das ações de capacitação e treinamento. 4. Palestras (contrapartida social) Recorrência: treze ações Aonde acontece: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/ RN e Barreirinhas/MA Estrutura programática das palestras: Realizar treze palestras, de 4 horas cada, para 80 pessoas em cada, para professores e alunos dos municípios atendidos pelo projeto. Destacamos que os participantes não serão participantes das ações de capacitação e treinamento de pessoal oferecidas pelo projeto. As palestras visam a promoção da conscientização para a importância da arte e da cultura, a partir dos conceitos a serem apresentados durante a realização do projeto, e versam sobre temas de relevância cultural. E tem como objetivo permitir a discussão acerca da necessidade de fomentar esforços de articulação cultural, representa um elemento importante das pretensões do Instituto Brasil Solidário - IBS no âmbito da atuação por meio de escolas públicas. Essa articulação exige um diálogo interdisciplinar, ou seja, a integração entre diferentes campos do conhecimento e pressupõe sujeitos comprometidos com as investigações e as indagações acerca dos rumos da sociedade contemporânea e a difusão do conhecimento produzido no interior das muitas Escolas parceiras das ações do IBS. Desta forma, a realização destes eventos são oportunidades importantes para divulgar, refletir e discutir a cultura, de modo a propiciar o debate de temas relevantes a serem apresentados nas ações de capacitação e treinamento, e integrar os diversos atores (agentes culturais locais, docentes, discentes, gestores, técnicos e comunidade em geral) pertencentes às instituições da região, tais como escolas públicas, universidades, centros de formação cultural, entre outras. Além de oferecer subsídios teóricos-metodológicos para agentes culturais diretamente envolvidos, potencializando de forma interdisciplinar o debate em torno da temática: “Cultura e Educação para Convivência Democrática – O Protagonismo Juvenil e o acesso à Cultura”.
Objetivo geral: Oferecer (i) ações de capacitação e treinamento de pessoal em teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música, patchwork, fotografia e produção audiovisual e manutenção de acervos e, ações educativo-culturais para o incentivo à leitura para crianças, jovens, adolescentes e educadores da rede pública em zonas de risco social, em treze municípios das regiões Nordeste e Norte do Brasil; e (ii) doação de acervos para bibliotecas públicas nos municípios: Amontada (CE), Camocim (CE), Jijoca de Jericoacoara (CE), Juazeiro do Norte (CE), São Gonçalo do Amarante (CE), Barreirinhas (MA), Bragança (PA), João Pessoa (PB), Petrolina (PE), Tamandaré (PE), Cerro Corá (RN), Serra do Mel (RN) e Porto Nacional (TO), ao longo dos anos de 2020 e 2021. Serão realizadas pelos próprios beneficiários apresentações para o público dos resultados obtidos e serão produzidos 13 registros videográficos apresentando os resultados das ações de capacitação e treinamento de pessoal. Realizar um seminário de formação e intercâmbio no município de Jijoca de Jericoacoara (CE) para gestores e educadores da rede pública, dos treze municípios beneficiados pelas ações de capacitação e treinamento de pessoal. Produzir um livro contendo 200 páginas, com fotos e depoimentos dos beneficiários do projeto, ressaltando o trabalho e os resultados ações de capacitação e treinamento de pessoal. Como contrapartida social será realizado uma ação cultural, presencial e gratuita, em cada município atendido pelo projeto. A atividade, em formato de palestra, com 4 horas de duração, visa a promoção da conscientização para a importância da arte e da cultura, a partir dos conceitos a serem apresentados durante a realização do projeto. Serão convidados professores, gestores, e pessoas da comunidade num total de 80 pessoas por seminário. Destacamos que os convidados não serão participantes das ações de capacitação e treinamento de pessoal oferecidas pelo projeto. Objetivos específicos: 1- Realizar ações de capacitação e treinamento de pessoal em: teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música, patchwork, fotografia e produção audiovisual e manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura. Totalizando 9 atividades distintas realizadas em treze municípios. Cada atividade tem capacidade para atender 20 pessoas entre crianças, jovens, adolescentes e educadores da rede pública. Expectativa de público total: 2.340 pessoas Destacamos que: - Será feita a doação dos materiais utilizados nas ações de capacitação e treinamento para os espaços escolares públicos aonde acontecerão as ações. - Será feita a doação de máquinas fotográficas para os espaços escolares públicos aonde acontecerão as ações de capacitação e treinamento em fotografia. - Será feita a doação de doação de acervos para bibliotecas públicas aonde acontecerão as ações. 1.1 - Em cada município, ao final das ações de capacitação e treinamento de pessoal serão realizadas pelos próprios beneficiários apresentações e/ou mostras trazendo ao público os resultados obtidos durante a execução do projeto. 1.2 - Produzir 13 registros videográficos apresentando os resultados do projeto durante o período de ações de capacitação e treinamento. 2- Realizar um seminário de formação e intercâmbio cultural para 150 convidados, entre gestores e educadores da rede pública, que busca promover a troca de saberes sobre temas de relevância cultural abordados nas ações de ações de capacitação e treinamento de pessoal. 3- Produzir um livro bilíngue, contendo 200 páginas, com fotos e depoimentos dos beneficiários do projeto, ressaltando o trabalho e os resultados das ações de capacitação e treinamento de pessoal. 4- Como contrapartida social será realizado uma ação cultural, presencial e gratuita, em cada município atendido pelo projeto. A atividade, em formato de palestras, com 4 horas de duração, visa a promoção da conscientização para a importância da arte e da cultura, a partir de conceitos discutidos durante a realização do projeto. Serão convidados alunos e professores de instituições de ensino, totalizando 80 participantes por atividade, totalizando 1.040 pessoas. Destacamos que os convidados não serão participantes das ações de capacitação e treinamento de pessoal oferecidas pelo projeto.
O Plano Bienal apresentado pelo Instituto Brasil Solidário tem como preceitos, que vão de encontro ao artigo 1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: - I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais através de uma programação totalmente gratuita; - II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, porque sua realização ocorre em regiões menos favorecidas do nosso país; - III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, dado que os agentes e receptores das ações de capacitação e treinamento são pessoas que vivem nas regiões norte e nordeste do Brasil; e - VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e, priorizar o produto cultural originário do País. Temos como meta alcançar os seguintes objetivos: 1- O incentivo à formação artística e cultural, mediante a instalação e manutenção de ações de capacitação e treinamento de pessoal, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da arte e cultura, em estabelecimentos de ensino público; 2- O fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de mostras e congêneres; 3 - A preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a ampliação de acervo de bibliotecas por meio da doação de livros; 4- O estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública das atividades que integram o projeto. Destacamos ainda que o Plano Bienal está em sintonia com os preceitos defendidos na Declaração Universal dos Direitos do Homem, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948, em especial com os artigos que tratam da promoção dos direitos culturais. As ações do programa e do Instituto Brasil Solidário contribuem objetivamente para a democratização e descentralização da cultura, através da oferta de educação para as artes, além da promoção a leitura, dentro de uma programação de excelência para crianças, adolescentes e jovens, além de educadores, de áreas de vulnerabilidade na região Nordeste e Norte, e por meio de escolas locais. O proponente é uma organização sem fins lucrativos, fundada no início de 2000 e, em 2005, qualificada como OSCIP, premiada nacional e internacionalmente, que desenvolve projetos de cultura e educação por meio de temas interdisciplinares, como é o caso das artes, em parceria com Secretarias de Educação de todo o país e organizações de base comunitária em mais de 30 municípios apenas nos últimos anos, a maioria deles situados na região Nordeste e Norte. Possui projetos e ações já apoiados pelo Ministério da Cultura nas áreas de Humanidades e Artes Visuais, e um grande histórico positivo de atividades culturais realizadas na última década e, em especial, nos últimos dois anos, conforme é possível de ser constatado em material já anexado no sistema Salic. A busca pela qualidade tem sido uma constante pelos projetos do proponente. As atividades realizadas estão centradas em uma proposta que compreende escolas como espaços de formação, produção e difusão de conhecimentos sobre a cultura e a arte de maneira abrangente. Suas ações de capacitação e treinamento de pessoal contribuem com o desenvolvimento cultural por meio da formação bem como da oferta de programação artística gratuita e de qualidade. O projeto aqui proposto facilita o acesso à cultura, apoia, valoriza e difunde a manifestação cultural, além de possuir boa repercussão local e regional e, contribuir de forma significativa com a formação de plateia, finalidades essas instituídas pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC. Conhecemos a repercussão porque realizamos projetos desta natureza há alguns anos e sabemos dos impactos e desdobramentos positivos promovidos por estas atividades culturais, preparando e aperfeiçoando o ser humano para a produção e a difusão cultural. Ainda, o formato adotado de cocriação atua como uma importante forma de preservar o patrimônio cultural e histórico brasileiro e salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Também merece destaque a contribuição dada pelo Instituto Brasil Solidário à educação a partir da oferta de uma intensa formação cultural e cidadã no contra turno das escolas, incluindo temas de cidadania e finanças pessoais. Deste modo, as ações e temáticas do projeto colaboram para a promoção da educação integral e para a melhoria do desempenho acadêmico dos estudantes, além do bem-estar de suas famílias. Consideramos que o Plano Bienal do proponente promove a interiorização e a valorização de manifestações culturais a populações que tradicionalmente não tem acesso a esse tipo de produção artística, além do enriquecimento cultural do público beneficiado, através da capacitação e treinamento, e por esta razão solicitamos o benefício da lei de incentivo à cultura. A relevância do projeto também pode ser observada na capacidade que ele possui de atender e transformar a dinâmica cultural e social dos ambientes em que atua e de seus entornos. Nesse sentido, o proponente busca preparar seus educadores e educandos para uma sociedade em que as dinâmicas culturais são cada vez mais complexas e intercambiáveis, além de trabalhar para que a diversidade, os intercâmbios culturais e diálogos sejam cada vez mais intensos e profícuos. Assim, os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas). A Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, ampliou a noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens culturais de natureza material e imaterial. Nesses artigos da Constituição, reconhece-se a inclusão, no patrimônio a ser preservado pelo Estado em parceria com a sociedade, dos bens culturais que sejam referências dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. O patrimônio imaterial é transmitido de geração a geração, constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) define como patrimônio imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas _ com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural." Esta definição está de acordo com a Convenção da Unesco para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, ratificada pelo Brasil em março de 2006. Para atender às determinações legais e criar instrumentos adequados ao reconhecimento e à preservação desses bens imateriais, o Iphan coordenou os estudos que resultaram na edição do Decreto nº. 3.551, de 4 de agosto de 2000 - que instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial e criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI) - e consolidou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INCR). Em 2004, uma política de salvaguarda mais estruturada e sistemática começou a ser implementada pelo Iphan a partir da criação do Departamento do Patrimônio Imaterial (DPI). Em 2010 foi instituído pelo Decreto nº. 7.387, de 9 de dezembro de 2010 o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), utilizado para reconhecimento e valorização das línguas portadoras de referência à identidade, ação e memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Uma vez que esta proposta tem por objetivo a realização do Plano Bienal da instituição, incluindo-se ações de capacitação e treinamento de pessoal de caráter misto que trazem, em sua essência, bens culturais de natureza imaterial por meio de expressões cênicas, plásticas, musicais e lúdicas, a partir da cocriação com a população local nas cidades e até com uso de jogos, buscamos apoio do incentivo concedido através da lei nº 8.313/1991, de forma a salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira por meio do acesso gratuito e colaborativo à cultura. Nesse sentido, o Plano Bienal visa atender as regiões Nordeste e Norte do Brasil, que historicamente têm acesso reduzido a equipamentos culturais como os que são propostos. Trata-se, portanto, de uma proposta com relevante impacto sociocultural, com ações que já vem sendo realizadas, com sucesso, há alguns anos pelo proponente. São comunidades distantes de regiões urbanas e geralmente o único equipamento público que possuem é uma escola e, às vezes, posto de saúde. Vale lembrar que muitas das atividades nesses locais são desenvolvidas em parceria com voluntários das próprias comunidades contempladas, o que reforça a eficácia e envolvimento destas populações com as iniciativas previstas. Uma das intenções da proposta é justamente capacitar e treinar pessoal para realizar a multiplicação das atividades culturais apresentadas, uma maneira de aproximar e estimular a troca de experiências entre realidades e culturas distintas, e o incentivo permitirá a realização de todas as ações previstas de forma gratuita. Vale destacar, por fim, que as atividades propostas compõem, juntas, ações de iniciativas de interesse público, de caráter gratuito e inclusivo, que participam, portanto, deste instrumento de fomento à arte e à cultura.
Estrutura programática das atividades 1- Mediação de leitura e fortalecimento de bibliotecas: Apresentação: As atividades de mediação de leitura e contação de histórias tem como proposta possibilitar aos professores e alunos serem usuários competentes da escrita e da leitura, capacitando-os para uma efetiva participação social e fazendo com que construam o hábito de ouvir e contar histórias e de sentir prazer nas situações que envolvem estas atividades literárias. As oficinas acontecem de forma continuada e com aprofundamento dos assuntos, e abordam técnicas de contação, postura corporal e linguística, além de organizar, junto com os participantes, espaços literários aconchegantes dentro e fora da biblioteca, incluindo estratégias diversificadas que estimulem o prazer pela leitura literária. Objetivos gerais: Oferecer 24 horas de formação em mediação de leitura com doação de acervos (200 títulos por município) para 260 crianças, adolescentes, jovens (entre 12 a 17 anos), e educadores nos municípios: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/ RN e Barreirinhas/MA. • Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; • Público: 20 pessoas por atividade (total de 260 participantes); • Duração total: 24 h; • Doação de acervo (200 livros para cada espaço); • Período: 2020 e 2021 • Formato: 1 visita única de formação a cada cidade, distribuídas no período; • Lista anexo – 200 livros/títulos usados na formação; Conteúdo programático da oficina: Dia 1 • Oficina Mediadores de Leitura e Contação de Histórias: Possibilitar a formação continuada dos professores, para que os mesmos sejam mediadores na construção de conhecimento de forma contextualizada, fomentando a leitura, fazendo com que os participantes se aproximem, cada vez mais, dos livros. As atividades da oficina consistem, na realização de rodas de leituras, contação de histórias, indicação literária e dinâmicas em grupo. Pois, o mediador de leitura é o agente que apresenta e aproxima o livro de forma prazerosa ao leitor. Ele introduz o leitor no mundo mágico da leitura e compartilha com o leitor o prazer de ler, de conhecer e de descobrir o que os livros têm a oferecer. Dia 2 • Oficina Leitura e Escrita para Professores: Os professores na função de mediadores de leitura, tem a oportunidade de tratar de diferentes aspectos que envolvem o universo literário: compartilhar títulos, autores e ilustradores; conversar sobre estratégias e hábitos leitores; refletir acerca dos diferentes sentidos presentes nos textos. Em todas essas situações, os professores/mediadores se apresentam, também, como modelo de leitor para os nossos alunos e assumimos o papel de “ensinar a ler”. Dia 3 • Organização da biblioteca escolar: esta oficina tem o objetivo de apresentar os aspectos da organização de uma biblioteca, contribuindo com o pleno funcionamento deste espaço. Organizar uma biblioteca não é uma tarefa simples. Exige uma série de cuidados que devem ser observados para que se atinjam os objetivos aos quais se propõe. • Orientação sobre práticas de catalogação do acervo: para o bom funcionamento de uma biblioteca e o início de atividades de incentivo à leitura é necessário que o acervo esteja devidamente catalogado e organizado. Para o pleno funcionamento da biblioteca escolar é de suma importância criar uma “memória externa”, como catálogos, bases de dados e outros mecanismos necessários para que se tenha o controle eficiente de um acervo, que permita encontrar de forma rápida aquilo de que se necessita. A catalogação é um dos processos técnicos utilizados para se recuperar informações. É importante se ter em mente que catalogar é muito mais que registrar itens, ele controla o acervo com vistas a sua disponibilização, o que faz do catálogo um canal de comunicação entre a biblioteca e os usuários. Metodologia da formação da proposta técnica de mediação: Nossa experiência como leitores, educadores e formadores de leitores tem nos revelado o valor da presença dessa produção artística na formação do leitor. Incluir o tema na oficina atualiza os mediadores e os provoca especialmente para a questão da interlocução entre eles, os leitores e a obra. O professor/mediador de leitura deve estabelecer um canal de comunicação eficaz, com uma linguagem de fácil compreensão, atraindo o leitor para o contato com o livro e com a leitura, sentando junto, acompanhando as reações, estabelecendo laços de intimidade com a palavra escrita e com o objeto livro. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: - Mediação de leitura: o sentido, procedimentos, uma concepção - Conto de fadas: o era uma vez da literatura - Livro álbum ficcional: uma arte além da linearidade - Livro álbum: o jogo entre ficção e não ficção - Poema Poesia: conceitualização; poema; elementos constitutivos; panorama brasileiro da produção poética para crianças. - Poema: apreciação e análise; vivência do jogo verbal. - A poética na formação das crianças: O que as crianças podem aprender; A prática na sala de aula. - Poema Poesia parte II: conceitualização; poema: elementos constitutivos; panorama brasileiro da produção poética para crianças. Aprofundamento do tema - Poema: apreciação e análise; Vivência do jogo verbal. Aprofundamento do tema - A poética na formação das crianças: O que as crianças podem aprender; A prática na sala de aula. Aprofundamento do tema 2- Estrutura programática das atividades de produção audiovisual: Apresentação: As oficinas de produção audiovisual têm como proposta ampliar o diálogo cultural por meio da fotografia, estabelecendo canais de comunicação para que as pessoas consigam se manifestar, expressar sua voz, “e edificar o que chamamos de ecossistema “comunicativo” por meio da imagem, principalmente. Desenvolvemos nessas atividades um processo continuado, dinâmico e prazeroso que acompanha os fatos culturais do cotidiano para cada uma das linguagens. Além do impacto no processo pedagógico, as oficinas trazem um contexto técnico e atualizado acerca dos diversos meios de comunicação. Objetivos gerais: Oferecer oficina com 24 horas de duração sobre fotografia, para 260 crianças, adolescentes e jovens (entre 12 a 17 anos), e ainda para educadores, em escolas nos municípios de Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/ RN e Barreirinhas/MA, além da cessão de equipamentos para os espaços escolares aonde acontecerão as formações. A proposta em produção audiovisual (oficina de fotografia), com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados: tem como foco novas escolas (expansão). • Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; • Público: 20 pessoas por atividade (total de 260 participantes entre 12 a 17 anos); • Duração total: 24 h; • Cessão de equipamentos específicos da atividade para cada espaço; • Período: 2020 e 2021; • Formato: 1 visita única de formação a cada cidade, distribuídas no período; Conteúdo programático da oficina A oficina de produção audiovisual se faz como um elemento que promove a transdisciplinaridade e a transversalidade dentro das áreas de conhecimento. E, portanto, os temas dentro das oficinas do Instituto Brasil solidário - IBS estão estruturados a partir de estratégias de “fazeres”, como fazer: vídeo, fotografia, documentários, locuções, entrevistas, debates e escrever textos informativos, descritivos e narrativos. “Cada um deles traz uma linguagem, um repertório específico que precisa ser contextualizado, por não ser inerente à linguagem”. Dia 1 • Palestra sobre o uso da Comunicação e suas ferramentas no aprendizado: O objetivo da palestra é explicitar as vantagens de agregar ações de Comunicação à rotina escolar para que os professores e coordenadores se sintam motivados a adotar essas práticas como forma de atrair o interesse dos estudantes para as disciplinas curriculares. • Oficina de fotografia - introdução: A oficina de fotografia amplia o universo estético do aluno por meio do refinamento do olhar, do corte e da composição, além de fornecer subsídio para geração de renda, com possibilidade de atuação profissional em periódicos e eventos. Dia 2 • Saída fotográfica: Observar e vivenciar a realidade de perto, numa observação cuidadosa e atenta aos seus detalhes e problemas é uma atividade impactante aos jovens, que aguça seu o interesse pela investigação e estudo do mundo do qual fazem parte. Além disso, os participantes têm contato com o estúdio fotográfico, montado como parte da oficina, e equipamentos profissionais de uso coletivo. Dia 3 • Montagem de uma mostra fotográfica: Após aprofundamento nas possibilidades fotográficas alcançadas nos dias anteriores, ao expor em público as fotos realizadas pelos participantes do curso, valoriza-se o trabalho desenvolvido pela turma, que se sentirá motivada a continuar fotografando, além de ampliar as discussões sobre o tema proposto. 3- Estrutura programática das atividades de artes: Apresentação: Manter uma relação de proximidade e cooperação cultural, fortalecendo os vínculos com a arte e a responsabilidade no desenvolvimento cognitivo e no âmbito das habilidades socioemocionais, entre elas questões relacionadas ao meio ambiente, cidadania e finanças pessoais, são alguns dos aspectos trabalhados nas oficinas de artes propostas. Reaproveitando diversos materiais como retalhos de tecido e outros para criar fantoches, marionetes e cenários, construídos e confeccionados através das técnicas ministradas e que, ao final, poderão ser aplicados a outros projetos culturais. Objetivos gerais: Oferecer oficinas gratuitas, em módulo de 24 horas cada, de teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork, para 1.820 crianças, adolescentes e jovens (entre 12 a 17 anos), e ainda para educadores, em escolas das seuintes cidades: Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/RN e Barreirinhas/MA, além da cessão de equipamentos para os espaços escolares aonde acontecerão as formações. A proposta em oficinas de artes (teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork), com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados, tem como foco novas escolas (expansão). • Realização: 13 cidades do Nordeste e Norte; • Público: 20 pessoas por 7 atividades (total de 1.820 participantes entre 12 a 17 anos); • Duração total: 24 h; • Cessão de equipamentos específicos da atividade para cada espaço; • Período: 2020 e 2021; • Formato: visita de formação a cada cidade, distribuídas no período, de forma continuada; Oficina de Teatro Oficina de Teatro/Conteúdo programado: A prática teatral proporciona desenvoltura, desinibição, criatividade e desperta o interesse das crianças pelos temas abordados, além de cultivar a colaboração entre os participantes e exercitar a memória. Sendo assim, é um ótimo exercício de criação e convivência que reverbera em todas as áreas do conhecimento. Dia 1 • Oficina Jogos Teatrais: Através dos jogos teatrais e improvisação possibilitaremos aos alunos a vivencia do fazer teatral explorando a criatividade, a voz, o corpo tanto como atores como também expectadores. Dia 2 • Palestra A Contação de Histórias! como aliada do professor na sala de aula: Apresentada de forma performática, com cenas intercaladas, em uma forma de palestra/espetáculo, a atividade visa oferecer aos professores ferramentas para trabalharem a Contação de Histórias na Sala de Aula, apresentando subsídios práticos e teóricos sobre essa prática milenar. Dia 3 • Oficina A Contação de Histórias aliada ao Trabalho do Professor/Estudante/Ator: A oficina visa resgatar a oralidade utilizada pelos contadores de histórias para auxiliar no desenvolvimento do potencial criativo e expressivo do ator. O processo criativo se fortalece a partir do momento em que o ator se apropria das ferramentas do contador de histórias e dá vida a diferentes narrativas através do seu corpo e de sua voz. Conteúdos: Narração; Técnicas de Contação de História; Mobilização corporal; Foco; Ação e reação; Variação de movimento, velocidade e peso; Atenção; Ação vocal; Improvisação Teatral; Contra encenação. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Oficina Sensações Literárias: O teatro inspirado na literatura: Teatro e Literatura podem caminhar lado a lado, num encontro de saberes. O teatro é um instrumento para encontrar o outro. A Literatura apresenta o outro de diversas formas sendo todas elas construídas pelo imaginário do leitor. Essa oficina propõe exercitar possibilidades de transposição de situações literárias de contos da Literatura Brasileira para a cena teatral. • Oficina Construindo uma história: Grande grupo em círculo. O coordenador escolhe um jogador que iniciará contando uma história. A história pode ser conhecida ou inventada. Em qualquer momento na história, o coordenador aponta aleatoriamente para outros jogadores que devem ser imediatamente continuar a partir de onde o último jogador parou, mesmo que seja no meio de uma palavra. • Oficina Criando as próprias encenações: Colocar os professores e estudantes em contato com diversos livros de autores com estilos variados e observa o tipo de texto (tragédia, comédia, situações do cotidiano, mistério etc.) que mais chama a atenção do grupo. Em uma encenação, podem ser transmitidos conhecimentos culturais, históricos, científicos ou morais, por exemplo, mas eles não devem ser vistos como objetivo, e sim como consequência. O ideal é que os professores e estudantes se envolvam com a trama e os personagens e sintam prazer em representar. • Oficina Dramatizando fábulas: o teatro de fantoches: Recontar fábulas por meio do texto dramático; trabalhar expressão vocal e desenvolver habilidades manuais. • Oficina o teatro na sala de aula: Compreenda o modo de organização e a função social do gênero textual: “peças teatrais”; compreenda globalmente o texto lido; Use a língua de acordo com a situação focalizada, empregando os recursos linguísticos adequados. • Oficina Teatro Criação de Personagens: Compreender as múltiplas possibilidades de criação de um personagem; perceber seu corpo como ferramenta de construção de um personagem; Exercitar o trabalho corporal como impulso criativo; Estimular a criação de personagens próprias a partir das ferramentas estudadas. Unir todos os elementos trabalhados e criar uma apresentação teatral. Oficina de Teatro de Bonecos Oficina de Teatro de Bonecos/Conteúdo programado: A preocupação com o incentivo à leitura e o desenvolvimento da produção de textos mais criativos e com apropriação de um vocabulário mais rico, que tornam a leitura e sua própria produção pelas crianças de uma forma mais interessante e motivada, é a ação principal deste trabalho. Dia 1 • Palestras e dinâmicas sobre o Teatro de Sombras: No início de cada oficina será escolhido um tema que pode ser um poema, um texto de determinado livro, lendas tradicionais da localidade ou do folclore regional, o texto (fio narrativo condutor) também poderá ser construído durante a oficina, a partir da discussão com os participantes. Dia 2 • Oficina Teatro de Sombras: Da escolha do texto em conjunto com a turma, elabora-se o roteiro do texto trabalhado e extrapola-se o texto original pelo uso da imagem poética. Começa-se então a produção de desenhos, que ilustrarão a história. Dia 3 • Oficina Teatro de Sombras: os desenhos recortados e presos a hastes serão manipulados por trás de uma tela branca onde uma luminária gera a luz, projetando as imagens em sombras animadas. É importante escurecer a sala de aula para que o resultado da projeção das sombras crie a magia em cena. O teatro de bonecos desenvolve a criatividade, a desenvoltura e o espírito de equipe, além de proporcionar a interpretação e o aprendizado sobre os temas e histórias a serem adaptadas, o que reflete positivamente em outras disciplinas do currículo escolar. O Uso da técnica tem se mostrado eficaz meio de se alcançar um índice de leitores e usuários das bibliotecas dentro dos programas do Instituto Brasil Solidário -IBS. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Palestras e dinâmicas sobre o Teatro de Bonecos de Vara: No início de cada oficina será escolhido um tema que pode ser um poema, um texto de determinado livro, lendas tradicionais da localidade ou do folclore regional, o texto (fio narrativo condutor) também poderá ser construído durante a oficina, a partir da discussão com os participantes. • Oficina Teatro de Bonecos de Vara: para confecção dos bonecos utilizamos diversos materiais como: garrafas PET, embalagens de amaciante de roupas e outras com formas interessantes, retalhos de tecido, roupinhas, retalhos de lã, botões variados, cabos de vassoura de madeira, caixas de papelão de tamanhos diversos, cabaças e cuités. Oficina Teatro de Bonecos de Vara (Parte 2): Músicas serão escolhidas conforme as histórias, textos gravados ou narrados, sonoplastia utilizando instrumentos de percussão, apitos e guizos construirão a ambientação e cenários de todas as apresentações. Do material da Oficina, será construído um espetáculo, com ensaios, sendo a culminância do curso uma apresentação da peça para toda a comunidade. • Palestras e dinâmicas sobre o Teatro de Marionetes a Fio: No início de cada oficina será escolhido um tema que pode ser um poema, um texto de determinado livro, lendas tradicionais da localidade ou do folclore regional, o texto (fio narrativo condutor) também poderá ser construído durante a oficina, a partir da discussão com os participantes. • Oficina Teatro de Marionetes a Fio (Parte 1): para confecção marionetes a fio utilizamos diversos materiais como: garrafas PET, embalagens de amaciante de roupas e outras com formas interessantes, retalhos de tecido, roupinhas, retalhos de lã, botões variados, canos de pvc, fios de nylon e de caixas de papelão de tamanhos diversos, cabaças e cuités. • Oficina Teatro de Marionetes a Fio (Parte 2): Músicas serão escolhidas conforme as histórias, textos gravados ou narrados, sonoplastia utilizando instrumentos de percussão, apitos e guizos construirão a ambientação e cenários de todas as apresentações. Do material da Oficina, será construído um espetáculo, com ensaios, sendo a culminância do curso uma apresentação da peça para toda a comunidade. Oficina de Pintura e Desenho Oficina de Pintura e Desenho/Conteúdo programado: A arte na educação tem a qualidade de propiciar uma relação mais consciente do ser humano no mundo e para o mundo, contribuindo para a formação de indivíduos mais críticos e criativos que um dia, no exercício do seu papel de cidadão, atuarão para transformar a sociedade. Dia 1 • Oficina Fazendo Arte: Oferecer aos professores e estudantes a oportunidade de conhecer várias formas de Arte e com isso desenvolver a imaginação criadora, a percepção, fazendo aflorar a sensibilidade através da estética, destacando assim a contribuição afetiva e cognitiva para a expressão de adultos, crianças e adolescentes. Dia 2 • Oficina Educar por meio da Arte : Ampliar o repertório de leitura e construção de imagens por meio da leitura do mundo e das imagens da Arte, utilizando pinturas, livros, vídeos, slides, visitas a museus e galerias (visitas de campo) quando possível, ou filmagens são parte integrante desta oficina; Dia 3 • Oficina de Desenho e Pintura: Conhecer algumas técnicas de pinturas, como pintar na tela, na madeira, na pedra, no tecido, na parede e como misturar as cores e texturas diferentes. Observar a natureza como grande fonte que nutre as ideias, imagens e expressão do aluno. O objetivo é possibilitarmos aos alunos, um contato direto com a Arte do Desenho e da Pintura. O conhecimento da arte abre perspectivas para que o aluno tenha uma compreensão do mundo no qual a dimensão poética esteja presente: a arte ensina que é possível transformar continuamente a existência, que é preciso mudar referências a cada momento, ser flexível. Isso quer dizer que criar e conhecer são indissociáveis e a flexibilidade é condição fundamental para aprender. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Oficina Educar por meio da Arte (Módulo 2): Criação / Produção – O fazer artístico - Função estética. Apreciação significativa da arte e do universo a ela relacionado, leitura, crítica (nesse caso a linguagem não verbal). • Oficina de Desenho e Pintura (Módulo 2): Reflexão – o desenho como a mais antiga linguagem e a mais utilizada para contar a história da humanidade. Atividade - Desenho de Observação e Desenho de Memória. • Oficina de Pintura "Emplaque o Bem": Trabalho de desenho e pintura trabalhando o conteúdo do projeto “Emplaque o Bem”, produção de placas com palavras conceituais e afetivas que farão parte da decoração da Escola e da Comunidade. • Oficina de desenho de observação: esta atividade inicial está relacionada com a desconstrução das ideias pré-concebidas relativas ao desenho e com o abandono de vícios inerentes à sua construção. Muitas vezes os professores e alunos ganham certos “tiques”, que condicionam a construção do desenho, devido aos receios que têm em desenhar e ao medo de errar. O resultado é um desenho preso, enrolado e com um tipo de traço intermitente. Esta fase pretende exatamente que os professores e alunos se desprendam desses estereótipos, que soltem o traçado e aceitem o erro como um processo de construção do desenho. • Oficinas e dinâmicas sobre criatividade: através da observação e experiência pelas atividades e oficinas realizadas notou-se forte inclinação para o desânimo diante de trabalhos artísticos nas escolas parceiras. • Diante da constatação do descrédito das pessoas em relação à própria criatividade, sugerimos essa palestra. Iniciando com a “Dinâmica do Ponto”, que levanta uma primeira discussão sobre o assunto, são abordados tópicos como a criatividade diária, como surgem as soluções e como se desenvolve a imaginação e, consequentemente, a criatividade. · Pintura mural inspirada em música: A imaginação é estimulada ao unir música e artes visuais, proporcionando aos participantes uma vivência intensa e plena de descobertas. Com o intuito de fixar os resultados por mais tempo e instigar maior número de pessoas, apresenta-se a possibilidade da pintura mural, com o desejo de que os resultados ultrapassem os muros da escola e sejam multiplicados em todo o município; Oficina de Xilogravura Oficina de Xilogravura/Conteúdo programado: Iniciação à linguagem e às técnicas da gravura e xilogravura, sua discussão e prática enquanto linguagem artística introduzindo na comunidade escolar uma técnica tradicional, simples e econômica que pode ser utilizada didaticamente estimulando a imaginação e a criação e também como possibilidades de geração de renda. Dia 1 • Introdução à Xilogravura: esta atividade inicial está relacionada com a apresentação da evolução da história da gravura; conhecer algumas técnicas de impressão e de gravura; conhecer alguns gravadores e gravuras; ter conhecimento teórico e prático das xilogravuras de cordel, comercial e artística. Dia 2 • Oficina de Xilogravura (Módulo 1): sentir-se estimulado a produzir a partir da observação de desenhos e produção pessoal; produzir gravuras tendo como suporte a madeira. E por ser uma técnica simples e econômica, a xilogravura adapta-se bem ao ambiente escolar, proporcionando aprendizado na área de Artes, desenvolvendo a criatividade e a sensibilidade, e a possibilidade de integração com outras disciplinas com o História, Geografia, Física, Língua Portuguesa, entre outras. Dia 3 • Oficina de Impressão com a Xilogravura: Matriz em uma só cor: “claro e escuro”, colorido e texturas; Impressão de Gravura, cartaz, convites, cartões (material comunicativo). O processo de ensino/aprendizagem em arte-educação necessita integrar experiências coletivas, sociais e pessoais significativas que considerem os atores envoltos neste processo enquanto pessoas capazes de desenvolverem uma parceria rumo ao percurso artístico criador. Atentando-se ainda para o fato de que a arte interfere positivamente no desenvolvimento da cognição, na habilidade de solucionar conflitos, na facilidade de expressão, persistência, imaginação, criatividade, espírito de colaboração, cortesia, entre outros. Por ser uma técnica simples e econômica, a xilogravura adapta-se bem ao ambiente escolar, proporcionando aprendizado na área de Artes, desenvolvendo a criatividade e a sensibilidade, e a possibilidade de integração com outras disciplinas com o História, Geografia, Física, Língua Portuguesa, entre outras. Indo além do aprendizado desta técnica de impressão e estamparia é proporcionada a oportunidade de gerar renda para a escola e para a família dos alunos, além de estimular a imaginação e a criação. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Oficina Impressão alternativas com professores: desenvolver com os professores outras formas de trabalhar impressão sem o uso de ferramentas cortantes, para que também possam aplicar noções de xilogravura com os alunos mais jovens. As ferramentas de corte não são apropriadas para o desenvolvimento de trabalhos com crianças pequenas. Sendo assim, apresentam-se atividades alternativas de impressão, sem o uso dessas ferramentas como a impressão com: carimbos, utilizando vários materiais alternativos. • Oficinas de gravura (Módulo 1): proporcionam integração entre educação e cultura ao trazer o estudante para um espaço de convivência em ateliê onde as atividades de mandam a contribuição coletiva entre os participantes. As atividades oferecem diálogos com a produção artística e cultural, abordando aspectos teóricos e históricos da linguagem da gravura, bem como a demonstração dos procedimentos práticos. • Oficina utilizando o isopor para confecção da xilogravura: Utilizamos materiais de fácil acesso e que não causariam nenhum acidente para os alunos confeccionaram as xilogravuras. • Oficina de Xilogravura (Módulo 2): sentir-se estimulado a produzir a partir da observação de desenhos e produção pessoal; produzir gravuras tendo como suporte a madeira para estamparia em tecidos. · Oficinas de gravura (Módulo 2): Nesta etapa a “Oficina de Gravura” traz como proposta inicial o resgate e o fortalecimento da cultura local, suas tradições e paisagens, através da integração e valorização da Gravura como expressão artística. · Oficina Estamparia com Xilogravura: o aprendizado desta técnica de estamparia proporciona a oportunidade de gerar renda para a escola e para a família dos alunos, além de estimular a imaginação e a criação. Quando pintamos, desenhamos ou esculpimos realizamos uma obra única. O interessante da gravura é a possibilidade que ela oferece de ser multiplicada, ou seja, podemos obter cópias a partir de um único exemplar, como por exemplo utilizando as técnicas de impressão e estamparia. Oficina de Jogos Oficina de Jogos/Conteúdo programado: Por meio de jogos de tabuleiro (Piquenique) e cartas (Bons Negócios), implementamos conceitos culturais e de ludicidade na grade de educação local, promovendo reflexões sobre decisões de consumo - entre elas alimentação, sustentabilidade, finanças pessoais, mobilidade urbana e cidadania - para jovens a partir dos 6 anos, com uso de jogos de tabuleiro. Já com uso de cartas, provoca-se reflexões sobre aspectos negociação e habilidades de empreendedorismo e investimento, entre pessoas a partir dos 10 anos, incluindo reflexões sobre temas transversais diversos. Entre as estratégias com uso de jogos, são abordadas ainda temáticas de formação como: · Habilidades metacognitivas: são normalmente conceituadas como um conjunto integrado de competências para aprender e pensar. Incluem-se muitas das habilidades culturais necessárias para uma aprendizagem ativa: o pensamento crítico, o juízo reflexivo, a resolução de problemas e tomada de decisão sobre assuntos diversos. · Respeito e cooperação: o uso de jogos trabalha o espírito de coletividade e cooperação, e auxiliam no sentimento positivo entre as pessoas ou para uma entidade (como nação, religião, política, dentre outros) e também ações especificas e condutas representativas daquela estima. O respeito também pode ser trabalhado nas atividades, promovendo um sentimento específico de consideração pelas qualidades reais do respeitado seguindo-se as regras dos jogos e do grupo. Por meio de suas conexões locais e globais, o propósito dos jogos é promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas, garantindo economias estáveis, com foco em sustentabilidade, educação financeira, empreendedorismo de impacto e desenvolvimento econômico. Através do aspecto lúdico dos jogos, o aluno desenvolve habilidades para lidar com situações contextualizadas desde cedo, trabalhando habilidades de autocontrole, estratégia, planejamento, tomada de decisão, adiamento de gratificações e raciocínio lógico. O uso de jogos e ludicidade em escolas impacta diretamente no letramento, na matemática e outras matérias da grade escolar, além de contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais bem estruturada. Oficina de Musica Oficina de Música/Conteúdo programado: Acreditando que por meio da Educação Musical há a possibilidade de se proporcionar aos educandos a vivência com outros contextos socioculturais. Assim, estamos certos que a proposta da oficina servirá para desenvolver a autoestima, valorizar os dons apresentados para a musicalização e destaca-se ainda a oportunidade de ampliação da bagagem cultural com o aprendizado de músicas em outras línguas. Dia 1 • Oficina de Música (Módulo 1): proposta para ser executada nas oficinas como base a Educação Musical, abordando em diferentes graus os seguintes assuntos: composição, canto, instrumento e apresentações musicais. Dia 2 • Instrumento Musical "Vidro-Fone" (Parte 1): apresentando o instrumento vidro-fone, construir o instrumento reutilizando pedaços de vidro e carteiras escolares; criar a peça musical que será apresentada no final das oficinas. Dia 3 • Instrumento Musical "Vidro-Fone" (Parte 1): ensaios com o instrumento "vidro-fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das oficinas e da apresentação final. Entre as linguagens artísticas, a música é uma das mais acessíveis e presentes no cotidiano dos estudantes. A oficinas de música, tem um papel muito importante no contato da criança com esse tipo de manifestação cultural. Assim, garantimos que se tome consciência dos elementos que fazem parte da linguagem musical (o som e o silêncio, os diferentes timbres dos instrumentos, a noção de ritmo, etc. Temos por finalidade, oportunizar a aplicação dos conteúdos estudados durante as aulas e propor a vivência da interdisciplinaridade, alicerçada na habilidade de desenvolver uma aula interdisciplinar lúdica pedagógica que favoreça o aprendizado dos alunos. Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Oficina de Música (Módulo 2): proposta para ser executada nas oficinas como base a Educação Musical, abordando em diferentes graus os seguintes assuntos: composição, canto, instrumento e apresentações musicais. • Instrumento Musical "Garrafa-Fone" (Parte 1): apresentando o instrumento "garrafa-fone", construir o instrumento reutilizando garrafas de vidro e canos de pvc; criar a peça musical que será apresentada no final das oficinas. • Instrumento Musical "Garrafa-Fone" (Parte 2): ensaios com o instrumento "garrafa-fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das oficinas e da apresentação final. • Oficina de Música (Módulo 3): Nesta etapa trabalharemos com os três instrumentos construídos nas oficinas: vidro-fone, garrafa-fone e o tubo fone, além dos outros instrumentos e músicos convidados para participarem das oficinas. • Instrumento Musical "Tubo fone" (Parte 1): apresentando o instrumento "tubo fone", construir o instrumento reutilizando tubo de pvc de 100mm e chinelos (o instrumento é executado através de pequenas chineladas); criar a peça musical que será apresentada no final das oficinas. · Instrumento Musical "Tubo fone" (Parte 2): ensaios com o instrumento "tubo fone" junto com os outros instrumentos e músicos da comunidade convidados para participar das oficinas e da apresentação final. Oficina de Patchwork Oficina de Patchwork/Conteúdo programado: Diversas aptidões e habilidades socioemocionais conseguem ser aprimoradas pelas práticas da oficina, aonde abre-se um novo cenário incluindo a possibilidade de melhorar os índices de desempenho tradicionalmente avaliados e, ao mesmo tempo, promover as novas aprendizagens produzindo materiais para as atividades desenvolvidas na área de incentivo à leitura. Dia 1 • Oficina de Patchwork (Módulo 1): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a oficina e como estes materiais serão reutilizados para confecção das: tela para o teatro de sombras e tela para o teatro de fantoches. Dia 2 • Oficina de Patchwork (Módulo 1): confecção da tela para o teatro de sombras utilizando a técnica do patchwork. Dia 3 • Oficina de Patchwork (Módulo 1): confecção da tela para o teatro de fantoches utilizando a técnica do patchwork Entre as estratégias, são abordadas ainda temáticas como: • Oficina de Patchwork (Módulo 2): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a oficina e como estes materiais serão reutilizados para confecção dos: fantoches e dos aventais literários. • Oficina de Patchwork (Módulo 2): confecção dos fantoches utilizando a técnica do patchwork. • Oficina de Patchwork (Módulo 2): confecção dos aventais literários utilizando a técnica do patchwork. • Oficina de Patchwork (Módulo 3): apresentação e preparação dos diversos materiais que serão reutilizados durante a oficina e como estes materiais serão reutilizados para confecção das: sacolas e tapetes literários. • Oficina de Patchwork (Módulo 3): confecção das sacolas literárias utilizando a técnica do patchwork. • Oficina de Patchwork (Módulo 3): confecção dos tapetes literários utilizando a técnica do patchwork. 4- Estrutura programática dos seminários: Apresentação: Realizar treze seminários de intercâmbio cultural, de 4 horas cada, para 80 pessoas cada um, entre alunos e educadores dos municípios de Bragança/PA, Porto Nacional/TO, Jijoca de Jericoacoara/CE, São Gonçalo do Amarante/CE, Camocim/CE, Amontada/CE, Juazeiro do Norte/CE, Petrolina/PE, Tamandaré/PE, João Pessoa/PB, Serra do Mel/RN, Cerro Corá/RN e Barreirinhas/MA, evento esse que busca promover a troca cultural de saberes entre professores, gestores e alunos participantes sobre temas de relevância cultural abordados nas oficinas ministradas; Objetivos gerais: Realização de seminários de intercâmbio cultural. • Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; • Público: 80 pessoas por seminário (total de 1.040 participantes); • Duração total: 48 h; • Período: 2020 e 2021; • Formato: treze seminários, no início do projeto; Proposta do seminário Apresentação Institucional do Instituto Brasil Solidário - IBS Realizar um seminário que permita a discussão acerca da necessidade de fomentar esforços de articulação cultural, representa um elemento importante das pretensões do Instituto Brasil Solidário - IBS no âmbito da atuação por meio de escolas públicas. Essa articulação exige um diálogo interdisciplinar, ou seja, a integração entre diferentes campos do conhecimento e pressupõe sujeitos comprometidos com as investigações e as indagações acerca dos rumos da sociedade contemporânea e a difusão do conhecimento produzido no interior das muitas Escolas parceiras das ações do IBS. Desta forma, a realização deste evento é uma oportunidade importante para divulgar, refletir e discutir a cultura, o ensino, pesquisa e extensão, de modo a propiciar o debate de temas relevantes como leitura, meio ambiente, finanças pessoais, uso de jogos e integrar os diversos atores (agentes culturais locais, docentes, discentes, gestores, técnicos e comunidade em geral) pertencentes às instituições da região, tais como escolas, universidades, centros de formação cultural, entre outras. Além disso, nos seminários promovemos um espaço de construção de saber e desconstrução de práticas culturais, estabelecendo um espaço de troca de conhecimentos e experiências práticas entre a formação acadêmica e a comunidade local. Além de oferecer subsídios teóricos-metodológicos para agentes culturais diretamente envolvidos, potencializando de forma interdisciplinar o debate acadêmico-científico em torno da temática: “Cultura e Educação para Convivência Democrática – O Protagonismo Juvenil e o acesso à Cultura”. 5- Estrutura programática do ENCONTRO DE RESULTADOS: Apresentação: Realizar 1 encontro de resultados, ao final do projeto, na cidade de Jijoca de Jericoacoara/CE, evento esse que busca promover a troca cultural de saberes alcançados entre professores, gestores e alunos participantes sobre temas de relevância cultural abordados nas oficinas ministradas pelo proponente; Objetivos gerais: Realização de evento de debates acerca dos resultados alcançados. • Realização: 1 cidade do Nordeste; • Público: 150 pessoas (convidados selecionados); • Duração total: 7 dias, com carga horária de 10 h por dia); • Período: 2021; • Formato: 1 evento de resultados, com seminários e debates culturais, no final do projeto; Esse é um momento em que profissionais envolvidos partilham ideias, ensinam e aprendem na coletividade, com o propósito de promover o fortalecimento do processo cultural, por meio da análise dos indicadores - inclusive - educacionais, dos valores e da cultura das escolas e temáticas trabalhadas, como meio ambiente, história e cultura local, finanças pessoais e estratégias utilizadas nos processos e oficinas ministradas nas cidades atendidas pelo proponente no Plano Bienal. Trata-se de um espaço coletivo de organização da continuidade do trabalho cultural desenvolvido, que envolve professores e gestores em todas as escolas municipais e/ou estaduais e que, também, é aberto para os estudantes, as famílias e representantes das comunidades locais, incluindo-se o poder público. Além das apresentações e debates, inclui ações culturais diversas como resultados de teatro e música com alunos e comunidade (alcançadas nas oficinas com público local do proponente e previstas na realização do Plano Bienal), abertas ao público da cidade em que o encontro é realizado.
O Instituto Brasil Solidário IBS é uma OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Possui uma tecnologia social para o desenvolvimento local e territorial por meio da mobilização política e cidadã e ações em temas transversais, de forma empírica e em conjunto com atores diversos, entre esses: educadores, lideranças e gestores públicos, sempre em comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e que permitem ao beneficiado o empoderamento para multiplicar as ações em território. A tecnologia social é aplicada com o nome de PDE – Programa de Desenvolvimento da Educação, acontecendo sempre por meio de atividades culturais e práticas interdisciplinares realizadas, principalmente, com público escolar e nos espaços dessas escolas públicas. As iniciativas acontecem há 18 anos beneficiando simultaneamente educadores, coordenadores pedagógicos, gestores públicos, alunos e comunidade com influência direta em políticas públicas. As atividades serão supervisionadas por colaboradores do IBS, com ampla experiência e histórico de atividades culturais do tipo conforme documentação inserida no sistema Salic, devidamente comprovadas e com histórico de projetos junto ao sistema Salic, inclusive enquadrados no Artigo 18 da lei no. 8.313/91. Com a realização do presente Plano Bienal, pretende atender, entre 2020 e 2021: - 2.340 crianças, adolescentes, jovens e educadores de escolas públicas, em ações de capacitação e treinamento de pessoal; - Aproximadamente 2.000 pessoas, entre o público participante (plateia) das 13 mostras/ apresentações organizadas pelos beneficiários das ações de capacitação e treinamento de pessoal. Serão realizadas apresentações gratuitas ao final de cada jornada de aprendizado. As mostras integram o programa de capacitação e treinamento e são um momento no qual os beneficiários podem exibir os conteúdos aprendidos ao longo do projeto; - 150 participantes do Seminário; - Impressão de 1.000 livros de resultados; e - 1.040 pessoas, dentro das 13 palestras (contrapartida social). Propõe‐se para as ações de capacitação e treinamento de pessoal uma metodologia inventiva e sensitiva, ao unir vários métodos de estudos para se chegar a resultados eficazes. Para tanto, teoria e prática se misturam na sala de aula, e o aluno e educador são levados a “aprender vivendo”. A metodologia enquadra estratégias de ensino que deverão se adequar às condições socioeconômicas e culturais de cada grupo de alunos, pois se acredita que os sujeitos do grupo contribuem de maneira significativa no processo de desenvolvimento de aprendizagem de cada um. O objetivo dessa formação é preparar os participantes para o mundo, por meio do acesso à cultura e, acima de tudo, preparar agentes multiplicadores de saberes e potências. A atuação deles dentro das escolas e junto às suas comunidades é ponto fundamental na concretização desse objetivo e é acompanhada de perto pela coordenação pedagógica do projeto. Material didático Para atingir os seus objetivos o Instituto Brasil Solidário desenvolveu ao longo da sua história seu próprio material didático, disponibilizado gratuitamente, composto por apostilas, jogos de tabuleiro e/ou cartas e palestras que contemplam as etapas das atividades oferecidas. Pelo fato destas atividades acontecerem na maioria das vezes dentro de espaços escolares, são materiais pedagógicos criados para melhor atender às necessidades dos alunos e educadores de diferentes níveis de aprendizagem. Contemplam variadas técnicas, explorando diversos elementos culturais trabalhados historicamente pelo Instituto, ampliando a referência dos participantes com práticas sustentáveis e cuidado como meio ambiente, história e cultura local e boa utilização de recursos de forma a garantir o equilíbrio financeiro. 1. Ações de capacitação e treinamento de pessoal 1.1. Proposta de capacitação e treinamento de pessoal em manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura e formação de bibliotecas. - Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; - Público: 20 pessoas por atividade (total de 260 participantes); - Duração por cidade: 24 h; - Duração total: 312 h; - Doação de acervo (200 livros para cada espaço); - Período: 2020 e 2021 - Formato: 1 visita de formação a cada cidade, distribuídas no período, de forma continuada; As ações de capacitação e treinamento em manutenção de acervos e ações educativo-culturais para o incentivo à leitura tem como proposta possibilitar aos professores e alunos serem usuários competentes do acervo doado e fluídos na escrita e na leitura, capacitando-os para uma efetiva participação social e fazendo com que construam o hábito de ouvir e contar histórias e de sentir prazer nas situações que envolvem estas atividades literárias. As atividades acontecem de forma continuada e com aprofundamento dos assuntos, e abordam técnicas de mediação e contação, postura corporal e linguística, além de organizar, junto com os participantes, espaços literários aconchegantes dentro e fora da biblioteca, incluindo estratégias diversificadas que estimulem o prazer pela leitura literária. 1.2. Proposta de capacitação e treinamento em produção áudio visual (fotografia), com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados. Após o final da realização das atividades, os equipamentos adquiridos serão doados, via termos de doação, às escolas participantes como forma de multiplicação das atividades culturais levadas pelo projeto aos locais. - Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; - Público: 20 pessoas por atividade; - Duração por cidade: 24 h; - Duração total: 312 h; - Cessão de equipamentos específicos da atividade para cada espaço; - Período: 2020 e 2021; - Formato: 1 visita de formação a cada cidade, distribuídas no período, de forma continuada; As atividades de produção audiovisual têm como proposta ampliar o diálogo cultural por meio da fotografia, estabelecendo canais de comunicação para que as pessoas consigam se manifestar, expressar sua voz, “e edificar o que chamamos de ecossistema comunicativo”. Desenvolvemos nessas atividades um processo continuado, dinâmico e prazeroso que acompanha os fatos culturais do cotidiano para cada uma das linguagens. Além do impacto no processo pedagógico, as atividades trazem um contexto técnico e atualizado acerca dos diversos meios de comunicação. Após o final da realização das atividades, os equipamentos eventualmente adquiridos serão doados, via termos de doação, às escolas participantes como forma de multiplicação das atividades culturais levadas pelo projeto aos locais. 1.3. Proposta de capacitação e treinamento em artes (teatro, teatro de bonecos, pintura e desenho, jogos, xilogravura, música e patchwork), com cessão de equipamentos, e avaliação de resultados alcançados. - Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; - Público: 20 pessoas por 7 atividades; - Duração por capacitação: 24 h; - Duração por cidade: 168 h; - Duração total: 2.184h; - Cessão de equipamentos específicos da atividade para cada espaço; - Período: 2020 e 2021; - Formato: 1 visita de formação a cada cidade, distribuídas no período, de forma continuada. Estrutura programática simplificada das atividades de artes: Manter uma relação de proximidade e cooperação cultural, fortalecendo os vínculos com a arte e a responsabilidade no desenvolvimento cognitivo e no âmbito das habilidades socioemocionais, são alguns dos aspectos trabalhados nas atividades propostas. Contemplam variadas técnicas, de dinâmicas ao uso de jogos, explorando diversos elementos culturais trabalhados historicamente pelo Instituto, com sustentabilidade, história, cultura local e habilidades financeiras ampliando, assim, os referenciais dos participantes. Reaproveitando diversos materiais como retalhos de tecido e outros para criar fantoches, marionetes e cenários, construídos e confeccionados através das técnicas ministradas e que, ao final, poderão ser aplicados a outros projetos culturais. 1.4. Proposta de mostras gratuitas de resultados, com objetivos de potencializar a aprendizagem adquirida nas ações de capacitação e treinamento e formar plateia. - Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; - Duração por cidade: 3 h; - Duração total: 39 h; - Período: 2020 e 2021; - Formato: treze mostras, ao final das oficinas; 1.5 Registros videográficos - Realização: documentação das ações em várias cidades e atividades; - Duração total: De 3 a 5 minutos cada / formato digital; - Período: 2020 e 2021; - 13 Conteúdos a serem disseminados pela internet e redes sociais, em caráter irrestrito; 2. Seminário - Realização: 1 cidade do Nordeste ao final do projeto (Jijoca de Jericoacoara/CE); - Público: 150 pessoas (convidados selecionados), além de plateia da cidade; - Duração total: 70 h; - Período: 2021; - Formato: 1 semana de seminário e eventos culturais sobre os resultados alcançados nas ações de capacitação e treinamento; 3. Produção de livro bilíngue (inglês) impresso de caráter cultural, apresentando fotos dos locais e depoimentos dos beneficiários dos projetos e ressaltando tanto o aspecto natural bem como o trabalho e resultado das oficinas. - Realização: documentação das ações em várias cidades e atividades; - Quantidade de Páginas: 200; - Especificações: 23x32 cm, 4X4 cores, papel couché matte 240g - Acabamento: costura; verniz na capa e capa dura; - Tiragem de 1.000 exemplares; - Período: 2020 e 2021; - Distribuição totalmente gratuita em bibliotecas públicas, escolas e espaços culturais, além da possibilidade do download gratuito; 4. Palestras (contrapartidas): - Realização: treze cidades do Nordeste e Norte; - Público: 80 pessoas por seminário (total de 1.040 participantes); - Duração por cidade: 4h; - Duração total: 52 h; - Período: 2020 e 2021; - Formato: 1 evento de 4 h por cidade;
1. Plano Anual - Para o Plano Anual serão selecionados escolas e espaços para realização das atividades propostas, sempre com observação da acessibilidade como determinam as normas da ABNT NBR 9050. Em todos os locais onde as ações do projeto serão realizadas, os lugares à frente do palco ou da sala serão destinados às pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais possuem rampa, a fim de possibilitar à pessoa com deficiência se movimentar de forma independente e participar plenamente de todos os conteúdos oferecidos pelo projeto. Será realizada a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência cognitiva e física nas ações de capacitação e treinamento de pessoal previstos. Para a realização das ações de capacitação e treinamento de pessoal que formam a base do Programa selecionaremos locais que apresentem espaço livre de barreiras que possam impedir o acesso aos equipamentos ou tornem o caminho inseguro ou perigoso. Será dada preferência aos locais construídos e sinalizados como especificado na ABNT NBR 9050. 2. Seminário - Para a realização do seminário será selecionado um auditório/ espaço com observação da acessibilidade, bem como condições apropriadas de luminosidade, acústica e propagação de som, com amplificação sonora como determinam as normas da ABNT NBR 9050. Os lugares à frente serão destinados às pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais possuem rampa, a fim de possibilitar à pessoa com deficiência se movimentar de forma independente e participar plenamente de todos os conteúdos oferecidos pelo projeto. 3. Livro - Para o livro, em conformidade com o item 5.3.2.4 da ABNT NBR 9050, será disponibilizada uma versão on-line em formato digital que possa ser processado por sistemas de leitura e ampliação de tela, com as devidas proteções tecnológicas (codificação, cifragem ou outras). 4. Contrapartida Social - Os espaços destinados à realização de palestras apresentarão em observação da acessibilidade, condições apropriadas de luminosidade, acústica e propagação de som, com amplificação sonora, bem como correta disposição dos lugares, de forma a permitir: a) a visualização da interpretação do português oral para LIBRAS; e b) a audição da tradução de LIBRAS para a língua portuguesa, quando houver a participação de ouvintes. Será observado também se os locais possuem rampa, a fim de possibilitar à pessoa com deficiência se movimentar de forma independente e participar plenamente de todos os conteúdos oferecidos pelo projeto. O Instituto Brasil Solidário, por ser uma organização não governamental e que oferece serviços distintos das atividades desenvolvidas no ensino formal, não tem a obrigatoriedade deferida por Lei no tocante a matricula de aluno(as) com deficiência, no entanto, o IBS está comprometido com o pleno desenvolvimento da cidadania e do humanitarismo e compreende que, através da inclusão, a Instituição e seus colaboradores crescem enquanto seres humanos, cidadãos, profissionais e equipe. Assim o IBS apresenta uma proposta para integrar crianças e adolescentes com deficiência, a partir de um processo de seleção integrativo e em parceria com as escolas que recebem as atividades e que já trabalhem com tal público e, portanto, tenham mais experiência para auxiliar o Instituto, contribuindo com a inserção dos tipos de deficiências possíveis para cada atividade proposta.
Em acordo com o disposto artigo 21 da IN nº 02/2019: 1. conforme descrito no inciso III, serão disponibilizados na internet os registros fotográficos e audiovisuais dos resultados gerais e dos outros eventos de caráter presencial, como é o caso das palestras (em plataformas como Youtube e outras redes sociais do Instituto e de parceiros) em que os beneficiários diretos estejam envolvidos; 2. conforme descrito no inciso IV, será permitido também a captação de imagens das atividades e de espetáculos e sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 3. conforme descrito no inciso V, serão realizadas, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras e mostras, além da previsão do art. 22; e 4. conforme descrito no inciso VII, a realização está voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Destacamos, em acordo com o parágrafo segundo do artigo 22 da IN nº 02/2019, 100% dos beneficiários do projeto em ações formativas culturais são estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Por fim, no caso do produto cultural impresso constante da proposta (livro), destaca-se que no mínimo 20% será distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas, de acordo com o inciso I do artigo 21 da IN nº 02/2019, além de oferta para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.
Luis Eduardo Salvatore (proponente) – Função no projeto: direção geral Diretor Presidente do Instituto Brasil Solidário, formado em Direito pela Universidade Mackenzie de São Paulo, graduado em fotografia junto a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie e Foto Cine Clube Bandeirante de São Paulo. Realizou, entre 2001 a 2017, exposições individuais e coletivas de fotografia em São Paulo, além de coordenar centenas de oficinas de educomunicação com ênfase em fotografia, jornal, vídeo e rádio e produzir imagens para veículos de comunicação e empresas como Editora Abril, Banco de Imagens Pulsar, Trilha Brasil Comunicação, Casas Bahia, Rally Internacional dos Sertões, Havaianas, Kodak Professional, entre outras. Autor dos livros “O Brasil na Visão do Brasileiro”/Editora Lar; “Caminhos de um Brasil Solidário”/Editora Melhoramentos e ganhador de prêmios como Empreendedor Socioambiental Folha/Schwab 2015; 2010/2011 – Prêmio Jovem Brasileiro e 2007 – JCI TOYP – Premiação Mundial para Jovens Empreendedores de Destaque. Prêmio da JCI (Junior Chamber International) por liderança humanitária e voluntariado; 2019 em reconhecimento à histórica atuação em âmbito social e educacional no Brasil, o Instituto Brasil Solidário foi escolhido pela Câmara de Comércio Brasil -EUA, para receber a premiação “Pessoa do Ano” na categoria Responsabilidade Social 2019 – Brazilian American Chamber Of Commerce, em Nova York, EUA; 2018 - Instituto Brasil Solidário foi reconhecido como uma das 100 Melhores ONGs do Brasil. Em 2005 participou da fundação do Instituto Brasil Solidário, onde exerce a função de Diretor Presidente e de relacionamento de captação para patrocinios, desde então. Atuará na coordenação geral do projeto, realizando ações em campo na área de produção audiovisual, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação geral das oficinas. Função no projeto: direção geral. Danielle Haydée Salvatore – Função no projeto: produtora. Diretora administrativa-financeiro do Instituto Brasil Solidário, formada em Direito pela USP – Universidade de São Paulo e certificada PMD PRO em gestão de projeto do setor de desenvolvimento. Consolida 19 anos de em cargos de coordenação e gestão em empresas privadas e organizações sociais; 17 anos de experiência em gestão de projetos de Investimento Social, Desenvolvimento Local e Relacionamento com Comunidades; 15 anos de elaboração e execução de capacitações em áreas transversais e direcionamento às políticas públicas; 20 anos de experiência em Administração e Planejamento Financeiro; e 6 anos desenvolvendo e coordenando projetos de Estudos e Pesquisas em campo ligadas a ações sócio ambientais. . Em 2005 participou da fundação do Instituto Brasil Solidário, onde exerce a função de Diretora Financeira e de relacionamento de captação para patrocinios, desde então. Atuará na coordenação administrativa e financeira do projeto, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Bernardo de Faria Rohrmann – Função no projeto: oficinas de artes – oficina de teatro e grupo teatral; sonorização. Sócio proprietário do Teatro de Bonecos de Tiradentes/MG, Diretor da Casa de Bonecos, mestre em teatro de bonecos graduado em Artes Plásticas pela Fundação Escola Guignard em Belo Horizonte, e especialização em Teatro de Marionetes no Instituto Internacional da Marionete em Charlleville – Mézière, França. Possui curso de Musicalização na Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte/MG, e desenvolveu espetáculos em território nacional para a Companhia Ensaio Aberto, Temporada no Centro Cultural do Banco do Brasil/RJ, Circo Fellini – Exposição de marionetes em homenagem a Frederico Fellini – Centro Cultural da Justiça Federal/RJ, Criação, confecção e manipulação de marionetes para o videoclipe “Olhos Certos” (indicação de melhor clip Prêmio Multishow e MTVB ) do grupo Detonautas – Warner, confecção de bonecos de vara e direção do espetáculo “O Rei de Quase Tudo” para Mil Produções – Belo Horizonte, Apresentação na reinauguração do Teatro Municipal de São João Del Rei. Participação na Ação Social do Rally dos Sertões, junto a ong “Instituto Brasil Solidário”, de 2004 a 2011 com apresentações do espetáculo itinerante “Marionetes a Fio” com público estimado em 15.000 crianças pelos estados Goiás, DF, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Pernambuco, ministrando workshop de construção e manipulação de bonecos. Entre outros espetáculos, possui ainda apresentações e oficinas em 11 cidades com o projeto “Domingo no Interior” aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pela ArcelorMittal, entre junho e dezembro de 2008, confecção e manipulação do “gigante” Grande Otelo, para o cortejo de abertura do 22º Inverno Cultural da UFSJ, 2009, aresentações em Belo Horizonte com o projeto “O Construtor do Imaginário” aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura e patrocinado pela ArcelorMittal, em abril e maio de 2011, apresentações do espetáculo Santo “Seu” Hilário, aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pela ArcelorMittal em Belo Horizonte, Tiradentes, Juiz de Fora, João Monlevade, Diamantina de outubro de 2011 a julho de 2012 e Projeto de circulação do espetáculo Santo “Seu” Hilário, aprovado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocínio Vallourec, com realização em 2013/2014/2015/2016 e 2017. Atuará na área de artes, dentro das atividades de teatro, realizando ações em campo, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Daniele Rodrigues - Função no projeto: arte educadora. Atriz, com mais de trinta anos de carreira, natural de Curitiba, Paraná, Daniele Rodrigues iniciou sua trajetória artística aos nove anos de idade, interpretando a Narizinho do Sítio do Pica-Pau-Amarelo, na Rede Globo de televisão. Formada em artes plásticas e Dramáticas, cursou Artes Cênicas no CPT (Centro de Pesquisas Teatrais) sob a direção de Antunes Filho, e também no Teatro Escola Macunaíma, em São Paulo. Participou ainda de uma série de cursos, oficinas e workshops com conceituados profissionais da área de formação corporal, vocal e demais técnicas para atores. Em 2009, criou e produziu o projeto InConto Marcado! Espetáculo baseado em dois contos da literatura brasileira, Fio após Fio (Marina Colasanti) e Brejo das Flores (Luís Jardim). Possui um condão educativo de incentivo à leitura. Vencedor do “Prêmio Funarte de Circulação Literária – 2010”, circulou por 7 municípios, no Estado do Ceará e do Tocantins, atingindo um público de 10 mil pessoas. Atualmente se dedica profissionalmente a atividades em contação de histórias e formação de educadores para o hábito da leitura. Atuará na área de mediação de leitura, realizando ações em campo na área de incentivo à leitura e contação de histórias, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. João Victor Macul - Função no projeto: arte educador. Graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Positivo, em Curitiba-PR e especialização em Direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema, no Canadá. Entre diversos trabalhos e cursos, destacam-se o curso “Iluminando para o Digital”, ministrado por Carlos Ebert, Curso “Transmedia Storytelling” na ESPM/SP, Curso “Iniciação à Cinematografia Digital”, ministrado por Carlos Ebert e Curso de fotografia profissional, pela Universidade Positivo. Responsável por oficinas de vídeo e fotografia em cidades brasileiras junto ao Instituto Brasil Solidário, assistente de fotografia e câmera pela produtora Atomic Tangerine, em Curitiba, operador de câmera da WTF filmes e autor dos projetos autorais em audiovisual: direcão do Curta “8 Focus” co-direção do curta “O mundo dos outros”; série de entrevistas sobre Transmedia Storytelling; direção de fotografia do curta “O filho único”, co-direção dos curtas de lançamento da produtora NÔMADE e do vídeo documental “On the Way to Atacama”. Atuará na área de produção audiovisual, realizando ações em campo na área, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Alda Beraldo - Função no projeto: arte educadora. Formada em Letras (USP), com especialização em alfabetização (IVC). Formadora da CE CEDAC há 14 anos, atuou em vários Estados do Brasil presencialmente. Atuou como formadora do curso a distância Itinerários Literários Virtuais (Guimarães Rosa e Marina Colasanti) pela CE CEDAC. Publicou as obras Beije-me (novela infanto-juvenil, prêmio APCA) e Trabalhando com Poesia, (v.1 e 2 Ed. Ática). Atuou como formadora na Cidade Escola Aprendiz, realizando vários cursos com jovens, sistematizados em publicações: Expressões digitais: língua, mídia e responsabilidade social no ensino médio; Eu escrevo, alguém responde (oficina de letras e palavras), em parceria com Secretaria de Estado da Cultura e Ministério da Justiça. Participou da equipe de elaboração do material adaptado para o Brasil, Myra, juntos pela leitura – programa inspirado no Lecxcit – Leitura para o êxito escolar (Catalunha), parceria CE CEDAC e Fundação SM. Colabora com resenhas e leituras críticas na revista digital Emília - revista independente criada para contribuir com a formação e atualização permanente de todos aqueles que trabalham com o livro e a leitura. Zenaide Campos Farias – Função no projeto: arte educadora. Professora da rede municipal de ensino, gestora escolar e gestora de bibliotecas, com curso de magistério pelo Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy- IFESP, acumula ampla experiência em campo, atuando como professora da rede em Natal/RN. Dentro do Instituto Brasil Solidário, atua desde 2009 como arte educadora em atividades de mediação de leitura, formação e organização de bibliotecas, oficinas de educação ambiental (trabalhando a reutilização de materiais para ambientação dos espaços escolares e bibliotecas), além palestrante em seminários sobre técnicas de incentivo à leitura. Participação em eventos como: Seminários Prazer em Ler, em Natal/RN, edições de 2009 a 2015, oficinas de Mediadores de Leitura promovidos pela SME, Natal/RN, participação entre os anos de 2008 e 2015, FLIN- Festival Literário de Natal, Natal/RN, nos anos de 2013 a 2015, seminário Conversas ao Pé da Página-2014, São Paulo/SP, oficina de Conversas ao Pé da Página, Itinerários leitores para as primeiras idades - Cristina Correro em São Paulo/SP, oficina Conversas ao Pé da Página, Ritmo e estilo: descobrindo como funciona o álbum ilustrado - Anna Castagnoli, oficina Conversas ao pé da Página- Conversas na Biblioteca Monteiro Lobato, com Teresa Colomer e Gabriel Pacheco, em São Paulo/SP e oficinas do Projeto Boca do Ceú - Encontro Internacional de Contadores de Histórias, em São Paulo. Carolina Lopes – Função no projeto: arte educadora. Formada em Comunicação Social, Universidade Anhembi Morumbi (1994) e especialização com os seguintes cursos: curso de Design Gráfico, sob orientação de Ricardo Ribenboim, Museu de Arte Contemporânea MAC-SP, Curso Básico de Fotografia, sob orientação de Wladimir Fontes, Oficina Cultural Oswald de Andrade, A Fotografia e o Espaço (oficina), sob orientação de Celina Yamauchi, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Curso de gravura, sob orientação do Prof. Dr. Evandro Carlos Jardim, Sesc Pompéia, Aluna-ouvinte da disciplina de pós-graduação da ECA-USP “A Imagem Fotográfica: história e estética”, Profª. Drª. Annatereza Fabris, Curso de Xilogravura Japonesa, sob orientação da Profª. Drª. Madalena Hashimoto, Museu Lasar Segall (2002), Oficina de xilogravura no cordel, sob orientação de José Lourenço e Francorli, Editora Cortez, Aluna-ouvinte da disciplina de pós-graduação da ECA-USP “Prática de gravura em metal”, Prof. Dr. Evandro Carlos Jardim, aluna especial da ECA-USP “Arte-educação e Museologia: Introdução ao Estudo da Apreciação Estética em Exposições”, Profª. Drª. Maria Christina de Souza Rizzi, Artista residente no ateliê de gravura do Centro Frans Masereel, Bélgica, Curso para Professores do Programa Impaes, Instituto Tomie Ohtake, Curso de Cultura japonesa com ênfase na estética, Profª. Draª. Michiko Okano, Instituto mokiti Okada (2009). Responsável por oficinas de desenho, estamparia, xilogravura e pintura em cidades brasileiras junto ao Instituto Brasil Solidário. Atuará na área de artes, realizando ações em campo, design gráfico e funções administrativas, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Rociania Barreto Cavalcante - Função no projeto: arte educadora. Licenciada em Geografia e História pela Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, professora da rede pública de ensino de Crateús/CE, Especialista em Mídias na Educação pela Universidade Federal do Ceará. Mestranda em Ciências da Educação pela Universidade de Integração das Américas (2017), atualmente desenvolve atividades de monitoramento e avaliação de projetos no Instituto Brasil Solidário, ministrando cursos de arte e educação, relacionada a área de educação ambiental. Tem experiência na área de educação social, arte e educação, coordenação pedagógica, gestão escolar, coordenação de projetos e educação ambiental. Jefferson Maciel – Função no projeto: arte educador. Possui graduação em Pedagogia DOCÊNCIA E GESTÃO pela Universidade do Estado da Bahia (2008), Licenciado em História pela Faculdade de Ciências da Bahia. Especialista em Gestão Escolar e Metodologia do Ensino Superior. Atualmente é Coordenador Pedagógico da Rede Municipal de Educação, atuando no Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira. É professor de história concursado da ESCOLA MUNICIPAL ANTÔNIO MARCULINO VIEIRA em Lapão/BA, foi professor durante 14 anos no Município de Central/BA. Desde 2012 atua na área de Educomunicação no Instituto Brasil Solidário (OSCIP) e como coordenador da Equipe de Educomunicação da Escola Municipal Luiz Viana Filho. Tem experiência na área de História, Gestão de Organizações Educacionais e Coordenação Pedagógica. Atuará na área de coordenação pedagógica e produção audiovisual, realizando ações em campo na área, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Lourivan Tavares de Souza - Função no projeto: arte educador. Licenciado em música pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/RS), especialista em alfabetização e letramento pela UNILATUS, e cursos de especialização junto a AABB Formação continuada do Programa Integração, Relações Sociopolítico administrativo e Relações Políticas, Diversidade no Processo educativo e Relações Sócio Ambientais, coordenador do projeto de musicalização da proposta pedagógico do programa Integração AABB Comunidade em Irece/BA. Com atuação junto ao Instituto Brasil Solidário em oficinas de música e construção de instrumentos alternativos, atuará na área de artes, dentro dos projetos de música, realizando ações em campo na área, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Levina Borges – Função no projeto: arte educador. Gestora do Projeto Social “Brava Gente Oficina de Arte”, na cidade de Lençóis/BA, projeto criado para desenvolver práticas sustentáveis no município de Lençóis, incluindo o reaproveitamento de resíduos sólidos gerados no município e a manipulação do conhecimento, agregando valores de responsabilidade social e ambiental à parceiros locais, incluindo o Instituto Brasil Solidário, aonde ministra oficinas desde 2010. Autodidata em artesanato, com 30 anos de práticas em máquina de costura simples e industrial, artesanato em tecido, biscuit, pintura em tela, produção artesanal de bonecos e adornos em pano, artesanato em feltro; pintura em tecido; ponto cruz, bordado a máquina, bordado a mão, tricô, crochê, artesanato com materiais reciclado, bordado com fita e bijuteria. Tem como objetivo oferecer oficinas práticas de geração de renda privilegiando a construção de objetos produzidos com materiais reaproveitados, evidenciando o critério da sustentabilidade. Atuará na área de artes, realizando ações em campo na área, além de reuniões para orientação das equipes locais e preparação das oficinas. Régea Coelho - Função no projeto: professora Graduada em Licenciatura em Letras – Habilitação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. UEMA – Universidade Estadual de Maranhão, Pós Graduada em Psicopedagogia na Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo, Pós Graduada em Gramática e Literatura Brasileira no IESF - Instituto Superior Franciscano. São Luis/MA, educadora e gestora escolar da cidade de Nova Iorque/MA ministrando aulas de Língua Portuguesa, para alunos de Ensino Fundamental e Médio, Monitora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI e cursos em organização de bibliotecas e contação de histórias, Pró Letramento – Alfabetização e Letramento – Formação Continuada de professores dos anos iniciais de Ensino Fundamental. Vicente Melo - Função no projeto: coordenador pedagógico Professor, psicólogo clínico, atua na área de Coordenação pedagógica, leciona em curso técnico com disciplinas voltadas a psicologia, natural de Fortaleza, Ceará. Iniciou sua trajetória na educação aos 18 anos de idade, onde foi monitor de teatro no Mais Educação do Governo Federal, esteve três anos como professor polivalente nos anos iniciais de uma escola da rede municipal de Cascavel-Ce. Graduado em psicologia e pedagogia, pós graduando gestão escolar e Saúde mental e atenção Psicossocial, possui formação em Libras pelo Centro de Referência em Educação e Atendimento Especializado do Ceará (Creaece), trabalhou na execução e coordenação de projetos culturais promovidos pela Secult-Ce. Além dos nomes apresentados, outras pessoas atuarão no projeto em âmbito de assessoria de imprensa, design gráfico, estágio e assistentes de produção.
Retornado para iniciar análise técnica após análise financeira.