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Realização gratuita de oficinas de experienciação cultural (ações educativo-culturais), por meio do contato com o legado da imigração alemã, especialmente a lenda do Tiltabbes, buscando o diálogo com a diversidade. A vivência da experiência da busca pelo Tiltabbes junto à natureza, conhecendo a diversidade da flora e da fauna, a atenção à tradição da oralidade e a consequente ampliação do repertório imaginário, despertando o interesse e o respeito por lugares e modos de vida, promovendo a convivência democrática com vistas a construção de uma cultura da paz. O projeto prevê oficinas semanais com turmas de alunos das redes de ensino locais e arredores. Como produto de contrapartida social, o Projeto prevê a realização de palestras para professores e alunos das redes de ensino, sendo no mínimo 50% para a rede pública de ensino, sobre a importância da tradição oral e a experiência realizada pelo projeto, assim como a apresentação de seus resultados.
Produto Principal: Ações educativo-culturais O Projeto Tem Tiltabbes na Arca de Noé? prevê a realização de ações educativo-culturais por meio de oficinas sobre a lenda do Tiltabbes, um legado da imigração alemã na região de Morro Reuter/ RS, em diálogo com a diversidade cultural. A vivência da experiência da busca pelo Tiltabbes junto à natureza, conhecendo a diversidade da flora e da fauna, com atenção à tradição da oralidade e a consequente ampliação do repertório imaginário, despertando o interesse e o respeito por lugares e modos de vida. O projeto prevê oficinas semanais com turmas de alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), das redes de ensino da cidade de Morro Reuter e arredores. Contrapartida Social: Palestras As palestras serão para professores, alunos e equipes pedagógicas de instituições públicas de ensino, da região atendida pelo produto principal, que abordarão a realização do Projeto Tem Tiltabbes na Arca de Noé?, enquanto proposta estético-cultural, seus objetivos e resultados, como forma de fomentar ações educativo culturais que venham a contribuir com a qualificação da aprendizagem pela via da cultura. § 1º do artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: serão realizadas ações formativo culturais, palestras, a pelo menos 10% do público previsto no plano de distribuição (180 pessoas), sendo todos de acordo com o § 2º do mesmo artigo, professores de instituições públicas de ensino. A programação pedagógica da Palestra está descrita no campo DETALHES TÉCNICOS - DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO.
Objetivo Geral: Preservar a tradição da oralidade legada pela imigração alemã na região de Morro Reuter / RS, e promover a experenciação cultural da lenda do Tiltabbes, com a atualização/tradução dessas referências com vistas ao alargamento do repertório imaginário e consequentemente, da experiência cultural. Objetivos específicos: Promover visitas semanais, de um total de 1064 alunos das redes de ensino, orientadas à experienciação da lenda do Tiltabbes, junto ao mantenedor de fauna Arca de Noé em Morro Reuter / RS; As visitas dos 1064 alunos, orientadas à experienciação da lenda do Tiltabbes, visam: Reconhecer na tradição oral, no legado cultural dos imigrantes alemães, na sua relação com o contexto socio-ambiental, subsídios para ler o mundo; Identificar a diversidade de animais reais da Arca de Noé e o caráter fantasioso do Tiltabbes; Relacionar o animal fictício à diversidade da fauna e da flora locais, expandindo o imaginário e fomentando a criatividade; Valorizar a finalidade social da tradição oral, da imaginação e da cultura; Promover palestras, como contrapartida social, para 106 professores e equipes pedagógicas das redes públicas de ensino.
Este Projeto é uma iniciativa do Instituto André Rafael Bundchen, protegendo e promovendo a tradição oral da colonização alemã no ambiente natural da região onde esta etnia se estabeleceu, no intuito de reconhecer na tradição oral, no legado cultural dos imigrantes alemães, na sua relação com o contexto socio-ambiental, subsídios para a criança ler o mundo. A locação escolhida para o desenvolvimento do projeto é uma propriedade particular constituída pela Mata Atlântica, que há 20 anos abriga animais provenientes de apreensões do IBAMA, conhecida como Arca de Noé, um mantenedor de fauna. A propriedade não é aberta à visitação pública, mas recebe pesquisadores de diversas universidades, que tem artigos publicados em revistas nacionais e internacionais, assim como trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Considerando o potencial cultural da combinação entre o legado da tradição oral da região com o patrimônio natural do mantenedor de fauna, ambos, no momento caindo no esquecimento ou subutilizados, recorre-se ao mecanismo de incentivo a projetos culturais a fim de oportunizar gratuitamente à comunidade escolar regional, por meio das oficinas, a ampliação do seu repertório cultural. Entende-se que a presente proposta se enquadra na íntegra dos incisos do Art.1º da Lei 8313/91, tendo em vista que propõe o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais da região colonizada por imigrantes alemães; protege as expressões culturais dos grupos formadores da comunidade local, responsável pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade; preserva bens materiais (naturais) e imateriais do patrimônio cultural regional; desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, ao perceber a origem dos imigrantes e sua importância na formação da sociedade regional, assim como a possibilidade de internacionalização dessa experiência; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, por meio da tradução da tradição oral na sua relação com o meio, potencializando o conhecimento e a consequente ação social; prioriza o produto cultural regional e o coloca em diálogo com a diversidade. Entende-se ainda, que a utilização de recursos incentivados, permite que se considere as finalidades da Lei 8313/91, no que tange ao atendimento do objetivo de incentivar a formação e fomento à produção cultural, por meio das oficinas de experienciação da tradição oral, como congênere da realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas; a preservação e difusão do patrimônio cultural, por meio da proteção do folclore e das tradições populares regionais; e, ao estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, por meio da realização gratuita e pública das oficinas. Desta forma, justifica-se ainda, a pertinência do conteúdo da proposta conforme segue. Na tradição oral legada pela imigração alemã na região de Morro Reuter / RS, habita o Tiltabbes. Ele é uma entidade folclórica, uma criatura mítica, um animal fictício que habitava as florestas na Alemanha. Segundo as variantes da lenda, seu corpo é composto de várias partes de animais, como asas, galhadas e penas, todas ligadas ao corpo de um pequeno mamífero. Tem diferentes denominações conforme a região da Alemanha e no Brasil remanescem diferentes grafias (Thiltapes, Tiltabbes, Dilldapp). Entre os descendentes de imigrantes a lenda agrega a oralidade com a experiência, pois os desavisados eram convidados a "caçar" o Tiltabbes, o que ocorreria à noite, no mato. O "caçador" levaria consigo um saco com o qual deveria capturar o animal, o que lhe renderia fortuna. Logo o "caçador" se daria conta de que havia sido feito de tolo em uma zombaria, entretanto, o ocorrido tornava-se motivo de confraternização e de novas histórias a serem partilhadas pela comunidade. Ocorre que hoje a lenda anda um tanto esquecida e raras são as caçadas ao Tiltabbes, assim, no intuito de manter e atualizar a tradição, e ainda fomentar o imaginário de crianças e adolescentes, aumentando seu repertório cultural, propõe-se ações educativos-culturais, de experienciação da oralidade em contato direto com a natureza. Na cidade de Morro Reuter há um lugar chamado Arca de Noé, um mantenedor de fauna, em uma área de 3 hectares, no final da Mata Atlântica, com cerca de 600 animais recebidos de apreensões do IBAMA, oriundos dos mais diversos lugares do Brasil. Isso tudo faz com que a Arca de Noé seja o local perfeito para se procurar o Tiltabbes, ou melhor do que isso, encontrar a fortuna de conhecimentos e imagens para ampliar o repertório imaginário e cultural. Cada criança ou adolescente que tiver a oportunidade de ter essa experiência, terá elementos para criar o seu Tiltabbes, ou seja, preservar a lenda e transformá-la na sua versão, assim como conhecer o ambiente natural com vistas a preservá-lo. A realização do Projeto proposto tem como critérios básicos, a integração entre culturas e a promoção da convivência democrática para uma cultura de paz.Os laboratórios experienciais terão por base o contexto da imigração alemã no município, guardadas as peculiaridades do entorno, e o contexto que envolve o acolhimento da diversidade de animais no criadouro. As referências aos aspectos da influência da imigração alemã, a tradição oral e especificamente a lenda do Tiltabbes serão abordadas no sentido da tradução cultural (SANTOS, 2010), relacionando tais aspectos a diversidade formadora da comunidade local, da fauna e da flora, todos como constituientes do meio ambiente. A abordagem junto ao ambiente natural promove não só a apreensão da lenda enquanto legado da tradição oral da imigração, mas a experiência física, lúdica e interativa entre a lenda e o meio ambiente, potencializando o conhecimento e o imaginário e provocando a reflexão sobre a preservação tanto do legado oral, quanto do ambiente natural. Os profissionais responsáveis pelo atendimento do público alvo são graduados e/ou com experiência e vivência da cultura alemã, e específicas nas questões ligadas aos animais e ao ambiente da Arca de Noé. Estes profissionais serão acompanhados pela coordenação do projeto, com quem farão o planejamento das atividades e avaliação periódica. Será estimulada a produção de trabalhos interdisciplinares pelos alunos participantes do projeto, que serão recebidos e utilizados nas avaliações periódicas, assim como divulgados nos canais de comunicação do Projeto.
. O proponente, Instituto André Rafael Bundchen, assim como seu representante legal, Christian de Almeida Thomas, não receberão remuneração por nenhum serviço.
O Projeto Pedagógico completo das Oficinas (ações educativo-culturais) - nos termos do artigo 22 da IN nº 02/2019, encontra-se como documento anexado da proposta, na opção "informações adicionais".
ACESSIBILIDADE Produto principal: Ação educativo-cultural A acessibilidade para o público em geral é garantida por meio da gratuidade das atividades. Em conformidade com a legislação, o local escolhido será adaptado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Haverá monitores treinados para acompanhar o deslocamento e realização das atividades propostas. As adaptações locais serão realizadas de acordo com a legislação e orientadas pelo PPCI do Corpo de Bombeiros. O local e as atividades serão adequados para o deficiente visual e auditivo, estando prevista a contratação de áudio-descritor e tradutor de libras. As ações de acessibilidade estão previstas no orçamento analítico do projeto. Contrapartida Social: Palestras A acessibilidade para as palestras é garantida por meio da gratuidade da atividade, e realizada em ambiente escolar, na rede pública de ensino do município de Morro Reuter, cidade sede das oficinas do produto principal. Estes espaços, de acordo com a legislação e PPCIs, já contam com as adaptações de acessibilidade e inclusão para o atendimento do público escolar, no caso, para professores e alunos das redes de ensino, sendo no mínimo 50% para a rede pública de ensino, estando prevista a contratação de áudio-descritor e tradutor de libras.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Produto Principal: Ação educativo-cultural | Oficinas O PROJETO PEDAGÓGICO COMPLETO DAS OFICINAS (ações educativo-culturais) - nos termos do artigo 22 da IN nº 02/2019, ENCONTRA-SE COMO DOCUMENTO ANEXADO DA PROPOSTA, NA OPÇÃO "INFORMAÇÕES ADICIONAIS". Inciso I / do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: as atividades propostas são integralmente (100%) gratuitas. Inciso II / do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: o projeto prevê acessibilidade à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Inciso III / do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: serão disponibilizados na internet os registros audiovisuais das atividades. Inciso VII / do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: a realização da ação cultural é voltada ao público infantil e infanto-juvenil.
DIRIGENTE DO INSTITUTO ANDRÉ RAFAEL BUNDCHEN: Christian de Almeida Thomas – Pós-graduado em Poéticas Visuais e graduado em Artes Visuais pela Universidade Feevele, é fundador, e dirigente do Instituto André Rafael Bundchen desde 2013. É presidente da entidade, na qual desenvolve trabalho voluntário, participando de reuniões de diretoria, promoções, palestras, responsabilizando-se pelo processo decisório e acompanhamento administrativo, técnico, financeiro e avaliação das atividades e projetos, à frente da equipe técnica. Profissionalmente é diretor da empresa STUDIO 10, em Novo Hamburgo-RS, desde 2008, onde desenvolve pesquisa e desenvolvimento de produtos. Hebe Arajuiara Vetter Cardoso: Doutora em Diversidade Cultural e Inclusão Social, Feevale - Universidade de Coimbra. Mestre em Processos e Manifestações Culturais e Graduada em Artes Visuais. Membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais do Município de Campo Bom. É consultora independente de projetos de culturais e produtora cultural. Corrdenadora do Projeto. Anna Augusta Moraes de Oliveira Schunemann: Pedagoga graduada pela Rede Metodista de Educação do IPA, Porto Alegre -RS. Realizou cursos de extensão nas áreas de literatura infanto-juvenil (2016), teoria e prática na educação infantil (2017), autismo e inclusão (2018). Tem experiência na organização de atividades com alunos, na rotina escolar e reuniões pedagógicas. Pedagoga do Projeto. Jackson Müller: Doutor em ecologia, graduado em biologia pela UNISINOS. Foi Diretor e Secretário do Meio Ambiente nos municípios de Estância Velha (1993-1996) e Novo Hamburgo (1997-2005). Atuou como Diretor Técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental - FEPAM (2005-2007). Foi Assessor de Meio Ambiente da Federação das Associações de Municípios do RS - FAMURS (1993-2003). É professor do Curso de Ciências Biológicas, Gestão Ambiental e Engenharia Ambiental da UNISINOS (desde 1992). Consultor técnico do Projeto. Fernanda Graziela Trott Fontes: Contadora, formada em Ciências Contábeis pela Universidade Feevale (2006), é sócia administradora da empresa Contabilidade Campo Bom Ltda desde 2003, onde presta serviços contábeis para empresas de diversos ramos, e serviços contábeis para Projetos de Lei de Incentivo à Cultura. Responsável pela contabilidade do Projeto.
PROJETO ARQUIVADO.