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Essa proposta pretende realizar uma campanha nacional de pesquisa, levantamento de informações, organização de acervo digitalizado, mapeamento cartográfico, elaboração de dossiê e produção de um documentário que revele o panorama das atividades do que entendemos por movimento cultural das Rodas de Choro no Brasil, acontecendo por todo o território nacional, sintetizando as informações coletadas. Com isso, esperamos criar as condições que possibilitem o registro da Roda de Choro Brasileiro como bem cultural de natureza imaterial pelo IPHAN _ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O processo de pesquisa social e levantamentos serão planejados para evitar riscos aos participantes, aos respondentes e aos entrevistados. Os pesquisadores buscarão ter certeza de que nenhum individuo ou entidade sofra nenhum tipo de consequência adversa como resultado. O processo de pesquisa envolverá a cooperação voluntária – e autorizada por escrito – de diversos atores sociais que serão informados sobre o que eles estão se voluntariando para fazer e os respondentes tomarão conhecimento sobre a organização que está conduzindo a pesquisa, sobre o patrocinador e uma clara descrição dos propósitos e objetivos. PERFIL DO PÚBLICO-ALVO Produtores culturais, músicos e grupos musicais, pesquisadores, organizações sociais e instituições públicas que possuem ligação com o gênero musical choro. E também instituições de ensino formal. Objetivo 1. Pesquisa e levantamento de informações de eventos, grupos, pessoas e entidades ligadas de alguma forma ao Choro Desenvolvimento da metodologia de pesquisa do conteúdo e aplicação dos formulários iniciais de forma a sistematizar a coleta de informações, buscando compreender a abrangência e diversidade do choro e sua representatividade em todo o Brasil. Planeja-se uma grande campanha em redes sociais, sites e blog´s, mobilizaremos atores chaves como radialistas, músicos, organizadores de clubes e rodas de choro e revistas especializadas. Além disso, é previsto a criação de um material gráfico digital e vídeo de 3 minutos explicativos da campanha. O cadastramento e a pesquisa digital iniciarão por 6 linhas de subgrupos: I. Apreciador do Choro, II. Músico Chorão – não profissional, III. Músico Chorão – Profissional, IV. Grupos Musicais, V. Organizações e VI. Eventos. Após, serão convidados pesquisadores que serão divididos por região do país, a princípio da seguinte forma: um para regiões norte e nordeste, um para Brasília e região centro oeste, um para região Sul, um para São Paulo e sul de Minas Gerais e um para Rio de Janeiro, Espirito Santos e o restante de Minas Gerais. Desenvolver metodologia de pesquisa cientifica, treinamento e supervisão continua dos pesquisadores e das pesquisas regionais, possibilitando a melhor apreensão da complexidade do bem cultural e contemplando a identificação de atores e significados atribuídos ao bem, processos de gestão, produção, circulação e consumo, contexto cultural específico e outras informações pertinentes. Também coletar textos impressos e em meio digital, contendo a descrição e contextualização do bem, aspectos históricos e culturais relevantes, recomendações para sua salvaguarda, referências bibliográficas, fotos, áudios, vídeos e outros documentos pertinentes. Serão feitas visitas em 10 cidades para a realização de rodas de diálogos, rodas de choro, registros audiovisuais e fotográficos de caráter etnográfico, coleta de depoimentos e digitalização de acervos. Objetivo 2. Organização e Formação de acervo digital Analisar as referências à formação e continuidade histórica do bem, assim como às transformações ocorridas ao longo do tempo, das referências bibliográficas e documentais pertinentes, avaliação das condições em que o bem se encontra, reunião de publicações, registros fotográficos, iconográficos, fonográficos e audiovisuais existentes, materiais informativos em diferentes mídias e outros produtos. Catalogação das referências culturais de forma a organizar os dados coletados como Catalogação Descritiva ou Representação Descritiva da Informação, pois fornecerá uma descrição única e precisa do documento, servindo também para estabelecer os pontos de acesso. Objetivo 3. Disponibilização em plataforma digital Desenvolver um site que Introduza as informações coletadas, disponibilizando o acesso aos dados coletados e catalogados, textos diversos e pesquisa bibliografia. Um mapa no site com as informações localizadas dos dados coletados, organizados e catalogados. Criação de perfis para grupos musicais, pessoas e entidades ligadas ao choro, com possibilidade de atualização do histórico e área para publicação de eventos. Disponibilizar no site os dados coletados como partituras, fotografias, vídeos, áudios, textos e demais materiais iconográficos e fonográficos, desde que sejam obedecidos os formatos de autorizações. Objetivo 4. Elaboração do dossiê e formatação do livro Serão analisados dos resultados obtidos de cada pesquisador, seus referenciais do bem e de riscos potenciais e efetivos à sua continuidade em cada localidade. A partir daí, realizaremos ajustes e complementação de informações, desenvolvimento de textos que compilem, relacionem ou complementem as pesquisas e ampliem o conhecimento sobre o bem com descrição e proposição de ações para a salvaguarda. Organizar o dossiê e apresentar, no seu conjunto, uma descrição pormenorizada do bem, possibilitando a apreensão de sua complexidade e que contemple a identificação de atores e significados atribuídos ao bem. E também os processos de produção, circulação, consumo, contexto cultural específico e outras informações pertinentes; selecionar iconografia e fotografia. Para formatar e publicar um livro, serão revisados de textos e imagens e diagramado. Publicação com tiragem de 5000 exemplares que serão distribuição do livro para universidades, bibliotecas e escolas de música. Serão criadas 5 obras de desenho retratando chorões do Brasil, que comporão o livro dossiê. Objetivo 5. Produção de vídeos e do Documentário Pesquisa e desenvolvimento de roteiro se dará por 2 meses com base nos resultados dos objetivos 1 e 2. A produção audiovisual se iniciará nas 10 visitas as cidades e também com contratação de profissionais em outras localidades. A decupagem das entrevistas e imagens, juntamente com o diretor, o roteirista e o editor de imagens e som, ocorrerá por um período de 2 meses para definição do roteiro de edição. A edição do documentário se dará em 2 meses, a sonorização e finalização por 2 meses. Pretendemos realizar um lançamento coletivo em diversos locais do país, combinado para o mesmo dia e horário. Também serão produzidos vídeos quinzenais de 3 minutos que contarão ou apresentarão questões referente ao Choro no Brasil, para as redes sociais, por 24 meses. Objetivo 6. Promover a Educação Patrimonial a partir da divulgação e disponibilização de todo o material coletado pela pesquisa, bem como também da promoção de ações de difusão das Rodas Produzir, diagramar e ilustrar cartilha didática sobre o Choro e a Roda de Choro, contando sua história de forma que conecte com momentos históricos e transformações sociais no Brasil. Direcionada para pré-adolescentes e adolescentes de 12 a 18 anos. Que ficarão disponibilizadas digitalmente e será impressa 5.000 cópias da cartilha. Distribuídas para escolas de ensino público, organizações culturais e patrocinadores. Objetivo 7. Realizar oficinas musicadas sobre a história do choro em escolas públicas, com exibição do documentário produzido pelo projeto (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Serão realizadas 8 oficinas musicadas com a participação de 2 musicos, 1 convidado/oficineiro e apresentação do documentário. O foco é falar sobre os momentos históricos do choro e os principais chorões, e também apresentar também a história do choro na região que se localiza cada unidade escolar. Objetivo 8. Requerer o registro no IPHANO requerimento para instauração do processo administrativo de Registro será sempre dirigido ao Presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, podendo ser encaminhado diretamente a este ou por intermédio das demais Unidades da instituição.
Objetivo principal Realização de uma pesquisa de abrangência nacional para o levantamento de dados, coleta de depoimentos e memórias, mapeamento cartográfico disponibilizado em site e produção de documentário audiovisual sobre a Roda de Choro Brasileiro, aqui compreendida como um movimento cultural e representação de patrimônio e bem imaterial nacionais. Objetivos específicos 1. Realização de pesquisa e levantamento de informações de eventos, grupos, pessoas e entidades ligadas de alguma forma ao Choro; 2. Organização e Formação de acervo digital; 3. Disponibilização em plataforma digital com mapa georreferenciado 4. Elaboração do dossiê e formatação do livro; 5. Produção de Documentário; 6. Promover a Educação Patrimonial a partir da divulgação e disponibilização de todo o material coletado e produzido pela pesquisa, bem como também da promoção de ações de difusão das Rodas; 7. Realizar 10 oficinas musicadas sobre a história do choro em escolas públicas, com exibição do documentário produzido pelo projeto. (CONTRAPARTIDA SOCIAL) 8. Requerer o registro no IPHAN. Objetivo 1. Pesquisa e levantamento de informações de eventos, grupos, pessoas e entidades ligadas de alguma forma ao ChoroDesenvolvimento da metodologia de pesquisa do conteúdo e aplicação dos formulários iniciais de forma a sistematizar a coleta de informações, buscando compreender a abrangência e diversidade do choro e sua representatividade em todo o Brasil. Planeja-se uma grande campanha em redes sociais, sites e blog´s, mobilizaremos atores chaves como radialistas, músicos, organizadores de clubes e rodas de choro e revistas especializadas. Além disso, é previsto a criação de um material gráfico digital e vídeo de 3 minutos explicativos da campanha.O cadastramento e a pesquisa digital iniciarão por 6 linhas de subgrupos: I. Apreciador do Choro, II. Músico Chorão _ não profissional, III. Músico Chorão _ Profissional, IV. Grupos Musicais, V. Organizações e VI. Eventos. Após, serão convidados pesquisadores que serão divididos por região do país, a princípio da seguinte forma: um para regiões norte e nordeste, um para Brasília e região centro oeste, um para região Sul, um para São Paulo e sul de Minas Gerais e um para Rio de Janeiro, Espirito Santos e o restante de Minas Gerais.Desenvolver metodologia de pesquisa cientifica, treinamento e supervisão continua dos pesquisadores e das pesquisas regionais, possibilitando a melhor apreensão da complexidade do bem cultural e contemplando a identificação de atores e significados atribuídos ao bem, processos de gestão, produção, circulação e consumo, contexto cultural específico e outras informações pertinentes. Também coletar textos impressos e em meio digital, contendo a descrição e contextualização do bem, aspectos históricos e culturais relevantes, recomendações para sua salvaguarda, referências bibliográficas, fotos, áudios, vídeos e outros documentos pertinentes.Serão feitas visitas em 10 cidades para a realização de rodas de diálogos, rodas de choro, registros audiovisuais e fotográficos de caráter etnográfico, coleta de depoimentos e digitalização de acervos. Objetivo 2. Organização e Formação de acervo digitalAnalisar as referências à formação e continuidade histórica do bem, assim como às transformações ocorridas ao longo do tempo, das referências bibliográficas e documentais pertinentes, avaliação das condições em que o bem se encontra, reunião de publicações, registros fotográficos, iconográficos, fonográficos e audiovisuais existentes, materiais informativos em diferentes mídias e outros produtos. Catalogação das referências culturais de forma a organizar os dados coletados como Catalogação Descritiva ou Representação Descritiva da Informação, pois fornecerá uma descrição única e precisa do documento, servindo também para estabelecer os pontos de acesso. Objetivo 3. Disponibilização em plataforma digitalDesenvolver um site que Introduza as informações coletadas, disponibilizando o acesso aos dados coletados e catalogados, textos diversos e pesquisa bibliografia. Um mapa no site com as informações localizadas dos dados coletados, organizados e catalogados. Criação de perfis para grupos musicais, pessoas e entidades ligadas ao choro, com possibilidade de atualização do histórico e área para publicação de eventos.Disponibilizar no site os dados coletados como partituras, fotografias, vídeos, áudios, textos e demais materiais iconográficos e fonográficos, desde que sejam obedecidos os formatos de autorizações. Objetivo 4. Elaboração do dossiê e formatação do livroSerão analisados dos resultados obtidos de cada pesquisador, seus referenciais do bem e de riscos potenciais e efetivos à sua continuidade em cada localidade. A partir daí, realizaremos ajustes e complementação de informações, desenvolvimento de textos que compilem, relacionem ou complementem as pesquisas e ampliem o conhecimento sobre o bem com descrição e proposição de ações para a salvaguarda.Organizar o dossiê e apresentar, no seu conjunto, uma descrição pormenorizada do bem, possibilitando a apreensão de sua complexidade e que contemple a identificação de atores e significados atribuídos ao bem. E também os processos de produção, circulação, consumo, contexto cultural específico e outras informações pertinentes; selecionar iconografia e fotografia.Para formatar e publicar um livro, serão revisados de textos e imagens e diagramado. Publicação com tiragem de 2000 exemplares que serão distribuição do livro para universidades, bibliotecas e escolas de música.Serão criadas 5 obras de desenho retratando chorões do Brasil, que comporão o livro dossiê. Objetivo 5. Produção de vídeos e do DocumentárioPesquisa e desenvolvimento de roteiro se dará por 2 meses com base nos resultados dos objetivos 1 e 2.A produção audiovisual se iniciará nas 10 visitas as cidades e também com contratação de profissionais em outras localidades.A decupagem das entrevistas e imagens, juntamente com o diretor, o roteirista e o editor de imagens e som, ocorrerá por um período de 2 meses para definição do roteiro de edição. A edição do documentário se dará em 2 meses, a sonorização e finalização por 2 meses.Pretendemos realizar um lançamento coletivo em diversos locais do país, combinado para o mesmo dia e horário.Também serão produzidos vídeos quinzenais de 3 minutos que contarão ou apresentarão questões referente ao Choro no Brasil, para as redes sociais, por 24 meses. Objetivo 6. Promover a Educação Patrimonial a partir da divulgação e disponibilização de todo o material coletado pela pesquisa, bem como também da promoção de ações de difusão das RodasProduzir, diagramar e ilustrar cartilhas didática sobre o Choro e a Roda de Choro, contando sua história de forma que conecte com momentos históricos e transformações sociais no Brasil. Serão 3 cartilhas: para crianças de 4 a 7 anos; para crianças de 8 a 11 anos; e para pré-adolescentes e adolescentes de 12 a 18 anos. Que ficarão disponibilizadas digitalmente e serão impressas 2.000 cópias de cada cartilha. Distribuídas para escolas de ensino público, organizações culturais e patrocinadores. Objetivo 7. Realizar oficinas musicadas sobre a história do choro em escolas públicas, com exibição do documentário produzido pelo projeto (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Serão realizadas 10 oficinas musicadas com a participação de 2 musicos, 1 convidado/oficineiro e apresentação do documentário. O foco é falar sobre os momentos históricos do choro e os principais chorões, e também apresentar a história do choro na região que se localizar cada unidade escolar. Objetivo 8. Requerer o registro no IPHANO requerimento para instauração do processo administrativo de Registro será sempre dirigido ao Presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional _ Iphan, podendo ser encaminhado diretamente a este ou por intermédio das demais Unidades da instituição.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O choro, surgiu ao final do século 19, é o primeiro gênero musical instrumental urbano brasileiro e hoje é conhecido mundialmente com clubes do choro em diversos países como, Argentina, França, Japão, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Inglaterra, Israel etc. Demonstrando assim vocação natural para representação da identidade brasileira nas relações internacionais, compreendido como ação de soft power, implicando efeitos sutis de cultura, valores e ideias no comportamento de outros povos.O Choro é uma prática tradicional e popular, sesquicentenária, traz nele elementos das raízes formadoras do povo brasileiro, como a integração e a miscigenação de povos, de seus ritmos e sentimentos. Ele é uma forma de manifestação da identidade nacional, gerado que foi desde os primeiros anos do Império, isto é, da Nação brasileira. Por outro lado, a roda é um espaço de integração intergeracional, de músicos instrumentais e, ao mesmo tempo, é espaço de educação musical e consequente aperfeiçoamento de seus integrantes. Além disso, é uma atividade cultural democrática, que atinge a todas as classes sociais e idades. Também funciona como espaço de lazer e entretenimento. O patrimônio cultural de um povo é formado pelo conjunto dos saberes, fazeres, expressões, práticas e seus produtos, que remetem à história, à memória e à identidade desse povo. A preservação do patrimônio cultural significa, principalmente, cuidar dos bens aos quais esses valores são associados, ou seja, cuidar de bens representativos da história e da cultura de um lugar, da história e da cultura de um grupo social, que pode, (ou, mais raramente não), ocupar um determinado território.Pretende-se com este projeto realizar um chamamento para campanha, cadastramento de pessoas, pesquisa por formulários e o "inventário empírico", cuja essência é a identificação material de bens remanescentes que resultam no arrolamento do produto de processos sociais e culturais. Esse diagnóstico inicial, entre outros itens, incluiu o levantamento para caracterização do espaço físico local e regional, dos recursos turísticos, a atualização cartográfica e o inventário do acervo cultural existente, incluindo os documentais e coleções, as tradições e as manifestações populares, de hábitos, costumes, e da linguagem. Mas, ainda assim é pouco. É necessário expandir a argumentação sobre o potencial, incluindo o caráter educativo das rodas, tanto do ponto de vista musical quanto social, defesa da música instrumental e da cultura brasileira!A partir disso, produziremos o "inventário operacional", baseado em amplas pesquisas prévias, em estudos sistemáticos das formas culturais dos moradores de uma região, dos praticantes da roda e do efeito dessas rodas no contexto social e histórico, traçando perfis e, assim, conduzir a resultados que tendem a esmaecer a ideia estática de História, como se este conhecimento fosse prisioneiro do tempo cronológico, em favor da dinâmica da História. Esta favorece a percepção de que há processos culturais que ultrapassam um dado momento, são permanências, continuidades históricas, que referenciam memórias e sentidos sociais contemporâneos. O que os aproxima das possibilidades de re-apropriação e reinserção na dinâmica cultural. (RODRIGUES, MARLY. 2016. Inventário de bens culturais: conhecer e compreender)Com os resultados decorrentes das ações deste projeto poderemos dar andamento no registro a Roda de Choro como bem cultural de natureza imaterial no Livro de Registro das Formas de Expressão, no IPHAN _ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para após, desenvolver o Plano Integrado de Salvaguarda e Valorização da Roda de Choro e, futuramente, dar entrada no pedido do reconhecimento de Patrimônio Imaterial da Humanidade pela convenção da Unesco.O IPHAN avaliou, no processo com número do GPD: 01450.010897/2012-96, pertinente o registro do Choro como bem cultural de natureza imaterial, reconhecendo que o mesmo ocorre em diversos pontos do Brasil e necessita-se de uma pesquisa mais ampla. E também foi concluído pelo conselho avaliador que a Roda de Choro pode ser considerado como bem cultural de natureza imaterial. Observando que o material coletado até agora nas pesquisas não se reconhece amplamente as referências culturais das comunidades detentoras dessa expressão atualmente, que vão além dos territórios de Brasília e Rio de Janeiro. Assim, compreendemos a necessidade de um mapeamento que colete informações e documentações através de uma mobilização social acessível a todo território nacional, organização do material coletado e desenvolvimento de uma cartografia com pesquisadores divididos pelo país, serão utilizadas ferramentas digitais tanto para captação de informações como na exposição através de um mapa em site próprio. E realizar um documentário e elaborar um dossiê para serem submetidos ao IPHAN.Com a finalidade de mapear as referências culturais da Roda de Choro, será criado um ambiente propicio ao desenvolvimento de ações práticas e estratégicas para a salvaguarda desses bens culturais de natureza imaterial e promover a promoção, a valorização e, sobretudo, a transmissão dos saberes relacionados às práticas culturais. Os produtos gerados serão distribuídos para as comunidades e grupos detentores dos bens culturais. A distribuição também será realizada nas esferas estadual e federal, para bibliotecas públicas, escolas, entre outras instituições, tendo em vista uma divulgação de informações mais ampla acerca desses bens culturais para toda a sociedade.Os resultados decorrentes das ações deste projeto poderemos dar andamento no registro a Roda de Choro como bem cultural de natureza imaterial no Livro de Registro das Formas de Expressão, no IPHAN _ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para após, desenvolver o Plano Integrado de Salvaguarda e Valorização da Roda de Choro e, futuramente, dar entrada no pedido do reconhecimento de Patrimônio Imaterial da Humanidade pela convenção da Unesco. Ampliando o acesso às ações de apoio e fomento, seja através de políticas públicas, editais e chamamentos (nacionais e internacionais).
O Clube do Choro de Santos quer colaborar com o processo que solicita a inscrição do gênero musical Choro como bem cultural de natureza imaterial no Livro de Registro das Formas de Expressão, no IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, aberto em 2012 pelo Clube do Choro de Brasília e complementado pelo Clube do Choro do Rio em 2014. Em 2017 fomos até o IPHAN/SP conversar com um técnico e uma assessora jurídica, e tivemos acesso a ata do conselho. O IPHAN avaliou, no processo com número do GPD: 01450.010897/2012-96, pertinente o registro do Choro como bem cultural de natureza imaterial, reconhecendo que o mesmo ocorre em diversos pontos do Brasil e necessita-se de uma pesquisa mais ampla. E também foi concluído pelo conselho avaliador que a Roda de Choro pode ser considerado como bem cultural de natureza imaterial. Observando que o material coletado até agora nas pesquisas não se reconhece amplamente as referências culturais das comunidades detentoras dessa expressão atualmente, que vão além dos territórios de Brasília e Rio de Janeiro. Assim, compreendemos a necessidade de um mapeamento que colete informações e documentações através de uma mobilização social acessível a todo território nacional, organização do material coletado e desenvolvimento de uma cartografia com pesquisadores divididos pelo país, serão utilizadas ferramentas digitais tanto para captação de informações como na exposição através de um mapa em site próprio. E realizar um documentário e elaborar um dossiê para serem submetidos ao IPHAN. CAMPANHA NACIONAL Para aprofundamento da pesquisa serão selecionados 5 pesquisadores entre as cidades de: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Fortaleza. Divididos por região do país, a princípio da seguinte forma: um para regiões norte e nordeste, um para Brasília e região centro oeste, um para região Sul, um para São Paulo e sul de Minas Gerais e um para Rio de Janeiro, Espirito Santo e centro/norte de Minas Gerais. Além disso, faremos visitas em 7 cidades (São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianopolis, Belo Horizonte e Curitiba) para realização de rodas de conversa, rodas de choro e coleta de dados e informações. E também faremos lançamento do livro dossiê e a exposição de quadros em 5 cidades que serão definidas posteriormente. (São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza e Florianopolis) Detalhes do site: disponibilizando o acesso aos dados coletados e catalogados, textos diversos e pesquisa bibliografia. Um mapa no site com as informações localizadas dos dados coletados, organizados e catalogados. Criação de perfis para grupos musicais, pessoas e entidades ligadas ao choro, com possibilidade de atualização do histórico e área para publicação de eventos. Disponibilizar no site os dados coletados como partituras, fotografias, vídeos, áudios, textos e demais materiais iconográficos e fonográficos, desde que sejam obedecidos os formatos de autorizações. Detalhes do livro dossiê: Miolo - Formato: (Pers.) 20.5 x 27.5 cm; Impressão: (Pers.) 200 págs; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Couché Fosco 115g; Acabamento: Lombada Quadrada; Enobrecimento: Sem Enobrecimento; Extras: Sem Extras. Capa - Formato: (Pers.) 20.5 x 27.5 cm; Impressão: 4 Páginas; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Couché Fosco 300g; Acabamento: Orelha 8 cm; Enobrecimento: Laminação Fosca Frente; Extras: Vinco; Auxiliaries: Sem Extras. Detalhes das cartilhas de Educação Patrimônial: Miolo - Formato: A4 (21,0 x 29,7 cm); Impressão: 32 Páginas; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Couché Fosco 150g; Acabamento: GrampoEnobrecimento: Sem Enobrecimento; Extras: Sem Extras; Capa - Formato: A4 (21,0 x 29,7 cm); Impressão: 4 Páginas; Cores: 4x4 (colorido); Papel: Couché Fosco 250g; Acabamento: RefileEnobrecimento: Laminação Fosca Frente; Extras: Vinco; Auxiliaries: Sem Extras. Detalhes do documentário: HD 4k, 30fps, colorido, entre 15 e 30 minutos, audiodescrição e legendas em português e inglês.
Contrapartidas Sociais - Os locais de realização das oficinas deverão atender a legislação de acesso para pessoas portadoras de deficiência, adaptados para a circulação de cadeirantes com rampas de acesso; - Os locais escolhidos possuirão acesso próximo a ampla rede de transporte público com ônibus e vans adaptadas para o embarque e desembarque de cadeirantes; Média-metragem - Os locais de realização de exibição deverão atender a legislação de acesso para pessoas portadoras de deficiência, adaptados para a circulação de cadeirantes com rampas de acesso; - Os locais escolhidos para exibições possuirão acesso próximo a ampla rede de transporte público com ônibus e vans adaptadas para o embarque e desembarque de cadeirantes; - Audiodescrição no curta documentário; - Legendas em português e inglês no curta documentário; Livro - Audio narrativo do livro do dossiê. Pesquisa - Os locais de realização deverão atender a legislação de acesso para pessoas portadoras de deficiência, adaptados para a circulação de cadeirantes com rampas de acesso; - Os locais escolhidos possuirão acesso próximo a ampla rede de transporte público com ônibus e vans adaptadas para o embarque e desembarque de cadeirantes;
Contrapartidas Sociais - Todas as oficinas musicadas serão realizadas de forma gratuita ao público de adolescentes de escolas públicas; - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook; Média-metragem - Sessões gratuitas de lançamento do documentário; - O documentário estará disponível na internet, gratuitamente, após ele passar um ano participando de mostras e festivais de cinema nacionais e internacionais; - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook; Cartilha - Acesso gratuito ao material digital de educação patrimonial do choro; - Distribuiremos gratuitamente de 4500 unidades da cartilha de educação patrimonial para parceiros, bibliotecas, universidades e escolas de música e 5% das unidades serão disponibilizadas para a patrocinadora. - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook; Sítio de Internet - Acesso gratuito ao acervo dos dados coletados de forma organizada no site; - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook; Livro - Acesso gratuito ao pdf do livro e do dossiê; - Distribuiremos gratuitamente 4500 unidades do livro dossiê para parceiros, bibliotecas, universidades e escolas de música e 5% das unidades serão disponibilizadas para a patrocinadora. - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook; Pesquisa - Apontar estratégias para salvaguardar bens culturais de natureza imaterial do Choro; - Fortalecer as relações de parceria entre os grupos detentores, instituições públicas e privadas, governamentais e não governamentais e com a sociedade abrangente, além de distribuições de cartilhas nas escolas de ensino fundamental e ensino médio para formação de novos públicos; - Proporcionar e fomentar a articulação em rede dos grupos, segmentos e comunidades de detentores e agregar outros bens culturais significativos esses grupos; - Todas as ações serão divulgadas junto à imprensa local, regional e nacional, e na internet, com criação e atualização do evento no Facebook;
O Clube do Choro de Santos (OSCIP) está disposto, juntamente com parceiros e apoiadores que mobilizaremos, desenvolver a coleta de informações e documentações relacionadas ao Choro e a Roda de Choro no Brasil. O mapeamento utilizará metodologia pautada na participação social, das comunidades e das pessoas envolvidas, através do uso das ferramentas digitais de pesquisa com formulários e armazenamento de dados na “nuvem”. A pesquisa cumprirá com as exigências do Inventário Nacional de Referências Culturais. Para isso, será necessário o apoio de músicos, grupos musicais e organizações, explicando a campanha ‘A Roda de Choro é patrimônio do Brasil!’, convidando-os a integrarem nesse movimento. COORDENADOR EXECUTIVO DO PROJETO - Responsável pelo projeto / diretor de projetos do ProponenteDANILO TAVARES DOS SANTOS: diretor de projetos do Clube do Choro de Santos, produtor cultural, cinegrafista, documentarista, coordenador de oficinas audiovisuais e gestor administrativo-financeiro de projetos socioculturais. Desenvolve propostas de projetos para editais culturais e sociais. Ensino Superior em Comunicação Social com ênfase em Rádio e TV. Atualmente cursa faculdade de Ciências Contábeis na Universidade Católica de Santos (6º semestre). Curso de Inovação em Projetos Culturais/Rede Cemec – com André Martinez (2014); Curso de Captação de Recursos na Rede Cemec com o professor Gui Afif (2014); Oficina Cidadania Ativa do Programa Active Citizens – Procomum/Conselho Britânico (2019). Em 2018 aprovou o projeto Semana Zopp Criativa no Proac Editais, executou em maio de 2019, com R$ 30.000,00, mais de 90 horas de atividades, e já está com a prestação de contas aprovada. Em 2015 foi aprovado o projeto de sua autoria ´Música e Cidadania´ no edital de patrocínio do CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente/Santos, valor R$ 261.435,00. Em agosto de 2016 foi iniciado a implantação e desenvolvimento do projeto, e minha função foi de assistente administrativo e financeiro. COORDENADOR DE PESQUISAJOSÉ DE ALMEIDA AMARAL JÚNIOR: Bacharel em Ciências Econômicas; Licenciado Pleno com Habilitação nas Disciplinas para o Ensino Técnico na Área de Ciências Econômicas e Ênfase em Treinamento e Recursos Humanos – RH; pós graduado em Sociologia; Mestre em Educação – Políticas e pós graduado em História: Arte, Patrimônio e Cultura. Professor universitário na área de Ciências Sociais. Colunista do Jornal Cantareira 2004-2017; do Jornal Mundo Lusíada, 2007-2017; da Rádio 9 de Julho AM, 2010-2017; Colunista do Jornal O São Paulo em 2012 e, da Revista Família Cristã, desde 2015.PublicaçõesAMARAL JR. José de Almeida. Conjunto Atlântico – Uma História de Amor ao Choro - ISBN: 978-85-910882-2-5 São Paulo (2017)AMARAL JR. José de Almeida. Pari – Pequeno Bairro, Grande História – ISBN: 978-85-910882-1-8 São Paulo (2015)AMARAL JR. José de Almeida. Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo - ISBN: 978-85-910882-0-1 São Paulo (2013); Áudio Livro pela Biblioteca Louis Braille – CCSP (2016)AMARAL JR. José de Almeida. Pari – Pequeno Bairro, Grande História. ISBN nº 978 - 85 -910882-1-8, São Paulo, 2015 SILVA, Benedita da C. C, AMARAL Jr. José de Almeida. São Sebastião e a Vila Guilherme – Memórias Paulistanas da Zona Norte, ISBN nº 85.901.630.1.6, São Paulo, 2002.RODRIGUES et alii, Alcinei C. Políticas Econômicas e Reparações – Uma Contribuição ao Debate. São Paulo, INSPIR/DIEESE, 2001.Holística Centro Cultural São Paulo/ Discoteca Oneyda Alvarenga. Encontro Era D’Áuria – Uma Roda de Memórias: Histórias e Perspectivas. Idealização. Mesa 1: Conjunto Atlântico e Mesa 2: Mulheres no Choro. Produção e apresentação. 18 e 25 de Maio/2019 ESPM Centro Cultural. Show Chorando na Garoa – Ano VI e Dia do Choro, com Izaías e Seus Chorões. Apresentação. 11/05/2019 TV Câmara SP – Programa Sampa no Pé. A história do bairro do Brás. Entrevistado. 21 /02/ 2019DPH - Jornada do Patrimônio Municipal Palestra “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo”. ETEC Carlos de Campos, Brás. Palestrante. 19/08/2018Universidade Católica de Santos. I Encontro Internacional do Choro; Palestra Mesa 1 - Memórias do Choro. 10 de agosto de 2018EBC/TV Brasil. Programa DocTV - Salve o Choro! – Entrevistado. 2017SESC Carmo – Curso “Breve História do Choro na Cidade de São Paulo”. Palestrante e conteudista, abril/ maio 2017Clube do Choro de Santos – Conselheiro Honorário da Entidade, 2016Clube do Choro de São Paulo – Palestra “Chorando na Garoa”, 06/05/2016Centro Cultural São Paulo/ Discoteca Oneyda Alvarenga – “Roda de Escuta: Chorando na Garoa”, Organização de Debate. 30/04/2016 Portal Catraca Livre / Samba em Rede - Coluna “Escola de Choro”. 2014 – 2015SESC Dr. Vila Nova - “100 Anos de Cartola e 50 anos da Bossa Nova - Uma Homenagem” - Roteiro Musical e Pesquisa Histórica para o show homônimo, 2008. COORDENADORA DE METODOLOGIATÂNIA MARIA RODRIGUES ÁLVARES DE ALMEIDA AMARAL: Publicação de livros: ‘Chorando na Garoa - Memórias Musicais de São Paulo’, ‘Conjunto Atlântico - uma história de amor ao Choro’ e ‘Pari- Pequeno Bairro, Grande História’, todos de autoria de José de Almeida Amaral Júnior.Coordenação de equipe e realização de entrevistas e preparação das mesmas; pesquisa sobre o tema Memória Social e Histórias de Vida, para publicação no livro “Chorando na Garoa – Memórias Musicais de São Paulo” de autoria de José de Almeida Amaral Júnior. Publicação independente. Com o texto ‘Roda de Memórias’ publicado no livro e diagramação.Coordenação de auto- publicação – contato com gráficas, distribuidoras, divulgação e marketing. (Atividades realizadas de iniciativa autônoma no Período 2009- 2016)Professora UniversitáriaDisciplinas: Didática, Psicologia da Educação e Metodologia de Ensino Cursos: Pedagogia, Formação de Professores (Licenciatura)Encarregada da coordenação do Projeto Alfabetização Solidária – Formação de AlfabetizadoresCoordenação Pedagógica do Projeto “Educar para o Amanhã”Histórico profissional 2009 - 2016 Coordenação de pesquisa e entrevistas para o livro: Chorando na Garoa- Memórias Musicais de São Paulo Trabalho autônomo. 1991- 1999 Professora - Cat. Responsável Universidade São Judas Tadeu SP 1985 – 1990 Prof. de Educação Infantil Prefeitura do Mun. de São Paulo COORDENADOR JURIDÍCOLUIZ ANTONIO PIRES: Advogado especializado no 3º Setor, músico ligado ao Choro e pesquisador de Choro e Música Popular. Fundador do Clube do Choro de Santos-OSCIP e da Escola de Choro e Cidadania Luizinho 7 Cordas. Desde 2002, atua como produtor cultural à frente de produções artísticas, com diversos expoentes da música popular brasileira instrumental, trabalhando nas produções, na idealização e elaboração, no contato comercial/ agenciamento artístico, na produção executiva, na assessoria artística, na assessoria jurídica, no contato com parceiros e prestadores de serviços diversos. Há 17 anos atua à frente do Clube do Choro de Santos, realizando espetáculos musicais e atividades correlatas, o que o fez desenvolver inúmeras habilidades e estabelecer importantes contatos e parcerias. Idealizador dos Dias Municipais do Choro em Santos e São Paulo, bem como do Dia Estadual do Choro, no Estado de São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.