| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 1000,0 mil |
Dar continuidade ao projeto Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro (PRONAC 178168/Ano 2), para promover a salvaguarda dos saberes e fazeres artesanais de tradição cultural - técnicas e conhecimentos que integram o patrimônio cultural material e imaterial do Brasil, alguns dos quais registrados pelo IPHAN. Ampliaremos o mapeamento, daremos continuidade à produção de conteúdos editoriais e técnicos, assim como o trabalho de atualização de informações dos membros (site). Seguiremos com as ações de fomento e articulação da Rede conectando pessoas, histórias e territórios criativos. Para os novos grupos realizaremos a capacitação em inclusão digital.O ambientevirtual de formação terá novos conteúdos. Implantaremos também uma vitrine de comercialização, onde os membros da Rede poderão potencializar e ampliar mercados para suas produções. Prefeituras e escolas públicas das localidades visitadas receberão palestras sobre a importância da salvaguarda do fazer artesanal.
Plataforma: inclusão 90 páginas no site com perfis de novos membros. Inclusão de 80 reportagens nas editorais e blog. Inclusão de 8 videoaulas no ambiente virtual de aprendizagem. Capacitação: 720h de capacitação in loco para os novos integrantes da Rede.
Objetivo geral Contribuir com as ações de salvaguarda dos saberes e fazeres ancestrais do artesanato de tradição cultural, da arte popular, do artesanato indígena, entre outros que sejam representantes do patrimônio cultural imaterial do Brasil; Reconhecer e valorizar os praticantes dessas técnicas artesanais como guardiões e principais agentes da salvaguarda desse patrimônio imaterial. Estimular a autonomia e o protagonismo dos artesãos das comunidades mapeadas, fortalecendo sua autoestima e o seu papel de agente de desenvolvimento comunitário. Proporcionar ganhos financeiros mais sistemáticos e justos para os artesãos, promovendo a ampliação, o fortalecimento e o equilíbrio dos elos dessa cadeia produtiva. Fortalecer a plataforma como uma referência para pesquisas sobre patrimônio cultural imaterial e artesanato de tradição cultural no país Mobilizar e sensibilizar a sociedade sobre a importância cultural, social e econômica do fazer artesanal; Articular e fomentar a Rede por meio da plataforma digital com o comprometimento de mapear, organizar, difundir e promover parcerias estratégicas e estreitando laços entre os diversos agentes desse setor criativo e da cadeia produtiva. Estimular o empreendedorismo no campo cultural e da economia criativa nas comunidades mapeadas, promovendo a multiplicação de conhecimentos; Objetivos específicos · Implementar e aprimorar as funcionalidades na plataforma (site), facilitando a navegação e a visibilidade dos conteúdos e páginas dos artesãos, grupos e demais membros. · Produzir 80 novas e diversificadas reportagens para as editorias da plataforma · Ampliar o mapeamento da rede, incluindo mais 30 novos grupos; 30 mestres e 30 artesãos individuais. · Produzir e disponibilizar mais 8 videoaulas gratuitas (ambiente de formação continuada) auxiliando os membros a adquirir e aprimorar seus conhecimentos para a melhor gestão de suas iniciativas. · Capacitar os novos membros na utilização da plataforma (ferramenta) e de suas funcionalidades, promovendo a inclusão digital desses indivíduos e efetiva participação na REDE;
O referido projeto tem a necessidade do uso do mecanismo Incentivo a projetos Culturais para seu financiamento e atende aos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto também atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3º, da mesma lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O patrimônio cultural imaterial de modo geral e o artesanato de tradição, em particular, são recursos de significação especial em termos da história, das visões de mundo e da organização social de seus detentores. São saberes e fazeres das comunidades e sua salvaguarda pode contribuir decisivamente para o aumento da renda familiar, o fortalecimento da autoestima e a promoção do acesso aos direitos de cidadania. Segundo os objetivos da Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Intangível, a continuidade do artesanato tradicional depende do fortalecimento de sua transmissão a novos executantes e da sua ampla disseminação e promoção. É fundamental a constante atualização dos instrumentos necessários ao enfrentamento das condições desfavoráveis ao desenvolvimento dessa prática, que não sobrevive em isolamento, nem na situação de desvantagem em que seus praticantes são frequentemente colocados nos países em desenvolvimento. Portanto, esse projeto tem por objetivo reconhecer, valorizar e estimular a autonomia desses criativos e produtores de artesanato de tradicional cultural, proporcionando sustentabilidade do meio ambiente e do fazer artesanal em si, preservando-o e dando elementos para sua continuidade e manutenção. Já o Termo de Referência do Artesanato do SEBRAE (2010) afirma que existem 8,5 milhões de artesãos no país, mas esse número pode ser mais expressivo devido ao grande número de trabalhadores informais. Dados do MUNIC/2009 do IBGE _ cooperação técnica IPEA/MDIC revelam que a maioria dos municípios brasileiros (64,3%) possuem algum tipo de produção artesanal e que essa produção movimenta cerca de R$ 55 bilhões anuais, sendo cotada entre as cinco maiores contribuintes para o PIB. Dessa forma, pode-se observar a importância do fazer artesanal para a economia da cultura no Brasil. Por outro lado, pode-se observar que o cenário atual conta com escassos investimentos, desarticulações, ações segmentadas e descontinuadas, que causam poucos avanços em termos de política pública para o setor. Com isso, o imenso potencial de desenvolvimento cultural, social e econômico que o segmento apresenta não é adequadamente aproveitado e é nesse foco que o projeto pretende contribuir. Para vencer esses desafios e propiciar um uso criativo, socialmente eficiente e sustentável desses recursos o projeto de continuidade da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro _ Ano 3, visa dar continuidade ao fortalecimento do modo como se realiza a apropriação sociocultural da tradição; contribuindo com a revitalização dos objetos artesanais e com as mudanças das condições sociais, materiais e humanas em que o artesanato tradicional é praticado e recriado. A sua continuidade contribuirá com a ampliação das articulações e conexões dos diferentes atores desse campo de atividade, qualificará as informações tornando-as acessíveis à sociedade. Resignificará o valor do fazer artesanal no nosso país, além de registrar a memória das técnicas de manufatura dos objetos artesanais e da história de vida de seus praticantes. Nesse sentido, toda a cadeia produtiva ganha e todos os atores reforçam seu papel de agentes da salvaguarda do patrimônio cultural imaterial nacional. Essa é uma ação que tem a intenção genuína de melhorar as condições de vida e autoestima dos artesãos.
Detalhamento da plataforma: Plataforma virtual hospedada no site institucional da Artesol com as seguintes sessões: Sobre a Rede Guia de tipologias - Técnicas Artesanais (saberes e fazeres do Brasil) Patrimônio cultural imaterial Comercio justo Categoria dos membros (mestres, artesãos, associações, cooperativas, lojistas, instituições de apoio) Perfis completos dos membros (dados para contato, geográficos, sobre a técnica praticada, sobre a cultura local, sobre a estrutura organizacional, galeria de fotos) Mapa de georreferenciamento: Formulário de contato Blog - publicação de posts /notícias Ambiente de formação à distância ( cursos on line, palestras, biblioteca virtual) Fórum de discussão Rede social para os membros Capacitações Capacitação Tecnológica da Plataforma: Oficinas ministradas aos artesãos e Carga horária de 24 horas, em 3 dias. Web -aulas: 8 web aulas de até 30 min de duração, disponível na plataforma. Locais de realização:: Os grupos serão mapeados na fase de produção do projeto. Atualmente, não há como precisar as municipalidades exatas. No entanto, inscrevemos as capitais dos estados a serem mapeados como centros de custos e para melhor dimensionamento do projeto por parte do Ministério da Cidadania / Secretaria Especial da Cultura. Plano de distribuição Capacitação / oficinas: as cidades beneficiadas com as capacitações serão definidas na etapa de pré-produção mapeamento. Utilizamos as capitais dos estados em questão como base e centro de custos. O detalhamento das cidades atendidas será enviado na prestação de contas. plataforma / sítio de internet: a base de usuários prevista está baseana nos dados de google analytics de acessos do último ano, como estimativas de acesso. Lembramos que o site é acessível mundialmente inclusive por outros países, dos quais o acesso é muito expressivo.
Detalhamento da plataforma Plataforma virtual hospedada no site institucional da Artesol com as seguintes sessões: · Sobre a Rede · Como fazer parte · Guia de tipologias - Técnicas Artesanais · Conteúdo sobre Patrimônio Cultural imaterial · Conteúdo sobre o movimento do Comercio Justo · Encontre os membros (mestres, artistas, artesãos, associações, cooperativas, lojistas, instituições de apoio) · Mapa de georeferenciamento do mapeamento · Páginas individualizadas com o perfil completos dos membros (dados para contato, geográficos, sobre a técnica praticada, sobre a cultura local, sobre a estrutura organizacional, galeria de fotos) · Editorias e reportagens sobre o diálogo do artesanato cultural com a geração de renda, a inclusão social, a biodiversidade, a moda, o design, os saberes e fazeres · Canal de notícias · Ambiente de capacitação com vídeoaulas, biblioteca virtual, fórum de mentoria · Grupo de conexão para os membros · Espaço Artiz - vitrine para qualificação e comercialização do produto Artesanal dos membros · Conteúdos sobre o Festival da Rede – Fazer Artesanal – Cultura Imaterial Capacitação dos novos membros.Oficinas ministradas aos novos grupos in loco com carga horária de 24 horas /3 dias. Web aulas. Novos conteúdos em 8 web aulas de até 30 min de duração disponibilizadas na plataforma no ambiente virtual de formação. Locais de realização Os grupos serão mapeados na fase de produção do projeto. Atualmente, não há como precisar as municipalidades exatas, por isso, estão detalhadas as capitais dos estados a serem mapeados como centros de custos e para melhor dimensionamento do projeto por parte do Ministério da Cidadania - Secretaria Especial da Cultura. Outras informações Público-alvoMestres de ofícios, artesãs, artesãos, artistas populares, lojistas de artesanato, estudantes, pesquisadores e profissionais das áreas como: ciências sociais, antropologia, história, arquitetura, design. Na plataforma, os membros da rede serão classificados por categorias: mestres, artesãos, associações, cooperativas, ONGs de apoio, Lojistas, programas governamentais. A plataforma possui um sistema de pré - cadastro, contudo a aprovação de participação na Rede dependerá dos seguintes critérios: · Para mestres, artesãos e grupos: trabalhar com tipologias artesanais que envolvam saberes e fazeres tradicionais, estar envolvido com processos de salvaguardar a técnica como um bem cultural, respeitar os princípios do comercio justo, apresentar boas práticas de gestão administrativa e da produção para atender demandas comerciais, ter produtos com alto valor cultural agregado, ter o desejo de contribuir com o desenvolvimento da rede. · Para lojistas e profissionais: demonstrar práticas que apoiem a salvaguarda do artesanato de tradição cultural, praticar o comércio justo, promover os artesãos como protagonistas, comercializar produtos com alto valor cultural agregado, ter o desejo de contribuir com o desenvolvimento da rede. · ONGs e Programas Governamentais: desenvolver ações, projetos e programas de apoio ao artesanato e o desenvolvimento humano e técnico dos artesãos e grupos produtivos, com a intenção de preservar e difundir o artesanato cultural como patrimônio do Brasil. Estar alinhado com a prática do comércio justo e ter o desejo de contribuir com o desenvolvimento da rede. Não se trata de um simples cadastro. Cada interessado será avaliado dentro desses critérios, a partir de questionários e visitas. Outra estratégia será o mapeamento a partir de referências já existentes. Todos serão convidados a participar, uma vez que a abordagem não busca simplesmente o consentimento das comunidades, grupos ou indivíduos, mas depende da participação efetiva e continuada dos mesmos na construção, implementação e eventual reorientação das ações desenvolvidas. Com isso, os diferentes atores terão seus perfis qualificados nessa vitrine virtual que é a plataforma da Rede. No caso dos mestres, artesãs, artesãos e grupos, haverá informações sobre o contexto social, os saberes e fazeres, as particularidades dos modos de vida nas comunidades, as matérias primas utilizadas na confecção dos objetos, dados de contato, galeria de imagem e um catálogo com produtos selecionados para a vitrine comercial. Locais de realizaçãoParte relevante dos artistas/grupos mapeados não se localizam nas capitais listadas e sim no interior dos estados. Essas localidades serão informadas após a etapa de pré-produção que inicia o mapeamento dessas regiões. Utilizamos as capitais como base dos centros de custos pois usualmente são onde se localizam os aeroportos mais próximos das localidades que serão atendidas. Além das capitais, ao menos mais 50 localidades serão atendidas. CapacitaçõesAs capacitações serão destinadas a pessoas que se enquadrem na descrição de público-alvo. O detalhamento do Plano de Distribuição refere a beneficiários diretos, que são multiplicadores e repassarão esse conhecimento nas suas respectivas comunidades, o que aumenta o alcance indireto do projeto.
Plataforma - a plataforma virtual estará disponível e aberta a softwares que permitem a narração do texto, tornando-a acessível a diversos públicos. As videos aulas serão legendadas. Capacitações - o projeto contará com equipe especializada em inclusão. Nas atividades de capacitação que acontecerão in loco, serão criadas todas as condições necessárias para acolher as pessoas em suas necessidades especiais seja de ordem intelectual, física ou sensorial, caso haja tal demanda.
O projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso, de acordo com o art. 21, da IN 2/2019. Reiteramos que todo o projeto é oferecido gratuitamente, sem qualquer custo para os participantes. Plataforma: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e o cinas, além da previsão do art. 22; Capacitações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e o cinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Diretora geral: Sonia Cristina Rehder Quintella de Carvalho - Empresária, administradora de empresas com especialização em Marketing, presidente do Conselho Diretor da Artesol. É a responsável legal do projeto - com trabalho não remunerado pelo mesmo. Tem sob sua responsabilidade decisões sobre as diretrizes e aprovações de ações gerenciais do projeto. Responde pela comunicação com esferas governamentais, financeiras e investidores do projeto. Coordenação geral: Josiane Masson – Formada em Terapia Ocupacional, com especialização em gestão de projetos sociais pela PUC /SP. Coordenadora executiva da Artesol. Produtora de eventos culturais tais como: exposições, festivais, seminários. Consultora e facilitadora de processos de desenvolvimento institucional para grupos produtivos de artesanato cultural. Idealizadora da proposta da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro. Função: coordenação geral - Elaboração e execução do plano de trabalho geral do projeto, coordenação da equipe. Coordenação de Comunicação: Camila Fróis – Jornalista, com experiência na gestão da comunicação estratégica para ONGs e projetos sociais, culturais e de desenvolvimento sustentável. Atendimento à mídia, gestão de redes sociais, articulação com assessoria de imprensa, desenvolvimento de conteúdo para campanhas, site, mídias sociais, sistematização de conhecimento, implementação de estratégias de MKT digital e gestão de produção de vídeos e edição e produção de reportagens. Função: coordenação estratégica de comunicação - elaboração, implementação e monitoramento do plano de comunicação da rede. Coordenação Técnica: Sheila Maiorali – administradora, com larga experiência na gestão de projetos sociais, culturais e de geração de renda junto a comunidades tradicionais. Função: supervisão da articulação da Rede - elaboração, implementação e monitoramento do plano de articulação da rede. Responsável pela gestão financeira do projeto. Coordenação de pesquisa e conteúdo: Raquel Lara Rezende - Doutora em Educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, mestre em Comunicação Social pela mesma Instituição, tem experiência nas áreas de Cultura Popular, Educomunicação, Memória e Narrativa, tendo coordenado e trabalhado em projetos com fins educativos, sociais, artísticos e culturais. Os últimos trabalhos mais relevantes foram desenvolvidos junto à Organização Artesol, com pesquisa e produção de conteúdo na área do Artesanato Tradicional Brasileiro. Assistência de produção e assessoria na prestação de contas: SamyCom Cultura - Desde 2008, a empresa liderada por Samantha Costa, já atuou em agências e produtoras culturais, como Grupo Máquina, A4 Comunicação, Conteúdo Teatral, JLeiva Cultura e Esporte, Bourbon Street Music Club, Fundação Abrinq, British Council, Ufscar Geminis, TJ Produções e Deroull Filmes. Elabora, produz e faz gestão de projetos com verba direta ou por meio incentivo fiscal. Outros Profissionais a serem contratados: 1. Pesquisadores- mapeamento dos núcleos produtivos, mestres, artesãos, espaços culturais de fomento e organizações de apoio. Produção de perfis dos membros para o site. 2. Articulador da Rede – profissional para fazer a animação e as conexões entre os membros da Rede. 3. Consultores e produtores – elaboração de roteiro, conteúdo e produção das web aulas para o espaço de aprendizagem. 4. Designer - programação visual, criação de arte gráfica para o site e demais mídias sociais. 5. Antropólogo / sociólogo - consultoria para a produção de conteúdo e avaliação de resultados do projeto. 6. Produtores - promover a visibilidade comercial dos membros da Rede, gerando aumento de renda para a sustentabilidade das associações e do fazer dos mestres e artistas populares. 7. Assessorias de administrativa, financeira e de comunicação - operacionalizar a gestão administrativa financeira do projeto e demandadas pela direção geral. Controlar a aplicação dos recursos, elaborar contratos, fazer pagamentos, conciliação contábil, operacionalizar prestação de contas. Apoia a área de comunicação em suas demandas operacionais. Serviços: · Tecnologia da informação - aprimoramento ou criação de novos ambientes para a plataforma · Web design - criação de layout para novas interfaces da plataforma · Assistente de Produção · Tradutor · Áudio visual e fotografia · Assistente administrativo A proponente irá se remunerar pelas seguintes rubricas de forma integral: Coordenação Geral Coordenação Técnica Coordenação de projeto Pesquisa A proponente irá se remunerar pelas seguintes rubricas de forma parcial: Assistente de Produção Edição de texto Consultores Mediação
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.