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O Projeto Cultural "Suíça _ Brasil: 200 Anos de Imigração", propõe tornar-se um dos mais amplos registros sobre o legado e a influência da nação europeia em nosso país, servindo como uma edição comemorativa sobre os dois séculos da imigração suíça no Brasil, completados em 2019.
O conteúdo editorial e gráfico da publicação aliará imagens com textos baseados em pesquisas conduzidas pela equipe de produção. Alguns assuntos abordados:Os primeiros religiosos e aventureiros suíçosDa Suíça para o Brasil Do Cantão de Friburgo para Nova Friburgo O colono suíço Joseph HechtSubindo a Serra do Mar Decepção e busca Notícias de Além-mar Suíços na BahiaRiquezas do Novo Mundo Suíços em São Paulo Suíços no Espírito Santo Suíços em Minas Gerais Suíços em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul Suíços no Paraná Suíços durante o Império Empresas e suíçosEntidades e Associações no Brasil Linha do tempo
Objetivo principalEdição, impressão, divulgação, lançamento e distribuição de 1.200 unidades do livro Suíça _ Brasil: Brasil: 200 Anos de Imigração?. Objetivos específicosProduto I _ Livro:Realizar, através de uma publicação com tiragem de 1.200 exemplares e de viés cultural, um amplo registro sobre o legado suíço em nosso país, tendo com o objetivo fomentar o conhecimento sobre os dois séculos da imigração suíça no Brasil, registrando a influência e intercâmbio surgido a partir deste movimento migratório.Produto II _ Contrapartidas Sociais:Em complemento ao produto principal, a equipe editorial abordará o conteúdo da publicação através de palestras e apresentações culturais, presenciais e/ou online, com alcance estimado de, ao menos, 500 pessoas.
A Suíça foi, depois de Portugal, a primeira nação europeia a organizar uma imigração coletiva para o Brasil. O país escolhido era considerado, sob os olhos europeus, um novo mundo com perspectivas atraentes, distante das dificuldades que afligiam seu continente. Esta história tem como marco inicial a fundação da colônia de Nova Friburgo, em 1819. A singularidade de Nova Friburgo se encontra no fato de ter sido a primeira empresa colonial contratada pelo governo português. Nascida de um decreto assinado pelo rei de Portugal D. João VI, datado de 16 de maio de 1818, a cidade tem seu destino ligado eternamente às famílias suíças que ajudaram a moldá-la. Estes laços foram reforçados durante as últimas décadas com inúmeros encontros e intercâmbios. Enquanto isso, na Europa, as Guerras Napoleônicas (ocorridas entre 1799 e 1815) chegavam ao fim e o Novo Mundo acenava como uma terra de oportunidades. Foi nesse contexto que os primeiros imigrantes oficiais, cerca de 2 mil suíços, deixaram as regiões de Fribourg, Vaud e Valais, em 4 de julho de 1819, em direção a Rotterdam, na Holanda, e seguiram para o Brasil, em uma travessia penosa que tirou a vida de quase 400 imigrantes. No fim de 1819, aqueles que sobreviveram se reúnem no Rio de Janeiro, onde hoje está a cidade de Nova Friburgo, a 136 quilômetros da Unidade Federativa, onde dom João VI havia adquirido fazendas e mandado construir casas provisórias. Retomam suas forças antes de prosseguirem seu périplo a pé, através da floresta tropical. A vila prometida é, finalmente, alcançada em 17 de abril de 1820. As autoridades são constituídas, lugares de culto são improvisados e a primeira escola é fundada. Instalados aqui, os colonos suíços passaram a comprar propriedades dos antigos barões do café. A necessidade de diversificação das atividades econômicas levou à aposta em outras possibilidades, como a pecuária. Deve-se a estes suíços um importante legado histórico-econômico-cultural: a importação das primeiras matrizes de gado nelore para o país. Outro fluxo migratório foi encaminhado para o Sul do Brasil durante o século 19, com destaque para o grupo de imigrantes chegados a Colônia Dona Francisca (hoje Joinville), em Santa Catarina. A presença dos imigrantes suíços no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Espírito Santo e em outros locais do Sul do Brasil também é notável. Os 200 anos da imigração suíça no Brasil, completados em 2019, possibilitam a oportunidade de revisitar esta história, legado e história de amizade, que nos legou um importante retorno cultural, visto em muitos locais de nosso país nos dias de hoje. Este projeto cultural se propõe a tornar-se mais objeto a contribuir para os laços de amizade e de intercâmbio nas relações entre a Suíça e o Brasil. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto cultural busca atingir os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
O projeto cultural se compromete a realizar ao palestras gratuitas, como Ações Formativas Culturais, contemplando ao menos 350 participantes no total (sendo que ao menos 50% do quantitativo dos beneficiários das ações formativas culturais se constituirão, obrigatoriamente, de estudantes e professores de instituições públicas de ensino), que terão a oportunidade de ter acesso ao projeto e dialogar sobre o universo cultural relacionado à obra publicada.Estas palestras ocorrerão em centros de ensino e/ou de cultura e/ou espaços públicos e/ou através de plataforma online, com o objetivo de apresentar a linha editorial de uma maneira educativo/cultural.Estes eventos terão carga horária de, ao menos, 90 minutos: os primeiros 45 minutos serão dedicados a uma exposição do tema e nos 45 minutos seguintes ocorrerá um debate com os presentes.O palestrante utilizará, nestas apresentações, aparelho de projeção e microfone, quando necessário.
Tiragem: 1.200 exemplares.Formato: 21 x 25 fechado, 42 x 25 cm aberto.Número de páginas: 200 páginas.Impressão: em papel couché 150g, impressão 4x4 cores.Capa: dura, com sobrecapa.Acabamento: guarda, miolo costurado e lombada quadrada.
Produto I – Livro:O livro terá uma versão digital a qual poderá ser processada por sistemas de leitura e ampliação de tela (formato Daisy), visando a acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais auditivas. Não se aplica a realização de ações, para o produto livro, visando acessibilidade a portadores de deficiência física/auditiva.Produto II – Contrapartidas Sociais:As palestras, colóquios e/ou workshops, presenciais e/ou online, deverão prever a acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais e com Mobilidade Reduzida.O projeto disponibilizará as apresentações virtualmente, com tradução de um intérprete de libras, com o intuito de tornar o conteúdo acessível, permitindo a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência auditiva.
Produto I – Livro:20% (vinte por cento) da tiragem total do livro será destinado, exclusivamente, para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, tendo como alvo escolas, entidades públicas e/ou privadas e/ou bibliotecas e/ou museus e/ou equipamentos culturais, bem como para pessoas atendidas e/ou vinculadas a estas entidades, devidamente identificados, de modo a atender o inciso I a, art.20 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania.Outros 20% (vinte por cento) da tiragem total do livro será doada para escolas, entidades públicas e/ou privadas e/ou bibliotecas e/ou museus e/ou equipamentos culturais, bem como para pessoas atendidas e/ou vinculadas a estas entidades, devidamente identificados, de modo a atender o inciso I, art.21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania.As duas doações, somadas, constituem a doação de 40% da tiragem total do livro pelo projeto. Produto I – Livro (atividade paralela):Em atendimento ao inciso V, do artigo 21. da IN n°2/2019, será realizada uma exposição fotográfica online, com textos e imagens baseados no conteúdo do livro, a ser disponibilizada gratuitamente à população. Produto II – Contrapartidas Sociais:Com relação à ampliação do acesso o Proponente se compromete a realizar apresentações para ao menos 350 participantes (estudantes e professores da rede pública de ensino e para o público geral), de maneira presencial e/ou online, que terão a oportunidade de ter acesso ao material e dialogar sobre o universo cultural relacionado à obra. Estas apresentações serão gratuitas para os participantes.Esta medida visa atender a seguinte medida do artigo 22, da IN n°2 de 23 de abril de 2019.
Bela Vista Cultural (PROPONENTE) - Serviços a serem prestados de forma remunerada: Coordenação Editorial e Direção Geral A Bela Vista Cultural é um selo concebido por Profissional e Equipe, responsáveis pela criação e realização de centenas de publicações que se tornaram referência nos universos livreiro e cultural brasileiros após contemplar realidades de várias Unidades Federativas, suas Capitais e temáticas relevantes do Território Nacional desde 1986. A Editora é especializada no desenvolvimento de produtos e projetos dentre os quais se destacam livros ilustrados, guias turísticos, filmes-documentários e eventos destinados às Comunidades contempladas em suas realizações. O Proponente será responsável pela produção como um todo, coordenando as equipes vinculadas às etapas de pré-produção,produção e pós-produção. Fábio Brito - Serviço a ser prestado de forma remunerada: Coordenação Gráfica Fábio Brito é editor, jornalista, escritor, roteirista e palestrante, natural de Uberaba/MG. De 1972 a 1979, teve o privilégio de descobrir os encantos e as influências da vida francesa ao estudar na Universidade de Paris IV – Sorbonne. Em 1986, fundou um selo editorial que abriga mais de 300 publicações com temáticas voltadas às áreas de cultura, meio ambiente, gastronomia e turismo. Brito também teve o privilégio de levar aos brasileiros o saber-fazer de grandes cozinheiros e chefs de cuisine, através dos canais de televisão Rede Mulher e TV Bandeirantes. Em 2004, iniciou uma série de palestras para estudantes universitários, alunos do ensino médio e fundamental, funcionários de grandes empresas e corporações, integrantes de entidades renomadas do país, e no presente momento colabora também com diferentes comunidades e unidades carcerárias do Estado de São Paulo.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.