Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 193431Apresentou prestação de contasMecenato

Plano anual do Teatro da Cidade - Manutenção e Funcionamento 2020

TEATRO DE PESQUISA
Solicitado
R$ 610,9 mil
Aprovado
R$ 610,9 mil
Captado
R$ 250,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

40.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-01-01
Término
2021-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "Plano anual do Teatro da Cidade - Manutenção e Funcionamento 2020", tem como propósito a manutenção das atividades artísticas e administrativas da Teatro da Cidade, com prioridade para o custeio e em especial a garantia da continuidade de funcionamento da casa.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivos Gerais: "Plano anual do Teatro da Cidade - Manutenção e Funcionamento 2020", tem como objetivo a manutenção das atividades artísticas e administrativas do Teatro da Cidade, com prioridade para o custeio e em especial a garantia da continuidade de funcionamento da casa, através da manutenção de seu acervo de obras de arte, de figurinos, cenários, de seus equipamentos técnicos, e da memória de 56 anos de teatro, constituída por documentos, fotos, vídeos, material impresso, hemeroteca e banco de textos teatrais. O Teatro da Cidade, que em 2020 completa 30 ANOS DE EXISTÊNCIA e funcionamento ininterrupto, foi construído pelo Teatro de Pesquisa em parceria com 75 empresas da iniciativa privada e mais de uma centena de colaboradores e se transformou em um centro de referência para a produção cênica de Minas, com repercussão nacional e internacional. Além de proporcionar ao público de Belo Horizonte, uma programação do mais alto nível, gera anualmente, em média, mais de cinquenta empregos temporários para atores, autores, cenotécnicos, carpinteiros, costureiras, maquinistas, montadores, aderecistas, cenógrafos, etc, além do pessoal fixo que a casa mantém para seu funcionamento (seis funcionários). Objetivos Específicos: O Teatro de Pesquisa tem como objetivo, além da manutenção da estrutura básica, administrativa e funcional da casa, realizar uma montagem de espetáculo anual, que entrará em temporada de no mínimo dois meses - Realizar 02 (duas) ou mais mostras anuais de artistas plásticos na Pequena Galeria do Teatro da Cidade, fazendo interface com a música, teatro e a dança. - Realizar no mínimo 72 (setenta e duas) apresentações teatrais de produções do Teatro de Pesquisa. - Realizar anualmente um Festival anual ou bienal de Teatro reunindo artistas das várias gerações, seja de cenas curtas ou qualquer outra forma de apresentação cênica como performances, comédias, estética contemporânea com entrada franca.

Justificativa

O Teatro de Pesquisa é uma entidade de caráter cultural sem fins lucrativos, fundada em 1970, junto à Faculdade de Filosofia da UFMG, registrada em 1972 e declarada de utilidade pública em 1974. Funcionando, portanto, ininterruptamente há 49 anos em Minas Gerais, ganhou a credibilidade da crítica e do público através do nível de qualidade de seus espetáculos e da repercussão que seu trabalho sempre alcançou a nível nacional e internacional. Além do criterioso cuidado com suas montagens, que já lhe valeram prêmios e reconhecimento, o Teatro de Pesquisa vem, ao longo dos anos desenvolvendo intensas atividades em todas as áreas das artes cênicas criando inclusive a primeira escola livre de teatro de Minas - a OFICINA DE TEATRO - que durante os seus anos de funcionamento e depois em convênio com a PUC Minas, foi a grande responsável pela mudança de mentalidade na formação do artista mineiro e qualidade das produções aqui realizadas. Por isso, além das atividades normais de montagem, estudo, pesquisa, aulas, o TEATRO DE PESQUISA, composto por profissionais do mais alto nível técnico de Minas Gerais, dentre atores, diretores, cenotécnicos e professores, sempre participou ativamente das atividades da comunidade, realizando debates, conferências, ciclos de estudos e leituras dramáticas, pesquisas de linguagem e experimentação e, principalmente, mantendo em funcionamento o TEATRO DA CIDADE. O Teatro da Cidade foi construído e é gerido pelo Teatro de Pesquisa, que mantém assim sua própria Cia de espetáculos de repertório, não sendo, portanto, uma casa de aluguel. É importante salientar que o Teatro da Cidade não está ligado a nenhuma instituição ou empresa que a sustente, sendo a sua sobrevivência realizada ás expensas de parcerias estabelecidas pelo Teatro de Pesquisa, com patrocinadores somente através da Lei Federal de Incentivo à Cultura _ Lei Rouanet - ou marketing direto e eventualmente de receitas de bilheteria. O Teatro de Pesquisa realiza por ano uma montagem de espetáculo, que entra em temporada de no mínimo seis meses. Os projetos de montagem são em geral patrocinados pelo marketing direto de algumas empresas com as quais já foram estabelecidas sólidas parcerias durante os últimos anos. Unimed-BH, Instituto Unimed-BH CBMM, Ingleza, Parque Renascer, são algumas destas empresas que patrocinam apenas as montagens realizadas pelo Teatro de Pesquisa no Teatro da Cidade, com ou sem recursos das leis de incentivo. O resultado financeiro destas montagens, é bom salientar, quando ocorre, é destinado ao pagamento da equipe de artistas envolvida em cada produção, e quando há sobra de caixa, destinado a outras futuras montagens. Portanto, a preocupação do Teatro de Pesquisa é fundamentalmente produzir seus próprios espetáculos e para tanto, necessita que a sua infraestrutura seja patrocinada através das captações da renúncia fiscal. O Teatro da Cidade é uma casa construída por artistas, que gera empregos fixos e temporários respondendo por uma pesada carga tributária anual, além das despesas correntes de funcionamento e hoje, 29 anos depois, começa também a responder pelo desgaste natural de suas instalações e equipamentos que deem receber manutenção periódica ou ser renovados com o surgimento de novas tecnológicas. Para a manutenção do Teatro da Cidade, é necessário o aporte de recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, pois o seu custo mensal inclui o pagamento de salários e encargos decorrentes dos mesmos, água, luz, telefones, tributos, condomínio, segurança e uma grande parte das despesas diversas que incluem desde farmácia, papelaria, transporte e combustível, manutenção contra incêndio, limpeza e conservação. Acrescente-se a estas despesas o pagamento de assessoria jurídica que se faz hoje necessária. Assim, ao encaminharmos mais uma vez nosso projeto para apreciação, estamos certos de que os membros desta comissão conhecem a importância da continuidade de projetos culturais permanentes em nosso País. Vale salientar que o Teatro da Cidade se tornou também referência como centro de debates culturais, reuniões do próprio Ministério da Cultura e órgãos de cultura de todas as esferas, sempre cedido gratuitamente para todas estas atividades de forma republicana e também cedido gratuitamente, para outros espetáculos e temporadas. O Teatro de Pesquisa é uma entidade de caráter cultural sem fins lucrativos, fundada em 1970, junto à Faculdade de Filosofia da UFMG, registrada em 1972 e declarada de utilidade pública em 1974. Funcionando, portanto, ininterruptamente há 49 anos em Minas Gerais, ganhou a credibilidade da crítica e do público através do nível de qualidade de seus espetáculos e da repercussão que seu trabalho sempre alcançou a nível nacional e internacional. Além do criterioso cuidado com suas montagens, que já lhe valeram prêmios e reconhecimento, o Teatro de Pesquisa vem, ao longo dos anos desenvolvendo intensas atividades em todas as áreas das artes cênicas criando inclusive a primeira escola livre de teatro de Minas - a OFICINA DE TEATRO - que durante os seus anos de funcionamento e depois em convênio com a PUC Minas, foi a grande responsável pela mudança de mentalidade na formação do artista mineiro e qualidade das produções aqui realizadas. Por isso, além das atividades normais de montagem, estudo, pesquisa, aulas, o TEATRO DE PESQUISA, composto por profissionais do mais alto nível técnico de Minas Gerais, dentre atores, diretores, cenotécnicos e professores, sempre participou ativamente das atividades da comunidade, realizando debates, conferências, ciclos de estudos e leituras dramáticas, pesquisas de linguagem e experimentação e, principalmente, mantendo em funcionamento o TEATRO DA CIDADE. O Teatro da Cidade foi construído e é gerido pelo Teatro de Pesquisa, que mantém assim sua própria Cia de espetáculos de repertório, não sendo, portanto, uma casa de aluguel. É importante salientar que o Teatro da Cidade não está ligado a nenhuma instituição ou empresa que a sustente, sendo a sua sobrevivência realizada ás expensas de parcerias estabelecidas pelo Teatro de Pesquisa, com patrocinadores somente através da Lei Federal de Incentivo à Cultura _ Lei Rouanet - ou marketing direto e eventualmente de receitas de bilheteria. O Teatro de Pesquisa realiza por ano uma montagem de espetáculo, que entra em temporada de no mínimo seis meses. Os projetos de montagem são em geral patrocinados pelo marketing direto de algumas empresas com as quais já foram estabelecidas sólidas parcerias durante os últimos anos. Unimed-BH, Instituto Unimed-BH CBMM, Ingleza, Parque Renascer, são algumas destas empresas que patrocinam apenas as montagens realizadas pelo Teatro de Pesquisa no Teatro da Cidade, com ou sem recursos das leis de incentivo. O resultado financeiro destas montagens, é bom salientar, quando ocorre, é destinado ao pagamento da equipe de artistas envolvida em cada produção, e quando há sobra de caixa, destinado a outras futuras montagens. Portanto, a preocupação do Teatro de Pesquisa é fundamentalmente produzir seus próprios espetáculos e para tanto, necessita que a sua infraestrutura seja patrocinada através das captações da renúncia fiscal. O Teatro da Cidade é uma casa construída por artistas, que gera empregos fixos e temporários respondendo por uma pesada carga tributária anual, além das despesas correntes de funcionamento e hoje, 29 anos depois, começa também a responder pelo desgaste natural de suas instalações e equipamentos que deem receber manutenção periódica ou ser renovados com o surgimento de novas tecnológicas. Para a manutenção do Teatro da Cidade, é necessário o aporte de recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, pois o seu custo mensal inclui o pagamento de salários e encargos decorrentes dos mesmos, água, luz, telefones, tributos, condomínio, segurança e uma grande parte das despesas diversas que incluem desde farmácia, papelaria, transporte e combustível, manutenção contra incêndio, limpeza e conservação. Acrescente-se a estas despesas o pagamento de assessoria jurídica que se faz hoje necessária. Assim, ao encaminharmos mais uma vez nosso projeto para apreciação, estamos certos de que os membros desta comissão conhecem a importância da continuidade de projetos culturais permanentes em nosso País. Vale salientar que o Teatro da Cidade se tornou também referência como centro de debates culturais, reuniões do próprio Ministério da Cultura e órgãos de cultura de todas as esferas, sempre cedido gratuitamente para todas estas atividades de forma republicana e também cedido gratuitamente, para outros espetáculos e temporadas.

Estratégia de execução

Prezados, boa tarde. Enviamos a este ministério uma proposta igual a esta que segue, porém, a proponência saiu em nome de "Marcela De Lazari", a adminsitradora dos projetos do "Teatro de Pesquisa". Tentamos uma justificativa para trocarmos a proponência, mas o Ministério arquivou a proposta definitivamente. A proposta em questão é a nº 309250. Esclarecemos que o "Plano Anual de Atividades do Teatro da Cidade" vem sendo executado há anos por meio da Lei Rouanet e salientamos a extrema importância da aprovação "anual" do projeto a fim de manter nossas atividades em execução. Tentamos diversos contatos com o MINC por meio do telefone 061 2024 2060. Algumas vezes a funcionária Patrícia nos atendeu e ficou de verificar a melhor forma para sanar esse erro, porém, após esse primeiro contato, as tentativas de ligações passaram ser exaustivas e sem sucesso. Diante do descrito acima e da preocupação em não ter um PRONAC ativo para captação, enviamos outra proposta para apreciação. Contamos com a compreensão de vocês e aguardamos retorno. Cordialmente. Teatro de Pesquisa. Prezados, segue resposta abaixo sobre os direitos autorais: Todas as solicitações abaixo devem ser atendidas: No campo "ANEXAR DOCUMENTOS -> PROPOSTA, anexar os seguintes documentos: TEATRO: a) Contrato de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa/instituição a apresentar o texto de sua autoria para realização do espetáculo de artes cênicas. R: Para o ano de 2020 ainda não foi escolhido o texto para montagem. Esta escolha é feita pelo Teatro de Pesquisa no período de março/abril. Sendo assim, no momento ainda não existe contrato ou anuência que gerem direitos do autor. Assim que for decidida a montagem do ano, enviaremos via Salic o documento relativos a direitos autorais.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

O Teatro da Cidade – Teatro de Pesquisa celebrou com o Ministério Público do deficiente e do Idoso, em 2003, TAC- Termo de ajustamento de conduta, nº 006/2003, para realizar as obras de acessibilidade. Em poder do Ministério da Cultura já existem 03 cópias deste documento, anexado aos pronac’s 1410607, 068890 e 094182 Em relação a acessibilidade física, esclarecemos que a arquitetura do Teatro da Cidade é íngreme e coloca em risco deficientes visuais e físicos, portanto, como o Teatro da Cidade é uma casa pequena (apenas oito filas de poltronas), o Ministério Público entendeu que os lugares reservados para a acessibilidade se localizem na última fila, conforme foi feito em 2004 e vigora até hoje. Sobre acessibilidade de conteúdo, esclarecemos que a arquitetura cênica do Teatro da Cidade não permite o uso de tradução dos espetáculos para a linguagem de libras, portanto, somente sob demanda das instituições de deficientes, em espetáculos destinados a este público, que adotaremos o método de acessibilidade de conteúdo. No campo “INFORMAÇÕES INICIAIS -> RESPONSABILIDADE SOCIAL -> ACESSIBILIDADE": Acrescentar quais medidas serão adotas para promover o acesso ao conteúdo dos produtos culturais às pessoas com deficiência VISUAL O Teatro de Pesquisa não possui condições financeiras para a instalação de equipamento de áudio-descrição. Para que isso pudesse acontecer implicaria em obras técnicas e civis de grande porte na estrutura do Teatro da Cidade, o que é inviável, tanto pelo custo quanto pela própria estrutura da casa. No caso de deficientes visuais, o que sempre fizemos é um encontro com os mesmos e a descrição do espetáculo é feita antes de cada apresentação pela equipe técnica e artística do Teatro da Cidade. Isso tem sido feito há muitos anos em parceria com as instituições que tratam do assunto, especialmente o centenário “Instituto de Cegos São Rafael” e o gabinete do deficiente visual e Vereador Arnaldo Godoy, sempre que solicitados por estes. Salientamos que a presença de deficientes visuais em nossos espetáculos é mínima.

Democratização do acesso

A democratização ou contrapartida oferecida pelo Teatro de Pesquisa é a cessão gratuita da casa para espetáculos de artes cênicas produzidos por grupos, escolas, companhias teatrais, desde que estas apresentações sejam também gratuitas. Além disso, o Teatro da Cidade é cedido gratuitamente a entidades, ongs, núcleos culturais e instituições públicas ou privadas para a realização de debates, cursos rápidos ou workshops sobre arte e cultura. Apenas o Ministério da Cultura, citando como exemplo, utilizou nossas instalações por solicitação da Regional de Minas Gerais, 5 (cinco) vezes, trazendo para debates o Ministro da Cultura, Secretário Geral, Secretário de Fomento, Relator da CPI da Lei Rouanet com intensos debates sobre a cultura e a arte produzidas no Brasil. Outras entidades como Sindicato dos Produtores, dos Artistas, agremiações políticas e ongs também utilizaram o espaço para eventos públicos e gratuitos. Toda esta documentação ou a maior parte dela já foi encaminhada a este Ministério da Cultura, atrelada à prestação de contas dos Pronac's 164474 e 177910. Esta é com certeza a forma que temos de democratizar o acesso à casa. Como já explicado em todos os Pronacs anteriores, o Teatro da Cidade não é uma casa de aluguel, mas construído para que os artistas ligados ao Teatro de Pesquisa apresentem seus espetáculos anuais em temporada. Anteriormente realizávamos duas montagens anuais. Atualmente só uma. A renda da cobrança de ingressos desta montagem é destinada totalmente ao pagamento dos artistas envolvidos na produção (atores e técnicos) e sobre ela o Teatro de Pesquisa utiliza o máximo de 10% dos ingressos para distribuição entre patrocinadores, imprensa, população carente e convidados especiais. Os preços praticados em bilheteria são os seguintes: R$20,00 a meia-entrada e R$40,00 a inteira. Além disso praticamos a venda de ingressos promocionais nos postos de popularização do teatro ao preço de R$18,00 (em 2018/2019) e foi praticado o preço de R$15,00 (anos anteriores). Durante o período de setembro a dezembro de 2018 o 1º Festival de Teatro Mínimo contou com entrada gratuita em todas as apresentações. O percentual de inteiras é de apenas 2% da freqüência ao teatro. O percentual de meias é de 30% dos lugares vendidos e o restante advém dos ingressos a preços populares, vendas antecipadas, etc. Reiterando: esta renda, seja ela pequena ou média, já que o Teatro da Cidade possui apenas 191 lugares e a taxa média de ocupação dos teatros brasileiros vem caindo assustadoramente nos últimos cinco anos, esta renda é destinada apenas e tão somente à remuneração dos artistas que participam das montagens e temporadas do Teatro de Pesquisa no Teatro da Cidade. Sobre ela não haverá evasão de renda nem gratuidade em excesso, por termo de acordo com os artistas que trabalham em nossas montagens. - Em atendimento ao inciso VII do art. 56 da IN 2017, adotaremos como medida de democratização de acesso adicional a realização de ensaios abertos, praxe do Teatro de Pesquisa há mais de 40 anos, abrindo seu trabalho para escolas, público, estudantes de teatro, etc. - Serão produzidos e distribuídos para o público em geral uma média de 3.000 (três mil) programas do espetáculo durante a temporada. Como contrapartida social, ofereceremos 02 palestras sobre conscientização da arte e cultura na sociedade. As palestras serão ministradas pelo diretor artístico Pedro Paulo Cava ou profissionais especialmente convidados e o público beneficiado será o de estudantes e professores de instituições públicas de ensino de Belo Horizonte. Vale salientar que o Teatro da Cidade é casa mais democrática de Belo Horizonte, tendo se tornado referência e local para onde ocorrem todos os debates necessários e importantes sobre temas cruciais à vida brasileira, sejam eles artísticos ou não. É também a mais republicana das casas porque recebe para debates todas as correntes políticas que também sejam republicanas e democráticas.

Ficha técnica

O dirigente da Instituição irá atuar como Curador de artes cênicas, exposições, música e literatura. PEDRO PAULO CAVA Diretor, ator, autor, dramaturgo, produtor, professor de teatro e galerista. 69 anos de idade, 55 de carreira artística profissional. Fundador e diretor de vários grupos e companhias de teatro, em especial o Teatro de Pesquisa, fundado em 1970 e do qual é diretor até hoje. Criador e fundador da OFICINA DE TEATRO – ESCOLA DE ARTES CÊNICAS – Escola livre que se torna referência no ensino teatral brasileiro e modelo para várias outras escolas no País, tendo sido freqüentada por mais cinco mil alunos – 1981-1989. Em 1990 cria, funda e dirige o TEATRO DA CIDADE, espaço que construiu em parceria com mais de 100 empresas privadas e que funciona ininterruptamente desde então. Professor Titular da Cadeira de Teatro da PUC Minas, 2000/2005 e diretor da Oficina de Teatro PUC Minas. Recebe o Título de Notório Saber em Artes Cênicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - 2000 Curso Superior – Sociologia UFMG – 1969 a 1972. (incompleto) Aluno de vários cursos de teatro no Brasil e exterior: Curso de Iniciação ao Teatro com o Teatro Experimental em 1966/67, ministrado por Jota Dangelo e Jonas Bloch; Teatro do Oprimido com Boal em 1980/SP, Cursos do Festival de Inverno de Ouro Preto de 1966 a 1972; Curso de Mímica e Pantomima em Munique, com Milan Sladek; Universidade Internacional de Verão –Paris/1981; Oficinas de estéticas teatrais da EITALC- México, 1995, dentre muitos outros. Atividades didáticas com ensino de teatro desde 1971: Cultura Inglesa, Aliança Francesa, Fafich/UFMG, Colégio Anchieta, Centro de Pesquisas Teatrais, Sociedade Mineira de Psicodrama, Festivais de Inverno da UFMG de 1972 a 1976, Oficina de Teatro- escola que funda e dirige de 1981 a 1989 e de 1999 a 2005. Professor de Teatro da FAOP – Fundação de Arte de Ouro Preto – 1981 a 1989. Ex-Coordenador da Oficina de Teatro PUC - Minas, tendo recebido o Título de Notório Saber em Artes Cênicas pelo Conselho Universitário da PUC - Minas. 1999 a 2005 Um dos fundadores da EITALC – Escola Internacional de Teatro para América Latina e Caribe – Cuba/ México -1987 Viagens de estudos, trabalhos, estágios: França,. Alemanha, URSS, Cuba, Portugal e México. Funda, constrói e dirige o Teatro da Cidade em Belo Horizonte – 1990 Funda o Sindicato dos Artistas de Minas Gerais e é seu primeiro presidente. 1975/77 Ex-presidente do SINPARC – Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais - 1999/2000. Trabalha como ator, autor e diretor, ao longo dos anos, em mais de cem produções no Brasil e no Exterior. Participa intensamente dos seguintes movimentos teatrais e politico-culturais brasileiros: Regulamentação da Profissão de Artista – 1975 a 1978 junto ao Congresso Nacional. Um dos artífices da Lei 6.533. Fundação e criação da FENATA – Federação Nacional de Teatro Amador – Petrópolis – 1974 Fundação e criação do Inacen/Fundacen – MEC- – Arcozelo e Rio, 1974/75/76. Movimento pela Anistia – 1976/1980 Cebrade – Centro Brasil Democrático – 1978/1980 Instituto Cultural Brasil – URSS – 1981 Instituto José Martí – Brasil – Cuba – 1987 Foi militante e filiado ao PCB de 1966 a 2001. Possui mais de uma centena de prêmios, medalhas, condecorações, troféus, conferidos por trabalhos realizados e pela ativa participação na vida cultural brasileira. Foi diretor da Galeria Guignard de 1974 a 1981. Diretor da Otto Cirne Galeria de Arte – 1976 a 1980. Diretor da Novotempo Galeria de Arte – 1990 a 1997. Diretor da Pequena Galeria do Teatro da Cidade de 1998 até hoje. Como galerista ou marchand, organiza de 1974 até os dias de hoje centenas de exposições dos maiores artistas brasileiros com os quais conviveu a vida inteira além de salões de arte, leilões, mostras nacionais e internacionais. Presidente da Aliança Francesa de BH – 2009/2011 Secretário de Cultura e Formação Política do PSB-BH – 2011/2014 Publicações diversas em livros, veículos de comunicação em todo o Brasil e exterior: artigos, estudos, etc. Integrou diversas comissões de organização e criação de Secretarias de Cultura em Belo Horizonte e no Estado de Minas Gerais, bem como de reforma de casas de espetáculos e também Comissões de estudos e criação de leis de Incentivo à Cultura Municipal, Estadual e Federal. Recebe Homenagem com Sala Especial no Festival TIRADENTES EM CENA, pelos 50 anos de trabalhos. 2015. Principais trabalhos realizados como ator/diretor/produtor: ESPETÁCULOS ADULTOS A CASA DE BERNARDA ALBA – Garcia Lorca - 1973 A ESTRELA DALVA – Renato Borghi e João Elísio Fonseca – 2000 A FARSA DE PATHELIN – Anônimo francês – 1972 A PAIXÃO SEGUNDO SHAKESPEARE – Jota Dangelo – 2016/17 A PROSTITUTA RESPEITOSA – Jean Paul Sartre - 1976 A SECRETA OBSCENIDADE DE CADA DIA – Marco Antonio de La Parra – 1992 AMORES PROFANOS – Luiz Paixão - 1998 AQUELE QUE DIZ SIM E AQUELE QUE DIZ NÃO – Brecht - 1970 AS ROSAS DO ROSA – De José Carlos Aragão - 2005 BANHEIRO FEMININO – Regiana Antonini – 2004/2009 BARREADO – Ana Elisa Gregori - 1982 BELLA CIAO – Luiz Alberto de Abreu - 1988 BOCA MOLHADA DE PAIXÃO CALADA – Leilah Assunção – 1992 BRASILEIRO, PROFISSÃO ESPERANÇA – Paulo Pontes – 2009/2010 CENA À QUATRO – Ionesco - 1966 COMO QUISERES – Shakespeare – 1984 - Alemanha DURA LEX SED LEX NO CABELO SÓ GUMEX – Oduvaldo Vianna Filho - 1982 É... – Millôr Fernandes – 1981 ELES NÃO USAM BLACK-TIE – De Guarnieri – Leitura Dramática encenada - 2010 ELIS, COMO UM PÁSSARO EM SEU OMBRO – P.P.Cava e Luiz Paixão – 1983 FRANK QUINTO – Durrenmatt - 1987 FREI CANECA – Carlos Queiroz Telles – 1973 FUTURO DO PRETÉRITO – Regiana Antonini - 1999 GALILEU GALILEI- Brecht – 1983 GUERRA E PAZ (Portinari) – Espetáculo de abertura do Cine Theatro Brasil – 2013 INTIMIDADE INDECENTE- Leilah Assunção – 2017/18 LENZ – George Buchner - 1982 LIBERDADE, LIBERDADE – Millôr / Ferreira Gullar - 1983 LOUCO CIRCO DO DESEJO – Consuelo de Castro - 1995 LUA DE CETIM – Alcides Nogueira - 1986 MÃO NA LUVA – Oduvaldo Vianna Filho - 1999 MÃOS SUJAS DE TERRA – Luiz Carlos Moreira e Tim- 1979 MARIDO, MATRIZ E FILIAL – Sérgio Jockymann – 1997 MINAS FAZ BARULHO -Com a Fundação Dom Cabral - 2012 MORANGO COM CHANTILLY – Timochenco Wehbi - 1987 MORTE E VIDA SEVERINA – João Cabral de Mello Neto – 1977/2011 MULHERES DE HOLLANDA – Chico Buarque – 1992/1998/2007 NA ERA DO RÁDIO – Clóvis Levi - 1996 NOSSA CIDADE – Thornton Wilder – 2001/2006 O ALLEGRO DESBUM – Oduvaldo Vianna Vilho – 1980/1999 O AUTO DA COMPADECIDA – Ariano Suassuna - 1975 O BRAVO SOLDADO SCHWEIK – Jaroslav Hasek - 1979 O CASO DO VESTIDO – Carlos Drummond de Andrade – 1989 O ENCOURAÇADO BOTEQUIM – Felipe Pinheiro – 1988 O INTERROGATÓRIO – Peter Weiss - 1973 O REI MOMO – César Vieira - 1978 O SR. PUNTILLA E SEU CRIADO MATTI – Brecht – 1986 O VÕO SOBRE O OCEANO – Brecht – 1977 OH,OH,OH, MINAS GERAIS – Jonas Bloch e Jota Dangelo – 1967 E 1971 ONLY YOU – Consuelo de Castro – leitura dramática – 2008 e 2014 OS ALPINISTAS – José Carlos Aragão – leitura dramática encenada - 2005 OS CEGOS – Michel de Ghelderode - 1967 OS GESTOS COMEÇAM ONDE TERMINAM AS PALAVRAS – PANTOMIMA – Raimundo Farinelli – 1973 PALAVRA POSSUÍDA – Beth Fleury - 2006 RASGA CORAÇÃO – Oduvaldo Vianna Filho - 1984 REUNIÃO DE FAMÍLIA – Lya Luft – 2003 SAMBA, AMOR E MALANDRAGEM – Kalluh Araújo - 2014 SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME – Ferreira Gullar e Oduvaldo Vianna Filho – 1968 TRIPTOLEMO 17 – Coletivo - 1973 UMA CERTA SEXTA-FEIRA – Jota Dangelo – 1975 VERMELHO AMARGO – Bartolomeu Campos de Queirós – 2014 FRANCISCO NUNES-ESPETÁCULO DE REABERTURA – Roteiro e direção – 2014 ESPETÁCULOS INFANTIS A FLOR MÁGICA – Zuleika Martins – 1971 A REVOLTA DOS BRINQUEDOS – Pernambuco de Oliveira - 1976 BOLOTA CONTRA O BRUXO – Jonas Bloch e Jota Dangelo – 1966 e 1973 CÃO COM GATO – Euclides Marques Andrade - 1972 DON CHICOTE – Oscar Von Pfuhl – 1975 FLICTS – Ziraldo - 2000 HISTÓRIA DE LENÇOS E VENTOS – Ilo Krugli – 1998 LIDERATO, O RATO QUE ERA LÍDER – André Carvalho e Gilberto Mansur – 1967/68 LÚCIA ELÉTRICA – Cláudia de Castro - 1973 LUNO E LUNIKA NO PAÍS DO FUTURO – Terezinha Soares - 1969 MANINHO, O PEQUENO HERÓI – Carlos Felipe - 1970 MARIA MINHOCA – Maria Clara Machado - 1973 NEM TUDO ESTÁ AZUL NO PAÍS AZUL – Gabriela Rabelo – 1975 O HOMEM E A FLOR – Euclides Marques Andrade - 1976 O MÁGICO DE OZ – Donato Donatti - 1971 O PEQUENO PRÍNCIPE – Saint- Exupéry - 1964 O RAPTO DAS CEBOLINHAS – Maria Clara Machado - 1974 PIANÍSSIMO – Tim Rescala - 1995 PLUFT, O FANTASMINHA - Maria Clara Machado - 1965 ROMÃO E JULINHA – Oscar Von Pfuhl – 1972/1998 LINK PARA A ENCICLOPÉDIA DO ITAÚ CULTURAL: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=8998&cd_item=22 COMO GALERISTA MONTA E ORGANIZA EXPOSIÇÕES DE: Amilcar de Castro, Guignard, Fayga Ostrower, Scliar, Manabu Mabe, Yara Tupynambá, Zaluar, Sonia Ebling, Burle Marx, Emanoel Araújo, Alvaro Apocalypse, Claudio Tozzi, Rubens Gerchman, Antonio Peticov, Aldemir Martins, Maria Helena Andrés, Inimá de Paula, Carlos Bracher, Salvador Dali, GTO, Lorenzatto, Maria Bonomi, Yuraka Toyota, Wakabayashi, Anna Letycia, Noêmia Motta, João Câmara, Ferreira Gullar, Picasso, Antonio Poteiro, Concretistas Brasileiros, Wellington Virgulino, Alfredo Volpi, dentre centenas de outras mostras de artistas nacionais e internacionais e realiza dezenas de leilões de arte de 1974 até os dias de hoje.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.