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PRONAC 193434Apresentou prestação de contasMecenato

Solo Negro

ASSOCIACAO BURLANTINS
Solicitado
R$ 471,9 mil
Aprovado
R$ 471,9 mil
Captado
R$ 255,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

54.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2019-11-28
Término
2022-03-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto consiste na realização de espetáculos teatrais. Com a proposta de criar um espaço de difusão e de valorização do trabalho de artistas negros, um curador irá selecionar espetáculos que dialoguem com a cultura afro-brasileira contemporânea ou tradicional, e que tenham um formato solo (ou reduzido) formado predominantemente por artistas negros. Os eventos terão preços populares.

Sinopse

Não é o caso.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Pretende-se com este projeto a realização de espetáculos de artes cênicas, ao longo do ano de 2020 e 2021, no Espaço Cultural Tambor Mineiro (ou em algum outro teatro), em Belo Horizonte-MG. As apresentações serão transmitidas ao vivo via streaming no canal do Youtube da proponente, onde o público poderá acompanhar. O projeto continua com o propósito de criar um espaço para a difusão e valorização do trabalho de artistas negros de Belo Horizonte-MG; valorizar a memória e as tradições de Minas aproximando o público à cultura-afro e à cultura afro-mineira; fortalecer e fomentar a produção cultural de Belo Horizonte; contribuir com a universalização do acesso à ações de projetos culturais.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realizar dez espetáculos de artes cênicas transmitidos pela internet;- Realizar dez conversas com o ator do espetáculo e público que estiver assistindo pela internet.

Justificativa

Em primeiro lugar, a inscrição deste projeto no Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, se deu em função de uma possibilidade de captação do projeto, via esse mecanismo. Acreditamos ainda que a Lei Federal de Incencito à Cultura é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada para realização de projetos culturais. O racismo estrutural advindo de nossa herança escravocrata faz-se presente também no cenário das artes cênicas do país. Ainda que existam registros que, desde o século 18, existem companhias negras de teatro em Minas e em todo o país, a elas quase nunca foi possível romper o manto de invisibilidade imposto pela estética hegemônica e euro-descendente. Embora não existam muitas pesquisas relativas ao tema, em Minas Gerais seria leviano ignorar que as atrizes e os atores negros encontram um cenário marcado pela desigualdade de oportunidades. Sejam nas rodas de conversas do FAN - Festival de Arte Negra, sejam nos debates de outros projetos locais, este problema é frequentemente abordado. No Prêmio Sinparc de Artes Cênicas, realizado em abril de 2015, por exemplo, entre os 20 atores indicados, apenas uma atriz negra, na categoria melhor atriz coadjuvante. A marginalização desses corpos políticos, de suas narrativas e das estéticas afro-brasileiras acarreta em uma perpetuação da invisibilidade histórica que, por sua vez, reforça o racismo estrutural, em um perverso ciclo vicioso. Este projeto portanto, ao criar um espaço de valorização e de difusão do trabalho artistas negros, soma-se a projetos que vêm combater essa realidade. Ao criar um espaço de necessária oportunidade para artistas negros, o projeto vai além e aproxima o público de um tema tão caro quanto ignorado: a cultura-afro e a cultura afro-mineira. O projeto é, portanto, também um espaço de aproximação do público, principalmente os jovens, de elementos, ritos, personagens e histórias dessa cultura e da identidade fundante do povo mineiro e brasileiro. Assim, consideramos que a finalidade do projeto está em consonância com o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), e se enquadra, especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Considerando que a principal finalidade do projeto é viabilizar a apresentações de diversos espetáculos teatrais, o mesmo se enquadra no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

** Os espetáculos a serem apresentados só serão definidos após o início do projeto e a realização do trabalho do curador. Em função disso, no momento, não é possível enviar contrato de Direito Autoral ou a Carta de Anuência. *** A ASSOCIAÇÃO BURLANTINS inscrita no CNPJ sob nº 03.014.414/0001- 68, ISENTA de Inscrição Estadual, estabelecida na rua Venezuela, 181, Sion, CEP 30.315-250, Centro, Belo Horizonte-MG, por intermédio de seu representante legal - Mauricio Lino Moreira, RG MG MG970992, CPF 229.207.496-68 -, declara para devido fins que a execução desta Proposta 308145 (Solo Negro), só será iniciada após a entrega da prestação de contas do projeto Solo Negro 2019, PRONAC 182618.

Especificação técnica

10 e-flyers 300x300 px

Acessibilidade

As apresentações do projeto, que agora serão realizadas em formato virtual (apresentadas ao vivo via streaming no canal do Youtube da proponente), contarão com intérprete de libras. Recurso viável para este novo formato.

Democratização do acesso

Serão ações de democratização do projeto: - Disponibilização, na internet, de registros audiovisuais do projeto, conforme inciso III, do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania; - Permissão para captação de imagens e autorização de veiculação para redes públicas de televisão, conforme inciso IV, do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Ficha técnica

COORDENADOR GERAL, GESTOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO E CURADOR - Mauricio Lino Moreira (Associação Burlantins) Ator, compositor, cantor, multiinstrumentista, diretor musical e capitão de congado, Mauricio Tizumba estabeleceu em sua trajetória artistísca – que começou quando ainda era criança, na extinta TV Itacolomi – diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira e afro-mineira. Formado pelo Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais e transitando pelo cinema, pela TV e pelo teatro, atuou em 28 espetáculos, sendo 25 musicais, entre eles, a trilogia de João das Neves: “Bituca”, com músicas de Milton Nascimento, e “Besouro Cordão de Ouro” e “Galanga Chico Rei”, com músicas de Paulo César Pinheiro (a experiência deste último se desdobrou em álbum homônimo, o sexto da carreira, criado em parceria com Sérgio Santos). Ainda no teatro, participou da criação da Cia. Burlantins, em 1996, quando iniciou seus trabalhos junto a Tim Rescala, encontro que se desdobrou nos musicais “Pianissimo”, “A Sombra do Sucesso” e “A Turma do Pererê” e na opereta “O Homem que Sabia Português”. Pela atuação como o jumento do infantil “Os Saltimbancos” foi agraciado com o Prêmio Zilka Salaberry em 2010. É também idealizador da Mostra Benjamin de Oliveira e do Espaço Cultural Tambor Mineiro. Já excursionou por Estados Unidos, Canadá e Europa, sendo um dos representantes de Minas Gerais no “Ano do Brasil na França”. Com o seu grupo de tambor mineiro participou do New Orleans Jazz Festival e por quatro edições do Landesmusikakademie Berlim. ** O proponente será remunerado através das rubricas de COORDENAÇÃO GERAL, GESTOR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO E CURADOR DIREÇÃO ARTÍSTICA - Júlia Dias Lino Moreira Nascida em Belo Horizonte, cantora e percussionista, Júlia começou seus estudos artísticos aos 11 anos. Desde esse momento, participou em diversos projetos como percussionista junto a Mauricio Tizumba, Sérgio Pererê, João das Neves e outros. Atuou e ministrou aulas de percussão para adultos e crianças durante um ano na Argentina e atualmente mora em Belo Horizonte, ministra aulas em diversos espaços culturais. Participa da banda “Coplas ao Vento” e integra o elenco dos musicais: “Zumbi”, “Oratório”, “Clara Negra” e “O Negro, a Flor e o Rosário”. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - Elias Gibran de Valadares Cunha (Napele Produções) Gestor e produtor cultural criou, em 2005, a produtora Napele Produções Artísticas que desenvolve e realiza gestão e produção de projetos nas áreas de música, dança, teatro, artes visuais, circo e literatura. Desde 2005, é coordenador do projeto Festejo do Tambor Mineiro, que visa, por meio de atividades de confraternização, valorizar e divulgar a cultura afro-mineira, sobretudo o Congado de Minas Gerais. Foi responsávelo pela gestão e produção executiva de projetos como a Mostra Benjamin de Oliveira; Canjerê - Festival de Cultura Quilombola; Conexão Vivo; Palco Hip Hop; Besouro, Cordão de Ouro; O Negro, a Flor e o Rosário; A Zeropéia; Opereta – O Homem que sabia português; Mil Tambores; Contos de Areia - Um canto à Clara Nunes; Cortejo de Liberdade à Zumbi; Fica Vivo! na Cidade; TIM Mov Perc, Percursos do Sagrado, dentre vários outros. Atuou também como gestor e produtor executivo da confecção e consequente lançamento dos CDs Horizonte (2010), do músico, radialista e crítico musical mineiro Bob Tostes, Alma Grande Ao Vivo (2010) e Serafim (2011), Odé (2015) ambos do cantor e compositor Sérgio Pererê e CD Tambor Mineiro (2006), de Maurício Tizumba com o Grupo Tambor Mineiro; além do DVD do grupo Bantuquerê (2008). Publicou diversos artigos como “A luta deita no cimento: a Praia da Estação e sua relação com o Poder Público”, em Políticas Culturais em Revista, v. 9, p. 74-109, 2017; “Por uma política de continuidade: análise da implementação do Centro de Referência em Diretos Humanos Pauline Reichstul, em Sobre gestão e política pública. 1ed.Belo Horizonte: EdUEMG, 2016, v. , p. 213-234. ASSISTENTE ADMINISTRATIVA - Silvia Batista (Proart Minas) Com ampla experiência na gestão administrativo-financeira de projetos culturais, incluindo orientação sobre legislação vigente e prestação de contas, Silvia Batista trabalha com importantes grupos e artistas do cenário cultural mineiro e nacional, como o Grupo Teatral Espanca!, a Cia de Teatro Luna Lunera, a Quick Cia de Dança e a Cia Mário Nascimento. Foi responsável pela gestão administrativo-financeira do Grupo Galpão de 1997 a 2007, e de quase oitenta projetos dos mais diversos agentes culturais, nas áreas de música, teatro, dança e circo, inscritos nas leis municipal, estadual e federal de incentivo à cultura. COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO - Mariana Misk Moysés (Oeste) É sócia-diretora da empresa Oeste Design. Desde 2002, é professora de Design Gráfico da Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais. Participou da criação gráfica dos projetos Coleção Circo-Teatro, projeto da Secretaria de Estado da Cultura viabilizado pelo Prêmio Cena Minas, da Revista Marimbondo, revista de arte e cultura da cidade de Belo Horizonte, e do catálogo Casa de Juscelino, da Superintendência de Museus de Minas Gerais. Foi produtora gráfica dos projetos do Programa Monumenta, programa de valorização do patrimônio histórico empreendido pelo Ministério da Cultura e a nova identidade visual do projeto cultural Festejo do Tambor Mineiro, bem como seu website, suas peças gráficas, eletrônicas, promocionais e de sinalização. Criou também a identidade visual para a divulgação da peça teatral "Oratório - A Saga de Dom Quixote e Sancho Pança", da Cia Burlantins, bem como o seu site e suas peças gráficas e eletrônicas. Orientou a concepção gráfica do site da Cia Burlantins. Foi a designer responsável pelo álbum "Querendo Chegar", do cantor e compositor Kadu Viana. Em conjunto com Dijon de Moraes, realizou a criação gráfica do livro "Meta Projeto - O design do design". Recentemente, está concluído a criação gráfica do material de apresentação do Instituto Cultural Sérgio Magnani. Já teve seus trabalhos publicados no Anuário do Clube de Criação Publicitária de Minas Gerais (2004 e 2005), na Revista Bons Fluidos / Editora Abril (2000) e na Revista da Abigraf (1998 e 1999) e projetos premiados internacionalmente no iF Design e no RedDot Communication Award.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.