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O projeto "Cinema na Linha" é uma Mostra Itinerante que consiste na realização de sessões de cinema em comunidades rurais do interior de Santa Catarina, a começar pela região oeste. A proposta é exibir filmes produzidos aqui mesmo no Estado, possibilitando o acesso a documentários e curtas de ficção cujas narrativas se relacionam ao universo cultural catarinense. Serão 30 dias na estrada. A "caravana" do projeto Cinema na Linha irá percorrer 10 municípios, 10 comunidades do interior, 10 linhas, a começar pelo extremo oeste. Em cada cidade, uma comunidade receberá a sessão de cinema.
O projeto “Cinema na Linha” consiste na realização de sessões de cinema em comunidades rurais da região oeste de Santa Catarina. A proposta é exibir filmes produzidos aqui mesmo no Estado de Santa Catarina, possibilitando o acesso a documentários de curta e média metragem cujas narrativas se relacionam ao universo cultural catarinense. Serão 30 dias no interior. O projeto terá três programações e deve diversificar as sessões de acordo com as marcas identitárias do lugar. A proposta de exibir os filmes catarinenses constitui uma ação importante no sentido de possibilitar o acesso do público a essas produções que foram financiadas com recursos públicos, é um retorno justo e que deve fortalecer o cinema catarinense. Mostrar esses filmes em áreas rurais é juntar as duas pontas que parecem à margem: a população rural e o cinema catarinense. É fortalecer a cultura e promover a identidade. Quebrar paradigmas e mostrar que os acessos devem ser ilimitados. A Curadoria dos filmes deve ser realizada ainda na etapa de pré-produção, portanto, o que se tem no momento é uma proposta inicial de programação que está sujeita a alerações a partir da inserção de curtas-metragens de ficção e de outros documentários, pressupondo, a exclusão alguns aqui previstos. Mas, no momento é possível contar com a autorização prévia dos seguintes filmes: O Goio-en transbordou (72’) 2014 - Livre Margot Produções Direção de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt Produzido com recursos públicos oriundos da Lei de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet Sinopse: Entre as décadas de 20 e 70, os moradores do Goio-en, comunidade que fica às margens do Rio Uruguai no município de Chapecó(SC), se alegravam com a possibilidade de cheia no rio. A enchente era sinal de trabalho. Era hora de largar no rio as balsas que transportavam madeira para a Argentina. Enquanto passavam as barcas, as balsas, a vida acontecia no Porto Goio-en. Em 1965 o “Dilúvio” transformou o local. Hoje, o Rio Uruguai transbordou mais uma vez e cobriu boa parte da comunidade. Uma “enchente” provocada pela construção da Usina Foz do Chapecó que mudou definitivamente o destino da comunidade, alterando a paisagem e a história do Goio-en. O Caminho da Roça (20’ ) 2016 - Livre Três Quadros Direção de Daniela Farina e João Lucas Produzido com recursos públicos oriundos do Edital das Linguagens Artísticas de Chapecó. Sinopse: O Caminho da Roça lança um último olhar para o interior. O jovem Valdis deixou o campo. Ao retornar, se depara com pessoas que ainda têm como modo de vida a simplicidade e os costumes que sobrevivem ao tempo, que trazem na sua essência a conflitante relação entre o antigo e novo. Um retrato poético e atual do campo visto por olhos acostumados à cidade. Kiki – O Ritual da Resistência Kaingang (34’) 2014 - Livre Margot Produções Direção de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt Produzido com recursos próprios e oriundos de patrocínio direto. Sinopse: O filme aborda o mais importante ritual da etnia kaingang, o Kiki, realizado em 2011 na Aldeia Condá, no oeste catarinense. Através de uma abordagem cronológica são mostrados os preparativos na mata e na aldeia. A expectativa dos mais velhos que queriam vivenciar um ritual completo, como há muito não era feito, e dos jovens que nunca haviam participado do Kiki. A construção das casas na mata para receber os rezadores, a chegada dos pajés, a escolha da araucária, cujo tronco serviu de cocho para a bebida, as orações, a preparação da bebida que levou mais de dez dias para ficar pronta, a pintura das marcas nos rostos dos kaingang, definindo as duas metades: kamé e kainru-kré. O filme mostra, também, como a língua kaingang ainda hoje representa um importante signo dessa cultura, demonstrando que os indígenas mantém sua identidade apesar da violência do contato com outras etnias. MBYÁ REKO PYGUÁ, a luz das palavras (18’) 2012 - Livre Contraponto Direção de Kátia Klock e Cinthia Creatini da Rocha Produzido com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema (FCC/Governo SC) Sinopse: A sensibilidade do povo Guarani em educar as crianças permanece viva apesar das influências urbanas. Mas esforços dos professores indígenas são marcados por dilemas, buscas, encontros e desencontros. Este registro todo gravado em Guarani na Aldeia Yynn Moroti Wherá, em Biguaçu (SC), comprova: espiritualidade, simplicidade e verdade traduzem a luz dos Guarani no seu processo de educação. Guarani, povo da mata e da universidade (14’) 2012 - Livre Plural Filmes Direção de Márcia Paraíso Produzido com recursos do Prêmio Catarinense de Cinema (FCC/Governo SC) Sinopse: Karay Tataendy é cacique na aldeia Mymba roká e aluno do curso de Licenciatura Intercultural na Universidade Federal de Santa Catarina. O curso se propõe a formar professores indígenas capacitados a compreender questões relacionadas à territorialidade e ao Bioma Mata Atlântica, sem contudo minimizar a importância da manutenção das tradições e da língua indígena, fator essencial na resistência cultural do povo Guarani. Celibato no Campo (52’) 2011 - Livre Margot Produções Direção de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt Produzido com recursos públicos oriundos do Prêmio Edital Catarinense de Cinema (FCC/Governo SC) Sinopse: A intensa migração de jovens filhos de agricultores para as cidades, sobretudo de jovens mulheres, que saem para estudar e dificilmente retornam às propriedades rurais, faz surgir um novo fenômeno social: o celibato masculino no campo. O documentário aborda as razões do aparecimento deste fenômeno que se configura como a masculinização do campo e que tem como conseqüência a diminuição do número de casamentos e o envelhecimento no meio rural. Larfiagem (20’) 2017 - Livre Magnolia Produções Direção de Gabi Bresola Produzido com recursos públicos oriundos do Edital Prêmio Catarinense de Cinema (FCC/ Governo SC) Sinopse: Nos arredores da estação ferroviária de Herval d’Oeste, em Santa Catarina, na década de 1950, um grupo de engraxates e carregadores de malas, entre 7 e 15 anos de idade, concebeu uma língua própria (socioleto), denominada Grinfia. Na década de 2010, a Grinfia ou Hervalês como é conhecido na cidade, está viva na lárfia (conversa) dos seus últimos falantes, agora septuagenários, que ainda conhecem e decifram os segredos de seus substantivos e pronomes.
Objetivo Geral - Promover o acesso de comunidades rurais ao cinema catarinense, especialmente a filmes produzidos através de recursos públicos, através da realização de sessões de cinema ao ar livre. Objetivo Específico - Realizar curadoria dos filmes catarinenses produzidos através de editais públicos e leis de incentivo para montar as sessões de cinema. - Mapear as comunidades rurais nas cidades selecionadas e identificar os espaços para a realização das sessões de cinema. - Elaborar cronograma e planejar a caravana do Cinema na Linha. - Criar o material gráfico e audiovisual para a divulgação do projeto. - Realizar o lançamento do projeto Cinema na Linha. - Partir com a Caravana "Cinema na Linha" para 30 dias no interior divulgando o cinema catarinense e realizando as sessões de filmes. - Divulgar as sessões nas comunidades através de mídia volante (carro de som) e visitas em propriedades rurais. - Realizar as sessões de cinema ao ar livre (preferencialmente) com montagem dos equipamentos, organização do espaço, recepção do público, apresentação dos filmes e mediação dos debates. - Produzir documentário de making off sobre todo o processo de produção do Cinema na Linha.
O cinema ocupa hoje um espaço privilegiado no cotidiano da sociedade contemporânea, configurando-se como um dos principais mercados de entretenimento em todo o mundo, atingindo surpreendentes patamares de produção. A questão é que sendo o cinema uma indústria, um negócio, a sua distribuição está sujeita ao fluxo capitalista. Os filmes exibidos nas salas de cinema e na televisão não seguem a lógica da diversidade produzida e sim da concentração de investimentos. Desta forma, os mesmos filmes chegam aos espaços formais de exibição em todo o mundo. O contra-ponto a essa hegemonia são as exibições de filmes em espaços alternativos. É nas telas improvisadas que a diversidade de narrativas, formatos, culturas e histórias projetam novos olhares sobre a humanidade. Voltando o olhar para a produção catarinense, encontramos uma ampla produção audiovisual, estimulada nos últimos anos pelas políticas públicas culturais através da abertura de editais no âmbito das esferas municipal e estadual. É certo que há ainda muitas lacunas neste processo, mas é fato que destes fomentos surge um acervo de filmes catarinenses cuja importância justifica ações no sentido de garantir a ampla circulação destas produções para que as mesmas façam sentido. Filmes são produzidos para serem vistos, e quando há um cenário que privilegia o filme comercial, com investimentos privados visando a distribuição lucrativa, é preciso investir em ações para fortalecer os espaços alternativos. Este projeto propõe um mecanismo de circulação no sentido de incluir no processo de exibição e recepção de filmes duas pontas excluídas do processo comercial e que por este motivo justificam o investimento público: o documentário catarinense e as comunidades rurais e indígenas. O acesso ao cinema no interior é restrito às exibições de filmes em emissoras de TV abertas, ou seja, a blockbusters. A grande maioria das pessoas que vive nas comunidades rurais dificilmente tem acesso a exibições de filmes em espaços de cinema, restritos a shopping centers ou centros culturais. O Cinema na Linha vai priorizar a exibição de documentários e curtas de ficção que tratam de temáticas regionais, abordando assuntos que dizem respeito à história, à cultura, à política, à vida, ao cotidiano das comunidades rurais catarinenses. O interessante deste desafio é que em espaços alternativos é possível possibilitar não apenas a mostra do filme, mas a sua discussão e é aí que chegamos ao ponto central deste projeto. Levar o cinema brasileiro, catarinense a públicos específicos, escolher temáticas de interesse de determinadas comunidades, desmistificar o processo de produção audiovisual e provocar discussões ampliadas sobre a temática apresentada significa promover uma importante revolução midiática, possibilitando a identificação cultural e a apropriação do cinema enquanto conteúdo e linguagem. Por fim, e não menos importante, o Cinema na Linha deve ser um grande evento cultural nas comunidades rurais. A ideia é proporcionar entretenimento e reflexão. As sessões, sempre que possível, que o clima permitir, serão ao ar livre. Toda a comunidade local e as que se encontram mais próximas serão convidadas para uma noite diferente, de confraternização, de magia através da tela grande, do som que deve propagar as falas de personagens reais, que certamente provocarão um sentimento de identificação, como já percebido em outros momentos em que os filmes das sessões propostas foram exibidos. Diferentes estudos sobre as causas do êxodo rural de jovens apontam a ausência de atividades culturais, que incluam essas comunidades na agenda cultural da cidade, como um fator importante. O projeto Cinema na Linha pode ser um embrião de uma atividade que a própria comunidade pode organizar, já que a proposta é tornar esses cidadãos sujeitos e mostrar que o Cinema pode ser na Igreja, na cancha de bocha, no salão paroquial, na sala de aula, embaixo as árvores, enfim, em qualquer lugar que haja uma projeção e um coletivo. O Projeto propõe envolver os moradores também na organização do espaço, serão fornecidas à comunidade pipoca e erva-mate (através de apoio de mercados e indústrias) para que as sessões sejam descontraídas e um momento de lazer e confraternização. Assim, todo o processo será documentado, gerando um filme de making off para ser divulgado e propagada a ideia.
O projeto Cinema na Linha fará sua estreia no final de 2019 quando será executado em Chapecó numa itinerância por oito comunidade rurais do município. O projeto com essa formatação foi aprovado no edital municipal de Fomento e Circulação das Linguagens Artísticas de Chapecó 2019.
A “caravana” do projeto Cinema na Linha irá percorrer DEZ cidades, DEZ linhas, DEZ comunidades do interior. Em cada local, uma comunidade receberá a sessão de cinema. A equipe irá percorrer a região em uma van (com o nome do projeto "Cinema na Linha" plotado) e ao mesmo tempo em que divulgará e organizará o evento em cada cidade, estará também documentando o processo para que ele possa inspirar outras comunidades e coletivos a promover exibições de cinema no interior do Brasil. Dois dias serão destinados ao contato com a comunidade (visitas às propriedades rurais, às famílias) para convidá-la a assistir a sessão, com distribuição de material informativo, e chamada em carro de som (Van do projeto com megafone). No terceiro dia será a sessão, preferencialmente ao ar livre. Será montada a tela e o espaço preparado para receber a comunidade. O projeto Cinema na Linha irá percorrer municípios partindo do extremo oeste catarinense, começando por Itapiranga, até chegar à Chapecó. Serão 30 dias na estrada. Mais de 400 quilômetros. A proposta inicial é percorrer as seguintes cidades e suas perspectivas linhas: Itapiranga – Linha Laranjeira São Miguel do Oeste – Linha Caxias Maravilha – Linha Sanga Silva Cunha Porã – Linha Bela Vista Saudades – Linha Coxilha Coronel Freitas – Linha Esperança Cordilheira Alta – Linha Fernando Machado Xaxim – Linha Rodeio Bonito Xanxerê – Linha Santa Luzia Chapecó - Linha Faxinal dos Rosa Em cada cidade, uma comunidade do interior receberá a sessão de cinema ao ar livre. A proposta é chamar os moradores de toda a redondeza para comparecer à exibição.
Para promover o acesso às exibições cinematográficas às pessoas com deficiência visual e auditiva em atendimento ao Art.18 da Instrução Normativa nº05/2017 do Minc serão adotadas as seguintes medidas: - Audiodescrição: pelo menos um dos filmes que comporão a programação do Cinema na Linha deve conter narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ou à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização dos personagens, em como a identificação e/ou localização dos sons. - Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: pelo menos um dos filmes que comporão a programação do Cinema na Linha deve conter legenda descritiva. - Língua Brasileira de Sinais – Libras: pelo menos um dos filmes que comporão a programação do Cinema na Linha deve conter a versão com Libras. Essas diretrizes devem nortear a curadoria dos filmes. A proposta é selecionar três filmes que atendam às normas de acessibilidade para garantir que em todas as sessões do Cinema na Linha, um dos filmes seja exibido com acessibilidade, sendo determinante para a escolha a realidade da comunidade. Como as sessões serão em comunidades rurais, onde todos se conhecem, será possível identificar pessoas com deficiências e selecionar a sessão a partir de cada situação. Sendo assim, a partir da curadoria e acesso às comunidades na etapa de pré-produção, todo o material de divulgação deixará evidenciada a disponibilização dos filmes com acessibilidade.
Todas as sessões serão realizadas de forma gratuita e ao ar livre, sendo propósito do projeto em si promover o amplo acesso aos filmes. As famílias serão visitadas em suas casas/propriedades rurais e convidadas pessoalmente para irem às sessões, sendo esse também um projeto que visa a formação de público para o cinema brasileiro/catarinense. Caso chova e não seja possível realizar as exibições ao ar livre, elas serão nos Centros Comunitários. Ainda quanto à democratização de acesso, atendendo ao disposto no art.22 da Instrução Normativa Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, será realizada como “ação formativa cultural” (contrapartida) a seguinte ação: - A equipe de produção do projeto realizará oficinas nas escolas que atendem às comunidades rurais que receberão o "Cinema na Linha". As oficinas serão sobre a produção de documentário a partir do uso de dispositivos móveis. - Serão realizadas 10 ( dez) oficinas nas escolas em turno de quatro horas no dia que antecederá as sessões em cada comunidade. No total serão 40 horas de ação formativa cultural, a expectativa é atender 40 estudantes por escola atingindo um público de 400 alunos e professores.
A Margot Filmes, proponente deste projeto, irá, através dos seus sócios-proprietários, coordenar o projeto e produzir o documentário de making of da caravana Cinema na Linha. A Margot Filmes é uma produtora indenpendente de documentários que tem como meta, além de produzir, viabilizar as janelas de exibição alternativas, porque entende que um filme tem que ser visto por muitas pessoas, especialmente quando financiado por recursos públicos. A produtora tem como sócios-proprietários Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt (currículo abaixo). A Margot Filmes, que até 2017 era Margot Produções, é produtora dos documentários: “Celibato no Campo” Projeto premiado no edital da Cinemateca Catarinense em 2008, e exibido na TV Câmera e licenciado para CineBrasil TV até 2020; “Kiki – o ritual da resistência Kaingang” licenciado para CineBrasilTV até 2019; “O Goio-En Transbordou” documentário que aborda história de vidas de antigos moradores do Porto Goio-En atingidos pelo lago da Hidrelétrica Foz de Chapecó; “Atingidos somos nós” co-produção, o filme aborda comunidades que foram abandonadas pelos moradores após a construção da Hidrelétrica de Itá no Oeste Catarinense; “Dom Quixote das Artes” aprovado na Lei Rouanet, que aborda a vida do artista Paulo de Siqueira, autor de grandes monumentos feitos de sucata em várias cidades de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além da obra em homenagem ao Mercosul na cidade de Corrientes na Argentina. Atualmente, a Margot trabalha em dois projetos de documentário: “Grossenthal” projeto aprovado na lei Rouanet em fase de captação de recursos e “Os Círculos de Ipuaçu” também aprovado na lei de incentivo. Cassemiro Vitorino - Jornalista, produtor audiovisual e professor universitário. Natural de Florianópolis (SC), trabalhou na TV Barriga Verde, TV Cultura e SBT. Sócio-proprietário da TV Clipagem, empresa de monitoramento que durante 12 anos atendeu o mercado catarinense. É sócio-proprietário da Margot Filmes, especializada em documentários, exercendo a função de produtor executivo, diretor, roteirista, diretor de fotografia e editor. Ministrou aulas de Telejornalismo, Documentário e Gerenciamento em Projetos Audiovisuais na Unoesc Campus de São Miguel do Oeste e na Unochapecó. Pela Margot Filmes dirigiu os documentários: Celibato no Campo (2010), Kiki – o Ritual da Resistência Kaingang (2014), O Goio- en transbordou (2014), Dom Quixote das Artes (2017). Ilka Goldschmidt - Jornalista e documentarista, mestre em comunicação social pela Universidade Metodista de São Paulo. É professora nos cursos de Jornalismo e Produção Audiovisual da Unochapecó. Como jornalista atuou em televisão como editora e produtora na TV Barriga Verde em Florianópolis; roteirista e repórter free-lancer em produtoras independentes de Florianópolis e coordenadora de telejornalismo na RBS TV em Chapecó. Na Unochapecó coordenou de 2007 a 2013 o projeto de extensão Documentário e Comunidade, realizado nos bairros São Pedro e Efapi, e em 2016 coordenou o projeto de extensão Cine Uno Itinerante, um cineclube itinerante. Atualmente concilia as atividades na Unochapecó com os projetos audiovisuais na Margot Produções onde é diretora, produtora e roteirista. Pela Margot Produções dirigiu os documentários: Celibato no Campo (2010), Kiki – o Ritual da Resistência Kaingang (2014), O Goio-en transbordou (2014). Adriane Canan: Mestre em Literatura Brasileira, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2011; Especialização em Roteiro Avançado na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de Los Baños, Cuba, 2003; Graduação em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 1994. Atua no audiovisual há mais de 15 anos. Foi co-diretora do documentário Arpilleras - costurando a resistência; produtora dos documentários: "Mulheres da Terra", direção de Marcia Paraiso, 2010, sobre as mulheres camponesas e suas histórias; "Música de Menino e Outras Histórias", direção de Vanessa Pedro, 2014, Prêmio Catarinense de Cinema, entre outros. Também trabalhou nos festivais MOSTRA DE CINEMA INFANTIL e Florianópolis Audiovisual Mercosul - FAM, de Florianópolis Taulan Cesco: Jornalista. Produziu e dirigiu o documentário de média-metragem "Bardo" (sobre a contação de histórias a partir da perspectiva antropológica). Escreveu para veículos de imprensa de Chapecó e publicou reportagens na Revista Flash Vip, nas editorias Cultura, Política e Registro. Realizou a curadoria da primeira edição do CineOeste.DOC (2016/1), a Mostra de Cinema de Chapecó e Região, que reuniu produções documentárias, e a segunda edição do CineOeste.FIC (2016/2), voltada às produções ficcionais - ambos eventos realizados pelo Sesc de Chapecó. Convidado pelo SESC Chapecó para co-organizar o CineOeste.ART (2017/2), focado em videoarte e animações. Organizou e coordenou a realização da 5 Mostra Cine Oeste pelo SESC, em setembro de 2018.Prestou assessoria de imprensa para o Coletivo Baluarte, foi assessor de imprensa da Cia ContaCausos. Atualmente é assessor de imprensa da Celer Faculdades, em Chapecó - SC. Cleiton Fernandes - é Técnico de Som Direto para cinema e TV e também Chefe de Elétrica em produções audiovisuais. Formado no Curso Superior de Tecnologia em Produção Audiovisual da Universidade Comunitária da Região de Chapecó UNOCHAPECÓ. Já trabalhou em grandes campanhas publicitárias para os mais diversos segmentos de mercado. Dentre elas, campanhas para a Cooper Alfa, Rede Comper, Aurora, Copacol, Nostra Casa, Tramontina, Unochapecó, Rede Angeloni, Rede Moura de supermercados, Celeiro, FAG Faculdades, Zagonel Indústria, Pioneiro Baterias, Tirol, dentre várias outras produções publicitárias. Voltado para o cinema, já trabalhou na produção dos documentários “Os Círculos de Ipuaçu” e “Dom Quixote das Artes” da Margot Produçõe; “Mistérios de Entrever” (em fase de finalização – PH7 Filmes Porto Alegre). Daniel Edu Mayer - é graduando do curso de Produção Audiovisual da Unochapecó e profissional freelancer na área de Audiovisual.Atua como cinegrafista, diretor de fotografia, operador de drone, assistente de produção e assistente de fotografia em diversas produções, como documentários, materiais publicitários, institucionais e eventos. Em documentários, atuou como cinegrafista em duas produções, “Círculos de Ipuaçu” (em produção), “Paulo de Siqueira”, vencedor do Edital das Linguagens 2015, da produtora Margot Produções.Atuou como diretor de fotografia no mini-doc “Bibliobike – Intervenções Literárias”, material feito para o projeto “Bibliobike”, projeto contemplado no edital das linguagens 2016, e do projeto "Bibliobike no YouTube", contempado no edital das linguagens de 2017.Para o canal americano FOX, atuou como cinegrafista no documentário "Nossa Chape", realizado em 2017.Na série documental “Misterios de Entrever”, financiado pelo PRODAV, atuou como assistente de fotografia em dois dos episódios.
PROJETO ARQUIVADO.