| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 28917748000172 | MINERACAO SERRAS DO OESTE LTDA | 1900-01-01 | R$ 224,8 mil |
| 22902554000117 | MINERACAO MORRO DO IPE S.A. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
O Projeto Cinema de Fronteira consiste na realização de uma oficina lúdica de fotografia para terceira idade e adolescentes, pesquisa etnográfica, produção de um vídeo de cada comunidade ressaltando sua cultura, crenças, tradições e histórias dos moradores, finalizando com uma exibição de cinema ao ar livre em cada uma de 08 cidades do interior, escolhidas no estado de Minas Gerais e Bahia.
Para cada uma das 08 cidades contempladas será realizada a montagem de um roteiro-base para a realização do vídeo documentário com aspectos sociais e culturais das comunidades, através uma pesquisa feita com mestres de cultura popular, cozinheiras e artesãos, onde expressam suas ideias, contam suas histórias e relatam "causus" que resgatam a cultura da sua região, proporcionando a todos se conhecerem e relembrarem fatos desconhecidos ou já esquecidos, propiciando a conservação e difusão destes conhecimentos, registrando e produzindo conteúdos que serão exibidos antes da sessões de cinema. Os vídeos-documentários serão disponibilizados no canal Youtube, com medidas de acessibilidade. As oficinas de fotografia proporcionarão, para 08 cidades nos estados de Minas Gerais e Bahia, como contrapartida social, um despertar lúdico do olhar fotográfico sobre a cidade, ajudando a entender a relação do fotógrafo com a câmera. O resultado de cada oficina será editado, creditado e exibido antes de cada sessão de cinema na praça. Em cada cidade será contratado um artista local para se apresentar antes de cada sessão de cinema, resgatando, divulgando e preservando o patrimônio imaterial. Serão realizadas 08 sessões gratuitas de cinema ao ar livre, em ruas e/ou praças públicas em cidades – promovendo um diálogo entre a identidade local e o cinema, nos estados de Minas Gerais e Bahia. Estes vídeos-documentários serão distribuídos gratuitamente para colaboradores, prefeituras, escolas, tvs educativas, patrocinadores. Sendo uma cidade com uma exibição com audiodescrição, 01 exibição com legendagem e 06 com libras, que constarão no material de divulgação. A curadoria dos filmes será baseada em filmes não contenham cenas de sexo ou violência, ou incitação às mesmas, acessíveis a todas as faixas etária e classes sociais. Ao final do projeto, será produzido um vídeo-relatório com todas as informações das sessões e o resultado final na visão dos participantes, que será doado para Biblioteca Pública Luiz de Bessa para distribuição gratuita, conforme seus preceitos. Todos os vídeos serão disponibilizados no canal Youtube, com medidas de acessibilidade.
É objetivo deste projeto registrar os depoimentos dos moradores sobre a história de sua comunidade, contribuindo assim, para a preservação da memória e a valorização da identidade local. Ao exibir esse material antes das sessões, compreendemos que estaremos contribuindo para a valorização dessas comunidades e de seus espaços sociais. As comunidades visitadas estão às margens da cultura e da arte, e muitas delas não têm ao menos uma sala de cinema. A partir desta constatação, esse projeto visa democratizar o acesso aos produtos audiovisuais, que serão exibidos gratuitamente em praças públicas. Como contrapartida social, a oficina de fotografia será oferecida ao pessoal da terceira idade e adolescentes, priorizando estudantes de escolas públicas e EJA, para despertar, pela percepção lúdica, o olhar fotográfico sobre a cidade. Tentar esclarecer que fotografar é também uma relação do fotografo com a câmera, ajudando a entender que a imagem seja feita consciente do que se está fotografando e por quê. Após uma explicação teórica sobre a história da fotografia e o aparato fotográfico, os participantes deverão fotografar o tema escolhido em cada localidade. O resultado da oficina será editado, creditado e exibido antes de cada sessão de cinema na praça. As localidades serão escolhidas tendo como base comunidades quais a população não tem acesso à cultura e aos bens culturais produzidos nos grandes centros. Pretendemos proporcionar às pessoas a possibilidade de se verem na grande tela, valorizando e resgatando sua história e a da sua comunidade. O "espetáculo" cinematográfico começa com a montagem da tela inflável, que vai se enchendo até erguer-se ao ar livre. Cadeiras são dispostas e é organizado o espaço para a distribuição de pipoca. A área recebe iluminação adequada e tudo é feito para que a população de cada cidade seja convidada, mobilizada e recebida com respeito e conforto. Para abrir a sequência de apresentações, um grupo artístico local apresenta um espetáculo cênico: teatro, música ou dança. São exibidos em seguida, imagens editadas das oficinas de fotografia e o vídeo-documentário produzido a partir do material gravado pela equipe do projeto. Neste momento, acontece uma expansão do projeto para além de uma mera exibição de filmes _ diante da própria imagem surgida na grande tela, as pessoas se manifestam e interagem expressivamente. Na sequência, são exibidos os filmes selecionados (03 curtas e 01 longa-metragem). Em cada cidade onde ocorrerá a sessão serão contratados serviços autônomos e esporádicos para o projeto como pipoqueiros, ajudantes de montagem e produtor local. Esta iniciativa pretende proporcionar aos moradores uma oportunidade de melhorarem sua situação econômica. Ao final do projeto, será editado e produzido um vídeo-relatório final contendo entrevistas, depoimentos e imagens de toda execução do projeto, onde o tema principal será a visão que todos os envolvidos no projeto, equipe e população, tiveram das exibições em geral. Este vídeo terá a duração aproximada de 12 minutos, será gravado em mídia DVD, distribuído gratuitamente entre colaboradores, patrocinador(es), tvs educativas e universitárias e 50 cópias serão doadas à Biblioteca Pública Luiz de Bessa, para distribuição que sejam feitas distribuições gratuitas conforme seus preceitos. O projeto Cinema de Fronteira será realizado por uma equipe de profissionais com capacitação diversificada, dedicados a interagir com a cidade nas suas diversas esferas: institucionais: pelo contato com prefeitura e outros centros administrativos e culturais; artística: pelo contato com músicos, performers, atores, contadores de histórias e artesãos locais; popular: pelo contato irrestrito com os moradores que habitam as diferentes realidades das cidades percorridas. Esta equipe é composta por produtores, documentaristas, fotógrafos, educadores, profissionais técnicos e uma infraestrutura composta de uma grande tela inflável, cadeiras para o público, equipamentos de projeção digital, som e luz, gerador e máquina de pipoca, dentre outros. Acreditamos, com esta iniciativa, que estejamos promovendo a cultura regional, de um modo mais pessoal, valorizando a cultura interiorana e de colocar como um espaço de divulgação e de fomento dessas manifestações para além das comunidades envolvidas, difundindo a linguagem cinematográfica, curtas e longas-metragens, para um público formado em sua grande maioria, por pessoas que nunca entraram em uma sala de cinema. Proporcionar inclusão social com acesso amplo e democrático da cultura através do cinema, esperamos contar com a colaboração de patrocinadores que apostam nesta ideia. Será uma ocasião rara de fazer encontrar gentes, histórias e cinema, que se querem ver e ouvir para além das restritas possibilidades que lhes reserva um circuito comercial. É inegável a importância e a contribuição do cinema para a afirmação da identidade nacional, no contexto de um mundo globalizado e de crescentes fluxos culturais, bem como sua influência na formação e democratização da sociedade. Como manifestação artística, o cinema e o vídeo, carregam o potencial de atuar na formação da consciência das identidades e na reflexão das diferenças. É uma experiência transformadora que carrega em si o despertar de novas formas de ver o mundo. Ao longo de seu percurso, o Cinema de Fronteira beneficiará mais de 12.800 mil pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais, sendo que muitas delas terão acesso ao cinema pela primeira vez na vida. As sessões acontecem em praça pública e todas têm acesso gratuito. A escolha do local é feita privilegiando espaços de fácil acesso, para que o maior número de pessoas possa participar da programação, até mesmo portadores de necessidades especiais. São objetivos específicos deste projeto: Preservar o patrimônio imaterial; Promover inclusão social por meio do acesso amplo e democrático à cultura, através de exibições de cinema ao ar livre pelo interior do Brasil; Proporcionar um diálogo direto com as comunidades, utilizando o cinema como fio condutor; Registrar depoimentos dos moradores de cada uma das 08 cidades, estimulando-os a rememorar suas próprias histórias; Exibir este material editado com medidas de acessibilidade, sendo previamente divulgado; Disponibilizar os vídeos documentários e relatório final _ no canal do Youtube, com medidas de acessibilidade (libras, audiodescrição e legendagem descritiva em português e inglês); Divulgar e promover a cultura regional, mostrada de modo mais pessoal, pelos próprios moradores das comunidades, através dos vídeos-documentários, que serão distribuídos para emissoras de TVs educativas e universitárias; Oferecer 01 oficina lúcida de fotografia, para terceira idade e adolescentes, nas 08 cidades do projeto; Difundir a produção e a linguagem cinematográfica junto à população do interior e periferias das grandes cidades; Realizar 08 sessões de cinema gratuitas em praça pública, sendo 01 para cada cidade contemplada no projeto; Contribuir para a democratização dos bens artísticos culturais, criando espaços alternativos para sua difusão, principalmente entre as populações do interior; Enriquecer as possibilidades de interação e fruição da comunidade com os espaços públicos de sua cidade; Colaborar, ainda que de forma esporádica, para a geração de divisas econômicas extras nas cidades percorridas, a partir do evento cultural.
O projeto Cinema de Fronteira justifica-se como uma ocasião rara de se fazer encontrar gentes, histórias e cinema, que se querem ver e ouvir para além das restritas possibilidades que lhes reserva um circuito comercial. O projeto consiste na produção e exibição de um vídeo-documentário para 08 cidades, escolhidas nos estados da Bahia e Minas Gerais, através de um trabalho de documentação etnográfica e audiovisual em diálogo com moradores, mestres de cultura popular e artesãos, onde expressam suas ideias, contam suas histórias e relatam "causus" que resgatam a cultura da sua região, contribuindo para a preservação da memória e a valorização da identidade local, proporcionando a todos se conhecerem e relembrarem fatos desconhecidos ou já esquecidos, propiciando a conservação e difusão destes conhecimentos, registrando e produzindo conteúdos que serão apresentados em vídeos exibidos à noite, antes das sessões de cinema. Uma cidade será escolhida para exibição deste vídeo com medida de audiodescrição, que será previamente divulgada. Os vídeos terão duração aproximada de 10 minutos, finalizados em mídia DVD com medidas de acessibilidade. Utilizamos o cinema como ferramenta de relacionamento com as comunidades. É inegável a importância e a contribuição do cinema para a afirmação da identidade nacional, no contexto de um mundo globalizado e de crescentes fluxos culturais, bem como sua influência na formação e democratização da sociedade. A contemplação de um filme ou de qualquer outro produto audiovisual possibilita ao espectador aumentar seu cabedal de informações, ampliando sua capacidade de análise e discernimento dos problemas com o quais se defronta, seja na condição de indivíduo ou de cidadão, trazendo, portanto, retornos produtivos para toda a sociedade. A Cultura com suas múltiplas dimensões funciona como uma alavanca privilegiada para o desenvolvimento econômico e social de povos e comunidades e não apenas para a instituição de uma cultura de massas. A relação de filmes a serem exibidos serão escolhidos pela curadoria do projeto, priorizando filmes que não contenham cenas de sexo e violência, ou incitação às mesmas. Atualmente, utilizar o mecanismo incentivado pelo Governo - a Lei Federal de Incentivo à Cultura, permite que parte dos impostos sejam redirecionados para investimentos na área cultural. Incentivando e proporcionando acesso à toda população a projetos e ações que promovam o desenvolvimento da cidadania regional, e até de outras culturas, outros povos que pensávamos nunca ter acesso. Conforme o Art. 1º da Lei 8313/9, a proposta do Projeto Cinema de Fronteira se enquadra: § 1o Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias efetivamente despendidas nos projetos elencados no § 3o, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, nos limites e nas condições estabelecidos na legislação do imposto de renda vigente, na forma de: (Incluído pela Lei nº 9.874, de 1999) Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Acreditamos, com esta iniciativa, que estejamos promovendo a cultura regional, de um modo mais pessoal, valorizando a cultura interiorana e de colocar como um espaço de divulgação e de fomento dessas manifestações para além das comunidades envolvidas, difundindo a linguagem cinematográfica, curtas e longas-metragens, para um público formado em sua grande maioria, por pessoas que nunca entraram em uma sala de cinema. De acordo com o Art.3º: As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: (Incluído pela Lei nº 9.874, de 1999) a) artes cênicas; (Incluída pela Lei nº 9.874, de 1999) c) música erudita ou instrumental; (Incluída pela Lei nº 9.874, de 1999) e) doações de acervos para bibliotecas públicas e para museus. (Incluída pela Lei nº 9.874, de 1999) § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) a) artes cênicas; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) música erudita ou instrumental; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) d) exposições de artes visuais; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; e (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial. (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) Os vídeos produzidos e as apresentações culturais regionais, objetivarão o resgate e preservação o patrimônio imaterial. Serão doados 50 exemplares do vídeo-relatório final à Biblioteca Pública Luiz de Bessa para distribuição gratuita. Como também serão distribuídas gratuitamente, cópias dos vídeos-documentários das cidades às Prefeituras, Secretarias, Escolas Públicas, TVs Educativas e aos colaboradores que participaram com depoimentos em cada cidade do projeto, resgatado e preservando a cultura regional.
Argumento/ Pré-Roteiro dos vídeos-documentários: Em cada cidade, iremos ao encontro dos idosos para colher depoimentos, informações e fatos do tempo antigo. Utilizando destas informações e através das histórias relatadas, iremos à procura das famílias, personagens, locais que foram citados, elaborando assim uma narrativa para formar uma identidade da história da comunidade. Plano de produção Vídeo-documentário: Durante um dia iremos ao encontro primeiramente dos idosos, para gravar os depoimentos referentes ao tempo antigo e depois iremos ao encontro dos personagens indicados e produzir as imagens de cobertura. Assim, o projeto pretende valorizar a cultura interiorana e se colocar como um espaço de divulgação e de fomento dessas manifestações para além das comunidades envolvidas, preservando o patrimônio imaterial. Vídeo-relatório final: a produção do vídeo-relatório final será com a edição do material capturado nas cidades visitadas na mídia DVD; registros do que ocorreu durante o projeto, com depoimentos dos moradores, participantes e da equipe. Detalhamento técnico Vídeo-documentário: - Duração: aproximadamente 10 minutos - Captação: Câmera digital - Formato final: DVD - Quantidade de cópias: 110 - Programação visual do DVD e capa/encarte: a definir. Vídeo-relatório final: - Duração: aproximadamente 12 minutos - Captação: Câmera digital - Formato final: DVD - Quantidade de cópias: 50 - Programação visual do DVD e capa/encarte: a definir. Estratégia de produção: - Planejamento e negociação de locais e datas; - Seleção da equipe responsável pelo vídeo – documentário; - Montagem de um roteiro-base para a realização do vídeo - documentário (aspectos sociais e culturais que deverão ser abordados em todos eles). Descrição da equipe técnica: - diretor - cinegrafista - assistente de câmera - técnico de som - editor de vídeos Descrição dos personagens do documentário: Os personagens serão definidos no trabalho investigativo de um pesquisador, que mapeará os aspectos sociais, culturais e artísticos das comunidades envolvidas. Plano de direção Vídeo-documentário: Para o vídeo de cada uma das cidades contempladas, será realizada na pré-produção a montagem de um roteiro-base para a produção do vídeo documentário com aspectos sociais e culturais das comunidades. Portanto, o vídeo será no formato de entrevistas e depoimentos de pessoas mais idosas e imagens de cada localidade resgatando histórias e crenças. Vídeo-relatório final: O vídeo-relatório final conterá tudo que aconteceu durante o projeto, em uma nova edição das imagens captadas em todas as localidades.
Vídeo-documentário Duração: aproximadamente 10 minutos Captação: Câmera digital Quantidade de cópias: aproximadamente 80 (10 para cada cidade) Formato de finalização: mídia dvd para ser distribuído gratuitamente para participantes/colaboradores, escolas e Prefeituras, commedidas de acessibilidade. Desenvolvimento: para cada uma das 10 cidades contempladas será realizada a montagem de um roteiro-base para a realização do vídeo documentário com aspectos sociais e culturais das comunidades, sempre em diálogo com as comunidades por onde passamos, buscamos promover a valorização das tradições, saberes e fazeres locais e o reconhecimento dos moradores como agentes de mudança. Vídeo-relatório Duração: aproximadamente 12 minutos Captação: Câmera digital Quantidade de cópias: 60 Formato de finalização: mídia dvd para ser distribuído gratuitamente, com medidas de acessibilidade Desenvolvimento: ao final do projeto, será produzido um vídeo com a visão de todos os envolvidos, equipe e população, tiveram das exibições em geral, com todas as informações do projeto, sobre as sessões, apresentações culturais, oficinas, entrevistas após as exibições e 50 cópias serão doadas na Biblioteca Luiz de Bessa para distribuição gratuita para os 02-escolas, 02-Prefeituras, 02-emissoras de 02-TVs educativas e universitárias, 01 prestação contas, 01 arquivo. Oficina de Fotografia (Contrapartida Sócio-Cultural) - Ação Formativa. Conteúdo: será escolhido um tema a ser trabalhado em cada localidade. O oficineiro apresenta um breve histórico da fotografia e orienta os alunos no manuseio das câmeras. Os participantes têm um tempo de aproximadamente uma hora para fotografar cenas sobre o tema escolhido que pode ser, por exemplo, a sujeira da cidade, de acordo com o que for mais preeminente em cada lugar. Serão selecionadas três fotografias por pessoa e o conjunto será editado e exibido antes da sessão de cinema. Com isso, o projeto pretende apresentar a visão que os moradores têm de sua própria cidade e aproximá-los de outras formas de artes possíveis na fotografia. Carga horária: 3h/cidade. Quantidade de alunos: média de 24 por cidade (02 por câmera) Perfil dos alunos: terceira idade e adolescentes (preferencialmente alunos de escolas públicas e EJA) Recursos didáticos a serem utilizados: - 12 câmeras digitais para os oficinantes - 1 computador para seleção de fotos, tratamento e gravação da mídia a ser exibida antes da sessão de cinema - 08 dvds para arquivo das fotos
Serão tomadas as seguintes medidas de acessibilidade: · Escolher, para a realização do evento, espaços onde haja estrutura para receber portadores de necessidades especiais, como rampas de acesso para cadeirantes; · Reservar assentos marcados e espaço sinalizado para portadores de necessidades especiais e terceira idade; · Pretende-se ainda promover e difundir a cultura regional, com um trabalho de documentação etnográfica e audiovisual, registrando e produzindo conteúdos que serão apresentados em vídeos-documentários, exibidos à noite antes das sessões de cinema. · Serão produzidos 08 vídeos-documentários, sendo um para cada comunidade, serão finalizados em mídia DVD com as medidas de acessibilidade, e serão distribuídos gratuitamente para colaboradores, patrocinadores, prefeituras, escolas e tvs educativas. · O vídeo-relatório final será finalizado em mídia dvd, com medidas de acessibilidade. Serão doadas 50 cópias para a Biblioteca Pública Luiz de Bessa para serem distribuídos gratuitamente. · Os vídeos serão disponibilizados no canal do Youtube para acesso de qualquer pessoa, de qualquer lugar, com medidas de acessibilidade.
Para de fato contribuir para o processo de democratização, todas as oficinas de fotografia e sessões são realizadas gratuitamente, em espaços públicos. Para evitar impactos ambientais, os locais serão previamente escolhidos juntamente com as prefeituras locais, e serão tomados cuidados com relação ao espaço público, como limpeza e conservação, isolamento de jardins e monumentos, quaisquer medidas que se fizerem necessárias inerentes a cada espaço. Este projeto, por sua natureza, alcança um público amplo e diversificado, direcionado para todos os moradores das 19 localidades onde não há salas de exibição, carentes de informações, arte e cultura, que encontram dificuldades de acesso a tantas formas de arte e entretenimento. Alcança-se pessoas de todas as faixas etárias (crianças, jovens, adultos e idosos) e classes sociais. Através das mídias sociais, o projeto tem divulgação ampla e acessível a todos. Pretende-se ainda promover e difundir a cultura regional, produzindo conteúdo a ser posteriormente oferecido gratuitamente às emissoras de TVs educativas e universitárias e mídias sociais. Serão produzidos 08 vídeo-documentários (um para cada cidade contemplada) e uma sessão será escolhida para exibição com uma medida de acessibilidade, que será previamente divulgada. Serão feitas cópias para distribuir gratuitamente entre os participantes, Prefeituras, escolas e TVs educativas - uma média de 10 cópias para cada cidade. Todos os vídeos terão medidas de acessibilidade (libras, audiodescrição e legendagem em português e inglês) e serão disponibilizados no canal do Youtube. Ao final do projeto, será produzido um vídeo-relatório com medidas de acessibilidade, com todas as informações do projeto, entrevistas após as exibições e 50 cópias serão doadas à Biblioteca Luiz de Bessa para distribuição gratuita. Acredita-se que ampliar os espaços de produção e fruição artística é ferramenta fundamental para melhoria do bem-estar das comunidades e ampliação dos espaços de convivência e no cinema como um espaço de encontro e no encontro como meio de transformação!
Equipe principal: Rubricas de remuneração do próprio proponente: Coordenação Geral, curadoria e direção de vídeos: Inácio Ribeiro Neves; Produção Executiva: Tarsila Goulart ; Pesquisa: Juliana Afonso ; Cinegrafista: Paula Dante ; Fotógrafo: André Luppi ; Assessoria imprensa: Sérgio Stockler ; Assessoria Técnica: Leonardo Mello Inácio Ribeiro Neves: 2003 - Curso Formação em Gestão Cultural (Fundação Clóvis Salgado - MG); 1991 - Curso de Pós-graduação em Marketing (Fundação Universitária - FUMEC - MG); 1990 - Administração de Empresas ( Fundação Universitária - FUMEC - MG). Experiência profissional: De 2000 a 2019 - Execução de vários projetos de exibição cinematográfica, produção de vídeos, apresentações culturais e oficinas: Cinema Ao Ar Livre; Gasmig Cine Grátis; Cinema no Rio; Cinema nos Trilhos; Som no Vale; Magia do Cinema; Na Tela do Cinema; Desde 2000 - Consultor da TV Três Fronteiras - Nanuque – MG; Atividades: Criação e implantação da nova grade de programação artística. Desenvolvimento, planejamento e vendas de apoio cultural. A emissora tem objetivos culturais e retransmite o sinal da Rede Minas de Televisão, TV Cultura de São Paulo e TVE do Rio de Janeiro com três horas e meia de programação local diariamente; De 1999 a 2000 - Empresário do artista Lucas Santtana, tendo realizado vários shows nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia; Desde 1994 - Produtor Artístico da Eventual Promoções Ltda. – Belo Horizonte - MG ; Atividades: Gerenciamento, produção e execução de exibições de cinema 35mm. Desenvolvimento dos projetos: Cinema no Horizonte e Cinema ao Ar Livre, que juntos superaram a marca de 1.900 exibições - um dos grandes parceiros a CEMIG/MG; De 1990 a 1998 - Supervisor Geral da Rádio Geraes FM - Belo Horizonte - MG; Atividades: Desenvolvimento do projeto estrutural da emissora (artístico e financeiro). Criação e desenvolvimento da grade programação. Criação, desenvolvimento e implantação de programas culturais. Planejamento e pesquisa, gerência de marketing / vendas, Formação e Administração de quadro de funcionários, recrutamento e seleção e rotinas de pessoal. Tarsila Goulart Mello Vianna: Pós-graduação Gestão Estratégica de Negócios – FUMEC – 2012; Pós-graduação Gestão de Empreendimentos em Arquitetura e Construção – IEC – PUC/Minas– 2009; Curso técnico em Transações Imobiliárias – TTI Sindimóveis/MG - 2012. Experiência profissional: Cura Lagoinha 2019 (Produção) - Ago/19 a set/19; irada Cultural de Belo Horizonte 2019 (produção) - julho/19; Na Tela do Cinema 4ª ED (produtora executiva ) – abr/19 a jnh/19; Carnaval de Belo Horizonte 2019 – PBH (planejamento e produção) – mar/19; Edital Gentileza PBH (produção licenciamento de 40 artistas que pintaram muros pela cidade) – out/18 a jan/19; FINIT – Festival Internacional de Inovação e Tecnologia (produção logística e receptivo) nov/18; FIT – Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua (produção logística de carga) – ago/18 a out/18; ENA – Encontro Nacional de Agroecologia (planejamento e realização) – abr/18 a jun/18 Juliana Galvão Afonso: Mestrado: Escrita Criativa–Universidade Sevilla –España - Início: 2012/02 – Término: 2013/02; Graduação:Comunicação Social/Jornalism – UFM – Brasi - Início: 2007/01 - Término: 2011/01; Ensino Médio: Colégio Magnum Agostiniano (Belo Horizonte); Mestrado internacional na Universidade de Sevilla. Máster en Escritura Creativa. Local: Sevilla – España. Período: agosto/2012 a agosto/2013; Intercâmbio internacional pela Universidade Federal de Minas Gerais. Universidade anfitriã: Université Blaise Pascal. Local:Clermont-Ferrand–França.Período:setembro/2010-janeiro/2011; Espanhol – Nível: Fluente / 1 ano de aulas particulares. Experiência no exterior; Francês - Nível: Fluente / 3 anos de aulas particulares. Experiência no exterior; Inglês - Nível: Pré-avançado/3 anos curso idiomas Greenwich Schools. Experiência profissional: Integrante do Núcleo de Comunicação da Gabinetona, gabinete compartilhado das vereadoras Bella Gonçalves e Cida Falabella na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Início: maio/2017. Em andamento; Bolsista no Projeto Manuelzão. Produção de revista, manutenção de site e participação em eventos como jornalista. Período: março/2007 a dezembro/2008; Assessora de Comunicação do Cinema no Rio São Francisco. O projeto tem como objetivo levar cinema para as populações ribeirinhas do São Francisco. Período: março a junho/2012, agosto a setembro/2013, outubro/2014, agosto a setembro/2015, setembro/2016; Jornalista da Revista Manzuá. Membro da comissão editorial e repórter da Revista Manzuá, cultura no sertão de MG. Início: janeiro/2016. Paula Dante Cruz: Graduação em Publicidade e Propaganda na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC/MG-2012; Cursos: _2011, Belo Horizonte. Adobe Premiere/Ipec / _2010, Belo Horizonte. Fotografia/Escola de Imagem / _2009, Belo Horizonte. Photoshop/ Escola de Imagem; Workshops e Palestras : _2013, Videomapping / Workshop ministrado pelo VJ Spetto. / Lugar de Cinema - Belo Horizonte (Junho); 2012, Olhar Documental-O vídeo como Instrumento de memória – Inverno Cultural UFSJ ; Oficina ministrada pelo professor Adriano Medeiros. Realização de um documentário ao final da oficina. UFSJ (Julho). Experiência profissional: Cinear: Cinegrafista e editora da 10 edição do Cinema no Rio São Francisco; Paula Dante : Fundadora. Cinegrafista e editora. Desde Abril 2012; Par Filmes : Cinegrafista e editora / Filmagem e edição de casamentos. Desde Dezembro 2012; Nda2: Cinegrafista e editora/ Desenvolvimento de projetos em todas as etapas: da concepção à realização. Na qual grande parte das propostas eram vídeo aulas e vídeos institucionais. Junho de 2012 a Abril de 2013; Chagelado Estúdio: Sócia fundadora / Cinegrafista e editora desenvolvendo trabalhos relacionados a moda. Janeiro de 2011 a Junho de 2011; Laboratório de Fotografia PUC MG : Estágio / Monitora do Laboratório de fotografia, realizando desde monitoria a alunos do curso de Comunicação Social e Arquitetura a processos de revelação e ampliação de fotografias. Julho de 2010 a Junho de 2011. André Luppi de Siqueira: Bacharel em Design Gráfico pela UEMG; Fotógrafo desde 1995, com passagem em diversas áreas da fotografia. Em 2004 abre o Estúdio Setenta e Sete e se especializa em fotografia de estúdio. Em 2008 começa a lecionar na Escola de Imagem. Pesquisador e produtor de imagens em processos fotográficos do século XIX como, cianótipo, goma bicromatada, marrom Van Dyke e papel salgado, inicia os estudos em placa úmida de colódio em 2015. Em 2017 começa a produção de fotografias em colódio. Em colódio já ministrooficina/vivência no festival de fotografia Foto em Pauta - Tiradentes e produziu as vinhetas para tv e mídias sociais tendo essa técnica como tema. Sérgio Stockler de Mello: Bacharel em Comunicação Social pela PUC-MG – jornalismo e publicidade (1977). Experiência profissional: Diretor do escritório de comunicação Sinal de Fumaça – A comunicação original, desde 2000; Assessor de Imprensa da Secretaria de Estado da Cultura/MG – 1997 a 2000; Assessor de Marketing da Secretaria de Estado da Cultura/MG – 1995 a 1997; CEMIG-Assistente da Superintendência de Comunicação Social e Representação – 1993 a 1995 ; Chefe da Divisão de Publicidade – 1990 a 1992; Diretor Técnico da FLAMA - Associação de Amigos da Fundação de Educação Artística – BH – desde 2004; Membro do Conselho Consultivo do Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais, período 2008 a 2010 Leonardo Vinícius Resende de Melo: Graduação: Administração de Empresas pelo Centro Universitário UNA; Pós-Graduação: Gestão de Finanças Corporativas no Centro Universitário UMA- 2010; Conhecimento operacional de Windows, Word, Excel, Power Point e Internet. Experiência profissional: 2014 – atual: Veredas Produções Ltda ( Analista Administrativo); 2009-2014 : Ophicina de Cultura ( Analista Financeiro )
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.