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Realizar exposição do artista plástico Álvaro Seixas reunindo obras produzidas nos últimos 10 anos.
Não se aplica.
Geral Difundir a produção artística do artista nos últimos 10 anos, proporcionando uma visão de sua trajetória e opções estéticas no contexto da cena artística brasileira. Específicos (1) Realizar exposição de arte do artista plástico Álvaro Seixas em espaço cultural da cidade do Rio de Janeiro. (2) Publicar catálogo que acompanha a mostra com tiragem de 1.000 exemplares. (3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: 8 visitas educativas para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino.
Alvaro Seixo é um artista carioca que desenvolve seu trabalho a partir de pesquisas pictóricas. Trata-se de um pintor. Num momento da cena da arte contemporânea, onde vários artistas trabalham com diversos suportes, é muito importante reconhecer na pintura, ainda como uma técnica/ferramenta para o diálogo e a pesquisa na visualidade. Seixas trabalha com referências da arte pop com toda a informação do informalismo, e modernismo internacional, no contexto da contemporaneidade. Trata-se de uma das pesquisas pictóricas mais interessantes realizadas hoje no Brasil. O trabalho de Alvaro Seixas consegue exatamente estabelecer um diálogo curioso entre o nosso passado recente e o presente, tornando o seu trabalho singular merecendo uma exposição individual para maior conhecimento de sua trajetória ainda curta, mas muito impactante e densa. Em seus trabalhos mais conhecidos, Alvaro Seixas explora as ideias de "pintura", "abstração" e "apropriação" e como esses conceitos se relacionam com o panorama artístico-cultural atual. Recentemente, o artista tem incluído, em seus desenhos e pinturas, palavras e textos, valendo-se de sua força narrativa, teórica e crítica, mas sem deixar de encará-los como valiosos elementos plásticos e sensíveis. A solicitação de apoio ao projeto Exposição de Álvaro Seixas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Catálogo: tiragem de 1.000 exemplares, impressão Eurobulk 150/m², 72 páginas, capa brochura, 23x30cm fechado 23x60cm aberto.
Física Pretendemos a seleção de um local apto no tocante à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e baixa estatura, bem como pessoas com deficiência visual e/ou neuromotora. Conteúdo Deficientes visuais: pretendemos a produção de objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal). Pretendemos, sob demanda, realizar visita monitorada para portadores de deficiência auditiva, com a presença de intérprete de Libras.
Para a visitação, a entrada é franca. Não haverá comercialização de produtos culturais. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação Geral: MG Produções Culturais/Márcio Gobbi (proponente) Artista: Alvaro Seixas (Rio de Janeiro, 1982) Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Doutor em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ, o artista é também professor do departamento de Desenho da Escola de Belas Artes, UFRJ, Rio de Janeiro. Em 2005 realizou sua primeira exposição individual, na Galeria de Arte do SESC Niterói. Em 2008, em Belém do Pará, recebeu o Prêmio SIM de Artes Visuais e participou da coletiva Janelas Para o Mundo no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Em 2009, o artista foi premiado pelo Instituto Itaú Cultural e participou da quinta edição da exposição coletiva Rumos Itaú Cultural Artes Visuais – Trilhas do Desejo (Instituto Itaú Cultural, São Paulo; Paço Imperial, Rio de Janeiro). Em 2012 foi contemplado, juntamente com os artistas Rafael Alonso e Hugo Houayek, com o Prêmio Projéteis Funarte de Arte Contemporânea – Rio de Janeiro, resultando na exposição coletiva Palácio, realizada no Mezanino da Funarte do Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro. Dentre suas exposições recentes se destacam a coletiva "Ornamentos" (2013) na Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro; a individual "Paintbrush" (2015) na Galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea, Rio de Janeiro; a coletiva "Pequenas Pinturas" (2016) no espaço Auroras, São Paulo (2016). Em 2015 foi o mais jovem artista selecionado para concorrer à quinta edição do Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas e integrou a mostra coletiva por ocasião da premiação no MAC-USP. Ainda em 2015, participou da X Bienal do Mercosul, Porto Alegre. Em 2011, publicou o livro “Sobre o Vago: Indefinições na Produção Artística Contemporânea” e, em 2013, "Palácio". Possui obras em diversas coleções particulares, destacando-se a Coleção Diógenes Paixão (Rio de Janeiro). Recentemente, uma série de seus desenhos passou a integrar a coleção do Museu de Arte do Rio (MAR). Curadoria: Marcus Lontra É crítico de arte e curador independente. Cursou a Faculdade de Comunicação da PUC Rio, mas, desde cedo, se interessa pelas artes visuais, se destacando, a partir de 1975 na revista MODULO, criada por Oscar Niemeyer, com artigos sobre os principais artistas nacionais. Assume a direção do Parque Lage e a Escola de Artes Visuais, onde cria o “Como Vai Você Geração 80” e a coluna de Arte na revista IstoÉ e no jornal O Globo. Transfere-se para Brasília, onde assessora o Ministério da Cultura e cria o Museu de Arte Moderna de Brasília. Recebe convite do Presidente do MAM RJ e retorna ao Rio, para dirigir e fazer a curadoria desse importante museu. Implantou o MAMAM-Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, em Recife, e foi curador do Arte Pará. Já realizou inúmeras exposições no Brasil e no exterior tais como Niemeyer: Invenção do Tempo e Oscar Niemeyer 100 anos, e de grandes artistas como Athos Bulcão, Celeida Tostes, Tomie Ohtake, Franz Kracjberg etc. assim como a Coleção Gilberto Chateaubriand. Atua como professor em várias instituições de ensino superior e na área de Arte e Educação, dentro e fora do país. Convidado pelo governo da França para integrar a equipe de curadores do Centre Georges Pompidou e da Fondation Cartier, em Paris. Atualmente desenvolve a curadoria e coordenação do Prêmio Marcantônio Vilaça para as Artes SESI/CNI, principal premio de Arte Contemporânea no Brasil. Produção executiva: Gabriela Weeks Realizou o projeto Experimentação e Método – Oficina de Gravura do Ingá, no Museu do Ingá, Niterói (2017/2018); o projeto “Sementeira”: exposição “Trajetórias” sobre a formação do estado fluminense e revocacionamento do Museu do Ingá, Niteró (2014/2016); Produziu o curta Guardadores da Arte (2009); fez os vídeos para exposições “A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis” (2004) e “Mundo Encantado dos Quadrinhos” (2002) na Biblioteca Nacional. Com mestrado em comunicação pela ECO-UFRJ e graduação pela Saint Martins, Londres, Gabriela Weeks trabalhou na produção executiva, assistência de curadoria e coordenação de conteúdo de exposições, museus, aplicativos, livros e catálogos. Principais trabalhos: Museo del Caribe, Colombia, Museu das Minas e do Metal, BH-MG, exposições Tino Sehgal, Jenny Holzer, Gary Hill, Peter Greenaway. Trabalhou como diretora de produção e assistente de direção com João Jardim nos documentários “Lixo Extraordinário” (2010), com Vik Muniz, “Janela da Alma” (2001) e “Pro dia nascer feliz”(2006), além da ficção “Amor?”(2010). Foi produtora executiva de 2 longas “A Falta que nos move, de Christiane Jatahy e “ Corda Bamba” de Eduardo Goldenstein.
PROJETO ARQUIVADO.