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Realizar exposição sobre o arquiteto Sergio Bernardes por ocasião das comemorações do centenário de seu nascimento. Acompanha projeto educativo para estudantes e publicação de catálogo.
Não se aplica.
Objetivo Geral - Disseminar a trajetória e o legado de importante arquiteto urbanista brasileiro, de forma a proporcionar o conhecimento e a reflexão sobre a importância de aspectos estéticos, estratégicos e culturais da sua obra, e o impacto no desenvolvimento urbano do país. Objetivos específicos Realizar exposição sobre a vida e a obra do arquiteto urbanista Sergio Bernardes no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro/RJ; Realizar a publicação do catálogo que acompanha a exposição, tiragem 1.000 exemplares. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 10 visitas educativas para alunos e professores da Rede Pública de Ensino.
Arquiteto Urbanista, livre pensador e "inventor social’, como ele gostava de se apresentar, Sergio Bernardes concebia a atividade de arquiteto em um campo ampliado capaz de conectar o menor objeto de design à escala planetária. A curiosidade conduziu Bernardes a se aventurar entre diversos campos do conhecimento como a sociologia, filosofia, geografia, geologia, ecologia, urbanismo, ciência política e geopolítica, o que enriqueceu seu próprio ofício. Assim, ao longo de sua trajetória, pesquisou por soluções que amenizassem os problemas cotidianos enfrentados pelo homem moderno das grandes cidades, se aproximando de temas mais abrangentes do que a arquitetura e o urbanismo, gerando uma produção intelectual de natureza filosófica e social. A busca incessante por novas respostas refletiu decisivamente sobre sua produção arquitetônica e urbanística, arrojada, inventiva e por isso, eclética. O arquiteto declarava sempre olhar para frente, para o horizonte, buscando criar e transformar o mundo em algo melhor. O futuro para ele era hoje e tomava esta postura, considerada por muitos como radical, como motor determinante no processo de elaboração de seus projetos. "O redesenho do mundo que o cerca parece cadenciar sua produção e para isso, como o próprio declara, cria e desenvolve seus projetos como invenções." No cenário brasileiro poucos se equiparam ao arquiteto em volume de projetos e propostas conceituais. Para ele o ato de reflexão sobre a arquitetura significava, principalmente, inventar. Assim, a arquitetura, o planejamento urbano e os demais temas, foram suas principais ferramentas para a construção de novos e melhores espaços em todas as suas escalas e usos. A obra de Sergio Bernardes demonstra que a principal característica de sua arquitetura é a preocupação com a qualidade de vida, partindo do pressuposto por ele anunciado de que "a maioria dos problemas sociais e econômicos do Brasil e do mundo, ligados à miséria e ao crescimento da violência, são consequência do caos urbano e da existência de megalópoles". A partir desta postura e visão, realizou estudos para diversas cidades e regiões do país, do continente americano e do mundo. Já na década de 1950 os projetos arquitetônicos de Sergio Bernardes — como os pavilhões do Brasil na Exposição Internacional de Bruxelas, da Companhia Siderúrgica Nacional em São Paulo e o de São Cristóvão, no Rio de Janeiro —, apontavam para uma trajetória de busca permanente por novas soluções, articulando elementos da natureza, materiais locais e alta tecnologia de construção que lhe valeram diversos prêmios no Brasil e no exterior. A multiplicidade de caminhos percorridos por Bernardes refletiu decisivamente sobre sua atuação intelectual e sobre sua vastíssima obra arquitetônica e urbanística. Apesar disto sua obra e seu ideário ainda não mereceram uma produção sistemática de estudos. Pois, no conjunto da obra de Sergio Bernardes há ainda princípios conceituais e técnicos a explorar e a divulgar, além de soluções que podem se multiplicar em tantas outras, no âmbito da arquitetura, do design e do planejamento urbano. A solicitação de apoio ao projeto Exposição Sergio Bernardes 100 junto ao Ministério da Cidadania, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Catálogo - Capa: Formato fechado: 24x22 cm, formato aberto: 93 x 22 cm, Papel Duo Design LD 300 g/m2, 4/0 cores, Miolo: 144 páginas, Formato fechado: 24x22 cm, formato aberto: 48 x 22 cm, Couche Matte LD Importado 150 g/m2, 4/4 cores, Alceamento, Fresa e Cola Pur, Corte Reto, Prova oris Capa e todas as páginas. Tiragem: 1000 exemplaresCONTRAPARTIDA SOCIALO projeto educativo que acompanha a exposição Sergio Bernardes tem por objetivo dinamizar o conhecimento e as interlocuções do público com a obra e as propostas do arquiteto, urbanista e pensador social. Uma equipe especializada atenderá a alunos e professores do Colégio Pedro II, tradicional instituição de ensino público federal no Rio de Janeiro. Conteúdo programático: Será proposto um conjunto de atividades e ações educativas de forma remota e presencial. Estimativa: 500 pessoas atendidas.
O Museu Nacional de Belas Artes é equipado para atender às disposições do artigo 27 do Decreto 5.761/06 no tocante à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. EXPOSIÇÃO: Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e baixa estatura, bem como pessoas com deficiência visual e/ou neuromotora. Contaremos com monitores especializados para o atendimento e condução de deficientes visuais. AÇÕES FORMATIVAS: Prevemos a presença de intérprete de LIBRAS, sob demanda, para deficientes auditivos.
Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica coordenação de produção, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados com recursos do PRONAC. Coordenação de produção: DOIS UM/Claudia Pinheiro (proponente) Atua como Produtora Cultural na DOIS/UM PRODUÇÕES Ltda desde 1996, onde realizou entre outros projetos,: Cem anos do Cinema Brasileiro, Lisboa, Portugal, 1998.; Produção executiva da exposição 14 BIS 100 ANOS: ECT; Curadoria da exposição Memoire dAeropostale: ECT; Lucio Costa arquiteto. Coordenação geral, cocuradoria da exposição parte das comemorações dos 50 anos de Brasília. Museu Nacional da República Brasília 2010, BNDES; Coordenação da edição do livro Ana Linnemann Ultranormal 2012;. Coordenação da exposição A Mão livre de Luiz Carlos Ripper ECT/RJ 2013; Art Nouveau & Art Déco Estilos de Sedução. Coordenação geral e produção executiva da exposição, 2013 / Carvalho Hosken; Produção executiva da edição do livro Canal 100 uma câmera lúdica, explosiva e dramática. Ed DOIS UM Produções. 2014 / Taesa; J. Carlos em revista Coordenação geral e produção executiva da exposição. Centro Cultural Correios / Rio de Janeiro, 30 de julho a 28 de setembro de 2014; Coordenação de produção da exposição Canal 100, Espaço Cultural Tom Jobim, RJ de 25 de janeiro a 29 de março de 2015; Coordenação de produção da exposição Mestres da Gravura – Matrizes Italianas do século XVI ao XX, MNBA 2015/2016; Produção executiva da exposição Gianni Ratto - 100 Anos, SESC/SP 2017. Curadoria: Adriana Caúla Arquiteta e Urbanista pela FAU-UFRJ, Professora Adjunta da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense (EAU/UFF), ganhadora do Prêmio CAPES de Teses 2009 na área de Arquitetura e Urbanismo, Pós-doutora pelo PPG-AU/UFF; Doutora pela Universidade Federal da Bahia PPG-AU fez estágio doutoral no LAIOS-CNRS- Paris e Laboratoire Anthropologie Architecture LAA (2005-2006) pelo programa de cooperação internacional CAPES-COFECUB; Mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro PROURB; Especialista em Comunicação e Imagem pela PUC-Rio. Tem experiência de ensino e prática profissional na área de Arquitetura e Urbanismo desenvolvendo projetos urbanos e de equipamentos públicos em diversas cidades do Sudeste e Nordeste. Consultora em Urbanismo, faz parte da equipe de consultores do Museu do Amanhã. Colaboradora em grupos de pesquisa e pesquisadora autônoma, vem trabalhando junto ao acervo Sergio Bernardes desde 2012. Interessa-se pelos seguintes temas: utopias, imagens urbanas, hq's, cinema, videogames, favelas, intervenções urbanas em áreas consolidadas, cidade contemporânea e acervos de arquitetura e urbanismo. Kykah Bernardes É graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ. Trabalhou com Sergio Bernardes no Laboratório de Investigações Conceituais – LIC, e colaborou com a Fundação Oscar Niemeyer. Organizou com Lauro Cavalcanti, em 2010, o livro Sergio Bernardes, pela Artviva Editora, e em 2014 coordenou a pesquisa documental do filme Bernardes. Atualmente, coordena projetos de pesquisa sobre Sergio Bernardes através do escritório Bernardes Arquitetura onde, em 2012, criou com Thiago Bernardes, o Projeto Memória
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.