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PRONAC 193462Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TOMARA QUE NÃO CHOVA!

Espaço Vídeo e Cinema
Solicitado
R$ 323,6 mil
Aprovado
R$ 323,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2019-11-22
Término
2023-12-31
Locais de realização (14)
Assis Brasil AcreCapixaba AcreRio Branco AcreSalvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisJoão Pessoa ParaíbaCabixi RondôniaCandeias do Jamari RondôniaCosta Marques Rondônia

Resumo

TOMARA QUE NÃO CHOVA! - produção de Livro de Fotografia, sobre artistas circenses (palhaços) que ao longo dos últimos 10 (dez) anos, acompanharam as atividades itinerantes do CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), com espetáculos lúdicos, junto as comunidades na Amazônia. O registro fotográfico do universo cotidiano e lúdico desses artistas, a partir da experiência na Amazônia.

Sinopse

TOMARA QUE NÃO CHOVA é uma produção e registro fotográfico, com conteúdo inédito, que se propõe a contar histórias do universo e trajetória de artistas circenses, através de fotografias (acervo e atuais) no encontro com um público diversificado, que vive às margens dos rios e estradas Amazônicas, os quais não possuem qualquer relação direta com a figura do palhaço atuante no palco do teatro ou do circo. Os palhaços que compõe o Livro de Fotografia, e que serão fotografados, guardam em comum o fato de terem acompanhando o projeto itinerante de Cinema, o CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental). O Livro de Fotografia registrará ainda os artistas circenses em sua labuta cotidiana nas localidades onde vivem e desenvolvem suas atividades atuais. O circo é o condutor da narrativa fotográfica que abre a possibilidade para o surgimento da figura do palhaço que coloca em jogo o inesperado, o surpreendente, o indefinido, o trágico, o irônico e o cômico, através da atitude lúdica de sua atuação. O palhaço é o convite às pessoas para a cena do próprio circo. É a interlocução e a troca de conhecimento entre técnicas diversas circenses e o público, revelando o poder transformador desse encontro. O nome TOMARA QUE NÃO CHOVA guarda em si o conceito dessa união – cinema e circo - que são os fios condutores que promovem uma catarse de integração, o insight do drama, a ampliação da consciência, à luz sobre os paradoxos, e a partir daí, o desenvolvimento de novos símbolos de interpretação das existências sociais e pessoais. TOMARA QUE NÃO CHOVA tem a vivência das exibições fílmicas fora do espaço do teatro, do cinema e do circo, portanto, em espaços abertos, nas ruas, nas praças, nos campos de futebol, os quais qualquer precipitação metereológica relacionado à queda de água do céu, inviabilizaria o espetáculo circense. O circo é o elo. É o circo “fazendo-se” numa experiência exógena e de transformações com dimensões estéticas e de percepção sensorial da própria realidade. Por outro lado, os artistas circenses também se vêem tocados pelo vínculo e elo que costuram suas histórias nos diversos territórios, seus sonhos, conflitos, encontros, o lúdico e a realidade. O movimento e o encontro da arte a partir do circo e dos múltiplos olhares e emoções.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produção de Livro de Fotografia, sobre artistas circenses (palhaços) que ao longo dos últimos 10 (dez) anos, acompanharam as atividades itinerantes do CINEAMAZÔNIA (Festival de Cinema Ambiental), com espetáculos lúdicos, junto as comunidades na Amazônia. O registro fotográfico do universo cotidiano e lúdico desses artistas, a partir da experiência na Amazônia OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1. Registro fotográfico da trajetória dos artistas circenses, onde cada qual conta suas histórias a partir de fotografias; 2. Difusa~o e visibilidade ao publico em geral, através do conteúdo fotográfico da dimensa~o e importância das artes circenses no cotidiano das pessoas; 3. Compartilhar e doar o Livro de Fotografia, as comunidades, Escolas e Bibliotecas Publicas da regia~o por onde os artistas circenses passaram na Amazônia e nos locais onde vivem na atualidade; 4. Estimular o conhecimento e futuras pesquisas quanto a memoria, historia, a riqueza do universo artístico; 5. Formaça~o de banco de imagens da cultura produzida a partir e na Amazônia; 6. Mobilizar a sociedade em geral para a importância da produça~o fotográfica brasileira e da atividade circense; 7. Democratizar ao publico em geral o acesso ao acervo fotográfico produzido; 8. Propiciar as localidades escolhidas o acesso a bens culturais; 9. Distribuir o Livro de Fotografia, com tiragem de 1.500 (mil e quinhentos) exemplares , junto as escolas, bibliotecas e demais instituições de cultura, de forma gratuita.

Justificativa

O presente projeto TOMARA QUE NÃO CHOVA se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princi´pios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê o fomento à produça~o cultural e arti´stica brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratizaça~o do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Ale´m do mais, a Lei 8313/91, apo´s vigência de mais de 25 anos, e´ o mais importante e principal mecanismo de promoça~o da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais atrave´s do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura e´ o u´nico mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê renu´ncia fiscal, considerando que na~o ha´ leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realizaça~o de seus projetos. Essa afirmaça~o e´ comprovada inclusive, pelo pro´prio levantamento do MINC, o qual demostra que os projetos com valores captados junto ao respectiva unidade da federaça~o, nos u´ltimos cinco anos, na~o ultrapassaram a 5 (cinco) projetos. No caso em tela, o presente projeto sera´ enquadrado junto ao artigo 18 da Lei 8313/91, considerando tratar de proposta que visa, em especial, a democratizaça~o do acesso à bens culturais na Região Amazônica, com pouqui´ssimo incentivo e somente passi´vel em ver contemplada com produtos culturais, forma gratuita. O projeto esta´ plenamente enquadrado nas exigências e principios proclamados no art. 3o da referida Lei 8313/91, por se tratar de projeto de valor cultural artistico, o qual sera´ distribui´do de forma inteiramente Gratuita (art.18). O projeto TOMARA QUE NÃO CHOVA tera´ como produto principal a confecça~o de livro de fotografias que registrara´ os artistas circenses em seu cotidiano e as populaço~es contempladas por seus espetáculos junto ao CINEAMAZONIA. Dessa forma, justifica-se a propositura do presente projeto pela importância e imediato registro

Especificação técnica

O Livro de Fotografia TOMARA QUE NÃO CHOVA! conterá além das fotografias atuais dos palhaços, pesquisa iconográfica com fotografias pretéritas da vida dos palhaços junto a Amazônia, e ainda, vinhetas ilustrativas e textos explicativos sobre os mesmos. Será, inicialmente, dividido em 7 (sete) capítulos, que concentrará em grandes temas, tais como: 1. Cotidianos dos artistas circenses; 2. Famílias de Palhaços; 3. Circos; 4. Preparação/Bastidores; 5. Artistas circenses na Amazônia; 6. Espetáculos; 7. Palhaços em movimento. A definição final quanto ao fechamento dos capítulos conforme indicado, somente são possíveis, em face a etapa de pré-produção e produção, onde será definido pela coordenação editorial, a melhor diagramação com inserção de textos e o conceito que o mesmo terá. Essas referencias tem como objetivo a garantia do acesso a leitura aos beneficiários. A rubrica quanto a coordenação editorial esta prevista e justificada. 1.500 (mil e quinhentos) exemplares a serem distribuídos gratuitamente. FICHA TÉCNICA DA IMPRESSÃO DO LIVRO DE FOTOGRAFIA Os textos explicativos do Livro serão em português. Tipo: LIVRO CAPA DURA Paginas : 160 CAPA : Papel: COUCHE IMPORTADO FOSCO LD 150g/m2 Cores: 4 x 1 (Escala, X Escala, ) , 1 X 1 lamina(s) Formato: 290 x 470 mm Acabamento: IMPRESSÃO, LAMINAÇÃO FOSCA FRENTE PAPELAO : Papel: PAPELAO PARDO (PARANA) 18g/m2 Cores: 0 x 0 () , 1 X 1 lamina(s) Formato: 260 x 440 mm Acabamento: GUARDAS : Papel: COUCHE IMPORTADO FOSCO LD 150g/m2 Cores: 4 x 0 (Escala, ) , 8 Página(s) Formato: 210 x 260 mm Acabamento: MIOLO : Papel: COUCHE IMPORTADO FOSCO LD 150g/m2 Cores: 4 x 4 (Escala, X Escala, ) , 160 Página(s) Formato: 210 x 260 mm Acabamento: Acabamento Final: EMPASTAMENTO CAPA DURA/ COSTURA/COLA/MONTAGEM GUARDA/ COSTURA

Acessibilidade

O Livro de Fotografia terá uma versão em formato Audiolivro/audiobook, narrado em voz alta, com profissional qualificado, dentro de um estúdio de gravação, onde se primará pela qualidade da narração. Será ainda colocado efeitos sonoros para criar uma ambientação no áudio. O audiobook será ainda disponibilizado em versão de plataforma digital, na forma gratuita, onde poderá ser realizado o download, com licença pública livre disponível. O formato do áudiobook observará ainda, as normas internacionalmente utilizadas, para o formato Mp4. Além das medidas a serem observadas junto ao audiobook, a fonte e letras dos textos inseridos junto ao livro, terão visibilidade adequada para aqueles com parcial deficiência visual. Dessa forma, quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.

Democratização do acesso

O Livro de Fotografia será distribuído GRATUITAMENTE para escolas públicas, bibliotecas, pontos de cultura, pesquisadores e educadores. Além da distribuição gratuita, o produto será inseridos em plataforma Issuu.com, visando a ampliação em todo o território nacional, do conteúdo da referida produção. O Livro de Fotografia terá a impressão de 1.500 (mil e quinhentos) exemplares. OFICINA DE PINHOLE (ATIVIDADE SÓCIO-EDUCATIVA – CONTRAPARTIDA SOCIAL) Será realizada a oficina de Pinhole, como atividade sócio-educativa do Projeto TOMARA QUE NÃO CHOVA!, que será acompanhada por equipe técnica preparada para o desenvolvido do respectivo trabalho e realizado em duas (02) escolas públicas em localidade do projeto (Porto Velho).

Ficha técnica

COORDENADOR GERAL/EDITORIAL - JOSE JURANDIR DA COSTA – Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho; FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making-of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000,exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS COORDENAÇAO DE PRODUÇÃO: FERNANDA KOPANAKIS - Produtora Executiva Espaço Vídeo LTDA, Diretora Associação Mapinguari, Produtora e Diretora do CINEAMAZÔNIA – Itinerante (2008 a 2019); em 2011 realizou o trabalho de produção executiva do Livro de Fotografia “Viagem de Cores e Sonhos; FORMAÇÃO ACADÊMICA - Doutora em Planejamento Urbano e Regional IPPUR/UFRJ, Mestrado em Direito UFMG. Graduação em Direito – UNIR. FOTOGRAFIA/DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - FORMAÇÃO: 1982 – Produção e Direção de TV - Fundação Cultural do Estado da Bahia 1983 – Roteiro para Cinema e Televisão - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Doc – Comparato; 1994 – Curso de Radialismo - Faculdade Visconde de Cairu – Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado da Bahia; 1996 – Direção de Fotografia para Cinema - Sind. dos Artistas e Técnicos da Indústria de Espetáculos do Estado da Bahia. SATED/BA. 2000 – Cinematografia Eletrônica - Fundação Cultural do Estado da Bahia - Carlos Ebert. Oficina de Cinema - Fundação Cultural do Estado da Bahia – Walter Sales e Walter Carvalho. 2008 – Cinema HD 24p - Fazendo Vídeo (SP); PROJETOS: 2009 - Diretor de Fotografia do documentário “Mandinga En Colômbia” Canal Estatal de Cali, Colômbia; 2011 - Diretor de Fotografia do documentário “É no pé do morro, é lá no cafundó”, Projeto Territórios de Identidade Cultural da Bahia, TV Educativa da Bahia – IRDEB; 2014 - Diretor de Fotografia do documentário “O Veneno Está na Mesa II” Direção Silvio Tendler; Diretor de Fotografia da série “Brasil Místico” - Globosat - Direção Silvio Tendler. OFICINA/PINHOLE: Bete Bullara - Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Jornalista e fotógrafa. Faz parte da equipe do CINEDUC desde 1975, onde participou de cursos para crianças e adolescentes, treinamento de professores, mesas redondas e palestras, tanto no Brasil como no exterior. Preparou materiais didáticos, tanto teóricos como de exercícios. Atualmente é Secretária Executiva da entidade. Seus últimos trabalhos foram oficinas de Linguagem Cinematográfica e de Linguagem Fotográfica no Museu de Imagem e do Som em Campo Grande (MS); Oficina de Linguagem Cinematográfica na Mostra Cine Conquista (BA) (2009 e 2010) e no Projeto Cineducando, na Caixa Cultural. Realizou 67 oficinas para professores e para jovens em 16 estados brasileiros para o SESC Nacional; curso de Imagem e Educação em sistema de vídeo-conferência em circuito nacional para o SESC; curso de professores para a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro; curso para professores no Festival Nueva Mirada, em Buenos Aires; oficina de leitura de imagens para jovens de vários países no Fórum dos Adolescentes da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes; oficinas nas Mostras de Cinema de Tiradentes nos 8 últimos anos consecutivos, nas 2ª a 5ª Mostras de Cinema de Ouro Preto, na 1ª a 4ª Mostras de Cinema de Belo Horizonte e nas 32ª, 33ª e 35ª edições do Festival de Gramado. Curadoria da Mostra Geração do Festival Internacional do Rio 2008, 2009 e 2010, onde também coordenou a produção.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Guajará-Mirim Rondônia
Pimenteiras do Oeste Rondônia
Porto Velho Rondônia
Florianópolis Santa Catarina
São Paulo São Paulo