| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,68 mi |
O Plano Anual de Atividades do Museu Histórico Nacional (MHN) compreende a realização de um calendário de ações e eventos em torno de seu acervo, como a produção de uma exposição, um seminário internacional e publicações, a manutenção e aquisição de acervos, o desenvolvimento de ações educativas, de acessibilidade e de relacionamento comunitário, bem como a manutenção e consolidação do equipamento cultural, considerando a relevância e a escala do MHN. Dentre as ações previstas, listamos: estabelecimento do Código de Ética do MHN; reforma de espaço expositivo; preservação e conservação de acervo (itens do arquivo histórico e acervo museológico); aquisição de acervo museológico; realização de exposição de artes (incluindo catálogo e programa educativo); realização de seminário internacional; publicação de livro tátil sobre o acervo do Museu.
Catálogo "Terra à Vista e Pé na Lua" Registro da exposição comemorativa do centenário do Museu Histórico Nacional. TERRA À VISTA E PÉ NA LUA tem como foco principal a aventura humana rumo ao desconhecido. Pelo olhar visionário de Ziraldo – artista atemporal cuja produção se faz presente no imaginário de brasileiros e brasileiras de todas as idades – o visitante "navegará" passando por obras do acervo do artista que se unem conceitualmente às coleções do museu. Com códigos QR espalhados pela cenografia, a trajetória de Ziraldo, seus livros, seus personagens ou mesmo seus objetos de trabalho contarão, de forma lúdica, a história de um Brasil construído diariamente por todos nós. Os acervos do Museu Histórico Nacional e do artista Ziraldo se somam nessa narrativa que fará do visitante um verdadeiro navegador no tempo e no espaço.CATÀLOGO VIRTUAL. Seminário online: Escutas, conexões e outras histórias nos museus 13 e 14 de outubro de 2021No canal do Museu Histórico Nacional no YouTubeEm 2021, às vésperas das comemorações do seu centenário (2022), o MHN promove o Seminário Internacional ?Escutas, conexões e outras histórias nos museus?, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGH/Unirio) e com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC), por meio do projeto ECHOES O objetivo é provocar debates e estimular reflexões sobre processos museais, tendo o museu como conexão para a produção de histórias e memórias diferentes daquelas consagradas na historiografia e museus tradicionais. Tal proposta de seminário está em harmonia com as diretrizes das comemorações do centenário da instituição, que são baseadas em ações de escuta e partilha, inspiradas pela perspectiva do museu como conexão, ?(...) concebido como um espaço social flexível, desenhado para engajar audiências através de estações multimídia, espaços de exposição, exibições, simpósios e eventos?. A proposta de ouvir ?outras histórias? significa possibilitar a pluralização da construção da história nacional nas ações do MHN. A partir de um olhar crítico e reflexivo sobre o patrimônio museológico, a intenção é a de criar condições para a reflexão sobre temas que fortaleçam a democracia e a pluralidade da sociedade brasileira. Do nosso ponto de vista, tais condições são forjadas desde a produção e o destaque de histórias até então eclipsadas, como são os casos da história dos povos originários e dos indígenas e dos afrodescendentes para além de suas manifestações artísticas e culturais; da história das mulheres e de seu protagonismo para além do espaço doméstico ou de sua biografia atrelada ao masculino, como geralmente são representadas; assim como histórias de segmentos sociais oprimidos, como aqueles representados pelos movimentos lgbtqia+ .Nesse sentido, priorizou-se a formação das mesas com detentores de saberes e fazeres tradicionais, membros da sociedade civil e dos movimentos sociais, visando construir conversas que possibilitem o debate e reflexão de como se produzir histórias sob a perspectiva da interculturalidade crítica e que sejam efetivamente emancipadoras. Livro "Pátio Epitácio Pessoa"O Pátio Epitácio Pessoa, também conhecido como ?Pátio dos Canhões?, é um importante espaço do Museu Histórico Nacional para se pensar como essa instituição prestes a completar 100 anos e marcada por diferentes práticas patrimoniais e discursos sobre o passado. O livro é destinado ao público em geral, com texto leve, design elegante e muitas imagens, mas também poderá ser aproveitado em meio acadêmico por conter informações técnicas e históricas sobre o Pátio e seus canhões. Tiragem: 1800 exemplares, livro em PDF disponível gratuitamente no site do MHN e audiobook acessível. Livro "Histórias do Brasil em 100 objetos"Em 2022, comemoraremos o centenário do Museu Histórico Nacional (MHN) e, entre as atividades previstas para a celebração desta efeméride, lançaremos um livro em que selecionamos 100 objetos do acervo do MHN para contar diferentes histórias do Brasil. O número de objetos escolhidos faz referência aos 100 anos do MHN. Serão 100 textos escritos por especialistas de todo o Brasil, em uma edição requintada, totalmente ilustrada. Tiragem: 1200 exemplares Lançamento previsto para out/2022 - Bi Centenário
O Plano Anual de Atividades e Manutenção do MHN para 2021 e 2022 tem como principais objetivos: OBJETIVOS GERAIS: 1. manter o MHN como referência nacional e internacional nos campos da História do Brasil e do Patrimônio Museológico; 2. promover o acesso público qualificado a um dos mais importantes acervos de museus da América Latina; 3. estimular o circuito de visitação pública em um dos maiores conjuntos arquitetônicos e históricos do período colonial da cidade do Rio de Janeiro; 4. viabilizar a realização, de forma planejada e permanente, de uma programação cultural de relevância nacional e internacional; 5. ampliar e estimular o acesso do grande público, com respeito e atenção à diversidade, à acessibilidade e ao meio ambiente; 6. sensibilizar o público para o conhecimento sobre a História do Brasil; para a importância dos espaços públicos no exercício da pesquisa e da troca de conhecimento; e para o entendimento da memória como ferramenta essencial na construção da identidade de uma nação; 7. contribuir para a manutenção das instalações e conservação do acervo do Museu, respeitando a urgência necessária de execução para sua conservação museológica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos gerais desdobram-se na realização das seguintes ações: 1. PLANO ANUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Estabelecimento dos Códigos de Ética do MHN e da Associação de Amigos do MHN - proponente deste projeto. Como parte das ações previstas pela equipe no Plano Anual da instituição para 2021, o MHN entende como imprescindível, no escopo do planejamento da instituição às vésperas do seu centenário, a previsão do desenvolvimento e consolidação dos Códigos de Ética. Também será elaborado o site da proponente. A Associação de Amigos do Museu Histórico Nacional (AAMHN) tem como finalidade apoiar e colaborar com as atividades do MHN, contribuindo para seu desenvolvimento e para a preservação do patrimônio museológico.A criação de um site para AAMHN dará mais visibilidade para a associação, possibilitando maior divulgação das suas atividades, agilidade e facilidade para ingresso de novos associados, inscrição em cursos, fortalecimento dos projetos em forma de divulgação e principalmente em captação de recurso, além de expor a loja e produtos do Museu gerando renda e agregando valores. 2.MANUTENÇÃO DE MUSEU Reforma de espaço expositivo. O MHN apresenta um circuito de exposição de longa duração sobre a História do Brasil. O circuito inicia pela exposição "Oreretama", apresentando a pré-história brasileira e as populações indígenas, sua cultura, mitos e saberes. Como parte da presente proposta, prevemos a reforma deste espaço expositivo, que se encontra com suas instalações desgastadas pelo tempo e com suportes já obsoletos na comunicação com o público.Sonorização da exposição ?Do móvel ao automóvel"A ação de ?Sonorização da exposição ?Do móvel ao automóvel" busca, através dos recursos de áudio, complementar e harmonizar o ambiente expositivo com uma trilha musical da época, proposta por uma curadoria especializada.?Do móvel ao automóvel? é uma das primeiras exposições do Museu Histórico Nacional registradas no catálogo de 1924. Composta por alguns meios de transporte terrestre, de tração humana e animal, deram origem a uma das mais importantes coleções do gênero no Brasil. Essa coleção é formada por veículos ?particulares?, utilizados no transporte de pessoas, principalmente na cidade do Rio de Janeiro. Em 1925, integrou-se ao acervo do Museu um dos primeiros automóveis a circularem na primeira década do século XX, também na então capital da República. 3. PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURALMedidas de conservação e preservação do acervo do MHN, considerando itens em estado de risco que demandam ação emergencial.3.1. Arquivo HistóricoConservação/restauração com documentação fotográfica de 82 itens fotográficos, incluindo 9 daguerreótipos, 11 ambrótipos, 6 ferrótipos, 2 fotografias sobre metal, 1 fotografia sobre porcelana, 4 fotografias sobre vidro e 49 estereoscopias em vidro.3.2. Acervo MuseológicoA conservação de têxteis da coleção Sophia Jobim envolve uma série de ações que visam aumentar a permanência do objeto atribuindo-lhes maior resistência aos agentes físicos (danos e perda de valor devido ao armazenamento, manuseio ou transporte inadequados), químicos (acidificação , amarelecimento) e biológicos (ataque de pragas e fungos). 3.3. Embalagem e remanejamento de acervoAs ações para compra de material de consumo (envelopes, ethafoam e papel filifold) e permanente (gavetas para arquivo deslizante) têm por objetivo possibilitar e melhorar a qualidade das atividades de acondicionamento de acervos museológicos no espaço de reserva técnica do Núcleo de Acervo Museológico _ Numismática do Museu Histórico Nacional. 3.4. Restaurações das carruagens e painéis de azulejosServiços de restauração, conservação e higienização de 17 painéis de azulejo que compõem o pátio Gustavo Barroso. Os painéis possuem cerca de 1,50 x 2 m a 3 x 2 m. Atividades de restauro e estabilização do estado de conservação da 20 carruagens que fazem parte da coleção do Museu Histórico Nacional. Inclui publicação gratuita sobre o processo de restauro para divulgação.4. EXPOSIÇÃO DE ARTES A proposta de exposição é uma contribuição do MHN para uma nova exposição temporária celebrando seus 100 anos. A exposição ?TERRA À VISTA E PÉ NA LUA? tem como foco principal a aventura humana rumo ao desconhecido. Pelo olhar visionário de Ziraldo _ artista atemporal cuja produção se faz presente no imaginário de brasileiros e brasileiras de todas as idades _ o visitante "navegará" passando por obras do acervo do artista que se unem conceitualmente às coleções do museu.Com códigos QR espalhados pela cenografia, a trajetória de Ziraldo, seus livros, seus personagens ou mesmo seus objetos de trabalho contarão, de forma lúdica, a história de um Brasil construído diariamente por todos nós. Inauguração prevista para novembro de 2021, aberta ao público com entrada franca até dezembro de 2021. Período: 3 a 6 meses. Exposição Rio 1922 - Trata-se de exposição alusiva à cidade do Rio de Janeiro de 100 anos atrás, então capital da República do Brasil, que integrará as comemorações do Centenário do MHN, remetendo a outros centenários, como o da derrubada do Morro do Castelo e das comemorações do Centenário da Independência do Brasil. A exposição será dividida em cinco módulos. Em cada um se valorizará o diálogo entre 1922 e o tempo presente: O que temos de vestígios daquele ano na cidade de hoje em dia? E no acervo do MHN? Os módulos que atendem a essas questões serão assim divididos: (1) Reformas urbanas e derrubada do Morro do Castelo; (2) Exposição Comemorativa do Centenário da Independência; (3) 1922 e o meio circulante; (4) Criação do Museu Histórico Nacional; (5) Outros modernismos dentro e fora do Rio: Semana de Arte moderna, o MHN em relação com outras instituições e outras efemérides. Inauguração prevista para maio 2022. Período: 3 a 6 meses.Exposição 10 Objetos que contam a nossa história - Trata-se de exposição de curta duração que integra as ações comemorativas do Centenário do Museu Histórico Nacional, celebrado no ano de 2022. A proposta é parte do projeto que visa a contribuir para o fortalecimento do eixo conceitual ?MHN 100 anos: escuta, conexão e outras histórias?, tendo como um de seus objetivos realizar uma revisão conceitual da instituição, considerando a pluralização e a diversificação de suas escritas da história. Justifica-se, assim, a promoção de uma exposição que apresentará 10 objetos de seu vasto acervo que contribuem para compreender a história do Brasil. Essa proposta relaciona-se com ações já realizadas no museu, como a já consagrada visita mediada do projeto Bonde da História, do MHN.A exposição servirá de complemento à exposição Rio?1922, que também integra as ações de comemoração dos 100 anos do MHN. Inauguração prevista para outubro 2022. Período: 3 a 6 meses. 5. SEMINÁRIO Em 2021, às vésperas das comemorações do seu centenário (2022), o MHN promove o Seminário Internacional ?Escutas, conexões e outras histórias nos museus?, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (PPGH/Unirio) e com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC), por meio do projeto ECHOES. O objetivo é provocar debates e estimular reflexões sobre processos museais, tendo o museu como conexão para a produção de histórias e memórias diferentes daquelas consagradas na historiografia e museus tradicionais. O evento, realizado em 02 dias de forma online, contará com a participação de palestrantes nacionais e internacionais. Público estimado: 150 pessoas. 6. CATÁLOGO Publicação dedicada à exposição "Terra à Vista Pé na Lua" - catálogo virtual 7. LIVROS Publicação do livro "Pátio Epitácio Pessoa". O Pátio Epitácio Pessoa, também conhecido como ?Pátio dos Canhões?, é um importante espaço do Museu Histórico Nacional para se pensar como essa instituição prestes a completar 100 anos é marcada por diferentes práticas patrimoniais e discursos sobre o passado. Tiragem: 1.800 exemplares. Publicação do livro "História do Brasil em 100 objetos". Em 2022, comemoraremos o centenário do Museu Histórico Nacional (MHN) e, entre as atividades previstas para a celebração desta efeméride, lançaremos um livro em que selecionamos 100 objetos do acervo do MHN para contar diferentes histórias do Brasil. O número de objetos escolhidos faz referência aos 100 anos do MHN. Serão 100 textos escritos por especialistas de todo o Brasil, em uma edição requintada, totalmente ilustrada. Tiragem: 1200 exemplares 8. CONTRAPARTIDA SOCIAL Em atendimento ao Artigo 22 da IN 02/2019, como Contrapartida Social será desenvolvido o programa de atividades educativas de ação formativa em torno da linguagem museológica, independente dos demais produtos desta proposta. O trabalho será desenvolvido a partir do acervo da exposição temporária. Para integrar o calendário de ações, será realizado durante a exposição "Terra à vista e pé na Lua", tendo como objeto de reflexão os modos de ver e representar o patrimônio cultural do MHN e artístico do Ziraldo. O programa prevê agendamento de visitas monitoradas à exposição para 1.225 pessoas _ alunos da rede pública (pelo menos 50%) e privada e educadores com realização de oficinas. Os beneficiários receberão o caderno informativo de apoio para atividades em sala de aula após a participação nas oficinas. O programa é integralmente presencial e gratuito (incluindo a distribuição de material de apoio).
O Museu Histórico Nacional é o primeiro museu de história do país, fundado em 1922, no âmbito das comemorações do Centenário da Independência do Brasil. Situado na cidade do Rio de Janeiro, o Museu está instalado em um conjunto arquitetônico do período colonial _ composto pelos edifícios Fortaleza de Santiago, Casa do Trem e Arsenal de Guerra _, que abriga desde então o circuito expositivo, a reserva técnica, o arquivo histórico, os laboratórios de conservação e restauro e as áreas de trabalho técnico e administrativo do MHN. O Museu detém sob sua guarda 80% de todo o patrimônio museológico pertencente ao IBRAM, reunindo mais de 270 mil itens, entre pinturas, esculturas, armaria, viaturas, porcelanas, prataria e a maior coleção de moedas antigas da América Latina. No Regimento Interno do MHN, Capítulo I, Art. 2º, o Museu pontua sua missão de "Promover a mobilização coletiva para valorizar a consciência histórica e o direito ao patrimônio cultural do Brasil, por meio da formação e preservação de acervo, ação educativa e construção de conhecimento." Dentro dessa perspectiva, o Museu tem como visão "Consolidar a posição de referência nacional e internacional do museu enquanto espaço de reflexão e produção de conhecimento acerca da história, cultura material e sociedade no Brasil." Ainda conforme o Regimento Interno do Museu, no Capítulo I, Art. 3º, destacamos, entre outras, as seguintes competências: § II. garantir amplo acesso de públicos aos serviços, conhecimento e informações do MHN, por meio de exposições, publicações, cursos, seminários, colóquios, atividades educativas, ações de comunicação, etc.; § III. desenvolver política de aquisição e descarte de acervos musealizados do MHN, contribuindo para enriquecer o universo do patrimônio musealizado no Brasil; § V. promover o intercâmbio científico, acadêmico e cultural nas áreas de Museologia, Patrimônio e Política Cultural, Estudos Históricos e Sociais. Diante do exposto, a presente proposta _ plenamente alinhada à visão, missão e competências do MHN _ vem ao encontro dos objetivos estratégicos do Plano Museológico do MHN 2016-2019, dentre eles aumentar a capacidade de captação de recursos e aumentar a visibilidade institucional do Museu. Cabe ressaltar que o MHN, na condição de unidade museológica integrante da estrutura do IBRAM, participa do orçamento anual do Governo Federal. No entanto, o repasse destinado a museus públicos brasileiros é limitado e acaba por destinar-se apenas à manutenção da equipe de servidores e aos custos básicos de infraestrutura de suas instalações, comprometendo muitas vezes a salvaguarda do acervo, o acesso público de qualidade aos seus conteúdos, a realização de uma programação consistente e propositiva, a produção de pesquisa, intercâmbios e publicações. Por essa razão, as instituições culturais públicas brasileiras buscam fontes alternativas de receitas para complementação do orçamento necessário, visando ao seu bom funcionamento. Além da captação de parcerias (por meio de serviços, produtos ou aporte de recursos) para a viabilização de projetos pontuais, o MHN conta com o apoio fundamental da Associação de Amigos do Museu Histórico Nacional (AAMHN). A AAMHN foi criada em 06 de dezembro de 1988 para "promover o aprimoramento e o desenvolvimento das atividades do MHN" e, em seu Estatuto Social, a AAMHN se compromete com as seguintes finalidades: adquirir acervo de acordo com política de aquisição do Museu; sustentar o programa de conservação e da restauração dos acervos museológico, bibliográfico e arquivístico do MHN; apoiar e/ou promover seminários sobre aspectos específicos de sua área de atuação; incentivar e apoiar a realização de exposições especiais com acervo do MHN ou provenientes do Brasil ou do exterior; estabelecer e manter intercâmbio com outras associações e entidades afins, no país e no exterior; vender publicações e artigos diversos; incentivar integração cultural com a comunidade do bairro, do município, do estado, do país; angariar recursos financeiros para realização dos objetivos da AAMHN; entre outras. A presente proposta é formulada nesse contexto: diante da necessidade urgente do Museu de ampliar sua capacidade de captação de recursos e potencializar a difusão do seu acervo, a AAMHN se apresenta como proponente do Plano Anual de Atividades do MHN para o ano 2021 e 2022, no âmbito da Lei de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura. Com a aprovação do projeto incentivado e a captação de recursos para sua execução, a AAMHN pretende proporcionar ao Museu condições adequadas para sua atuação no cenário cultural, com planejamento e estrutura. Está prevista a contratação de equipe especializada em gestão de projetos incentivados, para execução integral e prestação de contas, atuando diretamente com a equipe administrativa/financeira da Associação. Como estratégia de viabilização do projeto, o Plano Anual de Atividades do MHN para 2021 e 2022 se ateve às demandas mais essenciais e urgentes do Museu, dentro de um orçamento total relativamente baixo, para facilitar a captação dos recursos necessários à sua execução. Vale dizer que a realização de exposições, publicações, seminários, programas educativos, que integram a presente proposta são ferramentas importantes para difusão do acervo do Museu ao grande público. Outras ações previstas, estas dedicadas às instalações do MHN, também se apresentam como necessárias para a promoção do acesso ao acervo do Museu e o estímulo à visitação ao seu conjunto arquitetônico. Torna-se imprescindível, também, prever neste Plano Anual o estabelecimento do Código de Ética do Museu, pedra angular do Conselho Internacional de Museus (ICOM), que estipula os padrões mínimos para a prática profissional e atuação dos museus e suas equipes. Além disso, a realização do Plano Anual de Atividades, com apoio da Secretaria Especial da Cultura, possibilita também a contratação de equipe dedicada à área de comunicação do Museu (uma das mais carentes de recursos, atualmente), o que contribuirá para fortalecer a essência da visão da Instituição: "Consolidar a posição de referência nacional e internacional do museu". Neste contexto, evidencia-se o alinhamento do Plano Anual do MHN com as diretrizes do Art. 1º da Lei nº 8313/91, que detalha a política de incentivos fiscais para a realização de projetos culturais na esfera federal, no que tange aos incisos I, III, IV, V, VI, VII e VIII. Da mesma forma, vale destacar que a proposta do Plano Anual de Atividades do MHN vem cumprir com os objetivos expressos nos incisos II, III e IV do Art. 3º desta Lei, sendo eles: - fomento à produção cultural e artística, mediante (i) edição de livros e catálogos relativos às áreas da história, da museologia, da arquitetura e das ciências sociais em geral e (ii) realização de exposição de arte; - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante (i) manutenção e equipamento do MHN _ instalações e coleções, (ii) conservação de prédio tombado pelo Poder Público e (iii) restauração de obras do acervo museológico do Museu; - estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais mediante a realização de seminário internacional. Pode-se dizer ainda que a presente proposta apoia outras atividades culturais e artísticas, considerando a contratação de serviços específicos para elaboração de projetos culturais. Entendemos que o caminho mais eficiente e saudável para enfrentar os desafios financeiros e estruturais do MHN, garantindo sua atuação da forma mais potente, é a proposição do presente Plano Anual de Atividades, de forma a ampliar as possibilidades de captação de recursos e parcerias em favor do planejamento e viabilização de um calendário de ações e eventos consistente, de acordo com a relevância e a escala do acervo do MHN e suas instalações.
Nos últimos anos, o MHN contou com patrocínio de empresas estatais e privadas projetos pontuais da sua programação, entre elas Petrobras, Caixa Econômica Federal, BNDES, Holcim Brasil, Banco BBM, além de instituições internacionais como Fundação Coulouste Gulbenkian. Com a proposição do Plano Anual de Atividades no âmbito da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura, a AAMHN e o Museu pretendem restabelecer a relação com essas empresas apoiadoras do Museu em sua trajetória e prospectar novas parcerias para a viabilização e promoção de suas atividades.
1. PLANO ANUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Elaboração dos Códigos de Ética a partir das bases mais atualizadas do ICOM, visando promover o alinhamento dos princípios relativos à tipologia e características do Museu à Política Nacional de Museus do IBRAM e à legislação brasileira como um todo.A Associação de Amigos do Museu Histórico Nacional (AAMHN) tem como finalidade apoiar e colaborar com as atividades do MHN, contribuindo para seu desenvolvimento e para a preservação do patrimônio museológico.A criação de um site para AAMHN dará mais visibilidade para a associação, possibilitando maior divulgação das suas atividades, agilidade e facilidade para ingresso de novos associados, inscrição em cursos, fortalecimento dos projetos em forma de divulgação e principalmente em captação de recurso, além de expor a loja e produtos do Museu gerando renda e agregando valores. 2. MANUTENÇÃO DE MUSEU Reforma do espaço expositivo Oreretama (que ocupa área de aproximadamente 400 m2), incluindo pintura de paredes e conserto/reconstrução de vitrines, bem como atualização da museografia (redesenho de painéis expositivos, revisão de conteúdos e tipologias). A ação de ?Sonorização da exposição ?Do móvel ao automóvel" busca, através dos recursos de áudio, complementar e harmonizar o ambiente expositivo com uma trilha musical da época, proposta por uma curadoria especializada.?Do móvel ao automóvel? é uma das primeiras exposições do Museu Histórico Nacional registradas no catálogo de 1924. 3. PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL Medidas de conservação e preservação do acervo do MHN, considerando itens em estado de risco que demandam ação emergencial.3.1. Arquivo Histórico Conservação/restauração com documentação fotográfica de 82 itens fotográficos, incluindo 9 daguerreótipos, 11 ambrótipos, 6 ferrótipos, 2 fotografias sobre metal, 1 fotografia sobre porcelana, 4 fotografias sobre vidro e 49 estereoscopias em vidro. 3.2. Acervo Museológico A conservação de têxteis da coleção Sophia Jobim envolve uma série de ações que visam aumentar a permanência do objeto atribuindo-lhes maior resistência aos agentes físicos (danos e perda de valor devido ao armazenamento, manuseio ou transporte inadequados), químicos (acidificação , amarelecimento) e biológicos (ataque de pragas e fungos). 3.3. Embalagem e remanejamento de acervo As ações para compra de material de consumo (envelopes, ethafoam e papel filifold) e permanente (gavetas para arquivo deslizante) têm por objetivo possibilitar e melhorar a qualidade das atividades de acondicionamento de acervos museológicos no espaço de reserva técnica do Núcleo de Acervo Museológico – Numismática do Museu Histórico Nacional. 3.4 Restaurações das carruagens e painéis de azulejosServiços de restauração, conservação e higienização de 17 painéis de azulejo que compõem o pátio Gustavo Barroso. Os painéis possuem cerca de 1,50 x 2 m a 3 x 2 m. Atividades de restauro e estabilização do estado de conservação da 20 carruagens que fazem parte da coleção do Museu Histórico Nacional.4. EXPOSIÇÃO DE ARTES Exposição comemorativa do centenário do Museu Histórico Nacional, ?TERRA À VISTA E PÉ NA LUA? tem como foco principal a aventura humana rumo ao desconhecido. Pelo olhar visionário de Ziraldo – artista atemporal cuja produção se faz presente no imaginário de brasileiros e brasileiras de todas as idades – o visitante "navegará" passando por obras do acervo do artista que se unem conceitualmente às coleções do museu.Com códigos QR espalhados pela cenografia, a trajetória de Ziraldo, seus livros, seus personagens ou mesmo seus objetos de trabalho contarão, de forma lúdica, a história de um Brasil construído diariamente por todos nós. Inauguração prevista para novembro de 2021, aberta ao público com entrada franca até dezembro de 2021. Período: 3 a 6 meses.Exposição Rio 1922 - Trata-se de exposição alusiva à cidade do Rio de Janeiro de 100 anos atrás, então capital da República do Brasil, que integrará as comemorações do Centenário do MHN, remetendo a outros centenários, como o da derrubada do Morro do Castelo e das comemorações do Centenário da Independência do Brasil. A exposição será dividida em cinco módulos. Em cada um se valorizará o diálogo entre 1922 e o tempo presente: O que temos de vestígios daquele ano na cidade de hoje em dia? E no acervo do MHN? Os módulos que atendem a essas questões serão assim divididos: (1) Reformas urbanas e derrubada do Morro do Castelo; (2) Exposição Comemorativa do Centenário da Independência; (3) 1922 e o meio circulante; (4) Criação do Museu Histórico Nacional; (5) Outros modernismos dentro e fora do Rio: Semana de Arte moderna, o MHN em relação com outras instituições e outras efemérides. Inauguração prevista para maio 2022. Período: 3 a 6 meses.Exposição 10 Objetos que contam a nossa história - Trata-se de exposição de curta duração que integra as ações comemorativas do Centenário do Museu Histórico Nacional, celebrado no ano de 2022. A proposta é parte do projeto que visa a contribuir para o fortalecimento do eixo conceitual ?MHN 100 anos: escuta, conexão e outras histórias?, tendo como um de seus objetivos realizar uma revisão conceitual da instituição, considerando a pluralização e a diversificação de suas escritas da história. Justifica-se, assim, a promoção de uma exposição que apresentará 10 objetos de seu vasto acervo que contribuem para compreender a história do Brasil. Essa proposta relaciona-se com ações já realizadas no museu, como a já consagrada visita mediada do projeto Bonde da História, do MHN.A exposição servirá de complemento à exposição Rio?1922, que também integra as ações de comemoração dos 100 anos do MHN. Inauguração prevista para outubro 2022. Período: 3 a 6 meses. 5. SEMINÁRIO Idealização, planejamento, produção e realização do Seminário Internacional "Escutas, conexões e outras histórias nos museus", em comemoração ao aniversário do MHN, em outubro de 2021. Evento online e gratuito | Periodicidade: anual (outubro) | Duração: 2 dias (13 e 14 de outubro de 2021)| conferencistas convidados | Moderador e Coordenador | Público: Profissionais de gestão do patrimônio cultural, museus e coleções; profissionais e estudantes de museus e preservação do patrimônio cultural; profissionais e estudantes de museologia, história, artes e humanidades; Público estimado: 150 pessoas. Estrutura geral da programação: > Dia #1 > Conferência de abertura | Debate | Intervalo | Mesa redonda | Debate > Dia #2 > Mesa redonda | Debate | Intervalo | Conferência | Debate | Intervalo | Mesa Redonda | Debate | Intervalo | Conferência | Debate | Sessão de encerramento 6. CATÁLOGO Catálogo da Exposição "TERRA À VISTA E PÉ NA LUA" Formato Virtual 7. LIVROS Livro "Pátio Epitácio Pessoa"Especificações: Impressão de livros, formato fechado: 23 x 30 cm (formato aberto: 46 x 30 cm) com as seguintes especificações: - capa em cartão supremo 250 g/m com ² orelhas de 10 cm, lombada quadrada, com acabamento de laminação fosca e aplicação de verniz UV localizado | tiragem 1.800 exemplares.Audiobook acessível.Livro "Histórias do Brasil em 100 Objetos"Texto de 100 autores diferentes. 150 fotos impressão 4/4 cores - Miolo de até 520 páginas. Impressão 4/4 cores em papel couché matte 150 gramas. Formato fechado de 30cm de altura x 23 cm largura. Capa dura, impressão 4/4 cores, em papel couché sobre cartão, acabamento laminado fosco 250 gramas. Folhas de guarda em uma cor. Sobrecapa, impressão 4/4 cores, em papel couché matte 170 gramas, com orelhas de 10 cm, acabamento laminação fosca, aplicação de verniz UV localizado. Encadernação em lombada quadrada com costura. tiragem 1.200 exemplares.Audiobook acessível. 8. CONTRAPARTIDA SOCIAL Está previsto no âmbito da Exposição "Terra à Vista e Pé na Lua" o desenvolvimento de programa de atividades educativas durante o período expositivo, com previsão de visitas guiadas previamente agendadas e material de apoio pedagógico. Público: alunos e educadores da rede pública e privada | Período: 3 a 6 meses | Calendário previsto: 2 grupos de 20 alunos e 1 professor por dia; 2 dias por semana, totalizando 48 grupos agendados | Estimativa de público atendido: 1.225 pessoas, entre estudantes e professores | Material de apoio pedagógico para os professores: 50 exemplares | Previsão de recursos para portadores de deficiência auditiva e visual.
Com o objetivo de reduzir as barreiras físicas, comunicação visual, tátil, sonora e comportamental, desde a década de 1980 o MHN vem implementando a adaptação arquitetônica de suas instalações, prevendo sinalização acessível, iluminação e planejamento de circulação, incluindo banheiros PDV e rampas de acesso, em atenção às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. Estas ações não geram custos à proposta, compõem as instalações permanentes do MHN. Para desenvolver e implementar estratégias e sistemas de informação que favoreçam o acesso de pessoas com deficiência aos conteúdos e ações culturais em sua programação, o MHN vem empreendendo ações inovadoras dirigidas a deficientes visuais, adaptando a exposição do Pátio dos Canhões com plaquetas em Braille. O Museu implantou o serviço de audioguia e videoguia para os portadores de deficiências auditivas e visuais realizarem a visitação ao Museu de forma autônoma e passou a oferecer guia de intérprete de Libras, além de contar com uma equipe de recepção e monitoria treinada para público com necessidades especiais (incluindo um monitor com deficiência visual), com suporte de um programa dirigido a esses grupos. Recentemente, o MHN está implantando o serviço de audiodescrição por Beacon Bluetooth associado ao circuito de maquetes táteis de peças em exposição para proporcionar a interação de deficientes visuais com o acervo do Museu. Todas estas ações não geram custos à proposta, compõem as instalações permanentes do MHN. Além das ações de acessibilidade já oferecidas pelo Museu, a presente proposta contempla em seus produtos medidas para garantir a acessibilidade física e de conteúdo no programa de atividades, atendendo aos diferentes modos de percepção e interação das pessoas com e sem deficiência para tornar disponíveis informações e experiências apresentadas no Museu, a saber: 1. PLANO ANUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Código de Ética do MHN: não se aplicaSite: O site será todo acessível para deficientes. 2. MANUTENÇÃO DE MUSEU Espaço Expositivo Oreretama: Para que a exposição seja acessível a distintos públicos, considerando as demandas das pessoas com deficiência, o projeto prevê elaboração de recursos que promovam acessibilidade aos espaços, aos conteúdos e ao acervo, tais como: piso de alerta em pontos chave da exposição; banco de descanso para visitantes com dificuldade de locomoção; vitrines com altura que permitam boa visualização de pessoas com distintas estaturas; vídeo de apresentação da exposição e outros vídeos do circuito em Libras e com legenda em português; audiodescrição de vídeos, imagens, acervo e espaço (em equipamento a ser definido); peças disponíveis para exploração tátil (reproduções e objetos originais, que serão adquiridos); fonte ampliada dos textos de toda a exposição e textos da exposição em formato de áudio (equipamento a ser definido), caderno em braile e PDF acessível; sinalização de ambientes que possuem áudio para alertar pessoas com sensibilidade auditiva; material com temas da exposição com pictogramas e linguagem simples. Espaço Expositivo "Do móvel ao automóvel": Sonorização - Não se aplica 3. PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL 3.1. arquivo histórico: não se aplica 3.2. acervo museológico: não se aplica 3.3. embalagem e remanejamento de acervo: não se aplica3.4 restauração das carruagens e painéis de azulejos: não se aplica 4. EXPOSIÇÃO DE ARTES Exposição "Terra à vista e pé na Lua": serão adotadas placas em Braille sobre as obras expostas, bem como um vídeo explicativo da mostra com linguagem de sinais para apreciação de portadores de deficiências. Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. Custos previstos na planilha orçamentária.Exposição "Rio 1922": serão adotadas placas em Braille sobre as obras expostas, bem como um vídeo explicativo da mostra com linguagem de sinais para apreciação de portadores de deficiências. Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. Custos previstos na planilha orçamentária. Exposição "10 objetos que contam a nossa história": serão adotadas placas em Braille sobre as obras expostas, bem como um vídeo explicativo da mostra com linguagem de sinais para apreciação de portadores de deficiências. Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. Custos previstos na planilha orçamentária. 5. SEMINÁRIO Seminário "Escutas, conexões e outras histórias nos museus": o evento conta com o apoio de intérpretes de Libras para acompanhamento de todo o evento online, garantindo acessibilidade de conteúdo. O seminário ficará disponível na página de Youtube do Museu. 6. CATÁLOGO Haverá audiobook acessível do catálogo - ficará disponível na página virtual do projeto. 7. LIVROS As publicações terão seu formato em audiobook acessível e ficarão disponíveis na página virtual do projeto. 8. CONTRAPARTIDA SOCIAL O circuito expositivo com o acervo permanente da exposição e o acesso aos espaços de oficinas do programa educativo seguem as normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015 (estas ações não geram custos à proposta, compõem as instalações permanentes do MHN). Para portadores de deficiência auditiva, prevemos o apoio de intérprete de Libras durante todas as atividades propostas. Com essas ações, o MHN segue em atendimento à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Lei Nº 13.146/2015, destinada a assegurar e promover em condições de igualdade o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, que se aplicam, entre outras coisas, ao acesso à cultura, à informação e à comunicação.
Além das medidas de democratização de acesso permanentes do MHN, a presente proposta contempla em seus produtos medidas para garantir o acesso democrático não apenas ao Museu e seus conteúdos permanentes mas também à programação de ações e eventos prevista no Plano Anual de Atividades em 2021 e 2022, a saber: 1. PLANO ANUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Código de Ética do MHN e da ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL: os documentos finais serão disponibilizado na Internet para amplo acesso, no site do MHN, inspirados no inciso III do Artigo 21 da IN nº 2/2019 que dispõe ?disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do Art. 22;O site da AAMHN terá acesso gratuito e irrestrito. 2. MANUTENÇÃO DE MUSEU Durante a reforma do espaço "Do móvel ao automóvel" e do espaço Oreretama, o MHN estabelecerá parceria com Universidades brasileiras, abrindo vagas para alunos do curso de Museologia acompanharem a equipe responsável pelas obras, desde o seu planejamento, oferecendo estagio presencial não remunerado, em atendimento ao inciso VI do Artigo 21 da IN nº 2/2019 que dispõe oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; A ação de democratização só poderá ser realizada fora do estado pandêmico que a cidade se encontra atualmente. 3. PRESERVAÇÃO DE ACERVO CULTURAL O MHN estabelecerá parceria com Universidades brasileiras, abrindo vagas para alunos do curso de Museologia integrarem as equipes responsáveis pelas ações de conservação e preservação do acervo previstas, oferecendo estagio presencial não remunerado, em atendimento ao inciso VI do Artigo 21 da IN nº 2/2019 que dispõe oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; A ação de democratização só poderá ser realizada fora do estado pandêmico que a cidade se encontra atualmente. 4. EXPOSIÇÃO DE ARTES Exposições "Terra à vista e pé na Lua", "Rio 1922" e "10 objetos que contam a nossa história": o acesso à exposição não terá cobrança adicional, além da política de ingressos para a entrada no museu. A presente proposta prevê o oferecimento do Vale-Cultura como meio de pagamento do ingresso, em atendimento ao inciso IX do Artigo 21 da IN nº 2/2019 que dispõe ?promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa?. Além disso, será disponibilizado na Internet o tour virtual à exposição, através de vídeos e imagens, em atendimento ao inciso III do Artigo 21 da IN nº 2/2019, que dispõe ?disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22?; 5. SEMINÁRIO Seminário "Escutas, conexões e outras histórias nos museus": o acesso ao Seminário será integralmente gratuito e de forma online, além da disponibilização do mesmo no canal de Youtube do Museu. A presente proposta permite também a captação de imagens das atividades previstas na programação do Seminário e autoriza sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, em atendimento ao inciso IV do Artigo 21 da IN nº 02/2019, que dispõe ?permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias?; 6. CATÁLOGO Catálogo da exposição "Terra à vista e pé na Lua": formato virtualComo medida de ampliação ao acesso disponibilizaremos na internet o conteúdo integral do livro. 7. LIVROS Livro "Pátio Epitácio Pessoa" e livro "Histórias do Brasil em 100 Objetos" - impressos com audiobooks: A distribuição será de acordo com o artigo 20 da IN 02/2019:- 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;- 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;- 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012;- 50% a comercialização em valores a critério do proponenteComo medida de ampliação ao acesso disponibilizaremos na internet o conteúdo integral dos livros. Vale informar que o MHN está localizado na Praça Marechal Âncora, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Aberto ao público de terça a domingo, oferece ingressos a preços populares (R$ 10,00) para acesso às dependências do Museu e visitação ao circuito expositivo de longa duração. A política de meia entrada (R$ 5,00) do Museu contempla pessoas com idade até 21 anos e a partir de 60 anos; pessoas com deficiência e seus acompanhantes; estudantes de escolas particulares e estudantes de universidades particulares e públicas. Aos domingos a entrada é franca para todos, e nos demais dias o MHN prevê gratuidade para crianças até dois anos de idade; estudantes e professores das escolas públicas; sócios do ICOM (International Council of Museum); servidores do IBRAM e do IPHAN; estudantes de Museologia; guias de turismo; artistas plásticos associados às organizações SINAP-ESP e AIP. As exposições temporárias poderão ter valores de ingressos específicos.
AAMHN – PROPONENTECriada em dezembro de 1988, a Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o aprimoramento e o desenvolvimento das atividades do Museu Histórico Nacional. Principais Objetivos da AAMHN : - Contribuir para a preservação e divulgação do acervo histórico, artístico e arquitetônico, paisagístico, bibliográfico e documental do MHN; - Incentivar e apoiar a realização de exposições especiais com acervo do MHN ou proveniente do Brasil ou do exterior ; - Apoiar e divulgar exposições, visitas guiadas, cursos, seminários, conferências, espetáculos e demais promoções culturais da Instituição; - Contribuir para o enriquecimento do acervo através de doações, aquisições e restaurações; Atua em projetos para o MHN desde sua fundação.O proponente (AAMHN) será responsável pela ADMINISTRAÇÃO de todo o projeto.EQUIPE MHN / DIRETORA INTERINAVania Bonelli é a atual diretora interina do Museu Histórico Nacional. EQUIPE MHN / PESQUISADORA E CURADORAAline Montenegro Magalhães é Doutora em História Social / UFRJ. Técnica em Assuntos Culturais / História do IBRAM, foi chefe do Núcleo de Pesquisa do Museu Histórico Nacional (Nupes/MHN). Desde novembro de 2018, é bolsista pós-doutorado Sênior do CNPq. Atua ainda como docente no curso de MBA de Gestão de Museus da Universidade Candido Mendes e como professora colaboradora no Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória/Unirio). Como historiadora dedica-se ao estudo da Escrita da História nos museus e no patrimônio. Investigou a história da Inspetoria de Monumentos Nacionais que foi objeto de sua dissertação de Mestrado em História Social / UFRJ e que originou a publicação de diversos artigos de sua autoria.EQUIPE MHN / CHEFE DO SETOR DE GESTÃO DE ACERVOSAdriana Bandeira Cordeiro é Bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO e Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense/UFF. Técnica em Museologia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/IPHAN em 2006, responsável pela coordenação de oficinas do Programa Programa de Formação e Capacitação em Museologia - 2007 e 2008; Técnica em Museologia do Instituto Brasileiro de Museus/IBRAM a partir de 2009, tendo exercido a função de Coordenadora do Cadastro Nacional de Museus do IBRAM (2009 a 2011), passando a ser lotada no Museu Histórico Nacional a partir de 2011, atualmente responsável pelo Setor de Gestão de Acervos.EQUIPE MHN / CHEFE ACERVO MUSEOLÓGICOMaria de Simone Ferreira é Doutora em História Social da Cultura / PUC-Rio. Técnica em Museologia do IBRAM, tendo atuado no Museu de Arqueologia de Itaipu de 2006 a 2012, ocupando posto de diretora entre 2009 a 2012. Desde 2012 está lotada no Museu Histórico Nacional, onde atualmente é responsável pela Reserva Técnica Geral do Núcleo de Acervo Museológico, dedicando-se à documentação e acesso à informação museológica. Ministrou oficinas de Plano Museológico pelo Instituto Brasileiro de Museus e participou como membro de Comissões Especiais de Seleção dos Editais do IBRAM entre 2008 e 2011. Pesquisa nas áreas de história dos museus, memória social, colecionismo moderno e patrimônio, tendo publicado vários trabalhos sobre gestão de acervos e história de museus.EQUIPE MHN / CHEFE PROJETOS ESPECIAIS DO ACERVOMaria Isabel Ribeiro Lenzi é Doutora em História / UFF. Técnica em Assuntos Culturais / História do IBRAM, tendo atuado no Museu da República, onde foi chefe do Arquivo Histórico, e na Casa Geyer / Museu Imperial. Atualmente é responsável por projetos especiais do Núcleo de Acervo Arquivístico do Museu Histórico Nacional e gerência dos acervos iconográficos que participam do projeto Brasiliana Fotográfica. Pesquisa os campos da História do Rio de Janeiro, historiografia e antiquariado, iconografia e colecionismo.EQUIPE MHN / NÚCLEO DE PESQUISA / COORD. EDITORIALRafael Zamorano Bezerra é Doutor em História Social pela UFRJ, realizando Pós-Doutorado em Museologia na UNIRIO como bolsista Pós-Doutorado Junior do CNPq. Técnico em Assuntos Culturais / História do IBRAM, chefe do Núcleo de Pesquisa do Museu Histórico Nacional (Nupes/MHN), co-editor dos Anais do Museu Histórico Nacional, coordenador do PIBIC/CNPq-Ibram. Realiza pesquisas na área da história, museus e patrimônio cultural, sendo autor de diversos trabalhos publicados e curador de exposições.PAULO KNAUSS – CURADOR EX-DIRETOR DO MHNDoutor em História pela Universidade Federal Fluminense, com Pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo (França), atua no universo da pesquisa histórica, gestão de instituições culturais, tratamento técnico de acervos e curadoria de exposições. PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO DE TODOS OS PRODUTOS DO PROJETO PLANO ANUAL MHN 2021Artepadilla – Roberto F Padilla - é atuante há trinta anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Já realizou diversas exposições e publicações, utilizando, por vezes, Lei Federal e Municipal de Incentivo à Cultura. No segmento de patrimônio, realizou a gestão da elaboração de projeto executivo para reforma e adaptação da Casa Geyer.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.