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Este projeto tem como objetivo realizar a Exposição Renda : artesanato, patrimônio, vida e alma cearenses uma das tipologias encontradas no artesanato do nordeste, a renda, especificamente no Estado do Ceará e que tem como objetivo destacar, preservar e estimular o trabalho realizados pelas mulheres cearenses. Palestras sobre o tema serão realizadas como forma de contrapartida social.
Não é o caso deste projeto
OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo realizar a Exposição Renda : artesanato, patrimônio, vida e alma cearenses de uma das tipologias encontradas no artesanato do nordeste, a renda, especificamente no Estado do Ceará e que tem como objetivo destacar, preservar e estimular o trabalho realizados pelas mulheres cearenses.. Esta exposição se dará no Museu da Indústria, equipamento do SESI/FIEC, na cidade de Fortaleza. Propomos uma ação educativa com monitores que receberão, estimamos, 2.400 visitantes em 03 meses de exposição. A exposição contará com curadoria e textos de Ethel Whitehurst que se somarão a artistas, designers, artesãs e autoridades convidadas, todos que trabalham com a questão da preservação do artesanato, especialmente a renda. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Ressaltar a significância fundamental da renda do Ceará no artesanato, no patrimônio, na vida e na alma de seus habitantes; 2. Trazer à público a história da renda pelo mundo e sua chegada ao Brasil e ao Ceará, ressaltando tipologisas e especificidades; 3. Colaborar na potencialização e qualificação do turismo na capital; 4. Dar a ver a diversidade dos públicos que trabalham, consomem, estudam o tema sua a riquesa; 5. Proporcionar ligações entre a moda, o desing e a renda. OBJETIVO CONTRAPARTIDA SOCIAL 6. Realizar 05 palestras sobre o tema em espaços públicos e privados com acesso gratuito para 240 pessoas / 48 cada.
Para efeitos da Lei Federal de Incentivos Fiscais, inicialmente entendemos que este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; E também no que ressalta, no Art. 3.°, nos seus incisos : III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Uma das maiores tradições da cultura cearense, o artesanato local encanta turistas e viajantes de todo o mundo pela singularidade de sua riqueza, cujas técnicas e métodos são passados de pai para filho, perpetuando-se através das gerações e comprovando a força de um povo que enfrenta diariamente a seca e a pobreza para retirar seu sustento da própria arte que cria. Através da fusão das tradições indígena, africana e europeia, que coexistiram na época da colonização, o artesão cearense desenvolveu um amplo know-how que lhe permite manusear o couro, argila, fibras vegetais (palha de milho, carnaúba, taboa e sisal), fios e tecidos (rendas e bordados), madeira e areia colorida, dentre outros, para produzir o artesanato com a criatividade, o calor e a essência do povo nordestino. São mãos que criam, dão forma, transformam, impõem relevos e acrescentam cores. Tecem, moldam, costuram e impressionam. A combinação da força aplicada à suavidade dos movimentos requer uma habilidade única, paciência e muita dedicação.São todos um Patrimônio Imaterial de inestimável valor cultural e integram o patrimônio cultural cearense e brasileiro. Como cita a Cartilha do Iphan "A identificação dos bens culturais imateriais passíveis de integrar o patrimônio cultural brasileiro reconhecido pelo poder público deve ter como requisito, conforme determina a Constituição de 1988, sua "relevância para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira". Outro requisito fundamental é a sua continuidade histórica, ou seja: que essas manifestações sejam reiteradas, transformadas e atualizadas, aponto de se tornarem referências culturais para as comunidades que as mantêm e transmitem no tempo." (Cartilha Iphan _ Os Sambas As Rodas Os Bumbas -2a. edição) A renda, objeto deste projeto, chegou ao Brasil através dos portugueses e foi ensinada nos conventos e colégios internos de freiras. Do lado de lá, Fernando Pessoa e Eça de Queiroz. Do lado de cá, José de Alencar e Rachel de Queiroz. Em Portugal, a dramaticidade do fado. No Ceará, a alegria contagiante do forró. Em ambos, um valor cultural sem fronteiras: as rendas. Sentadas à frente de suas almofadas, rendeiras dão formas e materializam a delicadeza que trazem dentro de si. Solitárias ou em grupos, tecem arte e sonhos. Assim o fazem em cidades portuguesas com forte devoção às almofadas. Assim o fazem nas comunidades da Prainha, Iguape, Canaan e Mundaú, no Ceará. Salientaremos neste processo que a promoção de técnicas e conhecimentos tradicionais em comunidades à beira do mar pelo trabalho meticuloso das rendeiras, é uma importante atividade geradora de renda para mais de uma centena de mulheres, mas, sobretudo, uma referência cultural e elemento constitutivo de diferenciação e identidade Este será o objeto desta pesquisa que será transformada em exposição com o objetivo de levar ao público estas preciosidades.
Não é o caso deste projeto.
Para a Exposição O espaço expositivo do Museu da Indústria, equipamento do SESI/FIEC do Ceará (https://www.museudaindustria-ce.org.br/) que acolherá a exposição tem, obrigatoriamente, todas as características necessárias para a Acessibilidade Física. Já a acessibilidade de conteúdo será efetivada com legendas em Braile, no espaço expositivo, e os monitores estarão disponíveis e capacitados. Para as Palestas (Contrapartida Social) No mesmo espaço do Museu e com tradução em Libras.
O evento de lançamento da exposição serão gratuitos e acompanhados de palestra com a curadoria e convidados. Em referência ao Art. 21., em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos e treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do Art. 22. Realizaremos 02 palestras, quando do lançamento da exposição, de livre acesso e sobre o mesmo tema. Estas serão além das que estão propostas (04) como contrapartida social.
Ficha Técnica Proponente / Coordenação Geral (técnica e financeira) - Anette Reaves - Grupo Mulheres do Brasil / Ceará (trabalho voluntário) Inglesa, há mais de 30 anos residente no Ceará, Formada em Línguas Modernas (francês, russo e servo-croata) na Universidade de Durham, com Mestrado em Gestão de Pessoas na Politécnica de Londres.CEO durante 32 anos do Grupo Edson Queiroz, nas empresas Esmaltec e Cascaju. Atualmente Vice-Presidente na Mallory Eletroportáteis. Conselheira dos Grupo AYO e da ONG EDISCA. Membro Fundadora do Grupo Mulheres do Brasil e líder do Núcleo Fortaleza. Eleita pelo Valor Econômico e Egon Zehnder, uma das 10 Melhores Mulheres Executivas do Brasil em 2012 e 2014 Curadoria e textos - Ethel Whitehurst Designer, consultoria e empreendedora social com reconhecimento por Notória Especialização por relevante atuação na área do artesanato.Fundadora da marca Yamor da Ethel – há mais de 40 anos. Experiência nos mercados nacional internacional ( varejo e atacado). Fundadora da W4 Projetos, empresa de assessoria, desenvolvimento e execução de projetos sociais e digitais. Consultora em diversos de desenvolvimento do artesanato – Governo do Estado do Ceará. Consultoria no desenvolvimento de coleções de artesanato e comercialização - SEBRAE Ceará e SEBRAE Nacional. Líder do Grupo do Artesanato e Vice-Líder do Grupo Mulheres do Brasil – Núcleo de Fortaleza. Pesquisa e Textos - Waleska Maria Lopes Vianna Arquiteta, Designer e Visagista. Sócia fundadora da Eita Design, empresa premiada nacional e internacionalmente na área de estratégia de marca - Branding. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela universidade federal do Ceará com pós graduação em Moda e Marketing pela Faculdade Católica do Ceará e especialista em Design Estratégico pelo IED - Instituto Europeo de Design. Partilha a liderança de um Grupo de Trabalho - Nucleo Fortaleza no Grupo Mulheres do Brasil, com ações de impacto na vida de muitas mulheres em situação de vulnerabilidade. Expografia e Montagem - André Scarlazari e Marcus Braga Marcus Braga - Como Design de projetos e eventos ressaltamos : Execução do Museu da Cachaça da Ypioca em 2001 • Sinalização da exposição do Rodin no Dragão do mar; • Montagem cenográfica externa com André Scarlazari, do Festival Via&Arte do Jornal O Povo, em 2003 • Stands para os maiores eventos do Brasil e do Mundo desde 2001 até 2012: Apas, Fispal, Sial de Paris e Anuga Colognia (Alemanha), para as empresas Esmaltec, Nacional Gás, Hipercor, Indaiá e Minalba. • Exposição “Corações e Mentes” da Praia de Iracema, para a Prefeitura de Fortaleza sobre a história do local, em 2012, do Largo Luiz Assunção até o Pirata. André Scarlazzari Silva Artista visual. Especialista em cenografia museográfica. Sócio Gerente da empresa SCARLAZZARI & ASSOCIADOS. Possuí larga experiência na concepção e projetos de cenografia museográfica (design de exposições e museus), curadoria expográfica, comunicação visual, projetos cenográficos para televisão, cinema e teatro e direção de arte para cinema 35mm. Em seu currículo se destacam projetos como: PROJETOS NA ÁREA DE DESIGN E MUSEOGRAFIA - *Exposição “Vaqueiros” Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – SECULT – IACC – Fortaleza - Projeto e Coordenação de Execução; * Museu da Cachaça - Maranguape - Projeto e Execução. Grupo Ypioca; *Museu de Arte Sacra São José de Ribamar - PRODETUR - SECULT – Aquiraz; * Centro de Visitantes - Parque Nacional do Iguaçu - Foz do Iguaçu - Projeto e Execução - Cataratas do Iguaçu S/A e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente – IBAMA; * Sertão e Vaqueiros - Museu afro Brasil – São Paulo *“Memorial Barão de Studart” – Projeto e Execução. Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico); *Memorial “Jonhson Family - Raposa Farme” – Maracanaú – Projeto.C.S. Johnson - USA; * “Memorial Deputado Pontes Neto” – Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. * “Museu Nacional do Mar – Porto das Barcas” – Delta do Parnaíba – PI. * Exposição “Carnaúba, árvore da vida” – Museu da Indústria – Fortaleza – Curadoria, Projeto e execução– SESI / Fiec. DIREÇÃO DE ARTE e CENOGRAFIA CINEMATOGRAFICA - * “Iremos a Beirute" - Marcus Moura; *"Eu não conhecia Tururu" - Florinda Bolkan; *"O Naufrago" - Amílcar Claro; *“Bezerra de Menezes - O médico dos pobres”. *“Bate Coração”- Glauber Filho. PROJETOS CENOGRÁFICOS PARA TELEVISÃO - * Com a bola toda; * Jornal da Assembleia Legislativa; * Jornal da TVC; * Trem Bala; * Ponto de encontro;* Influenciadores; Assessoria - Sonia Quintella Atual Presidente ONG Artesol, ex Diretora de negócios da Alpargatas e Triumph e CEO do Grupo Gucci no Brasil
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.