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PRONAC 193474Análise Financeira da Prestação de ContasMecenato

MOVIMENTA PEBAS

VIVAS CULTURA E ESPORTE LTDA
Solicitado
R$ 1,44 mi
Aprovado
R$ 1,40 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,00 mi
***989006**MAXIMIRA LUIZA DE JESUS1900-01-01R$ 1,00

Eficiência de captação

71.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-03-01
Término

Resumo

O presente projeto tem como objetivo a promoção de ampla programação cultural nas áreas de música, teatro, dança, artes plásticas e cinema para a população de Parauapebas, município de 200 mil habitantes, localizado no Sudeste do estado do Pará, durante o ano de 2020. Em cada campo artístico, a programação envolverá os participantes em um ciclo formativo, composto por oficinas, palestras, ensaios, produções e apresentações, prevendo em seu plano de distribuição os seguintes produtos: Espetáculo de artes cênicas, Festival/mostra audiovisual, Exposição de artes, Apresentação musical e Contrapartida social.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O presente projeto tem como objetivo a promoção de ampla programação cultural nas áreas de música, teatro, dança, artes plásticas e cinema para a população de Parauapebas, município de 200 mil habitantes, localizado no Sudeste do estado do Pará, durante o ano de 2020. Em cada campo artístico, a programação envolverá os participantes em um ciclo formativo, composto por oficinas, palestras, ensaios, produções e apresentações. Se somados, os eventos programados chegam a mais de 380 dias e 750 horas de duração, o que permite, de acordo com a conveniência dos parceiros, o desenvolvimento de suas ações ao longo dos 12 meses. Esta jornada de inclusão cultural vai mobilizar dezenas de profissionais e artistas locais e de outras regiões, e beneficiar diretamente, através dos cursos e oficinas, 240 alunos de todas as faixas etárias. Já as apresentações, abertas ao público, devem atrair um grande número de moradores de Parauapebas. O projeto terá como eixo condutor a valorização do rico cenário cultural paraense e local, e será realizado nos equipamentos e espaços públicos e privados disponíveis na cidade. O projeto visa desenvolver ações que valorizem e contribuem para o fortalecimento das expressões culturais e da produção artística da região oferecendo programações pautadas na diversidade de gêneros e estilos, bem como ações formativas - como cursos e oficinas - que possibilitam a qualificação de profissionais das áreas da cultura e contribuindo para o fortalecimento da economia criativa. Na área musical, a programação prevê a realização de oito ações: construção de tambores brasileiros com materiais típicos do Pará, como madeira, couro e corda; oficinas de práticas rítmicas com tambor e de peça musical para tambores e coral; e a realização de duas apresentações musicais abertas ao público. O projeto prevê ainda um intercâmbio musical, através da realização de palestras com percussionistas paraenses e de outros estados, como Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins e Goiás. Ao final da palestra, os percussionistas e os alunos desfilarão em um alegre cortejo musical na orla da Lagoa de Carajás. No campo do teatro, a programação segue a mesma lógica do ciclo formativo. A primeira atividade será uma oficina de dramaturgia, na qual serão desenvolvidas seis peças teatrais de curta duração. Em seguida, as seis peças serão montadas, ensaiadas e apresentadas para o público. A programação deste eixo se encerra com três apresentações de um grupo de teatro de rua conhecido nacionalmente. As oficinas de dança vão apostar no tradicional e consagrado Carimbó, manifestação cultural típica do Pará, e nas danças clássica e contemporânea. As duas oficinas de iniciação serão destinadas ao público infantil. Outra oficina, de coreografia para dança contemporânea, será destinada a profissionais da área, como dançarinos, coreógrafos e professores de dança. O ciclo deste eixo se encerrará com três apresentações de um grupo de dança contemporânea reconhecido nacionalmente. Já no campo do audiovisual, estão previstas a realização de um curso/palestra sobre a história da Sétima Arte, uma oficina completa de produção cinematográfica, com aulas teóricas e práticas que irão capacitar os participantes a produzirem um filme de ficção em curta metragem, e a exibição de curtas-metragens em espaços públicos da cidade. Nas artes plásticas, o projeto reserva uma programação sênior para artistas locais. Três artistas plásticos de renome internacional darão três aulas magnas sobre a produção e distribuição da arte contemporânea. Em seguida, o projeto abrirá inscrições para um programa de Residência Artística, para o qual serão selecionadas propostas de três artistas locais. Os escolhidos terão seis meses para desenvolver suas propostas e, ao final do período, vão expor suas obras na cidade. Locais de realização A jovem cidade de Parauapebas conta com vários equipamentos especializados e espaços públicos capazes de receber eventos, cursos e oficinas de todos os portes. Um dos espaços parceiros do projeto é o novíssimo Centro Cultural Parauapebas, inaugurado no final de 2017, abriga um Teatro para 200 pessoas, sala de dança e áudio visual, biblioteca e ambiente para exposição. O Centro Cultural dispõe ainda de dois camarins coletivos e dois individuais (masculino e feminino), vestiários completos (masculinos e femininos) para atender aos alunos, banheiros adaptados, bilheteria para eventos e uma estrutura de mezanino para área técnica com sala administrativa. Outros espaços estão aptos a receber atrações para o público em geral, como apresentações de dança, teatro e exibições de cinema. A Praça de Eventos da cidade já é um ponto tradicional de eventos culturais como o carnaval e festivais folclóricos, e dispõe de infraestrutura básica para atender ao afluxo de público. Outro ponto de encontro que já se tornou referência turística e de lazer da cidade é a orla da Lagoa da Nova Carajás, que deve receber apresentações de música. Além disso, outros espaços poderão sediar eventos do projeto, como o Complexo Esportivo da cidade e o Centro de Desenvolvimento Cultural de Parauapebas, tradicional reduto de eventos e fomento à cultura local. OBJETIVOS QUANTITATIVOS · Área Música: - Realizar 3 oficinas de música de 36h cada, num total de 108h, para 60 pessoas; - 01 exposição dos produtos das oficinas que atingirá 100 pessoas; - 08 apresentações decorrentes das oficinas (100 pessoas por apresentação) que atingirá 800 pessoas; - 01 palestra de 04 horas que contará com 10 percussionistas de renome nacional, com a participação de 100 pessoas; - 1 cortejo de 04 horas que contará com os alunos das oficinas, com os 10 percussionistas de renome nacional e demais interessados, com a participação de 100 pessoas; · Área Artes Cênicas/teatro: - Realizar 1 oficina de teatro de 72h para 24 pessoas; - Montagem e apresentação de 6 peças de cenas curtas que atingirá 600 pessoas (100 pessoas por apresentação); - 3 apresentações de teatro de grupo profissional que atingirá 300 pessoas cada, no total de 900 pessoas; · Área Artes Cênicas/dança: - Realizar 3 oficinas de dança no total de 196 horas para 52 pessoas; - 3 apresentações de grupo profissional de dança para 200 pessoas por apresentação num total de 600 pessoas; · Área Audiovisual: - Realizar 1 oficina de cinema de 160 horas para 20 pessoas; - 1 curso/palestra sobre história do cinema de 36 horas para 50 pessoas; - 12 sessões de curtas metragens, prevendo 200 pessoas por exibição, num total de 2400 pessoas; · Área Artes plásticas: - Realizar 3 master class de artes plásticas, com 18 horas, atendendo 30 pessoas; - oferecer 3 residências artísticas durante 06 meses; - Realizar exposição dos produtos da residência num total de 300 pessoas. DETALHAMENTO DAS AÇÕES Ações por campos artísticos: Música Oficina de Lutheria - construção de tambores Construção de tambores brasileiros com materiais típicos do Pará (Madeira, couro e corda) Vagas: 20 Duração: 6 dias, 36 horas aula. Público: Livre Faixa etária: de 12 a 70 anos Gratuito, material oferecido pelo proponente Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Oficina de prática rítmica para conjunto de percussão Aprendizado e prática de diversos ritmos utilizando variados tipos de tambor Vagas: 20 Duração: 6 dias, 36 horas aula Público: Músicos iniciantes ou iniciados Faixa etária: de 12 a 70 anos Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Oficina de composição para tambores Composição de peça musical para tambores e coral Vagas: 20 Duração: 6 dias, 36 horas aula Público: Músicos iniciantes ou iniciados Faixa etária: de 12 a 70 anos Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Exposição dos tambores construídos na oficina Duração: 30 dias Público: geral Faixa etária: todas Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Apresentação do resultado da oficina de prática rítmica para conjunto de percussão Quantidade: 2 Duração: 4 horas Público: geral Faixa etária: todas Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade e espaços públicos a definir Apresentação da peça composta na oficina de composição para tambores Quantidade: 6 Duração: 12 horas Público: geral Faixa etária: todas Gratuito Locais das apresentações: centro cultural da cidade e outros 5 espaços públicos a definir. Palestra com percussionistas reconhecidos Palestra com 10 percussionistas residentes no Pará, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins e Goiás. Duração: 4 horas Público: Livre Faixa etária: todas Gratuito Local da palestra: centro cultural da cidade a definir Cortejo de percussionistas reconhecidos e alunos das oficinas Cortejo com a participação de 10 percussionistas residentes no Pará, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins e Goiás juntamente com alunos das oficinas de tambores e músicos agregados locais. Duração: 4 horas Público: Livre de todas as faixas etárias Gratuito Local do cortejo: orla da lagoa da Nova Carajás ARTES CÊNICAS - TEATRO Oficina de dramaturgia - Escrita de peças para cenas curtas 6 peças para cenas curtas serão escritas para futura montagem Vagas: 24 Duração: 12 dias, 72 horas aula Público: interessados, iniciantes ou iniciados em dramaturgia para teatro. Faixa etária: de 18 a 70 anos Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Montagem e apresentação das 6 peças de cenas curtas da Oficina de Dramaturgia Serão montadas, ensaiadas e apresentadas ao público 6 peças baseadas nos textos escritos na oficina de dramaturgia de cenas curtas. Duração: 60 dias de montagem e ensaios Público: alunos da oficina de dramaturgia, atores e público geral de acordo com a classificação etária de cada uma das 6 peças. Gratuito Local da montagem e apresentações: centro cultural da cidade a definir Apresentação de teatro de rua 3 apresentações de grupo de teatro de rua reconhecido nacionalmente Duração: 3 dias, 2 horas cada dia. Público: Geral Gratuito Local das apresentações: em 2 espaços públicos e abertos da cidade (a definir) e na orla da lagoa do bairro Nova Carajás ARTES CÊNICAS - DANÇA Oficina de Carimbó Oficina com professor especializado em danças regionais. Vagas: 20 Duração: 40 dias, 4 vezes por mês, 80 horas aulas Público: iniciantes Faixa etária: infantil Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Oficina de iniciação à dança clássica e contemporânea Oficina com professor especializado em danças clássica e contemporânea. Vagas: 20 Duração: 40 dias, 4 vezes por mês, 80 horas aulas Público: iniciantes Faixa etária: infantil Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Apresentação de Grupo de Dança Contemporânea 3 apresentações de grupo de dança contemporânea reconhecido nacionalmente. Duração: 3 dias, 2 horas cada dia. Público: Geral Gratuito Local das apresentações: centro cultural da cidade a definir Oficina de coreografia para dança contemporânea Oficina com coreógrafo nacionalmente reconhecido, de coreografia de dança contemporânea para professores de dança. Vagas: 12 Duração: 6 dias, 36 horas aula Público: professores de dança contemporânea Faixa etária: indeterminada Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir AUDIOVISUAL Curso/Palestra sobre a história do cinema Palestra sobre a história do cinema desde a invenção do cinematógrafo pelos irmãos Lumière e a primeira exibição em dezembro de 1895 aos dias de hoje. Vagas: 50 Duração: 6 dias, 36 horas aula Público: geral Faixa etária: indeterminada Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Oficina de produção de curta metragem Oficina de produção cinematográfica com abordagem completa de todas as etapas de produção de um filme de curta metragem de ficção. Aulas teóricas sobre cinema, seus departamentos e técnicas. Aulas práticas de realização, desde a escolha do tema, passando pela confecção do roteiro, produção, filmagem, montagem, finalização de áudio/imagem e exibição. Vagas: 20 vagas Duração: 4 semanas / 160 horas aula Público: Iniciantes Faixa etária: 18 a 25 anos Gratuito Local da oficina: centro cultural da cidade a definir Exibição de filmes ao ar livre Exibição de curtas-metragens em espaços públicos da cidade Vagas: ilimitadas Duração: 12 semanas / 1 exibição por semana / 4 curtas metragens por sessão Público: geral Faixa etária: indeterminada Gratuito Local das exibições: espaços públicos da cidade a definir ARTES PLÁSTICAS Master class3 artistas plásticos contemporâneos reconhecidos internacionalmente darão 3 aulas sobre a produção contemporânea de arte e sua distribuição. Posteriormente, receberão para seleção propostas para desenvolvimento de produção artística. As propostas selecionadas serão produzidas sob o acompanhamento desses artistas e serão expostas na cidade de Parauapebas.Vagas: 30 para as Master Class.Duração: Master Class - 3 dias, total de 18 horas/ aula. Público: Artistas PlásticosFaixa etária: indeterminadaGratuitoLocal das atividades da residência artística: centro cultural da cidade a definir Residência ArtísticaSerão selecionados pelo realizador da Master Class 03 artistas plásticos para participarem da residência artística. Vagas: 3 para a residênciaDuração: 6 meses, com 3 visitas técnicas presenciais e 6 virtuais.Público: Artistas PlásticosFaixa etária: indeterminadaLocal das atividades da residência artística: centro cultural da cidade a definirGratuito Exposição Para conclusão da residência artística os artistas produzirão uma exposição aberta ao público.Duração: 30 diasLocal das exibições: espaços públicos da cidade a definirPúblico: Em geralGratuito

Justificativa

O presente projeto pleiteia recursos junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura, através da Secretaria Especial de Cultura, para a realização de um trabalho de enorme valor por meio da estruturação de uma agenda cultural para a cidade de Parauapebas, no interior do estado do Pará. O projeto, inscrito na área de Artes Cênicas e segmento TEATRO, conforme art. 1º da Lei 8.313/91, terá por finalidade: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - contribuir para o pleno acesso às fontes da cultura e exercício dos direitos culturais; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e propagadores de conhecimento, cultura e memória; - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Para cumprimento das finalidades acima descritas o projeto atenderá os seguintes objetivos (art. 3º da Lei 8.313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O jovem município de Parauapebas, no Sudeste do Pará, tem enorme potencial para atrair projetos de inclusão cultural para a população, especialmente para os setores cuja dificuldade de acesso aos bens culturais é maior. Apesar de nova, a cidade também apresenta uma cena cultural que requer políticas específicas de fomento e difusão. O projeto Pebas das Expressões Artísticas - Jornada Cultural de Artes Cênicas, Artes Plásticas, Música e Audiovisual de Parauapebas, pretende oferecer ações de iniciação, fomento e formação cultural para um amplo público, atuando em sinergia com outras iniciativas já existentes. Parauapebas nasceu de um núcleo urbano que se organizou, na região de Marabá, na década de 1960, para abrigar trabalhadores e as empreiteiras para a implantação de um dos maiores programas de extração mineral do planeta, na Serra dos Carajás. Desde então o crescimento populacional e econômico foram vertiginosos. Em maio de 1988, a Vila de Parauapebas tornou-se município. De acordo com dados do IBGE, mesmo com apenas 21 anos, Parauapebas tem quase 210 mil habitantes (a sexta maior do estado), e o terceiro maior Produto Interno Bruto do Pará. Formada por imigrantes do norte do país, a cidade está plenamente inserida na rica e alegre cultura paraense, resultado do encontro dos colonizadores portugueses, do índio e do negro africano. Dessa mistura surgiu a gastronomia mais autêntica do Brasil, retratada pelo pato no tucupi, a maniçoba, o tacacá, o peixe-frito com açaí dentre outros sabores da floresta, os diversos eventos folclóricos, comemorados em todo o estado, nos quais proliferam os ritmos contagiantes como o carimbó, siriá, retumbão, guitarrada, calypso e o tecnobrega, e as manifestações religiosas únicas, como o Círio de Nazaré. Parauapebas também constrói suas tradições. Há 17 anos realiza o Festival Junino Jeca Tatu, que recebe anualmente expressivo público de diversas idades e culturas, atraindo, inclusive, pessoas de vilarejos e cidades vizinhas. O festival tornou-se um aliado na produção coletiva da cultura local, pois promove o resgate das tradições juninas, com o objetivo de valorizar a festa tradicional de São João e as influências dos diversos povos. Como esforço de consolidação da identidade cultural local, a Câmara Municipal de Parauapebas aprovou um projeto de lei transformando a festa em patrimônio imaterial. A comunidade também vem se organizando no campo das artes cênicas. Há quatro anos, atores e grupos locais fundaram a Associação de Teatro de Parauapebas (ATP), que já organizou, no curto tempo de existência da instituição, três mostras de teatro na cidade. A última edição, em 2018, teve como tema o teatro como ferramenta de inclusão social. "O teatro daqui é vivo, plural, e está crescendo em todas as classes sociais. Como não há uma faculdade de artes cênicas, nossa associação cumpre o papel de iniciar jovens atores, que descobrem seu talento aqui e depois vão desenvolvê-lo em outras cidades", explica Doddy Amâncio, da ATP. O poder público municipal também se esforça para implantar políticas públicas duradouras para o setor. A Secretaria de Cultura pretende lançar editais de fomento cultural, tenta aprovar uma lei municipal de incentivo à cultura e descentralizar a programação para atender a uma faixa mais expressiva da população. As iniciativas se dão num cenário de diminuição dos gastos públicos nas áreas sociais, fenômeno que ocorre em todas as esferas de governo. Em Parauapebas, o orçamento da cultura para 2020 terá uma queda de 30% em relação ao ano de 2019. Neste sentido, a proposição do projeto Pebas das Expressões Artísticas - Jornada Cultural de Artes Cênicas, Artes Plásticas, Música e Audiovisual de Parauapebas, incrementa as possibilidades de acesso de amplas camadas da população ao universo cultural, dando vazão à grande demanda social na área, através da formação, promoção e difusão da cultura, por meio da oferta de uma programação diversificada e qualificada, voltada para um público abrangente, das diversas faixas etárias e de todos os níveis econômicos. Um dos pilares do projeto é a democratização do acesso à cultura, tanto para quem quer desenvolver seu talento como para quem quer, apenas, usufruir novas experiências e apurar seus sentidos. As oficinas, palestras, apresentações, shows e demais atividades serão amplamente divulgadas para alcançar o maior número possível de interessados. Todas as ações de inscrição e seleção dos participantes serão conduzidas por critérios definidos previamente, com ampla divulgação do processo, com base nos princípios da transparência e da impessoalidade. É importante ressaltar que o projeto se desenvolverá em espaços de fácil acesso e já consagrados no campo das artes, do turismo e do entretenimento. Todas as atividades oferecidas pela programação da Jornada serão gratuitas. As jornadas propõem um ciclo inclusivo que atua nas seguintes dimensões: a) na iniciação, através do contato com cada linguagem artística; b) na valorização dos saberes culturais locais, por meio da interação com instrumentos e ritmos locais; c) na integração entre culturas tradicionais e modernas, e entre visões regionais e nacionais, através do diálogo com a diversidade e com novas narrativas artísticas; d) na formação de público para a fruição da cultura, o que será possível graças às apresentações e shows abertos para a população local. Cada linguagem artística oferecida pelo projeto traz consigo ligações com as questões locais. Nos campos da música e da dança, o ponto de partida é a valorização das tradições culturais do tambor, base para diversos ritmos da região, e do Carimbó, dança musical paraense que remonta à miscigenação das culturas indígena, africana e portuguesa. Já nas oficinas de percussão e de dança, o ponto alto é a integração entre as manifestações tradicionais, as experimentações e as estéticas contemporâneas. No campo do audiovisual, a oficina de curta-metragem passeará por todas as etapas da produção cinematográfica, com o objetivo de formar novas gerações de cineastas. A exibição de filmes em espaços públicos da cidade contribuirá para formação de público e para a ampliação de referências artísticas, numa cidade que só dispõe de quatro salas de cinema, concentradas em um shopping center, de acordo com a Agência Nacional de Cinema (Ancine). No caso do Teatro, as oficinas e apresentações ajudam a preencher uma lacuna formativa e ainda promoverão a integração entre grupos nacionais e o universo das artes cênicas local, organizado e ávido por novas referências. Mesma proposta tem o programa de artes plásticas, destinado a lapidar talentos, profissionalizá-los e inseri-los definitivamente na cena cultural da cidade. A jornada cultural é um convite à ocupação da cidade durante todo o ano de 2020. As atividades externas propiciam a aproximação com várias comunidades, reforçando o compromisso com o constante compartilhamento de saberes. Com atividades voltadas a diferentes faixas etárias, evidencia-se o convite às interações geracionais, valorizando a troca de experiências e a ocupação de espaços públicos. Desta forma, as atividades também são um meio para oferecer maior qualidade de vida aos seus públicos, contribuindo para a criação de vínculos sociais e comunitários.

Estratégia de execução

RESPOSTA À DILIGÊNCIA DO DIA 26/11/19: Revendo a planilha do projeto verificamos que as rubricas, em sua maioria, se referem às apresentações cênicas e não às oficinas, pois grupos mineiros farão apresentações artísticas em Paraopebas através do projeto, custeando assim despesas como hospedagem, passagens, transporte local, dentre outras. Nesse sentido constatamos que seria mais correto enquadar o projeto como TEATRO e não como OFICINAS, e para tal revisamos o plano de distribuição para que o mesmo comunique-se corretamente com a planilha do projeto. Diante disso, verificamos que já possuímos o CNAE exigido pela IN 02/2019, 90.03.5-00 Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas, mas mesmo assim solicitamos, junto a Receita Federal a inclusão dos CNAEs 8592-9/99 e 8599-6/99 referentes às ações educativo-culturais, conforme documento anexado no campo INFORMAÇÃO DE REGULARIZAÇÃO DO CADIN (campo escolhido pela ausência de outro mais compatível para enviar a comprovação de protocolo junto à Receita Federal). _______________________________________________________________________________________________________________ PLANO DE DIVULGAÇÃO Previsão inicial de divulgação: - Banner - Cartazes - Redes Sociais - Assessoria de Imprensa - Carro de som ____________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTOS A IN 02/2019, em seu anexo III, apresenta a lista de documentos obrigatórios referentes a cada tipo de proposta. Ocorre que nem todos os documentos ali exigidos são passíveis de apresentação nesse primeiro momento tendo em vista as justificativas abaixo descritas: INFORMAÇÕES RELACIONADAS A PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS a) Contrato de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando aempresa/instituição a apresentar o texto de sua autoria para realização do espetáculo de artes cênicas. Será enviado quando da prestação de contas, uma vez que os próprios alunos farão oficinas de escrita e montagem das cenas curtas, além disso, o grupo de teatro reconhecido nacionalmente que se apresentará na cidade será escolhido na pré-produção, dependendo da captação dos recursos. INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM EXPOSIÇÕES DE ARTE TEMPORÁRIAS E DE ACERVOS: a) proposta museógrafica da exposição, documentação indispensável para conclusão da admissibilidadeda proposta; Essa proposta será construída concomitantemente à realização da Residência Artística, dependendo necessariamente do perfil dos residentes, assim, comprometemo-nos a enviar essa proposta tão logo possamos construí-la em conjunto com os participantes. b) Ficha técnica, com currículo dos curadores e dos artistas, quando for o caso; O curador geral do projeto é GILBERTO SCARPA cujo currículo já se encontra na ficha técnica, mas devemos ressaltar principalmente a experiencia dos professores, que serão escolhidos na pré-produção do projeto. Os artistas serão selecionados via edital da residência artística, assim, tais documentos serão apresentados posteriormente. c) relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. Essas informações só poderão ser fornecidas após a realização da residência artística. INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO, OFICINAS E WORKSHOPS: a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção; Seleção: através de inscrição prévia, com ampla divulgação das oficinas, respeitando os princípios da democratização e da transparência. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; O acervo das mostras e apresentações que serão realizas serão definidas na pré-produção de acordo com o montante captado, levando sempre em conta que o público das ações são os moradores de Parauapebas, no interior do Pará, local em que há carência de ações culturais. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento; Já apresentado no item objetivos. d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houver; Não se aplica. e) projeto pedagógico com currículo do responsável, no caso de proposta que preveja a instalação emanutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, à capacitação, àespecialização e ao aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura; Segue anexo uma proposta inicial dos planos pedagógicos que poderão ser alterados conforme escolha dos professores a posteriori contratados. f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração; Segue anexo o plano pedagógico que poderá ser ajustado futuramente conforme professor a ser contratado. Nesse momento, caso haja alteração, enviaremos para conhecimento prévio do Ministério. g) relação dos títulos a serem exibidos no caso de proposta na área de audiovisual, sendo permitida asua apresentação até o início da execução do projeto, porém, é necessário que seja informado oquantitativo e o formato das obras a serem exibidas. Está prevista a exibição de curtas-metragens em 12 sessões. Os títulos serão definidos na pré-produção, a depender do resultado da captação para o projeto.

Especificação técnica

Plano pedagógico Peba das Expressões Artísticas Conceitos gerais O caráter educativo é um dos componentes intrínsecos à arte. Área do conhecimento humano, patrimônio histórico e cultural da humanidade, a arte é uma linguagem, um sistema simbólico de representação que deve ser assimilado em suas dimensões. E, como tal, a arte permite a aproximação entre indivíduos e culturas, pois favorece a percepção de semelhanças e diferenças a partir das representações nos produtos artísticos e concepções estéticas. Além disso, as manifestações artísticas têm ampla intersecção com outras áreas do conhecimento humano, como a busca de sentido, a criação e a inovação. Portanto, ao apresentar as quatro linguagens artísticas (música, dança, teatro e artes visuais), como ferramentas de aprendizagem, as 11 oficinas da Jornada Cultural de Artes Cênicas, Música e Audiovisual de Parauapebas cumprem o objetivo pedagógico de fomentar o desenvolvimento da criatividade e da construção da poética pessoal dos participantes, tornando-os indivíduos mais sensíveis e com um novo olhar para o mundo. As oficinas vão oferecer, em cinco eixos, o ciclo da experiência artística, composto pela tríade produção, apreciação e contextualização. A produção é o fazer artístico – o conjunto de informações e procedimentos a ele associados. Cada oficina dará a oportunidade aos participantes trilharem seus próprios percursos de criação, através da experimentação e uso das linguagens artísticas. A apreciação diz respeito à recepção, incluindo percepção, decodificação, interpretação, fruição de arte e do universo a ela relacionado. É a ação que abrange a produção artística individual e do grupo, a diversidade da produção histórico-social, a identificação de qualidades estéticas e significados artísticos no cotidiano, nas mídias, na indústria cultural, nas práticas populares e no meio ambiente. Já o processo de contextualização parte do reconhecimento dos participantes das oficinas como produtores de cultura em permanente formação. Produtores sociais e históricos, o que desvela a existência de múltiplas culturas e subjetividades. Desta forma, as 11 oficinas foram concebidas para promover, em cada linguagem proposta, a experiência do fazer, a experiência do apreciar e a experiência do contextualizar. Em todas as oficinas, a base pedagógica que mobilizará os participantes é a interação com pessoas que trazem contribuições para o processo de aprendizagem (professores, artistas, especialistas, outros alunos); com produções artísticas (apresentações, espetáculos, mostras), com o ambiente sociocultural e com fontes diversas de informação e comunicação. As dimensões do fazer artístico Com base nesta concepção pedagógica, os conteúdos a serem trabalhados nas oficinas terão foco no fazer artístico como experiência poética (articulação de significados e experimentação de materiais, suportes e instrumentações variados); como desenvolvimento de potencialidades (percepção, reflexão, sensibilidade, investigação, flexibilidade, imaginação e curiosidade); e também como forma de entender a estrutura e a organização da obra de arte (forma sígnica), sua historicidade e diversidade. Além disso, os conteúdos apresentados vão proporcionar a compreensão da arte como cultura, do artista como ser social e dos alunos como produtores e apreciadores, e valorizar as manifestações artísticas tradicionais e contemporâneas de povos e culturas distintas. No processo de aprendizagem, os professores irão acolher a diversidade do repertório cultural de cada participante e suas raízes comunitárias. Desta forma, espera-se que os participantes das oficinas aprimorem suas técnicas, saberes e sensações e ampliem e aprofundem seu repertório artístico e estético em cada uma das linguagens. A seguir, detalhamos o plano pedagógico de cada eixo proposto: Eixo 1: Música Plano pedagógico do eixo a) alcançar progressivo desenvolvimento musical, rítmico, melódico e harmônico, nos processos de improvisar e compor. b) valorizar as diversas culturas musicais, especialmente as brasileiras e regionais. c) adquirir conhecimento sobre profissões e profissionais da área musical, considerando diferentes áreas de atuação e características do trabalho. d) construir instrumentos musicais convencionais (dos mais simples) a partir da pesquisa de diversos meios e materiais. e) buscar o domínio dos conteúdos da linguagem musical a partir do aprendizado de instrumentos, do canto, de materiais sonoros diversos e da utilização do corpo como instrumento. f) formar habilidades específicas para a escuta e o fazer musical: improvisando, compondo, interpretando e cuidando do desenvolvimento da memória musical. Oficina 1 - Construção de tambores Objetivos: iniciar os participantes na arte da construção instrumental do tambor, utilizando técnicas e matérias-primas locais, e introduzi-los no universo da musicalidade. Carga horária: duração: 36 horas/aula, distribuídas em seis dias. Público-alvo: Faixa etária: de 12 a 70 anos. Conteúdo programático: 1. Conhecendo a história do tambor. 2. As múltiplas faces do tambor. 3. Investigando os materiais de construção. 4. Anatomia do tambor: corpo, couro, cordas e afinadores. 5. Fazendo os Tambores. Metodologia de ensino: as origens e as técnicas de construção do instrumento serão apresentadas aos alunos por meio de aulas expositivas, com apoio de recursos multimídia e de apostilas. As aulas vão privilegiar a interação entre professor(a) e alunos durante o processo de identificação e construção do instrumento, nas quais as técnicas apresentadas serão aplicadas. Materiais de apoio pedagógico: apostila, apresentações, vídeos, fotografias e desenhos. Para a confecção dos tambores: couro, madeira, corda, cola, tesoura e outros materiais de papelaria. Oficina 2 - prática rítmica para conjunto de percussão Objetivos: ensinar aos participantes os princípios básicos da percussão, sua utilização nos principais gêneros musicais brasileiros, como Carimbó, Samba, Congo, Baião e outros. Ao final da oficina, os participantes estarão aptos a tocar os instrumentos de percussão em grupo. Carga horária: duração: 36 horas/aula, distribuídas em seis dias. Público-alvo: Músicos iniciantes ou iniciados. Faixa etária: de 12 a 70 anos. Conteúdo programático: 1. Princípios básicos da percussão. 2. Instrumentos de percussão: tipos, formas e sonoridades. 3. Apresentando os ritmos brasileiros. 4. Formação de grupo de percussão. Metodologia de ensino: aulas expositivas e práticas de percussão. Materiais de apoio pedagógico: diversos instrumentos de percussão, como tambor de fita, tambor de bexiga, chocalho e clavas de PVC, entre outros. Oficina 3: Composição para tambores Objetivos: promover a construção coletiva de uma obra musical, estimulando o processo criativo dos alunos. Ao final da oficina os alunos deverão estar aptos a fazer, em grupo, uma apresentação musical com instrumentos em percussão. Público-alvo: músicos iniciantes ou iniciados Faixa etária: de 12 a 70 anos Carga horária: duração: 36 horas/aula, distribuídas em seis dias. Conteúdo programático: 1. A descoberta do universo sonoro. 2. Som e silêncio. 3. Exploração sonora. 4. Estruturação da composição. 5. Planejamento das criações. 6. Execução das composições. Metodologia de ensino: construção de ritmos e tendências com os alunos, a partir das referências culturais do grupo e da valorização da música popular brasileira. Após a definição da temática, se iniciará o ensaio. Materiais de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, microfone, instrumentos musicais e apostila. Eixo 2: Dança Plano pedagógico do eixo a) Proporcionar aos alunos o conhecimento dos principais movimentos comuns às várias técnicas corporais desenvolvidas historicamente (equilíbrio, apoios, impulso, condicionamento físico, etc.), como percurso para a criação e interpretação pessoal. b) Proporcionar, através da dança, o estreitamento de laços comunitários, reforçar a autoestima e estimular o trabalho coletivo. c) Estabelecer relações corporais críticas e construtivas com diferentes maneiras de ver e sentir o corpo em movimento e, portanto, com diferentes épocas e culturas. d) Desvelar conteúdos socioafetivos e culturais presentes tanto nos corpos como nas escolhas de movimentos, coreografias ou repertórios. e) Aprimorar aptidões e ampliar o universo artístico de profissionais da dança. Oficina 1 – Carimbó Objetivos: abordar as raízes, as especificidades e a diversidade do Carimbó, uma das manifestações culturais mais genuínas da região amazônica, e outras manifestações locais. Público-alvo: iniciantes e público infantil. Carga horária: 80 horas/aula, distribuídas em quarenta dias. Conteúdo programático 1. História do Carimbó e a influência africana e indígena. 2. Instrumentos musicais utilizados. 3. As demais manifestações locais. Metodologia de ensino: no decorrer das aulas, os participantes terão contato, de forma lúdica, com as origens indígenas do Carimbó. Vão conhecer os principais instrumentos utilizados no acompanhamento da música e o contexto sociocultural em que se desenvolveu a dança. As oficinas também apresentarão diversas manifestações regionais e locais, como cirandas, jongos, cocos, cavalo-marinho, canas-verdes, caboclinho e outras. Todas as atividades incluem aquecimento e preparação corporal, estudo do ritmo, jogos de musicalização, exploração da capacidade de criação e improvisação e dinâmicas de movimento. Material de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, apostila e vídeos. Oficina 2 – Iniciação à dança clássica e contemporânea Objetivos: introduzir os participantes nas técnicas que compõem a dança clássica e apresentar, de forma lúdica, as transformações estéticas que resultaram na multiplicidade de gêneros e técnicas da dança na contemporaneidade. Carga horária: 80 horas/aula, distribuídas em 40 dias, em quatro encontros mensais. Público-alvo: iniciantes e público infantil. Conteúdo programático 1) História da dança no Ocidente. 2) História da dança no Brasil. 3) Improvisação e composição. 4) Dança contemporânea. Metodologia de ensino: apresentação de conceitos, contextualização histórica e atividades práticas durante todo o período da oficina. Material de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, apostila e vídeos. Oficina 3 – Coreografia para dança contemporânea Objetivos: aperfeiçoar técnicas coreográficas para professores e profissionais de dança. Carga horária: 36 horas/aula, distribuídas em seis dias. Público-alvo: professores de dança contemporânea. Conteúdo programático 1) Contextualização histórica e conceitos da dança. 2) Dança contemporânea no Brasil. 3) Experimentação, inovação e improvisação. 4) Técnicas e estímulos para o desenvolvimento coreográfico. 5) Diálogo da dança contemporânea com outras linguagens artísticas. 6) Criação coreográfica individual. Metodologia de ensino: um profissional da dança de renome nacional apresentará técnicas atuais e promoverá debates e performances sobre as tendências da dança contemporânea. Material de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, apostila e vídeos. Eixo 3: Audiovisual Plano pedagógico do eixo a) Promover a aprendizagem de técnicas, procedimentos, informações sobre história da arte audiovisual, e sobre as relações culturais e sociais envolvidas na experiência de fazer e apreciar. b) Promover o ensino prático da arte do audiovisual e suas ferramentas, tornando o processo de aprendizado uma troca de saberes, com espaço para discussão, reflexão e exercícios, contextualizados a realidade mundial e da comunidade. c) Compartilhar habilidades e técnicas de trabalho com foco no aluno, fomentando nele o desejo de aprender fazendo, experimentando e observando a partir de um tema proposto. d) Propiciar ao aluno a construção de suas próprias representações ou ideias. Oficina 1 – História do Cinema Objetivos: o curso apresenta um panorama da História do Cinema Mundial, destacando os filmes mais significativos, as principais escolas estéticas e gêneros cinematográficos, os cineastas mais representativos e a influência do contexto histórico na realização das produções cinematográficas. A trajetória do cinema (De Lumière à Marvel) e os novos paradigmas da Sétima Arte também serão objeto de debate. Carga horária: 36 horas/aula, distribuídas em seis dias. Público-alvo: público em geral. Conteúdo programático: 1) A invenção do cinematógrafo e a primeira exibição pública. 2) O cinema mudo. 3) Expressionismo Alemão. 4) Cinema Russo. 5) Neorrealismo Italiano. 6) Nouvelle Vague. 7) Cinema Novo. 8) Nova Hollywood. 9) Dogma 95. 10) Marvel/Games/Séries. Metodologia de ensino: exibição e debate, em sala de aula, de filmes representativos de todos os principais movimentos cinematográficos da história do Cinema, situando os alunos sobre o contexto histórico, as evoluções tecnológicas e formais, e os conceitos estéticos e éticos. Materiais de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, apresentações, filmes e apostila. Oficina 2 – Produção de curta metragem Objetivos: Proporcionar aos alunos experiência teórica e prática do processo de realização de uma obra audiovisual, tornando-os aptos a materializar suas potencialidades criativas por meio da produção de um curta-metragem. Carga horária: 160 horas/aula, distribuídas em quatro semanas. Público-alvo: público iniciante, entre 18 e 25 anos. Metodologia de ensino: aula expositiva do conteúdo teórico; exibição de trechos de filmes; atividades práticas com acesso a equipamentos; e atividades práticas fora da sala de aula. Serão apresentas as técnicas, os conceitos narrativos e as etapas do processo de produção (escolha de temas, criação do argumento, escaleta, roteiro, pré-produção, ensaios, filmagem e montagem). Materiais de apoio pedagógico: equipamento audiovisual, projeção de filmes, imagens e apostila. Conteúdo programático: 1) Conceito de cinema. 2) Linguagens do cinema. 3) Gêneros cinematográficos. 4) Etapas de realização de um filme. 5) Equipe necessária para desenvolvimento de um filme. 6) Etapas da produção de um filme: desenvolvimento, pré-produção, produção e pós-produção. 7) Escolha do tema do filme a ser realizado pelos alunos. 8) Pesquisa e desenvolvimento de roteiro. 9) Análise técnica. 10) Cronograma e estratégias para adequar sua história ao tempo/orçamento. 11) Realização das filmagens em campo. 12) Edição de imagens, finalização, correção de cor e edição de som. Eixo 4: Teatro Plano pedagógico do eixo a) Propiciar a criação de cenas escritas ou encenadas, reconhecendo e organizando os recursos para a sua estruturação. b) Compartilhar descobertas, ideias, sentimentos, atitudes, permitir a observação de diversos pontos de vista, estabelecer a relação do indivíduo com o coletivo e desenvolver a socialização. c) Experimentação de construção de roteiros e cenas que contenham enredo, história, conflito dramático, personagens, diálogo, local e ação dramática definidos. d) Experimentação na adaptação em roteiros de: histórias, notícias, contos, fatos históricos, mitos, narrativas populares em diversos períodos históricos e da contemporaneidade. Oficina 1 – Dramaturgia: escrita de peças para cenas curtas Objetivos: desenvolver ideias e métodos de criação dramatúrgica a partir da teoria e de exercícios práticos de escrita, leitura e experimentação cênica, capacitando os participantes a desenvolver seis roteiros para cenas curtas, a serem montadas posteriormente. Carga horária: 72 horas/aulas, distribuídas em 12 dias. Público-alvo: interessados, iniciantes ou iniciados em dramaturgia para Teatro, entre 18 e 70 anos. Conteúdo programático: 1) História da Arte. 2) Origem do Teatro. 3) Teatro do Século XX. 4) Teatro Brasileiro. 5) Métodos de Interpretação. 6) Conceitos de construção de roteiro. Metodologia de ensino: Apresentação do histórico da arte cênica do teatro, desenvolvimento de exercícios práticos de escrita, leitura e experimentação cênica. Divididos em grupos, os alunos criarão uma escrita inédita durante a oficina, a partir de textos e projetos pessoais já em andamento ou a iniciar. Materiais de apoio pedagógico: projetor multimídia, apresentações, apostila e adereços cênicos. Eixo 5: Artes plásticas Plano pedagógico do eixo a) Capacitar artistas, profissionais das áreas da cultura e da arte, para reflexão e atuação em atividades que envolvam a arte contemporânea, respondendo aos desafios que esta coloca para a realidade atual. b) Oferecer uma plataforma para a atuação e uma reflexão sobre práticas artísticas, centrada na necessidade de pensar a produção de forma crítica e como geradora de conhecimento. c) Estimular o desenvolvimento de projetos artísticos e troca de experiências e conhecimentos entre artistas, curadores e residentes. d) Estimular a reflexão artística e a adoção de novos paradigmas na produção criativa de artistas locais, revitalizando saberes e fazeres tradicionais. e) Promover o diálogo intercultural, o desenvolvimento de novas relações e interlocuções e o fomento ao pensamento crítico. OFICINA 1 – Aulas magnas sobre arte contemporânea Objetivos: apresentar temas e discussões atuais sobre a produção e a distribuição da arte contemporânea para artistas plásticos locais, a partir da visão de três artistas reconhecidos nacionalmente na área, com o objetivo de estimular o recebimento de projetos de residência artística. Carga horária: 18 horas/aula, distribuídas em três dias. Público-alvo: artistas plásticos locais. Conteúdo programático: 1) O ambiente artístico contemporâneo: conceitos, revisões históricas e a cena global. 2) Comparando o local com o global: paralelos e divergências entre a arte brasileira e a arte internacional. 3) Residência artística: o que é e como funciona. 4) Introdução à metodologia de desenvolvimento de projetos artísticos. Materiais de apoio pedagógico: projetor multimídia, apresentações e bibliografia selecionada. OFICINA 2 – Residência artística Objetivos: fomentar a produção artística local, oferecendo aos artistas plásticos da cidade condições e elementos para pesquisar e desenvolver seus projetos; e inserir a produção artística local na cena cultural. Carga horária: Seis meses. Público-alvo: artistas plásticos locais. Conteúdo programático: 1) Acompanhamento do projeto aprovado por curador especialmente contratado para a função. Durante o período serão realizadas três visitas técnicas presenciais e seis virtuais.

Acessibilidade

DEFICIÊNCIA FÍSICA/MOBILIDADE REDUZIDA PARA TODOS OS PRODUTOS: A escolha os espaços que receberão os eventos propostos e atividades do projeto levará em conta os requisitos de acessibilidade às pessoas com necessidades especiais e com mobilidade reduzida. PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL MOSTRA ARTES CÊNICAS DEFICIENCIA VISUAL: Monitores de audiodescrição em todos os espetáculos DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras nos espetáculos teatrais PRODUTO SECUNDÁRIO: FESTIVAL MOSTRA AUDIOVISUAL DEFICIENCIA VISUAL: Os filmes exibidos contarão com acessibilidade completa DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Os filmes exibidos contarão com acessibilidade completa PRODUTO SECUNDÁRIO: EXPOSIÇÃO DE ARTES DEFICIENCIA VISUAL: Realização de visita monitorada com audiodescrição mediante agendamento DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Realização de uma visita monitorada com intérprete de libras mediante agendamento PRODUTO SECUNDÁRIO: APRESENTAÇÃO MUSICAL DEFICIENCIA VISUAL: Disponibilização de monitor de audiodescrição no local do cortejo mediante agendamento DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras no cortejo mediante agendamento PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA AUDIOVISUAL DEFICIENCIA VISUAL: Monitores de audiodescrição, caso haja demanda (inscrição prévia) DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras, caso haja demanda (inscrição prévia)

Democratização do acesso

Para cada produto cadastrado no plano de distribuição citar explicitamente qual inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania proposta irá adotar como ação de democratização de acesso PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL MOSTRA ARTES CÊNICAS Art. 21, III: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos PRODUTO SECUNDÁRIO: FESTIVAL MOSTRA AUDIOVISUAL Art. 21, VII: realizar sessões exclusivas para alunos de escolas públicas dos filmes produzidos pelos participantes das oficinas PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA AUDIOVISUAL Art. 21, III: disponibilizar, na Internet, os filmes produzidos pelos participantes das oficinas PRODUTO SECUNDÁRIO: EXPOSIÇÃO DE ARTES Art. 21, III: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da produção das obras PRODUTO SECUNDÁRIO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Art. 21, III: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos shows

Ficha técnica

VIVAS CULTURA E ESPORTE FUNÇÃO: Proponente e Gestora do projeto Gilberto Scarpa – Curador e Coordenador Geral Hugo Drumond – Produtor Executivo Cris Azzi – Professor Audiovisual Isabela Prado – Consultoria Artes Plásticas André Amparo – Coordenação Artística (Exposição de Artes) VIVAS CULTURA E ESPORTE LTDA (PROPONENTE) FUNÇÃO: GESTOR DO PROJETO A VIVAS é uma empresa de planejamento, gestão e produção cultural. Desde sua criação, em 2015, a empresa atende importantes instituições culturais do país como o Cine Theatro Brasil Vallourec, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Usina do Gasômetro, entre outras. Com equipe multidisciplinar, experiente e qualificada, a VIVAS também desenvolve projetos culturais próprios, que expandem sua atuação para outras localidades do país. ALGUNS PROJETOS PRÓPRIOS DESENVOLVIDOS: - Exposição Absurdos: Murilo Rubião 100 anos, realizada na Biblioteca Pública do Estado de Minas Gerais, em junho e julho de 2017, onde desenvolveu também trabalho EDUCATIVO CULTURAL com alunos das escolas públicas e particulares de Belo Horizonte. - Cultura na Praça, projeto realizado em cidades do interior dos estados do Pará e do Maranhão, através de Lei Federal de Incentivo à Cultura, onde desenvolveu, em 2017, 2018 e 2019, OFICINAS GRATUITAS DE CINEMA E EVENTOS CULTURAIS EM ESPAÇOS PÚBLICOS DAS LOCALIDADES. Abaixo, resumo do currículo das sócias-diretoras: Solanda Steckelberg Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte, com mais de 20 anos de atuação profissional na área de cultura. Ex-secretária adjunta de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais (2019). De agosto/2013 a 2015 foi Superintendente de Negócios Culturais e Esportivo do Grupo Bonsucesso. De 2011 a julho/2013, foi presidente da Fundação Clóvis Salgado- FCS, onde também trabalhou, entre 1998 e 2003, como Superintendente de Comunicação e Diretora de Programação e Promoção. Na Prefeitura de BH, foi diretora executiva e diretora de ação cultural da Fundação Municipal de Cultura, gerente do projeto sustentador Rede BH Cultural, conselheira e presidente da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, membro da Comissão Permanente de Eventos de Belo Horizonte, membro da Comissão do Planejamento Estratégico e Modelagem da COPA 2014 em Belo Horizonte, coordenadora do FIT – Festival Internacional de Teatro, FAN – Festival de Arte Negra e FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos. No Governo Federal, foi assessora de patrocínios da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e assessora de eventos presidenciais. Atuou também como gestora e produtora de vários empreendimentos independentes e institucionais, entre eles na implantação do Memorial da Imigração Japonesa no Parque Ecológico de Belo Horizonte e na elaboração do projeto Centro Cultural Minas Tênis Clube. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência. Luísa Rubião Resende Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNI-BH, pós-graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e Curso de Extensão de Média Duração pelo IBMEC em Planejamento e Gestão de Marcas em Redes Sociais. Experiência desde 2006 na área cultural onde atuou como Gerente de Produção e de Desenvolvimento de Projetos na empresa Imago Produtora de Vídeo, sendo responsável por idealização, gerenciamento e inscrição de projetos culturais em Leis de Incentivo à Cultura e em editais públicos de captação de recursos. Atuou como Gestora de Projetos Culturais pela empresa Drummond Consultores e Associados – Artmanagers, sendo os principais clientes atendidos: Comida di Buteco, Fundação Tancredo Neves, Minas Tênis, Clube Atlético Mineiro, Fundação Dom Cabral, Prefeitura de Nova Lima, entre outros. De 2009 a 2015 atuou como Supervisora de Negócios Culturais no Departamento de Negócios Culturais e Esportivos do Banco Bonsucesso, coordenando as atividades de elaboração de projetos, desenvolvimento e controle da execução dos projetos, captação de recursos e assessoramento em investimentos, bem como acompanhamento do planejamento estratégico do setor. GILBERTO SCARPA FUNÇÃO: COORDENADOR GERAL E CURADOR Artista plástico formado pela Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard, participou das seguintes exposições: Individual 2003 - Arte Pública e Pinturas no Centro Cultural Maria Lívia de Castro. Coletivas 2004 – Seleção de Pinturas Galeria da Escola Guignard “120 formigas” 2004 – Seleção de Gravuras Foyer da Escola Guignard “VDSPE 01- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo” 2005 – Sala de Arte Galeria Brito Cimino - SP “VDSPE 02- Veículo desaperfeiçoado com serigrafia para puro exibicionismo” 2005 – zerokilometrozero Pace Galeria de Arte “45 formigas” Atua também no mercado audiovisual desde 1998 como diretor, roteirista e produtor. Estreou nas salas de cinema em 2008 com o média-metragem OS FILMES QUE NÃO FIZ, que recebeu mais de 40 prêmios em festivais do Brasil e no exterior. Em 2009 dirigiu e produziu o média O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO que dentre outros prêmios recebeu o de melhor direção no 33o Guarnicê. Ainda em 2009 co-produziu o média-metragem BALA NA CABEÇA de Cristiano Abud, que participou da mostra competitiva do Festival de Havana. Em 2010 realizou o curta UM U.R.S.O NA MINHA RUA que foi finalista do ART.MOV. Apresentou, dirigiu e co-produziu duas temporadas do programa GENIAL!! (2010/2011) para o Canal Brasil e produziu e dirigiu o documentário de 52 minutos, O PODER E O BANG-BANG para TV CULTURA em 2011. Co-produziu no mesmo ano o documentário "SILÊNCIO 63" de Fábio Nascimento sobre o violento embate entre grevistas da Usiminas e o exército brasileiro. Em 2012 produziu e dirigiu o média-metragem MERDA! que estreou em janeiro de 2013 na 16 Mostra de Tiradentes e recebeu o Kikito de Melhor Montagem no 41º Festival de Gramado e Melhor Curta de Ficção e Montagem no 36º Guarnicê. Em Dezembro de 2012 produziu o longa-metragem CADA DIA UMA VIDA INTEIRA de Cris Azzi, comercializado com o Canal Brasil. Em 2013 produziu o curta-metragem de André Amparo MAX UBER que em outubro de 2014 recebeu o prêmio de Melhor Curta pelo Voto Popular no Festival do Rio. Dirigiu e produziu dezenas de filmes publicitários e vídeos institucionais antes de se dedicar ao cinema autoral. Ministrante de Oficina de Roteiro - Cine aberto, Belo Horizonte, 2011. Ministrante de Oficina de Argumentos Cinematográficos - Festival Ver e Fazer Filmes, Cataguazes, 2011. Ministrante Oficina de Argumentos Cinematográficos - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Oficina de Montagem Cinematográfica - FAM, Florianópolis, 2011. Ministrante Consultoria de Roteiros Cinematográficos FUNCINE - Florianópolis 2013 Jurado da Mostra Nacional de Curtas do XIII Cine-PE, Recife. Jurado da Mostra de Curtas do Festival Primeiro Plano. Juiz de Fora, 2009. Jurado da Mostra Catarinense do FAM, Florianópolis, 2011. Jurado do Edital Minicipal de Cinema de Florianópolis 2012. Jurado da Mostra Pernambuco de Curtas do XV Cine-PE. Jurado 1º Concurso de Vídeos Estrada Real / FIEMG Jurado no Edital de Cinema de Pernambuco 2013. Prêmios pelo filme: Os filmes que não fiz. XII CINE PE - RECIFE Melhor Curta 35mm Melhor Direção de Arte 19o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE SÃO PAULO Prêmio Melhores do Público Aquisição Canal Brasil Aquisição Espaço Unibanco de Cinema Mensão Honrosa ABDeC de São Paulo 10o FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE BELO HORIZONTE Melhor Curta Metragem Brasileiro - Juri Popular 16° FESTIVAL DE CINEMA E VIDEO DE CUIABÁ Melhor Filme – Júri Popular 19o CINE-CEARÁ Melhor direção FAM- FESTIVAL DO AUDIOVISUAL MERCOSUL - FLORIANÓPOLIS- SC Melhor filme Melhor ficção Melhor direção Melhor roteiro Prêmio Vivo - Melhor filme Prêmio Quanta - Melhor filme 2o BRAFFT - BRASILIAN FILM FESTIVAL OF TORONTO Melhor Curta - Escolha do Público 9o PRIMEIRO PLANO FESTIVAL DE CINEMA DE JUIZ DE FORA Melhor Curta Metragem - Juri Popular Melhor Roteiro Melhor Montagem Melhor Trilha IV CURTA CANOA - CE Melhor Direção de Arte 10o MONSTRA LONDRINA DE CINEMA Melhor Direção de Arte FESTIVAL DO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL DE ATIBAIA Melhor Filme 35mm Melhor Direção conferido pelo SINDICINE Mensão Honrosa pela Associação Internacional de Cine-clubes 17° FESTIVAL DE CINEMA E VÍDEO DE CUIABÁ Melhor ator (Geraldo Carrato) 8° FESTCINE AMAZÔNIA Melhor filme Prêmios pelo filme: MERDA! 41º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO Kikito de Melhor Montagem. 36º GUARNICÊ Melhor Curta de Ficção Melhor Montagem HUGO DRUMOND FUNÇÃO NO PROJETO: PRODUTOR EXECUTIVO Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda Centro Universitário de Belo Horizonte UNIBH - Conclusão: Junho de 2011 EXPERIÊNCIAS: Conhecimento prático na área audiovisual, produção de conteúdos para diversas mídias e sólido conhecimento acadêmico (projetos de pesquisa científica). PRODUÇÕES REALIZADAS PARA CINEMA E TV Produção de locação e platô para o longa-metragem ? O Lodo?, direção Helvécio Ratton. Direção de produção para a o documentário ? O Levante de Bela Cruz? Direção Elza Cataldo. Direção de produção para a série Cientistas Brasileiros entre os melhores, Direção Guilherme Fiuza. Diretor de produção para o curta-metragem ?Pare e Siga?, direção Gilberto Scarpa. Produção de locação e platô para a série da Globo Filmes ?Santino e o Bilhete premiado?, direção Guilherme Fiuza. Produção de locação e platô para a série Mostra tua cara, direção Silvia Godinho. Platô do longa-metragem ?Banquete?, direção de Daniela Thomas. Produção de locação para a série da Telecine ?Marias?, direção Vera Egito. Produção de locação e platô para a série do canal Brasil ?Poltrona 27?, direção de Paulo Thiago. Produção de locação do longa-metragem ?Vazante?, direção de Daniela Thomas. Produção de locação para o piloto ?Vida Bandida?, direção Fernando Batista. Assistente de direção do curta-metragem ?Sobre o Narcisismo?, direção de Pedro Furtado. PORTFÓLIO PUBLICIDADES https://vimeo.com/user16260460 Coordenador de Produção - TUTANO FILMES - Março de 2012 à Janeiro de 2013. Coordenação de Produção; Produção Executiva; Orçamentos; Negociação com clientes e fornecedores. Produtor - BROKOLIS DO BRASIL - Julho de 2008 à Março de 2012. Direção de produção, Produção de Locação e Negociação com Fornecedores. Assistente de Mídia - ASA COMUNICAÇÃO - Abril de 2007 à Dezembro de 2007. Assistente do Diretor de Mídia da Asa Comunicação, auxiliando no planejamento de Comunicação e Mídia de clientes como Prefeitura de Belo Horizonte, BHTRANS, Belotur, ABRADIF, PRECON, Assembléia Legislativa, Gasmig, entre outros. CRIS AZZI FUNÇÃO NO PROJETO: PROFESSOR DA OFICINA DE CURTA METRAGEM Cris Azzi é diretor, produtor e roteirista. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Tem 40 anos. É graduado em Comunicação Social na Faculdade de Comunicação e Artes da PUC –MG. Assistente de Direção por mais de uma década, contribuiu para a realização de mais de 20 projetos entre longas metragens e séries de TV. Como diretor estreou com o longa metragem documentário Sumidouro em 2007, eleito melhor longa-metragem internacional no FICA 2008 e exibido na mostra competitiva do Festival É TUDO VERDADE do mesmo ano. É o criador do filme O DIA DO GALO, documentário que tem sua versão curta disponivel no youtube e que já alcançou mais de 600.000 visualizações. A versao longa, vencedora do juri popular da Mostra de Cinema de Tiradentes, ficou 6 semanas em cartaz nos cinemas de Minas Gerais e chegou a ser o terceiro filme brasileiro mais visto na época de seu lançamento. O filme foi licenciado para a Netflix. Em 2018 lançou duas novas produções. A série de TV Sou Amor, em co-direção com André Amparo em projeto premiado pelo PRODAV 11 exibida nas TVs públicas e o filme de ficção LUNA que foi exibido na Mostra Competitiva do Festival de cinema Brasileiro de Brasília, no Festival do Rio, no Festival Internacional de Cine de Cartagena na Colômbia e no Panorama Internacional Coisa de Cinema em Salvador onde recebeu o prêmio de melhor longa-metragem. Ministrou oficinas de realização e direção audiovisual no MIS Cine Santa Teresa em Belo Horizonte, no Centro de Referência de Moda de Belo Horizonte e na ONG Contato, incubadora audiovisual. Foi convidado para ministrar a aula inaugural do curso de cinema da PUC-MG no ano de 2018. ISABELA PRADO FUNÇÃO NO PROJETO: CONSULTORIA ARTES PLÁSTICASRua Desembargador Drumond, 72/201, Belo Horizonte, MG Cep 30220-030 (31) 3234-7737 (31) 99775-5806 isabelaprado.ip@gmail.com formação 2003/2006 Mestrado em Artes / Master of Fine Arts (MFA)- Indiana University, EUA 1991/1998 Bacharelado em Belas Artes/Gravura e Desenho - UFMG experiência docente 2019-atual Escola de Belas Artes, UFMG 2016-2018 Escola de Design, UEMG 2012-2013 Escola de Belas Artes, UFMG 2011-2012 Escola Guignard, UEMG (Pós Graduação) 2009-2012 Escola Guignard, UEMG 2008-2009 Escola Guignard, UEMG (Artista Convidado, Pós Graduação) 2003-2006 Indiana University Bloomington (EUA) 1998-2000 Escola de Belas Artes, UFMG residências 2013 Interações (Não)Distantes – UnB, Buritis (Brasil) 2010 JA.CA – Jardim Canadá Centro de Arte, Belo Horizonte (Brasil) 2009 Al-Mahatta International Artists Workshop, Ramallah (Palestina) Centro Cultural Usiminas, Ipatinga (Brasil) 2008 Casa 13, Córdoba (Argentina) Capacete, Rio de Janeiro (Brasil) 2007 Shatana International Artists Workshop, Shatana (Jordânia) 2006 Ragdale Foundation (Lake Forest, EUA) publicações 2017 “Arte, identidade, território: relato de uma residência artística no Noroeste de Minas”. Revista Indisciplinar, v. n.4, v.3, p. 316­345, 2017 2016 Lição: Se essa rua fosse um rio. Belo Horizonte: Ed. Nunc, 2016. 2015 “Arte contemporânea, texturas, território”. In: N. Rena, B. Oliveira, M. Cunha. (Org.). Arte e Espaço: uma situação política do século XXI. Belo Horizonte: Duo Editorial, 2015. 2013 “(In)Visível sob a Cidade”. Revista da UFMG, vol. 20, n.1, jan-jun 2013. 2012 “Lição”. In: Martins, J. e M. Mota. Iluminuras 3, Belo Horizonte: Ed. Nunc, 2012. 2012 “Entre Rios e Ruas” – Catálogo de exposição. Brasilia: Funarte. 2011 Ensaio Curatorial - 4º Prêmio Usiminas de Artes Visuais. Ipatinga (co-autoria Mabe Bethonico) 2010 “Reflexões de uma Artista-Turista na Palestina”. Revista Tatuí n.08. Recife, 2010 2009 Ensaio Curatorial - 3º Prêmio Usiminas de Artes Visuais. Ipatinga (co-autoria Laura Belem) 2007 "Una Nueva Escena: Testimonio de una artista estranjera en Shatana, Jordania". In: Di Pascuale, L. (Org). Parabrisas. Cordoba: Ediciones DocumentA, 2007. 2006 “Banho”. Chicago Art Journal, volume 16, Fall. exposições individuais 2012 “Entre rios e ruas”, SESC Palladium, Belo Horizonte (Brasil) “Entre rios e ruas”, Galeria Fayga Ostrower, FUNARTE, Brasilia (Brasil) 2008 Projeto Trajetórias 2008, Fundação Joaquim Nabuco, Recife (Brasil) 2007Leo Bahia Arte Contemporânea, Belo Horizonte (Brasil) 2005 “At 1.57 m”, Fuller Projects, Indiana University, Bloomington IN (EUA) 1999 Gesto Gráfico Galeria de Arte, Belo Horizonte (Brasil) “Construção”, Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte (Brasil) exposições coletivas (mais recentes) 2019 7o Prêmio Marcantonio Vilaça, Museu de Arte Brasileira, São Paulo SP 2019 “Circuito Polímatas”, Reitoria da UFMG, Belo Horizonte 2018 “Cine Rua Sete”, Cais das Artes, Vitória ES 2018 “Cartografia Imaginária: a cidade e suas escritas”, SESC Palladium, Belo Hte 2018 “1 + 8”, Carminha Macedo Galeria de Arte, Belo Horizonte 2017 “Circumference and Radius”, Zayed University Art Gallery, Abu Dhabi (Emirados Árabes) 2017 “À Margem”, Espaço do Conhecimento UFMG, Belo Horizonte (Brasil) 2017 “Guignard e a Paisagem Mineira”, Galeria do Minas Tênis Clube, Belo Horizonte 2015 “Circumference and Radius”, Eugeniusz Geppert Academy of Art and Design, Wroclaw (Polônia) “Circumference and Radius”, University of Tennessee, Knoxville (EUA) 2012 “Espacios Ocupados”, Maya Essence, Chicago (EUA) 2012 “Solstício”, Galeria Emma Thomas, São Paulo (Brasil) 2011 “Sismógrafo”, Palácio das Artes, Belo Horizonte (Brasil) 2010 “Entre Pontos”, Ja.Ca, Belo Horizonte (Brasil) “Fluxo, Espaço, Ocupação”, Ja.Ca, Belo Horizonte (Brasil) 2009 “Daydreaming at 4:48pm”, Makan, Amman (Jordania) Al-Mahatta International Artists Workshop, Ramallah (Palestina) “VideoSur”, MassArt Film Society, Boston (EUA) 2008 “Container Art”, Parque Villa Lobos, São Paulo (Brasil) Casa 13, Córdoba (Argentina) 2006 “Amish Friendship Cake”, Galerie Takt Kunstprojektraum, Berlim (Alemanha) M.F.A. Thesis Exhibition, Indiana University Art Museum, Bloomington IN (EUA) “Stories of Women in Print”, Studio Gallery, Texas Tech University, Lubock TX (EUA) “Powerful Impressions”, Fondazione Bevilacqua La Masa, Venice (Italy) 2005 “Sempre Visível”, Centro Cultural São Paulo, São Paulo (Brasil) “Mas Isto Tambem É?” - Léo Bahia Arte Contemporânea, Belo Horizonte (Brasil) performances e intervenções urbanas 2012-2016 “Lição: se essa rua fosse um rio”, intervenção urbana, Belo Horizonte (Brasil) 2011 “On the bright side of things”, performance, Longwood Center for Visual Arts, Farmville, VA (EUA) “Doce”, performance, SESC Palladium, Belo Horizonte (Brasil) 2009 “Entre Rios e Ruas”, performance, Museu de Arte da Pampulha, Belo Hte (Brasil) 2008 “Doce”, performance, SP Arte 2008, São Paulo (Brasil) 2007 “Wind Catcher”, intervenção urbana, Shatana (Jordânia) 2006 “Estrangeiro”, intervenção urbana, Berlim (Alemanha) 2005 “Banho”, performance, SoFA Gallery I.U., Bloomington IN (EUA) “Doce”, performance, SoFA Gallery I.U., Bloomington IN (EUA) “Esvaziando”, performance, SoFA Gallery I.U., Bloomington IN (EUA) 2004 Untitled (“Cake”), performance, Indiana University, Bloomington IN (EUA) ANDRÉ AMPARO FUNÇÃO NO PROJETO: COORDENAÇÃO ARTÍSTICA (EXPOSIÇÃO ARTES) Profissional responsável pelo conteúdo teórico e artístico da oficina. Coordenador das atividades dos alunos ao longo dos 4 dias de curso. O professor irá apresentar a história da arte urbana no Brasil e no mundo e analisará um amplo conjunto de iniciativas de intervenções artísticas em espaços públicos que se relacionam com o desenvolvimento de núcleos urbanos de variados portes e perfis socioculturais. Temas como grafite, a tecnologia e os limiares existentes entre arte e vandalismo também estão presentes no curso. Através do uso de vídeos e referências bibliográficas os alunos terão contato com o panorama da arte urbana e o envolvimento de cada vez mais pessoas no fortalecimento de laços de identidade, pertencimento e na transformação do espaço público num lugar melhor para todos. Casos históricos e atuais serão colocados em foco e relacionados com situações locais onde a arte pode atuar com relevância na transformação das cidades e também do cotidiano de seus moradores. CURRICULO: Graduado em Comunicação Social pela UFMG com cursos de especialização na Holanda (Cinema Digital – Rotterdam International Film Festival), França (Multiskilling e Audiovisual – Institut national de l'audiovisuel, Paris) e Estados Unidos (Automação e sistemas de arte regenerativa – Harvestworks, NY). Cursos de especialização na Escola da Belas Artes (UFMG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Atuando na área artística há mais de 25 anos com trabalhos desenvolvidos no Brasil e exterior, possui ampla experiência em concepção, planejamento, coordenação, gestão e implementação de projetos culturais que abrangem o audiovisual, a arte experimental e também intervenções urbanas ligadas às tecnologias contemporâneas. Seus filmes documentários, curtas-metragens, trabalhos em videoarte, performances com som e imagem ao vivo e videoinstalações foram apresentados em mais de 40 países em centros culturais como o Palais de Tokyo (Paris), Museu de Artes de Niigata (Japão), MoMA (Nova Iorque), Centro Georges Pompidou (Paris), ItauCultural SP, Festival Internacional Videobrasil (SP), Oi Futuro (RJ/BH), Palácio das Artes (BH), Videoformes Clermont Ferrand (França), Overtoom (Amsterdam, Holanda), Instituto Artes Alameda (Cidade do México), Bauhaus (Alemanha – obras no acervo permanente). Diretor, roteirista e produtor vídeo instalações, transmissões ao vivo, ambientação audiovisual para museus, teatro, shows musicais e eventos de grande porte. Trabalhos exibidos em rede internacional pelos canais CNN, HBO, HBO Max, Al Jazeera e Bloomberg Television. Plataformas HBOGo e Dekkoo. Trabalhos audiovisuais com veiculação nacional pela TV Cultura, Canal Futura, Rede Globo, Canal Brasil, MTV Brasil, Rede Minas, TV Brasil, dentre outros.Trabalhos MAIS RECENTES 2018 / 2019 – Série documental BABEL SP (7 episódios / 60 minutos cada) apresentando o universo da Ocupação Leila Khaled, prédio da cidade de São Paulo em que convivem brasileiros sem teto e refugiados palestinos de origem síria. HBO Latinoamerica / Filmegraph (São Paulo / Belo Horizonte). Criação, roteiro e direção. Exibições nos canais Max, HBO Signature e plataforma HBO Go para mais de 70 países. Estreia: agosto de 2019. 2018 / 2019 – Série de ficção SOU AMOR (13 episódios / 26 minutos cada) tendo como proposta a desmistificação de questões de gênero, relacionamento e sexualidade do público jovem. Projeto vencedor do Edital Prodav – TVs Públicas - Região Sudeste – 11/2015. Parceria com o realizador Cris Azzi. Co-criação, roteiro e direção. Exibição em rede nacional pela TV Cultura (estreia em março de 2019). Exibições em rede nacional pela TV Cultura (março/abril de 2019), Rede Minas (2018) e TVE Bahia (2019). Primeira temporada licenciada para a plataforma streaming Dekkoo (Estados Unidos e Reino Unido, 2019). Distribuição internacional – O2 Play, SP. 2016 - “Caderno de Poesias” – Livro / DVD de Maria Bethânia (2013/2015). Direção Geral Gringo Cardia. Produção e direção de fotografia para DVD: André Amparo.Direção de Audiovisual Para museus e eventos de grande porte (em parceria com o designer Gringo Cardia) - “Caderno de Poesias” – Livro / DVD de Maria Bethânia (2013/2015). Direção de fotografia e produção executiva (DVD). Diamantina, MG, 2014. - A Casa do Rio Vermelho – Memorial apresentando vida e obra de Jorge Amado e Zélia Gattai. Sala "Trocando Cartas". Salvador, Bahia, 2014. Prêmio do Programa de Otimização de Performance de acordo com o Global Review Index - categoria de Equipamentos e Atrativos Turísticos da cidade de Salvador, 2018. - Casa O Globo – Parque da Bola - A história do Brasil nas Copas do Mundo de Futebol. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2014. - Caminhão Museu itinerante “Os Sentimentos da Terra” – a história dos movimentos de luta pela terra no Brasil. UFMG / Ministério do Desenvolvimento Agrário. 2013/2015. - Diretor de imagem e fotografia do Memorial Minas Gerais Vale (Circuito Cultural da Praça da Liberdade - Belo Horizonte, 2009/2010). Museu de Experiência. Vencedor do Prêmio Guia Brasil 2012 de Novidade do Ano (Guia Quatro Rodas). Vencedor do Prêmio de Excelência do portal Trip Advisor (2014) como integrante do grupo de melhores museus do mundo segundo avaliação dos visitantes. - Turnê “Meus Encantos”, da cantora Paula Fernandes (2012-2013). Direção de imagem cenográfica / vídeo cenário. Prêmio Canal Multishow Júri Popular - Melhor Show Brasileiro de 2012. - Prêmio da Música Brasileira edições 2011 e 2012. Theatro Municipal do Rio de Janeiro. - Exposição “Natureza e Transformação” 50 anos Usiminas. Belo Horizonte/Ipatinga, MG, 2012. - 100 anos CPFL. Evento ao vivo. São Paulo, SP, 2012. - Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (Theatro Municipal do Rio de Janeiro, 2011) - Prêmio Anglo Ashanti Auditions (Belo Horizonte, 2010), - Casa Brasil 2014 (Johanesburgo, África do Sul, 2010) – Apex / EMBRATUR / Gov. Federal.Experiência Acadêmica 2019 – Workshops de produção de filmes documentários para adolescentes. Projeto Cinema na Praça. Ourilândia (PA), Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Açailândia (MA), Bom Jesus do Tocantins (MA), Igarapé do Meio (MA). Realização: Vivas Cultura e Esporte e Vale. Trabalho realizado em parceria com os realizadores Cris Azzi e Gilberto Scarpa. 2015 – Oficina de vídeo criação. 2o Paisagem Sonora. UFRB. Cachoeira, Bahia. 2014 – Workshop roteiro e direção audiovisual – Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, MG. 2013 – Workshop Videoclips – Música e imagem – Fábrica do Futuro. Cataguases, MG. 2007 - 2008 – Curso sobre Projetos Culturais na área audiovisual. Org.: Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. Governador Valadares e Viçosa, MG. 2005 – Palestra: Live Sound and Images (performances ao vivo com som e imagem). Vitória Cine Vídeo. Vitória, ES. 2005 – Palestra: Arte e Tecnologia. Fórum de Mídia Expandida. Belo Horizonte, MG. 2004 – Oficina de vídeo para estudantes de baixa renda. Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, MG. 2003 – Live Images. Oficina de vídeo ao vivo. Unileste, Ipatinga, MG. 2002 – Produção Audiovisual Coletiva – Itaucultural São Paulo. Evento integrante do Projeto Interatividades (São Paulo, Brasil, 2002). Realização feitoamãos. 2001 – Não-paisagens. Oficina de vídeo digital. I Integrado de Arquitetura e Urbanismo. Belo Horizonte, MG, Brasil. 2001 – Música eletrônica e imagens digitais. Eletronika Telemig Celular – Festival de música eletrônica. Realização feitoamãos. Belo Horizonte, MG, Brasil. 1999 – Workshop experimental. TV Experimental da UFMG. Formação de pessoal para a implantação da TV Universitária da UFMG. Belo Horizonte. 1998 - De Olho na Cidade (oficina de vídeo, Festival Jovem, parceria com Eduardo de Jesus) - 30º Festival de Inverno da UFMG. Ouro Preto, MG.VIDEOINSTALAÇões The recollection box (A caixa das memórias guardadas) Videoinstalação. 2011-2015 Trabalho comissionado pela WBK Vrije Academie / World Wide Visual Factory (Haia, Holanda, 2011) através de programa de artista residente. Curadoria de Tom Van Vliet. Exibição no 28o Videoformes Festival. Clermont-Ferrand, França, 2012 / Reconvexo – Mostra de Arte Digital – UFRB – Cachoeira, Bahia, 2013 / Reconvexo Itinerante (Galeria da Caixa, Brasília, DF, 2015). Aeurasia. Vídeo instalação, 2008. Prêmio Filme em Minas - Novos Formatos - 2008. Apresentações em Belo Horizonte (Espaço 104, 2008) e na Cidade do México (Transitio MX – Instituto Artes Alameda, 2009). Parceria com Alessandra Soares, Claudio Santos e Fernando Maculan. Vale Vozes e Visões – a arte universal do Jequitinhonha. Documentário para televisão e exposição de arte, 2006. A cultura e a arte do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Parceria com Patrícia Moran, Marilia Rocha, Marcelo Braga, Cláudio Santos, O Grivo e LAGEAR - Escola de Arquitetura da UFMG. Palácio das Artes, Belo Horizonte, 2006 / Rede Minas de Televisão, 2006.Live Images Membro-fundador do coletivo FAQ/feitoamãos, grupo pioneiro na promoção e realização de trabalhos audiovisuais com som e imagem ao vivo no Brasil (projetos culturais e apresentações intermídia). 1999-2010. Apresentações no Brasil, França e Holanda. Carro Bomba – Guia anti-pânico e inversões rotativas. Performance intermídia ao vivo FAQ/feitoamãos. Apresentações: Abertura do 15o Videobrasil Festival Internacional de Arte Eletrônica. São Paulo, SP, 2005; Imagem dos Povos (encontro Brasil / Nova Zelândia) – Ouro Preto, MG, 2005. Fórum de Mídia Expandida (Belo Horizonte, MG, 2005). Trânsito. Performance intermídia ao vivo FAQ/feitoamãos. Apresentações: Prog:Me Festival (Rio de Janeiro, 2005), Abertura do XX Festival Videoformes (Clermont-Ferrand, França, 2005), Overtoom 301 (Amsterdam, Holanda, 2005), MacWeekend (Belo Horizonte, 2005). Révolution en Permanence. Videoclip, 2003 feitoamãos/FAQ. MTV Brasil. Apresentado no Indie 2003 (Belo Horizonte, MG). Monstruário Ilustrado Apresentação intermídia vj-ing, 2002 feitoamãos / FAQ. Parte integrante do FILE – Festival Int. de Linguagem Eletrônica. Paço das Artes - São Paulo, SP, 2003. Itaucultural São Paulo, 2002. Veja as Instruções Primeiro Performance intermídia Realização feitoamãos. Red Bull Live Images. (São Paulo, 2002). Apresentação no Eletronika 2003 / Fest. de Novas Tendências Musicais (BH, MG).Consultoria de audiovisual / Atividades Internacionais - Indústria para o futuro – Fiemg /SESI. Caminhão Interativo – escola móvel. 2013/2014. - Membro do Conselho Consultor da Fábrica Espetáculo (escola de formação de profissionais na área de entretenimento – Área de Audiovisual - Theatro Municipal do Rio de Janeiro – 2011/2013). - Consultor de audiovisual da Fundação Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro / Brasília – 2009 a 2011)Trabalhos em direção – video AO VIVO PARA ÓPERA E PEÇAS DE TEATRO - Noturno. Grupo Teatro Invertido. Belo Horizonte, 2014. Direção de Yara Novaes e Monica Ribeiro. - Ensaio de mentira ou o último ensaio para dizer a verdade. Galpão Cine Horto – Oficinão 2013. - Madame Butterfly. Ópera de Puccini. Fundação Clóvis Salgado. Direção de Livia Sabag. Belo Horizonte, 2012. - Eclipse. Peça teatral do Grupo Galpão. Direção: Jurij Alschitz Belo Horizonte, 2011. - Poema do Concreto Armado. Direção Yuri Simon. Belo Horizonte, 2010/2011. - Grupo Galpão – Cenas de um casamento. Curta-metragem exibido durante a peça teatral “Um Trem Chamado Desejo”. Belo Horizonte, MG, 2000. Elemento de cenário vencedor do Prêmio Shell de Artes Cênicas 2001/2002 (SP, SP, 2002). - Invento para Leonardo. 2001. Grupo de Teatro Armatrux. Belo Horizonte, MG.Residência artística Artista residente da WBK Vrije Academie (Haia, Holanda 2010-2011). Desenvolvimento da videoinstalação “The Recollection Box”. Mostras Individuais – VIdeoarte e Filmes de Curta Metragem Oi Futuro - Belo Horizonte, 2008. Retrospectiva 1998-2008. ItauCultural 2006 – Belo Horizonte, Belém. Curtas: Toró, Sal Grosso, A Verdadeira História de Tião Coió, O Milagre de Dona Rita, Quimahata. ItauCultural 2003 – Belo Horizonte, Campinas, São Paulo. “A Verdadeira História de Tião Coió, O Milagre de Dona Rita, Quimahata, O Fundo do Mar.”

Providência

Comprovação Financeira do Projeto em Análise

2021-06-30
Locais de realização (1)
Parauapebas Pará