Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Mostra Strangloscope é uma mostra de audiovisual experimental que ocorrerá em 5 dias na cidade do Rio de Janeiro. A edição de 2020 terá o título O Antropoceno e as Práticas Experimentais de Imagem e Som. Sua realização envolve diversos artistas, curadores, cineastas experimentais, brasileiros e internacionais, em atividades diversas: exibições fílmicas, performances, sessões comentadas, debates, oficinas e masterclasses. O projeto contará com sessão acessibilidade, contrapartidas sociais de formação audiovisual e também terá como produto um catálogo contendo ficha técnica das obras exibidas, assim como textos sobre Cinema Experimental.
A 13ª Mostra Internacional de Áudio, Vídeo/Filme e Performance Experimental Strangloscope é um evento de audiovisual experimental que ocorrerá no Rio de Janeiro em 5 dias. A edição de 2020 terá o título O Antropoceno e as Práticas Experimentais de Imagem e Som. Sua realização envolve diversos artistas, curadores, cineastas experimentais, brasileiros e internacionais, em atividades diversas: exibições fílmicas, performances, sessões comentadas, debates, oficinas e master classes. Contará com contrapartidas sociais de formação audiovisual e também produzirá um catálogo contendo informações sobre as obras exibidas, artistas presentes na edição, além de textos sobre cinema experimental. Entre os convidados principais da edição estão Maria Felix Korporal, Karel Doing e Takashi Makino. O projeto tem idealização, direção geral e curadoria de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting, produção executiva de Hans Spelzon e coordenação administrativa de Luisa Pitanga. A produção é da Circular Filmes.
Objetivo geral Discutir questões ambientais e sociais do Antropoceno através do Audiovisual Experimental, promovendo uma ampliação da consciência do público sobre a relação do ser humano com a natureza. Objetivos específicos - Produzir, em 3 meses, um catálogo que se torne de referência da cena experimental brasileira atual, contendo textos, imagens relacionadas aos temas do Antropoceno, imagens dos filmes projetados, informações destes, assim como informações sobre os artistas participantes, curadores, incentivadores, ficha técnica; - Realizar, em 3 meses em cada cidade, a curadoria de cada sessão do evento, assim como orientar oficinas, debates e masterclasses previamente selecionadas; - Organizar, em 3 meses, toda a programação do evento no centro cultural que o abrigará durante; - Preparar, em 3 meses, toda a logística de transporte dos convidados nacionais e internacionais do evento, assim como da equipe de coordenação e produção do projeto, que estará em viagem; - Buscar, em 3 meses ou mais, serviços diversos em cada cidade para a realização do evento com a melhor qualidade de hospedagem, alimentação e outras possíveis ofertas, buscando sempre otimizar os recursos financeiros aportados; - Listar e organizar, em 3 meses, todo o material necessário para a execução das atividades no espaço selecionado, incluindo equipamentos de projeção, de luz, de som, geradores, material para a oficina, artigos de papelaria, etc; - Realizar, em 3 meses, a negociação de direitos, o recebimento de arquivos audiovisuais em filme ou digital, preparar a edição dos mesmos para a exibição durante a mostra; - Elaborar, em 2 meses, todas as peças gráficas virtuais ou impressas do projeto, diagramando o catálogo; - Adequar e realizar, em 1 semana, a impressão de todo o material gráfico do evento, incluindo catálogos, fôlderes, cartazetes, e outros materiais; - Preparar e realizar, em 3 semanas em cada cidade, a montagem do evento, acompanhando todos os serviços contratados, incluindo locações, voos, compras de materiais básicos, além de utilização dos serviços e materiais do centro cultural parceiro; - Realizar, em 1 semana em cada cidade, todas as atividades previstas na programação do evento, atingindo o maior público possível; - Realizar, em 1 mês após a execução em cada cidade, a devolução de todo o material locado e emprestado ao evento, assim como o retorno da equipe em viagem aos seus locais de origem; - Realizar, em 1 mês após a execução em cada cidade, a organização de registros do evento, entrega de contrapartidas, assim como os pagamentos finais aos prestadores de serviços; - Realizar, em 1 mês após a execução em cada cidade, a prestação de contas do projeto.
O que seria uma estética diferente para pensar as relações e apagamentos entre humano e natureza hoje? Pensar imagens libertas do caráter representativo _ pensá-las como potências imagéticas e sonoras que rompem com o Antropocentrismo na medida em que afirmam uma micropolítica da percepção, do risco, de uma poética da imanência. Desejamos criar uma abertura sensível à possibilidade de fazer do cinema, o lugar onde novos modos de existência possam emergir. O que pode o cinema experimental no Antropoceno? Como apagar o rastro do humano na história geológica do planeta? Como criar imagens e sons que não deixem rastros, restos, dejetos? É isso que nos perguntamos através das obras audiovisuais nesta 13ª edição da Mostra Strangloscope. Esta edição da mostra compreende o Antropoceno como uma estrutura inovadora, revigorante e amplamente conceituada para repensar a relação entre natureza e cultura, meio ambiente e sociedade. Convidamos o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro e a filósofa Déborah Danowski para a masterclass de abertura. Assim, iniciaremos os trabalhos com o gesto de pensar o planeta e o Brasil a partir da degradação da vida causada pela mudança climática. Os convidados são videoartistas e cineastas experimentais que empregam tecnologia limpa e buscam na ciência uma transformação na produção das imagens que alie os temas contemporâneos aos modos de realização. O australiano Karel Doing, cineasta experimental e professor universitário, nos trará a técnica dos phytograms, como fazer filmes sem câmera utilizando flores, folhas, e a luz do sol. A holandesa Maria Felix Korporal falará de seu processo de criação artística em videoarte aliado às temáticas e modos de produção e exibição ecológicos. Takashi Makino nos trará seus filmes que simulam o Cosmos, entre outros. Teremos exibições de filmes, videoarte, instalações, performances e oficinas de criação alinhadas com a prioridade ecológica e que reinstauram a relação com a artesania, o trabalho manual e corporal envolvido na construção das imagens e do som. O público será chamado a cooperar com a redução do lixo durante todas as atividades da mostra e será enfatizado sempre como o comportamento humano necessita ser revisto para minimizar os efeitos negativos sobre o planeta. A Lei Federal de Incentivo à Cultura se adequa à sua realização pelo atendimento dos objetivos expressos em lei a seguir: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;
Sala Cosme Alves NettoA sala de exibição cinematográfica e audiovisual Cosme Alves Netto, homenagem ao cineclubista, agitador cultural e diretor da Cinemateca entre 1965 e 1988, é um espaço multi-artístico destinado primordialmente à exibição de obra audiovisuais em película, vídeo analógico e cópias digitais, em diferentes bitolas, formatos, resoluções e sistemas sonoros, incluindo a apresentação de filmes silenciosos com acompanhamento musical ao vivo ao piano. Abriga também diferentes modalidades de criação artística, da peça teatral, passando pela performance, e envolvendo o espetáculo musical de pequeno e médio porte. Versátil, o espaço já comportou desde projeções de lanterna mágica com narração ao vivo até concertos de música clássica. Serve também à realização de cursos, simpósios, palestras, máster classes, debates, rodas de conversa e apresentação de produtos. Dimensões Sala: Com piso em material antichama (vermelho) Dimensões Palco: 8m x 3m Dimensões Tela: com cortina elétrica vermelha em tecido semi sintético com tratamento de ignifugação Alimentação:110v (palco e lateral) e 220v (lateral); para cargas maiores que 1KVa acessar quadro de luz no corredor de acesso à sala e consultar equipe de manutenção do museu; a ligação é feita diretamente no barramento via garra jacaré e prolongas de no mínimo 20m) Luz de serviço: 3 seções (palco, meio da sala e fundo da sala) com 48 lâmpadas de tungstênio 60w cada (controle via disjuntor na cabine de projeção) Equipamentos de Iluminação: 1 refletor elipsoidal, 1 refletor Fresnel, 4 refletores PAR-38 250w Equipamentos de Som: • Medusa de conexão com 6 entradas P10-P10 mono entre palco e mesa de som na cabine de projeção • mesa de som staner • mesa de som Yamaha • 3 microfones sem fio (alimentação via 2 pilhas alcalinas tamanho AA) • Processador de Som Dolby CP 45 analógico (distribui o som para as caixas acústicas da sala de exibição em padrão estéreo; para outras opções prever som independente instalado na sala) • Equipamento de Projeção (para apresentações simples; para projeção profissional ver rider específico em Projeção Fotoquímica e Digital) • projetor multimídia Mitsubishi 1080i, com entradas HDMI e VGA, e adaptadores thunderbolt para ambos os padrões em caso de input via computador Mac (redefinir a resolução da saída em 720p para não haver flicagem na projeção); o som via cabo P2 é plugado com adaptador P10 na medusa de palco Instrumentos • piano de cauda Bösendorfer • piano armário Apoio de palco • 4 cadeiras (azuis) • 3 cadeiras (cinzas) • 2 cadeiras (verdes) • 2 cadeiras (cinzas) • 4 mesas (pretas) • 3 mesas (marrons) • 3 banquetas com extensor (fórmica marrom) 2) Cabine de Projeção – Sala Cosme Alves Netto Projeção 35mm (projeção de arquivo rolo a rolo) • 2 projetores Cine Meccanica, Victoria V, 3.000w, com proporção 1.33:1, 1.37:1.1.66:1. 1.85:1 e2.35:1 e respetivas objetivas, velocidade 1qps, 16qps,18qps, 24qps e 25qps, e som Mono, Estéreo, Dolby Stereo, SR e SRD, via CP 45 analógica e caixa acústicas KCS, com sinal de frequência de saída em 85Db Projeção 16mm (projeção de arquivo rolo a rolo) • 2 projetores Bell & Howell, Filmosound Projeção Digital Full HD (1920 x 1080) • Projetor Epson Pro Cinema 1985 WU, 4.800 lumens, input via servidor e cabo HDMI (verificar formatos e codecs aceitos abaixo) Projeção Digital 4K (4096 x 2160) • Projetor Barco 4K F-90, 11.800 lumens, input via servidor e display-port Projeções especiais (bitolas não convencionais, multiprojeção, performances com projeção): consultar a direção da Cinemateca Servidor DCP para Epson Pro Cinema 1985 WU • Info 3, para arquivos DCP2K aberto, Mov (H264), MP4 (H264), bluray, AVI e BD-R, com reprodução de som estéreo Servidor DCP para Barco F-90 • em montagem Players de vídeo e mídia ótica Receiver de áudio e vídeo • Marantz
O catálogo será melhor especificado durante a pré-produção, quando serão definidos as obras e haverá o trabalho do designer. Seguirá os padrões das últimas edições da Mostra Strangloscope. Conterá ficha técnica das obras exibidas, fotos dos artistas convidados da edição, textos sobre cinema experimental, apresentação da curadoria e outras informações que serão definidas durante a mencionada etapa. A duração das sessões depende da curadoria em pré-produção. Será informada ao final desta etapa do projeto. O material das oficinas será composto por equipamentos de projeção, revelação e filmagem diversos. As demais informações estão no item descrição da atividade do produto.
Haverá um Programa Acessibilidade, em horário especial, para pessoas com necessidades visuais e auditivas. Ele contará com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras de curtas experimentais e haverá ainda, como extensão da mesma atividade, um debate com os curadores com tradução simultânea em Libras. O contato com as instituições parceiras deste programa será feito durante a pré-produção do evento. A atividade terá duração aproximada de 90 minutos. A Cinemateca do MAM também possui rampas de acesso e corrimão para pessoas com necessidades físicas.
O projeto terá sessões a preços populares, de apenas R$ 2,00 a inteira e R$1,00 a meia-entrada. Além disso, haverá sessão educativa gratuita (especialmente para alunos de escolas públicas) + debate com o Duo Strangloscope. Contará ainda com oficinas gratuitas, com seleção prévia de interessados pela produção e os professores do curso.
Idealização, direção geral e curadoria – Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting Produção executiva – Hans Spelzon Coordenação de produção– Luisa Godoy Pitanga Coordenação administrativa - Luisa Godoy Pitanga (empresa proponente) Apoio institucional – Goethe-Institut Duo Strangloscope – Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting Radicados em Florianópolis (SC), são idealizadores, coordenadores e curadores da Mostra Strangloscope há 12 edições. Nela, reúnem as produções mais recentes do campo experimental nacional e internacional em Artes Visuais e Sonoras, Cinema e Performance. Também recebem curadores, artistas e teóricos diversos em eventos menores, com o objetivo de criar público e fomentar o conhecimento sobre práticas artísticas audiovisuais experimentais. Foram homenageados na mostra S8 da Coruña como cineastas da vanguarda do cine experimental brasileiro. Além de diversos curtas, realizaram um longa experimental, “Angelus Novus”, que tem Edgard Navarro, Chico César e Daniel Santiago no elenco. O filme participou da sessão Contemporâneos do 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, em 2017. Atualmente, desenvolvem performances audiovisuais com uso de película (35mm, 16mm e Super-8) e acompanhamento sonoro, trabalhando na esfera do Cinema Expandido, ou seja, além da sala de exibição, da galeria e de museus. Já tiveram exibições do conjunto de seu trabalho no México, Índia, Chile, Argentina, Itália, USA, Berlim, Praga, no Porto. Foram tutores de uma residência artística em Valparaiso, no Chile, a convite do Proceso de Error - Festival Internacional de Vídeo Experimental. Realizaram residência artística em Belgrado para produção do curta-metragem “Leopard Man Study”, como parte da premiação que receberam no Festival Alternative pelo filme “Time Gap”, em 2015. Recentemente fizeram residência artística no México, na Chapada Diamantina e no Rio Grande do Sul. Os trabalhos resultantes, respectivamente, o curta-metragem “Sólo un poco aqui” (2018), “Vazios Habitados” (2018) e “Fantasmagorias Líquidas” (2019) estão sendo exibidos em festivais como VIDEOEX, na Suíça; Festival des Cinémas Différents, em Paris; Cineautopsia 2019, em Bogotá; FAM – Festival de audiovisual do Mercosul; Festival Ecrã, no Rio de Janeiro; Festival de Cinema Super 8, de Campinas; Super OFF SP. A performance de Cine Expandido com multiprojetores “Carcará” foi exibida no Festival Cine Esquema Novo, de Porto Alegre, em novembro de 2018, além de convidada para a abertura do Festival Assimetria, em Florianópolis, em maio de 2019. O Duo Strangloscope está listado como parte da pesquisa do grupo ECO-UFF que resultou no ensaio: Uma cartografia do cinema experimental brasileiro contemporâneo da Revista ECO PÓS vol. 19, 2016. Página no vídeo: https://vimeo.com/duostrangloscope Perfil do projeto no Facebook: https://www.facebook.com/mostra.strangloscope.7 Hans Spelzon Possui estudos em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense com passagem pela Universidad Nacional de Córdoba (UNC), na Argentina. Foi da equipe de pesquisa dos documentários “Clementina” (2019), de Ana Rieper, e de “Alma Clandestina” (2019), de José Barahona. Entre 2015 e 2018 foi assistente de produção na Paladina Filmes, quando participou do desenvolvimento e captação de “Natureza Feminina” (CineBrasil TV, 2019); “Um gosto de sol - A música do Clube da Esquina” (Prodecine 01/2016); e “Paraíso Tropical” (Canal Curta!, 2020). Foi curador e produtor executivo da mostra “O Realismo Social no Cinema de Mike Leigh”, realizada no CCBB RJ em 2018. Em 2020, nos CCBB RJ, SP e DF, será realizada a mostra “Do outro lado – O Cinema de Fatih Akin”, de sua criação, curadoria e coordenação geral. Colaborou com a produção do média-metragem Funes, de Yuri Lins, projeto incentivado pelo Funcultura/PE. Luisa Godoy Pitanga Produtora, roteirista, educadora audiovisual e mestre em Antropologia e Sociologia (UFRJ). Foi coordenadora de produção de projetos de educação ambiental com oficinas de produção audiovisual e sessões de exibição em praça pública em 10 municípios. Dirigiu os documentários “A Palavra que me leva além” (2000), sobre hiphop carioca, e “Saravá, Jongueiro” (2003), um dos últimos registros de Mestre Darcy do Jongo em vida. Foi pesquisadora e roteirista do documentário “Samba de Cabôco” (2004), que aborda o maracatu rural em Pernambuco, além de roteirista de “Som dos Sinos”, uma viagem em busca da cultura sineira de Minas Gerais, prêmio de melhor documentário no Festival Audiovisual Mercosul de 2017. Faz parte do coletivo audiovisual Cineclube Mate com Angu e é sócia da produtora Circular Filmes.
PROJETO ARQUIVADO.