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PRONAC 193494Apresentou prestação de contasMecenato

PLANO BIANUAL DE ATIVIDADES DO MUSEU DA IMIGRAÇÃO 2021/2022

Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração
Solicitado
R$ 2,20 mi
Aprovado
R$ 2,09 mi
Captado
R$ 2,09 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43776517000180Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP1900-01-01R$ 1,50 mi
13016092000140SOCIEDADE ANONIMA HOSPITAL ALIANCA1900-01-01R$ 400,0 mil
60889128000180Banco Sofisa S.A.1900-01-01R$ 177,0 mil
***107568**ALEXANDRE MUTRAN1900-01-01R$ 4,9 mil
***388658**MARCOS AURELIO SANTIAGO FRANCOZO1900-01-01R$ 2,0 mil
***275748**Vitória Rosa Neal Boldrin1900-01-01R$ 1,0 mil
***434128**GREGORY GONCALVES DE BONIS1900-01-01R$ 850,00
***207679**MATHEUS LINI SEGURA1900-01-01R$ 550,00

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-01
Término

Resumo

O presente Plano se refere a programação do Museu da Imigração do Estado de São Paulo para o exercício de 2020. Essa programação engloba a realização de ações relacionadas às linhas de atuação da instituição: conservação de acervo, exposições de arte e de objetos que compõem a coleção do Museu da Imigração, projetos educativos, oficinas, publicações e eventos artísticos, incluindo a Festa da Imigração.

Sinopse

1. EXPOSIÇÃO ÁFRICA EM SÃO PAULOA proposta da exposição é mostrar, em fotos e textos, a diversidade de africanos que adotaram a cidade de São Paulo nos últimos anos. São imigrantes (principalmente refugiados, mas não só). Homens e mulheres que vieram de países como Angola, República Democrática do Congo.Os retratos formarão um painel bem variado e interessante desses novos imigrantes. São pessoas que reinventaram suas histórias ao chegarem a São Paulo, ganhando novas profissões e formando novas famílias. Nas entrevistas, eles comentam os motivos para deixar a África e a adaptação à realidade brasileira.Anexos:- Memorial descritivo- Lista preliminar de obras 2. FESTA DO IMIGRANTE (Edições de 2021 e 2022) Danças e músicas de diversas nacionalidades que compõem a pluralidade cultural de São Paulo, anualmente são reunidas na Festa do Imigrante, complementadas por sua gastronomia e artes tradicionais. A partir da 19ª edição do evento (realizado em 2014), o público também pôde ter acesso às reinauguradas instalações do Museu da Imigração e à nova exposição de longa duração ?Migrar: Experiências, Memórias e Identidades?, bem como às mostras temporárias.A realização da Festa do Imigrante possibilita anualmente a troca e a aquisição de conhecimento cultural entre o público e as comunidades de imigrantes e descendentes e, também, a preservação e o resgate da pluralidade da cultura brasileira, formada a partir desta grande diversidade de origens estrangeiras. Em seus anos consecutivos de realização, a Festa do Imigrante tem representado um forte estímulo e apoio à preservação e manutenção dos vários grupos de dança que participam do evento. Inicialmente, esse impulsionamento foi realizado por meio do custeio integral e logística em relação ao transporte dos grupos, camarins, alimentação, além da estrutura completa para a boa realização das apresentações. Com grande repercussão, as apresentações destes grupos na Festa do Imigrante representam uma importante vitrine para divulgação de suas atividades artísticas, estimulando novas possibilidades de atuação. Somam-se ainda a este auxílio direto as possibilidades que o evento cria de geração de renda para manutenção das atividades cotidianas destes grupos artísticos; com o pagamento de cachês e com a possibilidade de exploração comercial por parte das comunidades que estão presentes também nas áreas de alimentação e artesanato, subsidiadas pela realização do evento. Importante ressaltar ainda que a Festa do Imigrante é um evento tradicional, com 25 anos de realização e incentivos aos grupos de dança, que desde 2011 vem passando por um processo gradual de profissionalização e qualificação técnica, tendo na possibilidade de patrocínios via incentivo fiscal um caminho de continuidade nesta importante evolução.Sugerimos consultar os links abaixo para conhecer melhor a Festa:https://www.museudaimigracao.org.br/festa-do-Imigrantehttps://www.youtube.com/watch?v=esR9F93_1AU

Objetivos

O Museu do Imigração é uma instituição pública do Governo do Estado de São Paulo, gerida por meio de contrato com uma organização social de cultura, o INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração).O Museu da Imigração do Estado de São Paulo é responsável pela preservação da história e da memória das pessoas que chegaram no Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes _ que funcionou de 1887 a 1978 _ e o relacionamento construído, ao longo dos anos, com as diversas comunidades representativas da cidade e do Estado.A missão do Museu é promover o conhecimento e a reflexão sobre as migrações humanas, numa perspectiva que privilegie a preservação, comunicação e expressão do patrimônio cultural das várias nacionalidades e etnias que contribuem para a diversidade da formação social brasileira.Sediado no próprio prédio da antiga Hospedaria de Imigrantes, o Museu da Imigração foi reinaugurado em 2014 com novo projeto museológico, que valoriza ainda mais o encontro das múltiplas histórias e origens e propõe ao público o contato com as lembranças daquelas pessoas que vieram de terras distantes, suas condições de viagem e adaptação.Assim, umas das funções sociais do museu é celebrar a diversidade abarcando a imigração como um processo contínuo e humano, permeado por questões similares vividas por quem o experimenta, no presente e no passado. Colocar essas experiências em contato é uma das premissas que orientam nossas ações, e sendo assim, a política de exposições do Museu da Imigração foi desenvolvida para comunicar de maneira estratégica as ações de pesquisa e preservação, internas e externas à instituição, imediatamente relacionadas aos processos migratórios. As exposições abordaram temas contemporâneos _ como direitos de imigrantes, refugiados e identidade _ com olhares sobre a história e o acervo, o programa de exposições busca equilibrar o lugar de afeto com o lugar da crítica, tendo como vetor privilegiado objetos, histórias e memórias ligados às experiências de deslocamento ontem e hoje, em diálogo direto com a rede de museus históricos do Estado e a produção artística contemporânea sobre o tema.Na frente da programação cultural do Museu da Imigração, a Festa do Imigrante, destaque da gestão, continua sendo uma de suas principais ações. Para o biênio 2021/2022 pretende-se qualificá-la e ampliá-la com a captação de recursos, possibilitando maior participação de novas comunidades e aumento de sua representatividade no que diz respeito à diversidade cultural de São Paulo.No âmbito Educativo o objetivo é de ampliar o alcance dos projetos que dialogam diretamente com a comunidade local, estreitando os vínculos com escolas do entorno e incentivando a visitação de um novo público. Esses projetos propõem o debate de diferentes visões sobre as temáticas do museu de modo a fomentar a reflexão crítica do público sobre os temas, assim como descrito nos objetivos do Museu da Imigração. Eles permitem ainda abordar a migração histórica e contemporânea de forma lúdica e acessível à faixa etária e especificidades dos estudantes atendidos, e privilegiar o desenvolvimento de todos os indivíduos envolvidos no processo educativo, atuando para a formação de sujeitos autônomos, propositivos e críticos, com foco na mediação e construção coletiva de conhecimento. Compondo o programa educativo alguns projetos preveem ações extramuros que permitem expandir a capacidade de atendimento do Museu.Para a sustentabilidade financeira institucional, o INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração) deve realizar parcerias, permutas e viabilizar projetos por meio de leis de incentivo à cultura. Esse Plano Bianual justifica-se, em primeiro lugar, por serem finalidades de suas atividades propostas o atendimento aos incisos I, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º. da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei n. 8313/91), quais sejam:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacionalV - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos aos seguintes objetivos:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a organização, manutenção e ampliação de equipamentos como museus e arquivos, bem como de suas coleções e acervos, e a restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, e à levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Justificativa

O Museu do Imigração é uma instituição pública do Governo do Estado de São Paulo, gerida por meio de contrato com uma organização social de cultura, o INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração).O Museu da Imigração do Estado de São Paulo é responsável pela preservação da história e da memória das pessoas que chegaram no Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes _ que funcionou de 1887 a 1978 _ e o relacionamento construído, ao longo dos anos, com as diversas comunidades representativas da cidade e do Estado.A missão do Museu é promover o conhecimento e a reflexão sobre as migrações humanas, numa perspectiva que privilegie a preservação, comunicação e expressão do patrimônio cultural das várias nacionalidades e etnias que contribuem para a diversidade da formação social brasileira.Sediado no próprio prédio da antiga Hospedaria de Imigrantes, o Museu da Imigração foi reinaugurado em 2014 com novo projeto museológico, que valoriza ainda mais o encontro das múltiplas histórias e origens e propõe ao público o contato com as lembranças daquelas pessoas que vieram de terras distantes, suas condições de viagem e adaptação.Assim, umas das funções sociais do museu é celebrar a diversidade abarcando a imigração como um processo contínuo e humano, permeado por questões similares vividas por quem o experimenta, no presente e no passado. Colocar essas experiências em contato é uma das premissas que orientam nossas ações, e sendo assim, a política de exposições do Museu da Imigração foi desenvolvida para comunicar de maneira estratégica as ações de pesquisa e preservação, internas e externas à instituição, imediatamente relacionadas aos processos migratórios. As exposições abordaram temas contemporâneos _ como direitos de imigrantes, refugiados e identidade _ com olhares sobre a história e o acervo, o programa de exposições busca equilibrar o lugar de afeto com o lugar da crítica, tendo como vetor privilegiado objetos, histórias e memórias ligados às experiências de deslocamento ontem e hoje, em diálogo direto com a rede de museus históricos do Estado e a produção artística contemporânea sobre o tema.Na frente da programação cultural do Museu da Imigração, a Festa do Imigrante, destaque da gestão, continua sendo uma de suas principais ações. Para o biênio 2021/2022 pretende-se qualificá-la e ampliá-la com a captação de recursos, possibilitando maior participação de novas comunidades e aumento de sua representatividade no que diz respeito à diversidade cultural de São Paulo.No âmbito Educativo o objetivo é de ampliar o alcance dos projetos que dialogam diretamente com a comunidade local, estreitando os vínculos com escolas do entorno e incentivando a visitação de um novo público. Esses projetos propõem o debate de diferentes visões sobre as temáticas do museu de modo a fomentar a reflexão crítica do público sobre os temas, assim como descrito nos objetivos do Museu da Imigração. Eles permitem ainda abordar a migração histórica e contemporânea de forma lúdica e acessível à faixa etária e especificidades dos estudantes atendidos, e privilegiar o desenvolvimento de todos os indivíduos envolvidos no processo educativo, atuando para a formação de sujeitos autônomos, propositivos e críticos, com foco na mediação e construção coletiva de conhecimento. Compondo o programa educativo alguns projetos preveem ações extramuros que permitem expandir a capacidade de atendimento do Museu.Para a sustentabilidade financeira institucional, o INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração) deve realizar parcerias, permutas e viabilizar projetos por meio de leis de incentivo à cultura. Esse Plano Bianual justifica-se, em primeiro lugar, por serem finalidades de suas atividades propostas o atendimento aos incisos I, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º. da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei n. 8313/91), quais sejam:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacionalV - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Assim, segundo o Art. 3° da mesma lei, para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1° acima listado, reafirmamos que atenderemos aos seguintes objetivos:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a organização, manutenção e ampliação de equipamentos como museus e arquivos, bem como de suas coleções e acervos, e a restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, e à levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Devido ao Contrato de Gestão do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI firmado com o Governo do Estado de São Paulo, os custos administrativos foram zerados neste projeto, uma vez que já são contemplados pelo referido contrato. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO Total ingressos Plano Anual: 108.071 Distribuição Gratuita: 34.144- Ações de caráter social, educativo ou de formação: 27316- Patrocinadores: 3414- Divulgação: 3414 Distribuição Ingressos Inteira: 27.320Ingressos Meia-Entrada: 46.607Preço unitário: R$ 10,00 Detalhamento por produtos: - Oficinas/Workshop – 820- Contrapartidas Sociais – Museu vai à escola – 1000- Festival/Mostra - 30.331 (sendo 1.600 gratuidade)- Exposição de Artes –África em São Paulo - 75.000

Especificação técnica

Como o bloco de DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES não está disponível para Readequação, inserimos aqui as seguintes ações:DESCRIÇÃO DE ATIVIDADESCONTRAPARTIDA SOCIAL Atendendo ao Art. 22 da IN nº 2/2019, serão oferecidas gratuitamente, na chave da contrapartida social, as visitas educativas que compõem o programa ?Museu vai à escola?. A atividade contempla um público 100% formado por estudantes da rede pública de ensino e professores responsáveis. As visitas serão realizadas pela equipe do Núcleo Educativo do Museu da Imigração, e cada uma terá aproximadamente 3 horas de duração.Programa Museu vai à escola O ?Museu vai à escola? surge da vontade do Museu da Imigração de se aproximar e conhecer o funcionamento e o cotidiano das escolas do município de São Paulo, com a finalidade de expandir a presença física do Núcleo Educativo para além dos muros do museu. Nas ações realizadas desde 2017, já foram trabalhados temas como direitos humanos, colecionismo e patrimônio.Para 2022, o projeto prevê uma ampliação dos públicos atendidos, propondo uma ação estruturada em três encontros gratuitos (dois na escola e um no Museu) com 25 turmas de cerca de 40 alunos cada + 2 professores por turma, totalizando uma capacidade máxima de 1.000 estudantes e 80 professores da rede pública de ensino atendidos (1080 pessoas beneficiadas no total). A intenção é diferenciar os materiais e conteúdos de acordo com os ciclos escolares, focando a ação no contato dos públicos com objetos para trabalhar a imigração por meio da cultura material e da educação patrimonial, culminando na visita ao edifício da Hospedaria de Imigrantes do Brás.Assim, pretende-se realizar uma chamada aberta com as condições de realização do projeto, privilegiando instituições que ficam geograficamente afastadas do Museu da Imigração e que historicamente não têm acessado a instituição, o que será verificado por meio de um diagnóstico do agendamento de visitas.O programa pedagógico das visitas do programa está anexado aos documentos da proposta. PROJETOS EDUCATIVOS Roda de conversas com mulheres migrantes Nas migrações contemporâneas atuais, as mulheres conformam 48% das pessoas que moram fora do país de origem, o que faz delas a parcela majoritária dos processos migratórios. Embora a feminização das migrações venha sendo mais estudada e analisada como o resultado da articulação complexa entre forças estruturais condicionadas pelos papéis de gênero, a discriminação sexual e a globalização, ainda há importantes questões referentes a como os governos locais, estaduais e federais vão respondendo a esta demanda.Considerando a exposição temporária ?Mulheres em movimento?, em cartaz em 2022, realizada com recursos próprios, o Museu da Imigração pode aproveitar a oportunidade e ser uma ferramenta de articulação para as comunidades migrantes, considerando a relação histórica com os processos migratórios bem como a disponibilidade de espaços para atividades e reuniões dos diferentes coletivos e iniciativas que debatem a migração contemporânea na cidade.A proposta de rodas de conversa com mulheres migrantes tem como objetivo entrar em contato com grupos que possuam este perfil (localizadas através de ONGs e centros de acolhida parceiros do Museu da Imigração) e criar um espaço para debater e divulgar políticas públicas de saúde, assistência social, educação e regularização de documentos. Os encontros podem envolver a necessidade de uma ação ou oficina com especialista, a partir dos interesses das participantes. Como pano de fundo, a intenção é tornar o Museu um local onde seja possível compartilhar afetos, cuidados e narrativas de migração.

Acessibilidade

O Museu da Imigração passou por uma ampla restauração em 2014, e possui atualmente toda a estrutura necessária para receber adequadamente idosos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida como rampas de acesso, elevadores para cadeirantes e sanitários adaptados. Os projetos expográficos realizados pela equipe de comunicação museológica levam em consideração normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para acessibilidade, prevendo circulação de cadeirantes e demais necessidades dos visitantes. A exposição de longa duração disponibiliza placas de tradução, contendo os textos e legendas em dois idiomas, pelo menos. No ano de 2019, através do recebimento do prêmio do 4ª Edital de Modernização de Museus do Instituto Brasileira de Museus (IBRAM), o Museu da Imigração executou um plano executivo de acessibilidade com a instalação de uma estrutura completa, visando a obtenção do Selo de Acessibilidade Arquitetônica junto à Comissão Permanente de Acessibilidade – CPA, órgão que faz parte da Secretária Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). Foram instalados 600 metros de piso tátil nas áreas comuns e na exposição de longa duração, sinalização em Braile, maquete tátil e mapas táteis. Ainda dentro do mesmo plano executivo foi produzido conteúdo das exposições em formatos videolibras e audiodescritivo. O recebimento do prêmio permitiu também a contratação de dois módulos do curso de ?LIBRAS in Company? para as equipes de atendimento do MI e a execução, pelo segundo ano consecutivo, de ações de acessibilidade na 24ª Festa do Imigrante realizada nos dias 02,08 e 09 de junho de 2019, bem como na edição de 2021, que ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de dezembro. Medidas de acessibilidade descritas por produto: - Exposição de Artes Para as exposições realizadas no Museu da Imigração os projetos expográficos desenvolvidos pela equipe de comunicação museológica levam em consideração as normas da Associação Brasileira de Normais Técnicas (ABNT) para acessibilidade, prevendo a circulação de cadeirantes e demais necessidades dos visitantes. Para um melhor atendimento do público formado por pessoas com deficiência visual serão disponibilizadas placas em braile com a descrição das peças que compõem a mostra. - Festival/Mostra Para a 26ª e 27ª Festa do Imigrante algumas adaptações são realizadas no espaço que hoje abriga o Arsenal da Esperança, espaço que integra, juntamente com o Museu da Imigração, o conjunto arquitetônico histórico da antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás. A adaptação em alguns espaços, acontece visando tornar o espaço apropriado para o deslocamento de idosos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, por meio de instalação de rampas de acesso, barras laterais de apoio e sinalizações específicas. Além disso, há sanitários em condições adequadas de acessibilidade e serão criadas vagas exclusivas de estacionamento para este público na área interna do evento, garantindo seu acesso de maneira segura e confortável. Vale ressaltar que, desde 2017, a instituição criou rotas acessíveis nas áreas externas, que incluem todos os corredores de alimentação. Serão aplicadas ainda as seguintes ações de acessibilidade durante os três dias de evento:a) audiodescrição das danças e figurinos;b) folder em braille;c) site do evento com recurso para baixa visão (recurso já existente);d) monitores para oferecer atendimento especializado; Deficientes Auditivosa) monitores para oferecer atendimento especializado em libras;b) interpretação em libras durante as apresentações artísticas. - Oficina Para as oficinas que compõe os eventos como a Festa do Imigrante serão disponibilizados intérpretes de libras, audiodescrição das aulas durante o workshop de dança, além de monitores especializados que irão acompanhar o público na chegada ao Museu até os espaços onde irão acontecer as oficinas. - Contrapartida Social Para as ações que compõe as visitas do programa Museu Vai à Escola, realizadas na rede de ensino pública atendida, a equipe do Núcleo Educativo do Museu da Imigração foi capacitada ao longo de 2019, participando de dois módulos do curso de libras, estando apta para prestar um atendimento básico em libras às crianças deficientes auditivas. Além disso, as escolas atendidas atendem aos critérios de acessibilidade, com rampas e banheiros acessíveis.Todos os recursos estruturais envolvendo as medidas de acessibilidade presentes neste Plano Bianual que não foram incluídos no orçamento, já fazem parte do Museu da Imigração e têm sua manutenção financiada pelo Contrato de Gestão com o Governo do Estado de São Paulo.

Democratização do acesso

O Museu da Imigração, como instituição cultural, tem como premissa o acesso ao equipamento cada vez mais democrático atingindo uma diversidade de grupos culturais, em diversas faixas etárias, e em diferentes camadas sociais e econômicas.Para assegurar a democratização de acesso a todas às atividades e eventos realizados no Museu da Imigração serão realizadas as seguintes ações:· Ingressos a preços populares e política de isenção: todos os ingressos serão vendidos a preços populares e será disponibilizada meia entrada (idosos 60 anos ou mais; crianças entre 06 e 16 anos; estudantes, professores da rede particular de ensino); Isenção de ingressos para pessoas com deficiência, grupos de escolas públicas, estudantes e professores de rede pública, crianças até 5 anos, grupos de associações ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade, guias de turismo, servidores públicos do Estado de São Paulo, participantes inscritos em atividades educativas e programação cultural do Museu, e gratuidade a todos os visitantes presenciais aos sábados, em todas as áreas expositivas do equipamento cultural.· Todos os grupos, mesmo aqueles com isenção de ingressos, terão também acesso às atividades de acolhimento desenvolvidas pelo Núcleo Educativo e relacionadas de forma direta ao projeto.Em termos de engajamento social, um dos grandes destaques do INCI à frente da gestão do Museu da Imigração é a atuação da equipe educativa junto aos mais diversos públicos, com atividades regulares que abordam os aspectos históricos, antropológicos e identitários provocados pelas ações de comunicação museológica da instituição. Ainda no que tange à articulação, as equipes da instituição integram e alinhavam uma extensa rede de parcerias, seja junto a coletivos de imigrantes e migrantes de diversas origens, às instâncias de apoio e assistência que atuam diretamente com tais grupos (como ACNUR/ONU, CEDIC-PUC-SP, assessoria de políticas imigrantes da Prefeitura de São Paulo ou ONGs como IKMR, que atua com crianças), às frentes acadêmicas que discutem a história da imigração e direitos de imigrantes (Escola do Parlamento, Rede de Educação Patrimonial, NEPO-Unicamp, etc.). Tal articulação se desdobra em programas do Museu – como o de história oral, seminários, cursos e programações culturais – e também em cessões gratuitas de espaço, cursos de língua portuguesa para refugiados e na apropriação desses grupos das áreas do Museu para encontros livres, em especial aos fins de semana.Ao adotar tais ações como ferramentas de democratização de acesso, o projeto atende aos seguintes incisos do Art. 21 da IN nº 02/2019:III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, da exposição, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VII - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil;Atendendo ao Art. 22 da IN nº 2/2019, serão oferecidas gratuitamente, na chave da contrapartida social, as visitas educativas que compõem o programa ?Museu vai à escola?, que espera receber ao longo do período 25 turmas de cerca de 40 alunos cada, totalizando 1.000 (hum mil) participantes, sendo um público 100% formado por estudantes da rede pública de ensino e professores responsáveis. As visitas serão realizadas pela equipe do Núcleo Educativo do Museu da Imigração, e cada uma terá aproximadamente 3 horas de duração.Museu vai à escolaO projeto ?Museu vai à escola? surge da vontade do Museu da Imigração de se aproximar e conhecer o funcionamento e o cotidiano das escolas do município de São Paulo, com a finalidade de expandir a presença física do Núcleo Educativo para além dos muros do museu. Nas ações realizadas desde 2017, já foram trabalhados temas como direitos humanos, colecionismo e patrimônio.Para o período, o projeto prevê uma ampliação dos públicos atendidos, propondo uma ação estruturada em três encontros (dois na escola e um no Museu) com 25 turmas de cerca de 40 alunos cada, totalizando uma capacidade máxima de 1.000 pessoas atendidas. A intenção é diferenciar os materiais e conteúdos de acordo com os ciclos escolares, focando a ação no contato dos públicos com objetos para trabalhar aimigração por meio da cultura material e da educação patrimonial, culminando na visita ao edifício da Hospedaria de Imigrantes do Brás.Assim, pretende-se realizar uma chamada aberta com as condições de realização do projeto, privilegiando instituições que ficam geograficamente afastadas do Museu da Imigração e que historicamente não têm acessado a instituição, o que será verificado por meio de um diagnóstico do agendamento de visitas.

Ficha técnica

O Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI é proponente deste plano bianual, responsável pela curadoria, captação de recursos e é a instituição gestora administrativa deste projeto como também do Museu da Imigração. O proponente não irá se remunerar com os itens orçamentários deste Plano Bianual, uma vez que o Contrato de Gestão com o Governo do Estado de São Paulo já contempla os custos de coordenação e direção das atividades do museu.Sobre o proponente: O Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI é uma Organização Social de Cultura, que nasceu em 1998 da reunião das principais entidades de classe, torrefadores, produtores, exportadores, comerciantes, corretores e instituições congêneres ligadas ao café, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do Museu do Café, localizado na cidade de Santos/SP. A então Associação dos Amigos do Museu do Café qualificou-se como OS em 2008 e a partir desta data, habilitou-se a gerir instituições culturais em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo por meio de contratos de gestão, atuando mediante diretrizes e metas comprometidas com a qualidade a transparência e a economicidade do recurso público. Em 2011, após ser selecionada em chamada pública realizada pela Secretaria da Cultura, o INCI passou a ser responsável também pela gestão do antigo Memorial do Imigrante, hoje Museu da Imigração, localizado no bairro da Mooca, em São Paulo. A instituição foi reinaugurada depois de quatro anos de restauro e requalificação museológica, no dia 31 de maio de 2014.O INCI (Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração) possui uma equipe fixa responsável pelas atividades meio e fim do Museu da Imigração. Abaixo, apresenta-se os dirigentes e técnicos que atuarão diretamente na Coordenação do Plano Bianual Alessandra de Almeida Santos – Coordenadora Geral e Dirigente Advogada, pós-graduada em Direito Processual Civil (ESA/RJ), com especialização em Administração Geral e Estratégica (FGV/SP), em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade Girona (Itaú Cultural) e de Gestão em Museus pela Universidade Cândido Mendes (RJ). Desde 2005 atua no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração, Organização Social de cultura responsável pela gestão do Museu do Café e, a partir de 2011, também pelo Museu da Imigração. Em 2017 assumiu o cargo de Diretora Executiva de ambos os equipamentos culturais permanecendo até a presente data.Thiago da Silva Santos – Coordenador Financeiro e Dirigente Jornalista graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Atua desde 2006 em gestão financeira de projetos relacionados à área cultural, incluindo publicações e produção de espetáculos musicais. Em 2012 assumiu o cargo de gestor no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI concentrando suas atividades na gestão dos equipamentos culturais Museu do Café e Museu da Imigração do Estado de São Paulo, e no ano de 2015 assumiu o cargo de Diretor Administrativo/Financeiro.Caroline Feijó Nóbrega Santos – Coordenadora de Comunicação Institucional Graduada em Relações Públicas pela Universidade Católica de Santos, pós-graduada em Marketing, pela Fundação Getúlio Vargas e com MBA em Gestão em Museus pela Universidade Cândido Mendes (RJ). Atua na área de eventos desde 2006 e assumiu a coordenação do setor de Comunicação Institucional do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração - INCI, responsável pela gestão do Museu do Café e o Museu da Imigração do Estado de São Paulo. Também é responsável pela coordenação da programação cultural e comunicação institucional de ambas as instituições.Otávio Balanguer – Gestor do Núcleo de Preservação Museólogo (COREM 4R 359 II) e mestre em Museologia pela Universidade de São. Historiador (Ministério da Economia 301/SP), bacharel e licenciado em História pela mesma universidade. Estuda Master of Business Administration - MBA em Gestão de Projetos pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua como museólogo e gestor do Núcleo de Preservação do Museu da Imigração do Estado de São Paulo (MI), gerido pelo Instituto de Preservação e Difusão da História do café e da Imigração (INCI), Organização Social de Cultura. É membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e pesquisador do Laboratório de Pesquisas sobre Museus na América Latina (LAPEMAL-CNPq). Foi Técnico em Museus do Programa SISEM-SP - Sistema Estadual de Museus de São Paulo - da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari). Atuou profissional e academicamente no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), Museu Paulista da Universidade de São Paulo (MP-USP) e Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS).Bob Wolfenson – Fotógrafo e Curador da Exposição África em São Paulo Nasceu em 1954 em São Paulo, cidade onde vive e trabalha. Do início de sua carreira, aos 16 anos de idade, até os dias de hoje, ele tem trabalhado com diversos gêneros da fotografia. Uma das referências nacionais como retratista, fotógrafo de nus e moda. Wolfenson transita entre os seus projetos artísticos e a publicidade. Suas exposições de maior destaque aconteceram em influentes instituições brasileiras, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP). o Centro Cultural Maria Antônia, o Museu de arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB FAAP) e a Galeria Millan – que o representa desde 2004. Muitas de suas obras fazem parte do acervo de museus e galerias, tais como Itaú Cultural, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP, Museu de Fotografia da cidade de Curitiba, Zacheta National Gallery of ARt (Varsóvia), além de diversas coleções particulares.Naief Haddad – Curador da Exposição ?África em São Paulo É repórter especial da Folha de S.Paulo, jornal onde trabalha há 25 anos. Já foi editor de projetos especiais, de esporte, de turismo e de gastronomia, além de um dos criadores do Guia Folha e editor-adjunto da Ilustrada. Ganhou o Prêmio Folha cinco vezes. É coordenador editorial da Coleção 100 Anos de Fotografia pelas Lentes da Folha e do livro Primeira Página.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.

2023-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo