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PRONAC 193499Apresentou prestação de contasMecenato

Mãos que Tocam VII

Obras Sociais Jorge Faim Filho
Solicitado
R$ 625,8 mil
Aprovado
R$ 625,1 mil
Captado
R$ 550,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07171562000147NIOBRAS MINERACAO LTDA.1900-01-01R$ 400,0 mil
26108898000100CMOC BRASIL MINERACAO, INDUSTRIA E PARTICIPACOES LTDA.1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

88.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
GO
Município
Catalão
Início
2019-12-05
Término

Resumo

Proporcional, através de aulas regulares, o aprendizado musical continuado em violão, xilofone/metalofone e canto coral para crianças, jovens e adultos, com prioridade para alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino, possibilitar a troca de experiências entre profissionais mais experientes comos profissionais locais e alunos. Adquirir novos instrumentos para a prática dos alunos a fmi de proporcionar melhores resultados e promover mais atividades e produtos culturais que serão disponibilizados de forma gratuita.

Sinopse

TEMPO DE DURAÇÃO E A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DAS APRESENTAÇÕES MUSICAIS A apresentação de final de ano terá duração de uma hora e meia (01h30min), classificação indicativa livre. As demais apresentações terão duração média de uma hora (01h00min), classificação indicativa livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Proporcionar o ensino gratuito de violão, Instrumetal Orff (xilofone e metalofone) e canto coral para crianças, jovens e adultos/idosos distribuídos nas duas modalidades, conforme síntese do projeto, com o objetivo de realizar a inclusão sociocultural dos alunos atendidos e oportunizar uma atividade cultural no contraturno escolar para as crianças e jovens. Este projeto dará continuidade às atividades do projeto "Mãos que Tocam" que atende crianças e jovens, proporcionando atividades culturais gratuitas com o objetivo de complementar as atividades diárias destes alunos, diminuindo o tempo ocioso e consequentemente sua exposição as atividades ilícitas e/ou atividades que não condizem com a sua formação. Proporcionar aprendizado gratuito e acesso a produtos culturais para estes alunos, uma vez que o público alvo mais expressivo são crianças e jovens da rede pública de ensino OBJETIVO ESPECÍFICOS O público alvo deste projeto são crianças e jovens e, no caso do canto coral, a oportunidade se estende aos adultos/idosos, caso exista a disponibilidade e procura pela vaga, proporcionando assim atividades para todas as idades trazendo para dentro do projeto membros da família dos alunos, maiores de idade, e/ou outras pessoas da comunidade que tenham interesse em participar das atividades propostas. Atender 120 alunos regularmente matriculados em uma instituição de ensino; Realizar 09 apresentações com o grupo de alunos do projeto no decorrer do ano; Realizar 01 oficina com profissional gabaritado; Realizar 02 apresentações de contrapartidas social; Realizar 01 apresentação de final de ano com participação de profissionais de renome e reconhecida capacidade técnica com o violão.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto "Mãos que Tocam VII" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje a única possibilidade de contarmos com parceria na iniciativa privada em nossa região, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em nossa região e em todo o País. O projeto "Mãos que Tocam VII" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91), os seguintes objetivos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A presente proposta é para as atividades culturais executadas pelas Obras Sociais Jorge Faim Filho, estas atividades só existem devido ao financiamento via lei de incentivo, todos os profissionais envolvidos na execução do projeto são contratados exclusivamente para este fim, sem a lei e/ou a captação destes recursos aprovados a instituição não possui recursos para atender os alunos. A proposta apresentada NÃO é duplicada, afirmamos que o projeto "Mãos que Tocam VI - Plano Anual", já foi executado e com a prestação de contas inserida no Salic, reforçamos que não se trata de proposta fracionada, nosso projeto tem como objetivo o ensino CONTINUADO de música. Só inciaremos a execução da proposta/projeto aqui apresentada, após a prestação de contas do projeto "Mãos que Tocam VI - Plano Anual" - Pronac 18-4028 e só depois iniciar as atividades desta proposta. Por se tratar de uma proposta continuada fica claro a semelhança entre algumas etapas, itens, etc., existentes nos projetos "Mãos que Tocam", desta forma pedimos que considere nossa justificativa e, caso necessário, nos comunique das alterações necessárias. No projeto "Mãos que Tocam VI - Plano Anual" - Pronac 18-4028, foi solicitado alguns itens permanentes que também estão sendo solicitados aqui nesta proposta/projeto, no caso os violões elétricos, solicitamos novamente estes itens porque não conseguimos e não conseguiremos captação suficiente para a adquirir os mesmos nesta edição e esperamos conseguir neste ano. OFICINAS COM PROFISSIONAL ESPECIALIZADO (OFICINEIRO / PROFESSOR AUXILIAR) A rubrica solicitada como "Professor Especializado", refere-se a contratação do oficineiro previsto no detalhamento técnico. A participação deste artista está ligada a confirmação de captação a presença do mesmo não é determinante para a execução do projeto. MATERIAL PERMANENTE Reforçamos que a solicitação de material permanente em detrimento à locação, se dá pelo fato de o tempo de permanência dos itens no projeto ser logo, ou seja, todos serão utilizados ao longo do ano, utilizados nas aulas, oficinas e apresentações. A utilização dos mesmos não será de forma pontual, os violões e xilofones serão adquiridos principalmente para uso em sala, para aperfeiçoamento e aprendizado dos alunos, consequentemente serão usados em apresentações, oficinas, workshop, etc., sendo assim indispensável para a execução do projeto. APRESENTAÇÕES A cada ano o projeto se torna mais conhecido na cidade e na região, recebendo vários convites para se apresentarem em instituições como universidade, associações, colégios, etc., para este ano restringimos em uma (01) apresentação por mês, num total de nove (09) apresentações no ano, de fevereiro a junho para o primeiro semestre e de agosto a novembro no segundo semestre, estas apresentações serão gratuitas, sem nenhum tipo de cobrança por parte do projeto ou dos anfitriões, aberto a todos que querem participar. Elas poderão ser realizadas em espaço privado ou públicos, nos comprometemos a enviar, junto à prestação de contas, os convites e/ou autorizações para estas apresentações do projeto. A oficina com o professor especializado faz parte destas apresentações. APRESENTAÇÃO FIM DE ANO Esta será uma apresentação mais elaborada, com som, iluminação e produção profissional, com a participação especial do DU Siqueira Lima (A participação destes artistas está ligada a confirmação de captação a presença do mesmo não é determinante para a execução do projeto), que tocarão junto com os alunos fazendo uma participação especial, essa atividade tem como finalidade evidenciar os resultados do projeto e contribuir para o crescimento dos alunos, além de proporcionar o acesso a um produto cultural, totalmente gratuito para a população da cidade e região. O local desta apresentação será definido após apresentação e captação dos recursos com a possibilidade de ser executado em um dos auditórios de parceiros do projeto (Universidade Federal de Goiás - UFG Catalão ou Centro Cultural Labibe Fayad), nos comprometemos a providenciar carta de anuência e qualquer liberações necessárias, para está parceria não faz-se necessário a previsão de recurso para locação de sala de espetáculo. PROFISSIONAIS A função de Diretor do projeto, será de responsabilidade do representante legal da instituição, Sr. Leonardo Fernandes. Este cargo não será remunerado. Os currículos anexados na proposta são dos profissionais já definidos para o projeto, o restante dos profissionais serão definidos após a confirmação da aprovação e captação. TERMO DE COMPROMISSO A Obras Sociais Jorge Faim Filho, inscrita no CNPJ 00.570.180/0001-47, representada aqui pela seu presidente LEONARDO VIEIRA FERNANDES, portador do CPF: 350.657.616-14 – vêm através deste, afirmar o compromisso de que todos os bens adquiridos pela presente proposta serão integrados a Obras Sociais Jorge Faim Filho para auxiliar nas atividades do projeto ?Mãos que Tocam VII? que será realizado junto à comunidade. A intenção é que o projeto esteja sempre em funcionamento, ano após ano e, caso suas atividades sejam encerradas, os equipamentos permanentes adquiridos serão doados para instituição com o mesmo fim, a ser negociado com o MINC. Sem mais para o momento, reiteramos votos de mais sincera estima e elevado apreço. Atenciosamente, LEONARDO VIEIRA FERNANDESPresidente O "Termo de Compromisso", está assinado e anexado à proposta em "Informações Adicionais".ADEQUAÇÃOPlano de trabalho e metodologia – Aulas OnlineVisto que globalmente passamos por um período de pandemia pelo vírus COVID-19 e as orientações dos órgãos de saúde mundial, federais, estaduais e municipais é a de se seguir em isolamento social em diversas atividades habituais, viemos através dessa proposta solicitar uma mudança no plano metodológico de trabalho do Projeto Mãos Que Tocam VII – PRONAC 193499. No estado de Goiás, no qual o Projeto Mãos Que Tocam atua desde 2014, o decreto nº 9.653, de 19 de abril de 2020 prevê que todas as atividades pedagógicas fiquem suspensas presencialmente até o dia 30 de maio de 2020.O Projeto, por meio de um levantamento com cada aluno constatou que a maior parte possui acesso à internet, e, conseguiria aceder a materiais pedagógicos desenvolvidos pela equipe docente.Esta prática está sendo adotada em diversas escolas regulares em nosso estado e em outros projetos de ensino de música com características bem próximas ao nosso.A proposta é prover aos alunos do Projeto Mãos que Tocam VII vídeo-aulas via YouTube e materiais musicais em PDF por WhatsApp durante o período em decreto.O objetivo é diminuir os prejuízos causados no Projeto pela pandemia, continuando os direcionamentos pedagógicos aos alunos via internet.Esta atuação se justifica pois propõe que alunos e professores continuem suas interações por outros meios, contribuindo para que a comunidade do Projeto Mãos que Tocam VII continue os estudos musicais de uma outra forma.O PLANO DE TRABALHOAulas confeccionadas e à disposição dos alunos no YouTube na mesma regularidade que estariam presentes na instituição, ou seja, cada turma terá duas aulas por semana disponíveis online até o fim do decreto.As aulas não serão transmitidas ao vivo, dessa forma o aluno poderá acessar ao seu tempo e de acordo com velocidade de internet disponível, não comprometendo o acompanhamento da aula.As aulas terão duração mínima de três minutos e duração máxima de até dez minutos.Cada aula terá disponível o conteúdo digital, em PDF, para envio no WhatsApp de cada aluno e responsável.As aulas serão elaboradas uma vez por semana em um encontro por vídeo-chamada da equipe docente.As aulas cumprirão as mesmas diretrizes de atuação nos âmbitos de acessibilidade e democratização de acesso na Instrução Normativa em vigor, assim como os encontros presenciais.As aulas também cumprirão as diretrizes de publicidade estabelecidas pela Secretaria Especial de Cultura.Os profissionais da equipe docente se comprometem a dar retorno à dúvidas e respostas de exercícios. A periodicidade assim como as vias em que cada professor entrará em contato nesse âmbito do pós-aula será a combinar com os alunos e responsáveis.Todo o material desenvolvido neste período será anexado em relatórios posteriores para a prestação de contas futura.A respeito dos alunos que não têm acesso à internet, a instituição levará impresso e via Delivery o material desenvolvido em PDF, diminuindo os prejuízos desse período e contribuindo à democratização de acesso de todos os envolvidos no Projeto Mãos Que Tocam VII.Para os alunos que não possuir instrumento (violão), as Obras Sociais irá disponibilizar, na forma de empréstimo, por meio de um termo de empréstimo, para que o aluno possa ter acesso a prática do instrumento e acompanhamento prático nas aulas.Os demais itens constantes nos objetivos do projeto, como apresentações e oficinas permanecem inalterados e aguardam os desdobramentos da pandemia e do isolamento provocados pela COVID-19.O quadro de colaboradores também se mantém inalterado, visto que se trata de uma equipe já enxuta e com funções claras dentro do Projeto. Todos são amplamente exigidos na implantação e desenvolvimento as aulas virtuais.

Especificação técnica

PROPOSTA PEDAGÓGICA MÃOS QUE TOCAM VII PÚBLICO ALVO O projeto visa manter as atividades gratuitas de aprendizagem musical continuada. As aulas são oferecidas no contra turno escolar (necessariamente), direcionadas a crianças e jovens com faixa etária de 7 a 21 anos consideradas em situação de vulnerabilidade com carências sociais e morais, para as atividades do canto coral serão disponibilizadas vagas para adultos/idosos. Para este ano será oferecido aos alunos que se inscreverem a oportunidade de aprendizado em instrumento percussivo, Instrumental Orff (Xilofone / Metalofone). A recepção de alunos é de ambos os sexos e sem qualquer discriminação de cor, raça, religião, sexualidade, o número total de atendidos pelos cursos de violão, xilofone/metalofone e canto coral será de 120 alunos divididos em turmas para cada modalidade. Os alunos interessados poderão se matricular em quantas modalidades interessar, desde que não haja choque de horários. Aulas de Canto Coral Esta modalidade alcançará 20 crianças e adolescentes no decorrer do ano por meio da prática do canto. O canto é a manifestação artístico-musical mais primitiva da história da música e propicia o desenvolvimento em várias áreas do indivíduo. Especificamente a prática de canto coral com crianças e adolescentes contribui não somente no desenvolvimento musical dos indivíduos, mas também na sociabilização dos mesmos e a ampliação das capacidades cognitivas dos jovens envolvidos. No decorrer dos anos anteriores em que o projeto funcionou notamos avanços na concentração, na capacidade comunicativa e de expressão, além de avanços no respeito com os outros colegas e profissionais do projeto, além de benefícios que extrapolam os muros da instituição e atingem as famílias e outros âmbitos em que as crianças e adolescentes se inserem. Metodologia: As aulas acontecem em um único módulo, duas vezes por semana em encontros de duas horas cada. A parte técnica é trabalhada juntamente com a parte teórica pelo professor em aulas coletivas, nas quais o enfoque é no repertório proposto no planejamento inicial dos trabalhos, aliando os pilares musicais que citaremos a seguir, o âmbito técnico, teórico e performático. O âmbito Técnico é o que aborda noções sobre a produção sonora humana, saúde vocal, classificação vocal, relaxamento na prática do canto, afinação, respiração, empostação, postura, dicção, pronúncia, divisão vocal em grupo, etc. O âmbito Teórico é o que aborda noções gerais de música como leitura melódica e rítmica de partitura, diferenciação de escalas, encaminhamentos harmônicos, história da música, etc. O âmbito Performático é que complementa as noções técnicas e teóricas por meio de repertório definido no início das atividades do projeto. Suporte Bibliográfico: - Canto: Equilíbrio entre corpo e som (Princípios da fisiologia vocal), de Cláudia Pacheco e Tutti Baê. - Canto: Uma consciência melódica (Os intervalos através dos vocalizes), de Tutti Baê. - Canto: Uma expressão (Princípios básicos da técnica vocal), de Mônica Marsola e Tutti Baê. - Cantonário: Guia prático para o canto, de Cyrene Paparotti e Valéria Leal. - Método de canto popular brasileiro (vozes médio e agudas), de Marcos Leite. - Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil: Um estudo de repertório inserido em uma nova estética, de Leila Rosa Gonçalves Vertamatti. - Canto, canção e cantoria: Como montar um coral infantil, de Gisele Cruz. - Divertimentos de corpo e voz: Exercícios musicais para crianças, de Thelma Chan e Thelmo Cruz. Aulas do Instrumental Orff A inserção e a prática desta modalidade oferece ao aluno a oportunidade de se musicalizar com a experiência orquestral de dois tipos de instrumentos de altura definida propostos no método de Carl Orff (1895-1982), os xilofones e metalofones. Esta proposta atende muito bem crianças e adolescentes pois os instrumentos são adaptados para o manuseio infantil. Esta modalidade percussiva alcançará 20 crianças e adolescentes. As experiências percussivas aqui propostas promovem a sociabilização dos envolvidos, além de contribuir nas capacidades motoras e promovem a musicalização através de instrumentos adaptados às crianças e adolescentes. Metodologia: As aulas acontecem em um único módulo, duas vezes por semana em encontros de duas horas cada. A parte técnica é trabalhada juntamente com a parte teórica pelo professor em aulas coletivas, nas quais o enfoque é no repertório proposto no planejamento inicial dos trabalhos, aliando os pilares musicais que citaremos a seguir, o âmbito técnico, teórico e performático. No âmbito técnico temos a inicialização percussiva dos indivíduos através de instrumentos de plaquetas percutidos por baquetas, logo temos as aplicações técnicas do uso de baquetas, postura das mãos, intensidade de toque, execução de escalas e saltos intervalares, estudo de toque simultâneo e desassociado, etc. No âmbito teórico serão abordados aspectos gerais da música, como leitura melódica e rítmica de partitura, escalas maiores e formação de acordes, abordando noções harmônicas, rítmicas e melódicas elementares. No âmbito performático temos o complemento dos pilares anteriores, aliando-os no repertório previamente definido no início das atividades pedagógicas. Este âmbito possibilitará apresentações deste grupo, tanto juntamente com o grupo de violões e coral, quanto separadamente. Suporte bibliográfico: - Canções brasileiras para instrumental Orff, de Elvira Drummond. - Música na educação infantil: propostas para a formação integral da criança, de Teca Alencar de Brito. - Ciranda de sons: práticas criativas em educação musical, de Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. - Método básico de percussão (Universo rítmico), de Mingo Jacob - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Teoria da música, de Bohumil Med. - Pozzoli (Guia teórico prático para o ensino do ditado musical). Aulas de violão Esta modalidade alcançará até 80 crianças e adolescentes no decorrer do projeto por meio da prática do violão em grupo. A prática instrumental auxilia na coordenação motora fina dos envolvidos e assim como o canto, contribui para ampliação das capacidades cognitivas e sociabilização das crianças e adolescentes, fortalecendo as relações interpessoais. O violão foi o instrumento escolhido por sua característica popular brasileira, por estar fortemente presente nas práticas musicais do país há mais de cem anos ajudando a formatar estilos musicais conhecidos no mundo inteiro como o samba, o choro e a bossa nova, além de ser um instrumento que está presente nas casas de grande parte das famílias em nosso país, facilitando assim o aprendizado e a prática do violão. No decorrer dos anos anteriores em que o projeto funcionou notamos avanços na concentração, na capacidade comunicativa e de expressão, além de avanços no respeito com os outros colegas e profissionais do projeto, Assim como o canto percebemos benefícios que extrapolam os muros da instituição e atingem as famílias e outros âmbitos em que as crianças e adolescentes se inserem. Metodologia: As aulas acontecem divididas em quatro módulos, nomeados por A, B, C e D que se diferem pela possibilidade técnica que cada nível pretende alcançar com as crianças e adolescentes. Cada módulo acontecerá com duas aulas semanais de duas horas cada, as aulas serão coletivas e abordarão os seguintes âmbitos: O âmbito Técnico que aborda noções sobre a posição de sentar ao tocar, a postura das mãos, pulsação simples, pulsação simultânea, arpejos, escalas, acordes, ligados, trinados, vibratos, rasqueados, pestanas, fraseado, tipos de timbres, divisão de naipes, etc. O âmbito Teórico é o que aborda noções gerais de música como leitura melódica e rítmica de partitura, diferenciação de escalas, encaminhamentos harmônicos, dinâmicas, articulações, história da música, apreciação musical, etc. O âmbito Performático é que complementa as noções técnicas e teóricas por meio de repertório definido no início das atividades do projeto. Módulo A: Neste módulo são abordados aspectos elementares da música e do violão, é o módulo dos iniciantes. Na parte técnica o enfoque é na postura erudita de tocar violão, tanto a de sentar quanto a posição das mãos, além do primeiro contato com a nomenclatura das partes do instrumento. Neste nível a alternância de dedos da mão direita em pulsação simples é o que norteará as aulas. O aluno neste nível aprenderá as notas em corda solta e na primeira posição do violão. As músicas neste nível são aprendidas via solfejo, as melodias são ouvidas e cantadas por toda a turma e só depois são tocadas. Na parte teórica o enfoque será no nome das notas musicais e sua localização na partitura dentro do pentagrama, somente em clave de Sol. Também neste nível se começa a distinguir as figuras musicais e nomeá-las. Neste nível o aluno também aprenderá alguns acidentes musicais que estão presentes na localização do braço do violão que estão trabalhando (sustenidos e bemóis). Além de inicializa-los na apreciação musical, que abordará as músicas trabalhadas em sala executadas por outros músicos, músicas instrumentais para violão solo e grupos de violões e o repertório de outros instrumentos, como o piano, violino e repertório sinfônico. Na parte performática serão trabalhadas principalmente músicas do folclore brasileiro e arranjos musicais confeccionados pela equipe docente especialmente para este tipo de formação instrumental, o grupo de violões. Neste nível o professor priorizará com os alunos as melodias das músicas e já ao final do módulo se inicia o aprendizado de alguns acordes na primeira posição e alguns acompanhamentos. O tempo de duração deste módulo é de um semestre. Suporte bibliográfico: - Iniciação ao violão (Volume 1), de Henrique Pinto. - Iniciação ao violão (Opus 41), de Gaetano Galifi. - Minhas primeiras notas ao violão, de Othon G. da Rocha Filho. - Primeiros acordes ao violão, de Othon G. da Rocha Filho. - Ciranda das seis cordas (Iniciação Infantil ao violão), de Henrique Pinto. - O equilibrista das seis cordas, de Silvana Mariani. - Segredos do violão, de Turíbio Santos. - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Teoria da música, de Bohumil Med. Módulo B: Neste módulo há a continuidade dos aspectos abordados no nível anterior, ainda sob um olhar de conhecimento elementar sobre o instrumento e o mundo da música. Este é o segundo módulo da estrutura do projeto. Na parte técnica o enfoque continua na correta posição das mãos. Neste nível a alternância de dedos da mão direita em pulsação simples também norteará as aulas, mas agora com ritmos um pouco mais complexos e músicas um pouco mais rápidas. O aluno neste nível aprenderá as notas em outras posições no violão, principalmente as notas da posição de casa 5 e 7, além de oitavar algumas melodias trabalhadas em sala. As músicas neste nível são aprendidas via solfejo, as melodias são ouvidas e cantadas por toda a turma e só depois são tocadas, mas também já se começa o acompanhamento da leitura de músicas na partitura. Na parte teórica há o reforço dos nomes das notas musicais e suas localizações na partitura dentro do pentagrama, somente em clave de Sol. Neste nível se começa a dividir temporalmente as figuras musicais. Os acidentes musicais serão trabalhados também nas respectivas posições do braço do violão que está turma aprenderá. Continuaremos o âmbito da apreciação musical em sala, que abordará as músicas trabalhadas em sala executadas por outros músicos, músicas instrumentais para violão solo e grupos de violões e o repertório de outros instrumentos, como o piano, violino e repertório sinfônico. Na parte performática serão trabalhadas principalmente músicas arranjadas pela equipe docente especialmente para este tipo de formação instrumental, o grupo de violões, de acordo com o nível de cada módulo. Neste nível se inicia a divisão de naipes orquestral, de forma bem simples a turma se dividirá em até dois grupos (melodia e contracanto, acompanhados pelo professor com o acompanhamento) para a execução das músicas e durante o módulo o aprendizado de acordes continua, com um grau de dificuldade compatível a turma, com acordes na primeira, segunda e terceira posições (maiores e menores) e alguns acompanhamentos um pouco mais complexos. O tempo de duração deste módulo é de um semestre. Suporte bibliográfico: - Iniciação ao violão (Volume 1), de Henrique Pinto. - Iniciação ao violão (Opus 41), de Gaetano Galifi. - Primeiros acordes ao violão, de Othon G. da Rocha Filho. - Segredos do violão, de Turíbio Santos. - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Teoria da música, de Bohumil Med. Módulo C: Este módulo propõe a continuidade dos módulos anteriores, com a consolidação da leitura e a ampliação dos aspectos técnicos da prática violonística. Na parte técnica os arpejos e pulsação simultânea são inseridos neste nível, a partir de exercícios técnicos específicos e músicas que corroborem com esta técnica. Também neste nível há a exploração de outras regiões do braço do instrumento com a inserção de escalas que vislumbram diferentes pontos do braço do violão. No módulo C começamos a trabalhar com o metrônomo visando uma precisão rítmica mais apurada, também inserimos por meio do repertório que trabalharemos as técnicas de ligado, vibrato e inserção de meias pestanas tanto em acordes quanto para auxiliar na execução de melodias. Também no módulo C se iniciam os ditados rítmicos e melódicos, de maneira bem lúdica e simples. Iniciamos neste nível a execução de acordes um pouco mais complexos com a presença de pestanas e ritmos que exigem uma troca de acordes mais rápida. Também no módulo C começaremos a trabalhar as diferenciações de dinâmica e articulação por meio de exercícios e trechos de músicas que tenham essas diferenciações. Na parte teórica iniciamos o tema de formação de acordes, primeiramente em tríades, maiores e menores. Também trabalharemos divisões rítmicas um pouco mais complexas através de exercícios específicos confeccionados pela equipe de trabalho, além de exercícios melódicos mais complexos com acidentes musicais e pulsações simultâneas presentes nestes exercícios. Neste nível começamos a reforçar a historicidade das músicas e todo o contexto histórico que as envolva, desde a biografia e obra dos compositores executados até a colocação da obra na história da música. No nível C a parte performática é reforçada e ampliada por meio de uma divisão de naipes na turma um pouco mais complexa, com quatro ou mais partes a serem executadas pelos próprios alunos (melodia, contracantos médios, contracantos agudos, baixo e acompanhamento). Nesse nível os alunos começam a se preparar para se apresentarem em recitais em que o projeto é convidado, participando de ensaios e oficinas internas para aperfeiçoarem a parte instrumental. Neste nível também é tocado músicas arranjadas pela equipe especialmente para esta formação de violão em grupo. O tempo de duração deste módulo é de um ano. Suporte bibliográfico: - Iniciação ao violão (Volume 1), de Henrique Pinto. - Iniciação ao violão (Opus 41), de Gaetano Galifi. - Segredos do violão, de Turíbio Santos. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 1), de Fernando Sor. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 2), de Fernando Sor. - Estudos para guitarra (opus 1), de Mauro Giuliani. - Caderno 1 (séria didática para violão – escalas), de Abel Carlevaro. - Caderno 2 (série didática para violão – técnica de mão direita), de Abel Carlevaro. - Caderno 3 (série didática para violão – técnica de mão esquerda), de Abel Carlevaro. - Caderno 4 (série didática para violão – técnica de mão esquerda – conclusão), de Abel Carlevaro. - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Pozzoli (Guia teórico prático para o ensino do ditado musical). - Teoria da música, de Bohumil Med. Módulo D: O módulo D é o último módulo de aulas em nossa estrutura, os alunos deste módulo são os músicos que se apresentam com frequência em apresentações que somos convidados. Este módulo é alcançado por alunos que se destacam e gradativamente vão passando pelos módulos anteriores até chegarem nesse nível de aprendizagem. Na parte técnica são passados arpejos e pulsações simultâneas mais complexas, aliando diferenciações de timbres, articulações, dinâmicas e rítmicas. A exploração da extensão do braço do instrumento e suas possibilidades são amplamente exploradas neste nível, como, por exemplo, a técnica de harmônicos e o sistema de construção de acordes no violão. Também no nível D se trabalha os ligados ascendentes e descendentes com mais complexidade, aliando-os a escalas e melodias. Neste nível também continua-se o trabalho com o metrônomo se inserindo algumas nuances rítmicas como as sincopas e quiálteras por exemplo. Exercícios de técnica pura para ambas as mãos e leitura rítmica e melódica, por meio de ditados e leituras à primeira vista, são trabalhados mais intensamente neste nível e fazem parte da rotina da aula, justamente para auxiliar na construção técnica-instrumental das crianças e adolescentes que chegam a este nível. Neste nível a parte teórica é uma continuação dos módulos anteriores, com o estudo da contextualização histórica das músicas trabalhadas em sala. Neste nível se reforça o estudo sobre a construção de tríades maiores e menores, inicializando a construção de tétrades, além do estudo sobre a construção de escalas maiores e menores (natural, melódica e harmônica. Neste nível também se inicia o estudo sobre o modalismo e suas aplicações. Se inicia neste módulo também a construção dos campos harmônicos e com isso os processos de rearmonizações de músicas. Estes estudos citados anteriormente culminam também no início dos estudos das relações intervalares entre as notas. O módulo D prevê performaticamente que os alunos se apresentem com uma maior regularidade, divididos sempre em naipes. Esta turma participa de ensaios e oficinas (externas e internas) regularmente além de se iniciar o trabalho de repertório solo com os alunos, que de acordo com o seu desempenho vão gradativamente subindo o nível técnico do repertório solo. Este nível deverá se ater a preocupações técnicas mais complexas na execução das músicas, como as diferenciações timbrísticas, de articulação, dinâmicas e agógicas, prezando sempre um refinamento estético e estilístico nas músicas interpretadas. Este módulo tem duração livre. Suporte bibliográfico: - Iniciação ao violão (Volume 1), de Henrique Pinto. - Iniciação ao violão (Opus 41), de Gaetano Galifi. - Segredos do violão, de Turíbio Santos. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 1), de Fernando Sor. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 2), de Fernando Sor. - Estudos para guitarra (opus 1), de Mauro Giuliani. - Caderno 1 (séria didática para violão – escalas), de Abel Carlevaro. - Caderno 2 (série didática para violão – técnica de mão direita), de Abel Carlevaro. - Caderno 3 (série didática para violão – técnica de mão esquerda), de Abel Carlevaro. - Caderno 4 (série didática para violão – técnica de mão esquerda – conclusão), de Abel Carlevaro. - Sight Reading for the Classical Guitar, Level I, II, III, IV and V: Daily Sight Reading Material with Emphasis on Interpretation, Phrasing, Form, and More, de Robert Benedict. - Pumping Nylon: The Classical Guitarist's Technique Handbook, de Scott Tennat. - Twenty studies for the guitar, Andres Segovia. - 25 estudos para violão (opus 60), de Matteo Carcassi. - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Pozzoli (Guia teórico prático para o ensino do ditado musical). - Teoria da música, de Bohumil Med. - Harmonia e improvisação (volumes 1 e 2), de Almir Chediak. MÓDULO E: Este módulo é o último da grade pedagógica de níveis, e comtempla os alunos mais avançados do projeto. Este nível tem duração livre. Neste nível a parte teórica é uma continuação dos módulos anteriores, com o estudo da contextualização histórica das músicas trabalhadas em sala. Neste nível se reforça o estudo sobre a construção de tríades maiores e menores, inicializando a construção de tétrades, além do estudo sobre a construção de escalas maiores e menores (natural, melódica e harmônica. Neste nível também se inicia o estudo sobre o modalismo e suas aplicações. Se inicia neste módulo também a construção dos campos harmônicos e com isso os processos de rearmonizações de músicas. Estes estudos citados anteriormente culminam também no início dos estudos das relações intervalares entre as notas. Este nível se atem a preocupações técnicas mais complexas na execução das músicas, como as diferenciações timbrísticas, de articulação, dinâmicas e agógicas, prezando sempre um refinamento estético e estilístico nas músicas interpretadas. No âmbito de leitura rítmica e melódica, os alunos trabalham exercícios específicos compostos pela equipe pedagógica para o uso em sala, ampliando o vocabulário de ritmos, tonalidades e de leitura à primeira vista. Também neste nível há a preocupação ainda mais detalhada no ensino teórico em música. Sempre aliado com o repertório que está sendo trabalhado, os alunos tem contato com questões mais aprofundadas de teoria do que em níveis anteriores, passando por contextualização histórica até análise harmônica e melódica das peças estudadas. Como nos níveis anteriores, a divisão de naipes orquestrais rege os trabalhos do projeto, nesta turma os naipes são mais complexos e prezam pela independência de estudo de cada aluno. Cada estudante deste nível passou por uma construção de rotina de estudo em casa, e agora, este tipo de estudo culmina nos encontros em sala de aula para que o professor possa dar instruções de digitações de ambas as mãos, trabalhar dinâmicas e alterações agógicas por exemplo, mas tudo isso fruto do estudo anterior feito em casa pelos alunos desta turma. Uma parte da aula desta turma é dedicada a estudos específicos de técnica, através de exercícios compostos especificamente para o desenvolvimento de algum aspecto violonístico, ou também usando estudos especificamente compostos por compositores de violão consagrados. Além do estudo feito com repertório que se apresenta nos eventos, esta turma utiliza repertórios de apoio para o desenvolvimento em leitura e de técnica. Este repertório de apoio não necessariamente entra em apresentações, mas é utilizado em aulas e ensaios internos. Suporte bibliográfico: - Iniciação ao violão (Volume 1), de Henrique Pinto. - Iniciação ao violão (Opus 41), de Gaetano Galifi. - Segredos do violão, de Turíbio Santos. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 1), de Fernando Sor. - 24 lições progressivas (opus 31 - caderno 2), de Fernando Sor. - Estudos para guitarra (opus 1), de Mauro Giuliani. - Caderno 1 (séria didática para violão – escalas), de Abel Carlevaro. - Caderno 2 (série didática para violão – técnica de mão direita), de Abel Carlevaro. - Caderno 3 (série didática para violão – técnica de mão esquerda), de Abel Carlevaro. - Caderno 4 (série didática para violão – técnica de mão esquerda – conclusão), de Abel Carlevaro. - Sight Reading for the Classical Guitar, Level I, II, III, IV and V: Daily Sight Reading Material with Emphasis on Interpretation, Phrasing, Form, and More, de Robert Benedict. - Pumping Nylon: The Classical Guitarist's Technique Handbook, de Scott Tennat. - Twenty studies for the guitar, Andres Segovia. - 25 estudos para violão (opus 60), de Matteo Carcassi. - A arte de ouvir (volume 1), de Adamo Prince. - Pozzoli (Guia teórico prático para o ensino do ditado musical). - Teoria da música, de Bohumil Med. - Harmonia e improvisação (volumes 1 e 2), de Almir Chediak. - 12 estudos para violão, de Heitor Villa Lobos. - 20 estudos simples, de Leo Brouwer. - 30 peças fáceis, de Paulo Porto Alegre. MÓDULO “ORIENTAÇÃO” Este módulo é destinado aos bolsistas do Projeto. Diferentemente dos outros módulos este tem um encontro semanal de duas horas cada. Os bolsistas passam por orientação específica de repertório solo, cada um com uma proposta de peças de acordo com o nível técnico que se encontra. Por ano o intuito é trabalhar ao menos cinco obras com cada aluno, estudando-as em diferentes níveis técnicos até à apresentação em palco das obras trabalhadas durante o ano. Este módulo tem o intuito de elevar o nível técnico dos alunos que desempenham a função de bolsistas no projeto, fazendo assim que eles possam se desgarrar tecnicamente do restante do grupo e, portanto, auxiliar os professores de cada nível. Neste nível não há um suporte bibliográfico específico, pois dependerá das características de cada bolsista que irá ser escolhido pelo projeto. Bolsistas Serão até dez bolsas distribuídas para participantes que se destacarem no projeto. Os bolsistas auxiliarão na aprendizagem dos outros alunos, dando suporte ao professor, quando necessário. Teremos oito alunos de violão e dois alunos do coral comtemplados. Os alunos serão indicados e passarão pela avaliação objetiva do maestro e sua equipe. Serão avaliados critérios musicais, a dedicação extraclasse, desempenho e a prática musical e instrumental, além de critérios sociais carência financeira e/ou afetiva, que será comprovado pela avaliação feita pela equipe administrativa (ficha de inscrição e entrevista). O desenvolvimento também será observado em consideração à atuação do aluno no projeto e na escola regular, auxiliando a continuidade e o interesse dentro e fora do projeto. Esta avaliação será semestral. Oficinas Externas - Profissionais Especializados Está oficina será realizada pelo profissional Thales Maestre, nome reconhecido em vários projetos de violão Brasil a fora. Essa oficina terá duração de quatro dias e será composta de apresentação musical (abertas gratuitamente a toda comunidade), palestra, masterclasses ou outros cursos visando o desenvolvimento mais aprofundado do repertório solo, música de câmara, práticas interpretativas solo e em conjunto e apreciação musical. - Carga horária: 10 horas. 8 horas em oficina e 2 horas em concerto de violão solo. - Conteúdo programático: A oficina tem o objetivo de trabalhar a técnica instrumental dos alunos e a formação dos profissionais docentes do projeto. - 4 horas com os docentes do projeto, com o tema "O ensino do violão erudito em grupo: desafios, práticas e repertório". - 2 horas de masterclass com os alunos bolsistas do projeto. Esta parte prevê que o professor oficineiro ouça cada aluno separadamente, com o repertório a solo que cada aluno está produzindo. - 2 horas de aula com os alunos mais avançados, trabalhando repertório para grupo de violões e técnica instrumental. - 2 horas em concerto, em um recital didático para a comunidade da cidade, alunos e famílias dos estudantes. Oficinas Internas Mensalmente o diretor artístico/maestro fará uma oficina interna com os alunos do projeto, abordando aspectos técnicos e interpretativos em um momento de interação entre as turmas visando aperfeiçoar a performance do grupo, estas apresentações poderão ser realizadas na instituição, em instituições parceiras e/ou em locais públicos. Saraus Serão apresentações nas instalações da instituição realizadas pelos próprios alunos e eventualmente por músicos convidados. Essas apresentações poderão ser em grupos menores e solos, e, acontecerão ao final de cada semestre com a entrada franca para a comunidade e familiares dos alunos. Camerata, Coral e Instrumental Orff Os alunos das turmas C e D de violão formarão uma camerata jovem de violões, os alunos do coral formarão o coro jovem, e os alunos do instrumental Orff formarão o grupo percussivo jovem. Este grupo, em conjunto e separadamente se apresentará em recitais que o projeto for convidado. Participarão também de momentos a parte com a direção artística em ensaios gerais. RESPONSÁVEL PELO PROJETO PEDAGÓGICO IGOR SILVA ROSA DE OLIVEIRA Iniciou seus estudos em Música em 2006, aos 13 anos em Catalão – GO, sob a orientação do professor Joel Souza. Em 2010, ingressou no curso de graduação em música (bacharelado em violão) pela Universidade Federal de Uberlândia, classificado em 1º lugar no processo seletivo do Vestibular. Durante a graduação teve aulas com os violonistas Professor Me. Roberto Caimi e Professor Dr. Maurício Orosco. Além disso, está sendo orientado em sua monografia pelo Professor Dr. Celso Cintra que tem como tema "O processo de colaboração entre compositor e intérprete na construção de uma obra para violão". Em 2013, foi contemplado com um intercâmbio para a Universidade de Évora em Portugal, na qual cursou o ano letivo europeu de 2013-2014 sob a orientação do violonista e professor croata Dejan Ivanovic. Se apresentou nesse período em diversas cidades de Portugal. Participou de Master Classes como solista com os violonistas Lazare Cherouana (França), Judicael Perroy (França), Alex Sanchez (Espanha), Alisson Alípio (Brasil), Paulo Vinícius (Brasil), Johannes Möller (Suécia) e Duo Siqueira Lima (Brasil). Atualmente Coordenador Artístico/Maestro no Projeto Mãos que Tocam, das Obras Sociais Jorge Faim Filho, na cidade de Catalão – GO.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL - Curso / Oficina / Estágio ACESSIBILIDADE FÍSICA: As aulas com instrumentos e/ou canto coral serão desenvolvidos nas instalações das Obras Sociais Jorge Faim Filho as apresentações internas e externas atenderão aos critérios legais de acessibilidade do Artigo 18 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As crianças e adolescentes matriculadas no projeto terão acesso total e gratuito a todo material e suporte didático, partituras, letras de músicas e demais conteúdos referentes às atividades desenvolvidas. PRODUTOS SECUNDÁRIOS APRESENTAÇÃO MUSICAL DE ENCERRAMENTO DO PROJETO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para a apresentação de fim de ano, será utilizada uma sala de espetáculo que atenda os critérios legais de acessibilidade previstos no Artigo 18 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 e no Decreto nº 9.404, de 2018. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Na a apresentação de fim de ano, para o atendimento a pessoas com deficiência visual, o roteiro da apresentação que será seguido pelo narrador/locutor e pelo maestro conterá a descrição resumida das imagens e descrição do evento no começo do espetáculo. Da mesma forma as intervenções do maestro durante o espetáculo conterão informações das obras musicais a serem executadas. Para os deficientes auditivos, o programa (impresso) da apresentação de fim de ano conterá as letras das músicas que serão executadas pela orquestra e coral. O intérprete de libras participará de todo o espetáculo, tendo sua imagem visível em telão para o acompanhamento da leitura de sinais, conforme a Lei nº 13.146, de 2015. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS) ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações de Formação Cultural previstas dentro das contrapartidas sociais serão realizadas nas Obras Sociais Jorge Faim Filho, atendendo aos critérios legais de acessibilidade do Artigo 18 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Para os Deficientes Auditivos, as duas apresentações de formação cultural contarão com intérprete de libras. Nas duas apresentações de formação cultural, para atendimento a pessoas com deficiência visual, o roteiro da apresentação que será seguido pelo Maestro conterá a descrição resumida das imagens e descrição do evento no começo da atividade. Da mesma forma as intervenções do Maestro durante o espetáculo conterão informações das obras musicais e temas a serem desenvolvidos. INSTRUMENTO MUSICAL - AQUISIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA/CONTEÚDO: Os instrumentos adquiridos poderão ser utilizados gratuitamente por todos os participantes do projeto.

Democratização do acesso

Todas as atividades/produtos do projeto serão oferecidas sem nenhum custo para quem quiser participar, limitadas as vagas oferecidas e os critérios estabelecidos como o público alvo. Conforme medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019. PRODUTO PRINCIPAL CURSO/ OFICINA / ESTÁGIO V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural. PRODUTO SECUNDÁRIO APRESENTAÇÃO MUSICAL IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. AQUISIÇÃO DE INSTRUMENTOS VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

DIRETOR DO PROJETO LEONARDO VIEIRA FERNANDES Leonardo Vieira Fernandes, portador do CPF: 350.657.616-04, médico pneumologista (CRM 6012), casado, natural de Uberlândia - MG, e exerce medicina na cidade de Catalão e região, atual representante legal das Obras Sociais Jorge Faim Filho, exercendo o cargo de Diretor Presidente, responsável por coordenar/gerir todas as atividades da instituição, projetos filantrópicos, empreendedores, sociais, artísticos e culturais. O cargo de Diretor do Projeto NÃO será remunerado pelo projeto, e terá a responsabilidade total sobre todas as ações que serão executadas, responsável por todo o gerenciamento e gestão das atividades, garantido que as mesmas sejão realizadas conforme solicitado/aprovado, garantido todas as etapas, coordenando pessoas e ações. COORDENADOR ARTÍSTICA / MAESTRO IGOR SILVA ROSA DE OLIVEIRA Iniciou seus estudos em Música em 2006, aos 13 anos em Catalão – GO, sob a orientação do professor Joel Souza.Em 2010, ingressou no curso de graduação em música (bacharelado em violão) pela Universidade Federal de Uberlândia, classificado em 1º lugar no processo seletivo do Vestibular. Durante a graduação teve aulas com os violonistas Professor Me. Roberto Caimi e Professor Dr. Maurício Orosco. Além disso, está sendo orientado em sua monografia pelo Professor Dr. Celso Cintra que tem como tema "O processo de colaboração entre compositor e intérprete na construção de uma obra para violão". Em 2013, foi contemplado com um intercâmbio para a Universidade de Évora em Portugal, na qual cursou o ano letivo europeu de 2013-2014 sob a orientação do violonista e professor croata Dejan Ivanovic. Se apresentou nesse período em diversas cidades de Portugal. Participou de Master Classes como solista com os violonistas Lazare Cherouana (França), Judicael Perroy (França), Alex Sanchez (Espanha), Alisson Alípio (Brasil), Paulo Vinícius (Brasil), Johannes Möller (Suécia) e Duo Siqueira Lima (Brasil). Atualmente Coordenador Artístico/Maestro no Projeto Mãos que Tocam, das Obras Sociais Jorge Faim Filho, na cidade de Catalão – GO. PROFESSOR AUXILIAR / OFICINEIRO THALES MAESTRE Há 16 anos desenvolve trabalhos com educação musical em projetos socioculturais dedicando‐se prioritariamente à didática relacionada ao ensino coletivo do violão e à formação de cameratas artístico‐pedagógicas. Nesse período, ministrou uma série de oficinas de capacitação pelo Projeto "Orquestra Cidades" em Catalão e Niquelândia, no Estado de Goiás, e atuou como professor e regente de projetos como "Guri", "Violão na Escola" (Unicsul) e "Musicordas", todos em São Paulo. É professor do "Programa Guri", onde também conduziu a direção artística da Camerata de Violões Infanto Juvenil estruturando ali um trabalho com o propósito de oferecer uma referência neste seguimento. Tal referência permitiu a aproximação de importantes compositores que criaram especialmente para o grupo: Douglas Lora, Paulo Porto Alegre, Geraldo Ribeiro, Villani Cortes e Celso Cintra estão entre eles. Bacharel em violão erudito pela Unicsul, sendo ali orientado pelo professor Luciano Morais, estudou também na ULM (atual EMESP) e na Escola Municipal de Música – SP, sob orientação de Henrique Pinto. Como camerista integrou o Duo Návia‐Mestre, com o qual participou de importantes séries de recitais e festivais pelo Brasil. É colunista da Revista Violão Mais, a principal publicação brasileira relacionada ao violão. PROFESSOR DE VIOLÃO ROBERTO ELIAS SEGANTINI GOMES Natural de Uruaçu – GO, iniciou seus estudos de violão aos 9 anos de idade; posteriormente, em 2005, estudou violão erudito com o professor Paulo César Jiticovski na Escola Prelúdio, em Uberlândia-MG. Em 2006, estudou violão com o professor Joel Souza de Almeida em Catalão – GO. No primeiro semestre de 2007, ingressou no curso de graduação em música (licenciatura) pela Universidade Federal de Uberlândia estudou violão com os Professores Mes. Sandra Mara Alfonso e Álvaro Henrique e com o Professor Dr. Maurício Orosco. Em seus estudos participou de Master Classes com violonistas renomados como Jodacil Damasceno e Dejan Ivanovich.Desde 2013 integra o corpo docente da Orquestra Nova Vida, da Fundação Espírita Nova Vida.Em setembro de 2015, no Concerto Erudito, juntamente com o Quarteto de Violões Goyazes, dividiu o palco com a Orquestra de Violões Nova Vida e o violonista Fábio Zanon.Atualmente é Professor/Regente da Orquestra de Violões e Coral na Fundação Espírita Nova Vida, Professor de violão no Projeto Mãos que Tocam, das Obras Sociais Jorge Faim Filho e no Instituto Tecnológico do Estado de Goiás em Artes - Labibe Faiad, todos em Catalão – GO. PROFESSOR DE VIOLÃO DANIEL PIRES DE PAULA Começou seus estudos musicais em 2002 pela Fundação Espírita Nova Vida - situada na cidade de Catalão – GO através do projeto Orquestra Cidades coordenado pelo maestro Cláudio Weizmann, onde estudou até o final de 2006 com o professor Joel Souza. Como membro da Orquestra Nova Vida participou da gravação de um CD e um DVD além de apresentações ao lado dos músicos: Yamandu Costa, Renato Teixeira e Fábio Zanon.Em 2007 ingressou no curso de graduação em música (bacharelado em violão) pela Universidade Federal de Uberlândia, sendo orientado pelo Professor Dr. Maurício Orosco até o segundo semestre de 2009. Além de aulas de instrumento, estudou regência, harmonia e contraponto com o Professor Dr. Celso Cintra e arranjo com o Professor Me. Carlos Menezes Jr.Participou de Master Classes com grandes nomes do violão nacional e internacional como os violonistas: Fábio Zanon, Henrique Pinto, Jodacil Damaceno, Tiago Abdalla, Paulo Vinícius, Dejan Ivanovich (Croácia), Rubén Parejo (Espanha), Rafael Aguirre (Espanha), Johan Fostier (Bélgica), Alessio Nebiolo (Itália), Everton Gloeden, Gustavo Costa e Eduardo Meirinhos.Como solista participou de apresentações em Uberlândia–MG através dos projetos Preludio e Violões da UFU, em Ribeirão Preto-SP através do projeto Intercâmbio de violões, entre outras.Bacharel em violão, atua como Professor de instrumento na Fundação Espírita Nova Vida, desde 2008, no Projeto Mãos que Tocam, das Obras Sociais Jorge Faim Filho, Catalão – GO. PROFESSORA DE VIOLÃO E CANTO CORAL FERNANDA PIRES DE PAULA Mestre em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal de Goiás – Regional Catalão (PMEL/UFG-RC) iniciou seus estudos musicais no ano de 2003 como aluna de violão no Projeto Orquestra Cidades, onde recebeu aulas de Joel Souza. O projeto é sediado pela Fundação Espírita Nova Vida na cidade de Catalão e coordenado pelo maestro Cláudio Weizmann. No ano de 2005 tornou-se monitora pelo mesmo projeto exercendo a função até o primeiro semestre de 2007. Participou de Master Classes como ouvinte com os violonistas Fábio Zanon, Gustavo Costa, Maurício Orosco e Eduardo Meirinhos e como participante na categoria ‘duo’ com Thiago Oliveira, Paulo Vinícius, Thales Maestre e Gabriel Návia, além de atendimentos semelhantes com Joel Souza, Paulo Frederico e Cláudio Weizmann. Acompanhou o trabalho do Coral Nova Vida Musical como assistente da Professora Cida Henrique durante o segundo semestre de 2008 na entidade já citada, onde também iniciou a prática docente na orquestra de violões ministrando aulas que mesclam teoria e prática musical coletiva. Enquanto aluna, monitora e professora da Orquestra de Violões Nova Vida Musical recebeu capacitações musicais regulares e participou de mais de 200 apresentações dentro e fora da cidade de Catalão, merecendo destaque as apresentações com Renato Teixeira (2004), Yamandú Costa (2008), Kayami Satomi (2014) e Fábio Zanon (2015). Em 2014 juntou-se ao quadro de professores de violão do Projeto Mãos Que Tocam, das Obras Sociais Jorge Faim Filho. Ambas as práticas docentes perduram. Participa ainda, desde 2007, da Pastoral da Música na Paróquia São Francisco de Assis – Catalão/Goiás juntamente com o Ministério Geração Cristã animando regularmente encontros paroquiais diversos, liturgia e um grupo de jovens que leva o mesmo nome do ministério. PARTICIPAÇÃO NA APRESENTAÇÃO DE FIM DE ANO DUO SIQUEIRA LIMA Ganhador do Prêmio “Profissionais da Música 2015”, no Brasil, e do “Brazilian International Press Award 2014”, nos Estados Unidos, o Duo Siqueira Lima, formado pelos violonistas Cecilia Siqueira e Fernando Lima, é reconhecido pelo virtuosismo técnico, perfeito entrosamento e por originais e inovadores arranjos para dois violões. Cecília, do Uruguai, e Fernando, do Brasil, se conheceram no II Concurso Internacional de Violão ProMúsica/SESC, em 2001, na cidade de Caxias do Sul (Brasil), quando dividiram o primeiro prêmio depois de uma concorrida disputa com virtuoses de vários países. Esse evento foi decisivo para a formação do duo e o início de uma promissora carreira internacional. Sucesso de público e de crítica, os violonistas combinam turnês no Brasil e nas principais capitais europeias, além de incursões pela Rússia e por países da América do Norte e África. São sempre bem recebidos nos principais centros musicais, teatros e salas de grande prestígio, como Lincoln Center (Nova Iorque), New World Center (Miami), Concertgebouw (Amsterdam) e Sala São Paulo (São Paulo). Cecília e Fernando também são requisitados para aulas e masterclasses em eminentes instituições como University of Florida (Gainesville, Flórida - EUA), SMU Meadows School of Arts (Fort Worth, Texas - EUA) e Conservatoire Royal de Liège (Bélgica) e Koblenz International Guitar Festival (Koblenz - Alemanha). Cecilia Siqueira Nasceu em 1982 em Paysandu, Uruguai. Ganhou o 1º lugar no Concurso Nacional de Guitarra en Montevidéu aos 15 anos de idade. Em 2001 conquistou o primeiro prêmio no Concurso Internacional de Violão Pro-Música/SESC em Caxias do Sul (RS) e lançou o CD solo “Lo que Vendra” na Alemanha, com repertório variado. Iniciou sua carreira internacional excursionando pela América do Sul, Estados Unidos e Europa, tendo como destaque o concerto no aclamado Royal Festival Hall em Londres. Fernando de Lima Bacharel pela FAAM em São Paulo, Fernando Lima teve como principal mentor o violonista Henrique Pinto. Foi premiado em vários concursos nacionais e internacionais o que o levou a realizar sua primeira turnê pela Europa em 2002 tendo sua estreia em Londres no Bolívar Hall Guitar Festival onde recebeu excelentes críticas de revistas especializadas como a Classical Guitar Magazine. Aos 22 anos de idade estreou no quarteto de violões Quaternaglia, no qual atuou durante cinco anos como primeiro violão. OUTROS PROFISSIONAIS SERÃO CONTRATADOS ASSIM QUE DEFINIDO A CAPTAÇÃO

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.

2022-12-31
Locais de realização (1)
Catalão Goiás