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Pesquisa, edição e publicação de um livro sobre a expressão tradicional e folclórica do Coco de Roda, no Estado da Paraíba, com recurso a iconografia e testemunhos de mestres e grupos populares, bem como a uma profunda contextualização histórica. O projeto prevê ainda aulas-espetáculo em escolas públicas, como medida de responsabilidade social.
Considerando que a pesquisa ainda não foi realizada, a sinopse está pré-definida da seguinte forma, porém ainda poderá sofrer alterações, que serão fruto da pesquisa a ser realizada durante a produção do projeto. I – INTRODUÇÃO: A HISTÓRIA > Capítulo inicial do livro que resumirá a história da dança do coco: suas origens, imagens iconográficas e contextualização histórica. II – COMO A DANÇA DO COCO RESISTE > Capítulo que fará um panorama geral da dança do coco no litoral nordestino na atualidade e como ele tem sido resgatado por músicos consagrados e comunidades locais. III – O IMPACTO LOCAL > A relação de algumas comunidades locais da Paraíba com a dança do coco e como esta tem sido importante ferramenta de transformação social e de resgate de raízes culturais. V – Créditos, bibliografia e ficha técnica
Objetivos gerais: Em linguagem acessível e com um carácter altamente visual, o livro propõe-se a um mergulho numa das tradições populares de dança mais fortes do Nordeste: o Coco de Roda. Especificamente será pesquisada sua importância e legado no Estado da Paraíba. É objetivo da equipe editorial realizar uma intensa pesquisa histórica, geográfica e etnográfica sobre como tem sido a manutenção dessa expressão popular, bem como o resgate se tem dado. Tudo isto costurado com uma linguagem descritiva, porém intimista, e enquadrado através de imagens únicas de locais, pessoas e momentos. Como resultado prevê-se uma obra única, diferenciada e de forte apelo emocional, que permita aos paraibanos e brasileiros conhecerem um lado mais intimista da História e de uma de suas expressões populares. A intenção é que o público em geral obtenha elementos para diversificar seu repertório e passe a enxergar de forma mais construtiva a cultura tradicional (material e imaterial), reforçando o livro, para tal, a riqueza artística de pequenas comunidades e o poder de comunicação das imagens autorais a serem desenvolvidas pelo projeto. Objetivos específicos: Além de querer contribuir para o resgate da memória coletiva de uma parte da identidade cultural brasileira, o projeto prevê o seguinte: - Pesquisa sobre a dança do coco de roda - Levantamento histórico dessa expressão popular - Levantamento de focos e/ou comunidades onde ainda essa dança é cultivada - Realização de entrevistas com mestres e pessoas envolvidas com a dança - Levantamento iconográfico sobre a expressão popular - Realização de ensaios fotográficos locai - Impressão de 1.000 livros e distribuição dos mesmos - Criação de redes sociais com o making of do projeto - Lançamento do livro - Aulas-espetáculo gratuitas em escolas públicas da região litorânea norte do Estado da Paraíba Público impactado: Direto: 1.000 pessoas Indireto: 100.000 pessoas (através da divulgação, redes sociais e disponibilização do livro nas escolas públicas da Paraíba e bibliotecas públicas do Estado e do país)
O Coco de Roda é uma dança de roda e ritmo da Região Nordeste do Brasil. De origem remota, surgiu nos engenhos de açúcar da antiga Capitania de Pernambuco (atuais estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba), com influências dos batuques africanos e dos bailados indígenas. A primeira referência que se tem sobre o coco data da segunda metade do século XVIII. Segundo Mário de Andrade, que fez vasta pesquisa entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte na década de 40 do século passado, em "A literatura dos cocos", estudo publicado em "Os Cocos", refere-se à dificuldade de precisão mediante nomenclatura: "Antes de mais nada convém notar que como todas as nossas formas populares de conjunto das artes do tempo, isto é cantos orquéstricos em que a música, a poesia e a dança vivem intimamente ligadas, o coco anda por aí dando nome pra muita coisa distinta. Pelo emprego popular da palavra é meio difícil a gente saber o que é coco bem. O mesmo se dá com ‘moda’, ‘samba’, ‘maxixe’, ‘tango’, ‘catira’ ou ‘cateretê’, ‘martelo’, ‘embolada’ e outras. (...) Coco também é uma palavra vaga assim, e mais ou menos chega a se confundir com toada e moda, isto é, designa um canto de caráter extraurbano. Pelo menos me afirmou um dos meus colaboradores que muita toada é chamada de coco". Quando mencionamos à dança na brincadeira de coco, a poesia torna-se um componente indispensável. Para que uma roda de coco se forme é preciso que o mestre (ou a mestre) lance a provocação de uma entoada para que o coro responda e, nesse balanceio, segue-se a roda seguida de seus tocadores (zabumba e ganzá) e de suas dançadeiras vestidas com suas saias rodadas multicoloridas. Tais cantos revelam, na maioria das vezes, o cotidiano presente em sua comunidade e neles encontramos também deboche e ambiguidade, ou crítica social, com temas relacionados à situação do negro, ou das batalhas rurais na região, além de lembranças de lutas, dificuldades e desejos para a memória coletiva da comunidade onde a cultura do coco encontra-se inserida. Assim, são muitas as situações e temas dos cocos, provenientes da memória oral das cantadeiras de coco e marisqueiras (ribeirinhas) da comunidade, tesouro cultural de uma riqueza imaterial que constitui um colóquio cognitivo entre um passado revisitado e um presente saudoso. As poesias dos cantos do coco nos transportam a um tempo passado, mas também a uma resistência diária dos tempos atuais. A cultura afro-brasileira do coco de roda impulsiona a uma vontade coletiva de se fazer entender através de uma arte onde se reafirmam e se comunicam valores de uma identidade de um povo. Assim, por meio da influência mútua, cria-se a ciência de persona e difusão de um conhecimento através da peculiaridade de uma arte ou performance, no caso, o coco de roda, vivenciados em um primeiro momento no ambiente comunitário; depois, assimilado e incorporado em outras situações diferentes do usual, e que excedem os limites geográficos, indo a outras realidades culturais. Esse legado afro-brasileiro compõe um bem cultural inenarrável passado através da oralidade e de suas reproduções performáticas e que atualmente abre espaço para as comunidades negras irem atrás do reconhecimento de sua identidade, cidadania e dignidade na sociedade brasileira. A cultura do coco de roda manteve-se viva por gerações, sendo que, na atualidade, diante da profusão de novas manifestações populares e midiáticas, com muita dificuldade, esta cultura vem lutando para continuar atuante, mesmo passando por sua pior fase, visto que seus componentes já estão idosos e a maioria dos jovens não sente interesse em dar continuidade a esta tradição. E os que sentem este desejo encontram barreiras em participar dos eventos do grupo, uma vez que os componentes mais antigos alegam que os jovens não sabem dançar. O projeto visa, além de resgatar a história e as raízes do Coco de Roda, dar importante voz a seus atuais protagonistas: mestras e mestres que hoje se dedicam a reforçar e a renovar grupos folclóricos, com especial enfoque nas comunidades litorâneas do norte da Paraíba. A narrativa do livro será, essencialmente, feita na primeira pessoa, baseada na oralidade, forma primordial de como os Cocos chegaram aos dias de hoje. Será focado, ainda, como os Cocos estabelecem significativa influência em cantores e compositores contemporâneos, como Cátia de França, Chico César, Totonho e os saudosos Jackson do pandeiro e Chico Science. Relativamente ao enquadramento da presente proposta nos objetivos e finalidades da Lei 8.313/91 (arts. 1° e 3°), cumpre informar os motivos que nos levam a considerar a mesma plenamente enquadrada nos requisitos, da seguinte forma: 1) Na redação do Art. 1°, lê-se: a. "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" _ O presente projeto visa a valorização do patrimônio imaterial de uma das expressões populares da região litorânea do Nordeste, o Coco de Roda, e de seus mestres. Através dele será realizado um levantamento histórico e iconográfico, que resultará num livro, com ampla distribuição gratuita, b. "III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" _ O projeto entende que esse é o coração da presente proposta, dado que visa retratar através de pesquisa, textos e imagens, a imaterialidade de uma das manifestações culturais da Paraíba, cristalizando num livro o resgate de memória, a valorização do patrimônio existente e a difusão do conhecimento; c. "VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" _ Através do livro e conteúdo das mídias sociais, pretendemos contribuir para a difusão dos bens culturais da Paraíba e, desta forma, contribuir para o estímulo da produção local de artes e reconhecimento de sua existência, dado que o projeto pretende ter um alcance e difusão significativos no país inteiro. d. "IX - Priorizar o produto cultural originário do País" _ A busca das raízes, da produção cultural local, do que ainda foi, ou não, intocado pela globalização é um dos motes primordiais deste projeto. 2) Já na redação do Art. 3° encontramos o seguinte embasamento: a. "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes" _ O projeto pretende exatamente fomentar a produção humanística de edição de obras relativas a expressões culturais tradicionais. b. "IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos" _ Estender ao conhecimento geral o Coco de Roda como expressão simbólica, permite o estímulo à compreensão da arte e cultura como um todo, sendo que o projeto ainda viabilizará o levantamento de uma importante pesquisa sobre a cultura local da Paraíba, tradições e contemporaneidade, gerando um produto não apenas físico (como o livro), mas também a imaterialidade do pensamento crítico da população atingida. c. "V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais" _ Todo o projeto será desenvolvido por pessoas relacionadas com cultura e com elevado histórico de compromisso para com a difusão cultural. Reiteramos que acreditamos que o presente projeto tem um caráter cultural relevante, dado que fomenta a pesquisa, o trabalho autoral de artes visuais, preserva o presente para memória futura e amplia conhecimento, gerando difusão de conteúdos relevantes da cultura tradicional e contemporânea brasileira.
O projeto prevê a execução de um plano de divulgação que passe pelas mídias digitais, através da criação de redes sociais onde será feito o relato da produção do projeto, bem como o acompanhamento da mesma, como forma de expandir sua atuação e de engajar o maior número de público possível. O proponente do atual projeto será remunerado pela rubrica: “Coordenação Editorial”
1.000 exemplares Capa + 64 páginas de miolo Tamanho fechado 21,0 x 27,7 cm Tamanho aberto: 21,0 x 61,0 cm Capa em suporte CARTÃO TP PREMIUM (IMUNE 250 g/m²), impressos a 4x0 cores Acabamentos: Montagem, gravação de chapa, corte branco, dobra man cruzada/paralela, laminação fosca e na frente laminação fosca bopp, vinco, corte/refile, arquivo com prova digital. Capa com 2 orelhas de 9 cms cada. Miolo em suporte POLEN SOFT (IMUNE) 80 g/m², impressos à 1x1 cores Acabamentos: Montagem, gravação de chapa, corte branco, dobra cruzada/paralela, corte/refile, arquivo sem prova Finalizações: miolo costurado e colado na capa, formando lombada quadrada. Inclui alcear, costura, corte trilateral, capa colada, corte frontal, brochura, empacotamento e shrink individual. Laudas previstas: 50 Imagens previstas: 60
PRODUTO PRINCIPAL: LIVRO Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em local que preveja todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras.Acessibilidade para deficientes visuais: o livro terá uma edição digital, que será inteiramente gratuita, distribuída através da internet. Iremos também desenvolver um audiolivro, como forma de ampliar o alcance do projeto.Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: a atividade será realizada em escolas que prevejam todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras.Acessibilidade para deficientes visuais: descrição das imagens a serem apresentadasAcessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras
PRODUTO PRINCIPAL: O livre será distribuído gratuitamente para bibliotecas brasileiras, na quantidade de 100 exemplares. Sua comercialização será a feita a preços populares e bem abaixo do preço de referência do Vale Cultura (R$ 50,00/unid.), como forma de democratização e ampliação de público. O projeto ainda se compromete a entregar às mestras registradas no livro, a custo simbólico de R$ 0,50, cota de 25% de exemplares para que estas mestras e grupos de cultura popular possam vender os mesmos e obter uma renda extra que ajude no custeio de sua manutenção. Desta forma será feita a seguinte distribuição:Bibliotecas públicas – 100 exemplares (distribuição gratuita)Patrocinador – 100 exemplares (distribuição gratuita)Divulgação – 100 exemplares (distribuição gratuita)Escolas públicas – 200 exemplares (distribuição gratuita)Mestras e grupos folclóricos – 250 exemplares (distribuição gratuita)TOTAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 750 exemplares Ainda: o projeto terá presença nas redes sociais e fará o acompanhamento de toda a sua produção, com conteúdo amplo e disponível para a sociedade poder conhecer mais informações sobre a cultura popular brasileira e a dança do coco de roda. PRODUTO SECUNDÁRIO: Contrapartidas SociaisO projeto irá promover o conhecimento sobre a arte do coco de roda junto a alunos e professores de escolas públicas do Estado da Paraíba, prevendo atingir o mínimo de 200 alunos e professores, da região da grande João Pessoa. Desta forma será realizado um evento cultural em que convidaremos as escolas a estarem presentes, levando as mestras entrevistadas para se apresentarem ao público com uma aula-espetáculo, aberta a perguntas do público.A atividade será aberta à comunidade escolar e, claro, aberta à população em geral que queira comparecer ao local e conhecer mais sobre suas raízes. Serão distribuídos, de forma integralmente gratuita, exemplares do livro a todos os alunos e professores, reforçando-se a necessidade de integração de conteúdos didáticos sobre expressões populares e patrimônios imateriais em salas de aula. A equipe de produção também estará presente e fará uma fala explicando como se dá o processo editorial, como forma de formação de públicos e divulgação sobre o ofício editorial. O estímulo à leitura e à compreensão da cultura popular serão atividades-chave desta proposta.
DINA FARIA | COORDENAÇÃO EDITORIAL -> Sócia Administradora da empresa proponente do projeto Editora, produtora cultural, jornalista, radialista e escritora desde sempre manteve o seu vínculo à cultura e à comunicação. Organizou e produziu o “Festival Mundial da Juventude ‘98” e foi mentora e produtora do “Festival da Juventude 2001”, ambos em Portugal. Desde 2012 reside em São Paulo (Brasil) e já coordenou e trabalhou em diferentes projetos editoriais: “No Caminho das Águas”, “Espírito Santo – Dr. Arthur Gerhardt”, “Paixão – O Brasil de Todos os Mundiais”, “História Olímpica”, “Felinos – A Luta pela sobrevivência”, “O Segredo do meu sucesso”, “Brasil de Carne e Osso” e “Inglês da Família”. Além disso também foi a coordenadora de projetos culturais como “Virada da Saúde – São Paulo” (2016), co-fundadora do Espaço de Cultura Bela Vista (2015) e “Minha Casa, Minha Cara, Minha Vida”, para a Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP). Em 2017 mudou-se para a Paraíba e, desde então, atua no mercado cultural de João Pessoa, tendo já coordenado diferentes projetos culturais como “Mulherio das Letras 2017”, “Natal na Usina 2018”, “São João de Conde 2019”, entre outros. ALBERTO DE CARVALHO ALVES | FOTOGRAFIA ARTÍSTICA Videomaker, Fotógrafo e Editor seus trabalhos foram publicados nas principais revistas nacionais e internacionais, como Isto é, Playboy, Horizonte Geográfico, Folha de São Paulo, Folha da Tarde, Trip, Fluir, Iris Foto, Der Spigel (Alemanha), Vacance, Caminhos da Terra, National Geographic, Ícaro entre outras. Tem publicado os livros de fotografia "A Arte do Lixo", sobre o trabalho do artista plástico Washington Santana, "O Rosto e o Resto", sobre o cotidiano dos coletores de lixo da cidade de São Paulo e "Vida Caiçara". Possui imagens publicadas nos livros "Imagens do Brasil", de Ignácio Loyola Brandão, "Letra & Luz" e "Alma Paulista". Suas fotos percorreram o país em mostras coletivas como "Ânima Surf", "Terceira América", "O rosto e o Resto" e "Vida Caiçara", bem como individuais: "Iemanjá" e "Imagens do Lixo". Como videomaker, destacou-se principalmente pelo domínio das técnicas de filmagem aquática, e dirigiu produções como "Surf Além do Surf", e os documentários "Obsessão" e "Bali - Fragmentos de um Cotidiano em Tensão". Foi eleito um dos 15 melhores fotógrafos de temas ecológicos pela revista "Íris Foto" e recebeu a indicação para o Prêmio Abril-Kodak para Novos Fotógrafos e com a videoinstalação "Temporalidades" colocou-se entre os finalistas do Antarctica Artes com a Folha - "A nova geração da Arte brasileira" evento paralelo a Bienal de 1996. Na área editorial, concebeu os projetos dos livros "A Arte do Lixo", lançado na Bienal de Frankfurt, "O Rosto e o Resto", "A Construção da Cidade de São Paulo - 80 Anos do Instituto de Engenharia", "Alma feminina", "Mercado Municipal de São Paulo - 70 anos", "Vera Cruz Cinematográfica", "Terras de Preto" de Ricardo Teles, "Aulium a quarta Parede", "Tietê - o Rio de São Paulo", entre outros. RODRIGO PADIN | DIREÇÃO DE ARTE Diretor de arte e designer, produziu diferentes trabalhos editoriais: direção de arte, diagramação, tratamento de imagens, produção gráfica e fechamento de arquivos (livro): “Inglês da Família” (British Council), “Em Busca do Presépio Universal” (Museu de Arte Sacra de São Paulo + Metrô São Paulo), “Mosteiro da Luz - 240 Anos” (Museu de Arte Sacra de São Paulo), “O Caminho das Cores” (Abook Editora), “1972-1975 Estudos Cebrap - De Médici a Geisel” (Cebrap), entre outros. Desenvolveu identidade visual, conteúdos para a web, sites e/ou APPs para os seguintes clientes: ClearSale (portal.clearsale.com.br), Gazeta Mercantil Experience Hub (gmehub.com/br/), MR Estúdio Digital (mrestudiodigital.com.br), Studio Novak (studionovak.com.br), Madeireira Caeté (madeireiracaete.com.br) e Casa e Café (casaecafe.com/). BETH CECONI | ASSESSORIA CONTÁBIL Técnica em Ciências Contábeis possui mais de 30 anos de experiência, sendo que nos últimos 15 anos tem atuado na área cultural. Ao longo desses anos, presta consultoria a projetos inscritos em diferentes leis de incentivo, entre elas Lei Rouanet, Ancine e Lei Mendonça. Entre os trabalhos culturais aos quais realizou acompanhamento diário e aprovação de prestação de contas podemos citar: Lei Rouanet: Tietê o Rio de São Paulo, Amazônia Canta, Mercado Municipal de São Paulo - 70 anos de Cultura e Sabor, Terra na Terra, Qualivida - Qualidade de Vida Através dos Tempos, Vida Caiçara, Livro Agenda Cinemateca Brasileira 60, Livro Agenda Vera Cruz Anos de Ouro do Cinema Paulista anos, Agenda A Cultura como Agente de Inclusão Social, Pioneiros, Erudito Brasil, Ânima Surf, Iemanjá, Etnias e O Rosto e o Resto, Cartunistas Brasileiros, Catálogo Cine Cultural, Os Clássicos da Pintura Mundial com a Turma da Mônica e Levi Ramiro / Nosso Quintal anos. Lei Mendonça: A Construção da Cidade de São Paulo, O Cordel e suas Histórias - Medicina Preventiva, Alma Paulista I e II, Terras de Preto, Auleum - A Quarta Parede, Vera Cruz - Imagens e Histórias do Cinema Brasileiro, Centro Cultural Infanto Juvenil e Oficina de Cultura Artística e Musical Lar da Benção Divina, Filme que não existiu, III festival MERCOSUL, Cuiabá, músicas e imagens de outro Pantanal, A Construção da Cidade de São, Terra das Letrinhas, Dr. I e Esteto, Teatro das Letrinhas, Dr. I e Esteto. Ancine: Anabel a Série I, Atlântico a Neblina... Uma Saga pela Amazônia Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.