| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 53009825000133 | Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 02949160000107 | Tracan Máquinas e Sistemas Para Agricultura Ltda | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
Este projeto consiste na oferta gratuita de cursos de formação musical, para alunos do ensino fundamental de escolas públicas, viabilizado com os Pronac’s 163464, 177461 e 185304, além de prever a realização de apresentações musicais, como forma de divulgação e difusão dos resultados pedagógicos do projeto, e de palestras interativas, como contrapartida social.
1) Cada apresentação musical terá uma hora de duração e classificação indicativa livre. Repertórios ainda não estão definidos. 2) A Alma declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho instrumental / erudito.
Objetivo geral: continuar o processo de formação musical de crianças das cidades de São Joaquim da Barra/SP e Guará/SP, viabilizado com os Pronac’s 163464, 177461 e 185304, projetando suas inserções no universo da arte, de forma a compensar as etapas da formação artística de cada um deles, geralmente incompletas ou deficientes.Objetivos específicos:- Oferecer gratuitamente os cursos de canto-coral, de instrumentos de cordas (violino e violoncelo) e de instrumentos de sopro (flauta e clarinete) com oferta de, respectivamente, 60 vagas, 40 vagas e 12 vagas, para crianças de escolas públicas de São Joaquim da Barra;- Oferecer gratuitamente os cursos de instrumentos de cordas (violino e violoncelo), de instrumentos de sopro (flauta e clarinete) e percussão, com oferta de, respectivamente, 70 vagas, 12 e 15 vagas, para crianças de uma escola pública de Guará;- Realizar três apresentações, sendo uma com os alunos e duas com os professores, em formato online, como forma de divulgação do projeto;- Realizar três palestras interativas sobre música instrumental erudita, em formato online, voltadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, como forma de atender a contrapartida social.
A Alma - Academia Livre de Música e Artes iniciou suas atividades, em agosto de 2014, na cidade de Ribeirão Preto/SP. A qualidade do trabalho de formação artística de nível intermediário a avançado, assim como os resultados alcançados em pouco tempo, fizeram nascer uma demanda para a criação de cursos de formação inicial em música, nas cidades de São Joaquim da Barra e Guará, ambas no Estado de São Paulo. A equipe gestora da academia acolheu essa demanda e criou, em 2017, seu primeiro projeto com foco no ensino musical para crianças sem experiências anteriores nas artes, em escolas públicas daquelas duas cidades. Apesar das dificuldades inerentes a trabalhos desenvolvidos em escolas, sobretudo, nas que não tem uma cultura de formação em artes consolidada ou que não contam com o apoio intensivo das famílias dos participantes, o projeto foi executado a contento, cujo resultado pôde-se observar em apresentações realizadas ao fim do ano de trabalho. Resultados semelhantes foram obtidos nos anos de 2018 e 2019, sendo que neste último os alunos dessas duas cidades participaram de um Concerto Pedagógico juntamente com os alunos mais experientes da Orquestra Acadêmica Jovem, do núcleo de Ribeirão Preto. Tendo em vista que a formação do estudante de música requer muitos estágios intermediários até que se alcance uma formação um pouco mais sólida, apresentamos este projeto para a continuidade do trabalho em desenvolvimento. Por fim, este projeto soma-se a outras iniciativas que buscam contribuir com o cumprimento dos incisos I e VIII, do artigo 1o. da Lei 8.313/91. Já no artigo 3o., desta mesma lei, este projeto se compromete com: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Na planilha orçamentária, na rubrica professores, optamos em colocar como unidade "serviço", porque tínhamos que mencioná-la na cidade de São Joaquim da Barra e de Guará. Os professores Alexandre, Ayala, Walisson e Samuel ficam apenas na cidade de São Joaquim da Barra. Já os professores Lincoln, Marcos, Lucas e o de percussão ficam apenas na cidade de Guará. Maria, Igor e Paula passam a metade do tempo em São Joaquim da Barra e a outra metade em Guará. Colocar a unidade "serviço", ao invés de mês, foi a saída encontrada para dividir corretamente o trabalho deles por cidade.
Plano pedagógico Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico, valendo-se da possibilidade de oferecer conteúdos e vivências diferenciadas dentro do próprio ambiente escolar. 2. Objetivos Específicos: a) Contribuir para a formação educativa integral do aluno por meio da arte, com foco na formação de um estofo cultural que sirva não só como complemento, mas também como ferramenta de vivências sociais mais ricas ao longo da vida (inserção social); b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural); c) Como efeito colateral das ações em âmbito escolar, encaminhar jovens músicos para posterior formação acadêmica, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando a longo prazo a formação de músicos profissionais (profissionalização), dentre aqueles que, obviamente, se decidirem por este encaminhamento. 3. Justificativa: A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular (algo que, a partir da terrível instabilidade política que se instalou no país nos últimos anos, está ameaçado, e por isso mesmo ganha relevância ainda maior), demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso a obra de arte, evitando assim o que o teórico francês Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte “gratuito, mas facultativo” passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Além disso, das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – fomento ao desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se atingir tais intenções. A música em sendo dentre as artes aquela cuja apreensão se dá melhor na mais tenra idade, tem também outra peculiaridade: na adolescência temos, na possibilidade da existência de formação anterior, um período sensível, por onde se define a excelência das habilidades musicais de um jovem músico; no entanto, a faixa etária onde o aprendizado comprovadamente é mais fecundo e definidor de caminhos ocorre nos anos da primeira infância, até os 9 anos, justamente o que compreende os anos que abrangem o espaço entre o primeiro e quinto anos do ensino infantil. Com todas as possibilidades cognitivas em plena efusão de potencialidades, nenhum momento pode ser considerado melhor do que este para uma inserção radical (no sentido etimológico de enraizamento) das mais diversas artes, no qual o movimento muscular fino, o refinamento cognitivo e a percepção auditiva possam ter impacto. 4. Carga Horária: Cada aluno cursa disciplinas essenciais, que correspondem ao nosso método de trabalho, privilegiando o ensino coletivo. A aplicação de uma metodologia baseada no ensino coletivo de instrumentos e teoria musical tem especial afinidade com o universo escolar, onde os outros tipos de saberes se dão justamente desta forma. Portanto, as aulas serão divididas e inseridas da seguinte forma: 1 – aulas coletivas de clarinete e flauta (transversal): a) Separados alunos de clarinetes e flautas. Ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos, incluindo as primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) Juntos alunos de clarinetes e flautas. Ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes, a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. Formação de uma mini-orquestra de sopros-madeiras. c) Atendimento desejado de 3 turmas de cada instrumento, em cada cidade, com níveis inicial, intermediário e avançado, no contra turno escolar. 2- Aulas coletivas de violino e violoncelo: a) Separados alunos de violino e violoncelo. Ênfase na aprendizagem de elementos técnicos mais finos e específicos (exercícios de escalas e arpeggios; aspectos rítmicos trabalhados em cordas soltas, aplicação de direcionalidade de arcos para todos os exercícios técnicos); inclusão das primeiras noções de teoria musical aplicadas ao ensino prático do instrumento (solfejo, percepção, teoria básica: divisão, alturas, valoração das notas musicais). b) Juntos alunos de violino e violoncelo, com ênfase na aprendizagem coletiva em maior escala, pressupondo a divisão em naipes trabalhados em forma de produção de repertório – sempre com arranjos especiais de melodias folclóricas ou métodos existentes (como Suzuki e outros de mesma natureza) –, orientando a prática de orquestra de cordas visando não só a produção de repertório, mas também a percepção prática da abordagem polifônica e politimbrística, a vivência coletiva com as diferenças, ressaltadas metaforicamente pela necessidade de harmonia entre os naipes. c) Atendimento desejado de 3 turmas de cada instrumento em São Joaquim da Barra, com níveis inicial, intermediário e avançado, no contra turno escolar. Atendimento desejado de 5 turmas de cada instrumento, em Guará, com níveis inicial, intermediário e avançado, no contra turno escolar. 3 – Aulas coletivas de coral: a) Atendendo aos comprovados êxitos de uma tradição mais antiga de aplicação do canto coral nas escolas – outrora referenciado como canto orfeônico –, a formação de turmas de canto coral auxilia numa forma dinâmica de interdisciplinaridade com as disciplinas (devido à possibilidade de interação dinâmica dos conteúdos com a linguagem verbal do repertório coral). A possibilidade última de um trabalho sem oneração material – a voz e um instrumento harmônico de acompanhamento bastam para o atendimento de muitos alunos – apontam ainda mais para os benefícios, há muito conhecidos, desta prática nas escolas. b) Atendimentos de 2 turmas, cada uma com no máximo 30 alunos, apenas em São Joaquim da Barra, no contra turno escolar. 4 – Aulas coletivas de percussão: a) Voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências, de cada nível, na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação. b) Atendimento desejado de 3 turmas (nível iniciante porque é um curso novo), apenas em Guará, no contra turno escolar. Ao todo, cada aluno cumpre uma carga horária mínima de 2 horas por semana. Para a realização desses intuitos, os professores têm autonomia e mobilidade metodológica dentro de nosso tripé pedagógico, sendo instruídos a trabalharem de forma individualizada segundo a necessidade de cada aluno, sem perder de vista sua interação social e a unidade filosófica geral do projeto. 5. Público-alvo: Crianças e pré-adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias – oriundas de três escolas públicas, sendo duas de São Joaquim da Barra e uma de Guará. O foco, como já relatado anteriormente, é no atendimento ao público infantil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida no âmbito da formação, em especial no ambiente escolar, corresponde a faixa de parte da primeira infância até os 12 anos. 6. Metodologia e material didático: No intuito de contribuir para uma formação integral do público-alvo, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico no âmbito da formação integral artística relacionada à formação integral regular, doravante complementar e inserida aos conteúdos da escola normal regular. A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Apesar deste critério de autonomia, é inegável que certa unidade metodológica se faça necessária em decorrência da justa adequação do ensino a parâmetros de unificação imperativos no ensino coletivo: uso do mesmo material impresso e dos mesmos métodos de aprendizagem técnica. Esta é uma forma imperativa também para que os professores que estejam em uma mesma sala – e no presente caso serão sempre 2 ou mais (cordas graves, cordas agudas; flauta e clarinete; coro e co-repetição etc.) – dêem conta de manter certa unidade no ensino de muitos alunos ao mesmo tempo, podendo ainda, com o tempo, ampliar os atendimentos. Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevicic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet). É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original. Síntese das atividades relatadas, aqui apresentadas em fluxo: a) Aulas de instrumento - a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens educandos, aos quais são oferecidas as seguintes opções iniciais: flauta (transversal), clarinete, violino, violoncelo e percussão. b) Aulas de canto-coral - as possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades aos alunos, bem como servir como um veículo de socialização entre eles. c) Aulas de teoria musical - funcionam não só como parte indispensável da formação do instrumentista/cantor, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos, em especial quando aplicada segundo novas tendências do ensino coletivo, já bastante pesquisado em ambiente acadêmico, onde uma aprendizagem em mais tenra idade deve não ser epistemologicamente isolada – como aulas de teoria abstrata, melhor adequada à adolescentes – mas em concomitância com as aulas práticas, conforme já relatado anteriormente. d) Aulas de prática de câmara/orquestra: buscam suprir necessidades fundamentais para a formação do estudante de música, ou seja, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música em ambiente de sociabilização. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos.
Produto Curso / Oficina / Estágio: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados. 2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: alunos das três escolas, que tiverem interesse em participar do projeto serão atendidos. Os professores farão algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos com deficiência, ou seja, deverão 2.1) dar atenção mais individualizada a eles; 2.2) proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; 2.3) posicionar o aluno, no caso com deficiência visual, em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando forem necessárias, as notações destas devem estar em tamanho maior que o habitual; 2.4) criar uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades; 2.5) valer-se do movimento corporal, fundamental para o aluno com deficiência auditiva, como uma forma de desenvolver as habilidades relacionadas à aprendizagem musical (como a identificação e contagem de pulsos, à consciência espacial, o entendimento da forma da música, da exploração do balanço e equilíbrio, entre outros). Produto Apresentação Musical: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade. Produto Contrapartida social: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade.
Produto Curso / Oficina / Estágio: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Produto Apresentação Musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Dulce Neves – Presidente da Alma; coordenadora geral deste projeto remunerada para taal função Lucas Galon – Vice-presidente da Alma; coordenador artístico e geral deste projeto remunerado para tal função Luciana Rodrigues – Secretária e tesoureira da Alma; coordenadora administrativa/financeira deste projeto remunerada para tal função Ladson Bruno Mendes – Coordenador pedagógico Reginaldo Nascimento, Marcos Fuzaro, Ayala Carla de Souza, Walisson Higor da Cruz, Lincoln Reuel Mendes, Samuel Eduardo da Silva, Lucas Roberto de Oliveira, Paula Naime e Igor Picchi Toledo – professores de instrumento Alexandre Mazzer Perticarrari – professor de canto-coral Maria Aparecida da Silva Costa – assistente O professor de percussão ainda não está definido Currículos: Dulce Neves – Jornalista profissional, formada pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), desde 1998. Foi Secretária da Cultura de Ribeirão Preto (2016) e presidente da Fundação Dom Pedro II (de 2013 a 2016), responsável pela gestão do Theatro Pedro II de Ribeirão Preto, o terceiro maior teatro de ópera do país. Idealizou a criação da Alma – Academia Livre de Música e Artes, projeto de formação musical com foco no aperfeiçoamento do fazer artístico de crianças, adolescentes e jovens. Ocupou o cargo de vice-presidente da Associação Musical de Ribeirão Preto, mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (2011-2012), e atuou, especialmente, na área de captação de recursos e desenvolvimento de projetos socioeducativos e culturais. Lucas Eduardo da Silva (Lucas Galon – nome artístico) - Doutor e Mestre em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2016 e 2011 respectivamente). Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto, 2006). Atualmente, trabalha como professor do curso de Licenciatura Plena em Música, da Universidade de Ribeirão Preto/UNAERP - Composição, Arranjo, Regência Coral, História e Filosofia da Música. Atua também como professor substituto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É coordenador artístico-pedagógico, compositor e professor nos projetos de ensino música da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; atua como coordenador pedagógico da ALMA, sendo um de seus idealizadores; é membro efetivo do grupo de pesquisa NAP - CIPEM na Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Música, História da Arte, Estética Musical, Composição Musical, Arranjo e Regência. Luciana Rodrigues – Psicóloga e bacharel em psicologia pela USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo SENAC/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É secretária e tesoureira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014). Realiza curadoria de ciclos de oficinas, cursos e eventos na área de Gestão e Produção Cultural na cidade de Ribeirão Preto/SP e região (desde 2010). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014. Ladson Bruno Mendes – Iniciou seus estudos de violoncelo com Rosângela A. Masseto em Ribeirão Preto/SP, obtendo, em seguida, orientações de Robson Fonseca. Em 2005, participou do Festival de Música de Domingos Martins – ES, onde teve aulas com JedBarahal da Polônia, ganhando o prêmio de “destaque do festival” no seu instrumento. Ingressou para a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, em 2007, e no mesmo ano integrou o Quarteto Major ao lado de grandes músicos como Gabriel Mateos (Argentina). É formado em Bacharel em Instrumento, pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto). Atua na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, chefe do naipe de violoncelos da Orquestra Filarmônica de São Carlos e violoncelista do Quarteto de Cordas da Filarmônica de São Carlos. É coordenador do Projeto Guri, Governo de São Paulo, e professor de violoncelo da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e do Projeto Kabuki, também em Ribeirão Preto. Marcos Fuzaro – Fez curso técnico em violino pelo Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1986 a 1988, integrou a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto/SP, na qualidade de instrumentista. De 1994 a 2016, integrou o corpo docente do Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. De 1998 a 2003, integrou a Orquestra Sinfônica de Barretos/SP, na qualidade de instrumentista e professor de violino/viola clássica. De 2006 a 2014, integrou o corpo docente da Fundação Cultural Calmon Barreto de Araxá/MG. De 2006 a 2008, participou do Festival de Cordas Nathan Shwartzman, em Uberlândia. Em 2015, foi professor de vilino da Fundação Cultural de Uberaba/MG. Ayala Carla de Sousa – É bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra). Walisson Higor Cruz – Estudou música no Grupo de Referência do Projeto Guri de São José do Rio Preto de 2010 a 2015, sendo chefe de naipe dos violoncelos desde 2012. Com o grupo, participou da 15a edição do “Sphinx Competition” (2012), sediado em Detroit-EUA, e também da gravação do clipe “O Trenzinho do Caipira” (2013). Teve aulas regulares de violoncelo com Rodrigo Pessoa de Almeida (2010-2013), Ladson Bruno Mendes (2014-2015) e André Micheletti (desde 2015). Em 2016, se apresentou com o Ensemble Gilberto Mendes na 50a edição do Festival Música Nova, promovendo a estreia mundial de duas peças, sendo uma delas uma obra de trio de música de câmara (violino, oboé e violoncelo) de Dorothea Hoffman (Alemanha). Atualmente, é aluno de graduação do Departamento de Música da USP de Ribeirão Preto e chefe de naipe dos violoncelos da USP-Filarmônica. Samuel Eduardo da Silva – É formado em Licenciatura em Música pela Faculdade Claretiano Centro Universitário, de Batatais, em 2016. Fez o curso sobre a Filosofia e Metodologia Suzuki, com a professora Shinobo Saito (2017), o curso de aperfeiçoamento de técnicas e desenvolvimento de habilidades, com o professor José Márcio (2018) e o curso a Rítmica Dalcroze – uma educação por e para música, com o professor Iramar Rodrigues. É professor de violoncelo e contrabaixo da Associação Amigos do Projeto Guri, desde 2011, tendo trabalhado com iniciação musical da mesma instituição, nos anos de 2012 e 2013. É professor de violoncelo da Alma – Academia Livre de Música e Artes, desde 2019. Foi professor de violoncelo na Aquarela Escola de Música (2012/2013), Escola de Música Musicart (2012/2013) e Vivarte Centro Educacional e Musical (2014/2015) e de iniciação musical na Instituição Família Cavalheiro Caetano Petráglia (2014/2015). Lucas Roberto de Oliveira – Músico profissional, atua como violinista da Camerata de Franca/SP e foi integrante da Orquestra Sinfônica de Franca. Cursa Licenciatura em Música na Faculdade Claretiano Centro Universitário, de Batatais. Atua como professor de música da Associação Amigos do Projeto Guri, nos polos de Franca e Orlândia, desde 2002; e é professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes, desde 2019. Lincoln Reuel Mendes - iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005 deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia (2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), Catalin Rotaru (Romênia) e Marcos Machado (University Misssispi, EUA). Em 2011 a 2013 atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho), do Projeto Kabuki (Ribeirão Preto) e da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto). Paula Naime – Licenciatura em Educação Artística com habilitação em Música na Escola de Comunicações e Artes em Ribeirão Preto ECA- USP (turma 2004). Cursando pedagogia na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (8º semestre). Atualmente leciona flauta transversal e piano na escola livre de música “Ad Libitum” em Ribeirão Preto, flauta transversal na Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho, e Artes na escola Sevime em Cravinhos. Igor Picchi Toledo – É formado em música pela USP Ribeirão Preto (2015), tendo aulas com professores como Rubens Ricciardi, Rodolfo Coelho de Souza, Silvia Berg, entre outros. No início de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional “Fiato al Brasile I” / “Fiato al Brasile II”, em Faenza na Itália. Também, em 2012, participou do projeto da oficina de sopros da OSESP Itinerante e do Festival Musica Nova, como espectador e membro atuante. Assistiu workshops, participou de oficinas e participou de concertos com os renomados Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (OSESP), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ‘A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Na USP-RP, é primeiro clarinetista da USP-Filarmônica. Atual integrante da Mogiana Jazz Band e do Quinteto de Sopros Pau a Pique. É professor de clarinete da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto. Alexandre Mazzer Perticarrari – Pianista e cantor, licenciado em Música pela Universidade de Ribeirão Preto. Aluno da classe de canto de Maria Yuka de Almeida Prado no Departamento de Música da FFCLRP (USP) de Ribeirão Preto e de Davide Rocca (Italia). Atuou na educação musical em diversos projetos, lecionando instrumento, canto e regência coral. Regente dos corais Memorie d’Italia, De Canto em Canto e Adevirp. Atuou também junto aos corais Coopercitrus, ArtSol, Coral da USP Ribeirão, Infantil da Escola Waldorf João Guimarães Rosa, Centro Médico Unimed e Coro Experimental da Unaerp. Participou dos festivais Corearte (Espanha), MRF (Italia), Festival de Música de Londrina e do Encontro Internacional de Música Coral e de Educadores Musicais na USP Ribeirão Preto. Estreou como o personagem “Colas” na Ópera “Bastien und Bastienne” de W. A. Mozart com a USP Filarmônica sob a regência de Rubens Russomano Ricciardi. Maria Aparecida da Silva Costa – É formada em piano clássico pelo Conservatório Municipal Fabiano Lozano de São Joaquim da Barra/SP; é licenciada em Pedagogia pela Unimes; faz o curso de licenciatura em Música também pela Unimes. Trabalha como professora de música no Conservatório Municipal Fabiano Lozzano e na Casa do Menor Santa Lúcia, em São Joaquim da Barra/SP. É coordenadora do Projeto Música Criança, realizado pela parceria entre o Departamento de Música da USP Ribeirão Preto e pela Loja Maçônica Joia Fraternal Jorge de Lollo de São Joaquim da Barra, tendo como patrocinador, Carlos Alberto Nicolau. É professora assistente da Alma – Academia Livre de Música e Artes, núcleo de Guará/São Joaquim da Barra.
Comprovação Financeira do Projeto em Análise