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PRONAC 193543Análise Financeira da Prestação de ContasMecenato

IVAN SERPA - A EXPRESSAO DO CONCRETO

MG PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 3,26 mi
Aprovado
R$ 3,24 mi
Captado
R$ 2,46 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 2,46 mi

Eficiência de captação

75.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-12-09
Término

Resumo

Realizar exposição retrospectiva do artista plástico Ivan Serpa, o maior expoente do figurativismo e do concretismo brasileiro.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Geral Difundir a trajetória do artista nos seus 30 anos de produção artística, passeando por diversas tendências e técnicas, indo do figurativismo de alta complexidade até a arte concreta, da qual é o maior artista brasileiro, passando pelo construtivismo, op art, geometrismo e outras intervenções, mostrando a versatilidade e a pluridensionalidade de sua arte. Específicos (1) Realizar exposição de arte do artista plástico Ivan Serpa no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, e itinerância da mostra nas unidades do CCBB Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. (2) Publicar catálogo que acompanha a mostra com tiragem de 3.000 exemplares. (3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: 80 visitas educativas para estudantes e professores da Rede Pública de Ensino.

Justificativa

Ivan Serpa (1923-1973) foi um dos maiores artistas plásticos brasileiros, com importante e rica trajetória, cuja visão de conjunto ainda não pode ser apreciada em toda a sua dimensão e grandeza, pois nunca foi realizada uma mostra completa e com uma dinâmica adequada junto ao público, recriando o seu projeto de difundir e motivar as novas gerações para a arte. Ivan Serpa teve importante papel na arte moderna brasileira ao criar e liderar o Grupo Frente, que protagonizou uma revolução na arte brasileira, através, da arte concreta e outras manifestações. Ainda, ministrou aulas livres e abertas, para crianças e jovens, no Museu de Arte Moderna, uma iniciativa única e que merece ser revisitada e reeditada, fazendo interagir artistas atuais com as novas gerações. A exposição IVAN SERPA: A EXPRESSÃO DO CONCRETO resume a essência da obra desse grande artista que, apesar de ser mais conhecido pelo Concretismo, também se aventurou pela liberdade do expressionismo, sem nunca perder contato com a ordem e a estrutura. Trata-se de uma exposição única, de um artista único e complexo, definitiva para reascender a memória sobre esse operário artístico tão importante para a arte moderna brasileira. A solicitação de apoio ao projeto Exposição Ivan Serpa: Expressão do Concreto junto ao Ministério da Cidadania, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Catálogo: tiragem de 3.000 exemplares, impressão Eurobulk 150/m², 164 páginas, capa dura, 23x30cm fechado 23x60cm aberto.

Acessibilidade

Física CCBB SP: O prédio possui elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados; Audioguia disponível no aplicativo CCBB | SP. CCBB RJ: Rampa para pessoas com deficiência física – Entrada da Av. Presidente Vargas; Sanitários para cadeirantes – Térreo, 2º andar, 4º andar e 5º andar; Telefones públicos para pessoas com deficiência auditiva ou visual: térreo e 5º andar. CCBB BSB: Vagas exclusivas de estacionamento; Acesso por rampas ao Teatro e às Galerias; Elevador entre as Salas de Exposições; Banheiros adaptados atrás do balcão de informações. CCBB BH: Rampa de acesso ao prédio para pessoas com deficiência física; Indicação sonora e em braile nos elevadores; Banheiro acessível em todos os andares; Disponibilidade de elevadores adaptados ligando os pavimentos; Sinalização tátil em corrimão e totens; 2 vagas de estacionamento público destinadas a pessoas com deficiência na Av. Brasil e R. Gonçalves Dias; Escadas com corrimão e indicações em braile. Conteúdo da exposição Deficientes visuais: Produção de audioguia bilíngue português/inglês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal). Deficientes auditivos: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line)

Democratização do acesso

Para a visitação, a entrada é franca. Não haverá comercialização de produtos culturais. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 088987 e 040736 (pela empresa VG Consultoria Organizacional Ltda. – ver informação anexada no campo Informações adicionais). Coordenação Geral: MG Produções Culturais/Márcio Gobbi (proponente) Artista: Ivan Serpa Artista plástico e professor, nascido no Rio de Janeiro em 1923, a partir de 1946 inicia seus estudos em arte com o gravador Axel Leskoschek. Em 1947 expõe na divisão moderna do Salão Nacional de Belas Artes. No início da década de 1950, seu trabalho já se identifica com a abstração geométrica e sua participaão na I Bienal de São Paulo, realizada em 1951, reitera essa opção. Na ocasião, recebe o Prêmio Jovem Pintor Nacional. A partir de 1952 passa a dedicar-se também a atividades didáticas com crianças em cursos de pintura realizados no Museu de Arte Moderna, atividade da qual não se afastará durante toda sua vida. Em 1953 participa da I Exposição Nacional de Arte Abstrata realizada na cidade de Petrópolis. No ano seguinte, juntamente com outros artistas, cria o Grupo Frente, assumindo sua liderança ao longo de seus dois anos de vida. Participa em 1957 da I Exposição Nacional de Arte Concreta no Rio de Janeiro, ano em que recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna. Viveu na Europa entre os anos de 1958 e 1959, quando volta ao Brasil. Participa em seguida da I Exposição de Arte Neoconcreta realizada no Rio de Janeiro. No início dos anos 1960 realiza algumas experiências no campo da figuração, entre as quais a chamada "fase negra", de tendência expressionista, que se desenvolve num momento de crise política, que culmina com o golpe militar de março de 1964. A partir de 1965 retorna ao abstracionismo geométrico, introduzindo elementos mais ligados à sensualidade das formas, o que inexistira no trabalho de sua fase concreta desenvolvido ao longo dos anos 1950. Participou das mais importantes exposições ocorridas ao longo da década de 1960 como Opinião 65, Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira, que reuniu os grandes nomes da geração que emergia nas artes plásticas naquele momento. Ainda nas década de 1960 e no início de 1970 desenvolve trabalhos juntamente com Lygia Pape e Antonio Manuel, e também com Dionísio del Santo, que os reproduziu na técnica da serigrafia. Recebeu vários prêmios no Brasil e participou de várias bienais realizadas em São Paulo, além de Veneza (1952,1954 e 1962) e Zurique (1960), quando é igualmente premiado. O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou algumas retrospectivas de sua obra nos anos 1965, 1971 e 1974. Faleceu em 1973. Curadores: Marcus Lontra É crítico de arte e curador independente. Cursou a Faculdade de Comunicação da PUC Rio, mas, desde cedo, se interessa pelas artes visuais, se destacando, a partir de 1975 na revista MODULO, criada por Oscar Niemeyer, com artigos sobre os principais artistas nacionais. Assume a direção do Parque Lage e a Escola de Artes Visuais, onde cria o “Como Vai Você Geração 80” e a coluna de Arte na revista IstoÉ e no jornal O Globo. Transfere-se para Brasília, onde assessora o Ministério da Cultura e cria o Museu de Arte Moderna de Brasília. Recebe convite do Presidente do MAM RJ e retorna ao Rio, para dirigir e fazer a curadoria desse importante museu. Implantou o MAMAM-Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, em Recife, e foi curador do Arte Pará. Já realizou inúmeras exposições no Brasil e no exterior tais como Niemeyer: Invenção do Tempo e Oscar Niemeyer 100 anos, e de grandes artistas como Athos Bulcão, Celeida Tostes, Tomie Ohtake, Franz Kracjberg etc. assim como a Coleção Gilberto Chateaubriand. Atua como professor em várias instituições de ensino superior e na área de Arte e Educação, dentro e fora do país. Convidado pelo governo da França para integrar a equipe de curadores do Centre Georges Pompidou e da Fondation Cartier, em Paris. Atualmente desenvolve a curadoria e coordenação do Prêmio Marcantônio Vilaça para as Artes SESI/CNI, principal premio de Arte Contemporânea no Brasil. Hélio Márcio Dias Ferreira É Doutor em Educação (Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense – UFF, com parte dos estudos realizados na Université Sorbonne – Paris, 3, através de bolsa de estudos patrocinada pela CAPES), Mestre em História da Arte e artista plástico (Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ). Autor dos livros Uma História da Arte ao alcance de todos (BATEL, 2017) e Ivan Serpa: o “expressionista concreto” (EDUFF, 1996), co-autor da publicação Ivan Serpa (Banco Pactual, 2003) e organizador do livro Ivan Serpa da coleção Fala do Artista (FUNARTE, 2004). Professor associado na Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, palestrante habitual na Casa do Saber do Rio de Janeiro e São Paulo, ministra módulos de História da Arte no Curso Ann Arbor (Leblon), no Espaço Arte, Cultura e Psicologia (Barra) e no Jockey Club do Rio de Janeiro. Principal palestra ministrada, Ivan Serpa: o “expressionista concreto”- Münchner Volkshochschule Gasteig, Munique, 1998. Regularmente acompanha grupos de estudo em museus e instituições artísticas no Brasil e no exterior através da Agência de Viagens Latitudes, de São Paulo. Produção executiva: Gabriela Weeks Realizou o projeto Experimentação e Método – Oficina de Gravura do Ingá, no Museu do Ingá, Niterói (2017/2018); o projeto “Sementeira”: exposição “Trajetórias” sobre a formação do estado fluminense e revocacionamento do Museu do Ingá, Niteró (2014/2016); Produziu o curta Guardadores da Arte (2009); fez os vídeos para exposições “A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis” (2004) e “Mundo Encantado dos Quadrinhos” (2002) na Biblioteca Nacional. Com mestrado em comunicação pela ECO-UFRJ e graduação pela Saint Martins, Londres, Gabriela Weeks trabalhou na produção executiva, assistência de curadoria e coordenação de conteúdo de exposições, museus, aplicativos, livros e catálogos. Principais trabalhos: Museo del Caribe, Colombia, Museu das Minas e do Metal, BH-MG, exposições Tino Sehgal, Jenny Holzer, Gary Hill, Peter Greenaway. Trabalhou como diretora de produção e assistente de direção com João Jardim nos documentários “Lixo Extraordinário” (2010), com Vik Muniz, “Janela da Alma” (2001) e “Pro dia nascer feliz”(2006), além da ficção “Amor?”(2010). Foi produtora executiva de 2 longas “A Falta que nos move, de Christiane Jatahy e “ Corda Bamba” de Eduardo Goldenstein.

Providência

Comprovação Financeira do Projeto em Análise

2022-08-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo