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PRONAC 193561ArquivadoMecenato

FRAGMENTOS DE MEMÓRIA das famílias pioneiras de Guatambú

GAIA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 90,9 mil
Aprovado
R$ 90,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,10

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2019-12-09
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Guatambú Santa Catarina

Resumo

Este projeto visa exercer a pesquisa, o desenvolvimento e a produção/confecção de um livro de memória das Famílias Pioneiras de Guatambú, realizando entrevista com 135 famílias precursoras da região, reunindo um material responsável por conservar o conhecimento deste território e permitindo a fortificação de suas raízes culturais.

Sinopse

A história do município remonta os idos de 1910. "Segundo um registro do cartório de imóveis de Chapecó, instalou-se uma serraria no Porto Chalana (hoje povoado pertencente a Guatambu) datado de 1911" (SILVA, 1998, p.21) e vários depoimentos orais comprovam a existência da comunidade desde o final do século XIX e os primeiros anos do século XX. Inicialmente a comunidade se desenvolveu basicamente da atividade de extração madeireira e agricultura de subsistência, em "terras devolutas" ocupadas por pequenas famílias de agricultores, que não possuíam a posse legal da terra. Estas eram as preferidas pelas Companhias Colonizadoras que atuaram em toda a região oeste nas décadas de 1930 e 40. No caso específico de Guatambu a Companhia Colonizadora Isaac Pan & Vargas foi a responsável pela divulgação de venda destas terras aos imigrantes italianos e alemães vindos principalmente do Rio Grande do Sul. A Fazenda Faxinal do Tigre como era conhecido o município, tinha abundância de madeira para exploração e fácil acesso para a fuga dos foragidos da Revolução Federalista (1893), bastando atravessar o Rio Uruguai para estarem salvos desta e outras Guerras Políticas. Por consequência de disputas políticas, no ano de 1921 recebe o nome de Lauro Müller, em homenagem ao Governador Catarinense. O mesmo Rio foi o responsável pelo intenso tráfego de balsas conduzidas por balseiros nos anos 40, 50 e 60. Profissão que ajudou a região crescer e se desenvolver com o escoamento de madeiras (inclusive o Pau Marfim ou Guatambu) para a Argentina. Foi devido a essa atividade econômica que, Lauro Müller passa a ser chamado de Guatambu em 1938, e é elevado à categoria de Vila, pertencente a Chapecó. As décadas seguintes foram marcadas pela diminuição da atividade madeireira por balsas. Com o avanço do capitalismo e o surgimento de novas tecnologias e aberturas de estradas de rodagem, a madeira passa a ser transportada por terra. Assim, a comunidade de Guatambu passa a desenvolver a pecuária e agricultura em escala maior, acelerando o processo de extração da Erva-Mate, criação de Suínos e Aves. Nos anos 90 intensificou-se o movimento Pró-emancipação e em 1991 (Decreto n°8482 de 12/12/1991) após plebiscito, é criado o Município de Guatambu, desmembrado de Chapecó, com uma área de 205.58 Km². Atualmente é o 3° município que mais cresce na região da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina, e recebe o nome de capital catarinense na produção de matrizes de peru. INFORMAÇÕES MUNICIPAIS · Prefeito(a): Luiz Clóvis Dal Piva · Vice Prefeito(a): Silvestre Favaro · Microrregião: Microrregião do Oeste de Santa Catarina · Aniversário: 12/12 · Habitantes: 4733 (IBGE/2017) · Eleitores: 5209 (TSE/2017) · PIB: R$ 248.099.000,00 (IBGE/2015) A possibilidade de lucrar com a extração da madeira, especialmente a araucária, atraiu os primeiros colonizadores à região de Guatambu. Eram descendentes de italianos e de alemães, mais alguns caboclos, todos oriundos do Rio Grande do Sul e liderados por Rodolfi Fin, Ângelo Santinelli, João Batista Dal Piva, Emílio Zandavalli, João Batista Schneider, João Elisbão da Luz, Manoel Rolim de Moura e Izac Pan. A grande quantidade da madeira-de-lei chamada Guatambu deu nome ao local. A mão-de-obra familiar predominava, numa tradição que se mantém até hoje. Guatambu emancipou-se de Chapecó em 12 de dezembro de 1991, na mesma época do desmembramento de dois outros grandes distritos: Itaberaba e Cordilheira Alta. Essencialmente agrícola, Guatambu vive do cultivo de milho e feijão e da criação de frangos e perus. Uma importante característica do município é a variedade de sua fauna preservada. Há veados, tatus, preás, quatis, ouriços, morcegos, micos e cutias. As aves mais comuns são o sabiá-branco e o sabiá-laranjeira, o pássaro-preto, o pardal, o pica-pau e o joão-de-barro. Os pequenos riachos da região são ricos em carpas, jundiás, lambaris, dourados, saicangas, piavas, cascudos, pintados e surubis. E nas matas locais, apesar da devastação, ainda é possível encontrar a canela, o cedro, a palmeira, o ipê, a cabriúva, o louro e o guatambu. Paralelamente à agricultura desenvolvem-se os alambiques, que produzem cachaça de boa qualidade, embora artesanal e para consumo local. Apesar da devastação das matas, o município possui fauna rica e árvores de espécies variadas, como a que deu nome à cidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Promover o registro das memórias das Famílias Pioneiras de Guatambú através da produção de um livro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Confeccionar 2.000 exemplares do livro Memórias das Famílias Pioneiras de Guatambú; - Disponibilizar cópias do livro para todas as famílias participantes das pesquisas; - Promover a divulgação de informações sobre as raízes culturais regionais de Guatambú;

Justificativa

Por volta do ano de 1900, a Fazenda Faxinal do Tigre possibilitou a instauração em novas terras, até então devolutas, para fazendeiros e imigrantes que estavam em busca de novas moradias. O Porto Chalana, como também era conhecido, possibilitou lucrar devido a abundância, fácil exploração e extração de madeiras, como a araucária e o pau-marfim ou guatambú, nome que mais tarde, em 1938, foi designado ao município. Estas propriedades da terra foram responsáveis por chamar a atenção de imigrantes alemães e italianos, vindos grande parte do Rio Grande do Sul. Além de oferecer novas terras e oportunizar o acúmulo financeiro devido a fácil extração e exportação de madeira, a localização da cidade facilitava a fuga dos foragidos da revolução federalista de 1893 pelo Rio Uruguai, responsável também por um intenso trafego de balsas entre as décadas de 40 e 60 neste mesmo rio, o que colaborou com o desenvolvimento econômico da cidade. Com a abertura de novas estradas, diminuiu-se a utilização de transporte por balsas nos anos seguintes. Assim, Guatambú passou a desenvolver a agricultura e a pecuária em escala maior. Em 1991 é criado o Município de Guatambu, desmembrado de Chapecó, com uma área de 205.58 Km². Atualmente é o 3° município que mais cresce na região da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina, e recebe o nome de capital catarinense na produção de matrizes de peru. Além das informações apresentadas anteriormente a respeito da história e origem do município de Guatambú, a quantidade de material complementar possível de ser encontrado por pesquisas e outras fontes é muito escassa e limitada. A proposta do livro Memória das Famílias Pioneiras de Guatambú reúne textos valiosos de 135 entrevistas realizadas com as famílias que fazem parte diretamente dos princípios da história deste município. O documento conta com textos, diálogos, fotos, dentre outras informações, é um dos registros mais completos sobre a região e possui detalhes de acontecimentos que datam desde antes do século XX. São inúmeras histórias que relatam as condições e circunstâncias que motivaram a imigração dos primeiros habitantes das terras que apenas décadas depois se tornaria um município, contados pelos próprios indivíduos responsáveis pela instauração dos primeiros núcleos familiares da região. Grande parte do processo histórico e desenvolvimento desta área é composto de conhecimentos sem registros legítimos ou oficiais, dificultando muito o acesso a ricos detalhes sobre a cultura ancestral presente na região. A confecção do livro Memórias das Famílias Pioneiras de Guatambú será responsável por difundir, fortificar e propagar as raízes culturais desta crescente região localizada a oeste de Santa Catarina. A cultura presente em quaisquer cidades, independentemente do tamanho do território ou da população, são singulares e possuem o direito de serem registradas e devidamente preservadas. Deste modo as futuras gerações terão o conhecimento de suas origens e do estilo de vida destes que são os predecessores deste território que, assim como todos os outros, segue seu processo rumo a modernidade. O presente projeto tem aderência à lei 8.313/91, em especial nos termos dos Incisos I, II, IV, V (sobremaneira) e VII do Art. 1º, pertinente ao princípio da finalildade, e cumpre com os objetivos exarados na alínea b, Inciso II do Art. 3º, e alínea b do Inciso IV do mesmo Artigo.

Estratégia de execução

Sem aplicabilidade.

Especificação técnica

Livro Memorias de Guatambu Capa 4x0 papel supremo 350gr alta alvura fto final 16x23 com orelhas de 80mm frente e verso, verniz UV localizado, laminação fosco frente Miolo com 340 paginas 4x4 cores papel pólen bold 90gr 2.000,00 unidades

Acessibilidade

A respeito da acessibilidade física, certamente teremos, após a execução do projeto e consequente publicação do livro, um ou mais eventos de lançamento da obra, em local a ser definido a posteriori. Neste caso, serão observadas as condições do local que abrigará este evento de lançamento, averiguando o Plano de Proteção e Combate a Incêndios, conforme o caso, e auferindo se há rampas de acesso e demais mediadas de acessibilidade para Pessoas com Deficiência física (PcD), idosos, gestantes e congêneres. Com relação à acessibilidade de conteúdo, haverá a disponibilização do livro em formato digital, bem como para as eventuais palestras e painéis, bem como ao(s) evento(s) de lançamento teremos prevista a contratação de intérprete de libras.

Democratização do acesso

Tanto a distribuição dos livros produzidos como o acesso às palestras será plenamente gratuito.Cada família receberá um exemplar e o restante será deistrbuído entre escolas e bibliotecas do município sede e região, sdalvaguardando parte para divulgação, para o Ministério da Cidadania e Fundação Biblioteca Nacional e para os patrocinadores do projeto, dentro das margens estabelecidas por lei. Teremos, como medida de acessibilidade e de democratização de acesso, a versão digital do livro, ao qual todos poderão ter acesso através da disponibilidade em link específico na rede virtual, ou submissão atravpes de meios eletrônicos, como e-mail, wathsapp, e afins.

Ficha técnica

Gaia Produção Cultural - Fernando Keiber - Produção Executiva e Captação de Recursos Vera Maria ZandavalliPESQUISADORA E COORDENADORAProfessora Aposentada da Rede Estadual. Distrito Fazenda Zandavalli.Município de Guatambu –SC. Licenciada em Português e Inglês pela Fundeste (Fundação de Ensino Superior do Oeste) de Chapecó, moradora do município desde 1946 neste mesmo endereço, atuou como professora e diretora da E. E. F Agilberto Zandavalli onde se aposentou em 1996. Como membro da Associação Grupo de Mulheres Renascer, também mentora do projeto, auxiliando na coordenação e na pesquisa de campo junto as famílias Guatambuense. Inerve Fatima Alberti BettuPESQUISADORA E DIGITADORAProfessora aposentada da Rede Municipal de EnsinoDistrito Fazenda ZandavalliMunicípio de Guatambu –SC. Pedagoga formada pela UDESC (Universidade do estado de Santa Catarina), moradora do Distrito Fazenda Zandavalli desde 2003. Atuou como professora e Coordenadora Pedagógica da Rede Municipal de Ensino. Aposentou-se em 2016. Atuou nesse projeto como pesquisadora e transcreveu as entrevistas das famílias entrevistadas. Verginia Dominga Stefenon RostirollaPESQUISADORAProfessora aposentada da Rede Estadual de Ensino.Distrito Fazenda Zandavalli. Município de Guatambu –SC. Licenciatura Plena em Estudos Sociais e História na Faculdade de Filosofias Ciências e Letras de Palmas Paraná. Moradora do Distrito da Fazenda Zandavalli desde 1987. Atou como professora e diretora da escola E. E. F Agilberto Zandavalli onde se aposentou em 2013. No projeto auxiliou nas entrevistas e transcrição. Luzia Margaret Corá.PESQUISADORAProfessora aposentada da Rede Estadual de Ensino.Município de Guatambu –SC. Licenciada em história pela UNOESC (Universidades do Oeste de Santa Catarina), moradora da rua Dante Travi, Centro. Atou como professora da rede estadual de ensino desde 1980. Aposentou no ano de 2012. Atou no projeto como pesquisadora e digitadora das entrevistas das famílias entrevistadas. Angela Regina da Silva SulsbachPESQUISADORAProfessora de História da Rede Estadual de Ensino.Município Guatambu- SC. Licenciada em história pela UNOESC (Universidades do Oeste de Santa Catarina), moradora da Av. João Batista Dal Piva, Centro. Atua como professora da rede estadual de ensino desde 1993. Atou no projeto como pesquisadora das entrevistas das famílias entrevistadas. Cleuza Helena ZezakPESQUISADORAPoder Legislativo Municipal.Município Guatambu-SC. Vereadora do Municipio de Guatambu por dois mandatos entre os anos de 1993 á 1996, 2017 á 2020, moradora da Linha Flor desde 1979. Atou no projeto com pesquisadora e propositora da indicação da Menção Honrosa das famílias pioneiras do município com mais de 50 de história e que possuem residentes no município. Fabiana Thais Reckziegel Bones. CURADORIA E ORGANIZAÇÃO GERALPresidente Associação Grupo de Mulheres RenascerMunicípio Guatambu-SC. Presidente Associação Grupo de Mulheres Renascer da comunidade Fazenda Zandavalli. Reside no município desde 2011. Atou no projeto como representante do grupo de mulheres. Mariema Rosina BorsoiPESQUISADORAProfessora da rede Estadual de Ensino.Município de Guatambu – SC. Professora Licenciada em Artes Plásticas pela Universidade Comunitária da Região de Chapeco (Unochapecó). Atua como professora desde o ano de 1999, efetivou –se no ano de 2005, no ano de 2010 trabalhou com assessora de direção na E.E.B Coronel Lara Ribas na cidade de Chapecó, atualmente atua como gestora escolar da E.E.B Olga Fin Travi em Guatambu desde o ano de 2011. Atou no projeto como pesquisadora. Neusa Maria da Silva CoráPESQUISADORAProfessora Aposentada pela rede Estadual de Ensino. Guatambu – SC. Professora Licenciada em Pedagogia com especialização em Administração Escolar pela FUNDESTE (Fundação de Ensino Superior do Oeste), Chapecó- SC. Moradora do município de Guatambu desde a infância no mesmo endereço. Atuou como professora, coordenadora, supervisora e diretora em escolas de Guatambu e Chapecó por 47 anos. Se aposentou no ano de 2011. Atualmente como membro do Clube de Mães Margarida Rolim de Moura de Guatambu e da Escola de Pais seccional Chapecó. No projeto auxiliou na pesquisa de campo junto as famílias Guatambuense. Janaina Corá.ILUSTRADORA E CURADORIA DE IMAGENSProfessora Licenciada em Artes Plásticas.Município de Chapecó – SC. Professora Licenciada em Artes Plásticas pela UNOESC (Universidade do Oeste de Santa Catarina), com especialização em Estética e Ensino da Arte, Mestrado em Educação pela UNOCHAPECÓ. Nasceu em Guatambu e cresceu em Guatambu, atualmente mora em Chapecó. Atua como professora de Arte em escola pública e como artista visual, realiza exposições individuais e coletivas, apresentando pinturas, desenhos fotografias e instalações. Atou no projeto com pintora e na curadoria de imagens. Cristiane Honorato da FonsecaCOORDENADORA GERAL, PESQUISADORA E GESTORA DO PROJETO JUNTO AO MUNICÍPIODiretora do departamento de Cultura e Turis/mo.Município de Guatambu – SC. Professora de Matemática Licenciatura pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), atuou como professora da rede estadual de ensino e no município de Chapecó com projetos de reforço e PENOA. Nasceu em Chapecó, mas cresceu e mora em Guatambu atualmente. No ano de 2017 começou a trabalhar na Secretaria de Educação, Esporte, Cultura e Turismo no município de Guatambu na gestão do departamento de Cultura e Turismo, desenvolvendo ações em prol da organização das Políticas Públicas Municipais para as áreas, organizações de evento e projetos. Atou no projeto como pesquisadora.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.