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Realizar a montagem e temporada do espetáculo Bendita Mulheres
A comédia de Célia Forte, fala do encontro de quatro atrizes, preparando um novo espetáculo. A camareira, personagem encarregado da organização dos objetos, lanches e figurinos, faz o contraponto entre a realidade do mundo cotidiano e a reflexão artística. A autora coloca na voz do personagem popular, a visão pragmática da vida. Ela nos diz que o teatro, centro de inquietação e conhecimento, precisa ser dividido com o público. Ele precisa estar ao lado do artista, rindo, se emocionando, e pensando em um mundo melhor. O riso é sempre transformador, quando ele nos faz pensar.
Objetivos Gerais: - Produzir e manter a temporada do espetáculo Benditas Mulheres, na cidade de São Paulo em 36 apresentações. Objetivos Específicos: - Realizar a montagem e produção do espetáculo em São Paulo totalizando 36 apresentações - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - Formar público através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda. - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida. - O intuito é prorrogar a temporada dependendo do sucesso de público e crítica.
Benditas Mulheres retrata a vida cotidiana de 4 pessoas nos bastidores do teatro. Uma diretora (Noemi Marinho), duas atrizes (Helena Ranaldi e Carol Rainatto) e uma camareira (Claudia Missura) estão em pleno período de ensaio e composição das personagens, mas o que se vê ali não é uma discussão sobre uma montagem teatral, mas sim sobre o olhar do individuo, pessoas que unem suas angústias, desejos e sonhos. Através de uma construção dramatúrgica elaborada, a autora transcorre por questões individuais, mas através da simplicidade do olhar da camareira e propõe um instigante jogo cênico em que os atores se tornam protagonistas de suas inquietações, transformando uma peça, dentro de outra peça. A história versa sobre dois Mundos que se juntam. E mostra a realidade que todos somos submetidos : aprender com as diferenças culturais, humanas e financeiras. Duas classes sociais que convivem quase que diariamente, em harmonia, respeito e troca de experiências. A sabedoria e vivência em seu cotidiano de Otila, camareira, e de três atrizes que tentam montar uma peça e suas elucubrações com a vida no Universo das artes. Desse encontro e discussões, as quatro personagens percebem o quanto pode ser gratificante quando nos abrimos ao diálogo para escutar o outro, de uma maneira humana, divertida e, sobretudo com generosidade e tolerância. A direção criteriosa de Elias Andreatto só acrescentará a esse projeto BENDITAS MULHERES tem como objetivo nos colocar no lugar do outro. Ouvir os que vivem diferentes de nossas convicções e condições humanas. Abrir o debate para a tolerância com o outro, a compreensão com o diferente, aqui retratada entre classes sociais e culturais. Nas palavras do diretor - "Benditas Mulheres revela ao público, os bastidores e a intimidade de três atrizes, na preparação de um espetáculo. Suas angústias, no processo criativo de seus personagens, é mostrado de forma cômica, mas delicada. O personagem da Camareira, é colocado na trama pela autora, para mostrar a escala grandiosa, das relações sociais de classes. Assim, ela nos mostra, que nossa sociedade é formada por contradições. Só o artista, é capaz de escancarar o jogo de poder, onde nós, alguma vez, já assumimos o papel de dominadores e omissos, diante dos personagens invisíveis, que trabalham por sua sobrevivência, ao nosso lado, sem que tenhamos um olhar sensível e generoso". Montar esse espetáculo é uma grande homenagem a todos os trabalhadores dos bastidores dos teatros brasileiro. O projeto visa realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo "BENDITAS MULHERES". Para isso, usaremos de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 os incisos que se aplicam ao projeto são: II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 o inciso que se aplicam ao projeto é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Assim, realizar a montagem do espetáculo de artes cênicas e através dessa forma de linguagem e fomento trazer a reflexão sobre assuntos tão importantes nos dias atuais.
O Espetáculo acontece dentro de um teatro, num processo de ensaio de um espetáculo. Dessa forma a cenografia da peça será composta por: 1) Três camarins (reproduzido como se fossem camarins reais de teatro) que deverão ser colocados nas laterais do palco, como se fosse coxia. 2) O centro do palco do teatro em que a peça será encenada, deve ser cenografado com muitos adereços, cenários realistas, como se fossem de montagens anteriores que aconteceram no suposto teatro. 3) Deve ter, necessariamente, uma mesa com quatro cadeiras, onde se dará a leitura da peça. O detalhamento do cenário ficará mais claro assim que o diretor ler e compreender a estrutura dessa comédia. As referências acima poderão sofrer alterações, dependendo do que o diretor achar mais adequado para sua montagem. Entretanto, deve seguir o critério de bom gosto e imparcialidade, como sugerido no decorrer do texto.
Conforme Art. 47. As propostas culturais deverão contemplar medidas que busquem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Dessa forma o espetáculo ficará em cartaz em teatro com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. E Conforme norma da ABNT - NBR 15599:2008, Também será como ação de acessibilidade, ações para DEFICIENTES AUDITIVOS. A cada primeira sexta-feira do mês, haverá uma sessão com interprete de libras, totalizando assim 3 apresentações para acessibilidade. E também como ação para DEFICIENTES VISUAIS será utilizado um livreto em braile que estará disponível em todas as apresentações com toda a informação do espetáculo. As ações de acessibilidade serão amplamente divulgadas na bilheteria do teatro e em todo material impresso do espetáculo.
Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto gratuito, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo gratuita com elenco, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Texto: Célia Forte Direção: Elias Andreatto Elenco: Helena Ranaldi, Noemi Marinho, Claudia Missura e Carol Rainatto Música Original: Jonatan Harold Figurino: Fabio Namatame Direção de Produção: Selma Morente e Celia Forte Coordenação Administrativa: Dani Angeliotti O Proponente assinará por Coordenação Administrativa (dessa forma sendo responsável pelo acompanhamento e todo direcionamento administrativo do projeto) e Mídias Digitais. CURRICULOS CÉLIA REGINA FORTE – Autora - Nascida na cidade de São Paulo em 1961, Célia é formada em Jornalismo e Relações Públicas. Em 1985, associou-se a Selma Morente e, juntas, fundaram a empresa Morente Forte Comunicações. Como assessora de imprensa e produtora exclusivamente na área teatral, trabalhou com os nomes mais expressivos do cenário artístico nacional. Entre eles: Paulo Autran, Bibi Ferreira, Antonio Fagundes, Marília Pêra, Gloria Menezes, Denise Fraga, Lázaro Ramos, Claudia Raia, Juca de Oliveira, Leopoldo Pacheco, Christiane Torloni. Elias Andreato – Diretor Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista de seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos freqüentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro. HELENA RANALDI NOGUEIRA - atriz Começou na carreira de modelo em 1983, tendo sido classificada entre as cinco finalistas do concurso Supermodel of the World de 1989, promovido pela Class Modelos e pela Ford Models americana. Em 1989, aos 23 anos, mudou-se de São Paulo para o Rio de Janeiro para seguir carreira artística. Neste ano, no seu primeiro trabalho como atriz, interpretou Stefânia, na novela A História de Ana Raio e Zé Trovão, pela Rede Manchete. NOEMI MARINHO - atriz Noemi Marinho é atriz formada pela Escola de Arte Dramática - EAD/USP, em 1977. Nos anos 80 e 90, trabalhou com os grupos Mambembe e Tapa. Começou a escrever para teatro no Seminário de Dramaturgia para Atores. Para este Seminário, escreveu seu texto de estreia Fulaninha e Dona Coisa. A Coleção Aplauso - Perfil da Ed. do Estado de São Paulo lançou O Teatro de Noemi Marinho, contendo neste livro as peças, Fulaninha e Dona Coisa, Homeless, Cor de Chá e Plantonista Vilma, escritas por Noemi. CLAUDIA ELISA MISSURA - atriz No teatro Cláudia trabalhou com Renata Melo, nos espetáculos Domésticas", Passatempo e Turistas e Refugiados; com Antônio Abujamra em Exorbitâncias; com José Rubens Siqueira em Tartufo; com Elias Andreatto e Celso Frateschi em Áulis – Ifigênia em Áulis; Sandra Peres e Paulo Tatit no projeto O Som é Assim – Música para Crianças e com Marcelo Romagnoli em Paixões da Alma. Atuou também em O Avarento, ao lado de Paulo Autran, no espetáculo infantil Felizardo e no musical O Menino Teresa. CAROL RAINATTO - atriz Atriz, dramaturga, roteirista e fundadora da Cia. Do Ruído, Dentre seus trabalhos na TV, destacam-se a novela “Amor à Vida” (Rede Globo), e a série “(Des)Encontros (Sony Latin America). Trabalhou com Elias Andreato, Georgette Fadel, Marco Andre Nunes, Kleber Montanheiro, entre outros. No teatro, teve destaque em “Léo e Bia, – o Musical”, e em sua trilogia de textos, realizada como atriz em “Oito Balas” e “Cerbera”, e como diretora em “Meia Noite, Feliz Natal. Carol atua na direção geral da Cia., há 3 anos no mercado. JONATAN HAROLD – trilha sonora Músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao "Prêmio Shell" 2014 na categoria "Música", especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, preparação vocal, performances e recitais no Brasil e exterior. FABIO NAMATAMI - Figurino Em 1981, Fábio Namatame formou-se em Publicidade e Artes Plástica pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Realiza trabalhos de direção de arte, cenário e figurino para teatro, ópera, publicidade, cinema e TV. É ganhador de prêmios como: SHELL, APETESP, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa, Sesc São Paulo, Paulínia de Cinema e Carlos Gomes de Ópera Prêmio Sesc / Sated de Belo Horizonte, Premio Usiminas SINPARC. Como cenógrafo e figurinista: MORANGOS MOFADOS - direção Paulo Yutaka São Paulo, O GUARANI -direção Carlos Alberto Sofredini São Paulo. Direção de produção PRODUTORAS – SELMA E CELIA Selma Morente e Célia Forte, sócias da Morente Forte Produções. empresa especializada em produções teatrais, captação de recursos e agenciamento de mídia, também são proprietárias da Morente Forte Comunicações Ltda., empresa especializada em assessoria de imprensa e produção na área cultural que desde 1985, direcionam exclusivamente suas atividades às artes cênicas. Participação em mais de 1500 espetáculos teatrais, com ampla experiência de relações públicas em assessoria de imprensa e planejamento para realização de grandes espetáculos, protagonizados pelos maiores artistas nacionais. Destacamos: Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco. Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Realização Morente Forte Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani. Com Amor, Brigitte, de Franz Kepler, Direção Fábio Ock com Bruna Thedy e André Correa. Coordenação Administrativa Daniella Angelotti (com mais de 20 anos de experiência na área de produção) fundou a Cubo produções em dezembro de 2010 e seu currículo conta com diversas produções seus principais espetáculos foram: - Tutankáton, de Luiz Otavio Frias e direção de Mika Lins. Teatro SESC Paulista - 2019 -Soror, de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler. Teatro SESC Ipiranga - 2019 -Minha Vida em Marte Produção executiva do espetáculo teatral, texto e interpretação Monica Martelli, direção de Susana Garcia.Teatro Procópio Ferreira | 2018 e 2019 - Quero Morrer com Meu Próprio Venenom de Ana Carolina, direção de Mika Lins. SESI Paulista | 2018 - Eu Sou Essa Outra, texto de Carla Kinzo, direção de Vera Egito. SESC Pinheiros | 2018 - Fedra, texto de Jean Racine, direção e Adaptação: Roberto Alvim. SESC Pompeia | 2018 e CCBB BH 2019. - A Tartaruga de Darwin texto de Juan Mayorga, direção de Mika Lins.Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Kiev, Texto de Sergio Blanco, direção de Roberto Alvim, Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Leite Derramado, texto de Chico Buarque, direção de Roberto Alvim. SESC Ginástico – RJ / Centro Cultural SP / Festival de Curitiba, Festival de Londrina / Festival de Recife / Festival de Porto Alegre / Entre outros | 2016, 2017, 2018 - Dom Juan texto de Moliere, direção de William Pereira. Teatro Raul Cortez São Paulo |2013
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