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PRONAC 193567Prestação de Contas AprovadaMecenato

Quem prospera sempre alcança (continuidade)

KAVANTAN & ASSOCIADOS - PROJETOS E EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 959,2 mil
Aprovado
R$ 910,7 mil
Captado
R$ 830,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
31551765000143VISA DO BRASIL EMPREENDIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 830,0 mil

Eficiência de captação

91.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-01
Término

Resumo

Temporada e circulação gratuita do espetáculo teatral "Quem Prospera Sempre Alcança", escrito e dirigido por Leonardo Cortez, prioritariamente em ruas, espaços culturais públicos (centros culturais e escolas) e em sedes de ONGs (espaços abertos) por diversas cidades brasileiras, além da realização de oficinas a título de contrapartida social.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA Na praça de uma cidade, Julio e Tadeu, dois funcionários de uma empresa de uma produtora de teatro, montam o palco para a apresentação de uma peça de teatro de sucesso nacional que fala sobre empreendedorismo. Enquanto os dois montam as estruturas na frente do público, eles interagem com o público e relembram as situações do espetáculo que afinal eles já assistiram inúmeras vezes. Quando o diretor do espetáculo telefona comunicando que a van que transportava os atores quebrou e eles não conseguiram chegar. Os técnicos, para não frustrarem o público, resolvem encenar a peça interpretando os 11 personagens. Classificação indicativa: livre Duração: 45 minutos

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Disponibilizar 42 apresentações online direcionadas ao público/audiência de cada cidade integrante do projeto, de forma online e gratuita do espetáculo teatral "Quem prospera sempre alcança", escrito e dirigido por Leonardo Cortez, da seguinte forma: - São Paulo/ SP (6 apresentações) Gravadas, transmitidas online, totalmente gratuitas; - na Grande São Paulo/Baixada Santista (12 apresentações gravadas, transmitidas online de forma totalmente gratuita), sendo 2 apresentações em cada uma das seguintes cidades: Diadema, Itaquaquecetuba, Mauá, São Bernardo do Campo, São Vicente e Santo André; - em outros Estados do Brasil, sendo 3 apresentações para cada cidade, realizadas da seguinte forma: 1 transmissão do espetáculo ao vivo e 2 transmissões gravadas para cada uma das seguintes cidades: Anápolis/ GO, Belém/ PA, Caruaru/ PE, Cascavel/ PR, Petrópolis/ RJ, Manaus/ AM, Pelotas/ RS e Teresina/ PI.-Faremos conversas ao vivo com o público antes de cada apresentação, e ao final de cada apresentação, com um convidado que seja uma personalidade local. Manteremos o compromisso de atendimento ao público das 15 cidades. Tendo em vista que o espetáculo está baseado na cultura regional, na linguagem local, nos personagens folclóricos de cada cidade, numa comunicação direta com o público local, cada apresentação será direcionada para cada cidade, valorizando a cultura regional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : - Promover a acessibilidade de conteúdo do espetáculo para cerca de 5.460 pessoas, por meio da realização de 42 apresentações com tradução em Libras. - Realizar oficinas online através de plataforma adequada, a título de contrapartida social com proposta de trabalhar o teatro dentro da perspectiva do humor, através da figura do Palhaço. As ações serão compostas por roda de apresentação; aquecimento físico e vocal; jogos de prontidão: explorar formas de andar pelo espaço e comandos inusitados que provoquem rápidas reações; construção do corpo cômico: enfoque no exagero físico como dispositivo da comicidade; entre outras ações que estão descritas no campo "Descrição da Atividade do Produto". - Apresentar uma dramaturgia que aproxime o público do espetáculo, gerando diversão, entretenimento, reconhecimento, troca e reflexão, ao retratar aspectos da vida dos brasileiros, principalmente as pessoas mais simples, que podem ser beneficiar de apresentações em gratuitas online. - Demonstrar, de forma lúdica e com humor, a importância do planejamento e da organização para a concretização dos sonhos. - Oferecer uma opção cultural gratuita para a comunidade, especialmente para as famílias. - Gerar empregos na área cultural. - Estimular a formação de plateia, oferecendo acesso gratuito online. Cabe ressaltar que, mesmo com a gratuidade, nem sempre o público de baixa renda comparece às apresentações teatrais por não ter acesso aos edifícios teatrais (distância, desconhecimento e até mesmo acharem que é um espaço para a elite). - Aumentar a vida útil do espetáculo produzido em 2019, e consequentemente valorizando o dinheiro público, já que mais pessoas em diversas regiões do Brasil serão beneficiadas com um investimento anterior (na criação e produção do espetáculo).

Justificativa

Justificativa: Quem Prospera Sempre Alcança enquadra-se nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos II, alínea "e" e IV, alínea "a", do Art. 3º da Lei 8313/91. Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA é um espetáculo de rua, cuja proposta de encenação dialoga diretamente com as raízes do teatro popular, do circo-teatro e da comédia de costumes. O humor é elemento de aproximação direta com o público, conquistado através de um texto ágil, contemporâneo e de comunicação franca, características notórias da dramaturgia de Leonardo Cortez, um dos autores mais importantes da atual dramaturgia paulistana e que já demonstrou o pleno domínio da estrutura dialógica e da carpintaria teatral em textos como "Comédias Furiosas", "Amor à vista", "Pousada Refúgio", "Rua do medo", "Maldito benefício" e "Sala dos professores". O texto de QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA conta a história de dois técnicos de uma empresa de eventos que estão encarregados de montarem o palco para a apresentação de um espetáculo teatral de rua que será apresentado, segundo eles, dali algumas horas. De pronto, os técnicos fazem às vezes de operários e mestres de cerimônia. Labutam para a peça, enquanto fazem a propaganda daquilo que ainda estará por vir. A criação de um ambiente de expectativa tem a pretensão de aglutinar o público em torno do espaço cênico. O estabelecimento do referido espaço marca o início da apresentação. Com material cênico (ribaltas), os atores delimitam o palco e trazem para a cena o material que se transformará em cenário dali instantes. Posicionados num centro do espaço cênico, eles montam a estrutura da cortina de cena e todos os elementos que fazem parte do cenário, inclusive as araras com os figurinos, tudo com inspiração circence. O circo-teatro, inclusive, com seus jogos e esquetes também serve como referência de linguagem enquanto os personagens dos técnicos contam causos, piadas e fatos pitorescos ligados ao seu histórico profissional. A participação dos espectadores é solicitada em brincadeiras interativas que se desdobram enquanto o público é testemunha da construção de uma peça enquanto assiste outra peça. A metalinguagem proposta por QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA incentiva o embarque do espectador em diferentes camadas: assim, o entendimento do fazer teatral e as necessidades imperativas para a criação de uma obra se intercalam com a diversão que abre caminhos para a plena absorção da parte conceitual do texto ligada à problemáticas contemporâneas: como se organizar, planejar, inventar e realizar o trabalho quando falta emprego, educação financeira. E se a primeira parte da peça mostra a estrutura sendo revelada aos olhos do público, na segunda parte embarcamos no jogo com o mergulho na pura convenção teatral. A partir do cenário montado e do estabelecimento do jogo com a plateia (o elenco não chegará e os técnicos farão o espetáculo), novos personagens surgem através do uso de acessórios e máscaras, numa sucessão de cenas com características de esquetes o que proporciona a absorção da obra inclusive para os transeuntes que estão de passagem pela rua ou que começaram a assistir a peça depois do seu começo. Nesse momento do espetáculo, a música e a dança entram como elementos de linguagem cobrando dos atores, versatilidade, energia e multiplicidade de aptidões. Assim, a proposta do espetáculo se concretiza através do fascínio gerado pela sucessão de elementos surpreendentes que revigoram a atenção do público na medida em que o espetáculo se desenrola. A questão do empreendedorismo como alternativa à falta de emprego é decisiva para cativar o público, que se identifica com a problemática, mostrando que o teatro pode tratar de temas cotidianos, acessíveis a todos, vindo de encontro com nossa proposta de formação de público para teatro e artes em geral. Muitas atividades são realizadas gratuitamente ou a preços muito populares pelo Brasil, mas por uma questão cultural, o público de baixa renda e/ou com baixa escolaridade não se percebe como potencias consumidores desses produtos. Vale lembrar que o espetáculo foi produzido em 2018, através do Pronac 18.5419, e que a grande receptividade do público pelas cidades onde foi apresentado, e as solicitações de apresentações de outras cidades que ficaram sabendo pela imprensa, nos motivaram a realizar mais uma edição do projeto, ampliando ainda mais o acesso ao mesmo. Ressaltamos que as apresentações não preveem a arrecadação de bilheteria e beneficiarão, majoritariamente, as camadas mais carentes da população, percorrendo diversas cidades brasileiras. Assim, dificilmente, poderia ser viabilizado sem patrocínio incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA CONTRAPARTIDA SOCIALResumo dos conteúdosAs oficinas da contrapartida social também foram transformadas em atividades digitais, para serem realizadas à distância. As oficinas serão on-line feitas através da plataforma de videoconferências Zoom, possibilitando a interação com a audiência. A proposta desta oficina é trabalhar o teatro dentro da perspectiva do humor, através da figura do Palhaço (Clown). O clown é a transparência do artista, um ser que sua pela capacidade de transformar fraquezas em virtudes, se aproxima do público pela semelhança, causando encantamento e interesse.A arte do Clown é um exercício de reconhecimento do mundo através da experiência da emoção do corpo, é o homem assumindo sua humanidade e sua fraqueza e, por isso, tornando-se cômicoO processo se desenvolve da seguinte forma:- Apresentação;- Aquecimento físico e vocal;- Jogos de prontidão: Explorar formas de andar pelo espaço e comandos inusitados que provoquem rápidas reações;- Construção do corpo cômico: Enfoque no exagero físico como dispositivo da comicidade;- Construção das gags: Formas de entradas e saídas;- Resolução de problemas: Formas de resolver os problemas criando cumplicidade com o público.- Encerramento: Avaliação e impressões.Profissionais envolvidos e respectivas formações Oficineiro: Rogerio Barbosa dos Santos (Rogério Barsan)Em 2006 se formou como ator no Senac Santos, onde obteve seu registro profissional. Em 2013 formou-se Bacharel em cinema e audiovisual no Centro Universitário Monte Serrat, Santos, tendo explorado a edição, direção de fotografia, direção geral, criação de roteiro e produção de web-série e curtas metragens.Atuou em diversos projetos de formação no litoral de São Paulo, destacando-se Parque Cultural Vila de São Vicente, Projeto Ronda e Arte na Comunidade, trabalhando em oficinas para jovens, criança e terceira idade.Atuou em inúmeras peças dirigidas por grandes nomes da Baixada Santista como Maria Tornatore e Alexandre Camilo, além da atuação na Cia Histórias do Baú, onde obteve conhecimentos como Manipulador de Bonecos e Marionetes. Como ator em teatro, nos últimos anos, destacam-se Um Presente Para Ramiro, com direção de Valdo Resende (2108/2019), Arte na Comunidade 3 (2015) e A Água que Fugiu do Lago, de Edivaldo Costa (2014/2016). Como assistente de direção, trabalhou em Quem Prospera Sempre Alcança, de Leonardo Cortez, em 2019, tendo acompanhado a montagem e turnê do espetáculo.Atuou ainda em diversos curtas-metragens e campanhas publicitárias como ator e locutor.Continua atualmente aliando seu trabalho de ator e palhaço com a licenciatura em Artes Visuais.Responsável pela Coordenação: Sonia Cristina KavantanSocióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa.Os projetos criados e coordenados por ela procuram aliar arte, cultura, entretenimento e educação. Como exemplo temos Mestres do Futuro, Mestres do Futuro – Estrada Real, Arte de Fotografar, CCBB – Centro de Expressão e Construção 2006, entre outros.Coordenou diversos treinamentos para as equipes dos Centros Culturais do Banco do Brasil, atuando na programação e coordenação das atividades, sendo o último o Observatório de Cultura, realizado no Rio de Janeiro em 2018.Dentre os projetos teatrais realizados recentemente, destacam-se: Quem Prospera Sempre Alcança, Comédias Furiosas, Um Presente Para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício e Dramaturgias Urgentes.Objetivos gerais: Oferecer a experimentação da ação do Palhaço, da provocação do riso e da alegria.Realizar jogos dramatúrgicos, que envolvam a espontaneidade, a leveza e a criticidade, que serão utilizados como ferramentas para a exploração em cena do lado cômico de cada participante.Desenvolver dinâmicas em grupo que investigam o erro, o fracasso e a ingenuidade como elementos que nos desarmam e nos humanizam, nos mostrando que rir de si mesmo pode ser um dos caminhos para falar do humano. Dessa forma, a oficina se torna uma prática de autoconhecimento e entretenimento, além de mostrar outras formas de comunicação que, por vezes, a palavra tradicional não alcança. Além dos jogos, a expressão corporal e vocal será fundamental nesse exercício do riso. Objetivos específicos: - Oferecer elementos do teatro cômico e do clown, como a triangulação com o público, tempo cômico e não-realismo na cena; - Trazer o repertório de jogos cômicos, que ilustram as relações entre palhaços e outros cômicos; - Estimular a espontaneidade e o despojamento como condutores da comédia; - Trabalhar alguns princípios da comicidade individual de cada participante a fim de que se possa explorar sua própria autenticidade como forma de criar cumplicidade com os outros participantes e com o público;- Oferecer a linguagem da palhaçaria no meio escolar, integrando alunos e professores dentro da prática artística, provocando e facilitando outras interações pedagógicas;- Promover a ação cultural na escola, reinventando o espaço escolar como um espaço cultural;- Oferecer conteúdo que possam inspirar educadores em suas disciplinas escolares. Justificativa: A comédia é uma linguagem teatral que tem uma história marginalizada, por muitos motivos. Mas, dentre eles o que se destaca é a forma como se trata os fenômenos ?sérios?. O despojamento do corpo e a licença para rir geralmente são condutas reprimidas na nossa educação escolar e cultural. Se conectar com tais aspectos é resgatar estados da infância, do não-julgamento e também de construir uma outra lógica sobre o mundo. A partir dessa nova visão, pode-se discutir criticamente sobre nossa construção social e o nosso mundo. Portanto, a oficina é um (re)encontro com o riso por meio de se tornar o seu próprio agente. Se a ação, palavra-chave do teatro, permite que o engajamento de atuantes faça uma arte viva e coletiva, na construção do humor na cena, este pode ser manifestado como uma forma de construir outras representações, usando como referências de mundo as dos próprios participantes, os dotando de autonomia no criar. O ambiente escolar normalmente é sério e tenso, apresentando conflitos entre funcionários, professores e alunos. A oficina pretende colaborar para que o riso e a alegria possam ser resgatados e ajudem na comunicação e convivência pacífica.O espetáculo QUEM PROSPERA SEMPRE ALCANÇA, que trata de temas sérios, como o desemprego, a necessidade de se organizar para atingir sonhos e a luta diária pela sobrevivência, utiliza da linguagem cômica para criar a identificação com o público. Com isso oferece não só reflexão, mas encantamento, alegria e diversão.É nesse sentido que a oficina aqui proposta se relaciona com o espetáculo, alvo deste projeto.Carga horária completa. A atividade será desenvolvida em duas horas/aula, ou seja, cerca de 1h40 minutos.Cliente / Público-alvo (características e faixa etária) Alunos, a partir de 15 anos de idade, professores e funcionários de escola pública. Outras pessoas da comunidade escolar, como pais e vizinhos, também poderão participar. As inscrições ficarão sob a responsabilidade da escola/secretaria de educação, sendo as orientações enviadas pela produção do projeto.Metodologia que será aplicada Encontro virtual com dinâmicas práticas, sequenciadas de jogos de integração de grupo, entrosamento, desinibição e por fim, improvisações cênicas. Ao final do encontro é feita uma avaliação com o grupo sobre o momento experienciado.Os jogos escolhidos fazem parte de um repertório que mescla jogos teatrais e exercícios de palhaçaria que focam na triangulação com o público e padrões de gags* como entradas e saídas.*nome dado às esquetes tradicionais de circo realizados por duplas e trios de palhaços

Acessibilidade

Com o intuito de se promover a acessibilidade física e de conteúdo, serão adotadas as seguintes medidas: 1. Transmissão online e gratuita garantindo o livre acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos. 2. A transmissão das apresentações gravadas e também das apresentações ao vivo possuirão interprete de libras, realizando assim todas as apresentações com interprete de libras. Vídeos com o elenco convidando o público a assistir ao espetáculo, com tradução em Libras, serão gravados e publicados na página do projeto (redes sociais). Faremos ainda 15 conversas com o público após o espetáculo com tradução em Libras, uma para cada cidade. 3. Gravação e edição de vídeo com audiodescrição em português (BR). O vídeo será disponibilizado de forma gratuita pela internet. A produção do projeto entrará em contato com instituições que atuam com pessoas com deficiência visual para ampliar a divulgação e distribuição deste material. Para garantir o bom uso dos recursos de acessibilidade. A tradução em Libras ocorrerá, em todas apresentações.

Democratização do acesso

A fim de se democratizar o acesso ao produto cultural, serão adotadas as seguintes ações previstas nos incisos IV e V do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cultura: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Além destas medidas, o projeto prevê: - realização de 42 apresentações gratuitas, transmitidas online direcionada para em quinze municípios Pretende-se, assim, promover a descentralização e atingir o público que não tem hábito de ir ao teatro em diversas comunidades.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Texto e direção: Leonardo Cortez Elenco: André Santos e Djair Guilherme Composição e direção musical: Jonatan Harold Figurinos: Marcio Araújo Cenografia: Marcio Araújo Identidade visual: Fernando Moser Funções do proponente (remuneradas pelo projeto). - Direção de produção - Produção executiva e/ou Assistência de produção (em algumas cidades) - Coordenação administrativa do projeto. - Captação de recursos CURRÍCULOS LEONARDO CORTEZ TEXTO E DIREÇÃO Roteirista, dramaturgo, ator e diretor teatral, formado em Artes Cênicas pela ECA/ USP. No teatro e como dramaturgo, Cortez foi indicado quatro vezes consecutivas ao Prêmio Shell de Melhor Autor, além de indicações na mesma categoria nos Prêmios APCA, Cooperativa Paulista de Teatro e Aplauso Brasil. A peça de sua autoria, "Sala dos Professores", foi apontada pelo site UOL como a Melhor Dramaturgia de 2016, além de ter sido o texto vencedor no Prêmio Júri Popular no Site Aplauso Brasil. Cortez tem ainda quatro livros editados: “Trilogia Canalha”, pela Editora Candombá, “Comédias Urbanas” pela Editora Sesi-SP, “Sala dos Professores” e “Pousada Refúgio”, ambas pela Giostri. Seu texto teatral mais recente, “Comédias Ilícitas”, foi vencedor do Prêmio Zé Renato e tem estreia prevista para maio de 2019. TEATRO “Comedias Ilícitas”, direção Marcelo Lazzaratto (2019); “Pousada Refúgio”, direção de Pedro Granato (2018); “Colegas no Teatro, direção e adaptação do texto de Marcelo Galvão (2017); “Sala dos Professores”, direção de Marcelo Lazzaratto (2016); “Maldito Benefício”, direção Marcelo Lazzaratto (2014); “Rua dos Medo”, direção de Marcelo Lazzaratto (2010-2012); “Trilogia Canalha”(texto e direção/ 2009); “O Rei dos Urubus”, direção Marcelo Lazzaratto (2008-2009); “Escombros”, direção de Leonardo Cortez e Frederico Foroni (2005-2007); “O Crápula Redimido” (texto e direção/ 2003); “In Memorian”, direção de Frederico Foroni (2002) e “Recuerdos”, direção de Carlos Gardim (1996) ANDRÉ SANTOS ELENCO Formado em teatro pelo Teatro da Universidade Católica- TUCA. No cinema participou dos longas-metragens: “Apart Horta” (2015); “Andaluz” (2011); “Papo de Boteco (2010); “Concepção Fílmica (2010). Na TV, as séries “Máximo e Confúcio”- TV Cultura (2017); “Carcereiros- Rede Globo (2018); e a novela “Água na Boca”- TV Band (2008) No Teatro: Muro”, (Dir. André Santos) “Nos Campos de Piratininga”, (Dir, Imara Reis); “Edmond” (dir. Ariela Goldman); “Rua do Medo” (Dir. Marcelo Lazzarato); “O Natal Presente no Meu Presente de Natal” (Dir. William Gutierre), “Mostra Primeira da Cia de Investigação Teatral” (Espetáculos: Bob é Negro, Algumas Laranjas e Janeiro), Textos e Direção João Fábio Cabral, “Alice e Gabriel”, dir. Vinícius Calamari DJAIR GUILHERME ELENCO Ator, brinquedeiro e dramaturgo. É bacharel em Interpretação Teatral, formado pela ECA/ USP. Foi membro da Cia Bastarda de Teatro Plástico e da Cia dos Gansos. Como ator em teatro, participou de: “Rua do Medo” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2010; “O rei dos urubus” texto de Leonardo Cortez e Direção de Marcelo Lazzarato, São Paulo, 2008 - indicado para o prêmio de melhor ator coadjuvante no 3º Fentepira (Festival de Teatro de Piracicaba) e no 32º Festepinda (Festival de Teatro de Pindamonhangaba); “Escombros” texto de Leonardo Cortez e Direção de Frederico Foroni, São Paulo, 2006; “A Construção” texto de Djair Guilherme e Direção de Eduardo Coutinho, São Paulo, 2005; “Frio 36,5 ºC” concepção de Arthur Belloni, São Paulo, 2003 - espetáculo selecionado para o IXª. Edição do Festival Internacional de las Artes - Costa Rica. Como ator em cinema, participou de: “Dois Coelhos” Afonso Poyart, São Paulo, 2012; “Rivellino” Marcos Fábio Katudjian, São Paulo, 2011 - Prêmio Especial do Juri, Gramado, 2011 Criou a cenografia dos espetáculos teatrais: Um Presente para Ramiro, de Valdo Resende (2018), Rua do Medo, texto de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzarato (2010); Pra você que me esqueceu, texto de Claudia Pucci e direção de Dagoberto Feliz (2008); O rei dos urubus, texto de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzarato (2008); Mais um, texto de Cássio Pires e direção de Ana Roxo (2005) e Frio 36,5 ºC, concepção de Arthur Belloni (2003). JONATAN HAROLD DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA SONORA Músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao "Prêmio Shell" 2014 na categoria "Música", especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, performances e recitais no Brasil e exterior. Trabalhando com renomados artistas premiados, sempre presente nos processos de criação e idealização dos projetos. Seus últimos trabalhos de destaque foram “Florilégio 2 - Nas Ondas do Rádio”; “Camille e Rodin”; “Elza e Fred”; “Sou Toda Coração”; “Jocasta”; “A Graça Do Fim” e “Isadora”. MÁRCIO ARAÚJO FIGURINOS E CENÁRIOS Ator, diretor, autor, roteirista e diretor de arte. Assina os figurinos de inúmeros espetáculos, destacando-se: “Comédias Furiosas”, de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzaratto, “Um Presente para Ramiro”, de Valdo Resende (2108). Foi o responsável pelos cenários e figurinos de “Pedro e o Lobo - uma versão brasileira”, “Cãofusão Gatonōmica”, “Um Mestre Brasileiro” e “Floresta dos Mistérios”. SONIA KAVANTAN DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Dentre os projetos realizados recentemente, destacam-se: Um presente para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio e Dramaturgias Urgentes

Providência

Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 569 de 13 de outubro de 2022, publicada no DOU em 14/10/2022.

2021-01-31
Locais de realização (15)
Manaus AmazonasAnápolis GoiásCascavel ParanáBelém ParáCaruaru PernambucoTeresina PiauíPelotas Rio Grande do SulPetrópolis Rio de JaneiroDiadema São PauloItaquaquecetuba São PauloMauá São PauloSanto André São PauloSão Bernardo do Campo São PauloSão Paulo São PauloSão Vicente São Paulo